19/01
12:48

PSTU ingressa com ação contra reajuste dos parlamentares

O PSTU apresentou hoje, às 13h, uma ação popular contra o reajuste salarial que o Senado 
e a Câmara aprovaram para si. Em 15 de dezembro, os parlamentares reajustaram seus 
próprios salários em 62% (deputados), 134% o salário da Presidência e 149% dos ministros. 
Todos agora vão receber R$ 26.723,13, valor igual ao salário dos ministros do Supremo 
Tribunal Federal.
 
A ação destaca que os ministros do supremo são funcionários de carreira, e não 
funcionários com função de governo, como os ministros ou o Presidente da República.
 
"Não são equiparáveis as funções de ministro do Supremo Tribunal Federal com as exercidas 
por agentes políticos em exercício de mandato. Os parlamentares e os membros do Governo 
(...) não podem ser equiparados aos cargos públicos de natureza estatal", argumenta a 
ação lembrando também que a Constituição não prevê nenhuma 'equiparação'.
 
A ação mostra que o aumento salarial dos parlamentares votado em beneficio próprio viola 
os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa. Na opinião de Zé Maria, 
presidente nacional do PSTU, o reajuste dos parlamentares é um escândalo: "?Isso mostra o 
que é prioridade deste governo e do Congresso. Enquanto aprovam um reajuste milionário 
dos seus salários, esses mesmos parlamentares e governantes alegam ser impossível dar um 
aumento de mais de R$ 30 ao salário mínimo, alegando falta de recursos", afirmou Zé Maria.
 
TV
Nesta quinta-feira, dia 20, o PSTU apresenta o seu programa na TV, com cinco 
minutos, às 20h30. O aumento dos deputados, o valor do salário mínimo e a tragédia das 
chuvas serão abordados pelo partido. O tempo na TV e no rádio também será usado pelos 
socialistas para convocar um twitaço, um protesto virtual contra o aumento dos deputados.


Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
19/01
12:47

MPF/SE: Justiça condena empresários por golpe de indústria fantasma


Eles foram denunciados pelo MPF em 2008, por crime contra o sistema financeiro

A Justiça Federal em Sergipe condenou os empresários pernambucanos Fernando Antônio 
Porpino Estruc, Juscelino dos Anjos Bourbon e Juliano César Leite Torres em ação movida 
pelo Ministério Público Federal (MPF). Eles foram considerados culpados por terem 
executado lavagem de dinheiro com recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor). 
O quarto acusado, Paulo Roberto de Araújo Luiz, foi excluído do processo em razão do seu 
óbito.

Fernando Antônio foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 181.200 e nove anos 
em regime semi-aberto. Já Juliano César e Juscelino dos Anjos foram condenados a sete 
anos em regime semi-aberto e pagamento de quase R$ 61 mil cada um. O MPF irá recorrer à 
Justiça Federal da decisão dada, requerendo o aumento da pena estabelecida.

Relembre o caso - Os empresários foram denunciados pelo MPF, em 2008, por crime contra o 
sistema financeiro. Eles foram apontados como responsáveis diretos pelo golpe de uma 
indústria fantasma de produtos médicos que seria implantada em Aracaju. As apurações, à 
época, foram realizadas pelo procurador da República Paulo Gustavo Guedes Fontes, com 
apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal.

Em 03 de setembro de 1993, foi aprovado pela extinta Superintendência de Desenvolvimento 
do Nordeste (Sudene) um projeto de instalação da empresa Produtos Médicos de Aracaju, a 
Promasa. Este projeto contava com recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) 
e com benefício fiscal concedido pelo Governo Federal.

A CGU detectou o desvio de dinheiro público no projeto de instalação da Promasa. A 
empresa, que sequer havia entrado em funcionamento, chegou a receber recursos do Finor na 
ordem de mais de R$ 3,1 milhões até 2002, época da realização da auditoria.

