24/04
10:32

Um mega chorão - Vila-Lobos merece ser sempre lembrado

Eugênio Nascimento
(Com dados de um monte de gente)

O Dia Nacional do Choro foi comemorado com festa, ontem, sábado (23),em Aracaju. Às 11h houve uma Roda de Choro na praça Fausto Cardoso, no Centro, e a partir das 13h o Grupo Regional Recanto do Chorinho e os músicos Odir Caius, Júnior do Cavaco e Silvina se apresentaram no Bar e Restaurante Recanto do Chorinho, localizado no Parque da Cidade, no Bairro Industrial na capital sergipana.

A data é importante para música urbana popular porque é alusiva aos 119 anos de Pixinguinha, inegavelmente um dos maiores compositores brasileiros. O gênero musical surgiu no século XIX, como uma mistura entre ritmos africanos e europeus. Já no século XIX, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazaré deixaram uma contribuição respeitável e que até nos dias de hoje é lembrada.

Mas um nome tem sido esquecido, indevidamente, nessas comemorações, o do maestro e compositor carioca Heitor Villa-Lobos, que em 2017 será lembrado pelos 130 anos de seu nascimento (5 de março de 1887). Ele é considerado por músicos, a exemplo de Tom Jobim, como o “mestre dos mestres”, “o número 1”, ” o maior representante brasileiro da música clássica”, embora seja um modernista que participou da Semana de Arte Moderna de São Paulo, em 1922.

Vila-Lobos, como era mais conhecido, filho de pai músico, foi induzido a ser músico. O pai, Raul Villa-Lobos, lhe obrigada a ter muitas horas de estudos musicais desde a infância. A mãe, Noêmia Monteiro Villa-Lobos, queria ver o filho formado em medicina. O apelo musical do discurso do pai parece ter sido mais forte e rendeu ao mundo uma produção louvável, capaz de projetar o Brasil no universo musical clássico pela porta da frente, Sem rastejar.

Bom instrumentista no segmento violoncelo, violão e piano, Vila-Lobos compôs as Bachianas brasileiras e se fez presente em outros estilos musicais com merecido destaque. Ele foi marcante na chama audácia criativa dos anos 1920, quando foram produzidas Serestas, os Choros, os Estudos para violão e as Cirandas para piano .

Ele era também um bom pesquisador da cultura brasileira. Teve incursões no Nordeste e na região amazônica e nas duas regiões buscou inspiração para a sua produção autenticamente nacional. No início da carreira profissional aperfeiçoou seus conhecimento e aprendeu um pouco mais de música na Europa, especialmente na França. A fase chorão começa nos anos de 1920 e vai até os anos de 1940 com estudos e arranjos.

Pelo muito que fez, merecia ser lembrado por todos em todo o país. Mas, no dia do seu aniversário, 5 de março, quando completaria 130 anos (em 2017), as homenagens devidas lhe serão rendidas. O5 de março é o Dia Nacional da Música Clássica, o Dia de Vila-Lobos, um clássico popular.


Principais composições

Música

Orquestral

· 12

sinfonias (1916–1957)

· Uirapuru (1917)

· Amazonas (1917)

·

· Choros

 

 

·

· nº 6 (1926)

· nº 8 (1925)

· nº 9 (1929)

· nº 10 - Rasga o Coração

· nº 11 (1928)

· nº 12 (1929)

 

 

·

· Bachianas brasileiras

 

 

·

· nº 1 (1930) para 12 violoncelos

· nº 2 (1930) para orquestra

· nº 3 para piano e orquestra (1938)

· nº 4 (1936) para piano ou para orquestra

· nº 5 (1938-1945) para soprano e 8 violoncelos

· nº 6 (1938) para flauta e fagote

· nº 7 (1942) para orquestra

· nº 8 (1944)

