25/04
07:38

Valadares propõe adiamento da aposentadoria compulsória na presidência de tribunais

O senador da República, Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição - PEC, com o objetivo de alterar o inciso VI, do artigo nº 93 da Constituição Federal, possibilitando o adiamento da aposentadoria de presidentes de tribunais até o dia em que se findar o respectivo mandato.

"O cargo de presidente de um tribunal é por demais diferenciado, quanto às suas atribuições, sejam judicantes ou administrativas", justificou.

Para o senador, não é oportuno, nem conveniente, que a gestão do presidente de um tribunal seja interrompida pelo advento da idade da aposentadoria compulsória.

Ele entende ainda que a  perspectiva de um mandato encerrado antes de seu prazo regular dificulta a implementação de planos de médio e longo prazo. "Basta lembrar que, geralmente, os presidentes dos tribunais encabeçam o trabalho do órgão para a modernização, o ganho de eficiência e de transparência no Judiciário", alegou.

Supremo

O senador sergipano proferiu pronunciamento na tribuna do Senado Federal, nesta terça-feira (24/04), destacando a posse do sergipano Carlos Ayres Britto no cargo de ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, assim como do vice-presidente, Joaquim Barbosa, para o biênio 2012-2014.

Valadares ressaltou que pela primeira vez, um sergipano ocupa a cadeira mais importante do Judiciário brasileiro, assumindo o comando da mais Alta Corte do país e também do Conselho Nacional de Justiça.

Num extenso relato, o senador enalteceu as origens e a trajetória profissional de Carlos Ayres de Britto. "Sua história de vida e sua trajetória profissional honram o trabalho e a inteligência do povo de Sergipe e de todos os brasileiros que batalham por um país cada vez mais livre, justo e democrático", testemunhou. (Da assessoria)


Política
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Por Eugênio Nascimento
24/04
19:22

Déda encaminha Lei da Organização Básica da PM

O governador Marcelo Déda encaminhou à Assembleia Legislativa de Sergipe o proheto de Lei criando a Lei da Organização Básica da Polícia Militar e do Corpo dos Bomdeiros. A lei é fruto de uma série de discussões  envolvendo comandantes das corporações militares, secretários de Estado e dirigentes da força civil. Também foram enviados ao Legislativo cinco projetos de lei voltados a modernizar a estrutura da Segurança Pública em Sergipe. Além das Leis de Organização Básica (LOBs) da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, os projetos enviados tratam ainda da alteração de disposições do Estatuto da PM, e da criação da Corregedoria Geral Unificada e do Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe.


Política
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Por Eugênio Nascimento
23/04
21:46

O emprego no 1º trimestre: a força da construção civil

Ricardo Lacerda
Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe


O comportamento do emprego formal em Sergipe permaneceu muito positivo nesse início de 2012. Entre janeiro e março foram criados 2.977 empregos formais, o melhor resultado já registrado para o 1º trimestre. Nos dozes meses completados em março foram criados 18.537 novos empregos com carteira assinada na série estatística do MTE com ajustes, que considera as declarações fora de prazo.
 
A taxa de crescimento do emprego formal nesses doze meses alcançou notáveis 7,12%, muito elevada, considerando o ritmo relativamente menor do crescimento econômico desde meados de 2011. Foi a segunda taxa mais alta de crescimento do emprego formal do Nordeste, depois de Pernambuco, e a sexta do país (ver Gráfico 1). Na média do Nordeste, o emprego formal cresceu 5,29% e no Brasil, 4,82%.





























 Fonte: MTE- CAGED

1º trimestre
A geração de emprego no 1º trimestre do ano é sempre menos intensa do que no restante do ano. Em geral a indústria de transformação inicia o desligamento de parcela do pessoal contratado para abastecer as vendas de final do ano ainda em novembro e somente tende a reiniciar a contratação no segundo trimestre. O comércio promove corte acentuado no final de dezembro e retoma de forma crescente a admissão também no 2º trimestre, alcançando o pico de contratação nos últimos meses do ano. Some-se a esses desligamentos à redução de pessoal do setor sucroalcooleiro por ocasião do final da safra e se tem delineado o cenário do mercado de trabalho no 1º trimestre de cada ano.
 
O terceiro trimestre é o de contratação mais intensa. Considerando as dinâmicas específicas de todos os setores, o 3º trimestre respondeu por cerca da metade do emprego formal gerado em Sergipe nos últimos cinco anos: a indústria e o comércio estão a pleno vapor e a atividade canavieira, em plena safra.
 
