01/02
19:39

Gualberto faz discurso para fortalecer o parlamento sergipano

Falando em nome da liderança do governo neste novo mandato, o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) deu as boas vindas aos colegas parlamentares durante a solenidade de posse dos deputados estaduais eleitos em outubro do ano passado para o mandato até dezembro de 2018. O ato aconteceu na tarde deste domingo (1º) no plenário da Assembleia Legislativa.

 

No discurso, Gualberto buscou fortalecer a imagem do parlamento sergipano e fez ataques a setores da imprensa que tentam enfraquecer a democracia do país. “As assembleias legislativas são o maior símbolo da democracia no Brasil e no mundo. Não existe democracia sem um parlamento vivo e atuante”, disse o líder.

Para ele, existem adversários dissimulados, principalmente entre a grande mídia brasileira, como é o caso da Rede Globo de Televisão e da revista Veja. “São filhos da ditadura militar. E parece que não se conformam com o papel que cumprem atualmente. Fazem ataques descabidos em nome da liberdade de expressão e de imprensa. Tentam de qualquer forma desmobilizar os parlamentos”, analisa o deputado.

Francisco Gualberto também lembrou que feitos valiosos e grandes contribuições da Assembleia Legislativa de Sergipe à sociedade nunca são destaque na grande mídia local. “Não lembro de nenhuma vez esses feitos positivos virarem manchete. Mas quando o fato é negativo, ou parece ser, isso se torna até notícia nacional. É preciso analisar as coisas com cautela”, reclamou o parlamentar. “Um parlamento enfraquecido significa uma democracia enfraquecida”, disse.

Para o líder governista, não se deve permitir que setores da imprensa desfigurem o papel das assembleias legislativas, pois quem age assim, segundo ele, certamente não é um democrático. “Por esta Casa passam decisões fundamentais que alteram a vida da população. Se errarmos, as consequências virão com prejuízos para todos. Se acertarmos, todo mundo ganha. Por isso o parlamento tem importância fundamental. É o poder mais plural, o mais diversificado na sua composição”, explica Gualberto.

 

Liderança – Desde 2007, no então mandato de Marcelo Déda, o deputado Francisco Gualberto tem a função de liderar a bancada governista. Ficou afastado por um pequeno período em 2013, mas retornou ao posto ainda no governo de Jackson Barreto, que assumiu definitivamente após a morte de Déda. “Tive a honra de ser convidado novamente pelo governador Jackson Barreto para a liderança. E isso aumenta a minha responsabilidade, pois sei o quanto é difícil a tarefa. Mas não fugirei à luta”, garante.

Sobre a oposição, a ser liderada pelo deputado Capitão Samuel (PSL), Gualberto disse que espera uma atuação inteligente e respeitosa. “Espero que não confundam oposição ao governo com oposição aos interesses do povo sergipano”, lembrou, garantindo que o respeito será o norte da convivência. Por fim, Gualberto encerrou seu pronunciamento citando Che Guevara: “Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura”. Após a posse oficial, os deputados elegeram Luciano Bispo (PMDB) para presidir a Assembleia Legislativa pelos próximos dois anos. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
01/02
19:20

Luciano Bispo é eleito presidente da Alese com 23 votos

O deputado estadual Luciano Bispo (PMDB) foi eleito na tarde deste domingo presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe para o biênio 2015/2016. Ele encabeçou chapa única e obteve 23 dos 24 votos da Casa. O único voto contra foi o da deputada Maria Mendonça (PP), sua opositora política no município de Itabaiana. Logo após a votação, Luciano agradeceu o apoio de todos e anunciou que a Assembleia Legislativa retoma as suas sessões no próximo dia 19. A chapa de Luciano é composta ainda por Garibalde Mendonça – PMDB (Vice), Jeferson Andrade – PSD (1º secretário), Gorete Reis – DEM (2º secretário), Venâncio Fonseca – PP (3º secretário) e Luiz Mitidieri – PSD (4º secretário).