· nº 9 (1945) para orquestra e choro



Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
23/04
21:12

O Imbecil

Clóvis Barbosa
Blogueiro e presidente do TCE/SE

A sabedoria judaica parece corroborar o poderio que os discursos humanos exibem para esmigalhar, em segundos, a performance que este, esse ou aquele homem conseguiu edificar ao longo dos anos. A Bíblia, ali onde se arremessam os olhos para o livro de Tiago, patenteia indefensavelmente que “Toda espécie de feras, de aves, de répteis e de animais marinhos é domada e tem sido domada pela espécie humana. Mas a língua, ninguém consegue domá-la: ela é um mal irrequieto e está cheia de veneno mortífero. Com ela bendizemos ao Senhor, nosso Pai, e com ela maldizemos os homens feitos à semelhança de Deus. Da mesma boca provém bênção e maldição”. Nessa minha vida atribulada já recebi muitas acusações, algumas leves e outras graves. Algumas corretas, outras misturadas com os vômitos da calúnia, da difamação ou da injúria. Nunca perdi tempo com injustiças vindas de mentes psicopatas, porque eles são quase sempre frios, inescrupulosos, insensíveis, calculistas, desrespeitosos das regras sociais e livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos. Apesar de ser humilde, não sou de levar desaforo para casa. Parto para o embate dialógico e sou firme nas minhas convicções, mas se sou convencido da minha ignorância, da prática de um equívoco, ou do cometimento de uma injustiça, não tenho qualquer constrangimento em pedir desculpas ao meu interlocutor. Minha vida é e sempre foi assim. Nunca tentei monopolizar a verdade, até porque procuro, cada vez mais, me aperfeiçoar na capacidade de distinguir o certo do errado. Quantas e quantas vezes tenho recuado dos meus pontos de vista adredemente consolidados. Ainda possuo o dom da autocrítica e nunca me considerei um “príncipe” ou um “campeão em tudo”, no exato conceito traçado por Álvaro de Campos (um dos heterônimos de Fernando Pessoa) no seu “Poema em Linha Reta”. Mas, como diria Vinícius, “a vida não é brincadeira, companheiro”.

A rede social, por exemplo, tem dado oportunidade para, de vez em quando, estabelecermos debates com outras pessoas sobre aquilo que postamos, principalmente quando emitimos opinião sobre determinado assunto. Pois bem, fui ao twitter e registrei: as elites abastadas, alienadas, antinacional, sempre se serviram do Estado e trataram o povo como rebutalho. Não aceitam a inclusão social. Pronto! A frase foi compartilhada por muita gente com comentários favoráveis e desfavoráveis. Um amigo, participante de um grupo de discussão no WhatsApp, ligou para mim e disse que a postagem rendeu discussão no dia anterior e mandou-me parte dos diálogos ali mantidos. Segundo ele, eu teria sido atacado impiedosamente. A discussão, no grupo, foi iniciada com a colocação da frase por um dos participantes com o seguinte questionamento: - Como definir um comentário como este? Um jornalista, indignado e de forma furibunda, de pronto, arrematou: “Discurso imbecil, esse de Clóvis. É um homem culto se prestando a ser títere do pensamento imbecil de Lula, que rouba o Estado, dá o filé aos ricos e oferece ossos e pelanca aos pobres. Aí me vem com esse discurso dazelites. Alienação é isso. Nos poupe”. Mais adiante, salienta: “Só os fascistas apostam no ódio e na divisão das classes por esse mecanismo. Sapruma, mano Clóvis”. Respondendo a um dos interlocutores do grupo, que deve ter criticado a minha indicação para o TCE, disse: “Nem discuto a indicação (...). Clóvis é quadro técnico digno. Não engulo é a imbecilização rasa e odienta. E olha que sou povo e não elite”. Apesar da deferência a mim enquanto “técnico digno” e “homem culto”, fui fuzilado com os epítetos de “imbecil”, “títere do pensamento imbecil de Lula”, “alienado” pelo discurso “dazelites”, igual aos “fascistas que apostam no ódio e na divisão das classes”, e de autor de frase caracterizada pela “imbecilização rasa e odienta”.

Primeiro, quero dizer ao jornalista que a tese exposta na frase não é de minha autoria, mas de inúmeros pensadores, poetas populares, sociólogos, antropólogos, historiadores, cientistas políticos, jornalistas e juristas, dos quais destaco, Caio Prado Júnior (Formação do Brasil Contemporâneo), Darcy Ribeiro (O Povo Brasileiro – A Formação e o Sentido do Brasil), Moreira Leite (O Caráter Nacional Brasileiro – A História de uma Ideologia), Victor Nunes Leal (Coronelismo, Enxada e Voto), Josué de Castro (Geografia da Fome), Raymundo Faoro (Os Donos do Poder), Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil), Nelson Werneck Sodré (Introdução à Revolução Brasileira), além de Chico Buarque, Hélder Câmara, Leonardo Boff, Norberto Bobbio, Jacques Rancière (O Ódio à Democracia), José Ortega Y Gasset (A Rebelião das Massas) e tantos e tantos outros. O que eu fiz foi colocar com as minhas palavras aquilo que todos eles já escreveram. Portanto, se imbecil eu sou, acredito que estou bem acompanhado. Em segundo lugar, o termo “elite”, contido na frase, deve ser entendido do ponto de vista sociológico, plasmado no pensamento do professor de direito constitucional da Universidade de Turim, Universidade Luigi Bosconi de Milão e da Universidade de Roma, Gaetano Mosca, na sua tese doutrinária sobre a classe política. “Elite” designa um determinado grupo dominante localizado na hierarquia superior de uma sociedade ou numa dada estratificação social. Assim, a teoria das “elites” é tratada, dentro de um poder democrático, como um grupo minoritário exercendo o poder e a dominação sobre uma maioria. “Elite” aqui não é sinônimo de riqueza, pompa ou descendência de família tradicional. Um rico, por exemplo, pode ser um membro da classe dominada como um pobre ou “povo” pode fazer parte do grupo dominante, ou seja, daqueles que têm o poder de tomar as decisões. “Elite” também tem a ver com a capacidade de pensar o mundo e a vida. É “elite”, sim, quem pensa que as oportunidades devem ser posse de um grupo social em detrimento de outro.

