19/02
14:33

Luciano Bispo recebe Jackson Barreto em Itabaiana e visita obras

O presidente da Assembleia Legislativa (ALESE), deputado estadual Luciano Bispo (PMDB), visitou na manhã desta segunda-feira, dia 19, às instalações do Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno, em Itabaiana, juntamente, com o governador Jackson Barreto e o secretário da Saúde, Almeida Lima.

De acordo com Luciano Bispo, o Governo de Sergipe vem realizando investimentos para ampliar a capacidade de atendimento e oferta de serviços, além de garantir mais resolutividade aos pacientes da região.

“O governo de Jackson Barreto e Belivaldo Chagas tem realizado grandes benefícios para os sergipanos, e para os itabaianenses não é diferente. Aqui temos investimentos que somam mais de 250 milhões que beneficiarão toda a população”, destacou o presidente da Alese.

Foto: Ascom/Governo

Com informações ANS
Por Agencia de Notícias Alese


Política
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Por Kleber Santos
19/02
11:39

HU-UFS convoca 195 aprovados em concurso da Ebserh

Foi publicado na edição desta segunda-feira, 19, do Diário Oficial da União, o chamamento de 195 aprovados no concurso público realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para lotação no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), em Aracaju.

Os convocados - aprovados para as áreas médica, assistencial e administrativa - deverão comparecer ao HU-UFS na próxima quarta-feira, 21, conforme agendamento enviado por e-mail. Após a entrega de documentos e realização de exames específicos para cada cargo, aqueles que estiverem aptos terão um encontro no Auditório do HU-UFS, destinado ao conhecimento dos horários de trabalho; assinatura do contrato de trabalho e da Carteira de Trabalho e Previdência Social; e atividades de integração.

A ausência do candidato nas datas e horários definidos, ou a não apresentação de qualquer um dos documentos exigidos para a contratação, implicará na exclusão do candidato do presente concurso público.

Novos serviços

Para a superintendente do HU-UFS, Angela Silva, a convocação contemplará a abertura de novos serviços e reduzirá o déficit de pessoal. “O HU-UFS deverá ganhar uma força de trabalho de quase 200 pessoas, que serão instaladas, em sua maioria, nos prédios recentemente inaugurados. Esses convocados ajudarão a estabelecer novos serviços, a exemplo da hemodinâmica, e atuarão também na formação de equipes cirúrgicas”, afirma.

De acordo com ela, em novembro último, foram inaugurados o Anexo Hospitalar, incluindo o Centro de Diagnóstico e Imagem, e a reforma e ampliação da Ala Norte do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS). “Após um investimento de cerca de R$ 8 milhões por parte do Ministério da Educação (MEC), o Anexo Hospitalar, quando estiver devidamente habilitado, com os serviços contratualizados e em pleno funcionamento, atenderá às áreas de Oncologia, Transplantes e Diagnósticos”, acrescenta.

Já a Ala Norte, que ocupa uma área de 400m², está destinada à complementação diagnóstica e à triagem neonatal.

Neste momento, foram 195 convocações. Em seguida, devem ser chamados os demais aprovados dentro do número de vagas.  



Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/02
10:15

Cientistas do HU/UFS comprovam: microcefalia por Zika tem fator genético

Com a participação de dois pesquisadores do Hospital Universitário da UFS, a descoberta explica por que nem todas as grávidas expostas ao vírus têm bebês com microcefalia


O vírus Zika pode causar um dano significativo ao cérebro do feto, de acordo com estudos dirigidos por investigadores de faculdades de medicina de todo o mundo. Diante da necessidade de responder a mais perguntas sobre microcefalia em mães infectadas, o gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), Roque Pacheco, e a pediatra do HU-UFS, Ana Jovina Bispo, unidos a diversos pesquisadores do Brasil, fizeram uma descoberta sem precedentes: a maneira como o vírus causa a microcefalia no feto depende de fatores genéticos.

A pesquisa, liderada pela Universidade de São Paulo (USP), examinou 91 bebês de vários estados brasileiros, incluindo nove pares de gêmeos que foram essenciais para a descoberta. Dentre os gêmeos, dois pares – um deles é acompanhado pelo HU-UFS – eram meninas monozigóticas (gêmeas idênticas) e os demais, dizigóticos (gêmeos diferentes). “Sem os gêmeos, não podemos ver a forma como a síndrome congênita se apresenta diante de alguma determinação genética”, destaca Ana Jovina. Os pesquisadores notaram que todas as gêmeas idênticas tinham microcefalia; no caso dos gêmeos diferentes, por sua vez, apenas um par era concordante para a doença. Assim, reforçou-se a hipótese de que um componente genético aumenta o risco de desenvolver a síndrome.

