16/07
18:16

Força Tarefa encaminha solicitação de ajuda humanitária ao governo Federal

Em Plano Detalhado de Resposta, Defesa Civil Estadual solicita R$ 611 mil para ações de assistência em Riachuelo

O governo de Sergipe segue em força tarefa no município de Riachuelo, adotando as providências necessárias ao recebimento de recursos federais para restabelecimento e assistência às famílias atingidas pelas inundações causadas pelas chuvas. Os representantes da Secretaria Nacional de Defesa Civil voltaram a Sergipe nesta terça-feira, 16, e juntamente com a Defesa Civil Estadual, foram até o município, onde informaram que nesta quarta-feira será publicado, no Diário Oficial da União, o reconhecimento sumário da Situação de Emergência no munícipio de Riachuelo, ao mesmo tempo em que o governo de Sergipe publicará a homologação estadual.

Assim como as duas publicações, para o recebimento dos recursos federais é preciso que seja protocolado o Plano Detalhado de Resposta – PDR, com uma série de informações precisas, a respeito dos danos estruturais e humanos causados pelo desastre. Sob a coordenação do Capitão Carvalho no posto de comando montado para gerenciamento de crise, assistentes sociais do governo do Estado e do município concluíram o levantamento e, no final da tarde desta terça-feira, o PDR com a solicitação de Recursos para Ações de Assistência foi enviado, contendo o pedido de assistência humanitária ao Governo Federal.

Segundo o cel. Alexandre José, diretor da Defesa Civil Estadual, o levantamento feito pelas equipes contabilizou 351 desabrigados, 240 desalojados e outras 1.413 pessoas diretamente atingidas pelas inundações. “Por isso, após o cálculo dos itens necessários, chegamos ao valor de R$ 610.963,92, para a aquisição de água mineral, cestas de alimentos, colchões, kits dormitórios [com lençóis, travesseiros, fronhas e cobertores], itens de limpeza, e kits para idosos e crianças contendo fraldas descartáveis e pomadas antiassadura”, detalhou.

Fonte: ASN
Foto: Pritty Reis


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16/07
18:15

Mais um ponto de coleta de doações para vítimas das chuvas é aberto pelo Governo do Estado

A sede do Detran também receberá, das 07h às 17h, doações de alimentos não perecíveis e itens de higiene pessoal

O Governo de Sergipe disponibiliza mais um ponto de coleta de doações para apoio aos municípios atingidos pelas chuvas. A sede do Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe – Detran também receberá, das 07h às 17h, doações de alimentos não perecíveis e itens de higiene pessoal (fralda descartável P/M/G, desodorante, absorvente, papel higiênico, escova de dente e creme dental). As doações seguem abertas até esta sexta-feira (19) e também podem ser feitas em outros quatro pontos de coleta no Estado.

Além da sede do Detran, a população que desejar se somar pode fazer a doação nos seguintes locais e horários: de 08h às 17h na Defesa Civil Estadual (Rua Santa Luzia, 680 – bairro São José) e no Espaço Cuidar do Bugio (Praça Osvaldo Mendonça, s/nº); e em qualquer horário do dia ou da noite no Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (Rua Siriri, 805, Aracaju) e no 2º Subgrupaento Bombeiro Militar (SGBM): (Av. Coletora A, 943, Conjunto Marcos Freire I, Nossa Senhora do Socorro).

Desde o último fim de semana, o Governo de Sergipe disponibilizou, através da Seit, o total de 153 colchonetes, 180 cestas básicas, 449 kits de roupas, 55 edredons com travesseiro, 116 lençóis de solteiro, 119 lençóis de elástico, 87 kits de lençol, 476 itens de higiene e 200 pacotes de fraldas descartáveis para os municípios afetados pelas chuvas.

Fonte: ASN
Foto: Divulgação


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16/07
18:05

Nascem 162 bezerros de alta linhagem resultantes de programa de inseminação artificial

Seagri e Banese têm meta de investir R$ 175 mil na inseminação de cerca de mil vacas na edição 2019

Do Programa de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), realizado pelo governo de Sergipe em 2018, nasceram 162 bezerros, provenientes das vacas leiteiras inseminadas com sêmen de animais de alta linhagem das raças Holandesas, Girolando e Gir Leiteiro. Desenvolvido pela secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com o Banese, o projeto tem o objetivo de beneficiar pequenos criadores de municípios da bacia leiteira sergipana, com a melhoria genética dos rebanhos, elevando a sua produtividade e, consequentemente, a sua capacidade de geração de renda para o homem do campo. A inseminação artificial em tempo fixo é uma técnica que promove a sincronização da ovulação das fêmeas bovinas após a administração de medicamentos em dias pré-determinados. Desta forma, é possível sincronizar um lote de vacas paridas ou novilhas e inseminá-las todas no mesmo dia, sem a necessidade de observação de cio. A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) acompanhou a inseminação de 475 animais, na última edição do programa.

