22/03
13:52

Mirante promove exposição sobre a história de Aracaju


Um passeio por alguns dos principais prédios históricos de Aracaju, comparando o antigo com o atual e as mudanças que ocorrem no cenário urbano ao longo dos anos. Esta é a proposta da exposição "De Tabaroa Vestida de Chita à Cidade Encantada", aberta ao público no Mirante Praia 13 de Julho.
Ao todo, a amostra conta com 12 banners com fotos e textos explicativos. "Convidamos escolas e grupos para agendarem visita monitorada a esta exposição, que traz a história de Aracaju mostrando as transformações da cidade através de fotos antigas e atuais de prédios que ainda existem", ressalta a coordenadora do Mirante, Christine Hillmann. 

Segundo a coordenadora, esta exposição atende tanto a população local, como aos turistas que querem conhecer um pouco mais sobre a história da cidade e alguns dos seus pontos de visitação. "Organizamos os banners por período, com imagens que vão desde a fundação da cidade, até o seu primeiro centenário", explica.

Para o vendedor, Marcelo Henrique, que visitou a exposição, disse ter gostado muito. "Achei muito legal por aprender sobre um tempo que não vivi. Aqui foi possível ver a forma como a cidade foi se modernizando e os espaços que foram mudando, como escolas que eram em um prédio e foram pra outro, por exemplo. Foi uma bela aula sobre a história de Aracaju", afirmou.

A exposição faz parte da programação da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) em comemoração aos 160 anos da capital sergipana.

Da assessoria
Foto: Ascom/Funcaju


Variedades
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Por Kleber Santos
22/03
13:50

Prefeitura realiza audiência pública sobre o projeto da Avenida Juscelino Kubistchek


Cumprindo mais uma das etapas do projeto de engenharia da Avenida Juscelino Kubistchek (antiga perimetral Oeste), a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), realizou uma audiência pública para apresentar os estudos de impacto ambiental e para ouvir sugestões da população. O ato ocorreu na noite desta sexta-feira, 20, no auditório da Escola Presidente Vargas, no Bairro Siqueira Campos, e contou com dezenas de pessoas, além das entidades e órgãos municipais.

Com 28 km de extensão, a obra contribuirá para ampliação da estrutura viária de Aracaju com a mobilidade urbana e de alguns pontas da região metropolitana com a interligação de bairros localizados no extremo Norte do município até o extremo Sul da capital passando pela proximidades do Terminal Rodoviário José Rolemberg Leite e do Hospital João Alves. Além do mais será dotada de faixas exclusivas de ônibus, faixas de tráfego de veículos comerciais e automóveis, ciclovias e passeio.  

"Realizamos hoje uma consulta pública, para instruir os estudos de impacto ambiental que será apresentado aos órgãos competentes e que vão licenciar a obra. Essa obra é de extrema importância, pois vai atender mais de 22 bairros. Nós teremos mais ônibus circulando nessa área via, significando que iremos desafogar vias existentes e trazendo transporte público de mais qualidade, rápido. Essa reunião demonstrou a transparência e a vontade da administração municipal atual de Aracaju de efetivamente ouvir a população para a concessão das obras que mudaram a cara da cidade" explica o secretário da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), Igor Albuquerque.

Para o secretário Eduardo Matos, da secretaria do Meio Ambiente, os órgãos vêm cumprindo com a preocupação em seguir os requisitos ambientais. "Uma avenida de grande porte necessita dos estudos de impactos ambientais. As secretarias municipais vêm seguindo as normas ambientais, e junto a isso está sendo feito um estudo de toda a área da obra e fazendo a consulta pública como manda as regras para o Conselho Nacional do Meio Ambiente. Isso mostra para toda a comunidade o que é a obra, seus impactos, as compensações, a necessidade, importância e a vitalidade dessa obra para a cidade de Aracaju. Foi demonstrado todos aspectos, pontos e variáveis da construção da via e mostrando o compromisso com a proteção ambiental e com o parâmetro de respeito ao meio ambiente", argumenta.

A inserção do 11º corredor de transporte um ganho para a mobilidade urbana é o que ressalta o secretário de infraestrutura, Luiz Durval. "É uma via importante que se integra ao 11º corredor de transporte com uma importantíssima ligação no sentido leste-oeste, que influencia não só na mobilidade urbana de trânsito, que hoje é visto como secundário, mas influencia fortemente no transporte público, pois é o principal objetivo, porque hoje se tem o conceito que estado rico e desenvolvido não é aquele que toda população tem carro, mas aquele que as populações de alta renda andam de transporte público", diz.