Na conclusão da pesquisa, os cientistas conseguiram relacionar mais de 63 genes com expressões distintas em alguns bebês, gerando uma pré-disposição genética no feto que é posteriormente exposto ao vírus Zika. “Agora que sabemos que algums fetos têm um risco maior de adquirir a microcefalia se forem expostos ao vírus durante a gestação, podemos pensar em políticas públicas para grupos distintos, o que será muito útil no caso de decidir quem tem prioridade para tomar, por exemplo, uma futura vacina”, explica Roque Pacheco.

Publicação

O artigo científico resultante da pesquisa foi publicado no início deste mês de fevereiro no periódico Nature Communications, um dos mais prestigiosos do mundo.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
18/02
19:05

Contrato de trabalho X contrato de capital

Cezar Britto
Ex-presidente da OAB

Ainda tenho nos programas de rádio uma importante fonte de conhecimento e diversão. Antes que me acusem de ser um confesso dinossauro, esclareço que gosto de mesclar os diversos saberes quando se trata de colher o conhecimento, não desprezando quaisquer dos meios de comunicação ou mesmo o uso dos sentidos. Aliás, miscigenar as diversas formas de informação é, certamente, o melhor jeito de relativizar o efeito destrutivo causado pelo volúvel, facilmente manipulável e fértil mundo virtual. Não sou daqueles que entendem que a verdade pode ser obtida através do “caminho único”.

E foi exatamente a mensagem transmitida por um destes “colunistas que são detentores da verdade, sabem de tudo e opinam sobre todas as coisas” que confirmou em mim a necessidade da mistura, também pondo em dúvida a sinceridade da radiodifusão como fonte autentica de saber. É que ele, verborrágica e preconceituosamente, externava o seu rancor para com o Tribunal Superior do Trabalho, em razão deste órgão judicante ter convocado sessão pública para análise de um pacote de decisões sumuladas quando da anterior Consolidação das Lesões Trabalhistas. Vociferava o colunista que achava um absurdo o Poder Judiciário admitir a possibilidade de não aplicação de regras prejudiciais aos trabalhadores aos contratos de trabalho assinados segundo as normas da legislação anterior.

O jornalista praticava, ali, um verdadeiro atentado ao direito enquanto princípio fundamental e regulador democrático entre as pessoas e como estas se relacionam como aparelho estatal. Atentava ele contra uma regra extremamente importante para a preservação da segurança jurídica das pessoas, conquista da humanidade e elo comum em todos os ramos do direito. É que uma lei nova não pode atingir qualquer contrato assinado até a data da vigência do novo marco regulatório, sob pena de ferir aos constitucionais direitos adquiridos e ato jurídico perfeito (inciso XXXVI, art. 5º, CF). E não apenas o colunista feria de morte a Constituição Federal, demonstrava desconhecera imortal e atualíssima Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, quando aponta a impossibilidade de revogação de ato já consumado segundo a lei vigente ao tempo em se efetuou (§ 1 o , art. 6º, do Decreto-Lei 4.6574/42) e que já poderia ser exercido pelo empregado (§ 2 o , art. 6º, do Decreto-Lei 4.6574/42).

O grave não estava no direito de qualquer jornalista ou outra pessoa externar um pensamento, ainda que juridicamente equivocado. Eu sou daqueles que defende a liberdade de expressão enquanto direito democrático de primeira grandeza, ainda que o interlocutor discorde do meu livre pensar. O problema estava na sensação de que o jornalista tinha a clara consciência da falsidade de sua argumentação e, assim, verberava com ar professoral o seu preconceito explícito contra a classe trabalhadora, que, segundo ele, não era merecedora de qualquer proteção jurídica. Certamente defenderia a segurança jurídica dos contratos, caso eles fossem de natureza civil, comercial, financeira, empresarial ou de proteção ao capital privado.

Mas, infelizmente, o jornalista não está sozinho na descaracterização do Direito ao Trabalho como princípio fundamental inerente à dignidade da pessoa humana. Integra ele o velho grupo que compreende o ato de trabalhar como tarefa dedicada, histórica e sucessivamente, aos escravos, aos servos, aos trabalhadores e trabalhadoras que integram uma sociedade excludente e fundada na “certeza da supremacia de alguns nobres segmentos sociais e na força econômica de abastados senhores das riquezas e dos meios de comunicação”. Ainda pregam a “coisificação do trabalho” onde a palavra de ordem é “o empregador pagar menos para ganhar mais”.

