17/01
09:21

Falta de mão de obra qualificada no país é trunfo para profissional com nível técnico

Necessidade da indústria e bons salários: por quê fazer um curso técnico?

Depois de o brasileiro viver momentos complicados com a crise que se assolou nos últimos anos, uma luz no fim do túnel pode surgir em 2018. Segundo relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em dezembro de 2017, a taxa de desemprego deve voltar a cair na América Latina em 2018, após três anos consecutivos de alta. No Brasil, a OIT destaca que a taxa de desemprego no trimestre encerrado em outubro foi de 12,2% o que equivale a 12,7 milhões de trabalhadores em busca de uma vaga, representando uma melhora em relação aos semestres anteriores.

Porém, mesmo com a possibilidade de abertura de novas vagas, o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e exigente. Todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes. Os que estão em busca de um emprego, lutam para mostrar o diferencial na hora da contratação e quem já está empregado se esforça para garantir o tão almejado emprego.

O mercado de trabalho mudou e ele se impõe ao exigir um novo perfil de profissional: aquele que busca ser diferenciado. A crise, a recessão, o fechamento de postos de trabalho, tudo isso se apresenta em um momento de transição em que é fundamental um novo modelo de carreira que o prepare para o futuro.  A preocupação com o mercado de trabalho também não é só para aqueles que desejam se recolocar, mas também de jovens que ainda não começaram a trabalhar e a principal inquietação dos que estão iniciando é qual a melhor forma de entrar no mercado.

Nesse contexto, os cursos técnicos saem na frente dos cursos de graduação, pois possibilitam uma rápida entrada no mercado de trabalho e com custo mais barato para quem está em busca de uma profissão e não apenas de um emprego. E esse benefício não é apenas para quem está terminando os estudos do ensino médio, mas para quem já está no mercado de trabalho de olho também em novas oportunidades de salário.  

Além de ser uma forma mais rápida, a pessoa que possui uma formação técnica tem mais estabilidade dentro da empresa que trabalha. Segundo uma pesquisa realizada pelo SENAI, uma das maiores e mais respeitadas entidades de educação profissional do mundo, quem adquiriu uma qualificação técnica tem menos chance de ficar desempregado do que quem não fez um curso técnico. Além disso, 60% dos alunos de cursos técnicos do SENAI conseguem emprego em até um ano após a formatura, 18% é a média de acréscimo na renda de profissionais que fizeram os cursos em relação a quem conclui apenas o ensino médio, 94% das empresas dizem preferir contratar técnicos formados pelo SENAI e algumas profissões técnicas têm média salarial maior do que ocupações de nível superior no Brasil. Além disso, a pesquisa aponta que 13 milhões de trabalhadores deverão ser qualificados nos próximos quatro anos para atender à demanda da indústria brasileira.

Um exemplo de que os ex-alunos de cursos técnicos se inserem rapidamente no mercado de trabalho é o de André Gustavo, de 21 anos, que estudou no SENAI Sergipe. O jovem é técnico em eletroeletrônica e conseguiu emprego em sua área assim que terminou o curso.

“O curso técnico do SENAI tem um valor excepcional. Foi através dele que amadureci bastante, me capacitei para um mercado de trabalho competitivo, sem contar nas experiências fantásticas que o curso me proporcionou. Além de ter sido de extrema importância na minha vida profissional, foi de extrema importância na minha vida pessoal também”, destacou André.

Em Sergipe, o SENAI oferece diversos tipos de cursos para a formação de profissionais altamente qualificados tanto para quem quer começar uma carreira na indústria, como também para quem já é formado e busca novas oportunidades. Uma novidade lançada em 2017 é a modalidade de cursos técnicos que estão inseridos na carga horária do ensino médio. Com materiais didáticos inovadores e docentes altamente capacitados, divididos em áreas como a de alimentos, tecnologia da informação, automotiva, confecção, metalomecânica, entre outros, visam atender às demandas das indústrias e garantir emprego para os futuros profissionais.

Principais benefícios dos cursos técnicos:

- Duração: Em torno de 1 a 2 anos;

- Custo do Investimento: Os valores podem variar de acordo com o curso escolhido, porém, são mais baratos que os cursos de graduação;

- Boa Aceitação: Empresas buscam profissionais cada vez mais qualificados;

- Foco no Mercado: Capacitação técnica e prática abordada logo no início do curso;

- Remuneração: Profissões técnicas têm média salarial maior do que ocupações de nível superior no Brasil.

Unicom/FIES


Variedades
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Por Kleber Santos
17/01
09:17

Chico esperto

Geraldo Duarte*
Advogado

Nas estadas anteriores em Portugal ouvira falar em Chico esperto, mas em nenhuma havia dado importância à expressão.

