12/11
19:32

Bandidos invadem Parque dos Falcões

Sobre a invasão no Parque dos Falcões, a polícia informa que assim que foi acionada, no final da manhã deste domingo (12), três equipes: do 3o Batalhão da PM, Força Tática de Itabaiana e da cidade de Areia Branca foram ao local e iniciaram as buscas.

Possivelmente, seis homens invadiram o local, pouco depois de uma visita feita por turistas. Funcionários do parque foram rendidos e toda a renda subtraída. Os policiais fizeram rondas nos povoados próximos em busca dos bandidos. 

O caso foi relatada para a Delegacia Regional de Itabaiana e um inquérito será instaurado a fim de apurar o roubo. A Secretaria de Segurança Pública tomará todas as medidas necessárias para identificar punir os autores. Qualquer informação pode ser repassada pelo Disque Denúncia 181.

Fonte: SSP


Variedades
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Por Kleber Santos
12/11
12:00

A questão do emprego e a reforma trabalhista


Presidente do TST Ives Gandra da Silva Martins Filho e Presidente da República Michel Temer. Foto Agencia Brasil/EBC

Ricardo Lacerda
Professor da Universidade Federal de Sergipe

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, em entrevista na Folha de São Paulo na última segunda-feira, declarou ser preciso flexibilizar direitos sociais para haver emprego.

Além do inusitado da situação, de um presidente do TST defender a retirada de direitos da classe trabalhadora, a posição do ministro é questionável também do ponto de vista do seu fundamento, ou seja, de que a retirada de direitos tenha efeitos positivos sobre a geração de emprego, uma relação no mínimo controversa na teoria econômica.

A entrevista do Ministro antecedeu em uma semana a entrada em vigor da reforma trabalhista que “flexibilizou” direitos da classe trabalhadora, repassando para o âmbito da negociação contratual diversos dispositivos que atualmente são estabelecidos em lei.

Não detendo expertise no tema, o Ministro comprou, pelo preço que quis comprar, teses econômicas que respaldam a ideia intuitiva de que a redução dos custos da força de trabalho, coeteris paribus (tudo o mais permanecendo constante), como se diz nas aulas de introdução à economia, estimularia as empresas a aumentar a contratação de empregados.

Mas essa relação não é tão óbvia como faz acreditar o Ministro e repetem incansavelmente a mídia e os economistas alinhados.  E, sobretudo, ela não é neutra em termos dos efeitos sobre a repartição da riqueza nacional entre os vários segmentos da população.

Experiência europeia
Espanha, Grécia e outros países da Europa mediterrânea passaram por processos recentes de “flexibilização” das regras trabalhistas na sequência da eclosão da crise financeira internacional no continente sob patrocínio da tríade composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia (CE). O mundo acompanhou estarrecido a agonia e as ameaças explícitas para que os países debilitados economicamente se ajustassem ao preconizado por aqueles organismos internacionais.

Passados alguns anos do pico da longa e arrastada crise no continente europeu, os efeitos da flexibilização das relações de trabalho não podem ser exatamente comemorados, abrindo-se intenso debate sobre os baixos rendimentos dos novos empregos e sobre as consequências do alargamento das desigualdades de renda e da redução da coesão social.

Precarização do trabalho
O Fundo Monetário Internacional tem recomendado firmemente a flexibilização das relações de trabalho nos países ditos em desenvolvimento que sofreram fortes reveses quando o ciclo de valorização de commodities chegou ao fim, incluindo o Brasil. Mas não se pode dizer também que o FMI seja exatamente neutro em termos de repartição dos custos do ajuste na economia brasileira.

Instituições como a Organização Internacional do Trabalho (OIT) têm denunciado que a reforma trabalhista imposta a toque de caixa no Brasil, aproveitando-se de um momento de perplexidade provocada pela crise político-institucional, viola convenções internacionais e promove rebaixamento de direitos.

A geração de emprego
Além dos aspectos distributivos envolvidos em uma reforma desenhada para favorecer o lado mais forte da relação contratual, não é incontroverso que a redução dos “direitos sociais”, como involuntariamente reconheceu o ministro sob o propósito da reforma trabalhista, impulsione a geração de emprego.

Sem controvérsia na teoria econômica, certamente, é a relação direta entre o crescimento da atividade econômica e a geração de emprego, nessa direção funcional. Sem crescimento econômico é improvável a geração de mais empregos.

