29/05
20:22

JOSUÉ MODESTO ESCREVE - UFS 44 anos

Josué Modesto dos Passos Subrinho
Professor do Departamento de Economia e reitor da UFS



Em 15 de maio do ano em curso, a Universidade Federal de Sergipe completou quarenta e quatro anos de efetivo funcionamento, sendo herdeira das pioneiras faculdades estaduais de Economia e Química, que datam da década de 1950, o que não nos autoriza a reivindicar uma senioridade que não temos. Como dizia Cícero, cada idade tem suas vantagens e devem ser adequadamente desfrutadas, uma das desvantagens da juventude é, por vezes, querer apresentar uma idade que não possui.

Os aniversários das pessoas e das instituições são momentos propícios para balanços de suas realizações, avaliações de seus desafios e identificação de seu potencial.

Expansão e interiorização constituíram-se nos eixos norteadores da atual gestão da Universidade Federal de Sergipe, com vistas a promover a inclusão social e o acesso ao ensino superior público e de qualidade.

Para tanto, a UFS nos últimos anos, criou mais três Campi nos municípios de Itabaiana, Laranjeiras e Lagarto e implantou um sistema de Educação à Distância, através do projeto Universidade Aberta do Brasil, com quatorze polos estrategicamente instalados. Em 2011 foram ofertadas 5.260 vagas para o ensino de graduação presencial e 2.900 vagas para o ensino semipresencial, num total de 8.160 vagas.

Essas ações têm sido apoiadas
pelas políticas públicas do Governo Federal que, através do Programa de Apoio a Reestruturação das Universidades Federais- REUNI, em especial, vem investindo na melhoria das condições de ensino de suas Instituições Federais de Ensino Superior – IFES.

É notória a ampliação da capacidade de oferta de vagas do conjunto das IFES, entretanto é com orgulho que registramos que no período 2005-2009, justamente o de maior dinamismo na implantação do citado Programa REUNI, a Universidade Federal de Sergipe registrou uma performance superior à média do sistema, visto que ampliou a oferta de vagas em cursos de graduação presencial em 68,4%, enquanto o conjunto das IFES teve um crescimento de 58,9%. Certamente tal desempenho contribuiu para manter o Estado de Sergipe entre os membros da Federação com maior proporção de vagas públicas federais no ensino superior ofertadas por habitante.

Em 2011 a UFS totalizou 29.135 alunos matriculados em cursos de graduação, dos quais 22.637 em cursos presenciais e 6.498 em cursos semipresenciais. Quanto à pós-graduação stritcto sensu atingimos 1.399 alunos, dos quais 1.093 no mestrado e 306 no doutorado, distribuídos em 8 cursos de doutorado e 32 cursos de mestrado. Ou seja, ultrapassamos o limiar de 30.000 alunos matriculados no ensino superior, marca que nos colocou no patamar das grandes universidades federais.

Dos recursos aportados em 2011, na ordem de 399 milhões de reais, 47 milhões destinaram-se aos investimentos, que permitiu a ampliação de instalações físicas, novas construções, reformas de prédios existentes, bem como a aquisição de equipamentos e material bibliográfico para assegurar a consolidação do programa de desenvolvimento em curso.

No que diz respeito à pesquisa, os números apontam para a estruturação de campos de pesquisa que vêm ganhando renome nacional e internacional e construindo um sistema de ensino que possibilita a continuidade dos estudos através de cursos de pós-graduação, em especial os de mestrado e de doutorado. Em comparação com os oito cursos de mestrado e um de doutorado disponíveis em 2004, a UFS ofereceu, em 2011, 32 cursos de mestrado e 8 de doutorado. Outra forma de aferir a qualidade da pesquisa realizada entre nós é atentarmos para a concessão de bolsas de produtividade em pesquisa e de produtividade em desenvolvimento tecnológico, concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq), aos mais importantes pesquisadores nacionais. Em 2004 apenas 6 professores da UFS tinham uma dessas bolsas, em 2010 o número chegou a 57 e, finalmente, em 2011, a 65 bolsas concedidas aos nossos mais promissores pesquisadores.

Em 2011 vários fatos contribuíram para a construção da imagem da Universidade Federal de Sergipe como centro de excelência em ensino, pesquisa e atividades de extensão. Devemos enumerar algumas: as excelentes avaliações de vários de nossos cursos de graduação, tanto no exame nacional de cursos (ENADE) com notas máximas e destaques nacionais obtidos pelos cursos de Medicina, Nutrição e Zootecnia, as notas máximas obtidas em processos de credenciamento ou recredenciamento dos cursos de Geografia e Arqueologia, a reafirmação do curso de Direito como o melhor, em termos nacionais, medido pelo desempenho dos egressos n o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil e, finalmente, a menção da UFS entre as melhores universidades da América Latina no Web World Universities e QS University Ranking.