Política
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Por Eugênio Nascimento
01/02
16:32

Depois do carnaval, a administração de JB já será velha

 José Lima Santana - Professor do Departamento de Direito da UFS

 

            Eu tenho recusado ir aos Shoppings de Aracaju. Ao menos, por esses dias. Não aguento mais as mesmas conversas, os mesmos assuntos, ou melhor, o mesmo assunto: a administração de Jackson Barreto, que, dizem, ainda não deu o sinal de partida. Continua no “pit stop”. Uns dizem que ele só vai botar a máquina para andar depois da eleição do presidente da Assembleia, que ocorrerá exatamente neste domingo. Se for assim, a partir de segunda-feira, dia 2, o pau quebra. Outros se dizem decepcionados com o secretariado, ou com parte dele. Outros mais acham que JB está perdido nesse que é, sim, o seu próprio mandato governamental. O mandato que ele concluiu não era dele, na origem. Os “analistas políticos” de plantão conjecturam muito.

Como as pessoas botam a boca no mundo! É por isso que eu vou dar um tempo nas idas aos Shoppings da cidade: quando eu encontro um desses “analistas políticos” o papo é o mesmo: JB... JB... JB... E eles, os “analistas”, são muitos. Em cada metro quadrado de qualquer Shopping é possível encontrar uns cinco ou seis. A densidade deles é muito maior do que a densidade da jararaca-ilhoa na ilha Queimada Grande, litoral de São Paulo, que possui um veneno quinze vezes mais potente do que o veneno da jararaca continental. E como tem jararaca-ilhoa naquela ilha... Vôte! Os “analistas” sabem de tudo. Ou inventam de tudo.

            Alguns falam que o segundo escalão está na “maré mansa”, aguardando a eleição de Luciano Bispo para a presidência da Assembleia Legislativa. Depois da eleição, a distribuição dos cargos. É o que se convencionou chamar de “assegurar a governabilidade”. Infelizmente, ou não. O Brasil inteiro está assim, contaminado. O governo federal, os governos estaduais e os governos municipais. Uma “beirinha” para um, uma “beirinha” para outro e assim vai-se levando a vida político-administrativa neste país tão sério. Que Charles De Gaulle não me ouça, ou melhor, não me leia, na sua morada “defuntória”.

            Os “analistas” dizem que o ano não começou bem para Sergipe, mas muitas eram e ainda são as esperanças do povo. Afinal, o ano está apenas começando. Carro velho subindo ladeira, engrenando a pulso. Ora sobe, ora desce. Ora sobe, ora desce. Deus seja louvado! E assim os sergipanos atravessaram janeiro. Ainda bem que não temos os problemas de abastecimento de água, na capital, que São Paulo vem enfrentado há meses. Pelo menos isso. A segurança pública, a saúde e outras áreas do governo estão no “avaluemos”, como se diz por aí. Mas, tem nada não. Estamos somente no comecinho, gente. É preciso ter paciência. Nem sempre as coisas acontecem de fio a pavio, ligeirinho, como a ligeireza de coelhos para fazer filhotes. O papa que o diga. Não! Há coisas que só andam na maciota. É que o povo é apressado. Gosta, pois, de comer cru. Tem que cozinhar, minha gente. O que é isso? Está cedo. Ou não? No geral, o povo é falador. Até parece que todo mundo é “analista político”. Cruz-credo! Gosto disso não. Não mesmo. Eu tenho paciência. Posso não ser outro Jó, aquele da Bíblia, mas sou paciente. Deixo a coisa correr. Só não pode correr frouxa. Aí também já é demais.

            O governador Jackson Barreto precisa, sim, chamar certos feitos à ordem. Tomar medidas. Botar o carro para rodar. Nada de roda presa. Tem que desatravancar isso ou aquilo. Janeiro seria o mês do planejamento geral do governo. Tin-tin por tin-tin. Tudo se arrumando, pois é no sacolejar da carroça que as abóboras se ajeitam, como diz o dito popular. Janeiro se foi. Tem que ajeitar as coisas. A administração. Todos os setores. É o que o povo está esperando. A situação encontrada na educação é vexatória, diante de índices e mais índices que deixam a desejar. A segurança pública está altamente comprometida. A bandidagem age solta. Aracaju está em 39º lugar dentre as cidades mais violentas do mundo, segundo uma ONG mexicana (administradores.com.br). O índice de homicídios (total de 40) por grupo de cada 100 mil habitantes em Sergipe é o 4º maior do Brasil (exame.com). Assaltos, roubos e furtos campeiam ao Deus dará. Na capital e no interior. A saúde está desmantelada. E, tudo isso, depois de oito anos com o mesmo grupo à testa do governo. Logo, tentar jogar a culpa somente nos governos anteriores a esses oito anos, é absoluta vulgaridade, falta de senso administrativo e de tato político. Não dá para tapar o sol com uma peneira. Abrindo um parêntese, o mesmo se diga da administração aracajuana, em que alguns auxiliares do prefeito ainda ficam culpando as administrações ligeiramente anteriores pelo seu próprio fracasso em algumas áreas. As administrações contrárias, estadual e municipal, igualam-se no que podem ter de pior: culpar os outros pelo que não têm mostrado competência e rapidez para resolver. Ora, basta desse tipo de argumentação. Chega dessa baboseira toda! De lado a lado. No passado, remoto ou recente, cada gestão teve acertos e desacertos.

