01/05
09:58

Inferno e ideal

 

Carlos Alberto Menezes*

 

Todo idealista é um crente. O crente é aquele sujeito que, mesmo na derrota, transforma-a em portadora de valores, os valores pedagógicos, por exemplo, e, assim, fica encantado com as lições que pode extrair da dor, do sofrimento e do luto. Com efeito, os idealistas são incorrigíveis e, acerca deles, Nietzsche disse que se forem jogados fora do céu, farão do inferno um ideal.  Mas, ao contrário do que imagina o senso comum, não há defeito nisso. O defeito é próprio do falso idealista, aquele que, atingido por uma desilusão qualquer, se corrige a preço de banana. A desilusão, no espírito do genuíno idealista, acaba sendo o alimento de novas empreitadas. Sem esse espírito, uma energia máscula na verdade, o tédio reivindica todos os direitos, tornando-se o Senhor da vida.

Nunca elegi o tédio como meu Senhor. O Senhor que sempre me conduziu foram minhas crenças, não importa se deduzidas de diferentes paradigmas de interpretação do mundo. O que importa mesmo é que todas elas, aplicadas à vida pública, têm em comum e são justificadas pela idéia de que buscam o melhor para o Brasil. Uma dessas crenças é a liberdade. Em nome dela combati seus inimigos, durante os melhores anos da juventude. Outra é a ciência. Por amor e fidelidade a ela, submeti-me a rigores sem os quais ninguém tem acesso e, assim, pode transmitir depois [como faço hoje na UFS], à luz que emancipa. Por último, a crença na justiça. Desde cedo compreendi que a tribuna (no fórum) é o lugar capaz de, na origem, repercutir todas as paixões que somente a justiça pode apaziguar. Assim, resolvi ser advogado. Nessa condição, durante todo o tempo pude ajudar meu povo e durante algum tempo pude ajudar minha categoria [como presidente da OAB/SE].

Pois bem, a categoria que um dia representei, através de seus líderes hoje: Carlos Augusto Monteiro, Henri Clay, Miguel Britto, Valmir Macedo, e, sobretudo, Cezar Britto [um orgulho da advocacia brasileira e cuja atuação política transcende as fronteiras do país], decidiu me convocar para a disputa de uma vaga no STJ. Aceitei. Depois disso, foi um longo e agonizante processo, cujo ritual contemplou etapas, todas elas enfrentadas com os cuidados estratégicos próprios. Em 1º lugar foi a sabatina no CFOAB. Ela ocorreu em setembro passado. Por si mesma, a sabatina decide pouco. Sua tarefa é mais excluir pretendentes visivelmente frágeis (sob o aspecto intelectual). O que decide mesmo é o jogo de forças que está por trás dos pretendentes. Bem, aí foi fácil. Os conselheiros federais de Sergipe (Henri Clay, Miguel Brito e Valmir Macedo) e Cezar Britto resolveram a parada. De qualquer modo, o episódio despertou a atenção de Sergipe.

Depois da OAB veio o STJ. Ninguém tinha dúvida de que o jogo aí seria diferente e difícil. Nele, apesar dos concorrentes, o maior adversário do candidato não era nenhum deles, mas o próprio candidato. Passar por essa prova exigia estratégia e desempenho [habilidade, refinamento, confiança] nos contatos com cada um dos ministros. (Raposas felpudas, todos eles!). A estratégia era simples e implicava um elemento de negação e outro de afirmação. A negação consistiu na recusa em qualquer forma de apoio político. A afirmação consistiu em mostrar para a Corte que minha candidatura era um projeto da advocacia privada (e não da pública), respaldada num currículo credenciado e por setores do pensamento jurídico nacional. Deu certo. Nessa etapa foram decisivas as recomendações (não o pedido!) de Carlos Britto (min. do STF), Castro Meira (min. do STJ e ex-juiz federal em Sergipe), Arnaldo Fonseca, Dirceu de Mello (ex-presidente do TJ/SP, reitor da PUC/SP e orientador da minha tese de doutorado), Alberto Toron (também professor da PUC/SP) e, novamente, de Cezar Britto. (Num outro sentido, foi decisiva também a contribuição pessoal e logística que recebi de Anselmo Oliveira, Bosco Mendonça, Clotilde Cezarina, Ernesto Joaquim, Evânio Moura, Luiz Mendonça, Marcos Brito, Marilza Maynard, Rosenice Machado, Sandro Costa, Wanderson Bastos). A vitória no STJ, mais do que despertar a atenção, mobilizou a sociedade rumo à 3ª etapa, aquela onde o que um dia chamei ‘mãos do destino’ assinaria seu decreto final.

