26/01
23:56

Copa do NE: Confiança é derrotado pelo América (Veja os gols)

América-RN e Confiança-SE se enfrentaram na nova e moderna Arena das Dunas, que será palco de jogos na Copa do Mundo de 2014. O time potiguar venceu por 2 a 0 e quem marcou o primeiro gol da história da arena foi o zagueiro Adalberto, que tem apenas dois gols na competição. Adriano Pardal completou para o time alvirrubro.

Com o resultado o América-RN continua na liderança com 100% de aproveitamento. Já o Confiança-SE, ainda não pontuou e está na lanterna do grupo A.





Esportes
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Por Kleber Santos
26/01
23:48

Copa do NE: Sergipe empata com o Vitória (Veja os gols)

(Foto: Jorge Henrique)

Os titulares do Vitória voltaram a campo neste domingo, diante do Sergipe, mas seguem sem conseguir vencer na Copa do Nordeste. A equipe empatou em 2 a 2, com gols de Edinho, para os mandantes, e Cáceres e Marquinhos, para os visitantes. O resultado deixa o Vitória na vice-liderança do grupo A com quatro pontos, sendo três deles conquistados por um time com jogadores formados no clube na última quarta-feira, sobre o Confiança. O Sergipe tem o mesmo número de pontos, mas possui saldo inferior.

Não faltou emoção no Estádio Batistão. Desde o primeiro minuto, as equipes não se fecharam na defesa e partiram para o ataque, criando ótimas chances, mas o gol só veio aos 34 minutos. Em cobrança de escanteio, Edinho aproveitou um desvio de Fernando Belém e completou para a rede, colocando os donos da casa à frente no placar.

O empate veio cinco minutos depois. O paraguaio Cáceres aproveitou uma sobra perto da grande área e contou com a ajuda de um morrinho no gramado, que desviou a trajetória da bola e traiu o goleiro adversário. Já aos 36 do segundo tempo, Dão empurrou Naôh na grande área e o juiz marcou pênalti para o Sergipe, convertido por João Paulo. Aos 43, Marquinhos salvou o Vitória de uma derrota, recebendo passe de William Henrique depois de saída errada dos adversários.




Esportes
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Por Kleber Santos
26/01
20:25

Duda para na semifinal do Sul-americano de Vôlei de Praia

A sergipana Duda Lisboa, dupla de Thais Ferreira, perdeu por 2 sets a 0 (21-18 e 21-14) das outras brasileiras Neid/Carol Horta neste domingo (26), pela semifinal do Sul-americano de Vôlei de Praia, em Macaé-RJ.

A parceira de Duda jogou desde quinta-feira machucada no abdômen, mas mesmo assim ajudou a vencer as adversárias, como a dupla Val/Pauline, por 2 sets a 0 (21-17 e 21-12), nas quartas de final nesse sábado (26).


Esportes
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Por Kleber Santos
26/01
20:20

A economia sergipana na década de noventa, 2ª parte

Ricardo Lacerda*

Depois do fracasso do Plano Cruzado, ao final de 1986, os desequilíbrios da economia brasileira se acentuaram rapidamente, com o crescente descontrole do processo inflacionário e a deterioração das contas públicas. As taxas de crescimento do PIB foram fortemente rebaixadas a partir de 1988, em comparação com o período do ciclo expansivo anterior, entre 1984 e 1987.

Os ciclos dos anos noventa

A década de noventa iniciou no Brasil sob a égide do Plano Collor de estabilização econômica. O seqüestro da liquidez das empresas e famílias no segundo dia do novo governo (em 16 de março de 1990) paralisou a economia brasileira, que teve naquele ano a maior retração do Produto Interno Bruto desde o início de sua medição nos anos quarenta, recuo de 4,35%. A atividade econômica somente retoma o crescimento em 1993, no governo Itamar Franco (ver Gráfico1). 

A economia sergipana que já vinha desacelerando sua taxa de crescimento desde meados dos anos oitenta, também vai se ressentir dos efeitos da prostração da economia brasileira no período 1990-1992, apresentado taxas de crescimento rebaixadas no período (ver Gráfico 1). 

