26/03
18:29

Valadares sai em defesa do Canal de Xingó

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB) postou mensagens no twitter anunciando que  na sexta,  com a ajuda do ministro da Integração, Helder Barbalho,  “conseguimos incluir na Secretaria de Orçamento  Federal (SOF) a movimentação de recursos para o projeto básico Canal Xingó”.

Segundo o senador,  “há uma opção orçamentária junto com o Ministério da Integração e a Codevasf. Até terça, divulgarei. O projeto básico agora custa R$ 16 milhões”. Valadares ficvou quinta e sexta feira em Brasilia em contato com os Ministérios da Integração e Planejamento para viabilizar a iniciativa.



Política
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Por Eugênio Nascimento
26/03
15:50

O Homem do Tempo

José Lima Santana
Professor da UFS

Segunda-feira. Dia modorrento para muita gente. Depois de um fim de semana de farra, ou sabia-se lá por quais outras razões, algumas pessoas se mostravam indispostas no trabalho. Ele era uma dessas pessoas. Indisposto não por causa do fim de semana de farras. Era que nas últimas semanas as previsões do tempo foram por águas a baixo. A temporada de trovoadas já estava a meio caminho andado e as chuvas não vinham. As previsões, contudo, apontavam chuvas há três semanas. Deveria ter chovido quase todos os dias daquelas semanas. Os mapas mostravam isso. Os computadores da estação meteorológica trabalhavam sem parar. Análises e mais análises. O homem do tempo fora à televisão várias vezes. Anunciava chuvas. Elas o contrariavam. Na última entrevista, o apresentador do programa noticioso brincou, após o repórter entrevistá-lo no calçadão, onde as pessoas faziam caminhadas: “Infelizmente, o nosso entrevistado não tem acertado uma. Desse jeito, vai perder o emprego. Aliás, ele está mais perdido do que cego em tiroteio”. E disse isso rindo. Riso largo de deboche. Nem precisava. Teria, talvez, faltado com a ética profissional. 

No trabalho, na porta da escola dos filhos, na rua, em todo lugar, todo mundo passou a brincar com ele: “Olhe lá! Não vá perder o emprego, hein?”. Foi um dia infernal. Até Dona Guilhermina, a sogra, que nunca nutriu por ele muita simpatia, apesar de já estar casado com a filha dela há mais de quinze anos, soltou-lhe esta nas fuças: “Se eu fosse você me mudava para um deserto. Lá não chove mesmo. Aí, você não ia errar uma”. Ele teve vontade de esganar a velha. Dela ele também não gostava. Eram elas por elas. Com o falecido sogro tinha sido bem diferente. O Dr. Medeiros era um homem de qualidades, tão diferente da mulher, uma farofeira, uma bisbilhoteira, uma peste. Cascavel de sete guizos! 

Naquela segunda-feira ele estava abatido. A última previsão, a da sexta-feira, dava conta de um aguaceiro em todo o estado. Até no sertão brabo cairia muita chuva. De fato, no litoral caíram uns canecos de água. Chuvinha rala, coisa de uns dez minutos, se muito. No resto do estado até que se formaram umas nuvens promissoras, aqui ou ali, mas, água descendo do céu, nem um pingo. E o verão estava mesmo abrasador. Calorão de trinta e tantos graus. Pouco vento. Mormaço absurdo. Nas ruas, o sol parecia penetrar na pele como espinhos de fogo. Pinicava. Ardia. O suor escorria em bicas. Em todo canto era um sofrimento só. Que Deus tivesse pena dos viventes, pessoas e bichos. No sertão, o gado morria aos embolés. Uma tristeza! Velhos fazendeiros acostumados com as intempéries da vida, não conseguiam segurar as lágrimas diante das câmeras de televisão. Dava pena. 