Eu sabia que o avanço para a 3ª etapa implicava num aumento crescente das dificuldades. Desconfiava que um advogado de São Paulo, formado pela FMU (faculdades metropolitanas unidas) e muitíssimo ligado ao PT, era portador de chances especiais. Mas não desanimei. Sobretudo depois que comecei a receber as abundantes manifestações de apoio da comunidade. Elas vinham da mídia [Cláudio Nunes, Eugênio Nascimento, Gilmar Carvalho, Gilvan Manoel e Rita de Oliveira, Jozailto Lima, Luiz Antônio Barreto, Luiz Eduardo Costa], da CUT, do TCE, do TRE, do TRT, de membros do MP e do TJ. Foi na seqüência de todo esse movimento que os líderes da política local se agitaram. Ninguém ficou indiferente. Os deputados, estaduais e federais [dois deles, Laércio oliveira e Márcio Macedo usaram a tribuna da Câmara], os senadores [Eduardo Amorim, Maria do Carmo Alves e Valadares], todos entraram na briga. À frente dela ficaram o presidente nacional do PT, Eduardo Dutra, e o governador Marcelo Déda. Fizeram o que estava ao alcance de cada um. Mas não deu certo. O escolhido foi o outro. Houve uma escolha, no entanto, cujo registro cabe aqui. Foi aquela feita por Dutra e Déda. Eu não sou do PT, mas deram exemplo de superioridade. Dilma, não. Ela mostrou que governa para facções.

 

*Advogado, professor de direito penal na UFS e doutor pela PUC/SP.



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Por Eugênio Nascimento
01/05
09:48

Um Cão Andaluz

Clóvis Barbosa (*)

 

Um Cão Andaluz foi o filme de estréia de Luis Buñuel, que contou com a colaboração do artista Salvador Dali. Lançado em 1928, é um dos marcos da cinematografia mundial, cuja imagem que ainda hoje é lembrada como impactante e pavorosa é o de uma navalha cortando um globo ocular. Lembrei-me desse filme no dia de ontem ao ler a “autobiografia” de Alice B. Toklas, escrita por Gertrude Stein, o grande amor de sua vida. É que Gertrude foi viver em Paris nos anos de 1920 e coube a ela a invenção da expressão “geração perdida”, aplicada aos artistas que viveram naquela década na capital francesa.  Confesso que sou emotivo. Quando visitei recentemente Paris, chorei ao divisar a casa de número 27 da Rue de Fleurus, no complexo Montparnasse. Era uma noite muita fria e poucas pessoas andavam no local. Eu estava sozinho a imaginar Picasso (dizem que foi uma descoberta de Stein), Ernest Hemingway, Matisse, Scott Fitzgerald, Jean Cocteau, Apollinaire e tantos outros entrando naquela casa. Entrei num pequeno bar e pedi um conhaque. Tomei de uma só golada e fui embora, deixando a casa para trás. Eu tinha andado muito. Praticamente caminhei de Alesia até o final de linha onde tinha uma estação de trem ou terminal de ônibus. Depois voltei para Alesia e fui caminhando por toda a Avenue Maine. No retorno, pela mesma avenida, um turbilhão de imagens passou pela minha cabeça. A minha infância pobre no pobre Bairro da Liberdade, em Salvador de Bahia, andando em ruas e trechos com nomes curiosos, como Ladeira de Pedra, Curuzu, Largo da Central, Baixo da Gengibirra, Largo do Tanque, Fim de Linha da Liberdade, etc.

