22/08
05:42

SERGIPE - Capitania dos Portos terá ação Social em Maruim

A Capitania dos Portos de Sergipe vai realizar uma ação cívico social no Povoado Guiomar Dias, no município de Maruim no dia 10 de setembro.  “Fizemos um curso com a comunidade pesqueira da região e estamos finalizando essa  atividade com essa ação, pegando o gancho da Semana da Pátria”, declarou o comandante da  Capitania dos Portos de Sergipe, Eron Gantois. Segundo ele, a ação vai levar à comunidade  do povoado serviços da área da Saúde, como higiene bucal, aferição de pressão, palestras, etc. “Será como o ‘Ação Global’”, frisou. A iniciativa da Marinha conta com o apoio da  Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SESI e Energisa. “A Energisa, por exemplo, vai realizar a troca das lâmpadas incandescentes pelas eletrônicas, que consomem menos  energia elétrica”, destacou. A ação cívico social da Marinha também vai promover  melhorias em escolas públicas da comunidade.


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Por Eugênio Nascimento
21/08
15:54

Pensando a sergipanidade

 José Maria de Oliveira Silva (*)

 

            Disse o Mestre Bispo do Rosário a seu discípulo: “Vá buscar meu leque feito de chifre de rinoceronte”.

O discípulo: “Desculpe-me, Mestre, está quebrado”.

O Mestre: “Muito bem, traga-me, então, o rinoceronte”.

 

Seria a idéia de sergipanidade um mito? Algumas perguntas demandam explicações. Como emerge o conceito? Como ocorre sua (re) criação a partir dos vários momentos históricos significativos? Existe realmente uma entidade (no sentido de conceito, ideologia, representação) chamada sergipanidade? O que era ou é a sergipanidade para os românticos, focloristas, poetas, historiadores, políticos, religiosos, empresários, trabalhadores, intelectuais e homens de imprensa?

Ela é um reflexo do mundo econômico e político ou é um “conceito” atemporal que na prática, muitas vezes, resulta impossível de descrever sua natureza? Um primeiro aporte para o conhecimento da cultura local é construído a partir da análise das práticas e representações. Se,  por um lado, a idéia de uma essência do viés cultural ou pureza como  pensam os folcloristas é falsa, também a simples correlação com a materialidade e dependência do econômico se mostra improcedente. O ideal no conceito de sergipanidade é utilizar novos paradigmas para além das teorias marxistas ou que influenciaram o pensamento e a obra de Foucault, Bourdieu e muitos outros para fundamentar os temas, as representações, as práticas sociais (ver, por exemplo, os autores que compõem o “terceiro sopro” da cultura).

Vejamos, entretanto, quais eram as preocupações dos folcloristas. A magnífica contribuição folclórica romeriana sobre Sergipe relativo aos cânticos, poemas, linguagem e outras manifestações colocam em tela uma relação complexa como a busca de identidade das qualidades psicológicas das várias raças formadoras do caráter nacional, impulsionado pelo desejo de estabelecer parâmetros para o conhecimento do homem sergipano e brasileiro.  O ponto de partida é o nacional popular. Há por trás desse extenso levantamento romântico sobre o saber popular o resgate das tradições indígenas e escravas, moradores na maioria nas zonas rurais ou no sertão. Essas experiências e memórias transmitidas oralmente pelo saber popular tiveram uma influência no modo de ser do homem local. O saber livresco mesmo estudando os elementos centrais da cultura local, regional e mesmo nacional tem dificuldade em captá-los em sua plenitude e em sua riqueza, pois, na sua essência toda cultura vêm do som, do sabor, da palavra, do cheiro existente. Nesse sentido, não há dúvida que a idéia de sergipanidade só pode ser construída mediante o estudo  e resgate da diversidade ao longo do tempo.