O ano de 2011 ficou indelevelmente marcado na história da UFS com o início das atividades do Campus Universitário Prof. Antonio Garcia Filho, na cidade de Lagarto, em suas instalações provisórias, no Colégio Estadual Abelardo Romero. Inicialmente foram ofertados os cursos de Enfermagem, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Farmácia e Nutrição. Neste ano obtivemos autorização para oferta dos cursos de Medicina e Odontologia que completam o projeto inicial de implantação do Campus. Paralelamente foram acelerados os processos de contratação das obras para a sede definitiva do citado Campus.

As políticas de apoio ao estudante fortalecem-se através de programas de assistência, especialmente o Programa de Residência Universitária. Além disso, outras bolsas como alimentação, trabalho e extensão possibilitam que os estudantes carentes obtenham condições de concluir seus cursos. Em 2011 um inovador programa de Inclusão à Iniciação Científica (PIIC) concedeu 800 bolsas, ampliando fortemente tanto o número de estudantes beneficiados quanto o de professores orientadores aliando assistência estudantil com estimulo ao desempenho acadêmico. Em 2011 foi aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão a adesão da Universidade Federal de Sergipe ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como forma de acesso às vagas ofertadas em nossos cursos de graduação presencial em substituição ao Processo Seletivo Seriado conduzido pela UFS, sem prejuízo de nossa Política de Ações Afirmativas.

A modernização da gestão da UFS tornou-se fundamental para garantir a consecução dos objetivos propostos. A UFS vem investindo na otimização de suas rotinas e na implantação, em colaboração com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, de um sistema informatizado integrado que permita agilidade no tratamento das questões administrativas e acadêmicas. A primeira etapa foi vencida com a implantação do módulo SIGRH dedicado aos processos relacionados à gestão de recursos humanos, seguem-se as implantações dos módulos acadêmicos e de Administração. No momento, a discussão e votação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão de novas normas acadêmicas atinentes aos cursos de graduação é uma etapa importante para a implantação do módulo do sistema que diz respeito aos cursos de graduação. Os resultados esperados com a implantação completa deste sistema de informação gerencial são: otimização de recursos, acesso à informação e transparência e, finalmente, melhoria da qualidade do modelo de gestão pública universitária.

Quanto ao Hospital Universitário, o fato mais relevante, em termos nacionais, foi a aprovação pelo Congresso Nacional da criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) com expectativa de sanar o grave problema crônico de gestão de uma estrutura necessariamente dinâmica, tendo em vista a urgência e gravidade das questões relacionadas à assistência à saúde associada à formação e aprimoramento de pessoal, bem como ao desenvolvimento da pesquisa, em boa parte sediada nos hospitais de ensino. Constatou-se por anos a fio que tal complexidade não se amolda aos ritos legais e normativos vigentes na administração pública geral e universitária. O novo marco legal é um desafio imenso para as universidades federais e para os seus hospitais de ensino.

Enfim, os resultados obtidos em 2011 foram bastante significativos, endossam as estratégias adotadas e pautam novas tomadas de decisões a serem realizadas nos anos vindouros para que a UFS continue sendo uma instituição que exerce papel central na sociedade sergipana. Especialmente precisamos ficar atentos à conclusão prevista para o ano em curso do Ciclo de Investimentos do Programa REUNI e ao possível anúncio pelo Governo Federal de novos programas de investimentos para as universidades federais.

Foto: Wellington Barreto



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Por Eugênio Nascimento
29/05
19:58

Bacharéis em direito e o Instituto Histórico

 

Afonso Nascimento 
Advogado e professor do Departamento de Direito da UFS


Em 2012, o Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe completa o seu primeiro centenário. A sua história se confunde - não integralmente - com a história intelectual sergipana. À semelhança da Academia de Letras, o Instituto Histórico tem preenchido a função de reconhecimento ou consagração dos intelectuais locais (através dos rituais de ingresso e de posse, de sua revista, de suas cerimônias, reuniões, eventos, etc.), mas cobrindo uma área não literária como a outra instituição mencionada. Este é, por exemplo, o caso das ciências humanas.

Da mesma forma que o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) fundado em 1838 para ajudar na construção do Estado Nacional, o IHGSE veio para contribuir para a construção do Estado federado de Sergipe. Isso tem a ver com o fato de que, quando se busca a fundação de um Estado, a primeira coisa que se faz - depois de imposta a nova ordem, claro - é recontar o seu passado (no caso do Brasil e de Sergipe, uma passado colonial e não feudal como na Europa), bem como cuidar do estabelecimento das fronteiras do novo Estado.