Na ocasião, o Estado investiu R$ 75 mil no fomento à produção leiteira de 50 pequenos criadores de Nossa Senhora da Glória, Monte Alegre, Poço Redondo e Canindé de São Francisco. Com o sucesso dos resultados das inseminações feitas em 2018, este ano, o programa ampliou o seu alcance, conforme explica no veterinário Marcos Franco, técnico da Emdrago. “No final deste mês de julho, começaremos o processo de inseminação de 975 vacas, nos municípios de Canindé de São Francisco, Poço Redondo, Monte Alegre, Porto da Folha, Gararu, Frei Paulo, Tobias Barreto, Simão Dias, Carira, Poço Redondo e Aquidabã”, disse Marcos.

Dentre os principais benefícios do IATF, além do aumento da produtividade dos animais, também é possível observar a redução da idade do abate, a melhora no controle, direcionamento e padronização do rebanho. Pecuarista no povoado Garrote do Emeliano, Poço Redondo, Luciano Alves recebeu vacinas para Leptospirose, o medicamento indutor de ovulação, as doses de sêmen e assistência do veterinário da Emdagro no procedimento de inseminação. “Achei importante, porque provavelmente os bois que doaram o sêmen são melhores que os que gente tem por aqui. A gente não tinha o conhecimento nem condição, porque o sêmen de um boi bom é mais de R$ 100, e também tinha que ter o curso para inseminar”. Ainda segundo o criador, as bezerras nasceram diferenciadas em relação aos outros animais. “Nasceram quatro, das nove inseminadas. Eu não trabalhava com isso, mas já mudei os planos. Já penso em começar a trabalhar por conta própria”, disse Luciano, que já fez o curso de inseminação ministrado pela Emdagro. Do mesmo povoado, o criador Fábio Júnior conta que entre os seus animais, foram inseminadas dez vacas, das quais sete ficaram prenhas. “Hoje eu sou capacitado pela Emdagro, e também forneceram um botijão de semen, com o qual já tenho inseminado muitas vacas. Hoje eu já trabalho por conta própria. Se um dos meus animais entrar em cio, ou um animal dos meus vizinhos, eu já consigo inseminar sem a ajuda da Emdagro, que está sempre presente, nos incentivando”.

Fonte: ASN
Foto: Seagri


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16/07
17:58

Sergipe no século XXI: A especialização estadual

Ricardo Lacerda
Em sequência ao artigo passado, que deu início à série que buscar examinar a evolução da economia sergipana ao longo das duas primeiras décadas do século XXI, tratamos nessa oportunidade das especificidades da economia sergipana que são determinantes de sua inserção ao longo do ciclo de ascensão e crise que marcou a economia brasileira nesse período. 

Entendemos que um bom ponto de partida para analisar o desempenho da economia sergipana nas duas primeiras décadas do século XXI é observar a sua estrutura produtiva em termos da participação das atividades econômicas no Valor Adicionado Bruto (VAB) e compará-la com as médias da região Nordeste e do Brasil. 

Nesse momento da exposição, observemos as participações das atividades econômicas no VAB tal como elas se apresentavam em 2002, antes dos efeitos do ciclo expansivo da economia nacional, iniciado em 2004, e dos impactos da prolongada estiagem, que remontam ao ano de 2012. 

Extração mineral e geração de energia

Em 2002, o peso do setor agropecuário no VAB estadual era de 6,5%, similar ao da média do Brasil (6,4%), mas bem inferior ao da média regional, 10,0% (ver Tabela 1). 

