17/07
22:58

Heleno Silva descarta crise entre ele e André Moura

O ex-deputado federal e ex-prefeito de Canindé do São Francisco, Heleno Silva, pré-candidato a senador pelo PRB, disse ao blog que há uma série de boatos sobre uma suposta crise entre ele e o também pré-candidato ao Senado André Moura (PSC). “Há boatos, não existe rompimento ou pensa-se nisso. Muitas fofocas e informações incorretas têm sido expostas como verdadeiras”, declarou. Silva disse que esteve com Moura quinta-feira e que “se ele pedir votos para JB, como9 afirmam os boateiros de plantão, estará fortalecendo o opositor. Isso não faz sentido”, concluiu.



Política
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Por Eugênio Nascimento
17/07
16:50

Ricardo Lacerda: Efeitos da crise são fortes na construção civil

Os segmentos da construção civil e petróleo e gás continuam sendo os mais atingidos pela crise econômica internacional, que permanece forte no Brasil. “A crise atingiu o  petróleo e gás, por conta da política da Petrobras de se desfazer dos ativos menos rentáveis. A construção civil está em crise em todo Brasil. Teve o estouro da bolha imobiliária e em seguida a crise nacional atingiu em cheio o setor. Para completar, os financiamentos da Caixa e de outros bancos caíram muito”, explicou


Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/07
11:10

Médica do HU ressalta importância da vacina contra o sarampo

O Brasil voltou a sofrer com casos de sarampo, especialmente na região Norte, o que não significa que as outras regiões do país estão livres da doença. A afirmação é da médica infectologista do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), Márcia Lima. Ela ressalta que esta é uma doença infectocontagiosa, aguda, viral e grave. “Os principais sintomas do sarampo são febre, exantema [manchas pelo corpo], conjuntivite, tosse e coriza”, diz.

De acordo com ela, a maioria das pessoas consegue se recuperar, mas não há um tratamento específico para a enfermidade. “O tratamento profilático com antibióticos não é indicado. Em crianças, é recomendável a administração da vitamina A, reduzindo a ocorrência de casos graves e fatais. Nos casos sem complicações, independente da faixa etária, deve-se manter a hidratação, o suporte nutricional e diminuir a hipertermia [febre]”, orienta a infectologista.

Márcia Lima lembra também que, como consequência do sarampo, é possível que ocorram complicações, a exemplo de otites e pneumonia, além disso, de 10 a 20 anos mais tarde, podem aparecer doenças neurológicas. O contágio, informa a médica, ocorre geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, sendo possível também pela dispersão de gotículas com partículas virais no ar, especialmente em locais fechados, como escolas e clínicas.


Vacinação


A doença é transmitida normalmente na fase em que a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite. Assim, a recomendação é atualizar a carteira de vacinação para prevenir a doença, uma orientação válida não só para as crianças, mas para adolescentes e adultos, evitando a circulação do vírus no país.

“Como rotina, o governo disponibiliza a vacina aos bebês de 12 e 15 meses e a todos os adultos até 49 anos. Normalmente são duas doses até os 29 anos, e entre 30 e 49 anos uma dose. Os que estão acima de 50 anos e não comprovarem vacinação anterior também devem se imunizar”, informa Márcia Lima.

Não é recomendada a vacina para gestantes, casos suspeitos de sarampo, crianças menores de seis meses de idade e pessoas imunocomprometidas, ou seja, com quadro de doenças que abalam significativamente o sistema imune.

No HU-UFS, filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a equipe do Serviço de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente está promovendo uma divulgação interna para os profissionais de saúde, falando sobre a situação epidemiológica brasileira, imunidade, recomendações, condutas frente a casos suspeitos e fornecendo orientações gerais.


Sobre a Ebserh


Estatal vinculada ao Ministério da Educação, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) atua na gestão de hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do SUS, e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.

A empresa, criada em dezembro de 2011, administra atualmente 40 hospitais e é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.

 



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
17/07
10:54

A perda de um filho

Nos meados dos anos 1980, advogando em Nossa Senhora da Glória, eu fui procurado por uma senhora que queria que eu advogasse para o seu filho, que tinha cometido crime de furto. Ao dizer-lhe que eu não advogava para estuprador, ladrão e traficante, ela respondeu-me: “O senhor só diz isso porque não sabe o que é a dor do coração de uma mãe”. E de um pai.