População aprova projeto
Os recursos utilizados para a construção da avenida serão parte do financiamento com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID),  parte do PROINVESTE e parte de recursos próprios. A consulta foi realizada para enriquecimento de todo o estudo que já vem sendo feito acerca do Impacto Ambiental, item essencial para protocolo da licença ambiental da Administração Ambiental do Meio Ambiente (ADEMA). 

A dona de casa Glindia Silva comemora a nova obra na cidade "Está sendo uma ótima notícia, principalmente que vai facilitar a locomoção da gente e fico muito feliz que a prefeitura está preocupada em melhorar a vida do aracajuano", fala.

Já o participante do Fórum da Defesa da Grande Aracaju, José Firmo, a obra é bastante expressiva que vai ajudar bastante na melhoria da mobilidade urbana. " A circulação dentro da cidade e na região metropolitana, pois também já que atinge Socorro e São Cristóvão, vai melhorar muito.  A prefeitura em pensar em melhorias é muito importante, pois Aracaju cresce muito rapidamente, assim como sua população e com isso as necessidades crescem de forma proporcional e esses serviços de infraestrutura que a PMA oferta, traz e disponibiliza para população ele é muito importante para atender a essa demanda que cresce a cada dia e as pessoas necessitam desses serviços públicos", conclui.


Da assessoria
Foto: Marcos Borges


Política
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Por Kleber Santos
22/03
13:33

Confira os gols do empate entre Sergipe e Confiança

 

Multimídia
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Por Kleber Santos
22/03
12:39

O ajuste fiscal e a inflação

Ricardo Lacerda

As medidas de ajuste macroeconômico adotadas pela nova equipe econômica já começam a ter impactos sobre a evolução dos preços. Os efeitos sobre o nível de atividade e sobre o emprego também apresentam os primeiros sinais, mas se farão sentir de forma mais acentuada nos próximos meses. 
Dois conjuntos de medidas têm o poder de deslocar para cima a trajetória dos preços: a depreciação do real frente às principais moedas e a retirada progressiva dos subsídios aos preços dos derivados de petróleo e às tarifas de energia, aos quais deve ser adicionada a reversão progressiva de desonerações tributárias sobre setores específicos que haviam sido adotadas nos últimos anos. 

Nos primeiros meses de 2015, o segundo conjunto de medidas (os cortes dos subsídios) tem tido maior impacto do que o primeiro, mas os efeitos da aceleração recente da depreciação do real (valorização do câmbio) deverá se manifestar com força nos próximos meses. Devem amortecer a tendência de elevação nos preços a queda nas cotações das commodities no mercado internacional e a compressão no poder de compra da população. 

IPCA
Nos dois primeiros meses de 2015, a taxa em doze meses do IPCA apresentou dois saltos, passando de 6,41%, em dezembro, para 7,14%, em janeiro, e atingiu 7,70% em fevereiro. O IPCA-15 de março já acusou nova aceleração, para 7,90% em doze meses.

A expectativa é que o IPCA em doze meses suba um pouco mais nas próximas edições mensais e em algum momento entre o final de 2015 e o início de 2016 comece a declinar posto que a maior parte dos choques de custo deve provocar elevações não recorrentes (once for all) e que as empresas deverão limitar os repasses aos preços em uma conjuntura em que a renda disponível das famílias deverá ser encolher. A evolução dos níveis dos reservatórios das principais hidrelétricas deverá cumprir papel chave na evolução dos preços na medida em que impactará as tarifas do fornecimento da energia elétrica.  

Desde dezembro do ano passado se acentuou a tendência iniciada doze meses antes de acelerar a elevação dos preços dos produtos monitorados pelo governo, como combustíveis, energia elétrica e outras tarifas de serviços públicos. 

Represamento
É importante destacar que a elevação dos preços monitorados vem reduzir uma enorme defasagem acumulada. Os preços monitorados vêm sendo reajustados sistematicamente abaixo da inflação média desde maio de 2007, desconsiderando-se cinco meses entre o segundo semestre de 2009 e o início de 2010, em uma situação excepcional.
A defasagem foi muito acentuada ao longo de 2013. Entre fevereiro e dezembro daquele ano, o IPCA dos preços monitorados manteve-se 4 pontos percentuais abaixo do IPCA, na série de doze meses acumulados (ver Gráfico 1). 