 Na modernidade os elementos citadinos preponderam sobre os aspectos rurais na formação social. Considerando o aspecto da materialidade, a construção dos templos, o plantio de árvores nas avenidas, os casarões, o embelezamento das cidades, os teatros, os shoppings, etc trouxeram conseqüências benéficas para o “aggiornamento” da população.  Toda essa criação ou mudança vem sendo descrita com novo vocabulário ( “gentrification” , por exemplo) quando ocorre a conexão do global e do local.

Um dos primeiros passos no processo de construção cultural e resgate das coisas sergipanas emergem com a discussão sobre a territorialidade. O que era Sergipe? Como se inicia a consciência territorial e política e como ela se propaga? A atenção para esse todo, permeado de conflitos, momentos importantes da história, da geografia e da política é a envoltura que condicionará todo aquele processo. O apego ao território ao longo da história como parte de uma comunidade imaginária significava no passado que o local constitui um espaço de identificação, muito mais que simples identidade.  Quase sempre se manifestava como oposição ao globalismo, orgulho, apego, paixão pura e simples ao modus vivendi. Hoje os conflitos sociais suavizaram os seus impactos ocorrendo relações amistosas no âmbito da globalização, entre o elemento nacional e global. Nada existe que não passe pelas suas estruturas. “Tudo o que é sólido desmancha-se no ar”” (Marx). E assim um grande número de coisas relativas a cultura, a moral, as leis, aos ritos, as crenças religiosas, aos cultos afro-brasileiros são consideradas excêntricas ou como sobrevivências do passado. Por isso, muitas vezes, os textos produzem imagens que no tempo e no espaço manifestam uma unidade sem forma, sem sabor ou textura ao descreverem o território, o formato das religiões, as mansões e senzalas das zonas açucareiras que respiravam poder, crueldade, pecados e virtudes. Não valorizam a diversidade social, o multicultural, os diferentes interesses na construção do processo cultural e social e em todo saber e experiências que vem de baixo e que de fato constituem as raízes do local e do nacional.

Um último aspecto para a valorização da sergipanidade, do resgate de suas raízes  e mesmo do conhecimento da arte Zen de Bispo do Rosário está no processo educacional. O envolvimento da educação com a memória e a tradição de Sergipe é condição sine qua non para retomarem muitos dos caminhos que ficaram perdidos ou adormecidos e que dão suporte às conquistas e experiências culturais. A base, portanto, para a construção da sergipanidade não é algo abstrata.

                                                                                 

(*) Professor aposentado da UFS. Doutor em História Social pela USP e pós-doutor pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais,  Paris, França

 



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Por Eugênio Nascimento
21/08
14:01

Enfim, a licitação do transporte coletivo de Aracaju

Eugênio Nascimento



O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B), reúne a imprensa nesta segunda-feira,  22, às 9h, no Centro Administrativo, para anunciar a licitação do transporte coletivo.
Vai adotar uma iniciativa que nenhum outro administrador municipal da cidade teve coragem  de fazer nos últimos 25 anos ou mais. Eles sempre optaram em estimular as empresas a se
subdividirem e iludir o povo com a ideia de que a capital vinha sendo contemplada por  grande quantidade de empresas do setor de transporte.


Ao lado do lixo e da construção civil, o transporte coletivo é conhecido por ser um dos  tripés que mandam nas administrações  públicas municipais, principalmente nas capitais,  onde tem fama de também grande financiador de campanha eleitorais e doador de gordas  ajudas para quem lhes ajuda. Talvez por isso, o segmento transporte coletivo tornou-se algo imexível em Aracaju e os poucos movimentos que aconteceram foram iniciativas dos  próprios empresários


Ao longo de sua história, a Aracaju que teve a mobilidade de sua população unicamente a  pé e depois a  cavalo, carroça, Kombi e só mais adiante, nos anos 60, de marinete (os
ônibus de hoje) é uma cidade infeliz no uso do transporte coletivo. Durante anos e mais  anos, a cidade foi explorada única e exclusivamente por duas empresas, a Bomfim e Fátima,
que depois se subdividiram e geraram esse amontoado que aí está prestando serviços de má  qualidade, com tarifa cara e ônibus que quebram com frequência e deixam os passageiros
abandonados debaixo de chuva e de sol nas ruas da capital.