O homem do tempo estava acabrunhado naquela segunda-feira. Abatido. Não foi ao trabalho. Não levou os filhos à escola. A mulher cuidou disso. Não tomou café. Foi ficando em casa enquanto as horas se passavam. Perto do meio-dia, resolveu sair. Pegou o carro e saiu a esmo. Atravessou a avenida da praia. Percorreu uns dez quilômetros. Abriu os vidros do carro, para tomar um pouco de ar. O ar soltou em sua cara um bafo de panela quente destampada. Nenhuma nuvem no céu. Céu azul, muito azul. Parou num barzinho, na esquina que dava para a chácara da sogra, ali pertinho. Sempre que ele passava por ali, tinha vontade de parar porque achava o barzinho uma graça. O pequeno imóvel parecia uma bodega de interior, daquelas bem pintadinhas em cores muito vivas. Deveria, pensava ele, ser muito asseado aquele barzinho. Nunca parou ali porque não bebia. Bebidas alcoólicas? Nunca as ingeriu. O pai, muito rígido, no interior, criou os filhos sem beber e sem fumar. O velho dava o exemplo. Naquilo, os filhos se criaram. 

Já passava um pouquinho do meio-dia. Ele parou o carro em frente ao barzinho cujas paredes eram pintadas de cores muito vivas. A frente era de um verde muito forte. As laterais eram bem vermelhas. De um vermelho afogueado, como haveria de dizer Dona Tereza de Pedro Misericórdia, a mãe do homem do tempo. Entrou no barzinho, que era, sim, muito asseado. Parecia um bibelô. Por trás do balcão, uma senhora de cabelos brancos fazia crochê. “Uma cerveja, por favor!”. Pela primeira vez na vida, ele beberia. Sentou-se. A senhora serviu a cerveja. Na parede em frente a ele, um cartaz, tirado de alguma revista, em formato grande, estampava uma bela mulher com trajes de banho de praia, debaixo de um sol a pino. Lia-se esta inscrição: “Não perca tempo. Antes de sair de casa, consulte o tempo”. Era o anúncio de uma emissora de Rádio FM. Ele leu e tomou um gole da cerveja. Tomou outro e mais outro. Pediu algo para comer. Um tira-gosto. A mulher disse o que tinha. Ele aceitou. Não demorou e ela trouxe um prato, que era a especialidade do barzinho de cores vivas: rabada com agrião. Outro prato com salada, outro com farinha bem torradinha e, claro, pimenta malagueta. Ele pediu outra cerveja. Outra mais. A mesinha encheu-se de garrafas. Ele era o único freguês. Olhava o cartaz e já não conseguia ler nada. 

O homem do tempo não se aguentava em pé. Foi desbeber, como ele mesmo dizia, no pequeno sanitário que ficava no lado de fora do bar, no oitão esquerdo. Apertadinho. Apenas um mictório construído em alvenaria e revestido com azulejo branco. O sanitário ficava meio esconso, pois a barzinho estava plantado no pé de uma ladeira. Bem abaixo ficavam duas lagoas, que, em épocas de chuvas abundantes formavam quase dois lagos. Naqueles dias, não restavam mais do que dois lamaçais. Cai não cai, ele retornou ao tamborete. Para tomar assento, segurou-se. Uma mão na mesinha e a outra na parede. Com muito custo, ele se ajeitou. Pediu outra cerveja. Era a décima segunda. Estava chapado. Era a primeira vez que bebia. Saíra de casa pensando em fazer uma besteira. Estava cansado. Cansado de muitas coisas. Da sogra que lhe pentelhava. Da mulher que cobrava mais isso e mais aquilo. Das gozações de todos. Os três filhos do homem do tempo, adolescentes, pouco estudavam. Todos os anos, eles ficavam em recuperação. Os três. Gastava mais dinheiro. Eles passavam, mas passavam arrastados. Aquilo o desgostava. Veio tudo à tona naquela segunda-feira. Desânimo. Desespero. Talvez, um início de depressão. 