Portanto, a validade da tese enunciada pelo Ministro dependeria da comprovação de que a redução do custo do trabalho tenha impacto direto, ou mesmo indireto, sobre o crescimento econômico. Posto que o Ministro não demonstrou preocupação com fato de a reforma trabalhista ser socialmente injusta, vamos ao ponto da relação entre o custo do trabalho e a geração de emprego. A polêmica não é recente.

Nos acirrados debates dos anos trinta do século passado não faltaram propostas de redução salarial com o fito de animar as economias dos países ricos imersas na grande depressão mundial. Keynes se opôs frontalmente a esse enfoque e afirmou que, além de humilhante para a classe trabalhadora, a redução dos salários seria ineficaz para ativar a atividade econômica, que dependeria do fortalecimento da demanda que se encontrava anêmica.

Não é certamente por conta dos custos do trabalho e do “excesso” de direitos sociais que a economia brasileira se encontra prostrada, rodando em um patamar muito abaixo do produto potencial.

É sempre possível argumentar a favor dos supostos benefícios que a flexibilização nas relações trabalhistas poderia gerar em um cenário de transformações tecnológicas e institucionais na economia mundial, ou ainda que a reforma trabalhista concorreria para reduzir o custo unitário do trabalho, elevando a competitividade de nossa economia. Mas sabemos que não é exatamente disso, ou principalmente disso, que se está tratando.

A competitividade da economia brasileira não pode depender da fragilização no estado de bem estar social ainda muito incompleto. E a precarização das relações de trabalho é peça basilar de uma alternativa socialmente muito ruim que se desenha para o Brasil.

*Assessor econômico do Governo do Estado de Sergipe


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Kleber Santos
12/11
11:59

Tragédia

José Lima Santana
Professor de Direito da UFS

Maria Zilda de Maneco Pé Ligeiro estava no roçado, fazendo a terceira limpa do pequeno mandiocal, após as últimas chuvas. O inverno veio danado de bom. A fartura na lavoura foi grande. Milho, feijão e fava à vontade. A mandioca prometia. Uma trovoada no fim do ano, outra em fevereiro, garantiriam boas raízes tuberosas que os nossos índios delas contavam preciosa lenda, e que dava a farinha nossa de cada dia, sustento para gerações de nordestinos. 

Mais da metade do roçado já estava limpa. Terra frouxa, fácil para o manejo da enxada. Maria Zilda parou um instante para limpar o suor da testa com o lado externo da mão esquerda. O tempo já começava a levantar com força. O sol abrasava cada pedaço de chão. Primavera? Que nada! Verão antecipado. Era sempre assim. O marido de Mariz Zilda, Maneco Pé Ligeiro, tocador de sanfona, vivia de canto em canto, por aí, puxando o fole e namorando quem aparecesse. E mulher pronta para um xodó não faltava em lugar nenhum. 

Ultimamente, coisa de dois meses mais ou menos, o pé tornou-se ainda mais ligeiro para o lado de uma zinha do Tabocal dos Pretos Forros, depois da Timbira de Jorjão. Aboletara-se de casa sem dar notícias até aquela tarde. A Maria Zilda restava a filhinha, Doralina, de nove anos, a casa em regular estado e o roçado. Para a filha, ela almejava um futuro bem diferente do seu. Por isso, a menina estava no estudo pela manhã e pela tarde, na escolinha do povoado. Porém, Maria Zilda não sabia o porquê, mas o seu coração tinha um pressentimento que ela não conseguia entender. Alguma coisa estava para acontecer. Pensou logo no marido farrista e de asa arrastada por aquela zinha do Tabocal. Ocorreu-lhe também a filha, Doralina. Não. A filha estava bem, na escola, estudando para ser gente. 

A tarde andava a meio. Maria Zilda ouviu um grito. Um chamado. Era para ela. Agora, sim, ela ouvia bem: “Maria Zilda! Maria Zilda!”. Era voz de homem. Desembestado, montando um cavalo cai, mas não cai, bamboleando sobre o animal como se fosse o último dos espantalhos, João Balaio aproximou-se, berrando: “Maria Zilda, minha filha, pelo amor de Deus, corre para casa. Uma desgraça acaba de acontecer”. Ela viu, então, o rostinho de sua filha estampado na lâmina d’água da última poça que o sol sorvia gota a gota, devagarzinho. “E o que foi, João? É Doralina?, perguntou a mãe aflita. O cavaleiro respondeu: “Corre, filha de Deus! Corre!”. Alvoroço. Pranto incontido.