Em 2014, o governo estreitou essa diferença mas ela se manteve muito elevada até meados do ano quando a elevação dos preços monitorados foi acelerada, reduzindo a diferença em relação ao IPCA. Depois de dezembro, os preços monitorados foram fortemente corrigidos, fazendo com que as taxas acumuladas em doze meses em janeiro e fevereiro superassem o IPCA- Geral, o que não acontecia desde fevereiro de 2010. 

Comercializáveis e não comercializáveis
A queda nas cotações internacionais de nossas principais commodities agrícolas e minerais, além da forte retração nos preços do petróleo e gás, propiciou que o IPCA dos bens e serviços comercializáveis tenha declinado na série de doze meses desde meados de 2014, mesmo com a forte apreciação do câmbio no período. O IPCA dos comercializáveis somente reagiu no mês de janeiro, mas o acumulado em doze meses manteve-se abaixo do IPCA-Geral. 

Ainda assim, é de se esperar que nos próximos meses a elevação nos preços dos produtos e serviços comercializáveis, desde eletrônicos e insumos industriais até fretes e turismo, venha a acelerar, refletindo o novo patamar do câmbio. 

Por outro lado, o IPCA dos bens e serviços não comercializáveis, que não sofre impacto direto do câmbio, se manteve acima do IPCA-Geral até o momento, indicando que o desaquecimento em curso da economia ainda não atingiu fortemente o poder de compra interno, nem o mercado de trabalho no segmento de serviços.
 
A tendência nos próximos meses é de que os preços dos bens e serviços comercializáveis, que dependem da cotação do câmbio, passem a subir acima da inflação média, enquanto os preços dos bens e serviços que não são cotados no mercado internacional e não sofrem concorrência direta com os importados passem a ser reajustados abaixo do IPCA médio, na medida em que a economia desaquece e o poder de compra da população se torna mais restrito, em um processo inverso ao que ocorreu quando o câmbio foi desvalorizado, entre 2004 e meados de 2011.

 

Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.
Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/


Variedades
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Por Kleber Santos
22/03
12:34

O inocente

José Lima Santana

Diz sabiamente o dito popular que “papagaio come milho e periquito leva a fama”. Ora, como o periquito é extremamente barulhento, com ele fica a fama, embora quem devore o milho seja o sujeito mais quieto, que pouco grita e muito come. Na vida humana, muita coisa segue esse ritmo. 

Quinta-feira. Passando um pouco do meio-dia. Bar do Bel, no Iate Clube de Aracaju. Ali eu me encontrava com um grupo de pessoas, discutindo sobre o I Encontro de Filhos e Amigos de Dores em Aracaju. Na mesa ao lado, encontravam-se austeros homens que, nos seus misteres profissionais, envergam beca ou toga. Ou seja, profissionais de carreiras jurídicas. Austeros nos afazeres jurídicos, mas não tanto nos momentos de descontração, quando dos costumeiros almoços semanais, por exemplo. Nada mais justo. Todos eles são meus amigos. Cumprimentei-os, um a um, com ênfase na saudação e no abraço. Naquele ínterim, lorotamos e mexemos uns com os outros. Rimos muito. O vento adentrando pelas portas, vindo da barra do rio Sergipe, assanhava os cabelos prateados, um pouco mais ou um pouco menos, de cada um de nós. Sobre a mesa entoalhada, a bebida predileta de cada um, além de uns tira-gostos para a turma babujar, enquanto se aguardava a comida. Por um razoável lapso de tempo, eu deixei a mesa que dividia com conterrâneos e outros amigos, para um rápido bate-papo naquela mesa de homens austeros. Em parte.
 
Ao abraçar um deles, desses quietinhos, eu disse: “Diga aí, namorador!”. Enquanto ele tentava dissimular a pecha de namorador, proclamando, entre risos: “Que nada, que nada!”, outro conviva rebateu: “Esse aí é o famoso come-quieto. Danadinho, viu?”. Outro mais complementou: “Lembra a história do papagaio e do periquito? Aí está o papagaio!”. Tornamos a rir muito. Ele próprio riu, mas com aquele risinho amarelo de desfaçatez, de quem comeu e quer esconder que comeu e o que comeu. “Sim, me engane, que eu gosto”, pensei. De pronto, um, até então calado, e apenas sorrindo, disse: “O nosso amigo aqui – apontando para outro – é quem tem levado a fama”. Ao passo que este outro respondeu: “Pobre de mim!”. Aí, sim, todos nós rimos à larga. Gargalhada geral. Este último, assim apontado, nos áureos tempos, não foi moleza em termos do mulherio. E assim lorotamos, cada um tendo, claro, o que dizer. Afinal, tem coisa melhor do que um bom bate-papo entre amigos, que se reúnem em costumeiros comes e bebes? Ali, naquele momento, eu era uma espécie de intruso, todavia, muito bem-vindo. Sem dúvida. 