De casa ele saiu com o revólver carregado. Arma registrada, porte de arma em dia. Estava quase certo de fazer uma besteira. Era claro que ele pensava na família, apesar de tudo. Pensava na mãe, que ele ajudava a se manter. Pensava temeroso, no inferno, para onde, segundo lhe fora ensinado, em criança, iriam os suicidas. Teria coragem de meter uma bala na cabeça? Somente porque o tempo não lhe estava ajudando? Tão somente por uma besteira daquela? Ora, ele não era o dono do tempo. Não botava freio no tempo. Porém, as gozações já passavam do limite. Enquanto a dona do barzinho continuava no crochê, ele sacou o revólver e disparou. Um tiro só. Certeiro. Mesmo naquele estado de embriaguez, mesmo pouco enxergando, o tiro atingiu o cartaz com aquela mulher bonita, vestindo um belo biquíni amarelo. A pobre senhora do crochê quase morreu de susto. “O que é isso ‘seu’ moço?”. Ele se deixou arriar sobre a mesinha. E ali ficou. A escuridão invadiu os seus olhos. Sono profundo. A senhora tirou o revólver de sua mão. Ela o conhecia de vista. Conhecia melhor a sogra, quase vizinha. 

Ao acordar, no fim da tarde, trovões e relâmpagos estrondavam e incendiavam os céus. Aquela seria a maior trovoada dos últimos trinta anos. Ou mais. Debaixo de chuva forte, o homem do tempo, ainda meio trôpego, saiu do barzinho, gritando: “Um raio que os parta! Um raio que os parta!”.  De certo modo, sentia-se vingado. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
26/03
12:51

O investimento e o consumo

Ricardo Lacerda* 
Professor da Universidade Federal de Sergipe

Quando se afirma que a economia brasileira deverá estabilizar o nível de atividade no 1º semestre e voltar a crescer na segunda metade do ano algumas qualificações são necessárias. Depois de recuar 3,8%, em 2015, e 3,6%, em 2016, as projeções do mercado e do governo para 2017 coincidem em incremento de 0,5%, ainda que permaneçam sob forte instabilidade muitos fatores políticos e econômicos que poderão influenciar o resultado efetivo. A projeção do FMI para o crescimento da economia brasileira em 2017 é de 0,2%. 

Muito se fala no carregamento estatístico dos últimos dois trimestres de 2016 sobre o resultado anual de 2017. Isso significa que mesmo que a economia apresente algum crescimento na margem já a partir do 1º ou 2º trimestre de 2017, em relação ao trimestre imediatamente anterior, na série livre de efeitos sazonais, esses resultados ainda se situarão bem abaixo dos mesmos trimestres de 2016. Já na segunda metade do ano o carregamento estatístico será menos desfavorável ao resultado anual, porquanto os resultados do 3º e 4º trimestres de 2017 serão comparados com números mais rebaixados dos mesmos trimestres de 2016. 

É por esse aspecto estatístico (mas que reflete uma realidade, sem dúvida) que o ministro Meirelles tem divulgado que no quarto trimestre de 2017 a economia brasileira deverá estar rodando alguma coisa acima de 2% na comparação com o 4º trimestre de 2016, mesmo que o incremento anual venha a ser de 0,2% a 0,5%. 

Componentes do PIB
Há alguns fatores que concorrem para que a economia estanque a queda no ano de 2017, mas uma retomada sustentada do crescimento, mesmo que moderada, está longe de estar assegurada.  A projeção do FMI para o crescimento brasileiro dos próximos anos é de que ele não alcançará a casa de 2% até 2021, último ano para o qual a instituição apresenta simulação. Ainda assim, se a instabilidade política interna ou o cenário econômico externo não entornarem o caldo. O cenário do FMI em nada se assemelha ao otimismo disseminado pelo ministro da fazenda. 