Lembrava-me daquele menino raquítico, que era chamado de amarelo empapuçado, com 13 anos e já trabalhando para ajudar a família de dez irmãos na época; estudava pela tarde e trabalhava pela manhã numa loja na Baixa do Sapateiro; aos sábados à tarde ganhava uns trocados vendendo gibis na porta do cinema Santo Antônio e aos domingos passava cera em sete escritórios no Ed. Rui Barbosa; a minha alegria quando passei no exame de admissão do Instituto Normal Isaias Alves; minhas noites no Instituto Goeth, Teatro Vila Velha, Cine Rio Vermelho, Concha Acústica do Teatro Castro Alves, programas de auditório na Rádio Sociedade da Bahia e Rádio Excelsior, no Clube de Cinema da Bahia, carnaval no Clube Palmeiras da Barra Avenida; tentativas, muitas vezes frustradas, de furar o bloqueio do Fantoches, Iate Clube e Clube Espanhol nos bailes de carnaval; e Aracaju quando aqui cheguei com as suas marinetes e kombis fazendo o transporte coletivo; os meus primeiros amigos, a Jovreu, Editora Jovens Reunidos, o Clube de Cinema de Sergipe, a Faculdade de Direito, a advocacia, a Universidade Federal de Sergipe, a Prefeitura de Aracaju, o Governo do Estado, lugares onde deixei a minha energia pela inteireza da minha dedicação; o saudoso Cacique chá; o cachorro quente de Seu João, vizinho à Catedral; a moqueca de camarão do Bairro Soledade; o churrasco de Carioca na Rua Porto Alegre com Pernambuco, onde cada pedaço de carne ou de osso era disputado com os  olhares tristes dos cães que rodeavam a pequena churrasqueira; a sopa mão de vaca de Luis Ponta de Ouro, no Bairro Santo Antônio.


Eram recordações de dias tristes e felizes. Mas é isso: a felicidade é sempre amarga, como o sol é ilusório. Releio Kafka. A Metamorfose. Pela décima vez? Não sei se mais ou menos. Não quero saber do conceito que Theodor Adorno, da Escola de Frankfurt, de Georg Lukács e de Freud sobre a obra kafkaniana. A Metamorfose e O Veredicto eu estraçalho em um dia. Invado o mundo de Georg Bende (Mann) e Gregor Samsa. Pronto! Falei em contos, lá vem as lembranças: Ezequiel Monteiro. Tudo bem, não precisam ficar nervosos. Eu sei que Luiz Eduardo Costa é brilhante e tantos e tantos outros que desfilam com as suas penas nos jornais de Sergipe. Mas, por favor, não confundam as coisas. Eu sei que não sou crítico literário, mas tenho bom senso. Certa vez tive uma discussão com um professor de teoria literária. Lá pras tantas eu achei de defender a tese de que Chico Buarque e Vinícius de Moraes eram poetas com “p” maiúsculo e que nada ficavam a dever aos grandes poetas brasileiros. Pronto, o mundo desabou sobre mim e a minha ignorância. Isso tem uns quinze anos aproximadamente. Pois bem, hoje, a intelligentsia brasileira já reconhece Vinícius como um grande poeta. Aliás, quando vou ao Rio de Janeiro, quem quiser me encontrar pode ir na Toca do Vinícius, na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema. Ali eu recebo aulas de Teoria Literária de um professor aposentado da Universidade Federal Fluminense, que por prazer, toca a Toca. Um dia eu disse a um colega que se diz meu ex-amigo: meu irmão, você já viu o texto de Ezequiel Monteiro no Jornal da Cidade? Esse cara é um louco, ele é kafkaniano.