O vento continuava soprando para amainar a brabeza do calor de março, do mormaço abrasador que se abatia sobre a capital sergipana, que, naquele dia, estava a cinco de completar 160 anos. E salve Aracaju, nossa menina-moça urbana! Pois bem. Aquele que eu saudei como namorador, provavelmente para escapar das nossas brincadeiras, porém, carregadas de verdades, disse que o seu avô contava que um antigo senhor de engenho da Cotinguiba costumava vestir uma capa preta para se passar por um bicho, um “maçone”, e, assim, entreter as negrinhas, minhas irmãzinhas de cor, que trabalhavam no eito dos canaviais. Segundo ele, a cabroeira do eito, supersticiosa, corria quando o avistava ao longe, metido na capa preta, com chapéu preto e botas pretas, mas as negrinhas prediletas dele mostravam-se corajosas e não arredavam pé. Sabiam o que as esperava. Cada uma tinha o seu dia. Ele só se vestia assim quando estava com o capeta no corpo, segundo diziam aquelas mulheres com as quais ele se deitava. Ele tinha um pacto com o tinhoso, e era este tal que lhe dava fogo e potência, diziam elas. Nas casinhas simplórias, que substituíram a antiga senzala, as negras velhas, agarradas a terços e patuás, como é próprio do sincretismo religioso, persignavam-se e proferiam palavras de esconjuros na língua iorubá e na distorcida língua portuguesa, quando avistavam o apadrinhado do demo metido naqueles trajes: “Áà! Ábuku afaiyá-korin! Pelo siná da Santa Cruz, vade retro!”. Ora, todo mundo sabe que histórias desse tipo rolavam à largueza nos engenhos. E não só nos engenhos, nos tempos da escravidão e depois da abolição. Hum...! Quanto ao amigo que nos contou essa história, também ele descendia da classe senhoril rural. Logo, um dos companheiros de algazarra (àquela altura, já fazíamos uma contida algazarra) não perdoou: “Ah, doutor Fulano, você sabe o que diz e, mais ainda, sabe o que faz. Você tem boa raiz”. E quem disse isso foi exatamente o neto de um sujeito apaideguado da minha terra, que lotou casas e mais casas com magotes de meninos. Quantos tios, por exemplo, tem esse nosso amigo? Dezenas. Apenas dentre os conhecidos. E ele mesmo não é quietinho não. 

Santo Deus! Foi assim, nos eitos e noutros cantos, que parte significativa da população mestiça brasileira, especialmente a nordestina, se formou e proliferou. Numa sociedade permissiva para os homens, em que, não raro, os pais diziam dos filhos, quando o assunto era namoro ou amigação: “Quem tiver suas cabras que segure, porque os meus bodes estão soltos”. Pura danação. Muita gente atolada nos encantos da carne, almas entregues à perdição, como diria o velho Cônego Miguel Monteiro Barbosa, lá nas Dores. Sociedade machista, que também apregoava: “Em homem nada pega, mas em mulher, tudo gruda”. ‘Eitha’ bagaceira no meio da feira! Fazer o quê? Todavia, os tempos mudam. Só não mudam mesmo as boas conversas, as lorotas boas, quando os amigos se encontram, como naquela quinta-feira, só para lembrar a polca “Lorota Boa”, de Luiz Gonzaga em parceria com Humberto Teixeira (gravada pelo Rei do Baião, em 7 de junho de 1949, pela RCA Victor, em 78 rpm, sob nº 80-0604-A, matriz S-078887). 

Era hora de despedir-me dos amigos daquela mesa e retornar à mesa onde outros me esperavam para continuar a discussão sobre o I Encontro dos dorenses. Antes de deixar o animado e estimado grupo, eu disse, tocando no ombro daquele que eu chamei de namorador: “Este aqui é inocente!”. Em uníssono, todos responderam como se fossem membros de um coro de igreja, afinado: “Inocente, não. Culpado!”. Novamente, rimos muito. Naquela mesa de homens austeros, nenhum era inocente em termos de vadiação. 