O que salva o nível de emprego do 1º semestre é a intensa contratação nas atividades da construção civil e em alguns segmentos do setor serviços, com destaque para a atividade de ensino, que em geral efetua cortes no final do ano e readmite no 1º trimestre.
Assim, a cada início de ano, construção civil e o setor de serviços disputam a liderança na contratação. Em 2012, a força da contratação pela construção civil, secundada pela a das atividades de serviços, fez com que a geração de empregos formais em Sergipe alcançasse o seu melhor resultado desde o inicio da série do Cadastro Geral de Admitidos e Desligados (CAGED) do Ministério do Emprego e Trabalho.
 
Construção Civil
No 1º trimestre de 2012, a construção civil, em todos os seus subsetores (construção de habitação, obras de infraestrutura e serviços especializados de construção), contratou como saldo entre admissões e desligamentos 2.686 pessoas, o mais elevado resultado da série CAGED sem ajustes (ver Gráfico 2).
 



















Desde janeiro de 2007, a construção civil já ampliou o emprego em mais de 14 mil vagas em Sergipe. Depois de certo desaquecimento na admissão de pessoal adicional desde o segundo trimestre de 2011, o setor iniciou 2012 com intensa contratação, o que foi decisivo para que a economia sergipana mantivesse o patamar elevado de geração de novos empregos.
 

* Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/
 


Colunas
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Por Eugênio Nascimento
23/04
22:07

Dilma anuncia R$ 2,7 bi para combater a seca no Nordeste

Buscar soluções para um dos piores períodos de estiagem prolongada já enfrentados pela região Nordeste. Este foi o principal objetivo da reunião entre a presidenta Dilma Rousseff, o governador de Sergipe, Marcelo Déda e os governadores dos estados da Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, além do vice-governador do Maranhão. A presidenta veio a Sergipe para participar da assinatura do acordo que possibilitará o início da execução do Projeto Carnalita e aproveitou a ocasião para reunir os chefes de Estado nordestinos na capital sergipana, a fim de ouvir os relatos de cada governador sobre a situação da seca na região e apresentar um elaborado plano de soluções a curto e longo prazo.

As principais medidas dizem respeito a investimentos na forma de transferências de recursos do orçamento geral da União, ou de créditos através do Fundo Constitucional do Nordeste, totalizando um investimento de R$ 2,723 bilhões.

De acordo com o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Carlos Nobre, o Centro de Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTI) aponta que, este ano, a estiagem se caracteriza como uma seca de grande abrangência geográfica, afetando cerca de 90% da região semiárida brasileira – os nove estados nordestinos e o Norte de Minas Gerais (Vale do Jequitinhonha). Segundo o secretário, a seca severa é uma das piores dos últimos 40 anos, podendo ser comparada as ocorrentes nos anos de 1983 e 1998. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
23/04
19:57

Preço da gasolina vendida em SE caiu 0,51% em março

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da ANP, revelou que o preço da gasolina vendida em Sergipe, no mês de março, apresentou redução de 0,51% ante o mês anterior. O preço médio cobrado pelo litro do combustível foi de R$ 2,705, sendo que o preço mínimo e o preço máximo encontrado no estado foram R$ 2,489 e R$ 2,899, respectivamente. Em relação a março do ano passado, o preço da gasolina subiu 2,04%.

O preço médio por litro do etanol hidratado ficou em R$ 2,234, mostrando decréscimo de 0,53% em relação ao preço cobrado no mês anterior. No entanto, quando se compara com o preço praticado um ano antes (março/2011), houve expansão de 9,46%.

O preço do óleo diesel vendido, por litro, manteve-se estável no comparativo mensal, com o mesmo preço do mês de fevereiro último. Já em relação a março do ano passado, o preço cobrado foi 1,15% superior.

O GNV, combustível muito utilizado pelos taxistas sergipanos, teve preço médio de venda por metro cúbico (m³) de R$ 1,826, em março, com alta de 0,11% em relação a fevereiro deste ano. Em relação a março de 2011, não houve variação no preço. Para o GLP apurou-se preço médio de R$ 37,02 (por 13 quilos).