A perda de um filho, para os pais, é sempre dolorosa. Extremamente dolorosa. O natural é que os pais precedam os filhos, no caso de morte. Mas, o natural nem sempre é o real. Por outro lado, o que é um (a) filho (a)? Consideremos duas hipóteses: a primeira, filhos de sangue; a segunda, filhos do coração. De qualquer forma, filhos são filhos.


Na última terça-feira, à noite, eu perdi um dos meus dois filhos do coração. Este, afilhado de batismo, que, praticamente, foi criado em minha casa, desde a mais tenra idade. Quantas vezes, ele pequenino, eu o acalentei em meus braços, a fim de que dormisse? Quantas vezes, aos domingos à tarde, quando precisava vir a Aracaju, para a jornada de trabalho a partir da segunda-feira e até a sexta-feira, eu tive que o acalentar porque ele chorava à vontade, na hora que eu me despedia? Quantas vezes ele não se consolava e eu adiava a viagem para não o deixar chorando!


Algumas pessoas na cidade, embora, claro, soubessem quem eram os seus pais biológicos e que eu era o padrinho de batismo, diziam que ele era “o filho de Zé Lima”. Filho do coração não deve ser mais do que filho de sangue e do coração, mas, com certeza, é muito mais do que apenas um filho de sangue.


Eu senti, de uns tempos para cá, que estava perdendo o filho. O comportamento dele, a vida que estava levando, afastando-se da casa de seu pai (ele perdera a mãe aos 12 anos), para coabitar com uma mulher bem mais velha do que ele, e pouco frequentando a casa de minha mãe, que também o tinha como um filho. Todavia, eu jamais poderia pensar que aquela situação não pudesse ser revertida.


Na tarde da malfadada terça-feira, estranhamente, o meu pensamento estava ancorado nele. A todo instante, vinha à minha mente a lembrança do dia em que ele, com uns quatro anos, tinha levado umas palmadas da mãe e conseguiu escapar, chorando, e foi ter em meus braços, lá em casa. Eu estava sentado no sofá da sala de visitas, lendo um livro. Eu o acolhi e impedi que a mãe dele o levasse de volta para casa. Pois a lembrança desse fato martelou a minha memória naquela tarde de terça-feira. Após as aulas, na UFS, ao chegar em casa, o meu outro filho do coração, que tinha vindo passar a semana comigo e minha mãe, em Aracaju, disse-me que a minha sobrinha, madrinha de ambos, queria falar comigo com urgência. Ela não quis dar a notícia à minha mãe, que, no dia anterior, tinha completado 83 anos de idade. Que notícia! Que dura notícia!


O meu filho mais velho do coração, aos 19 anos de idade, tinha sido abatido pela polícia. Logo depois, a minha outra sobrinha enviou-me um vídeo em que uma autoridade policial prestava informações sobre a morte de Guilherme. Vi e revi o vídeo várias vezes. Depois de 37 anos de exercício da advocacia, inclusive, com muitas dezenas de defesas patrocinadas – quem sabe, centenas! –, no campo do Direito Penal, de lesões corporais de natureza leve ao tribunal do júri, a gente aprende a analisar e deduzir os fatos. Porém, sobre isso eu ainda estou considerando, ruminando cada palavra que ouvi. Cada um procura a sua verdade. Aliás, já se disse que “A verdade é filha da nossa necessidade psicológica”. Veremos.


Um tronco de jequitibá abatido por um raio. Foi como eu me senti com a grave notícia. Fatídica notícia. Com jeito e com firmeza, eu dei a notícia à minha mãe, que caiu em prantos. A minha irmã a amparou. Tive que ser forte. Estava de mala arrumada para, na madrugada, ir a Brasília, para um compromisso inadiável. Não há fortaleza que possa ser esboçada por um pai diante de uma notícia daquela. Um pai de coração, que levou o afilhado, tido como filho, à pia batismal. Que o viu crescer em sua casa. Que fez de tudo para educá-lo, para provê-lo do que lhe fosse necessário, material e moralmente. Até onde foi possível.


Há, na minha visão de advogado e professor de Direito, algo errado. Algo que precisa ser esclarecido. Contudo, isso já está sendo encaminhado a quem de direito. Prefiro, por ora, não me ater a isso.


Eu vi, por exemplo, o desespero e a angústia de minha avó materna, quando meu pai morreu, em 9 de março de 1979, aos 45 anos de idade. Morreu de manhãzinha, na cama, de ataque cardíaco fulminante.