Uma caixa d’água postada nas cercanias da escola onde Doralina estudava, aliás, a única do povoado, acabara de desabar sobre a escola, partindo-a ao meio, ferindo muitas crianças e deixando sem vida duas delas. Uma das duas era, sim, Doralina. Nove anos. A outra criança era só um pouco mais velha. Ou melhor, mais velho. Era um menino. Quanta tristeza! Quantas lágrimas derramadas por todos que ali se aglomeravam. Era um povoado pequeno, unido na dor de duas perdas que tinham sido feitas sementes esmagadas. Sementes que deveriam germinar e florir, abrindo-se para a vida. Porém, a morte prematura as colhera, esmagando as corolas de suas inocências. 

Uma mãe e um pai em prantos. Um corpo esmagado. Ferragens retorcidas. Ferrugem à mostra. Muita ferrugem. Concreto rachado. Olhos lacrimejantes. Solidários. Um povoado atônito. Uma tragédia anunciada. Há muito tempo, havia rebuliço dos moradores por causa da caixa d’água, que parecia entortar. Ninguém dava ouvidos ao povo. Moucos eram os ouvidos dos governantes, dos dirigentes, de quaisquer pessoas que detinham um naco de poder e de responsabilidade. 

O outro corpo ensanguentado, destroçado era, sim, o de Doralina, a filhinha de Maria Zilda e Maneco Pé Ligeiro. A mãe desesperada jogou-se sobre o corpo da filha. Nove anos. Uma flor esmagada pela fúria do descaso, da omissão. Fúria mais devastadora do que um furacão. Choro, grito dilacerante. Lamentação. Dor que cortava o coração de todos. Dor somada à outra dor. Duas mães que, por certo, experimentavam a dor de Maria diante do seu Filho vergado na cruz. Dor excruciante. Que rasgava os véus do coração como a dor de Maria pareceu rasgar s véus dos céus, naquela sexta-feira que o mundo jamais esquecerá. Porém, a dor daquelas duas famílias seria em pouco tempo esquecida, em especial pelos omissos. Omissos. Omissos. Omissos. 

Maria Zilda não tinha mais lágrimas para juntar a tantas lágrimas, para juntar à água derramada. Duas mães unidas pela dor, pela perda, pelo desespero de ter nos braços o filho e a filha que guardaram nos respectivos ventres por nove meses, e por quem elas choraram a cada choro daqueles filhos quando ainda eram bebês, no tempo do sarampo, da coqueluche, da caxumba, das gripes constantes, das diarreias. Ás vezes, por causa do pão minguado ou pela falta de médico ou de medicamentos, tudo quase sempre faltante pelo descaso dos poderes públicos. Vidas pobres. Era tão difícil viver, mas, a esperança era um raio de sol a se libertar todo dia das nuvens carrancudas e passageiras. 

Ali estavam dois ventres de mães rasgados no seio da terra. A caixa d’água fez chorar duas famílias. Fez chorar um povoado inteiro. Uma cidade. Lágrimas e indignação. Notícia nos telejornais nacionais. Responsabilidades a apurar. Dois corpos. Duas vidas ceifadas no meio da tarde. Duas vidas que ainda engatinhavam no alvorecer da existência. Alvorecer sangrento. 

Maria Zilda beijou a face sangrenta da filha. Da filha única. Da filha que lhe fora arrancada. Da filha que nunca mais lhe tomaria a bênção. E que ela nunca mais abençoaria. 

De repente, o corpo de Doralina escorregou dos braços de Maria Zilda, que desmaiou. Socorreram-na. Duas estrelas cadentes riscaram o céu e pairaram sobre o aglomerado das pessoas daquele povoado em pranto. Dois anjos pareceram descer do céu. Depois, pareceram subir. Já não eram apenas dois. Eram quatro. E as estrelas cadentes fizeram a viagem de volta. Estavam mais brilhantes. Era evidente que quatro anjos brilhavam mais que dois. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
11/11
13:11

Primeira Mão

Direitos humanos do cabo Amintas




Em entrevista concedida a este jornal, o vereador cabo Amintas declarou orgulhoso: "algumas vezes fui arbitrário na rua, dei pancadas, dei tiro em vagabundo". Também disse que nunca foi ladrão e que a Câmara de Vereadores é um "balcão de negócios". E agora, como é que fica? De alguma forma, lembrou a sinceridade de José Carlos Machado em relação ao secretariado do ex-prefeito João Alves Filho.