A participação do setor de serviços (61,4%), por sua vez, se situava cerca de seis pontos percentuais a menos do que às médias regional (67,1%) e nacional (67,2%). Essas participações de inferiores nas atividades agropecuárias e de serviços não decorrem necessariamente do menor desenvolvimento relativo dessas duas em Sergipe, mesmo que isso pudesse (ou não) ser fato. A explicação é principalmente de outra natureza; está associada basicamente ao fato de a atividade industrial apresentar naquele ano peso bem superior em Sergipe (32,1%) do que nos agregados regional (23,0%) e nacional (26,4%), cerca de nove e seis pontos percentuais, respectivamente. 

Como o peso da indústria de transformação na economia sergipana era, em 2002, o mesmo da média regional (9,7%) e bem inferior à média nacional (14,5%), a explicação se encontra nas participações de dois outros subsetores: as atividades extrativas minerais e os chamados Serviços Industriais de Utilidades Públicas (SIUP), nesse último caso, por conta do valor da produção da Usina Hidrelétrica de Xingó. 

No caso das indústrias extrativas, em que se sobressaem a exploração de petróleo e gás natural, o seu peso no VAB de Sergipe alcançava 4,2%, em 2002, mais do que o dobro das participações dessas atividades nas médias do Nordeste (1,9%) e do Brasil (2,0%). 

A presença dos serviços industriais de utilidade Pública (SIUP) na economia sergipana, participação de 12,1% em 2002, era ainda mais diferenciada, superando em mais de três vezes a importância que o setor tem na economia regional (3,5%) e na do Brasil (3,4%).

São as participações extremamente elevadas desses subsetores na geração de riqueza de Sergipe que fazem com que, de um lado, o estado de Sergipe apresente índices de especialização relativos frente ao Nordeste e ao Brasil muito elevados nas duas atividades, e por outro lado, que o estado não apresente especialização relativa na maioria das atividades de serviços, com as exceções das atividades de serviços de saúde e educação privadas e da administração pública, talvez como consequência da receita pública extraordinária gerada pelas atividades de exploração mineral (Ver as duas últimas colunas na Tabela 1). 

O bônus e o ônus

Nesse sentido, é possível pensar as atividades de exploração mineral e de geração de energia elétrica como provedoras de um bônus para a renda estadual, o que colocou o estado acima da média da região Nordeste, em termos de PIB per capita e renda per capita, na ampla maioria dos últimos vinte anos. Convém esclarecer que se trata apenas de uma hipótese. 

Em grande parte, também, são os comportamentos desses dois segmentos, cujos pesos no PIB estadual são muito mais elevados dos que apresentam na ampla maioria dos estados brasileiros, que explicam os impactos diferenciados em Sergipe dos movimentos ascendentes e descendente da economia brasileira nas duas primeiras décadas do século XX, como examinaremos em artigos subsequentes.  A redução nos últimos anos da atividade da Petrobras em nosso estado e a queda abrupta na geração de energia da Usina Hidrelétrica de Xingó, com efeitos e por meio de canais diferentes, agravaram muito os impactos da crise nacional sobre a economia sergipana.



Coluna Ricardo Lacerda
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Por Redação
16/07
17:53

Sergipe no século XXI: crescimento, crise e reposicionamento da estratégia de desenvolvimento econômico

Ricardo Lacerda

Inicio com o artigo de hoje uma série que pretende examinar a evolução da economia sergipana ao longo das duas primeiras décadas do século XXI. Em sua íntegra, trata-se de um ensaio que busca acompanhar o comportamento da economia de Sergipe durante a ascensão e crise da economia brasileira no período e identificar os principais desafios que se colocam para que Sergipe volte a apresentar um novo ciclo virtuoso de crescimento, com geração de emprego e inclusão social.

Desde a década de 1970, a dinâmica de crescimento da economia sergipana está associada, à semelhança da maioria dos estados da federação, mas com algumas especificidades, ao movimento geral da economia brasileira, acompanhando em linhas gerais os seus períodos de prosperidade e de recessão (Ver GUIMARÃES NETO, 1989; GUIMARÃES NETO, 1993; ARAÚJO, T., 1995). Nesse sentido, o desenvolvimento da economia sergipana tem como seu principal determinante o ritmo e a natureza da expansão da economia brasileira e a incidência regional das políticas nacionais, sejam elas de cortes setorial, social ou de infraestrutura.

Um segundo conjunto de determinantes do crescimento da economia estadual está associado à exploração de suas riquezas minerais. O crescimento da economia sergipana depende, em grande parte, do comportamento das suas atividades de extração mineral, particularmente da produção de petróleo e gás natural, ainda realizada quase exclusivamente pela Petrobras, apesar de importantes novos campos de exploração, que ainda não se encontram em estágio operacional, contarem com investimentos de empresas internacionais. A presença da atividade petrolífera é tão marcante que o sergipano médio tem plena consciência da importância da Petrobras na economia estadual.