Era o quarto filho que minha avó via morrer antes dela, que estava com 84 anos. Antes de meu pai, foram-se minha tia Nazaré, em 8 de maço de 1972, meu tio Carivaldo, assassinado, após interferir para acabar uma discussão entre um amigo dele e o assassino, em 23 de julho de 1973, e meu tio José, de ataque cardíaco, em 30 de janeiro de 1975. Não era fácil para uma mãe enterrar quatro filhos dentro de sete anos. A angústia e o desespero de minha avó foi a minha angústia e o meu desespero ao saber do fatídico acontecimento que vitimou Guilherme. Como também foi do seu pai biológico e de outros familiares.


Não foi fácil saber da morte do meu filho mais velho do coração. E não será, doravante, conviver sem a presença dele, ainda que ocasional, como vinha sendo nos últimos meses. Eu sei muito bem que não perdi um santo, que ele deve ter feito coisas reprováveis, mas perdi um filho. Restam providências legais a serem tomadas. Não restará apenas a dor da perda. Entretanto, com esta eu haverei de conviver por toda a minha vida. Meus olhos não choraram apenas naquela noite medonha. Haverão de chorar sempre. Uma coisa é, como cristão e padre, crer na vida eterna, como eu creio com toda a força de minha alma e de minha inteligência, outra coisa bem diferente, é a dor da perda, da separação física. E, como disse o padre Gilson Garcia de Melo, numa aula de Introdução à Filosofia, em 1977, quando comecei o curso de Direito, na UFS, “o absurdo da morte não é a morte em si, mas, é a dor da separação”. Ele tinha razão.


P.S. Dois antes de ser abatido, Guilherme foi ter com minha mãe, levando um punhado de feijão verde. E disse: “É para o meu padrinho, que eu sei que ele gosta”. Foi o último gesto de carinho dele para comigo. E eu não tive a chance de agradecer.



Por José Lima Santana


Coluna José Lima
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Por Redação
17/07
10:46

Sergipe - Cooperativas colocam a mão na massa por um Brasil mais feliz

Em Sergipe, celebração no dia 21/07 marcará o compromisso de cooperativistas e voluntários com o fortalecimento socioeconômico do estado


As cooperativas, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Sergipe, promoverão no próximo dia 21 de julho, a celebração do Dia de Cooperar 2018 (Dia C). Por meio do Dia C, cooperativistas e voluntários darão as mãos e promoverão iniciativas que transformam a realidade das pessoas e contribuem para a construção de um país mais justo, equilibrado e com mais oportunidades para todos.


O evento terá início às 9h, na Colônia Treze, no município de Lagarto, é voltado para todos os públicos e vai oferecer serviços de saúde, como: testes para doenças sexualmente transmissíveis, teste para verificação de glicemia, aferição de pressão, orientação odontológica, orientação nutricional. Além disso, também irá fornecer orientações para quem procura emprego, oficinas de artesanato, orientação contra violência infantil, doação de mudas, exposições sobre meio ambiente, entre outros. O evento também contará com apresentações culturais.


O objetivo é que as cooperativas realizem diversas ações em um grande movimento de solidariedade. “Ao colocar em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, estamos nos empenhando em melhorar a vida de todos aqueles que estão ao nosso redor”, declara o presidente do Sistema OCESE, João Teles de Melo Filho.


O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo à realização de iniciativas voluntárias, contínuas, transformadoras e efetivas. Em 2018 a meta é beneficiar mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil e contribuir ainda mais para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para tornar o mundo um lugar menos desigual.


Dia C em números

Os números comprovam a efetividade do Dia C. Em 2017, 1.563 cooperativas desenvolveram 409 projetos contínuos com a mobilização de mais de 120 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 1.081 municípios espalhados por todos os estados e no Distrito Federal.


Serviço: Celebração do Dia de Cooperar

Data: 21 de julho

Horário: 9h

Local: Colônia Treze – Lagarto/SE

Informações: Verônica Moura - Assessoria de Comunicação – (79) 9.9991.5963



Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/07
10:18

Esmeraldo Leal está na luta por um mandato de deputado estadual

Um pré-candidato a deputado estadual que não para é o ex-secretário de Estado da Agricultura e liderança do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST/SE), Esmeraldo Leal. “Já visitei todos os 75 municípios sergipanos, participando de reuniões em comunidades rurais e com lideranças nas cidades. Também estou visitando Assentamentos e Acampamentos. A recepção é muito boa. Reconhecimento do trabalho de mais de 25 anos. Muito forte essa história "do novo", do que está sempre presente, do de Lula”, declarou ao comentar que “o movimento Lula Livre, que tem a participação de petistas como o deputado federal João Daniel e do presidente do partido, Rogério Carvalho, tem um amplo alcance em todo Sergipe.