Vai ou não vai?




Alguns aliados do governador Jackson Barreto não têm dúvida de sua pretensão de ser candidato ao Senado em 2018. Outros entendem que ele deve mesmo optar com ficar no cargo de governador até o final da gestão, em janeiro de 2019. Ele está pensando e entende que ainda é cedo para dar uma resposta definitiva para a questão.

Só love




Amigos do ex-deputado federal Mendonça Prado propagam que, se o PPS dele e o DEM de sua ex-mulher formalizarem aliança política para 2018, a coligação poderá ter como nome “só o amor constrói”.

Entusiasmo demais




O vice-governador Belivaldo Chagas não esconde de ninguém o seu entusiasmo com a possibilidade de ser o candidato a governador do bloco governista. Mas é o presidente do PT de Sergipe, Rogério Carvalho, o mais animado entre os candidatos majoritários ligados ao governador JB. Roda o Estado o tempo todo se apresentando como pré-candidato ao Senado.




Pesquisas falsas




Circulam por todo o Estado, semanalmente, uma média de 12 a 15 pesquisas eleitorais falsas. Alguns candidatos trabalham a ideia de iludir os eleitores mostrando que são as melhores opções. Quando a campanha começar querem aparecer como os salvadores de Sergipe.


Quo vadis?




E o PSDB sergipano, segue no senador Tassos Jereissati ou o senador Aécio Neves na disputa pelo comando interno nacional? Eis a questão.




Vai para a REDE


Embora tenha sido muito procurado por vários partidos, o coronel Rocha tende a se filiar ao REDE SUSTENTABILIDADE. Parece ter mais afinidade com ele.




Cheios de dinheiro




O mercado da fé tem transformado muitos pastores brasileiros em bilionários e milionários, como foi divulgado recentemente nas redes sociais. Com 967 entidades religiosas em Sergipe, os nossos pastores podem não ter lá essas grandes fortunas mas já formam uma fatia razoável do empresariado sergipano.




Movimento Estudantil




Na próxima terça-feira, o vice-reitor da Universidade Federal de Alagoas e historiador sergipano José Vieira da Cruz fará o lançamento de seu mais novo livro "Da autonomia à resistência democrática. Movimento Estudantil, ensino superior e sociedade em Sergipe (1950-1985)". O local do evento será o Museu da Gente Sergipana, às 17h.




Seleção brasileira




Se a Seleção Brasileira de Futebol ganhar a Copa do Mundo na Rússia, será Michel Temer quem receberá os jogadores no Palácio do Planalto. Tem gente da oposição que, por isso, diz que vai torcer contra o nosso time. Também não precisava exagerar tanto!




Assédio moral




A questão do assédio moral nas repartições públicas, inclusive em Sergipe, é um baita problema. Tem chefe que chama subordinados de incompetentes, inúteis, etc. É preciso prestar atenção a esses casos tão corriqueiros no serviço público.




Calmaria




As guerras palacianas que ocorriam no Tribunal de Contas do Estado devem acabar com a chegada de Ulysses Andrade, um político experiente e conciliador.




Bolas da vez?




As próximas eleições podem ser propícias a partidos como PSOL e PSTU, se estes não ficarem repetindo palavras de ordem anacrônicas. O humor do eleitorado está contrário a partidos acostumados ao exercício do poder.




Buracos


É menor a quantidade de buracos nas ruas e nas avenidas de Aracaju, justiça seja feita ao prefeito Edvaldo Nogueira. Mas é preciso não esquecer que, ao tapar buracos, ele criou quebra-molas por toda a parte. Falta agora fazer o recapeamento para terminar com o segundo problema. Em suma, já melhorou.




Casos de polícia




A competição entre os programas radiofônicos para saber qual emissora divulga mais notícias policiais tem baixado muito o nível do veículo de comunicação que é o rádio. Se alguém estiver interessado no assunto, basta o número dessas notícias. Que tal mudar o foco para a divulgação dos casos de corrupção que estão subnotificados?