O MPF descobriu que os acusados obtiveram, mediante fraude, o financiamento do Finor, 
além de terem aplicado os recursos em finalidade diversa da prevista em lei e do contrato 
firmado com a Sudene, repassando-os para empresas do mesmo grupo econômico, como a 
Agroturza, a Agreste Industrial de Rafia (Agir), a Audipar e a Suínos de Cachoeira 
(Suissa). O Ministério Público ainda apontou que os empresários tentaram mascarar as 
transações financeiras ilegais, a fim de confundir a origem do dinheiro.


Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
18/01
13:27

Sergipe continua na Copa Nordeste, diz dirigente


A secretária geral da Liga do Nordeste, Ana Carla, disse ao vice-presidente do Sergipe, Laílson Melo, que não houve nenhuma reunião da entidade abordando o rebaixamento do Sergipe para a segunda divisão da Copa do Nordeste. O motivo da ligação do dirigente ao alvirrubro deu-se, após algumas agências de notícias informarem que o Sergipe teria sido rebaixado da competição.

Segundo Laílson, foi falado no telefonema sobre o acordo judicial que existe entre os filiados da Liga, como o Sport e Sergipe, que não deve haver o rebaixamento por conta desse acordo. “Ela me informou que em dezembro não houver reunião da Liga com a Globo e a CBF. E não existe nada de que o Sergipe está rebaixado”.

Segundo as agências de notícias, a competição continuará sendo realizada no segundo semestre, desta vez utilizando as mesmas datas da Copa Sul-americana, entre 24 de agosto e 7 de dezembro. Desta forma, as equipes pernambucanas estariam na disputa.

Reunião

Nesta terça-feira, haverá a primeira reunião do ano do Conselho Deliberativo do Sergipe, às 19h30, no Estádio João Hora. Caso não atinja o número limite na primeira chamada, às 20 horas, ocorrerá a segunda chamada da reunião. Na ocasião, será apresentado todo o calendário de reuniões para 2011 e outras pautas pertinentes.

Treino e amistoso

A diretoria do Sergipe agendou para a próxima sexta-feira um treino tático entre o time principal do Sergipe e o Sub-20, no CT do Fair Play, a partir das 8 horas. A ideia dos dirigentes é o técnico Ari Mantovani poder entrosar mais a equipe para a estreia do Estadual, marcada para o dia 6 de fevereiro. Antes, dia 30 de de janeiro, acontece um amistoso contra o time do Socorrense, atual campeão da “Segundona”. O local e a data do teste ainda serão divulgados.

Na última sexta-feira, já ocorreu o primeiro coletivo entre titulares e reservas. Na ocasião, o time titular venceu por 1 a 0, com gol de Renan.

Foto: Marcos Borges / Divulgação
Crédito: Laílson Melo, vice-presidente do Sergipe



Esportes
Com.: 0
Por Kleber Santos
18/01
13:16

Chuvas: quem vai pagar por isso?

Por Vilmar Sidnei Demamam Berna*

Não existe explicação que justifique a repetição freqüente e
previsível, verão após verão, de tantas perdas de vida e de patrimônio
em função das chuvas. Temos gente com conhecimento, tecnologias,
recursos, então, por que este problema repete-se em todos os verãos,
como já previu Tom Jobim, na música “Águas de março”?

Dizem que não é de bom tom, e que chega a ser cruel, no momento da
tragédia, quando se contam os mortos e os prejuízos, cobrar culpas e
responsabilidades. Entretanto, em respeito aos que morreram agora, e
em respeito aos que poderão morrer no próximo verão, temos de remexer
nesta ferida. Lembro a pergunta do Lobão, na canção Revanche: “/Quem
vai pagar por isso/? Até quando as autoridades permitirão, por ação ou
omissão, a ocupação das áreas de encosta frágeis pela sua própria
natureza, que irão deslizar de qualquer jeito, com ou sem floresta por
cima? Até quando as margens de rios e as áreas de várzeas continuarão
sendo ocupadas, mesmo com todos sabendo que mais dia ou menos dia
encherão? Antigamente, só os mais pobres eram afetados, mas agora, os
ricos e a classe média também contam seus mortos. Antes, o problema
atingia mais duramente as áreas de risco, mas agora até as áreas
consideradas seguras estão sendo atingidas. E alguns ainda resistem em
admitir o impacto das mudanças climáticas.