Quando a economia brasileira retoma o crescimento em 1993 e depois, a partir de 1994,  é impulsionada pelo ciclo consumo proporcionado pela estabilização dos preços do plano Real e pelos investimentos externos atraídos pelas privatizações, a economia sergipana também acelera, mas com uma importante particularidade de ter registrado na primeira metade da década quatro anos sucessivos (1992 a 1995) de taxas de crescimento do PIB abaixo da média nacional.

A exploração do petróleo e as políticas de desenvolvimento regional iniciadas nos anos sessenta e a implantação de grandes empresas estatais, nos anos oitenta,  impulsionaram e transformaram a economia sergipana. Entre 1971 e 1989, Sergipe cresceu acima da média nacional em doze dos dezenove anos contados e abaixo dessa média nos outros sete anos, com a particularidade de que em nenhum outro período havia registrado dois anos seguidos de crescimento inferior ao do conjunto da economia brasileira. 

Nos quatro anos subsequentes (1996-1999) a economia sergipana voltou a crescer a taxas superiores à média brasileira, mas a média da década de noventa consolida desempenhos medíocres da economia sergipana e da economia brasileira.  

O ciclo expansivo promovido pelo Plano Real, que durou até 1997, era claramente insustentável desde o seu início. A euforia causada pela expansão do consumo e pela entrada massiva de capital externo teve como contrapartida déficits crescentes no saldo de transações correntes, financiados pelos expressivos recursos obtidos com a privatização de grandes empresas e pelas taxas de juros extraordinárias praticadas internamente, que deterioravam também a situação das contas públicas. 

O Brasil não permaneceu imune aos subsequentes ataques às moedas de países em desenvolvimento na segunda metade dos anos noventa. Em 1998, a economia brasileira enfrentou intensa instabilidade, o que culmina com a mudança do regime cambial no inicio de 1999, com a adoção do câmbio flexível, acompanhada pelo regime de metas de inflação. São dois anos de estagnação econômica, em que o Brasil apresentou as mais que modestas taxas de crescimento de 0,1% e 0,8%, respectivamente, e Sergipe acompanhou essa trajetória de dificuldades. 



Perda de dinamicidade

No conjunto da década (1991-2000), a economia sergipana cresceu às modestas taxas de 2,5% ao ano, frente aos 4,8% do decênio anterior (1981-1990) e os notáveis 10,2% ao ano do período 1971-1980. Tampouco foi uma década de grande resultados para a economia do Nordeste, que havia crescido 8,8% ao ano entre 1971 e 1980, desacelerara para 3,5% entre 1981 e 1990 e definitivamente perdeu o rumo na década de noventa, com crescimento médio de apenas 2,6% (ver Gráfico 2).

A abertura comercial, o desmonte das políticas regionais associado à mudança de concepção do papel do estado e o processo de privatização de empresas eram desfavoráveis às possibilidades de desenvolvimento das regiões mais pobres do país. A economia da maioria dos estados nordestinos, inclusive Sergipe, apresentou intensa desaceleração nas taxas de crescimento e muitos deles registraram taxas de expansão inferiores à média do país. Claramente, os estados nordestinos, Sergipe em grau ainda mais acentuado, foram regiões perdedoras nas transformações econômicas dos anos noventa. 


 


*Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.
Artigos anteriores estão postados em http:/ /cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/
 


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Kleber Santos
26/01
19:05

João, Jackson, Amorim, PT, Valadares: tudo pode acontecer

José Lima Santana
É professor do Departamento de Direito da UFS

Dizia o finado Tertulino de Zefa Marimbondo que “quem muito namora, ou casa bem ou num leva vintém”. É a velha e sempre boa sabedoria popular. No momento, o prefeito de Aracaju, João Alves Filho, está sendo assediado por todas as frentes. Todos querem o Negão. Só para descontrair: que tara, hein? E João está na dele: não diz “sim”, nem diz “não” a ninguém. “Está cedo”, deve pensar.

Os irmãos Amorim querem João. E João tem um grande problema para resolver, caso decida apoiar o senador Eduardo: a divisão da família. É o que se comenta a boca graúda. Há na família Alves quem queira o apoio aos irmãos Amorim. E há que nem queira ouvir falar nisso. Dizem. Se for assim, é um dilema para o prefeito.