Um dos principais fatores que pode levar a economia brasileira apresentar algum crescimento em 2017 é o comportamento do setor agropecuário, também por um viés estatístico, que não deixa também de ter uma dimensão real, mas que está longe de significar que o país reencontrou o caminho do crescimento. 
 
O PIB setor agropecuário despencou 6,6% em 2016, por conta dos efeitos da estiagem, notadamente nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. O simples retorno da atividade agropecuária ao patamar de 2015, se o escândalo decorrente das investigações da polícia federal nos frigoríficos não prejudicar, teria o impacto de 0,48% no PIB, exatamente a projeção do mercado para o crescimento da economia em 2017. 

A projeção de mercado da semana passada era de que a produção do setor agropecuário não recuperará em 2017 toda a perda de 2016 mas ficará próxima disso. Deverá crescer 6%, enquanto a indústria teria um crescimento quase residual (0,8%), sobre uma base muito rebaixada, e o setor serviços ficaria próximo da estabilização, recuaria 0,12%.  

Confiança e demanda
Seja em função da recuperação da safra agrícola, seja em por conta dos efeitos positivos esperados da redução da inflação e dos juros ou dos ganhos de confiança entre as famílias e as empresas, a estabilização e posterior incremento do nível de atividade necessariamente se traduzem em componentes de dispêndio. Ou seja, deverão aparecer na contabilidade em termos de gastos das famílias, de despesas de investimentos das empresas ou do saldo das exportações e importações de bens e serviços com o exterior, posto que não se pode esperar impulso significativo oriundo dos dispêndios governamentais, pelo menos nas primeiras etapas do processo. 

No último Relatório da Inflação do Banco Central, de 22 de dezembro de 2016, quando a instituição projetava crescimento do PIB 0,8% para 2017, os vetores de demanda que se contraporiam à continuidade da trajetória declinante do PIB estariam associados essencialmente à interrupção do declínio dos gastos das famílias e dos investimentos das empresas em capital fixo. 

Depois de declinar 3,9%, em 2015, e 4,2%, em 2016 (ver Gráfico), o relatório projetava para o consumo das famílias um incremento de 0,4% em 2017. Os gastos com a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que iniciaram sua trajetória de retração em 2014 e entraram em queda livre em 2015 e 2016, também se estabilizariam e apresentariam um incremento de 0,5% em 2017. As contribuições do saldo das exportações e importações de bens e serviços e dos gastos do governo não seriam muito expressivas.  

Colocados esses números, acredito que fica relativamente balizado o debate sobre as nossas possibilidades de crescimento em 2017 e mais além. Nada de espetacular no horizonte, com várias pedras no caminho.


*Assessor econômico do Governo do Estado de Sergipe


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Kleber Santos
26/03
12:24

Governo realiza novas parcerias para ampliar divulgação de Sergipe como destino turístico

Destino Sergipe será apresentado para mais de 700 consultores de viagem e belezas sergipana serão tema de matérias de divulgação nacional

Representantes da Secretaria de Estado do Turismo de Sergipe (Setur) estão em São Paulo para estabelecer novas parcerias para divulgação de Sergipe como destino turístico no Brasil. A Record TV realizará matérias para exibição nacional dos atrativos sergipanos e operadoras incrementarão ações para venda do destino Sergipe, com apresentação do estado para mais de 700 consultores de viagem.

Nessa quarta-feira, 22, o secretário da pasta, Fábio Henrique, reuniu-se com a equipe de jornalismo da Record TV, na sede da emissora. “No próximo mês, a equipe do programa Esporte Fantástico, apresentado por Mylena Ciribelli, Cláudia Reis e Lucas Pereira, realizará matérias especiais tendo como cenário as paisagens sergipanas. Serão mostradas as belezas de praias de Aracaju e do Saco, além dos Cânions de Xingó e do município de São Cristóvão”, informou o secretário.