Quando, nos anos noventa, a cotação mundial do barril de petróleo despencou, os investimentos na exploração e produção de petróleo sofreram forte retração em Sergipe, com impactos muito significativos sobre o emprego, a renda e as finanças públicas.

A economia sergipana que, nas décadas de 1970 e 1980, havia acelerado seu crescimento e passado por radical transformação na sua estrutura produtiva, com a implantação de grandes plantas produtivas de propriedade estatal para exploração de petróleo e para produção de fertilizantes nitrogenados e de potássio, desacelerou o crescimento nos anos noventa e inverteu ao longo daquela década a marca de crescer sistematicamente acima das médias do crescimento regional e do país. Alguns estudos são fundamentais para compreender as transformações econômicas de Sergipe a partir da década de 1970. Entre outros, Melo, R. (2012a e 2012b), Feitosa, C. (2007), Santana, N. (1991). Melo, M. (2012) e Barreto, D. (2013).

Um terceiro conjunto de determinantes está associado ao desempenho do setor agrícola, em grande parte dependente da combinação de preços favoráveis, disponibilidade de crédito e regime de chuvas.  A esse respeito, é importante destacar que o semiárido sergipano vem enfrentando um longo período de estiagem, à semelhança do que vem ocorrendo em quase toda extensão do polígono da seca, cujo início remete ao ano de 2011, mesmo que de forma intermitente. Os efeitos da estiagem sobre a produção de grãos e oleaginosas foram recorrentemente devastadores, com retração de safra de mais de 70%, como foi o caso de 2016.  O comportamento pluviométrico é ainda fundamental na atividade de geração de energia hidroelétrica, que responde por parcela significativa do PIB estadual. Um regime de chuva desfavorável nas cabeceiras do rio São Francisco pode reduzir em até quatro vezes a participação da geração de energia elétrica no Valor Adicionado Bruto (VAB) da economia sergipana.

Finalmente, a articulação externa da base produtiva sergipana é essencialmente nacional, seja extra regional, seja regional. O peso do setor externo na economia sergipana é muito reduzido. A economia do estado tem um dos menores coeficientes de exportação do país. São orientadas para o comércio exterior apenas as atividades de produção de suco concentrado de laranja, parcelas da produção de calçados e açúcar e, em proporção bem inferior, a fabricação de produtos têxteis.

O ciclo e a crise

Durante a etapa ascendente do ciclo econômico brasileiro, iniciado em 2004, a economia de Sergipe acelerou o crescimento, diversificou sua estrutura produtiva por meio de atração de empresas, intensificou a geração de emprego formal na região metropolitana e no interior e ampliou os investimentos em infraestrutura produtiva e social. Todavia, quando a economia brasileira desacelerou em 2014, o nível de atividade estadual entrou em queda livre, entre 2015 e 2016, e manteve-se estagnado, nos anos de 2017 e 2018. A economia de Sergipe foi duramente atingida: a construção civil e a produção de cimento despencaram; e, a Petrobras desmobilizou ativos, reduziu a produção de petróleo e gás e desativou a unidade de produção de fertilizantes nitrogenados. Com os ventos adversos, a recessão não tardou em contaminar o mercado de trabalho e as finanças públicas.

Perspectivas

Em termos de perspectivas, o principal projeto estruturador do estado de Sergipe está associado à consolidação do seu Complexo Industrial-Portuário, tendo como indústrias-chave a Usina Termoelétrica Porto de Sergipe e a Unidade de Regaseificação de Gás Natural a ela associada, que podem abrir oportunidades de implantação de indústrias e empresas de prestação de serviços em seu entorno.

Também se revelou muito promissora a exploração de petróleo e gás natural em águas profundas na bacia de Sergipe-Alagoas, apontada como a mais importante fronteira de exploração da produção petrolífera no país, depois do pré-sal.

Nos artigos subsequentes, iremos examinar as especificidades que distinguem a economia sergipana das demais economias estaduais da região Nordeste e iniciar a avaliação do comportamento dos principais setores de atividade nas duas primeiras décadas do século XXI.