            No artigo “Jackson Barreto na cabeça”, publicado aqui no Jornal da Cidade, em 8 de outubro último, após o resultado da eleição, eu lembrei que quando Jackson foi prefeito de Aracaju, na sua segunda gestão, quando ele fez a primeira reunião com o secretariado, nos meados de janeiro de 1993, concitou os secretários a mostrarem serviço, dizendo que: “Depois do carnaval, para o povo de Aracaju a minha administração já será velha”. Ele mostrava, assim, que tinha pressa em ver as coisas acontecendo. E agora, governador? Meta a mão na massa, bicho! De verdade. Mostre que você não veio para brincar.

            Mais uma coisa: a situação financeira do estado parece ser mesmo crítica. Basta dar uma olhada no artigo “O crescimento da dívida estadual em Sergipe”, escrito pelo professor de Economia da UFS, Emerson Souza, e publicado noutro jornal, no início da semana finda. Lá está dito, por exemplo, que “o custo da dívida passiva – encargos e amortizações contabilizados junto às despesas centralizadas pela Sefaz – foi da ordem de R$ 548,4 milhões (7,6% da arrecadação executada), em 2013. É muita grana. Em 2010, apenas para efeito de comparação, esse montante era de R$ 88,1 milhões, ou seja, 1,5% da arrecadação total”. Sendo assim, as amortizações de empréstimos antigos estariam pipocando agora, comprometendo as finanças do estado, ou somam-se também empréstimos novos e de curto prazo? Há outro dado alarmante, no artigo: “em 2009, o total da dívida interna e externa do governo do estado de Sergipe era de 1,32 bilhões” (6,7% do PIB sergipano). Mas, em 2012, a dívida chegou a 2,4 bilhões (8,65% do PIB estadual). Quase dobrou em apenas três anos? Os dados citados pelo professor Emerson foram tirados do relatório de contas anuais da Secretaria da Fazenda. São terríveis!

A gestão fazendária de JB terá que ser muito boa. A herança financeira que ele recebeu, de longa ou de curta data, é que não é boa. Além de competência e agilidade, Jackson Barreto e sua equipe vão precisar de reza forte. Muito forte. 

 

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 01 e 02 de fevereiro de 2015. 



Coluna José Lima
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Por Eugênio Nascimento
01/02
16:27

Sobre o mal uso das verbas de subvenção

Afonso Nascimento - Professor do Departamento de Direito da UFS

No dia 18 de dezembro de 2014, a Justiça Eleitoral em Sergipe diplomou os deputados estaduais selecionados na eleição do mesmo ano. No dia seguinte, três membros do Ministério Público Federal convocaram a mídia sergipana para informar que tinha ajuizado ações na Justiça Eleitoral contra vinte e quatro deputados estaduais, no exercício do mandato em 2014, por uso eleitoral proibido de verbas de subvenção por esses representantes do povo sergipano.

Essa informação caiu feito uma bomba sobre a opinião pública sergipana. Milhões e milhões de reais teriam sido usados irregularmente. Com a aceitação dos pedidos por juíza federal, rapidamente as pessoas interessadas perceberam que estavam diante do maior escândalo da história política de Sergipe! Veio à memória os deputados e outros cassados por irregularidades pela ditadura militar. Mas isso é café muito pequeno em comparação com os fatos e com o que pode acontecer com os deputados estaduais indiciados e com a rede de pessoas envolvidas no caso das verbas de subvenção.