Jackson Barreto baba pelo apoio de João. Essa aliança já foi feita antes: 1985, quando João, governador, apoiou JB como candidato a prefeito da capital, e 1986, quando João e Jackson apoiaram Valadares ao governo do estado. Sucesso em ambas. Nada de novo. De novo, agora, é que tem o PT no meio. João e o PT nunca se aliaram. Uma parte da família de João quer a aliança com JB. Dizem. A parte que opta pelos irmãos Amorim desdenha uma aliança com o governador. A família acaba criando problemas para o prefeito de Aracaju, nesse quesito de aliança com um lado ou com o outro. Mas o PT não quer João na aliança com JB. Dilema para Jackson.

Valadares também quer o apoio de João ou quer apoiar João? Eis outro problema que nem as cartas da Mãe Diná conseguem antever. Há quem diga e aposte que o senador do PSB quer mesmo é o apoio de João para a sua própria candidatura a governador. De resto, João deve estar rindo à toa, com aquela sua tão conhecida gargalhada espalhafatosa. Nessa questão de todos almejarem aliança com João, ele tem, ou teria, tudo para sorrir. Mas há uma situação muito mais interessante na cabeça de João do que a possibilidade de apoiar A, B ou C. João deve aspirar candidatar-se a governador. Os políticos que querem o seu apoio sabem disso. E como sabem! E como rezam para que isso não aconteça! Em sã consciência, parece que ninguém quer enfrentar João nas urnas, em 2014, embora ele tenha algumas fragilidades administrativas e políticas, que poderão ou poderiam lhe causar dificuldades diante do eleitorado e do processo eleitoral em si.

A administração de João na Prefeitura de Aracaju não está sendo a que o povo esperava. O povo queria mais, porque precisava de mais. Todavia, em um ano de mandato as coisas não andam como o povo espera. Isso é natural, em parte. Ajeitar a casa demanda tempo. Demanda recursos financeiros. Demanda atitudes. Demanda agilidade do mandatário e do secretariado. Ademais, se João sair da Prefeitura no início de abril para se candidatar, os seus desafetos vão berrar: “Eu não disse que ele só queria a Prefeitura para usar como trampolim, a fim de chegar ao governo do estado?”. Ah, vão berrar, sim! Ora, caso isso aconteça, João não será caso único na vida política nacional. Outros já o fizeram ainda que jurando de pés juntos e até assinando papeis passados em cartório, afirmando que não deixariam o mandato de prefeito. O eleitorado de Aracaju que votou em João deixaria de votar nele para governador? Uma parte, maior ou menor, provavelmente, sim. Porém, o eleitorado do interior não votou em João para prefeito da capital, e pode querer votar nele para governador, como mostram as pesquisas feitas até agora. João é tolo a ponto de desconhecer isso? Aliás, dizem que já há pesquisas não divulgadas que mostram o governador Jackson Barreto em ascensão e chegando perto de João.

João deve estar desconfortável na Prefeitura. Disse um secretário dele em recente reunião informal na qual eu estava presente, há 15 dias, que ele tem vários projetos prontos, porém não tem recursos para executá-los. Jackson tem dinheiro do Proinveste, mas não tem grandes projetos que lhe possibilite investir. A junção deles seria a sopa no mel? Hoje, João iria tranquilamente para o segundo turno das eleições, segundo as pesquisas. No curso do processo eleitoral, entretanto, é que veremos. Se for candidato, João poderá receber ataques de todo lado. Vai conviver com um fogo cruzado da desgraça. Por outro lado, todos têm telhados de vidro. Um telhado maior, ou um telhado menor. Cada um terá o que dizer dos outros, se assim o preferir. Todavia, o que se espera é que se tenha um embate eleitoral no campo das ideias, dos projetos para Sergipe, da resolução de problemas antigos, que ultrapassam vários governos sem encontrar a adequada solução. Aliás, o povo está cansado de promessas e de bate-boca barato. Isso já começou. Basta que se ouçam certas emissoras de rádio.

Eduardo Amorim, cujo agrupamento político é norteado pelo irmão Edivan Amorim, ainda não encontrou o mote certo para empolgar o eleitorado, especialmente o da capital. Ele precisa encontrar esse mote. Falar sobre o hospital do câncer pode parecer interessante, mas não é tudo. Bater em Jackson ou revidar também não é lá muita coisa. O senador do PSC precisa de maior consistência. Ele deve buscar isso.