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Redação
16/07
17:51

Sintasa acompanha perícia nas bases do SAMU de três municípios

Intuito é de denunciar as condições precárias nas acomodações das bases do Samu e do quantitativo insuficiente de ambulâncias

O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) acompanhou mais uma vez o perito designado pelo Tribunal de Justiça de Sergipe para inspecionar a base dos municípios de Propriá, Rosário do Catete e Laranjeiras do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Sergipe, na quinta-feira (11). Essa iniciativa feita pelo Sintasa tem a missão de denunciar as condições precárias nas acomodações das bases do Samu e do quantitativo insuficiente de ambulâncias.

Na base da Samu do município de Propriá, as condições de infraestrutura e higiene estão ruins, locais com mofo, pias que não estão apropriadas para o funcionamento, acúmulo e local inadequado de lixo hospitalar prejudicial à saúde dos funcionários e segurança precária devido ao baixo tamanho do muro da unidade. No entanto, as ambulâncias estão em perfeitas condições de trabalho e são de último modelo de linha. Já em Rosário do Catete, a ambulância da unidade está em pleno uso e só precisa trocar um dos pneus. Mas devido à falta de profissionais para formar uma equipe, como condutor, técnico, enfermeiro e médico, hoje a ambulância se encontra parada. A parte das acomodações dos funcionários está em péssimas condições, com goteiras, parte elétrica danificada e forros sujeitos a desabar. Na base de Laranjeiras só funciona em anexo ao posto de saúde da cidade, mas como o posto está passando por reforma as equipes foram transferidas temporariamente para Aracaju, sendo assim o perito junto com os envolvidos irá remarcar a visita para outra data.

“Essa medida da Justiça está sendo muito proveitosa e de grande relevância para todos os trabalhadores. Dá para perceber que umas bases já estão em reforma e outras já começaram a iniciar. Um ponto para reavaliar é a comunicação entre funcionários, hoje ela é feita apenas por celulares dos próprios agentes, o uso de rádio poderia ser pensado no caso de falta de cobertura de rede em locais isolados” afirma o gerente do Sintasa, Janderson Alves, que acompanhou a perícia.

Fonte e foto: Ascom/Sintasa


Variedades
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Por Redação
16/07
17:49

"Reforma da Previdência é boa para banqueiros", diz Vera Lúcia

 A ex-candidata à Presidência da República pelo PSTU, Vera Lúcia, avalia que “a reforma da Previdência Social interessa principalmente aos banqueiros e as grandes empresas, consequentemente quem perde é a classe trabalhadora”.

Para ela, “quem mais vai sofrer serão os mais pobres, portanto, os negros e mulheres. O empobrecimento da classe trabalhadora brasileira será rápida e profunda, porque soma-se a reforma da Previdência, a reforma trabalhista, a lei da terceirização e o desemprego”.

Versa Lúcia entende que tudo isso, são medidas para saída da crise capitalista que sacode o sistema há uma década. Com isso, salvam-se os bancos e as grandes corporações, enquanto se agudiza a pobreza, a fome, o subemprego, o desengano e a violência. “Uma receita conhecida que precisa ser rasgada”, concluiu



Política
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Por Eugênio Nascimento
16/07
17:26

Pacatuba adere a ação do TCE que busca aprimorar controle interno das prefeituras

Termo foi elaborado a partir das constatações do relatório de auditoria da equipe técnica da 1ª Coordenadoria de Controle e Inspeção (CCI)

O setor de controle interno da Prefeitura de Pacatuba deverá ser reestruturado após assinatura de Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), na manhã desta terça-feira, 16, no Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE). A ação foi proposta pela conselheira Susana Azevedo, que assinou o Termo juntamente com o prefeito do município, Alexandre Martins, e o procurador do Ministério Público de Contas, Luis Alberto Meneses.

O TAG foi elaborado a partir das constatações do relatório de auditoria da equipe técnica da 1ª Coordenadoria de Controle e Inspeção (CCI), onde são analisados os processos sob relatoria da conselheira. No documento constam exigências como a necessidade de lotar um número mínimo de servidores no setor com formação compatível com as ações de revisão e fiscalização dos procedimentos e processos.

Também já foi assinado TAG junto ao município de Carmópolis e a expectativa da conselheira é de que sejam acrescidos ainda os outros 12 municípios que integram sua área de atuação.

Fonte e foto: DICOM/TCE


Política
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Por Redação
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