É louvável a iniciativa do prefeito Edvaldo Nogueira, a quem foi muito cobrada a  realização de uma licitação geral. A cobrança foi feita também aos seus antecessores, que  não tiveram coragem e optaram pelo “jeitinho” de iludir a população apostando na  colocação de várias marcas empresariais nas ruas de Aracaju sem gerar uma concorrência  decente, com opções variadas para os bairros da capital, normalmente mal servidos.  Espera-se que a licitação seja honesta e justa e que vençam os melhores e mais  interessados em prestar serviços bons e baratos ao povo. Mas será que essa licitação sai  mesmo?

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Por Eugênio Nascimento
21/08
13:50

A mídia aposta numa cisão Dilma/Lula

Eugênio Nascimento
 
Que a mídia brasileira nunca gostou do ex-sindicalista e ex-presidente da República Luiz  Inácio Lula da Silva todo mundo já sabia. O que ninguém sabia é que a mesma mídia nutre uma grande paixão pela presidente Dilma Rousseff, primeira mulher presidente do Brasil e  levada ao Palácio do Planalto por seu amigo Lula. As comparações são insistentes, cansativas, mas não conseguem afastar um do outro e levam até a população a suspeitar do  comportamento da imprensa.


 A chamada “faxina” que Dilma realizou em menos de oito meses de mandato – tirou dos  cargos quatro ministros de currículo duvidoso ou ações suspeitas, isso para amenizar – elevou o conceito da presidente junto a classe média, que já a nomeou como uma espécie  “caça corruptos”, o que fica próximo do “caçador de marajás” Collor de Melo, quando governador de Alagoas. Dilma corta de sua própria carne (membros de sua equipe) para  mostrar disposição em fazer um governo sério, honesto, realizador. Coisa que Lula, para a imprensa, não fez. Os ministros ruins da Dilma são de Lula e os bons são fruto da  integridade da presidente. Lula virou o lobo mau.


Mas, nos bastidores, sabe-se que a mídia e os opositores do governo trabalham no sentido de fortalecer a presidente Dilma. Querem tê-la forte para disputar um segundo mandato e fazer com que o povo esqueça o presidente Luiz Inácio Lula. Mas, tanto Lula quanto Dilma  já perceberam isso, fortaleceram os contatos (falam-se quase que diariamente) e os dois  saíram para as ruas. Lula, pregando a democracia, o fortalecimento de Dilma, e se  fortalecendo para 2014 ou 2018. Dilma anunciando projetos populares e de fortalecimento da economia para enfrentar a crise internacional.


A mídia aposta no rompimento entre eles. O PSDB mostra-se simpático a Dilma, que não tem  motivos para ser inimiga de tucanos, uma espécie de ave de arribação que está doidinha
para migrar para a base governista. Tudo para isolar Lula, fortalecer Dilma e depois  tentar derrotá-la. Tentam jogar Dilma contra Lula insistentemente e já não observam que  eles percebem tudo, embora joguem abertamente na tese ou profecia do ex-ministro da Casa  Civil, José Dirceu, que declarou abertamente ainda quando estava no governo Lula, que o  projeto do PT e sua base aliada terá uma duração de mais de 20 anos e até agora só foram cumpridos oito anos (de Lula) e oito meses (de Dilma).


À oposição vai restar somente pregar a alternância do poder como princípio básico da  democracia, tentar provocar atritos e esperar que o povo enjoe do PT no poder, coisa difícil de acontecer logo, pois os benefícios dos governantes são direcionados para todos  os segmentos, sendo a maioria direcionados para os pobres, a maioria da população brasileira, que anda comendo uma boa fatia do bolo do desenvolvimento.