E continuava enfático defendendo o talento de Ezequiel. Não fui feliz na minha abordagem. Não tinha com quem discutir. Peguei uns quinze artigos de Ezequiel e guardei. Na próxima viagem ao Rio vou levá-los para discutir com meu amigo professor de teoria literária. E o pior é que estou com saudade do seu texto, principalmente dos seus gostosos contos, cheios de mágoas pelos amores perdidos ou impossíveis que faz-nos lembrar a poesia de Florbela Espanca: “Eu sou a que no mundo anda perdida, eu sou a que na vida não tem norte, sou a Irmã do Sonho, e desta sorte sou a crucificada, a dolorida (...). Sou aquela que passa e ninguém vê, sou a que chamam triste sem o ser, sou a que chora sem saber porquê. Sou talvez a visão que Alguém sonhou, Alguém que veio ao mundo pra me ver e que nunca na vida me encontrou”. Jean Vigo, cineasta francês e de curta carreira, ao se reportar sobre a imagem contida no filme de Buñuel, afirmou que “essa imagem é mais pavorosa do que o espetáculo de uma nuvem tapando uma lua cheia”. Um Cão Andaluz, também é retocado por uma coleção de imagens sem qualquer conexão, impactantes e contraditórias. O que dizer de um cavalo morto em um piano? o que falar de formigas saindo da mão de alguém? Bem, a verdade é que este filme é considerado revolucionário na história do cinema, pois
rompe com toda a lógica e linearidade narrativa existente nos filmes daquela época, sendo uma combinação do representativo, do abstrato, do irreal e do inconsciente. Tento, aqui, hoje, fazer uma viagem ao surrealismo. Mas, o da imagem real combinada com as recordações. 
  

 

 (*) É Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe

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Por Eugênio Nascimento
30/04
12:04

Coluna Primeira Mão

Redução de gastos  é intensa  no governo

Para reduzir os gastos operacionais da máquina do Estado, a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão está promovendo uma série de cortes em pagamentos.  Os cortes atingem agora servidores que fazem parte de comissões ou grupos de trabalhos, atividades que rendem de R$ 800 a R$ 1,5 mil por mês aos seus membros. Os grupos existem em várias Secretarias e estão sendo desmobilizados gradativamente. Isso tem irritado muitos servidores. A meta do governo é contingenciar algo em torno de R$ 900 milhões no Orçamento de 2011, que era inicialmente de R$ 6 bilhões. 

Mudanças de CCs irritam alguns petistas

Auxiliares do governador Marcelo Déda informaram que os cargos comissionados que alguns petistas perderam na administração foram motivadas por mudanças no secretariado. “Quando o secretário é do PMDB, PSC, PSB ou outro partido aliado leva pessoas a eles ligadas. Foi só isso que aconteceu”, explicou.

Reajuste salarial dos servidores em estudo

Embora a situação financeira do Estado não seja das melhores, as Secretarias da Fazenda, Orçamento e Gestão e Casa Civil realizam estudos de cenários para um possível reajuste salarial dos servidores. A Fazenda encaminhou para as outras duas pastas alguns cenários, que estão sendo avaliados para posterior encaminhamento ao governador Marcelo Déda, a quem cabe a decisão final. Tem gente no governo falando em apenas 2%. Mas há quem diga que o governo pensa em repor a inflação  do período, algo em torno de 6%. 

Sobre o piso dos professores sergipanos

O governo do Estado e todos os prefeitos municipais deveriam pagar o piso nacional dos professores e fazer as suas correções anuais. É o mínimo de  respeito à dignidade o que o pessoal do magistério está cobrando. É uma quantia pouco abaixo de R$ 1,2 mil.

OAB-SE discute Plano Diretor de Aracaju

Na próxima segunda-feira, dia 02 de maio, a OAB/SE se reúne com representantes da sociedade civil organizada para debater questões relacionadas ao Plano Diretor de Aracaju, capital de Sergipe. A reunião será conduzida pelo presidente Carlos Augusto Monteiro Nascimento e acontecerá às 18h30 no Palácio da Cidadania, prédio tombado pelo patrimônio histórico e cultural do Estado onde funciona a sede administrativa da entidade. A reunião terá as  presenças de representantes da Universidade Federal de Sergipe (UFS), do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Universidade Tiradentes (Unit), Sociedade Médica de Sergipe (Somese), Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Conselho Regional de Química (CRQ), Associação Comercial, Conselho Regional de Contabilidade (CRC), Associação do Ministério Público Estadual e do Fórum de Defesa de Aracaju.

Opinião

A sociedade civil organizada e desorganizada precisa ficar de olho nesse Plano Diretor e pressionar os vereadores para que não se faça um Plano para as empreiteiras e elas acabem de vez com a cidade.
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Delegados querem mais aumento salarial

Os delegados de polícia da capital e interior se reuniram na manhã de quinta-feira e até foram recebidos pelo governador Marcelo Déda. Eles têm bons salários, mas querem um novo e bom reajuste, além de melhores condições de trabalho. Que as delegacias de polícia de Sergipe são uma desgraça, disso ninguém tem dúvida, assim como não há dúvida de que os reclamantes têm salários muito bons. As polícias precisam deixar um dinheiro na Conta Única do Estado para que as outras categorias possam ter um reajustezinho salarial.