Daí o porquê de se atacar o “contrato de trabalho” enquanto ato jurídico perfeito, firmado na segurança jurídica do direito adquirido às cláusulas benéficas pactuadas segundo a legislação então vigente. Também aí a razão de se atacar a proteção constitucional ao trabalhador, da recente aprovação da já apelidada Consolidação das Lesões Trabalhistas e da destruição de uma Justiça Trabalhista especializada no conflito capital-trabalho. Aliás, o que já se tentara em novembro de 1998, quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso, assinando mais um termo de ajuste fiscal, fez constar o seu compromisso de implementar a política neoliberal, fundada na necessidade de flexibilizar a legislação trabalhista e extinguir, paulatinamente, a Justiçado Trabalho.

O que se pretende, através da opinião daquele porta-voz matinal, é que o direito brasileiro admita substituir o “contrato de trabalho” pelo “contrato de capital”. Neste, as cláusulas de proteção ao “direito de ter a propriedade das pessoas” prevalecerão sobre o “direito de ser pessoa humana”. E se o Capital vale mais do que o Trabalho enquanto cláusula contratual, não poderia a Justiça do Trabalho atrever-se a aplicar as regras constitucionais aos contratos vigentes quando da legislação anterior. Afinal, segundo eles, seria mais coerente que aprendêssemos a chamar este ramo do sistema judicial como Justiça do Capital e Tribunal Superior do Capital.


Colunas
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Por Kleber Santos
18/02
19:00

Pedro Meia Garrafa

José Lima Santana
Professor da UFS

Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai. Ao todo, foram sete ais. Era assim que Pedro de Fernandinho de Zuliva Parteira dos Cafundós do Negro Janjão, território sem lei nos tempos do carrancismo, reagia a algo que lhe desgostava. E naquela manhã de fevereiro, na quarta-feira de cinzas, só um bocadinho depois do carnaval, Pedro de Fernandinho sentiu os miolos ferverem no cocuruto da cabeça quase desprovida de cabelos. Não por idade avantajada, mas, sim, por traços de família, ele estava a caminho da calvície total, aos pouco mais de quarenta anos de idade.

Que manhã estava sendo aquela! E que manhã haveria de ser, quando ao seu fim chegasse! Quarta-feira de cinzas era um dia grande, dia de preceito na família de Pedro de Fernandinho, família originária da Tamarineira, no Recife. Terra do frevo. A família de Fernandinho de Zuliva, lá no Pernambuco, era toda ela, por assim dizer, metida no frevo e no maracatu. O avô de Pedro e pai de Fernandinho, o velho Timóteo de Zeca Cego, era chefe de grupo de maracatu rural. Do pai passou para os filhos. Destes, para os netos e daí por diante. Mesmo aqueles que se arrancharam naquele povoadozinho poeirento do sertão de Sergipe, não perdiam, quase todos, os festejos carnavalescos nas ladeiras de Olinda e no Recife velho. Todo ano era o mesmo batido. E as mesmas batidas do maracatu. E os mesmos passos do frevo. “É o que nos resta de alegria”, dizia e repetia Fernandinho, arrebanhando os seus de rota batida para a terra dos Guararapes, chovesse ou fizesse sol, a cada carnaval. 

Naquele carnaval, Pedro de Fernandinho, tocador de rabeca e sanfona de oito baixos, não acompanhou os seus ao Recife. Estava amorrinhado. Uma febre braba, que já durava quinze dias. Uma moleza no corpo, como um quebranto danado. Dor de cabeça não tinha. Nem gripe, nem nada a olho nu. Porém, alguma coisa por dentro dele dava maus sinais. Febre sempre fora uma coisa de meter arrepios. “Febre sem razão é buraco pra caixão”, lorotavam as pessoas dali. 