Precisamos aprender com os erros, pois se não fizermos isso, é
certo que voltaremos a repeti-los. E entre os mais graves erros está o
de só liberarem recursos para as Prefeituras diante da emergência ou
calamidade! Por que não se liberam recursos antes, já sabendo que cada
real gasto em prevenção economiza mais de 10 na reparação do desastre?


As leis de uso do solo, os planos diretores, as políticas de
licenciamento, estão completamente ultrapassadas ou mesmo mal feitas e
precisam ser revistos para impedir a ocupação das áreas frágeis ainda
desocupadas. Onde estão nossos vereadores tão céleres para conceder
títulos e aprovar emendas ao orçamento para seus bairros?

Quanto às áreas já ocupadas, onde estão nossos prefeitos e
governadores para promoverem sua desocupação, com ordenamento e
inteligência, pois se continuar a não ser feito por bem, a natureza
fará por mal, verão após verão! As populações de baixa renda que foram
deixadas à própria sorte para ocupar áreas de risco e não edificantes
precisam ser realocadas. Onde estão nossas autoridades do Governo
Federal e seus programas habitacionais para essas populações de baixa
renda? Poderiam estar incentivando mutirões remunerados e o
cooperativismo para que os próprios futuros moradores construíssem
suas próprias casas, após receberem a devida capacitação, e apoio
técnico necessário, em áreas seguras, gerando trabalho e renda,
aproveitando para incorporar tecnologias limpas e ecoeficientes.

As unidades de conservação, parques e bosques urbanos não seriam só
para a proteção da natureza, mas para proteger as pessoas da natureza.
Na medida em que as áreas de risco fossem desocupadas, em seu lugar
seriam criadas essas unidades de conservação no local, e cada metro
quadrado daria ao município o direito de receber repasses federais e
estaduais que os compensassem pela perda de receita com os impostos,
que deixarão de arrecadar sobre estas áreas protegidas, como já é
feito pelo ICMS Ecológico.

Os profissionais de imprensa, por sua vez, vivem em momentos assim
situações equivalente a dos correspondentes de guerra. Como se
proteger e ao mesmo tempo estar na linha de frente dos acontecimentos?
Como lidar com fontes emocionadas, desinformadas, mal informadas? Como
improvisar quando o equipamento falha? Como encontrar as alternativas
para transmitir os dados a serem divulgados? Como lidar com o
emocional e o profissional diante dos dramas vividos pelas pessoas e
pelo próprio profissional? Ate aonde ir neste envolvimento sem
prejudicar a tarefa de colher e transmitir a informação? Como lidar
com pessoas fragilizadas sem ser invasivo ou insensível diante da dor
alheia? Como fazer o seu trabalho sem atrapalhar ao trabalho dos
outros, do pessoal do resgate? Como colocar o foco na noticia, ir à
raiz do problema, fazer as perguntas certas às pessoas certas? Não dá
para se imaginar que toda essa capacitação e prontidão para as
respostas acontecerão por um acaso. Onde estão os cursos de
capacitação para profissionais de comunicação que precisam cobrir
desastres e calamidades?