Aracaju não tem bons abrigos para passageiros

A Prefeitura de Aracaju precisa colocar nas paradas de ônibus abrigos que realmente protejam e ofereçam o mínimo necessário de conforto. Naqueles hoje existentes na cidade, os usuários do sistema de transporte fica muito exposto ao sol e a chuva. É preciso fazer uma coisa  que preste e tenha realmente uma função.

 

30 prefeitos de SE vão a marcha em Brasília

Pelo menos 30 dos 75 prefeitos de Sergipe já confirmaram presença na marcha que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) promove nos dias 9 e 10 de maio em Brasília. A convocação, no Estado, tem sido feita por aliados e opositores do governo do Estado.

 

Imprensa faz visita a ponte Gilberto Amado

O governador Marcelo Déda convida os profissionais da imprensa sergipana para uma visita técnica ao canteiro de obras da ponte Gilberto Amado que está sendo construída sobre o Rio Piauí, na divisa dos municípios de Estância e Indiaroba. A visita será nesta segunda-feira, 2, com saída prevista para às 7h do Palácio de Despachos, onde um ônibus fará o translado dos jornalistas até o povoado de Terra Caída em Indiaroba. Lá haverá um café-da-manhã, e posteriormente, a visita ao canteiro de obras.

 

Banese expõe suas experiências exitosas

O Banese recebe na próxima terça-feira, 03, no Centro Administrativo do banco, a visita de comitiva formada por agentes financeiros do nordeste. Técnicos do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento e de agências de fomento dos estados da BA, PE, AL e RN vêm conhecer as experiências exitosas de financiamento, compras e apoio a Arranjos Produtivos Locais – APLs, através das linhas de crédito do Banese.  O presidente do Banco do Estado de Sergioe, Saumíneo Nascimento, fará uma apresentação sobre a experiência da instituição.

 

Presenças confirmadas em Sergipe

Já confirmaram presenças: Luiz Petitinga (Presidente Desenbahia), João Augusto da Cunha Melo (Diretor-Presidente AGN/RN), Agnaldo Nunes (Presidente AGEFE-PE), Marden Soares (Presidente AFAL). Além de equipe do Banco Nacional de Desenvolvimento – BNDES, composta por: Helena Maria Martins Lastres, Walsey de Assis Magalhães e Cristina Ribeiro Lemos (Secretaria de Arranjos Produtivos e Inovativos e Desenvolvimento Local - GP/SAR), Paulo Ferraz Guimarães e Rodrigo Almeida de Aguiar (Departamento Regional Nordeste - GP/DENOR).

 

Músicos passam necessidades em Sergipe- 1

A Associação Movimento Salve, entidade de defesa e valorização dos artistas sergipanos, estará na próxima terça-feira, dia 03 de maio, a partir das 08h da manhã, ocupando o plenário da Assembléia Legislativa, para uma sessão especial que abordará a música em Sergipe. A sessão foi requerida pelo deputado Garibalde Mendonça (PMDB).

 

Músicos passam necessidades em Sergipe - 2


Durante a sessão serão exibidos no painel do plenário do Poder Legislativo, vídeos com clipe e depoimentos mostrando as dificuldades que os músicos sergipanos, em especial os forrozeiros, estão passando. Durante a sessão, músicos estarão usando a tribuna para explanar a realidade da música sergipana nos últimos anos.

 

Falta de estacionamento prejudica comércio

A falta de estacionamento no centro de Aracaju e o crescimento desordenado de determinados bairros foram os temas principais do almoço com Empresários desta sexta-feira, 29 de abril, que teve como convidado o Secretário de Planejamento de Aracaju Dulcival Santana.  Ele apresentou aos empresários dados técnicos do Plano Diretor de Aracaju e defendeu a idéia de que estacionamento é um problema que só pode ser resolvido com a interferência da iniciativa privada. "O poder público não pode simplesmente lavar as mãos dizendo que estacionamento é de responsabilidade do empresário e não fazer nada, assim as pessoas deixarão de empreender por falta de solução de um problema tão comum", lamenta Alexandre Porto, presidente da ACESE.  