Mal e mal amanheceu o dia, um rapazote sardento gritou na porta de Pedro de Fernandinho: “Ô ‘seu’ Pedro Meia Garrafa! ‘Seu” Pedro Meia Garrafa!”. Ôxente! Quem diabo estava se esguelando na porta de sua casa? Era o que devia estar perguntando Pedro de Fernandinho ou Pedro Meia Garrafa, como gritava esbaforido o rapazote. Sim, este era o apelido de Pedro de Fernandinho. Destoando da maioria dos homens de sua numerosa família, Pedro não passava de um metro e sessenta, e olhe lá! Baixo, franzino, um bem-te-vi. Porém, nas cordas da rabeca ou no fole da sanfona, Pedro era um gigante. Se tivesse ido para o sul do pais, seria grande como Luiz Gonzaga. 
Que manhã, afinal, foi ou seria aquela? E qual a razão do esguelamento do rapazote, que, depois, Pedro Meia Garrafa (já não o chamo mais de Pedro de Fernandinho) viria lembrar ser um dos filhos de Maria Sacode a Saia, uma finória puxadora de samba de coco, nos tempos do São João? Coisas boas não eram. 

O filho de Maria Sacode a Saia, viúva de Clemente Guedes das Porteirinhas, tinha ido levar uma notícia desastrosa. Notícia de tirar um homem do sério, de fazê-lo cometer uma besteira ou um montão delas. Maria Sacode a Saia era comadre de Pedro Meia Garrafa. Assim que tomou conhecimento do desmantelo, cuidou logo de mandar avisar ao compadre. Afinal, gente de consideração não podia ser deixada na mão. 

Pedro Meia Garrafa ouvia o que o rapazote tinha a lhe dizer. Suspirou a muito custo. Mordiscou o beiço inferior. Cofiou o bigode de arame, grande demais para o seu tamanho, para a sua boca miúda, para o seu rosto de rego de passarinho. Despediu o rapazote e mandou agradecer à sua comadre sempre tão prestativa. Aquela manhã prometia. O dia prometia. E a noite, a noite prometia muito mais. Os dois filhos homens de Pedro Meia Garrafa tomaram o rumo do Recife com o avô, Fernandinho. Os irmãos dele e os sobrinhos também. Dos homens, só ele ficou com aquela febre de mais de quinze dias. Febre maldita! Em casa, além dele, só Pipito, o mais novo dos filhos, de apenas oito anos. Dona Caçulinha, a esposa, aconselhou que ele aguardasse os filhos chegarem com toda a parentela. O que tinha acontecido, tinha acontecido. Não havia o que fazer sobre o que era fato consumado. A partir dali, as providências poderiam ser tomadas durante toda a Quaresma. Tinha tempo.

Pedro Meia Garrafa matutou. Acendeu bem uns dez ou mais cigarros de palha, de fumo do bom, comprado na barraca de Cacetinho de Julião. A cada baforada, uma providência a ser tomada. Mais de uma vez, ele olhou para a espingarda calibre 12, dependurada no canto da sala, novinha de dar gosto. E balas especiais ele as tinha. Um homem de tutano nos ossos, de pelos nos buracos da venta, de sangue no olho, não podia deixar passar aquele episódio em brancas nuvens. Um pernambucano descendente dos guerreiros dos Guararapes, que expulsaram os batavos dos nossos rincões, não poderia deixar de agir. Faca cega causava feridas mais doloridas do que faca afiada. 
A comadre Maria Sacode a Saia só mandara lhe dar aviso porque sabia o compadre que tinha. E dele esperava uma providência de tinir, de homem que zelava pelo nome e pela condição de dono do que era seu. Desapontar a comadre? Deixar de mostrar com quantos paus se fazia uma cangalha? Jamais. 

Não dava para Pedro Meia Garrafa esperar a volta dos familiares lá do frevo pernambucano. Bem que ele gostaria de ter ido. A sua vestimenta pesada para sair no maracatu do tio Alípio Caxinguelê estivera à sua espera. Ele, como os outros, mandara o dinheiro no fim de outubro, para dar tempo de a fantasia ser preparada no capricho. Os matutos marcando passo, seguros no ritmo cadenciado do maracatu rural, enchendo os olhos dos turistas, recebendo o respeito e os aplausos de todos. E, mais do que tudo, sentindo a emoção por mais um carnaval, apesar da crise gerada pelos políticos e empresários corruptos que sangravam o país e o povo. Apesar do emaranhado bruto dos cipós da vida, ainda restava um pouco de alegria ao povo. Que ninguém roubasse o que lhe restava. Mas, também, que o povo se enchesse de brio. As urnas, mais uma vez, precisavam do povo, para encher. Porém, encher com o quê? Com votos dados a candidatos imprestáveis? O carnaval transmitia alegria, mas vida não estava mole não.