Solidariedade


A I Feira da Solidariedade será no dia 14 das 8h às 17h30, na Praça Almirante Barroso, em Aracaju e terá artesanatos, produtos da agricultura familiar e comidas. O dia será abrilhantado com apresentações culturais. O evento tem o objetivo de proporcionar a artesãos de todo o estado de Sergipe, que não possuem um espaço próprio de revenda, a oportunidade de expor e vender seus produtos dentro dos princípios da economia solidária. A feira é parte da Semana da solidariedade que será de 12 a 19 de novembro.

 

 

Das tripas coração

 

O que fará o Governo de Sergipe para pagar mensalmente uma folha bruta de R$ 150 milhões para aposentadores e pensionistas em 2018?

 



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
10/11
08:19

Cultura: Festival Maionese desembarca em Aracaju

O Festival Maionese retorna este ano rompendo fronteiras. Realizado de forma ininterrupta entre 2005 e 2013, em Maceió (AL), o Festival chega à sua décima edição e amplia seus palcos ao desembarcar no dia 17 de novembro em Aracaju, Sergipe.

Na programação, grandes nomes da cena cultural brasileira como os grupos Hateen (SP), Vivendo do Ócio (BA), Macaco Bong (MT), Deafkids (RJ), Zeitgeist (SE) e De$lucro (AL). Os shows serão realizados na 705 Aracaju à partir das 20h. Os ingressos estão disponíveis por R$17,00 no lote promocional, R$25,00 no primeiro e R$30,00 no segundo lote e podem ser adquiridos na Litoral 655 (1º e 2º lote) ou através do Sympla. A realização é uma parceria entre o coletivo Popfuzz, de Alagoas e a Mangaba Records, de Sergipe.

O MaioneseVitrine da música autoral brasileira e consolidado como um dos principais eventos da cena cultural alagoana, o Festival Maionese reúne diferentes linguagens artísticas com um foco maior para a música independente. Ao longo de dez anos subiram ao palco do maior e mais duradouro festival de música realizado em Maceió, nomes como Garage Fuzz (SP), Mukeka di Rato (ES), Autoramas (SP), Bidê ou Balde (RS), Xique Baratinho (AL) Truckfighters (Suécia) entre outras. Em 2017, o Maionese retorna e firma-se como um dos grandes eventos do calendário cultural, com sua primeira edição fora de Alagoas, em Aracaju, Sergipe.

Serviço:
Evento: Festival Maionese Aracaju
Data: 17 de Novembro de 2017Local: Pub 705Hora: 20hIngressos: 1º lote R$25, 2º lote R$30
Ingressos online pelo sympla no link: https://www.sympla.com.br/festival-maionese-aracaju__213574


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
10/11
08:09

TRE/SE inaugurará fórum eleitoral em Frei Paulo

 No dia 13/11/17 ás 10:00 hs,  será inaugurado o Fórum Eleitoral "Euclides Góes ", no município de Frei Paulo.  Homenagem prestada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe,  pelo Grande Homem do se Tempo, que deixou como legado  o Amor  à Família  e o Compromisso com a Justiça Social. Convidamos os amigos e aos Freipaulemse para prestigiar esse momento histórico

Política
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Por Eugênio Nascimento
09/11
21:32

HU será o primeiro hospital do NE a modernizar triagem neonatal

Representantes do Ministério da Saúde (MS) estão no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) para iniciar a implantação do Sisneo, um software destinado às ações de triagem neonatal, incluindo o fluxo laboratorial e de controle do tratamento.

Em Sergipe, é no HU que trabalha a equipe que compõe o Serviço de Referência em Triagem Neonatal no Estado, envolvendo a busca ativa dos casos suspeitos, a confirmação diagnóstica, o tratamento e o acompanhamento multidisciplinar especializado dos pacientes.

Pioneirismo no NE

O estado é o primeiro do Nordeste e o quarto no país, depois de Minas Gerais, Pernambuco e Goiás, onde está ocorrendo a implantação do sistema. De acordo com a chefe do Setor de Gestão de Processos e Tecnologia da Informação do HU-UFS (SGPTI), Adicinéia Oliveira, uma equipe do hospital está sendo treinada para utilizar o Sisneo e, assim, poder agilizar, por exemplo, a geração de resultados de exames.

“Além dessa agilidade nos resultados, o software possibilita a manutenção de um registro do acompanhamento dessas crianças, o que é muito importante, inclusive, para a área da pesquisa”, lembra a gestora.