Boa parceria entre UFS e Universidade de Viçosa

Professores do Departamento de Agronomia das Universidades Federais de Sergipe e de Viçosa (MG) trabalham juntos numa pesquisa que vai permitir logo  o uso do óleo de manjericão no combate a pragas agrícolas em todo o Brasil. 


Laércio apresenta projeto contra a indústria das multas

 Com o objetivo de acabar com a indústria das multas que se instalou no país, o deputado federal Laércio Oliveira apresentou projeto de lei 1120/2011 que determina que a infração de trânsito não será comprovada por lombada eletrônica. ”Praticamente todas as barreiras são instaladas de maneira irregular e excessiva. O projeto visa dar um ponto de partida na discussão dentro do Congresso Nacional”, afirma o parlamentar. O projeto, que está tendo grande repercussão na imprensa nacional, visa alterar o art. 280 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. “A infestação de nossas vias com lombadas eletrônicas, para a comprovação de infrações de trânsito, veio acompanhada de denúncias avassaladoras sobre a sanha arrecadadora, a indústria de multas, os negócios escusos e a corrupção.
 

Valadares quer salvar os partidos nanicos - 1

Com a opção da Comissão Especial de Reforma Política do Senado, pelo fim das coligações nas eleições proporcionais, os partidos menores poderão sair prejudicados, em função da cláusula de barreira e o quociente eleitoral elevado. E foi baseado nessa premissa, que o senador Antonio Carlos Valadares, líder do PSB no Senado, apresentou projeto de lei que objetiva resolver o problema, com os partidos pequenos e médios agrupando-se em federações.

 

Valadares quer salvar os partidos nanicos - 2

O projeto acresce à Lei 9.096/95 - dispõe sobre os partidos políticos e regulamenta artigos da Constituição Federal - artigo que possibilita a dois ou mais partidos reunirem-se em federação, que após sua constituição e respectivo registro perante o Tribunal Superior Eleitora (TSE), atuará como se fosse uma única agremiação partidária. As federações de partidos, segundo Valadares, corrigiriam as distorções hoje existentes nas coligações, ao mesmo tempo em que garantiriam a continuidade das pequenas legendas, mantendo-se o pluripartidarismo previsto na Carta Magna.

 

Opinião

Ao que parece, o ideal seria acabar com esses partidos pequenos, que funcionam como verdadeiros balcões de negócios.



Política
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Por Eugênio Nascimento
29/04
22:27

Laércio apresenta projeto contra a indústria das multas

Com o objetivo de acabar com a indústria das multas que se instalou no país, o deputado federal Laércio Oliveira apresentou projeto de lei 1120/2011 que determina que a infração de trânsito não será comprovada por lombada eletrônica. ”Praticamente todas as barreiras são instaladas de maneira irregular e excessiva. O projeto visa dar um ponto de partida na discussão dentro do Congresso Nacional”, afirma o parlamentar.

O projeto, que está tendo grande repercussão na imprensa nacional, visa alterar o art. 280 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. “A infestação de nossas vias com lombadas eletrônicas, para a comprovação de infrações de trânsito, veio acompanhada de denúncias avassaladoras sobre a sanha arrecadadora, a indústria de multas, os negócios escusos e a corrupção. Salta aos olhos que lombadas eletrônicas são instaladas a esmo, sem cumprir com os critérios mínimos de avaliação da periculosidade da via ou da necessidade de uma redução do limite de velocidade estabelecido”, afirma o deputado na justificativa.  

Laércio lembrou que está claro que não se pode viver sem os equipamentos eletrônicos hoje em dia, mas é preciso dar transparência. “As vias se transformaram em ciladas para os motoristas, na visível intenção de arrecadar. A sociedade não pode mais pagar o preço. Sou favorável ao uso correto da tecnologia. O problema é a utilização desonesta utilizada nas vias por todo país”.