E o vento continuou soprando, trazendo das águas do rio abraçado à maré o cheiro carregado de maresias, naquele ensolarado começo de tarde. Tarde de março. Águas de março. Tudo tão propício para não inocências... Vôte! 

Um deles pediu-me para escrever sobre aquele encontro. E o título deveria ser exatamente “O inocente”. Eis aqui. 

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 22 e 23 de março de 2015. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
22/03
10:26

Coluna Primeira Mão

SE atrai empresas para investir no interior


Sergipe se tornou um pólo de atração de empresas e inústrias nos últimos anos. A combinação de uma política de desenvolvimento industrial com a boa infraestrutura oferecida pelo Estado impulsionou a fixação de mais de uma centena de novos estabelecimentos empresariais, gerando milhares de empregos. Somente desde 2014 até o momento foram aprovados 55 empreendimentos que, juntos vão proporcionar a geração de mais de mil novos postos de trabalho. Os números mostram o dinamismo da economia do estado, que diversificou seu parque industrial e estimulou a interiorização dos investimentos, tornando o desenvolvimento mais homogêneo. A prova disso é que cerca de 70% das 175 empresas atraídas desde 2007 para Sergipe se instalaram em municípios do interior, a exemplo de Estância, Itabaiana, Itaporanga D’Ajuda, Simão Dias e Tobias Barreto, entre outros. São empreendimentos nas áreas de confecção, cerâmica, fertilizantes, embalagens plásticas, embalagens de alumínio, bebidas, mobiliário, calçados, fabricação de móveis e colchões, laticínios, entre outros, que têm levado desenvolvimento e renda para os municípios do interior, onde estão sendo instalados, e contribuído para fixar os habitantes em seus locais de origem. Com uma localização favorável, próximo dos estados de Pernambuco e Bahia, e uma malha viária moderna, que faz com que os custos da distribuição de produtos ou insumos a partir daqui sejam menores para outras regiões, Sergipe tem se destacado no Nordeste, na atração de empresas para seu parque industrial


JB futuca Samuel durante inauguração em Socorro


Parece um recadinho do governador Jackson Barreto (PMDB) para o deputado estadual Samuel Barreto (PSL), que andou dizendo que não há obra alguma do Proinveste em Sergipe. E é. Leia. “Sinto-me gratificado por entregar mais uma obra do Proinveste em Nossa Senhora do Socorro. Já entregamos a Orlinha de São Brás e ainda temos uma série de investimentos a serem concluídos no município, como uma escola no Conjunto Jardim, a construção de uma escola profissionalizante, a entrega de 600 unidades habitacionais, além de outros investimentos espalhados por todo o estado que são frutos do Proinveste. Quem não enxergar as obras do Proinveste que procure um oftalmologista”, destacou o governador ao lembrar que o programa foi concebido pelo ex-governador Marcelo Déda. O governador disse que já foram investidos mais de R$ 120 milhões em Nossa Senhora do Socorro, levando qualidade de vida para a população. Jackson Barreto destacou que vem trabalhando para atrair indústrias para a região, a exemplo de uma fábrica de cimento que deverá ser instalada em Santo Amaro, que deverá gerar emprego e renda para a população jovem.


Gama afirma que Eduardo Amorim guarda mágoa das urnas


O secretário de Estado do Planejamento, João Augusto Gama, vê “um ressentimento muito grande por parte do senador Eduardo Amorim (PSC) em relação ao seu fracasso nas urnas. No final da matéria publicada na quinta-feira passada no Jornal da Cidade (página A3 - Política) pode-se verificar toda sua mágoa quando ele deixa transparecer que o povo é responsável porque não votou nele e pede que esse mesmo povo dê a resposta no voto. Senador Eduardo Amorim, o povo já lhe respondeu em outubro passado. Convença-se”. Amorim criticou o governo por não ter exonerado os CCs que teria anunciado, e Gama disse que dos 3300 exonerados voltaram 1200. “Não mentimos nem enganamos ninguém”. Em relação a não fazer economia, Gama lembrou que o governo está cortando na própria carne. “Só em telefonia nós desativamos 1400 linhas de celular, cortamos aluguel de veículos e diminuímos o consumo de combustível. Estamos fazendo nosso dever de casa”, explicou. O secretário de Planejamento e Gestão disse ainda que também é leviana a colocação do senador em relação ao Hospital do Câncer. “Dizer que estamos fazendo maldade. Qual maldade? O Hospital do Câncer está sendo construído. É só passar lá na obra e verificar. A área escolhida para a construção do hospital no Centro Administrativo exige altos investimentos em terraplanagem e eles estão sendo realizados e concluídos”, afirmou.