Em viagem recente, por duas vezes, uma amiga brasileira ali radicada usou e, durante a conversação, repetiu tal dito. Isso me chamou à atenção, fazendo relembrar as ouvidas antecedentes e provocando a indagação do significado, porquanto desconhecida no Brasil.

“O mesmo que ludibriador, espertalhão, aproveitador. Aquele que se julga o mais inteligente de todas as pessoas do mundo. O enrolão em nossa gíria” – esclareceu.

Afirmou, ainda, a titulação como Chico espertice, Chico da Ronda e, no feminino, Chica esperta. E, ao escutar “armar-se em Chico esperto” é preparar-se, de imediato, evitando ser enganado, passado para trás.

A curiosice fez-me pesquisar a origem e o porquê da terminologia, chegando a uma historieta lusa muito antiga, difundida na forma de causo.

Chico, criador de ovelhas, pagou 200 réis na compra de uma égua. Quando foi receber, o vendedor alegou a morte da besta e haver gasto o dinheiro.

O pecuarista exigiu o animal morto. O outro disse impossível, pois já o enterrara. Depois de discutirem, o negócio foi desfeito com devolução de 100 réis.

Ante ao prejuízo, o perdedor decidiu rifar o inexistente bicho. Vendeu 500 bilhetes, a 2 réis cada. Apurou, assim, 1000 réis. Procurado pelo feliz ganhador, visando apossar-se do prêmio, Chico o informou do falecimento do equino, fingiu lamentar grandemente e devolveu o valor da cautela.

Tão logo a falcatrua tornou-se pública, o ardiloso passou a ter a alcunha de Chico esperto e todos se armavam contra suas astúcias.

*Administrador e dicionarista


Colunas
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Por Kleber Santos
17/01
09:05

Aplicativo e-título facilita exercício da cidadania

A Justiça Eleitoral, com o objetivo de ampliar o exercício da cidadania e facilitar a portabilidade do título eleitoral, lançou o aplicativo “e-título”, o qual já está disponível para download nas plataformas digitais.

Através do aplicativo, o eleitor poderá dispor de seus dados eleitorais de forma digital no seu Smartphone ou Tablet. Ao ser acessado pela primeira vez, o documento será gravado localmente e ficará disponível no aparelho do eleitor.

O e-título permite que o eleitor disponha de seus dados eleitorais sempre atualizados, sem a necessidade de ter que se deslocar fisicamente até o Cartório Eleitoral para emitir a segunda via, inclusive em decorrência do recente rezoneamento ocorrido na Capital e Interior do Estado.

Como funciona?
Após baixar o aplicativo nas plataformas digitais Play Store (android) ou Apple Store (apple), o eleitor deve inserir o número do título eleitoral, o seu nome, a data de nascimento, o nome da mãe e o do pai.

O documento digital contém a foto do eleitor, informações sobre a situação (se está quite ou não), dados biométricos e o endereço de seu local de votação, contendo, inclusive, um mapa com geolocalização.

Impactos positivos
Além do aspecto sustentável, surgindo como alternativa à emissão de títulos eleitorais em papel, o e-título trará outros impactos financeiros positivos. A economia será perceptível na redução dos custos da Justiça Eleitoral com a emissão de segundas vias dos títulos extraviados, suprimentos de impressora, aquisição de equipamentos para a impressão dos documentos e consumo de energia, entre outros.

Para o eleitor, o benefício será a facilidade de ter os seus dados eleitorais sempre seguros e disponíveis, diminuindo os riscos de extravios e danos ao título de eleitor impresso. Também o tempo de atendimento nos cartórios eleitorais – relativo à impressão, assinatura e entrega do título – será consideravelmente reduzido.


Variedades
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Por Kleber Santos
16/01
14:31

Eliane diz que não foi convidada para ser vice na chapa de Belivaldo

“Não houve nenhuma conversa minha com o governador Jackson Barreto ou qualquer outra pessoa sobre a possibilidade de ser indicada vice de Belivaldo Chagas,  na composição da chapa majoritária do bloco político ao qual estamos ligados. Tudo não passa de boatos. O meu nome está à disposição do PT, mas os assuntos devem ser discutidos comigo.  Não há essa discussão”. O comentário foi feito pela vice-prefeita Eliane Aquino, que tem o meu nome comentado nas redes sociais para ser a vice de Chagas, o pré-candidato ao governo de Sergipe pelo PMDB.