Operadoras

A pedido do governador Jackson Barreto, também foram realizados encontros com as maiores operadoras do Brasil, para a promoção de ações junto aos agentes de viagem, que são os maiores interlocutores nas vendas de pacotes turísticos. Na sede da Operadora CVC, em Santo André/SP, o encontro aconteceu com o diretor geral de produtos nacionais, Claiton Armelin; o diretor de produtos Brasil, Cristiano Placedes; e a  gerente para Alagoas e Sergipe, Fernanda Franco. Foram discutidas estratégias e ações para o incremento das vendas do destino.

Já na nova sede do Grupo Trend, a comitiva do Turismo de Sergipe foi recepcionados por Marcus Campos, gerente de Relações com Mercado Brasil; Ana Paula Kuba Ide, diretora de Marketing e Vendas; e Cristiane Jayme, diretora de Lazer e Vendas. “Boas notícias para Sergipe. Definimos a realização de almoço temático no restaurante da Trend, nos próximos 30 dias, para mais de 700 consultores de vendas. Será denominado ‘Almoço da Sergipanidade’, com degustação de pratos típicos da gastronomia, apresentações culturais e outras atividades destinadas à promoção e divulgação de Sergipe. Essas informações serão replicadas para as mais de seis mil agências em todo o Brasil”, disse Fábio Henrique.

Foto: César de Oliveira


Variedades
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Por Kleber Santos
26/03
12:20

Jackson e ministro da Justiça inauguram presídio de Areia Branca e anunciam R$ 32 mi para ampliação de sistema prisional


Com a reforma e ampliação de unidades prisionais de regime semiaberto e fechado, serão criadas 800 novas vagas

O governador Jackson Barreto e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Osmar José Serraglio, inauguraram nesta sexta-feira, 24, a Cadeia Pública Territorial de Areia Branca Agente Penitenciário Antônio Nascimento Nogueira e seu acesso rodoviário.  A unidade possui área total de 16.000 m² e abrigará 398 internos. Na ocasião, Jackson recebeu a confirmação de liberação de R$ 32 milhões do Fundo Penitenciário Nacional (Fupen), para reforma e ampliação de unidades prisionais de regime semiaberto e fechado.

“Tivemos a confirmação do ministro e vamos construir mais dois presídios: um de regime semiaberto e um de regime fechado para proporcionar mais 800 vagas. O Estado recebeu recursos do sistema penitenciário, que estava contingenciado na área do Governo Federal, e agora, graças à aprovação do ministro, foi anunciado que vamos construir o regime semiaberto. Assim, vamos resolvendo o problema da crise do sistema penitenciário. Esta nova Cadeia de Areia Branca vai ajudar a minimizar o déficit carcerário, porém não resolve o problema totalmente. Mas estamos buscando soluções resolvendo, na medida que construirmos os novos presídios, cujos recursos já foram liberados pelo Ministério da Justiça. Já vamos começar imediatamente. Estamos providenciando licitação e o projeto”, ressaltou. 

O anúncio do ministro é resultante do pedido feito pelo governador de Sergipe, no último dia 15 de março, em audiência em Brasília. Na oportunidade, Jackson apresentou a situação do sistema carcerário no estado e destacou que o Governo de Sergipe já possui o projeto arquitetônico para obra da Penitenciária de Areia Branca, que se encontra interditada. O objetivo é a criação de 308 vagas para o regime semiaberto e de 590 vagas para o fechado, no prazo de dois anos. 

Foto: Jorge Henrique/ASN


Política
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Por Kleber Santos
26/03
12:17

39º Leilão do Detran acontece nesta segunda-feira, 27

Acontece na próxima segunda-feira,27, no Espaço Emes (av. Tancredo Neves, 225 - bairro Grageru), a partir das 8 horas, o 39º Leilão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/SE). No total, estão disponíveis 328 veículos, sendo 176 carros e 152 motos. Entre os lotes que vão a leilão, 130 estão na condição de recuperáveis e 198 de sucata.