Política
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Por Eugênio Nascimento
16/07
11:29

Arrecadação do ICMS em Sergipe cresceu 6,1%, em maio

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Conselho Nacional da Política Fazendária (Confaz), apontou que a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), em Sergipe, ultrapassou os R$ 269,2 milhões, em maio deste ano.

Em termos relativos, verificou-se aumento real de 6,1% na arrecadação do imposto, quando comparado à arrecadação de maio do ano passado, considerando o efeito da inflação, medida pelo IPCA. Por sua vez, no comparativo com a quantia arrecadada em abril último, verificou-se queda de 2,6%.

Com os dados de maio, a arrecadação do imposto nos cinco primeiros meses do ano, ultrapassou R$ 1,3 bilhão, registrando alta de 2,3%, em termos reais, em comparação com o mesmo intervalo de 2017.

Outros tributos recolhidos em Maio/2018

A arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), no mês analisado, ultrapassou os R$ 14,1 milhões. Em termos relativos, houve declínio de 7,5% sobre maio do ano passado. No entanto, em relação ao mês imediatamente anterior, abril deste ano, observou-se elevação de 1,6%. No acumulado do ano (janeiro a maio), a arrecadação do imposto aumentou 3,5% em relação ao mesmo período de 2017.

O recolhimento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) ficou acima de R$ 1,2 milhão, enquanto isso, as taxas pagas em função da contraprestação de algum serviço público recolheram R$ 36,6 mil aos cofres do estado, no mês analisado.

Arrecadação do ICMS em Maio/2018

Setor

Valor Arrecadado (em R$)

Acumulado em 2018* (em R$)

Setor Primário

11.077.481

63.259.846

Setor Secundário

64.041.096

318.341.959

Setor Terciário

106.630.228

555.595.417

Energia elétrica**

28.108.888

142.229.881

Petróleo, combustíveis e lubrificantes**

54.618.139

279.440.384

Dívida Ativa

3.176.575

12.600.734

Outras fontes

1.598.975

7.460.206

TOTAL

269.251.382

1.378.928.427

*: Em termos nominais, sem considerar a inflação no período;

**: Setores secundário e terciário;

Fonte: Confaz

Elaboração: NIE/FIES.
 

NIE/FIES 

Unidade de Comunicação do Sistema Fies - UNICOM



Variedades
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Por Redação
16/07
10:57

Repasse do FPE para Sergipe cresceu 5% em junho

O repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para o estado de Sergipe, em junho deste ano, alcançou R$ 267,5 milhões. A análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN)

Quando comparado com junho de 2017, em termos relativos, o repasse assinalou aumento real de 5%, considerando o efeito da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No comparativo com o mês imediatamente anterior, maio último, observou-se queda de 8,5% na transferência do recurso.

Com os dados de junho, as transferências acumuladas do FPE para Sergipe, nos seis primeiros meses do ano (janeiro a junho), ultrapassaram R$ 1,6 bilhão, registrando alta de 4,6%, quando comparado com o mesmo período de 2017.

Repasse do FPM em Junho/2018

O repasse a todos os municípios sergipanos, através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), ultrapassou os R$ 102,6 milhões, assinalando elevação real de 9,4%, em relação a junho de 2017. No entanto, em relação ao quinto mês do ano corrente, observou-se queda de 7,5%.

No acumulado dos seis primeiros meses de 2018, o repasse do FPM totalizou R$ 609,9 milhões, registrando avanço real de 8,1%, em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Repasse do Fundeb em Junho/2018

O repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) ficou acima dos R$ 52,7 milhões, registrando expansão real de 2,7%, em relação ao mesmo mês do ano passado. No comparativo com o mês imediatamente anterior, notou-se declínio de 18,1% no repasse.

No acumulado do ano corrente (janeiro a junho), a transferência do fundo atingiu R$ 347,3 milhões, situando-se 3,4% acima do verificado em igual período do ano que anterior. Todas as variações são em termos reais.

 



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
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