Política
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Por Eugênio Nascimento
16/01
09:19

Mais um prefeito corrupto

José Lima Santana
Professor da UFS

Compra de votos na eleição? Abuso do poder econômico? Licitações viciadas? Coleta de lixo sem controle e, portanto, pagamentos superfaturados? Conchavos com empresas do transporte coletivo urbano? Empreiteiras molhando a mão – e bem molhada – do prefeito? Propinoduto chegando aos vereadores que davam sustentação ao prefeito, num lamaçal maior e mais fétido do que o pântano do Baixio das Serpentes, nas cercanias do Caldeirão de Satanás? Bem que poderia ter sido tudo isso. E muito mais.

Porém, contudo e todavia, não foi nada disso, não. O pau quebrou lá pras bandas da Feira do Malvado, lugarejo pachorrento que, por obra e graça de um deputado assim, assim, com o governo do estado, foi transformado em município. Uma vergonha! Aliás, dos mais de cinco mil, quinhentos e tantos municípios que existem no Brasil, uma boa parte nunca deveria ter deixado de ser povoado ou distrito de outros municípios, dos quais foram desgarrados, para aumentar o número de agents públicos, dentre os quais prefeitos e vereadores, muitos deles da mesma curriola, mamadores nas tetas da vaca leiteira, embolsadores dos parcos dinheiros das respectivas viúvas, ou seja, das prefeituras. Vale dizer, do povo, tão sofrido, tão avacalhado por um bando de larápios descarados, que deveriam ser atirados no Baixio das Serpentes, sendo estas rastejantes suas inocentes primas.

O prefeito corrupto, antes que algum leitor ou leitora se descabele de curiosidade, era Leandrinho de Zé Fumaça, prefeito de Pau D’Arco, antigo povoado Feira do Malvado, denominação que lhe tinha sido dada em tempos mais do que idos, por conta da feirinha que ali se formou, por volta dos anos 1910, e por causa de um amansador de cavalos e burros, que gostava de judiar dos animais. Um malvado da costela oca. Um barrabás! Feira do Malvado. Na entrada do povoado miserável vicejava um frondoso pau d’arco amarelo, na beira da cerca de Tibúrcio Calça Frouxa, o sujeito mais mofino, mais covarde que o mundo viu nascer do Japão ao Catolé de Baixo, de onde o tal era originário. E para quem não sabe ou não lembra, o Catolé de Baixo continua de baixo, sem nunca ter subido a município, simplesmente porque nunca teve e não tem um deputado que lhe valesse, como ocorreu com a Feira do Malvado. O Pau D’Arco amarelo, ou ipê amarelo, da beira da cerca de Tibúrcio Calça Frouxa deu nome à nova cidade. Afinal, Feira do Malvado servia como denominaçao de um povoado, mas, não daria certo para uma cidade, venhamos e convenhamos. 

Leandrinho de Zé Fumaça elegeu-se vereador por três vezes. Loroteiro, metido em farras de bar em bar, de bodega em bodega, amigueiro, marchante de porco, cujas carnes eram vendidas na feira local e noutras duas feiras de cidades vizinhas. Tinha lá seu bom pé de meia, uma mulher zelosa e duas filhinhas desabrochando para a vida. Gente fina, como se poderia dele dizer. Pelo fato de que queria ser prefeito, foi expulso do partido, o PPBRD (Partido Progressista Brasileiro Revolucionário Democrático). O prefeito de então, Afonso Bucho Largo, queria a reeleição. Era do mesmo partido. Ao saber que Leandrinho assanhava-se para tomar o seu lugar, ele deu pinotes, arrotou brasas, pulou num pé só, como se fosse um saci-pererê. Botou a tropa de choque nas ruas, para desmoralizar Leandrinho. Coisas da política tupiniquim, rasteira, que, quanto mais sobe, mais rasteira fica. De Pau D’Arco a Brasília, o caminho é tortuoso, temerário, com cães latindo aqui e ali. Cães da política. Sarnentos, rabujentos e raivosos. Com exceções muito raras, um bando de sariguês mal cheirosos. 

O vereador, pré-candidato a prefeito, ingressou no PRPBF (Partido Renovador do Povo Brasileiro Faminto). Arrastou com ele, outros três vereadores da situação. Os dois da oposição ao prefeito Afonso Bucho Largo, somaram-se a Leandrinho. De nove vereadores, Leandrinho contava com seis, ele incluído. Bucho Largo era rico. Fazendeirão. Mas, como prefeito, era uma lástima. Vivia fora da cidade, cuidando de suas fazendas espalhadas por três municípios. A cidade vivia às moscas. Dos povoados, nem se fala. Campo aberto para Leandrinho de Zé Fumaça, que tinha esse nome, isto é, o pai de Leandrinho, porque era proprietário de uma fubica, um Ford Bigode 1928, que esfumaçava mais do que uma capineira pegando fogo. 