Jackson Barreto tem problemas administrativos que poderão comprometer o seu desempenho político-eleitoral, e que foram herdados dos últimos sete anos ou mais: saúde, segurança pública, servidores etc. Ele precisa vencer esses obstáculos em pouco tempo. E ainda terá que contornar os problemas intestinos do grupo que ainda lhe dá sustentação, como, dentre outros, a desavença entre o PT e o PSB. Por outro lado, como já disse, ele conta a seu favor com um montão de dinheiro do Proinveste para tocar obras em todo o estado. E ainda tem um bocado de obras prontas ou em fase de conclusão para inaugurar e entregar à população por aí afora. Poderá ser um trunfo.

Diferentemente de Jackson e Amorim, João Alves terá também que se haver com a falta de estrutura partidária no interior do estado. O DEM não é sequer uma pálida sombra do que fora o PFL no auge de João. Longe disso. E ele pecou quando não procurou dotar o partido de uma estrutura mínima no interior. Até que, no ano passado, ele esboçou a vontade de cuidar disso, convidando alguém para ajudá-lo a reerguer o partido, mas acabou deixando para lá. Em 2010 ele venceu Marcelo Déda em 15 municípios, inclusive na capital. Foi pouco. Em algumas cidades, o DEM não tinha nenhuma estrutura, como no caso de Nossa Senhora das Dores, onde os grupos políticos do prefeito (PSB), do vice-prefeito (PT) e do ex-prefeito (PDT), que é o atual prefeito, votaram em Déda. Ali, João acabaria vencendo com 52,26 % dos votos, contra 46,19% dados a Déda. A quem creditar essa vitória de João? Ao povo. O DEM sequer tem apresentado candidatos a vereador nas duas últimas eleições municipais dorenses. Ou seja, não existe de fato. Em vários outros Municípios o quadro é o mesmo.

Dentre tantas especulações, uma é latente: João será candidato? Todos querem saber. E os pré-candidatos mais ainda. A única coisa certa mesmo é que tudo pode acontecer. Tudo, por mais esdrúxulo que possa parecer! Deixe passar o PRECAJU. E que venham as águas de março. Como dizia o finado Tertulino de Zefa Marimbondo, novamente citado: “Pulítico é bicho difíci de entendê: ninguém aduvinha pra que lado ele tá oiando”.

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 26 e 27/01/2014. A publicação neste site foi autorizado pelo autor.



Colunas
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Por Eugênio Nascimento
26/01
12:08

Coluna Primeira Mão - Política e Economia

Amorim chuta no calcanhar de JB e recebe de volta uma cotovelada na ‘boca do estômago’

O senador Eduardo Amorim (PSC) deu um chute no calcanhar do governador Jackson Barreto (PMDB) ao afirmar que Sergipe vive um momento de “desgoverno”. Como reação recebeu uma cotovelada na “boca do estômago”, quando JB o chamou de “preguiçoso” e pediu para o parlamentar apresentar as obras que já fez para Sergipe e os sergipanos. Parece que a campanha eleitoral deste ano vai ser assim, na base do “bateu, levou”. Normal. A oposição, que deseja chegar ao poder, enfrenta e faz acusações ao governante, que deseja continuar no poder e sai em defesa de sua gestão e do seu grupo. Os enfrentamentos vão se tornar mais tensos na medida em que sairão as pesquisas de opinião e quando for intensificada a pressão em busca do apoio do prefeito João Alves Filho, de Aracaju. Tanto Eduardo Amorim quanto Jackson Barreto querem o apoio de João e não contam com a possibilidade dele aproveitar o bom desempenho nas pesquisas para definitivamente entrar em campanha e ser candidato também. Que Jackson e Amorim se exponham, digam o que pensam um sobre o outro e apresentem propostas e o que cada um fez por Sergipe dentro de suas esferas políticas para que a população possa julgá-los. Que João faça o mesmo, se isso desejar.

 

Eleições 2014 - ...E se o PMDB se aliar ao DEM e o PT ao PSC

 

Ainda é cedo para saber quem são os aliados naturais para as eleições 2014. Negocia-se um acordo em Brasília para que o PSC e todos os seus congêneres atuem junto ao PT, dando apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. A turma do “peixinho”, de Minas Gerais, já dá sinais de que sai com Dilma. Mas o acordo nacional ainda não foi fechado. E se o PSC, no “pacotão” da negociação, exigir o apoio do PT de Sergipe ao seu pré-candidato, senador Eduardo Amorim? E se o governador Jackson Barreto puxar o DEM para perto de si, como fica o PT? Vai no acordo ou não? E se o senador Valadares e o seu PSB firmarem aliança com o DEM de João Alves e esquecer de vez PT e PMDB? Alguns sinais do que pode acontecer poderão ser percebidos em março próximo, quando os partidos começam as arrumações para o pleito, mas definições mesmo, só em junho, quando acontecem as convenções. Pelo que se percebe no jogo posto, ninguém é de ninguém. Tudo pode acontecer.