Segundo o deputado, é preciso educação no trânsito. “Educação salva vidas. O uso correto dos equipamentos eletrônicos certamente salva vidas também, desde que tenham critérios para isso”, concluiu. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
29/04
14:01

UFS homenageará Adib Jatene com título de "doutor honoris causa"


O ex-ministro da Saúde Adib Jatene será homenageado pela Universidade Federal de Sergipe no próximo dia 16 com o título de "Doutor Honoris Causa. O evento acontecerá às 19h, no auditório Atalaia, do Centro de Convenções do Estado, quando a UFS comemorará seu aniversário e o cinquentenário do seu curso de Medicina. Também serão homenageados os membros da bancada federal do Estado no périodo de 2006 a 2010. As homenagens foram aprovadas nesta sexta-feira pelo Conselho Superior da instituição de ensino.

Nascido em Xapuri, Adib Domingos Jatene filho de imigrantes árabes, formou-se em medicina na Universidade de São Paulo (USP), onde viria se tornar depois, professor. Ele é conhecido e respeitado internacionalmente, pois,além das dezenas de inovações no meio médico, como o inventor de uma cirurgia do coração que leva seu nome, para tratamento da transposição das grandes artérias em récem-nascidos,  e do primeiro coração-pulmão artificial do Hospital das Clínicas. Trabalhou com o professor Euríclides Zerbini.

Jatene, que é membro da Academia Nacional de Medicina, foi secretário estadual de Saúde no governo Paulo Maluf
e duas vezes ministro da Saúde, durante o Governo do presidente Fernando Collor de Melo e, a última delas, no governo do também prersidente Fernando Henrique Carodoso. 



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Por Eugênio Nascimento
29/04
13:07

Mendonça Prado diz que modelo de segurança pública no Brasil está falido

Na última quinta feira (28), o deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE) proferiu palestra para centenas de policiais militares de todo o Brasil, na cidade de Porto Alegre - RS. O parlamentar discorreu sobre temas relacionados à valorização profissional, falta de investimentos e também sobre um novo modelo de polícia para o país.

Em razão do conteúdo da apresentação e pelo fato de ser atualmente o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados, Mendonça atraiu a atenção de integrantes de polícias militares de todas as regiões brasileiras. (Da assessoria)



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29/04
11:48

Neste sábado, Aracaju no combate a influenza

A Secretaria Municipal da Saúde realiza amanhã, sábado, às 8h, evento na Unidade de Saúde da Família Onésimo Pinto, no bairro Jardim Centenário, na Avenida Rad. José Silva Lima, em alusão ao 'dia D', que corresponde ao dia da mobilização nacional da vacinação contra a gripe comum. Na ação a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) colocará dois quiosques nos shoppings Rio Mar e no Jardins.

Desde o dia 25 de abril até 13 de maio, todas as 43 Unidades de Saúde da Família (USF), estarão participando da 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, realizada pelo Ministério da Saúde. A ação deste ano abrange além dos idosos (com idade acima de 60 anos), crianças (maiores de seis meses e menores de dois anos), gestantes, profissionais da área de saúde e índios, que também serão imunizados. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
29/04
11:24

Valadares faz projeto para amparar pequenos partidos

Com a opção da Comissão Especial de Reforma Política do Senado, pelo fim das coligações nas eleições proporcionais, os partidos menores poderão sair prejudicados, em função da cláusula de barreira e o quociente eleitoral elevado. E foi baseado nessa premissa, que o senador Antonio Carlos Valadares, líder do PSB no Senado, apresentou hoje projeto de lei que objetiva resolver o problema, com os partidos pequenos e médios agrupando-se em federações.

 

   O projeto acresce à Lei 9.096/95 - dispõe sobre os partidos políticos e regulamenta artigos da Constituição Federal - artigo que possibilita a dois ou mais partidos reunirem-se em federação, que após sua constituição e respectivo registro perante o Tribunal Superior Eleitora (TSE), atuará como se fosse uma única agremiação partidária.

 

    As federações de partidos, segundo Valadares, corrigiriam as distorções hoje existentes nas coligações, ao mesmo tempo em que garantiriam a continuidade das pequenas legendas, mantendo-se o pluripartidarismo previsto na Carta Magna.  (Da assessoria)



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