Leandrinho fez-se em campanha. Juntou gente. Os pobres de Pau D’Arco ficaram com ele. Vitória fácil, apesar dos esperneios de Afonso Bucho Largo. Se o dinheiro dele valia, o povo valia mais. Uma vez na vida, ao menos, o povo valeu mais. Sóbrio, Leandrinho começou botando ordem na casa. Fez pequenas melhorias na cidade e nos povoados. Choramingou verbas. Zelou pelo dinheirinho do povo. Atravessou bem o primeiro ano. Servidores e fornecedores em dia. O governo do estado garantiu alguns adjutórios. Nem todos foram cumpridos. Porém, o novo prefeito não se deixava levar pelo desânimo. Fazia mutirões, consertava estradas há muito esburacadas, consertava casas de pessoas pobres, tudo no mutirão. O remedinho para os pobres não faltou. Escolas limpas, criançada com merenda garantida. 

Perto do fim do ano, eis que sobreveio um problemão. Corrupção. Descobriu-se que Leandrinho era corrupto. Mais um prefeito corrupto nos anais da história da administração pública brasileira. Das prefeituras ao planalto, a corrupção escorria em tubos de grossa circunferência. Mundo perdido. Esperanças levadas pelo vento. Pelo vento medonho, qual furacão da ladroagem. Uma bagaçada! 

O prefeito de Pau D’Arco não deixou de vender carne de porco salgada na feira da cidade. Não vendeu mais nas outras duas cidades, mas, na sua cidade, ele não quis perder a freguesia. “Prefeito é só quatro anos”, dizia ele. No meio da feira, Leandrinho foi acusado de corrupto por Jeremias Beato, um pobre amalucado que se dizia devoto de São Miguel Arcanjo, padroeiro da cidade. 
Jeremias Beato berrou na feira: “Leandrinho de Zé Fumaça, você é o prefeito mais corrupto do mundo. Você corrompeu até o meu santinho São Miguel. O dia dele é 29 de setembro, que cai na quinta-feira, mas, você corrompeu o padre Milton Capitulino para mudar a procissão do meu santinho para o domingo. E o meu santinho não disse nada. Foi corrompido também. Quanto foi que você deu a ele? Diga quantas notas você deu ao meu santinho para ele aceitar a mudança da procissão, calado, sem dar um pio, seu corrupto descarado?”. Jeremias Beato era, sim, amalucado. 

A verdade foi que, apesar do dia do padroeiro ser feriado na cidade, o prefeito Leandrinho convenceu o padre Milton, novato na Paróquia, a fazer a mudança da data da procissão para o domingo seguinte, a fim de acolher mais fiéis que vinham de fora. Era fato. E, enfim, todos ganhariam. Porém, foi exatamente por isso que o povo de Pau D’Arco ficou sabendo que o prefeito Leandrinho era corrupto. Tinha corrompido o padre e o santo, como protestou aos berros Jeremias Beato. “Se toda corrupção fosse assim, o Brasil seria o melhor dos paraísos”, diria Marcionilo da Patioba, vulgo Barão. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
16/01
08:16

SE precisa pintar os quebra-molas das rodovias, avenidas e ruas

Os governos federal, estadual e dos 75 municípios de Sergipe precisam  pintar os milhares de quebra-molas existentes nas BRs (101 e 235), rodovias, avenidas e ruas para garantirem um trânsito mais seguro. Há mais de cinco anos os quebra-molas não são pintados  e, por causa da baixa visibilidade,  têm provocado acidentes em todo o Estado quase que diariamente.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
16/01
07:59

Avenida da Coroa do Meio é transformada em lixeira

Carroceiros, picapes e caminhões fretados e moradores do bairro Cor Aoa do Meio estão enchendo o canteiro da avenida desembargador Antônio Gois de entulhos de obras e lixo residencial. A bonita avenida assume o papel de via pública e lixeira. Na área tem mais de 10 lixões.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
15/01
21:36

Produção de mandioca de SE atingiu 238 mil toneladas

Com uma produção de 238.916 toneladas de mandioca, em 2017, Sergipe vem garantindo o consumo in natura, a farinha e a produção da tapioca, que vem sendo cada vez mais usada nos mingaus e confecções de beijus, que são muito consumidos em casas especializadas de Aracaju e do interior. Se for mantida a tendência de bom ano (sem seca), a safra deverá ser maior em 2018, conforme informações da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).



Economia
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Por Eugênio Nascimento
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