Política
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Por Eugênio Nascimento
21/08
11:41

Piranema e a produção de petróleo de Sergipe (2)

Por Ricardo Lacerda

Os royalties da exploração de petróleo e gás geram um adicional de receita para União, Estados e Municípios que ajuda a viabilizar projetos importantes para o desenvolvimento regional. Há, todavia, certo fetiche em relação tais recursos, predominando a percepção de que constituiriam uma das principais fontes de receita para muitos estados e municípios.

Isso não corresponde exatamente à verdade, por conta do montante gerado atualmente e do grau de concentração de tais recursos em poucos Estados.

Em 2010, as participações governamentais da exploração de petróleo e gás natural, que incluem os royalties e as participações especiais além de outros componentes de menor peso, atingiram R$ 21,6 bilhões. Os Estados e Municípios, em conjunto, receberam R$ 12,2 bilhões.

As participações governamentais na exploração de petróleo e gás vão ganhar peso no total das receitas públicas, devendo duplicar até o final da atual década, podendo até triplicar com a plena exploração das reservas do pré-sal. Para efeito de comparação, a principal fonte de receita dos Estados e Municípios menos desenvolvidos são o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Fundo de Participação (FPM), que alcançaram em conjunto R$ 82 bilhões em 2010. Para o Governo do Estado de Sergipe, a receita de royalties de 2010 representou o equivalente a 7% dos recursos oriundos do FPE.

Receita
Depois do pico alcançado em 2008, quando somou R$ 154 milhões, em razão da entrada da produção de Piranema e dos elevados preços médios do barril no mercado internacional, a receita de royalties do Governo de Sergipe despencou, em 2009, para R$ 96,4 milhões, corrigidos pelo IPCA do período, recuo real de 38%, em decorrência da queda do preço motivada pela crise financeira internacional e pelos problemas operacionais enfrentados.

Em 2010, com a recuperação parcial do volume da produção e da cotação do produto, os royalties auferidos pelo Estado de Sergipe somaram R$ 106,4 milhões, 13% a mais do que em 2009, mas ainda 29% abaixo do resultado de 2008, a preços de dezembro de 2010 (ver Gráfico 1).

2011
Os royalties de Sergipe vêm se recuperando nos últimos quatro meses, beneficiando o Estado e os Municípios produtores.

O Gráfico 2, a seguir, mostra como as receitas mensais de royalties do Governo de Sergipe se mantiveram rebaixadas ao longo de 2009 e 2010. Em 2011, verificou-se uma intensa oscilação, em grande parte resultante dos problemas operacionais no campo de Piranema. A partir de maio, todavia, a receitas mensais de royalties do Governo do Estado retornaram ao patamar de R$ 11 milhões.



Preço de referência
Nos últimos meses, a recuperação das receitas de royalties contou com um importante fator; além da retomada da produção, a elevação do preço de referência. O gráfico 3, a seguir, apresenta o preço de referência do m3 de petróleo para pagamento de royalties do campo de Piranema. Desde o início de 2011, o preço de referência ultrapassou mil reais por m3, o que não se verificava desde outubro de 2008.

O gráfico 3 apresenta também os royalties mensais gerados por aquele campo de exploração, alertando que, como os royalties são pagos sobre a produção de dois meses atrás, deslocamos para frente o preço de referência em dois meses para que ele corresponda ao royalties pagos com esse valor.

A combinação do forte incremento da produção de Piranema no mês de maio com a elevação do seu preço de referência fez com que a receita de royalties daquele campo pulasse de R$ 1,88 milhão, em junho, para R$ 5,67 milhões em julho.




Para concluir, os artigos da semana passada e o presente apontam para a recuperação da produção do petróleo e das receitas de sua exploração em Sergipe, favorecendo o Estado e os Municípios produtores, notadamente aqueles que recebem royalties de Piranema. Os abalos na economia mundial, todavia, vêm mexendo com preço do barril, o que poderá arrefecer os ganhos com a recuperação do nível de atividade.



*Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.