A solidariedade humana surpreende em momentos de desastre, como
surpreende também o despreparo. Muito trabalho voluntário é perdido
por que falta coordenação, sistemas de aviso e comunicação,
planejamento das ações, onde o trabalho voluntário ajuda e onde
atrapalha, onde é mais necessário, etc. E nada disso é possível fazer
durante o desastre. Então, precisa ser feito antes. Entretanto, onde
estão os cursos de capacitação para voluntários? Como eles podem ser
avisados e serem mantidos informados? A quem recorrer para serem
encaminhadas para a linha de frente de trabalho voluntários? Quem os
ampara psicologicamente diante dos dramas e perdas que irão assistir e
com os quais terão de conviver? Sim, por que ao lado das perdas
materiais, as pessoas sofrem com terríveis perdas espirituais, que
podem ser tão ou mais devastadoras que as perdas materiais. As pessoas
podem desmoronar por dentro, perder o estimulo e a motivação para
lutar e se reerguer. Como lidar com crianças resgatadas sozinhas, que
se tornaram órfãos da noite para o dia, perderam a casa e todas as
referências? O lar não está na casa perdida, nos bens materiais, nos
documentos históricos. O lar é espiritual. Está onde estiver a família
ou o que sobrou dela. Pode estar num estádio que reúne os
sobreviventes.

* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista. Em Janeiro
de 1996, fundou a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental
(www.rebia.org.br[1] ) e edita desde então a Revista do Meio Ambiente
(que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente
(
http://www.portaldomeioambiente.org.br/[2] ). Em 1999, recebeu no
Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e, em 2003, o
Prêmio Verde das Américas – www.escritorvilmarberna.com.br[3]

______________________________________ (*) para cancelar o
recebimento deste boletim basta enviar um e-mail para
cancelar-agenciarebiadenoticias@grupos.com.brO cancelamento é feito
automaticamente pelo www.grupos.com.br mas não é imediato, e, por
isso, você ainda poderá receber o boletim durante alguns dias.Seu
e-mail pode ter sido incluído em nosso cadastro por algum amigo ou
amiga bem intencionado(a) que pretendeu presentear você com o envio do
boletim NOTÍCIAS DO MEIO AMBIENTE através de
http://portaldomeioambiente.org.br/boletim/cadastrar-descadastrar.html
imaginando que você iria gostar. Entretanto, se não foi este o caso,
por favor, aceite nossas desculpas!A Rede Brasileira de Informação
Ambiental (REBIA) não tem intenção de enviar informações atualizadas e
gratuitas sobre meio ambiente para quem não quer recebê-las. Por isso,
a REBIA PRESSUPÕE QUE AO NÃO PEDIR CANCELAMENTO O LEITOR FAZ A ESCOLHA
POR CONTINUAR RECEBENDO O BOLETIM “NOTÍCIAS DO MEIO AMBIENTE”
atualizado diariamente com notícias e informações ambientais e enviado
gratuitamente para o seu cadastro de mais de 210.000 leitores e
leitoras que se preocupam com o meio ambiente.Se você pretende
continuar recebendo informações ambientais gratuitas em seu e-mail,
BASTA CONTINUAR COMO ESTÁ. Entretanto, se desejar também comentar
notícias e baixar arquivos, então precisa ser cadastrado no PORTAL DO
MEIO AMBIENTE. É grátis e bem rápido. Cadastre-se agora:
http://www.portaldomeioambiente.org.br/cadastre-se-aqui.htmlPara o
caso de dúvidas, maiores esclarecimentos ou pedido de ajuda envie um
e-mail para
webmaster@rebia.org.brA EQUIPE DA REBIA agradece por sua
compreensão e ajuda na divulgação deste trabalho que é voluntário e
sem fins lucrativos, e tem por objetivo contribuir para que a
Sociedade possa ter acesso a informações ambientais de qualidade, pois
a REBIA acredita que este é um primeiro e importante passo para
fazermos escolhas melhores rumo a um novo modelo econômico e estilo de
vida, ambientalmente sustentável e socialmente mais justo.A EQUIPE DA
REBIA www.rebia.org.br www.portaldomeioambiente.org.br


Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
18/01
14:12

A falta que uma licitação faz

Por Eugênio Nascimento

“Por um transporte barato e de qualidade”

Embora já tenha declarado a sua disposição de promover uma licitação
para o transporte coletivo de Aracaju e encontrado, ao menos
publicamente, o apoio do empresariado do segmento para tal finalidade,
o prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B) não se mostra muito propenso a
dar agilidade a isso. Nogueira alega que há a necessidade de formação
de consórcios para viabilizar o projeto e que isso só será possível lá
por 2012, exatamente quando está deixando a administração da cidade.