Eduardo Amorim defende fim do voto proporcional


O senador Eduardo Amorim (PSC) acredita que, “dentro das mudanças que podem ocorrer com a reforma política, podemos até chegar ao fim da reeleição. O país não está preparado para esse instrumento que é a reeleição. Assistimos, frequentemente, a abusos de poder daqueles que fazem de tudo para se manter no poder. Em grande parte é assim que acontece. É extremamente desigual você competir com quem está no poder e não tem princípio ou zelo público”.Eduardo é a favor do fim do voto proporcional. “Têm que ser escolhidos os mais votados. Fim do voto proporcional e também do coeficiente eleitoral para que a proporcionalidade não fique dentro do partido. Você pode ser o mais votado, não conseguir atingir o coeficiente e não ser o escolhido, consequentemente não ter o mandato. Temos que nos atentar a isso”, afirma. Sobre o financiamento da campanha, o senador Eduardo acredita que deverá “decidir se será financiamento público, privado ou misto. O povo já não aguenta mais pagar tanta conta. Se for privado têm de haver regras rígidas e transparentes.”, explica. Eduardo Amorim é a favor da unificação das eleições e do mandato de cinco anos sem direito à reeleição para os candidatos. “Precisamos estabelecer regras. Sei que temos outros pontos, mas se já conseguíssemos decidir esses principais teríamos um grande avanço. Estaríamos atendendo de imediato os principais anseios da população”, finaliza.


Reforma política criará o caixa três para os políticos?


Toda essa encenação em torno de discussões e encaminhamentos para a reforma política, tendo por base as lições das ruas, leva-nos a crer que vem algo de positivo por aí. Será? Ou já estão pensando na criação do CAIXA TRÊS, que seria algumas sobrinhas à mais da campanha eleitoral? Sinceramente, não dá para ac reditar que venha alguma coisa séria por aí. Afinal, com o poder de decisão em mãos, os políticos não vão dar um tiro no pé, criando medidas que lhes dificultarão a reeleição. Parece que há um desejo claro dos políticos de deixar claro que são maus alunos e nada aprenderam das grandes manifestações dos últimos dois anos, as chamadas lições das ruas


Congresso poderá aprovar as PPPs eleitorais


Há propostas de criação de Parcerias Público Privadas para o financiamento das campanhas eleitorais, financiamentos públicos e financiamentos só privados. A grande maioria dos políticos não quer o financiamento público (a grana deve ser pouca e deve sobrar para eles muito restos a pagar) e nutre simpatia pela PPP (aí aparece bem mais dinheiro público e privado e as sobras devem ser bem maiores).


Maria do Carmo bem disposta no Senado Federal


Ainda sendo submetida a tratamento de saúde, a senadora Maria do Carmo, que foi atingida por um AVC há mais de um ano, mostra-se bastante disposta a ficar em seu mandato de oito anos, começado neste, por todo o período. A senadora do DEM acredita na necessidade de reformas política e tributária como formas de melhorar a qualidade dos políticos e tirar o país da crise econômica que se encontra, mas entende que o ajuste encaminhado ao Congresso pelo governo não agradou aos governistas e muito menos à oposição. “Sabemos que vai ser preciso ajustar as contas públicas, mas não concordamos com a forma pensada pelo Governo, cujas restrições podem causar grande impacto na economia e repercussões ruins na vida das famílias e das empresas. As medidas de ajuste fiscal foram tão duras que estão enfrentando resistência dentro do próprio Governo e de sua base aliada. A prova disso é que as Medidas Provisórias 664 e 665/2014, que mudam as regras dos benefícios trabalhistas e previdenciários, já receberam mais de 600 emendas dos parlamentares”, alerta Maria.


“Não pautamos nossa luta em eleições”, diz Sônia Meire, do PSOL


Perguntada se teria a pretensão de disputar a Prefeitura de Aracaju em 2016, a professora Sônia Meire, que disputou o governo de Sergipe em 2014, declarou que “nós não pautamos a nossa luta diária pelas eleições. Essa discussão acaba por desvirtuar o problema real que está no modelo falido de democracia representativa. Está claro que a classe trabalhadora aspira um modelo de democracia onde estes participem diretamente das decisões econômicas e políticas. Por isto nossa política é de organização da classe trabalhadora”.