A lista dos bens disponíveis neste leilão e as respectivas fotos estão no site da organizadora do evento, www.emesleiloes.com.br. Também neste canal eletrônico consta o Edital que dita as regras de participação. Em caso de dúvidas ou para obter mais informações, o cidadão pode procurar o setor de ‘Comissão de Leilão’, que fica no bloco “C”, na sede do Detran/SE, ou ligar para o número (79) 3226-2031.

Os interessados devem se inscrever até uma hora antes do evento no próprio Emes. Para isso, é necessário estar munido de cópia da identidade. Este é o primeiro leilão do Detran/SE realizado este ano e a expectativa é atingir 100% de arremate.

Victor Ribeiro/Seplag
 


Variedades
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Por Kleber Santos
26/03
11:24

Edvaldo inaugura Centro de Artes e Esportes do Olaria


Sob aplausos da comunidade, o prefeito Edvaldo Nogueira inaugurou, na noite desta sexta-feira, 24, o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), localizado no bairro Olaria. O novo espaço de lazer, cultura e convivência de Aracaju, que recebeu o nome do ex-vereador Abrahão Crispim, é a primeira obra inaugurada por Edvaldo nesta gestão, antes mesmo de completar 90 dias de mandato.

A solenidade se deu em clima de muita festa e alegria, com a presença dos moradores, que ficaram muito satisfeitos com a conclusão da obra e com os benefícios que ela trará para a localidade. Ao longo da noite, a nova praça ficou completamente ocupada por crianças e adolescentes, que já utilizaram os equipamentos de esporte e lazer. Jovens, senhoras e demais moradores do entorno do CEU também já caminhavam pelo local.

A conclusão do CEU foi uma das prioridades estabelecidas pelo prefeito junto à Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) ao iniciar o seu governo. A obra, projetada e iniciada ainda no mandato anterior de Edvaldo, que garantiu os recursos para sua realização, foi retomada já nos primeiros dias deste ano. “Iniciei esta obra em 2012. Infelizmente, nos últimos quatro anos ela ficou praticamente parada. Por entender a importância para a comunidade, quando retornamos à Prefeitura, retomamos a obra e, em menos de seis meses, inauguramos esse importante espaço na região do Olaria”, afirmou o prefeito.


Política
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Por Kleber Santos
26/03
11:22

Secretário da Fazenda fala sobre desafio financeiro das gestões em encontro nacional

A crise financeira que se acentuou por todo o Brasil nos últimos dois anos causou um largo prejuízo para as gestões dos municípios. Foi com vista nos desafios da administração pública para sanar os problemas decorrentes desse colapso que o secretário da Fazenda de Aracaju, Jefferson Passos, participou do Encontro Nacional de Gestão Pública, evento que ocorreu nesta sexta-feira, 24, e sábado, 25.

Ministrando a palestra "O Saneamento das Finanças Públicas dos Municípios" para gestores de Sergipe e de outros estados brasileiros, o secretário abriu o tema fazendo uma análise da situação geral das capitais do país, frisando que a situação de crise atual englobou todos os estados de igual maneira, levando em consideração que a Receita foi muito menor do que as despesas que cada cidade apresentou, sobretudo no período entre os anos de 2012 a 2015, e que foi refletido durante todo o ano de 2016 com o agravamento da situação financeira do Brasil.

Jefferson Passos apresentou dados comparativos e demonstrou um diagnóstico de como evoluíram as finanças municipais, principalmente entre 2008 e 2016. Um dos pontos que mais chamou a atenção dos presentes foi a queda do Produto Interno Bruto (PIB), inclinação que foi proporcional à da receita dos municípios. No entanto, as despesas se mantiveram em patamares elevados, especialmente as despesas com o pessoal. "Isso fez com que o investimento fosse reduzido, gastos com urbanismo, habitação deixassem de ser priorizados e algumas políticas públicas também perderam espaço", ressaltou o secretário da Fazenda.

Foto: Marco Vieira


Política
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Por Kleber Santos
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