Na Europa, esse processo de construção de Estados nacionais levou à emergência de duas novas disciplinas, a saber, a História e a Geografia. O mesmo ocorreu no Brasil e em Sergipe, embora informal e tardiamente. Com o passar do tempo até hoje, agora falando estritamente sobre Sergipe, o Instituto poderia ter deixado cair o "gê" de Geografia, posto que, passado o primeiro momento de disputa de fronteiras com a Bahia, o interesse por essa disciplina foi se afastando do IHGSE e, mesmo com a criação de um curso de Geografia na UFS, os geógrafos não têm mostrado muito interesse pelo espaço de consagração da "casa de Sergipe". Eles têm uma pós-graduação entre mais velhas da UFS e têm buscado o seu reconhecimento acadêmico alhures.



No processo de construção do Estado em Sergipe, os bacharéis em Direito foram as elites mais importantes tanto do ponto de vista da ação como do ponto de vista das ideias. Em primeiro lugar porque, bem ou mal, darão continuidade ao aparato judicial local herdado do período colonial. Em segundo lugar, como provinham das classes proprietárias, os bacharéis tomarão o controle político da máquina estatal - embora tendo que dividi-lo aqui e acolá com médicos e militares. Por último, formavam as elites intelectuais em maior número existentes formadas em Coimbra, Recife, São Paulo, Salvador e mais tarde Aracaju. Esse é um padrão que se repetiu, com poucas variações, em todos os estados brasileiros. Encurtando essa conversa, os bacharéis em Direito formarão o núcleo inicial constitutivo mais forte da elite intelectual sergipana.

Tem sido constante a presença de bacharéis em Direito no Instituto Histórico de 1912 a 2012. Não foram poucos aqueles que ocuparam funções administrativas como presidentes, oradores, tesoureiros, secretários, etc. Muitos lá entraram nem tanto por méritos intelectuais, mas por razões políticas e em busca de uma consagração imerecida. Para dar-se conta disso, é suficiente folhear os números da revista do Instituto Histórico para perceber que muitos bacharéis em Direito têm ali seus nomes mencionados entre os quadros diretivos por conta de posições de poder que detinham fora da primeira academia sergipana. Mas muitos por lá passaram e lá estão por sua contribuição às ciências humanas sergipanas. Mesmo sabendo poder estar omitindo muitos nomes, mencionarei alguns deles: José Calazans, Prado Sampaio, João Dantas Martins dos Reis, Manoel Cabral Machado, Armindo Guaraná, José Amado Nascimento, José Bonifácio Fortes, José Silvério Leite Fontes, Antônio Manuel de Carvalho Neto, entre outros.

Da pequena lista acima, pode-se concluir que nela estão alguns nomes importantes para as ciências humanas sergipanas. Embora irrelevantes para as ciências humanas nacionais diferentemente dos intelectuais sergipanos expatriados (Sílvio Romero, João Ribeiro, etc.), esses bacharéis autodidatas, generalistas e polígrafos não podem ficar fora de qualquer história intelectual de Sergipe. Todavia, a coisa curiosa em todos eles é que eles foram importantes e relevantes, não na sua área de especialização, o Direito, mas na História, na Filosofia, na Ciência Política, na Antropologia, etc.

Com efeito, de uma forma ou de outra, como "precursores" ou "pioneiros" foram relevantes para constituição das ciências humanas em Sergipe, entre outros, os seguintes bacharéis em Direito: José Calazans (História), José Silvério Leite Fontes (História, Filosofia), José Bonifácio Fortes (Ciência Politica) Armindo Guaraná ( Memórias ou Biografias), Joaquim do Prado Sampaio Leite (História, Geografia), Manoel Cabral Machado ( Sociologia), etc. Entretanto, com a emergência e a consolidação da educação superior em Sergipe, os bacharéis em Direito perderam espaço para os especialistas nas ciências humanas e o Instituto Histórico perdeu a sua centralidade como lugar de reconhecimento intelectual. A exceção talvez seja em relação aos historiadores sergipanos que há tempos controlam a instituição e travam disputas pela ocupação dos seus espaços. Embora comporte intelectuais de muitas áreas, a antiga "casa de Sergipe" está em boas mãos.



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Por Eugênio Nascimento
29/05
14:34

Mesa de negociação sobre o PCCV poderá terminar em mobilização

Será realizado hoje (29), às 15 horas, a mesa de negociação entre os sindicatos da Saúde e a Secretaria Estadual da Saúde (SES), no auditório do Hemose. Na ocasião, a SES deverá apresentar a contraproposta em relação ao Plano de Cargos Carreira e Vencimentos (PCCV), que vem mobilizando a área. Até o momento nenhuma proposta significativa em favor dos servidores foi apresentada pelo Estado.