Ao mesmo tempo, o prefeito tem feito chegar à opinião pública
informações dando conta de que, desde 2007 a Prefeitura de Aracaju
entregou mais de 180 ônibus para os usuários do transporte coletivo, “
o que contribuiu para renovar a frota e melhorar a mobilidade urbana
da cidade. Nos últimos três anos foram investidos cerca de R$ 45
milhões no setor. Segundo o prefeito Edvaldo Nogueira, a atual
administração já conseguiu renovar quase 50% da frota do município, em
parceria com os empresários do transporte público”.

A renovação da frota é algo necessário e ninguém nega isso. Contudo,
esse não deve ser o argumento para deixar de fazer ou de dar agilidade
ao processo de licitação. A população dá sinais claros de que já
enjoou de tanto descaso das empresas e do poder público para com ela.
Entende que os 180 novos ônibus é bom, mas que nem com isso veio
conforto, cumprimento de horário, profissionais qualificados na
condução (os motoristas amontoam a sua carga e saem pelas ruas e
avenidas da cidade em alta velocidade promovendo a arrumação) e na
cobrança das tarifa caríssima, hoje fixada em R$ 2,10 e que os
empresários desejam elevar para R$ 2,45.

É preciso ter muita coragem para promover uma licitação no setor de
transporte coletivo. Os empresários do ramo são muito fortes e
frequentes financiadores de campanha eleitorais de prefeitos e
vereadores, além de generosos colaboradores dos projetos eleitoreiros
e senadores, governadores, deputados federais e deputados estaduais.
Eles auxiliam com dinheiro, disponibilizam ônibus para eventos
públicos ou de interesses pessoais dos políticos e têm como
contrapartida a cegueira em relação aos desserviços que prestam à
sociedade.

Os problemas no transporte coletivo de Aracaju não são novos. Há
aproximadamente 20 anos as empresas deitam e rolam na cidade
impunemente, riem das caras dos cidadãos, que são jogados nos pontos e
terminais como o resto de feira no lixo. É por essas e outras que se
faz necessária a licitação. Aliás, seria bom que as concessões não
tivessem tanta sobrevida como essas de Aracaju, onde as empresas se
dividem, criam novas e entram no espaço urgano e suburbano como se
tufo fosse normal, e com a simpatia do poder público, que costuma
comemorar a chegada das novas concessionárias sem que ocorram
licitações para as concessões.

Se a PMA e os empresários defendem a realização de concessões, porque
então não fazer? Por que esse marasmo todo? O aracajuano quer ônibus
confortáveis e novos, quer linhas novas e para todos os bairros, quer
motoristas e cobradores atenciosos e, claro, tarifas mais baratas. Não
faz sentido pagar R$ 2,10 hoje em Aracaju e o preço numa cidade bem
maior, o Recife, por exemplo, ser R$ 1,80. É preciso seriedade.

Economia
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
18/01
13:07

Tudo pronto para a Feira de Sergipe 2011

Serão 12 dias de oportunidades de negócios para empreendedores sergipanos de vários municípios

 

A 12 ª edição da Feira de Sergipe já tem hora e data para começar. Será na quarta feira, 19 de janeiro, às 17h da tarde. A estrutura está sendo armada nas praças de eventos da Orla de Atalaia, em Aracaju, e ficará aberta ao público até o dia 30 de janeiro, um domingo, às 23h. A abertura oficial acontece nessa quarta feira, às 19h, com a Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo do Sebrae visitando os estandes, além das autoridades locais e empresários em geral.