Artigos anteriores estão postados em
http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/
 
 


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Por Eugênio Nascimento
21/08
09:44

SERGIPE - Cohidro inicia recuperação de áreas degradadas nos perímetros irrigados

O Governo do Estado, através da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), inicia o processo de recuperação de reservas de proteção ambiental que sofreram intervenção do homem durante quase três décadas. Nos perímetros irrigados administrados pela companhia, o entorno das bacias hidráulicas foi sendo ocupado de forma indevida ao longo de 28 anos, uma vez que os marcos que identificam essas áreas foram retirados com o passar do tempo.

Esta ação terá início no perímetro irrigado Jacarecica I, em Itabaiana. Lá serão construídos 23 km de cerca e cerca- viva no entorno da bacia hidráulica para delimitar a área de preservação ambiental de responsabilidade da Cohidro. Todo o material como estacas, arames, grampos e sementes de Sabiá (Sansão do Campo - planta de rápido crescimento) já foram adquiridos. A licitação para a contratação da empresa realizadora do serviço está em andamento.

"A cerca-viva feita com Sabiá é uma barreira ideal contra os invasores, uma vez que possui espinhos semelhantes aos das roseiras e bastante resistência. Ela será usada para delimitar todo o entorno da bacia hidráulica, que é uma Área de Preservação Permanente (APP)", explica a gerente geral dos Perímetros Irrigados, Maria Lúcia Ferraz.

Ainda segundo a gerente, todas as pessoas que ocupam a área já foram notificadas sobre as mudanças. "Foi feito um cadastramento com os residentes do entorno da bacia e solicitado a eles que recuem seus terrenos aos limites originais, pois será levantada a cerca. Esse acordo foi firmado entre a Cohidro e os ocupantes da área, com a participação da Semarh/Adema", afirma Maria Lúcia, informando que foram registradas aproximadamente 50 ocupações no local. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
21/08
02:48

Internautas não querem mais Mano Menezes

A maioria dos internautas do blog Primeira Mão não quer que o técnico Mano Menezes continue no comando da seleção brasileira.

Dos 1446 votantes, 732 optaram pela resposta NÃO e 714 por SIM.




Variedades
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Por Kleber Santos
20/08
18:04

Indicações da CMA permitem que reivindicações dos cidadãos sejam atendidas

Fazer ouvir as reivindicações das comunidades e buscar atendê-las junto aos órgãos competentes. Esse é propósito das indicações apresentadas pelos vereadores à Câmara Municipal de Aracaju (CMA) e, quando aprovados, encaminhadas àqueles responsáveis pelo objeto da solicitação. Nas pautas de votação dos últimos dias 17 e 18, os parlamentares colocaram em votação 40 indicações, sendo todas aprovadas.

As solicitações vão desde a recuperação de ruas pavimentadas até a implantação de equipamentos que visam a segurança do trânsito, a exemplo de placas sinalizadoras e redutores de velocidade. Em algumas das suas indicações, o vereador Robson Viana (PT) solicita ao superintendente da SMTT, Antônio Samarone, a colocação dos populares quebra-molas nos bairros Cirurgia e Aeroporto.

Já o parlamentar Ivaldo José, na indicação 223/2011, pede ao prefeito Edvaldo Nogueira e ao presidente da Funcaju, Valdoilson Leite, a implementação do bairro Industrial na roteirização turística de Aracaju no Conselho de Turismo. Ainda na área do turismo, Ivaldo solicita ao chefe di Executivo a criação de um posto de apoio ao turista no Centro de Artesanato Chica Chaves, localizado no bairro Industrial.

Na área de limpeza pública, o parlamentar Valdir Santos (PTdoB) solicita à Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) a implantação de uma caixa coletora no bairro Palestina e também  a limpeza do canal 4, localizado no conjunto Augusto Franco.

Importância

As indicações dos vereadores são uma maneira de intermediar os interesses da sociedade e os trabalhos da administração pública, possibilitando que os órgãos competentes tenham conhecimento das necessidades dos cidadãos e busquem solucioná-las.   (Da assessoria)


Política
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Por Eugênio Nascimento
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