Preços nas distribuidoras

Sobre o preço do litro dos combustíveis fornecido pelas distribuidoras para os postos sergipanos, em março de 2012, foram apurados os seguintes valores: o preço médio para o etanol foi R$ 1,893; para a gasolina, o preço médio foi de R$ 2,362; e para o óleo diesel, R$ 1,852 pelo litro fornecido. O GNV teve preço médio de R$ 1,391. (Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
23/04
19:53

Venda de veículos em SE aumentaram 33,2% no mês de março

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da FENABRAVE, indicou que a venda de veículos em Sergipe, no mês de março, totalizou 4.438 unidades, assinalando crescimento de 33,2% em relação a fevereiro.

No comparativo com março do ano passado, porém, houve uma leve queda de 3,3% nas vendas. Ao se analisar as vendas do acumulado do ano (janeiro a março), o 1º trimestre de 2012 foi 6,5% menor, em relação ao mesmo período do ano anterior. Foram comercializadas, no período citado, 11.926 unidades, enquanto que no primeiro trimestre de 2011 o total foi 12.752 unidades.

Por segmentos

As vendas de automóveis e comerciais leves chegaram a 2.108 unidades, com incremento de 29,3% sobre o mês anterior e 6,0%, ante março do ano passado. O segmento de caminhões comercializou 147 unidades, com expansão de 25,6% sobre fevereiro. No comparativo anual (março/2011), porém, houve leve recuo de 1,3%.

As vendas de ônibus no estado alcançaram 42 unidades, em março, com acréscimo mensal de 31,3% e de 281,8% frente a março de 2011.

O segmento de motocicletas apresentou avanço de 38,0% nas vendas em relação as vendas do mês anterior. Foram comercializadas, em março, 2.141 unidades, enquanto, em fevereiro, foram 1.551 unidades vendidas. (Da assessoria)

 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
23/04
19:40

Idalito Oliveira morre e será sepultado em Rosário do Catete

O ex-presidente da Federação das Indústrias de Sergipe (Fies), Idalito Oliveira, faleceu hoje à tarde e o seu corpo será velado até às 9h desta terça-feira no Osaf e de lá segue para o sepultamento em Rosário do Catete, ato que acontece às 11h. Empresário do ramo das salinas, Idalito comandou por 23 anos a Fies e nessa condição foi diretor do Sesi e conselheiro do Senai.

Albano Franco

Ao tomar conhecimento do falecimento do empresário Idalito Oliveira, ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe, o ex-governador Albano Franco disse que particularmente perdeu um amigo fraterno e leal, um companheiro exemplar, e Sergipe perdeu um empresário digno que como líder sindical honrou a classe empresarial que com obstinada dedicação e seriedade muito bem representou.

Albano lembrou ainda que Idalito Oliveira foi seu vice-presidente na Federação das Indústrias de Sergipe e que, em 1980, quando se elegeu pela primeira vez presidente da Confederação Nacional da Indústria, ele assumiu a presidência da FIES, cargo que em que permaneceu durante 23 anos. Idalito foi também membro da diretoria da CNI durante a presidência de Albano Franco.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
23/04
17:43

Déda e a presidenta Dilma Rousseff promovem ato histórico para consolidar o Projeto Carnalita

Segunda-feira, 23 de abril de 2012. Esta data ficará marcada na história sergipana como o dia em que a presidenta da República, Dilma Rousseff, e o governador do Estado, Marcelo Déda, promoveram um ato que consolidou o maior investimento privado já realizado em terras sergipanas. Diante destas autoridades, os representantes da Petrobras e da companhia Vale assinaram o contrato de arrendamento que permitirá a exploração das jazidas de potássio no subsolo sergipano. É a concretização do projeto Carnalita, que representa um investimento de quatro bilhões de dólares em Sergipe. O ato ocorreu no canteiro da Vale, em Rosário do Catete.

 

Diante da importância estratégica da iniciativa para a economia nacional, sobretudo, para o desenvolvimento agrícola, a presidenta da República fez questão de presenciar este ato que promove uma ação sem precedentes para impulsionar a economia sergipana que, num futuro breve, sediará a mais dinâmica cadeia produtiva de fertilizantes do país.

 

Gratidão

Após presenciar o ato de assinatura, o governador Marcelo Déda fez questão de agradecer à presidenta Dilma Rousseff, à presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, e ao presidente da Vale, Murilo Ferreira, por realizar este ato histórico diante das trabalhadoras e trabalhadores sergipanos.

“Hoje, mais um capítulo se escreve na história do nosso estado. Na frente dos nossos trabalhadores, na sede dessa mina, que faz parte da história econômica, social e política de Sergipe, fiz questão de fazer o “V” da vitória que fará parte do legado de uma futura geração de sergipanos. E é para isso que governamos, não pensando na próxima eleição, mas trabalhando pela próxima geração”, sentenciou o governador, referindo-se aos resultados deste investimento que beneficiarão os sergipanos pelos próximos 30 anos.