Mais isso não foi tudo. Com efeito, o programa televisivo de variedades chamado “Fantástico” veiculou no domingo seguinte à fala dos procuradores uma reportagem com pormenores do escândalo político sergipano para todo o país. Quais foram as reações dos deputados estaduais listados pelo MPF com infratores da lei eleitoral? A maioria recusou a visibilidade midiática trazida pela revelação do seu envolvimento com o caso.

Alguns poucos ensaiaram uma defesa rápida afirmando a sua honradez e outros disseram que não poderiam se manifestar sobre processo de que ainda não tinham conhecimento. O advogado da maioria dos deputados tomou a cena e se apressou em afirmar a inocência dos seus representados, naturalmente, e nos pareceu transferir a responsabilidade pelas infrações para os dirigentes das instituições beneficiárias e para os técnicos da Assembleia Legislativa.

Depois disso, a juíza federal auxiliar deixou o posto de encarregada do processo, que passou às mãos de procurador do estado na condição de membro da Justiça Eleitoral em Sergipe. Qual será o seu desempenho na condução do processo judicial? Nas duas últimas semanas, aparentemente, os deputados estaduais envolvidos passaram a apresentar a sua defesa em juízo. Qual será o resultado desse processo judicial?

A maioria das pessoas, mesmo com o processo apenas sendo iniciado, diz já saber qual será o seu desfecho: nada acontecerá - apesar do excesso provas contundentes arroladas, de acordo com os procuradores federais. Nós não temos uma opinião formada sobre o assunto, mas achamos que as acusações devem ser bem apuradas e que o direito de defesa dos deputados estaduais seja garantido. Nada de condenar previamente ninguém pelo tribunal da mídia!

Mas acreditamos, contudo, que é preciso lançar luz sobre alguns pontos desse imbróglio político-jurídico. Em primeiro lugar, trata-se da responsabilidade dos “avalistas” da existência e da idoneidade das instituições de utilidade pública com registro na Assembleia Legislativa de Sergipe. Pelo que ouvimos do advogado da quase totalidade dos envolvidos, aparentemente essas pessoas são juízes, delegados e outras autoridades que teriam assinado sem prestar atenção aquilo lhe pediram para fazer. Isso precisa ser posto em pratos limpos.

Em segundo lugar, uma investigação geral sobre as dezenas de instituições de utilidade públicas (receptoras de verbas de subvenção) é necessária porque, pelas declarações dos procuradores à mídia, eles partiram do pressuposto inapropriado de que algumas eram idôneas e outras não. É preciso fazer uma investigação de pente fino sobre todas elas, com isso não significando jogar suspeição sobre elas, mas apenas fazendo uma triagem para decidir em seguida quais devem permanecer e as que devem ser extintas – independentemente do destino das verbas de subvenção.

O advogado da maioria dos deputados afirmou em entrevista que parte da responsabilidade caberia aos técnicos da Assembleia Legislativa que teriam dado o sinal verde para a aprovação das instituições de utilidade pública. Não nos parece que a eles deva recair essa responsabilidade. É preciso saber se eles cumpriam ordens superiores e faziam uma checagem formal dos requisitos para a sua aprovação. Esse é o terceiro ponto.

Por último, a dimensão mais importante desse escândalo nos parece ser o fato de o MPF ter feito a investigação e recolhido provas à exaustão sobre o uso eleitoral de verbas de subvenção, infração que seria da esfera federal. Não se pode esquecer, porém, que essas mesmas verbas de subvenção poderiam estar sendo destinadas a essas mesmas instituições de utilidade pública fora do período eleitoral! Ou elas teriam sido criadas para uso em período eleitoral? Se não, essas instituições de fachada teriam recebido quantos milhões em verbas de subvenção durante quantos anos por quantas legislaturas pelos mesmos deputados?

Neste caso, parece que a competência para agir é do Ministério Público Estadual. O que é essa instituição fez até agora a esse respeito? Ajuizou uma ação na Justiça estadual arguindo a inconstitucionalidade das verbas de subvenção, como medida para a sua extinção. Isso nos parece pouco. O MPE já sabe quais são as instituições de utilidade de faz de conta e suas ligações com os deputados “benfeitores”. Uma ação contra os deputados envolvidos na investigação do MPF seria a providência mais óbvia e necessária para o caso do uso irregular das mesmas verbas de subvenção em período não eleitoral. Basta trabalhar com a legislatura passada.