PSB disponibilizou cargos, mas não rompeu com JB

Muita gente pensando que o ato do senador Valadares e do deputado federal Valadares Filho de colocarem os cargos comissionados do PSB à disposição do governador Jackson Barreto (PMDB) foi o rompimento político entre os dois “caciques”. Não foi nada à vera, apenas um ato simbólico para demonstrar desapego a cargos e de respeito ao novo governante, que assumiu em dezembro último e fez uma rearrumação no primeiro escalão. O PSB tem as secretarias de Educação, Turismo e Esporte. Com elas ficará. Na próxima semana, JB confirma todos em suas pastas. O nome do filme é ? - “A volta dos que não foram”.

 

Governador destaca o desapego de Valadares por cargos

 

“Na manhã de hoje (quinta-feira, 23) recebi a visita do senador Valadares, que colocou os cargos ocupados pelo PSB à disposição. Estou fazendo uma recomposição do Governo, um remanejamento, e o senador colocou os cargos à disposição para que o governador se sinta à vontade neste momento. Isso não significa uma saída do projeto. Esse gesto mostra desapego aos cargos, responde à sociedade que a unidade deste projeto não está nos cargos, e sim na consolidação de um projeto que está mudando Sergipe. Recebi isso como uma demonstração de desapego aos cargos e, acima de tudo, um gesto que visou dar liberdade para que o governador faça a recomposição. Para deixar claro: o governador do Estado está satisfeito com a atuação e trabalho das secretarias ocupadas pelo PSB”. O comentário foi feito pelo governador Jackson Barreto.

Reforma do secretariado termina nos próximos dias sem novidades

Assim que terminar o Pré-Caju, o Governo do Estado promove uma nova reunião com os secretários, assina o ato de nomeação dos secretários Benedito Figueiredo (Governo) e Francisco Dantas (Agricultura) e reconduz às suas pastas Belivaldo Chagas (Educação), Elber Batalha Filho (Turismo) e Maurício Pimentel (Esportes) e termina a fase de rearrumação da equipe. A partir daí, inicia a fase de intensificação das cobranças de atuação daqueles que estão em cargos de comando do governo.

Adema terá novo presidente e será ligado ao PMDB

 

O secretário de Estado do Meio Ambiente, o petista Genival Nunes, vai continuar comandando a sua pasta, mas deixará a presidência da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) nos próximos dias. O órgão passará para o comando de um peemedebista, provavelmente o ex-deputado estadual Wanderlê Correia, que teve encontro com o governador Jackson Barreto na semana passada. Um grupo de peemedebistas de São Cristóvão foram ao Palácio comunicar ao governador a pretensão de lançarem o nome de Marcos Santana para disputar uma cadeira na Câmara Federal e lá o governador os consultou sobre o nome de Wanderlê.

Exploração da carnalita: MPF-SE avalia que prefeituras devem negociar

Consultado pela coluna sobre a possibilidade da entrada do Ministério Público Federal nas negociações sobre a autorização do uso do solo para a Vale explorar a carnalita, procuradores do órgão informaram que “a questão do local da exploração da mina de carnalita é uma discussão entre municípios, que são entes federativos autônomos, e que, neste momento, não se visualiza nenhuma situação que enseje a intervenção do Ministério Público Federal. O ministro das Minas e Energia quer reunir o governador Jackson Barreto, os prefeitos Ezequiel Leite (Capela) e Hélio Sobral (Japaratuba) e a direção da Vale para negociar um acordo. Afinal, são R$ 4 bilhões em investimentos e quatro mil empregos em jogo. E não dá para jogar fora por causa de vaidade de A ou B.