 

Ainda de acordo com Déda, a determinação da presidenta Dilma em trazer para a sua mesa, ao lado da participação dos presidentes e técnicos das respectivas empresas foram determinantes para essa conquista. “Eu cheguei a perder as esperanças de ver esse investimento concretizado. Desde que iniciamos essa luta, ainda no governo Lula, em 2008, já passaram dois presidentes da Petrobras, dois presidentes da Vale, e a senhora é a segunda a estar na Presidência da República que me recebeu diversas vezes para tratar dessa questão. Graças à sua visão estratégica, e à continuidade de um programa de desenvolvimento que alavancou o crescimento do país, vemos hoje esse esforço se tornar realidade”, afirmou Déda, ao registrar também a participação determinante do ex-senador e hoje diretor Corporativo e de Serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra.

 

Registro Histórico

Num discurso permeado pela emoção, o governador relembrou lutas históricas vivenciadas pelos mineiros na luta contra o encerramento das atividades da empresa, que foi proposto ainda no governo Collor, nos anos 1990. “Eu tenho a honra de dizer à presidenta que fui advogado dessa categoria. Ao lado de José Eduardo Dutra, ao longo de 26 dias, esses trabalhadores tomaram conta dessa fábrica numa greve de ocupação sem quebrar um equipamento ou danificar uma instalação sequer, mas lutando pelos seus direitos. Eu sou um ‘filho’ dessa classe trabalhadora, foi ela que me trouxe onde estou e esse ato não poderia acontecer em nenhum outro lugar desse país”, relembrou o governador.

 

Segundo Déda, o seu sentimento de realização é uma das maiores vitórias que qualquer ser humano poderia experimentar. “Todos neste palco estão felizes, mas ninguém supera em felicidade a mim e a José Eduardo Dutra. Especialmente a ele, que saiu das entranhas dessa mina, a 600 metros de profundidade, sendo geólogo, num tempo em que geólogo não dava nem bom dia a um peão, para se transformar na maior liderança dessa categoria. Essa vitória, José Eduardo Dutra, também é sua”, sentenciou, ao lembrar da ordem vigente à época do governo Collor, cujo objetivo era tapar a mina e encerrar o Projeto Potássio em Sergipe.

 

O governador também enfatizou a importância dessa vitória, acalentada há décadas, fruto de três anos de batalhas, para os trabalhadores sergipanos. “Além de alavancar a consolidação da cadeia produtiva de fertilizantes, só na construção da nova usina para o projeto Carnalita serão gerados quatro mil empregos diretos e cerca de dez mil indiretos, beneficiando milhares de sergipanos. Essa é uma ideia acalentada desde os anos 1950, quando um grupo de sergipanos começou a pensar o desenvolvimento do estado utilizando como uma das ferramentas a exploração mineral. Essa é também uma vitória das ideias dos jornalistas Orlando Dantas e Paulo Barbosa, do economista Aloísio de Campos, de deputado Valter Batista, dentre outros, que hoje estamos vendo se concretizar”, também recordou Déda.
 
Acordo Virtuoso

Já a presidenta da República Dilma Rousseff, enfatizou a importância da conclusão desse acordo no atual momento de desenvolvimento do país e diante do cenário econômico mundial. “Estamos hoje festejando a celebração de um acordo virtuoso baseado nos dois grandes desafios do século 21: a produção de alimentos e a produção de energia. Graças aos esforços nessas duas áreas, o Brasil vem conquistando progressivamente novos postos e o reconhecimento mundial, sobretudo pelo potencial de ampliar a capacidade de produção de alimentos. Nesse sentido, esse projeto é absolutamente fundamental, pois vai diminuir a nossa dependência da importação de fertilizantes”, reiterou a presidenta.

 

A presidenta também se referiu ao que ela definiu como “fúria realizadora” do governador Marcelo Déda. “Essa é uma iniciativa que deve muito ao sonho, vontade e determinação do governador Marcelo Déda. Foi essa “fúria” do governador que se revelou numa promissora iniciativa criadora de oportunidades para Sergipe e para o Brasil. Esse é um projeto que representa um passo decisivo para nossa autonomia em fertilizantes e que viabiliza a agricultura ‘verde’ do Brasil”, sentenciou a presidenta. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
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