 Conforme informou o diretor técnico do Sebrae, Emanoel Sobral, a Feira terá 292 estandes, sendo cinco para alimentação, 204 para o artesanato, 47 para pequenas empresas dos setores comercial, industrial e serviços, além de 24 para as Prefeituras que tiverem interesse em ter um espaço institucional no evento. A estrutura abrigará ainda o estande institucional do Sebrae, espaço do agronegócios com os produtos dos projetos desenvolvidos pela Instituição, brinquedoteca e palco para apresentações culturais.

 “Serão 54 apresentações culturais, entre manifestações folclóricas, quadrilhas juninas e apresentações musicais, envolvendo a participação de aproximadamente 1600 pessoas”, destaca Emanoel Sobral.

 Segundo expositores que já participaram de outras versões da Feira de Sergipe, o evento é uma importante oportunidade de divulgar os produtos da terra e fazer negócios. “O grande fluxo de turistas que lotam os hotéis durante o mês de janeiro, além dos sergipanos que se concentram na região das praias, garantem um bom público e ótimos negócios”, explica o artesão Sergio Bastos, que faz peças com cascos de ostras. Sergio já participou de todas as edições da Feira de Sergipe.

 Programação do primeiro dia

 Logo depois da abertura oficial, a tradição da cidade de Estância invade a área externa da Feira, com uma apresentação do barco de fogo. Também haverá apresentação da quadrilha junina Unidos em Asa Branca, da Orquestra Sânfonica de Sergipe e do cantor Sergival & Banda, que apresentará canções de sua autoria, bem como de cantores da terra e de renome nacional.

 Projetos do Sebrae

 O estande dos Projetos do Sebrae, na Feira de Sergipe, será um local marcado pela diversidade. Em um único espaço vai ser possível encontrar artesanato, culinária, confecção, entre outras coisas. Tudo desenvolvido pelos integrantes das associações assistidas pelos projetos desenvolvidos pela instituição em Sergipe.

 Em 100m² uma equipe treinada estará à disposição dos visitantes que terão a oportunidade de conhecer o bordado richelieu da cidade de Tobias Barreto, a renda irlandesa de Divina Pastora, a cerâmica de Itabaianinha, as esculturas de Poço Redondo. Além disso, haverá um espaço destinado ao turismo sergipano, com informações dos mais variados pontos turísticos, tudo coordenado pelas consultoras do Sebrae, Maria Júlia Barreto Vasconcelos, Vânia Alzira e Kátia Araujo.

 Algumas associações também estarão presentes no estande, apresentando produtos derivados do mel e da cabra. Para a consultora Júlia Vasconcelos essa feira é importante porque apresenta os artigos elaborados em Sergipe. “Apresentamos a prata da casa para os sergipanos e para os turistas das mais variadas cidades”, afirma ela.

 Realização

 A Feira de Sergipe é mais uma ação do Sebrae em prol dos pequenos negócios, apoio Governo do Estado e Prefeitura de Aracaju. Informações na Unidade de Acesso a Mercado do Sebrae, telefones (79) 2106-7721 e 2106-7752.
 



Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
17/01
13:58

O comércio exterior sergipano em 2010

Ricardo Lacerda*

A combinação de crise no mercado mundial, valorização cambial e forte expansão no mercado interno fez mudar o papel do comércio exterior na dinâmica de crescimento da economia brasileiro e dos espaços subnacionais. Um número crescente de setores buscou redirecionar maior parcela de sua produção para o mercado interno.

Depois de ter despencado de US$ 197,4 bilhões em 2008 para US$ 153,0 bilhões em 2009, retração de 22,7%, as exportações brasileiras cresceram 32,0%, em 2010, atingindo um novo recorde, US$ 201,9 bilhões. A recuperação das exportações em 2010 confirma a retomada paulatina do comércio mundial, após a etapa mais aguda da crise financeira internacional, agora com maior presença dos mercados emergentes nos fluxos comerciais.