Sônia Meira: “João Alves e JB fazem governos privatizantes”


Sônia Meira diz ainda que “como prevíamos na campanha, o governo junto com sua base aliada fez acordo com a oposição, conseguindo aprovar projetos na ALESE que ampliam o endividamento público, terceiriza e privatiza o acesso aos serviços essenciais, retira direitos e mantém privilégios. Coloca os funcionários públicos como responsáveis pelos problemas econômicos do Estado para atender aos financiadores da campanha contribuindo para aumentar a exploração e, a concentração de riquezas nas mãos de poucos. João Alves avança com a privatização dos serviços, nos privilégios às empreiteiras, não tem política para moradia, criminaliza a luta dos trabalhadores com a orientação indevida da guarda municipal, que age como polícia; continua administrando para os empresários (empreiteiras, empresas de recolhimento de lixo, empresas de alimentação, transporte, dentre outros), os financiadores das campanhas.

Governador vai para reunião com Dilma 4ª feira


O governador Jackson Barreto participa de reunião na próxima quarta-feira com a presidente Dilma Rousseff. No encontro, também vão estar presentes os demais governadores nordestinos. Dilma pedirá o apoio dos governadores para as últimas iniciativas de sua gestão de combate à corrupção e o ajuste fiscal. Os governadores vão pedir apoio para a saúde, educação, segurança pública e a crise que enfrentam as previdências estaduais.


Eliane no PSDéda – Ninguém acredita que exista a possibilidade disso acontecer, embora os amigos da ex-primeira dama já propaguem a informação nos bate-papos de rua do dia a dia. Mas há um convite do presidente nacional do partido, o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que deu a autorização ao ex-governador Marcelo Déda para criar o PSD em Sergipe e lá colocar alguns amigos e aliados políticos.


Edvaldo aparecendo –
Desde que apareceu em pesquisa como o nome mais cotado para a Prefeitura de Aracaju, para a eleição de 2016, o ex-prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B) se expõe bastante na mídia, mostra o que fez por Aracaju e critica o atual prefeito, João Alves Filho (DEM). Eleva a cotação de seu nome para se apresentar à base aliada como a opção para voltar à PMA. Mas é sempre bom lembrar que o segmento liderado pelo governador Jackson Barreto tem ainda como opções Eliane Aquino (sem partido), Robson Viana (PMDB), Ana Lúcia (PT)...


Ainda é cedo - Embora trabalhe intensamente para viabilizar a sua reeleição, o prefeito João Alves Filho, de Aracaju, continua dizendo que ainda é cedo para dizer se disputará ou não um novo mandato na PMA. Busca agilizar as poucas obras em fase de realização, aproxima-se do povo, mas... ainda é cedo.


Que crise é essa? - Mesmo enfrentando uma fase de caixa baixo na administração pública estadual, o governador Jackson Barreto segue tranquilo em sua administração. Tem uma série de obras em andamento (mais de 20) e ainda que o orçamento de 2015 não lhe permita grandes realizações, já tem o que inaugurar neste e no próximo ano. O seu maior problema é, sem sobra de dúvida, os salários dos servidores.


Kizomba – O Movimento Negro de Sergipe começa a puxar campanha para a criação do Fundo Nacional de Combate ao Racismo. Neste domingo, na rua Rejane Maria Pureza, entre a Ceasa e a avenida Coelho e Campos, às 9h, acontece ato. Quem estiver disposto a assinar o abaixo assinado, deve ir para a festa e levar o título de eleitor.


Manutenção do gramado é cara –  O custo da Arena Batistão para os cofres públicos é elevado. Só para preservar o gramado estão sendo gastos R$ 30 mil por mês. Isso sem contar com as catracas e placar eletrônicos e gasto com energia e outros.

 



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
20/03
19:41

Kizomba puxará campanha por Fundo Contra o Racismo em Aracaju

Domingo, dia 22, na rua Rejane Maria Pureza, entre a Ceasa e a avenida Coelho e Campos em Aracaju,  será realizado o Kizomba de Rua para homenagear Rejane pelo Dia de Combate ao Racismo. O evento contará com os lançamentos da Auto-Organização de Mulheres Negras e  da campanha pelo Fundo Nacional de Combate ao Racismo. Terá roda de capoeira e outras apresentações afro-culturais. Os interessados em apoiar a campanha devem levar o  título de eleitor.