No ano passado, lemos um livro muito interessante intitulado “O nobre deputado”, escrito por juiz eleitoral do Maranhão chamado Marlon Reis. O livro trata de forma ficcional, para não citar nomes de pessoas e proteger as fontes da investigação, os usos irregulares de emendas parlamentares federais nos estados brasileiros.

O livro descreve detalhadamente todo o esquema de malversação do dinheiro dos contribuintes através dessas emendas dos deputados federais e senadores. A explicação nos pareceu convincente sobre a destinação das emendas desses parlamentares, sobre as licitações, sobre os beneficiários, sobre as construtoras e outras empresas, sobre as porcentagens cabíveis, etc. Mas não ousaríamos afirmar que isso possa acontecer em Sergipe, até porque sustentamos que as verbas de subvenção necessitam ser extintas da política sergipana e substituídas por emendas parlamentares estaduais.

A nossa interrogação final é a seguinte: entre os deputados estaduais eleitos e reeleitos, quem tomará a iniciativa política de exigir a extinção das verbas de subvenção, somente usada pelos sergipanos, até como forma de melhorar a imagem da Assembleia Legislativa dos sergipanos e retirá-la do fundo do poço em termos de legitimidade? Essa medida deveria ser a primeira proposta legislativa da nova legislatura.



Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
01/02
15:31

Coluna Primeira Mão

Prefeitos que atuam longe dos municípios de SE têm exemplo africano

Os prefeitos do interior sergipano que levam a vida em Aracaju e de vez em quando aparecem nas suas cidades parecem seguir o exemplo do Rei Céphas Bansah, que mora na cidade alemã de Ludwigshafen e de lá, governa Gbi, uma das cidades mais pobres da África. Como desculpa ele alehgou para a imprensa que “governo nessas condições para ficar mais próximo das novas tendências e tecnologias e, assim, introduzi-las mais facilmente em minha nação”. Um alento. Conforme publicou a revista IstoÉ, ele não vive com o dinheiro de seus súditos, mas sim do salário de uma oficina mecânica onde trabalha. Já os prefeitos daqui, que vivem longe de seus munícipes, comentam que conversam diariamente com os seus auxiliares diretos e dá as ordens via celular, whatsapp e email, mas devem sobreviver às custas dos bons salários que têm da administração pública. Apareçam!


Marta, Mendonça e Chico Dantas assumem secretarias nesta 2ª feira


Os secretários de Estado Marta Leão (Inclusão Social), Francisco Dantas (Desenvolvimento Econômico) e Mendonça Prado (Segurança Pública) já tiveram seus decretos de nomeação publicados e assumem suas pastas nesta segunda-feira. Mendonça terá posse com transmissão de cargo na próxima terça-feira, 3, às 10h, no Centro de Convenções. Na quarta-feira,4, ‘Chico’ Dantas e Marta participarão de solenidades de transmissão de cargo, às 10h, em suas secretarias.


Começa estudo sobre extinção de empresas estatais de SE


Sob a coordenação geral do secretário-Chefe da Casa Civil, vice-governador Belivaldo Chagas (PSB), dois grupos de trabalho do Governo do Estado iniciam nesta semana o processo de avaliação das condições das empresas estatais que serão extintas nos próximos meses e a transferência de suas atividades para as Secretarias ou órgãos sucessórios. Vão entrar em estudo as situações da Emgetis, Cohidro, Pronese, Fundação Estadual de Saúde, Fundação Parreira Horta, Cehop, Agetis e Emsetur. Dentro de no mais tardar 60 dias o destino dessas empresas estará definido.

Eduardo Amorim: bancada de oposição tem autonomia para votar em quem desejar

“A bancada de oposição não está liberada, mas sim tem toda autonomia para escolher o melhor caminho para Sergipe”. O comentário foi feito agora há pouco pelo senador Eduardo Amorim (PSC), principal liderança do bloco de oposição ao governador Jackson Barreto na Assembleia Legislativa do Estado, sobre que comportamento deve adotar os seus aliados no processo de votação da nova mesa diretora da Alese.