 

Mister Off’ diz que padrinhos espertalhões ficam com dinheiro de CCs

Esse assunto já é velho, mas como continua acontecendo em todo o Brasil, em especial no nosso Sergipe, onde muitos políticos e partidos continuam adotando como prática a indicação de pessoas para a ocupação de cargos comissionados e recebem em troca metade dos salários pagos aos seus ‘protegidos’, voltou a ser comentado nos últimos dias. Os ocupantes de CCs conversam com amigos, se queixam, olham decepcionados para o seu ‘protetor’,mas não há outro jeito, têm que pegar o cartão, ir ao banco, tirara parte do ‘padrinho’ e ficar com o restante. E, se quiser continuar no cargo, deve calar e sobreviver com o que lhe restou. Esse tipode assunto, que já foi levado até à polícia para apuração e nada descobriu, é comum nos corredores das repartições públicas.


2ª feira - Faculdade de Direito da UFS e Ditadura Militar em Sergipe em debate


O Núcleo
de Estudos sobre o Estado e a Democracia (NEED e DDI-UFS) promove nesta promove nesta segunda-feira, 27, a conferência "Faculdade de Direito da UFS e Ditadura Militar em Sergipe: Resistência e Colaboração 1968-1985". O evento, que começa às 19h, no prédio de Didática III (sala 2), do Campus de São Cristóvão (Rosa Elze), terá como conferencista o professor José Vieira, da Universidade Federal de Alagoas. O NEED é coordenado pelo professor José Afonso Nascimento.

Cartórios fazem alistamento eleitoral até o dia 07 de maio

Em todo o país, os Cartórios Eleitorais estarão aptos a prestar os serviços de alistamento eleitoral, transferência e revisão até 07 de maio de 2014. Nos últimos 12 meses, o eleitorado sergipano teve um crescimento percentual de 2,320%. Em dezembro de 2012, havia 1.384.688 eleitores inscritos. Já em dezembro de 2013, o número de eleitores já totalizava 1.416.809. O Eleitor que vai para o exterior poderá requerer a transferência de seu título para o país de destino ou mantê-lo cadastrado no País.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
26/01
10:01

Advogado e juiz explicam condições legais para entrar na disputa

A respeito da possibilidade de candidatura da secretária de Inclusão Social e ex-primeira dama, Eliane Aquino, ao Senado Federal, o blog fez uma consulta a um reconhecido advogado de Aracaju e ele, que pediu a preservação do anonimato, encaminhou a seguinte explicação:

Por força da legislação eleitoral os partidos são obrigados a encaminharem à Justiça Eleitoral, a lista dos seus filiados, nos meses de abril e outubro de cada ano, até o dia 15 dos respectivos meses.

Nessa lista deve constar a filiação dos eleitores arregimentados nos seis meses anteriores a remessa da lista de abril, ou seja, as filiações processadas nos meses de março – fevereiro – janeiro – dezembro e novembrolista de outubro, as filiações realizadas nos meses de setembro – agosto – julho - junho e maio.


Como disse, o último dia do mês é o dia 15, para encaminhar a lista. Tanto no mês de abril, quanto de outubro.

 Todo o processamento é feito através de sistema computadorizado, sob controle do Tribunal Superior Eleitoral. Não há nenhuma possibilidade de se alterar, excluir ou incluir qualquer filiado nas listas encaminhadas pelos partidos políticos.

 Recebidas as listas dos 30 partidos hoje registrados na Justiça Eleitoral é feito um batimento para verificar possível duplicidade de filiação. Em se verificando duplicidade, é aberto o procedimento do devido processo legal, com direito de defesa do filiado, para somente então, em sendo o caso, a justiça declarar a nulidade da duplicidade de filiação.

No caso dos possíveis candidatos das próximas eleições uma das exigências da legislação, é a previa filiação na circunscrição eleitoral, com prazo mínimo de um ano antes das eleições, ou seja, o pretenso candidato ou candidata deve estar filiado um ano antes das eleições, para concorrer ao próximo pleito.

As eleições de 2014 serão realizadas no dia 05 de outubro, assim, o candidato deve estar filiado até o dia 05 de outubro de 2013.

As filiações ocorridas no mês de outubro de 2013, a partir do dia 16 são encaminhadas no mês de abri de 2014. Portanto, quem vai ser candidato já se encontra no banco de dados de filiados da justiça eleitoral, porque teve o seu nome processado na lista de abril de 2013.

Qualquer cidadão que se dirigir até ao Cartório Eleitoral e pedir uma Certidão, receberá a informação da data desde quando se encontra vinculado à agremiação partidária”.
 