Ainda assim, as exportações nacionais de 2010 se situaram apenas em 2,01% acima do valor de 2008. Além disso, depois do pico de 2006, o saldo do comércio exterior brasileiro vem caindo aceleradamente, significando a diminuição da importância do comércio externo no crescimento do PIB nacional, enquanto a expansão do mercado de consumo interno vem ampliando o seu peso.


As exportações sergipanas também foram fortemente atingidas pela crise internacional, seguindo o padrão nacional, ainda que o impacto tenha sido relativamente maior em Sergipe, tanto em razão das dificuldades enfrentadas no mercado internacional do seu principal produto, o suco de laranja congelado, quanto pelo redirecionamento de outros bens, como o cimento e os têxteis, para o mercado interno. Depois de se retraírem em 45,6%, em 2009, as exportações sergipanas ensaiaram um início de recuperação em 2010, com expansão de 26,1%.

Produtos

As exportações sergipanas estão concentradas em alguns poucos grupos de produtos, com destaque para o suco de laranja congelado, que respondeu por 44,7% do total das vendas externas de 2010. Outros grupos de produtos importantes são o de calçados e couros e o de açúcar. Sucos, calçados e couro, açúcar e produtos assemelhados respondiam por 93,3% da pauta exportadora de Sergipe naquele ano. Produtos têxteis e material elétrico são ainda itens merecedores de menção no perfil exportador.

Entre os principais produtos da pauta de exportação sergipana, o suco de laranja é que tem encontrado maior dificuldade de deixar a crise para trás, seja por que não há a alternativa de redirecionar as vendas para o mercado interno, seja porque depende essencialmente do consumo dos países ricos, ainda enredados em processos recessivos.

As exportações de calçados e couros apresentaram uma notável recuperação em 2010, impulsionadas pelo aumento da produção das unidades industriais que foram instaladas no interior do Estado. As exportações sergipanas deste setor, depois de subirem de US$ 7,6 milhões, em 2006, para US$ 9,5 milhões, em 2007, alcançaram US$ 14,9 milhões em 2008. Com a crise financeira internacional, em 2009 elas recuaram para US$ 7,6 milhões, mas, em 2010, saltaram para US$ 18,2 milhões, o melhor resultado da série histórica. As exportações sergipanas de açúcar, que haviam sofrido descontinuidade em 2006 e 2007, ganharam um novo fôlego nos últimos três anos, saltando de US$ 6,5 milhões, em 2008, e para US$ 9,8 milhões, em 2010.



Economia
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
17/01
09:11

Secretário visita instituições hoje

O secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Guimarães, inicia nesta segunda-feira, 17, uma agenda de visitas a entidades ligadas à categoria médica e representativas da sociedade sergipana, com interface com a área da saúde, a
exemplo do Ministério Público, Tribunal de Contas, Assembléia Legislativa, Sociedade Médica de Sergipe (Somese) e sindicatos dos Médicos e Enfermeiros.

Segundo Antônio Carlos, esses encontros nesta primeira etapa têm como bjetivo apresentá-lo às lideranças da categoria, trocar ideias, criar um relacionamento e mostrar que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) está à disposição para ouvir o que as entidades têm a demandar.

"Nós também vamos apresentar proposta de contribuição em assuntos de interesse mútuo", destacou o secretário. A agenda começará com uma reunião-almoço, ao meio-dia de segunda-feira, no Conselho Regional de Medicina (Cremese). "O presidente Henrique Batista nos fez o convite e aceitamos imediatamente porque é nossa pretensão ampliar o diálogo com todas as entidades que estão relacionadas com a área da saúde, objetivando somar esforços e otimizar os serviços de saúde para qualificar a oferta à população", comentou Antônio Carlos.

(C/Assessoria)



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
Primeira « Anterior « 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 » Próxima » Última

Enquete


Categorias

Arquivos