SE desperdiça 50% da água potável que produz


Sergipe está entre os 13 estados brasileiros que desperdiçam mais de 37% de água, que é a media do Brasil, conforme o relatório divulgado pelo Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento (SNIS). Segundo o diretor de Operações da Companha de Saneamento do Estado (Deso), Sílvio Múcio, “Sergipe está nessa colocação porque não mentiu ao informar os seus dados, coisa que alguns outros fazem”. O índice tolerado pelo SNIS é de no máximo 20%. É bom lembrar que parte da água potável produzida pela Deso não é desperdiçada, mas sim roubada, através dos chamados “gatos”, por proprietários rurais.


João como opção - O presidente da Câmara de Aracaju, vereador Vinicius Porto (DEM), disse que o seu partido, o DEM, ainda não definiu se o prefeito João Alves Filho será candidato à reeleição, embora já dê sinais de que sim. Segundo Vinicius, João está preocupado com realizar os projetos a que se dispôs fazer em Aracaju e só depois disso ele decidirá se disponibilizará o nom. “Ainda é cedo, mas João Alves é um grande político e um grande nome”, lembrou. Mas vale destacar que o prefeito iniciou reforma em sua equipe para ganhar agilidade e lhe garantir melhor projeção política.


Adolescente de Itabaiana foi o assunto da semana


Toda a mídia brasileira abriu generoso espaço para o adolescente itabaianense José Victor Menezes Teles, 14 anos, que obteve 751 pontos no Enem para o curso de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Ele fez exame de proeficiência, para conquistar o certificado do ensino médio, passou e obteve autorização judicial para se matricular. Tem gente questionando a sua baixa idade para fazer o curso, mas isso parece ser inveja. Quem sabe, sabe. Vá em frente, Zé Victor.


Mudanças no TJ –
Os desembargadores Luiz Mendonça, José dos Anjos e Ricardo Múcio Abreu Lima assumirão às 17h da próxima quinta-feira, 5, os cargos de presidente, vice-presidente e corregedor, respectivamente, do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. A solenidade de posse acontecerá no edifício-sede do TJSE, na praça Fausto Cardoso (centro de Aracaju).


Albano é imortal –
O ex-governador, ex-senador e ex-deputado federal Albano Franco (PSDB/SE) será empossado no próximo dia 5 na Academia Sergipana de Letras. O ato solene acontecerá às 20h, no Centro de Convenções. Albano será saudado pelo acadêmico Carlos Ayres de Britto. Os comentários dão conta de que dezenas de amigos influentes na política nacional virão para a festa.


Não pago - Embora levante uma bandeira de luta simpática à maioria da população (a redução da tarifa do transporte coletivo, hoje fixada em R$ 2,70), o Movimento Não Pago, formado, em sua grande maioria, por estudantes, é pequeno, mas sabe fazer barulho.


No BNB - Agora já está confirmada a ida do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Saumíneo Nascimento, para a Superintendência do Banco do Nordeste, em Sergipe. Ele é funcionário da casa e a sua volta ao cargo já era esperada.


Complexo bancário –
É boa a ideia de alguns bancos de criação do Complexo Bancário na avenida Melício Machado, nas proximidades da Caixa Econômica Federal. Lá será oferecido todos os serviços do sistema, além de ar condicionado, estacionamento lanchonete.


Peeeennnnse no calor -
Com temperaturas que atinge uma média de 35º C e sensações térmicas variando entre 38º C e 39º C, os sergipanos levaram para suas casas todos ou quase todos os ventiladores que se encontravam à vendas nas lojas e supermercados de Aracaju e interior. Segundo gerentes de lojas do G. Barbosa, sempre que chega um novo lote de ventiladores, o povo compra de imediato.


É preciso podar -
Uma ou duas árvores do Palácio de Veraneio do Governo de Sergipe estão com imensos galhos ultrapassando o muro e atingindo a fiação da área. É preciso podar a árvore da casa sede do poder.

Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
01/02
11:09

Governador Jackson Barreto e secretário Mendonça Prado, onde está Acácia de Jesus?