Os consultores do MS foram recebidos pela chefe da Unidade de Laboratório de Análises Clínicas, Djane Oliveira, que apresentou as instalações dos laboratórios e representou na visita a chefe do Setor de Apoio Diagnóstico do HU-UFS, Flávia Costa, responsável pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal.

“O Sisneo é uma novidade para nós, as pessoas envolvidas estão recebendo o treinamento para possibilitar agilidade na liberação e registro de laudos dos exames da triagem neonatal, melhorando consequentemente nossos processos internos”, complementa.

Ministério da Saúde

Os representantes do Ministério da Saúde que visitam o HU, Diego Lima e Kelly Brito, são consultores de Gestão de Informação da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados do MS. Kelly comentou sobre algumas das vantagens do software. “Será possível otimizar a rotina de trabalho dos profissionais do Serviço de Referência em Triagem Neonatal em Sergipe, centralizar e organizar dados e indicadores nacionalmente”, citou.

Já Diego Lima, elogiou a adesão rápida de Sergipe quanto às providências para implantação do Sisneo. “Fiquei impressionado como Sergipe respondeu bem ao processo de implantação do Sisneo, foi tudo muito rápido, com uma ajuda importante da parceria com a Secretaria de Estado da Saúde”, comentou.

Nas próximas semanas, o Sisneo implantado no HU-UFS enviará dados para um módulo central do Datasus, o departamento de informática do Sistema Único de Saúde (SUS) e, assim, vai permitir um monitoramento completo do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN).

Variedades
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Por Eugênio Nascimento
09/11
21:22

Dr. Gonzaga faz alerta sobre o câncer de próstata

O vereador Dr. Gonzaga (PMDB) usou a tribuna para fazer um alerta sobre o câncer de próstata, como parte da campanha de conscientização “Novembro Azul”, com enfoque na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. Na ocasião, o vereador apresentou dados e informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença.

O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais frequente no sexo masculino e fica atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. O Instituto Nacional de Câncer estima mais 61.200 novos casos, para o período de 2016/2017. Com relação aos números de mortes causados por câncer, o de próstata está na segunda posição e a primeira é ocupada pelo de pulmão.

Muitas vezes, o tumor cresce lentamente e estima-se que, cerca de 80% dos pacientes com mais de 80 anos que morreram por conta de outros problemas, nem sabiam que tinham o câncer em seu organismo. Por outro lado, em outros casos, o câncer se desenvolve e se prolifera de maneira muito rápida.

“É por isso que os exames preventivos são tão importantes, pois podem dar um diagnóstico precoce da doença, o que aumenta as chances e cura”, lembrou Dr. Gonzaga. Ele também explicou que, a partir dos 45 anos, os homens devem realizar o exame de próstata uma vez por ano. Já aqueles com casos pregressos de câncer de próstata na família (pai e irmãos) ou de câncer de mama (mãe e irmãs) devem fazer o exame após os 40 anos de idade.

Os principais exames são: exame de sangue PSA e o de toque retal. “Este último ainda é envolto de tabus e preconceito, mas é o diferencial para o diagnóstico e o tratamento da doença, porque somente cerca de 10 a 20% dos casos não são detectados pela dosagem de PSA no sangue. O exame de toque e o PSA são complementares”, alertou o parlamentar.

Em 2011, foi aprovada a Lei Municipal N° 4.101, de autoria de Dr. Gonzaga, que prevê que os postos de atendimento e hospitais públicos disponibilizem a “carteira de exames PSA” e um folheto explicativo esclarecendo sobre os riscos e a necessidade de prevenir o câncer de próstata.

Segundo o parlamentar, a “carteira de exames PSA” deveria conter espaço para datas e anotações médicas dos exames, periodicidade e meios disponíveis para agendamento dos exames. Apesar de ter sido aprovada há mais de seis anos, a carteira não está disponível, conforme prevê a Lei. “Seria mais uma ferramenta no incentivo à prevenção, mas, infelizmente, não foi levada adiante pelo executivo”, lamentou o vereador.

O vereador finalizou reforçando a importância de os homens cuidarem mais da saúde, principalmente em relação ao câncer de próstata. “Não deixe que o preconceito e o machismo atrapalhem a sua saúde. Cuide-se, fazendo o exame preventivo uma vez ao ano”, encerrou. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
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