Posição de juiz – Consultado, um juiz sergipano com experiência eleitoral disse que ela pode ter se filiado mesmo em Brasília, junto ao Diretório Nacional,  e que é preciso ver onde estaria essa sua ficha. “Às vezes, as brigas partidárias são usadas até para não encaminhar filiações de opositores, ainda que do mesmo partido, à Justiça Eleitoral. É bom que isso seja apurado”.



Política
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Por Eugênio Nascimento
25/01
22:39

Eliane Aquino não é filiada ao PT de Sergipe e, por isso, não poderá ser candidata

Consulta ao listão do Tribunal Regional Eleitoral não apresenta nenhum vínculo partidário dela 

Eugênio Nascimento

Desde dezembro último, quando morreu o governador Marcelo Déda (PT), que o nome de sua mulher e ex-primeira dama Eliane Aquino, atualmente respondendo pela Secretaria de Estado da Inclusão Social, tem sido cogitado para disputar o Senado Federal pela coligação governista, em outubro próximo. No calor da emotividade, ocorreram algumas manifestações de apoio ao seu nome, que foi até mesmo lembrado para compor a chapa majoritária na condição de vice do governador Jackson Barreto (PMDB). Mas há um porém. Eliane não está filiada ao PT.

Nas consultas feitas às relações dos filiados do Partido dos Trabalhadores junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE)o nome dela não aparece em nenhum momento. Um advogado consultado pela reportagem informou que “se ela não está nas relações dos filiados, ela não está filiada e em não estando filiada não pode ser candidata a cargo eletivo, pois o prazo de filiação para disputar o pleito de 2014 terminou em 5 de outubro de 2013. Não há exceções e o Ministério Público Eleitoral (MPE) está sempre atento à essas coisas”.

Consultado, o ex-presidente do Diretório Municipal do PT de Aracaju, Usiel Rios, afirmou que Eliane era filiada ao Partido dos Trabalhadores em Brasília e que quando teve início o seu casamento com o então prefeito de Aracaju, Marcelo Déda, transferiu sua filiação para Sergipe. “Acho que ela está filiada ao PT de Sergipe desde 2002. Agora, não sei o porque de não encontrarem a sua ficha de filiação. Acho que o Diretório Municipal de Aracaju ou o Diretório Regional de Sergipe deveria apurar o que está acontecendo. Há algo estranho nisso”, comentou Rios.

Segundos após o anúncio da morte de Marcelo Déda, no dia 2 de dezembro de 2013, começaram as especulações sobre a possibilidade de Eliane ser a candidata ao Senado. O seu marido pretendia disputar esse cargo em 2014. O grupo petista que perdeu o comando da agremiação, insistentemente lança o nome dela como herdeira da disputa do Senado. Os seguidores do deputado Rogério Carvalho, isso está bem claro, afirmam que a segunda opção do PT, depois de Déda, seria ele. Mas Carvalho já declarou que respeitará a posição da maioria dos petistas.

O governador Jackson Barreto deixou claro que gostaria que Eliane Aquino continuasse como sua secretária de Inclusão Social e achou até boa a ideia de tê-la na chapa majoritária. Barreto elogia Eliane muito e não é de hoje. No velório de Déda, JB, como é também conhecido o governador, destacou a conduta dela durante todo o processo de doença e tratamento de Déda e comentou, de forma elogiosa, o comovido discurso proferido por Eliane diante do corpo do marido no Museu-Palácio Olímpio Campos. Isso fez render comentários favoráveis ao nome dela na política.

Procurada pelo JC, Eliane Aquino informou, através de sua assessoria, que não gostaria de falar sobre ser candidata ou não ser. No PT, há comentários intensos sobre ela ser candidata ou não ao Senado. O partido dispõe, até o momento, de mais um nome, além do dela, o do deputado federal Rogério Carvalho. No mesmo bloco governista, que é liderado por Jackson Barreto, foi lançado na semana passada o nome do ex-prefeito Edvaldo Nogueira para o Senado. Mas há ainda comentários dando conta da possibilidade de o cargo ser oferecido para atrair o apoio político do grupamento do prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM).

Veja a seguir certidão emitida pelo TSE a consulta feita pelo radilista Prefeitinho no dia 13 de janeiro último:



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
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