Pedro Meia Garrafa disse à mulher: “Hoje, ou vai ou racha”. 

Bem. Faço aqui uma pausa. Nunca mais eu enrolei os leitores. Estava com saudade. Todo mundo deve estar querendo saber que diabo aconteceu, a exigir  providência de cabra macho, por parte de Pedro Meia Garrafa. Vou terminar por aqui, deixando vocês com água na boca, ou, quem sabe, com a boca seca. Não aconteceu nada, porque não tinha nada para acontecer. Querem me xingar? Xinguem...!!! Quá, quá, quá, quá, quá...

Um abraço para os leitores. Um cheiro e um queijo para as leitoras. Bom fim de semana.
 
Post scriptum: Ah, não vale xingar a mãe! 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
18/02
18:49

Eduardo Amorim defende perfis e o respeito entre todos os aliados


Indagado se teme a possibilidade de o deputado federal André Moura (PSC) aliar-se ao governador Jackson Barreto (PMDB) no processo eleitoral de 2018, o senador Eduardo Amorim (PSDB) declarou:

"Nenhuma gota. Não tenho. O que a gente tem que ter é consciência, equilíbrio para realmente escolher aquilo que Sergipe precisa”. E se perguntou: "E por que você não se arvora como condutor, o líder dessa caminhada? - Para ser líder, você não tem que ir na porrada, nem diminuindo ninguém. Você pode ser líder pelo olhar, você pode ser líder pelas suas palavras: aí sim, desse jeito é que você mede a liderança de cada um e o prestigio de cada um. Nós temos o privilégio de ter vários nomes dentro do nosso bloco, e eu acho que valorizar e respeitar esses nomes, respeitar as lideranças deles e as histórias de cada um, e com perfis diferentes: Valadares tem um perfil, o senador tem outro, André tem outro, e eu tenho outro - mas com uma coisa ligando cada perfil desses: o respeito. O respeito ao modo de atuar, ao modus operandis de cada um. André tem o jeito dele, ele é um cara mais festivo, eu não sou tão festivo. Não nego, não escondo. "Você gosta?" Gosto. Mas não sou como ele nessas coisas, então cada um tem seu perfil. Mas é como ele disse certa vez: "eu conheço Eduardo pelo olhar". Conhece bem, eu sei, e sabe respeitar e se respeitar. Ontem mesmo ele estava na Assembleia. Eu não pude ir, ele foi”.



Política
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Por Eugênio Nascimento
18/02
09:28

2ª feira - Centrais sindicais promovem atos de protestos em Aracaju

As centrais sindicais CUT, CTB, Nova Central e sindicatos de servidores estaduais de Sergipe realizam atos de protesto nesta segunda-feira, 19, o Dia Nacional de Luta e Paralisações contra a reforma da Previdência.

A programação começa às 7h as entidades farão um ato na frente da Agência do INSS, da Avenida Ivo do Prado, a partir das 7 horas. Em seguida, os manifestantes sairão em caminhada pela Avenida Barão de Maruim em direção ao Centro comercial,  onde farão atos relâmpagos na frente das agências bancárias.

Às 15h, a CTB-SE, CUT, Nova Central e sindicatos de servidores do Estado farão uma manifestação na frente do Palácio de Despachos, na Avenida Adélia Franco.

Os servidores reivindicam recomposição salarial, o pagamento dos salários em dia e mais transparência do governo. Os funcionários públicos estão há cinco anos sem reajuste salarial.



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
18/02
08:34

Coluna Primeira Mão

Verba de subvenção

A partir desta segunda-feira, 19, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá iniciar o o julgamento dos então deputados estaduais de Sergipe que teriam feito uso irregular das verbas de subvenção, em 2014. Todos os denunciados no caso estão tensos, embora comentem que têm direito bom. Mas o Judiciário vem prometendo cumprir a Lei da Ficha Limpa. É aí que está o problema. Comenta-se que todos os 14 denunciados serão atingidos. O pecado é o mesmo.


Reajuste salarial


Propostas de reajustes para o Judiciário,  Legislativo, Tribunal de Contas e  Ministério Público foram enviadas à Assembleia de Sergipe e deverão ser votadas pelos deputados estaduais na próxima semana. Em tempos de salários atrasados e parcelados e de queda na arrecadação de impostos, os deputados devem pensar mais de uma vez se a aprovação desses projetos faz sentido. Esses poderes e órgãos deveriam participar dos esforços de enfrentamento da crise fiscal do estado. Aprovar esses reajustes manda uma péssima mensagem aos demais funcionários públicos: todos são iguais, mas existem os mais iguais que os outros, para quem não existe crise.