Por conta, da mudança no secretariado, o Sintasa vê com cautela a reunião de hoje. Caso, a SES não apresente nenhuma proposta em detrimento da mudança na pasta, haverá uma mobilização da categoria no evento.

Curso 
Está sendo realizado, desde às 13 horas e vai até às 16 horas, o curso de Primeiros Socorros, realizado pelo Sintasa, no no auditório da Escola Técnica do SUS (ETSUS).

Da Assessoria do Sintasa


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Por Kleber Santos
29/05
14:32

Palmeiras: Marcos marca jogo de despedida para dia 12 de dezembro

O ex-goleiro Marcos confirmou que a sua partida de despedida pelo Palmeiras acontecerá no dia 12 de dezembro. Ainda não estão definidos o adversário e os atletas convidados para o duelo, mas a data foi escolhida a dedo, já que o ídolo palmeirense utilizou a camisa número 12 durante a maior parte da sua carreira profissional.
 


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Por Kleber Santos
29/05
14:18

Jiu-Jitsu: Sergipano Wancler compete em Mundial nesta quinta

O lutador sergipano de Jiu-Jitsu, Wancler Oliveira, já chegou na Califórnia (EUA), onde competirá no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu, a partir desta quinta-feira (31), no California State University, Long Beach.

"Estou pronto para representar muito bem Sergipe nesse Mundial de jiu-jitsu”, postou o lutador no seu facebook.




Esportes
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Por Kleber Santos
29/05
14:08

Fundação Cartier adquire escultura do sergipano Véio

Em recente visita a Paris, na França, o artesão sergipano Cícero Alves dos Santos, mais conhecido como “Véio”, vendeu uma de suas esculturas para o presidente da Fundação Cartier, Hervè Chandes, que elogiou muito os trabalhos que lhe foram expostos. Dele foi destacado pela imprensa nacional brasileira e no segmento cultural da França.

Satisfeito,. Véio disse que no Sul e Sudeste do Brasil vende bem as suas peças a preços que chegam a R$ 5 mil. Em Sergipe, ele tem dificuldade para vender por R$ 500. O artesão explica: Mas, não é porque o povo não gosta, é que não tem dinheiro para isso. Aqui não se investe em arte.

Em entrevista ao Jornal da Cidade, Veio diz: fui escolhido para representar Sergipe no lançamento de um livro que reúne obras minhas e de mais nove artistas brasileiros. No mesmo evento foi organizada uma exposição com as minhas peças que está em cartaz até o final desse mês. Inclusive, essa mesma exposição foi apresentada também na galeria Estação, em São Paulo.

(Com dados publicados pelo JCidade)



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
29/05
13:25

Compensação de royalties para Sergipe foi recorde no mês de maio

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da ANP, indicou que a compensação de royalties ao estado, devido à extração de petróleo e gás, foi a segunda maior já registrada no estado, de acordo com a série histórica que tem início em 1999, além de marcar recorde também para meses de maio. O pagamento dos royalties efetuados neste mês, referente à extração de março deste ano, chegou a R$ 13,9 milhões, assinalando alta de 22,4% em relação à remuneração de maio de 2011. Sobre o mês anterior (abril/2012), a expansão ficou em 15,8%. De janeiro a maio deste ano, o pagamento dos royalties atingiu R$ 63,7 milhões, registrando avanço de 28,9% em relação aos cinco primeiros meses de 2011.
Royalties dos municípios
O município de Carmopólis, maior polo de extração de petróleo e gás do estado, recebeu, no mês analisado, R$ 3,4 milhões em royalties, enquanto Aracaju auferiu R$ 2,8 milhões. Já o município de Japaratuba foi compensado com R$ 1,3 milhões. Para Divina Pastora, Itaporanga D'ajuda e Estância destinaram-se R$ 564 mil, R$ 458 mil e R$ 404,9 mil, respectivamente. (Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
29/05
12:56

'Juntos num só ritmo' é o slogan da Copa-14 registrado pela Fifa

A Fifa já registrou o slogan da Copa do Mundo de 2014: "Juntos num só ritmo". A entidade pretende atrair turistas ao Brasil unindo futebol e música. A informação está reportagem de Marcel Rizzo, publicada nesta terça-feira, na Folha de S.Paulo.

O slogan, que deve ser anunciado oficialmente até o final do ano, já está registrado nos departamentos responsáveis pelo gerenciamento de marcas em três continentes.

Também foram criadas versões em inglês, espanhol, francês e alemão. Nesses casos, a tradução é um pouco diferente do original: "Todos no mesmo ritmo".
 


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Por Kleber Santos
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