Eugênio Nascimento


No próximo dia 11 de fevereiro, portanto dentro de apenas 10 dias, completam três meses do desaparecimento da jovem senhora Acácia de Jesus Santos, 26 anos, moradora do município de Lagarto. Ela teria saído de sua casa para vir a Aracaju para levar o filho de dois anos ao médico e visitar o ex-companheiro, um policial civil que mora no bairro Santa Maria, e desde então está desaparecida.



Desde que o caso tornou-se público que ronda o noticiário policial. Mas até agora ninguém sabe onde está Acácia. A polícia dizia estar investigando o desaparecimento, que logo depois tornou-se um caso de Corregedoria Policial pelo fato do ex-companheiro dela ser apontado pela própria polícia como suspeito. Mas, ainda assim, as investigações, estranhamente, não evoluem.



A família da jovem, principalmente a mãe e uma irmã, são ouvidas frequentemente pelas emissoras de rádio cobrando a apuração do caso e notícias sobre o paradeiro de Acácia. As autoridades policiais dão um tom de desinformadas sobre o caso e insistem apenas em dizer que tudo está em fase de apuração e que logo em breve teremos novidades.



É triste ouvir aquela mãe no rádio cobrando notícias sobre sua filha e um polícia sem lhe dar resposta concreta sobre o assunto. A dor da mãe de Acácia parece ser sentida por todas as mães e pais que têm filhos desaparecidos e sensibiliza à todos aqueles que têm filhos e que podem desaparecer inexplicavelmente a qualquer momento.


Por isso, a coluna abre o espaço hoje para fazer um apelo ao governador de Sergipe, Jackson Barreto, e ao novo secretário de Segurança Pública, Mendonça Prado, no sentido de que se juntem aos sergipanos, principalmente à família de Acácia, e cobre de sua polícia explicações sobre o caso. O povo quer saber, governador e secretário, onde está Acácia.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
01/02
10:58

Deputados estaduais eleitos assumem mandato neste domingo

Os deputados estaduais eleitos e reeleitos em 05 de outubro de 2014serão empossados às 15h deste domingo, 1º de fevereiro de 2015,  em sessão solene a ser realizada na Assembleia Legislativa para o exercício de mandato que será concluído no dia 31 de janeiro de 2019. De um total de 24 deputados estaduais, 15 foram reeleitos, dois, que  já tiveram  mandatos voltam à Casa e os sete  novatos são:  George Passos (PTC), Pe Inaldo (PT do B), Luciano Pimentel (PSB), Jairo de Glória(PRB), Robson Viana (PMDB), Silvia Fontes (PDT) e Dr Vanderbal (PTC). Logo após o ato de posse, os parlamentares serão convocados para eleger a Mesa Diretora da Casa, que vai administrar o Legislativo durante o biênio 2014 e 2015, quando serão escolhidos presidente, vice-presidente e quatro secretários. Até a tarde do sábado o nome mais cotado para a Presidência era o do deputado Luciano Bispo (PMDB), o que reúne o consenso do bloco governista e tem apoio de segmentos  da oposição. Cogita-se a possibilidade de a oposição formar uma chapa para a disputa, mas fala-se também que os seguidores do senador Eduardo Amorim (PSC) serão liberados para votar na chapa governista.

Veja quem são os eleitos em outubro de 2014

Deputados Reeleitos

Ana Lúcia (PT)
Augusto Bezerra (DEM)
Goretti Reis (DEM)
Garibaldi Mendonça (PMDB)
Dr. Gilson Andrade (PTC)
Gustinho Ribeiro (PSD)
Francisco Gualberto (PT)
Jeferson Andrade (PSD)
Luiz Mitidieri (PSD)
Maria Mendonça (PP)
Pastor Antônio (PSC)
Paulinho das Varzinhas Filho (PTdoB)
Capitão Samuel (PSL)
Venâncio Fonseca (PP)
Zezinho Guimarães (PMDB)


Eleitos pela primeira vez


George Passos (PTC)

Padre Inaldo (PTdoB)
Luciano Pimentel (PSB)
Jairo de Glória (PRB)
Robson Viana (PMDB)
Silvia Fontes (PDT)
Vanderbal (PTC)


Voltam à Assembleia


Luciano Bispo (PMDB)
Valmir Monteiro (PSC)


Política
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Por Eugênio Nascimento
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