Esperançoso


O deputado federal André Moura (PSC), está confiante na informação ministerial da conclusão das obras de duplicação da BR-101 em Sergipe até 2019. A retomada dos trechos mais reclamados deve acontecer ainda no decorrer ainda neste ano, conforme voltou a informar durante os festejos de momo.


Crítica de religioso


Fez muito sucesso nas redes sociais o vídeo com padre paulista dizendo que 92% da população brasileira ganha menos do que o auxílio moradia dos magistrados. Será que o valor desse privilégio compensa tanto desgaste para as pessoas encarregadas de fazer a justiça no país?


Derrame de dinheiro


As eleições gerais de 2018 terão, como tantas outras, regras novas. O que será mantido e acrescido mesmo é a dinheirama do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral não faz muito tempo aprovado. Haja dinheiro do contribuinte e eleitor cansado de todos, como declarou a presidente do STF, Cármen Lúcia.


Regra do jogo


Alguns secretários do governador Jackson Barreto não gostaram da proposta do deputado federal Fábio Mitidieri de devolverem seus cargos na passagem do comando do estado para Belivaldo Chagas. Aqueles que sabem que estão com os dias contados não apenas estão preparando suas renúncias, mas também arrumando as malas. Essa é a regra do jogo: aqueles que foram nomeados não podem gostar demais desses empregos. Quem não anda preocupado com isso são os secretários que vão deixar as suas pastas  para disputar cargos eletivos em outubro próximo.


Zona de atrito


Eles não dizem do que se trata, mas parece estar clara a existência de uma zona de atrito no bloco político de oposição. Os comentários dão conta de que os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB) e Eduardo Amorim (PSDB) e o deputado federal André Moura (PSC) andam se estranhando. Alguns aliados e opositores deles dizem que as três principais lideranças desejam ser candidatos a governador ou senador. Em recentes consultas, André, Valadares e Amorim negam atritos. Amorim classifica tufo como fofocas, boatos ou ativismo excessivo de imprensa (exageros para conquistar público na mídia). O blog avalia que o senador Eduardo Amorim está certp. Mas que há uma zon a de atrito entre os três, há.


Sortudo


O governador Jackson Barreto tem tido muita sorte ao administrar um estado quebrado, porém com maioria na Assembleia Legislativa do seu lado e sem problemas com o Judiciário. Tivesse sido diferente o cenário, os seus problemas de legitimidade e de governabilidade teriam sido bem maiores. O presidente Michel Temer tem tornado a sua vida mais difícil.


Autofinanciamento


O autofinanciamento de campanhas eleitorais sempre existiu, embora políticos não gostem de gastar o seu próprio dinheiro para conseguir mandatos. A novidade nas eleições de 2018, será a definição legal do quanto poderá ser gasto dos valores declarados pelos próprios candidatos à Receita Federal. Isso impedirá o uso de caixa 2 e a lavagem de dinheiro?



Reajuste em Socorro


O prefeito Padre Inaldo, de Nossa Senhora do Socorro, comunicou aos mais de 600 professores efetivos  da rede municipal de ensino, que concederá à categoria o reajuste anual de 6,81%. O gestor municipal aproveitou a presença dos profissionais que estavam reunidos no Centro Cultural Gilson Prado Barreto, localizado na sede do município, participando do II Encontro Pedagógico, para fazer o anúncio.


Centro de Estudos


O ex-presidente da OAB/SE, Carlos Augusto  Monteiro Nascimento, assumirá no próximo dia 22, às 19h, a Presidência do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados. O ato acontecerá no Quality Hotedl, em Aracaju.


DR 10 em Tobias


A Secretaria de Estado da Educação trabalha a ideia de criar a 10ª Diretoria Regional de Educação no município de Tobias Barreto. Essa nova DR abrangeria também os municípios de Poço Verde, Tomar do Geru, Itabaianinha e Cristinápolis, que compõem o Vale do Rio Real, beneficiando 170 mil moradores da região.


Cadê os filmes


A classe média aracajuana tem reclamado que a maioria dos filmes indicados para concorrer ao Oscar ainda não foi exibida nos nossos cinemas. Não é demais lembrar que as férias escolares já acabaram, se esse era o motivo para se ter uma programação quase exclusivamente voltada para esse público adolescente.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
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