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
20/03
11:20

Banese ultrapassa a marca de R$ 1,7 bilhão em operações de crédito para o desenvolvimento do Estado


O Banco do Estado de Sergipe (Banese) ultrapassou a marca de R$ 1,7 bilhão em operações de crédito para o desenvolvimento da economia estadual. De acordo com o balanço patrimonial referente a 2014, publicado nesta sexta-feira, 20, o saldo das operações de crédito do Banese atingiu no ano passado a marca de R$ 1,768 bilhão, representando um crescimento de 11,5% em relação a 2013 e de 53,7% quando comparado ao ano de 2010.

Na composição das operações de crédito do banco em 2014, a carteira comercial representa 76,6% e a carteira de desenvolvimento 23,4%. Na composição da carteira comercial, as operações de pessoas físicas somaram R$ 1,009 bilhão (74,7%). As linhas de crédito para pessoas jurídicas totalizaram R$ 342 milhões (25,3%), destacando o Progiro, direcionado a suprir a necessidade de capital de giro das empresas, e ECC-Banese Card, destinado à antecipação de recebíveis do cartão de crédito Banese Card.

Na carteira de crédito de desenvolvimento, o saldo das operações em 2014 registrou o montante de R$ 413 milhões, com um crescimento de 15,4% comparado ao ano anterior e de 107,5% quando comparado ao ano de 2010, quando a carteira de desenvolvimento registrava saldo de R$ 199 milhões.

Na composição do crédito de desenvolvimento do Banese, consideram-se todos os recursos destinados às atividades econômicas: industrial, rural e imobiliário. Atualmente, a atividade imobiliária é a mais representativa, com participação de 64,2%, enquanto que a rural e a industrial contribuem com 20,3% e 15,5%, respectivamente. Destaca-se o apoio ao microempreendedor através do microcrédito, cujas operações alcançaram 12.319 contratos, o equivalente a R$ 33 milhões em 2014.

No término do ano de 2014, o Banese alcançou um índice de inadimplência de 0,6% sobre suas operações de crédito, considerando um atraso superior a 60 dias. No final do ano, as aplicações financeiras do banco registraram a marca de R$ 1,624 bilhão e os recursos captados e administrados do Consolidado Banese, que compreendem a soma dos depósitos totais e dos recursos de terceiros administrados, apresentaram um montante de R$ 3,314 bilhões, um crescimento de 11,2 % sobre o saldo de R$ 2,98 bilhões registrado em 2013.

Para o presidente do Banese, Fernando Mota, esses números referentes às aplicações financeiras e recursos captados e administrados demonstram a confiança dos sergipanos na instituição. “Em 2014, os depósitos de poupança figuraram como a principal fonte de captação do Banese e o saldo das aplicações no setor ultrapassou pela primeira vez o valor de R$ 1 bilhão, com um montante de R$ 1,108 bilhão”, frisou o presidente.

Em sua mensagem de apresentação do balanço financeiro de 2014, Mota ressaltou que no ano passado o Banese manteve sua função social, apoiando diversos projetos sociais através do Instituto Banese, cujo projeto âncora é o Museu da Gente Sergipana, e através do fomento de linhas de crédito que geram desenvolvimento socioeconômico e cultural.

“Todas essas ações acabaram por imprimir um novo estilo de gestão no Banese, que agora se caracteriza por uma disposição ousada de empreender um projeto coletivo de empresa, em torno de um propósito comum, que contempla todo o Grupo Econômico. Certo de que os aprimoramentos são essenciais para conservação de sua sustentabilidade, o Banese seguirá sua trajetória de inovação, primando pelo processo criativo, zelando pela consistência das condições financeiras e estruturais, assim, atendendo às exigências de uma gestão produtiva”, disse o presidente.

Na mensagem Fernando Mota se refere ainda ao lucro líquido ajustado do banco, que atingiu a marca de R$ 41,5 milhões, eliminando os fatores não recorrentes (considerando a adição dos juros sobre o capital próprio –JCP, calculados de acordo com a lei n° 9.249/95, o Lucro Líquido auferido em 2014 foi de R$ 7 milhões).

Segundo o presidente do Banese, foram evidenciados eventos extraordinários, que impactaram no resultado do exercício, contrariando o curso da rentabilidade em 2014. “Entre eles”, disse Mota, “destaco: a adesão do Banese e da Sergipe Administradora de Cartões e Serviços LTDA ao Programa de Recuperação Fiscal – REFIS; ajuste no pagamento de alíquota do Fator de Acidente Previdenciário – FAP; aumento das despesas de provisão para operações de crédito e a implantação do Programa de Estímulo à Aposentadoria – PEA”.

Da assessoria


Economia
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Por Eugênio Nascimento
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