Por outro lado, a história do Brasil não começou com a era Lula. Desconhecer cinco Séculos de acontecimentos políticos é sofrer de disfunção mental ou mera ignorância. É a chamada hipocrisia consciente, que chega a tornar-se pandêmica, onde o sujeito deixa de distinguir o bem do mal ou analisa o fato dentro de um cenário em que o seu interesse é priorizado. Anatol Rapoport é biomatemático, psicólogo, filósofo e cientista social. Ucraniano, tornou-se cidadão americano e foi professor das universidades de Toronto e Michigan. Morreu em 2007. No seu livro “Lutas, jogos e debates” coloca em xeque o funcionamento dos conflitos humanos. Ele diz que na luta, o adversário é um obstáculo que precisa ser destruído impiedosamente. No jogo é diferente, o adversário é uma peça importante. Quanto mais forte ele for, mais valorizado ele será. E por que isso? Porque as regras são respeitadas e isso faz o jogo valer a pena. A grande realização é justamente ganhar a batalha pelo talento e pela estratégia montada. No debate, os adversários dialogam procurando um convencer o outro. Lamentavelmente, quando uma das partes não consegue ganhar pela persuasão, utiliza-se das técnicas de luta (violência, injúria, etc.), o que não é recomendável eticamente. Tento entender, confesso, com minhas elucubrações filosóficas, o comportamento humano. E cada vez mais me conscientizo de que o que nos humaniza é o fracasso. Por que elegemos determinados tipos de sentimentos como prioridade no nosso dia-a-dia? O ódio, exteriorizado com prazer orgástico, encontra neste momento político nacional ambiente propício para se desenvolver e, por vezes, desencadear um processo de aversão contra aquele que pensa diferente de nós. Lembro-me de Millôr na sua conceituação de democracia e ditadura: “Democracia é quando eu mando; ditadura é quando você manda”.

Tenho vivenciado, neste momento, casos inusitados que me fazem lembrar o talento desse grande escritor pernambucano Nelson Rodrigues, quando disse que “vivemos numa época dominada pelos idiotas”. A frase continua atualizada. Cícero, pensador romano, que viveu entre os anos 106 e 47 a.C, afirmava que “A verdade se corrompe tanto com a mentira como com o silêncio”. A mentira é caolha e é arma dos tíbios de caráter; e o silêncio, a conduta dos dúbios de personalidade e dos castrados de mente e espírito. Infelizmente, contra essas pessoas a luta já nasce perdida, daí a impotência da minoria pensante. A mediocridade domina os ambientes em detrimento do mérito. Essa alcateia está em todos os lugares marcando posição. Norberto Bobbio, em uma de suas obras, inclui a serenidade como “a mais impolítica das virtudes” e ressalta que na democracia é importante a presença de cidadãos “virtuosamente democráticos”, comprometidos com o combate a toda forma de preconceito, com a tolerância, com o respeito à liberdade de expressão e, sobretudo, com a ética, onde o meu direito termina quando começa o de outro. O sereno, portanto, para Bobbio, “é deixar o outro ser o que é”, mesmo que esse outro seja arrogante, insolente ou prepotente. Sem qualquer insolência e sem me incluir entre os tais, transcrevo Woody Allen que dizia: a vantagem de ser inteligente é que podemos fingir que somos imbecis, enquanto o contrário é completamente impossível.

Clóvis Barbosa escreve quinzenalmente, aos domingos.


Coluna Clóvis Barbosa
Com.: 1
Por Kleber Santos
22/04
07:56

Hoje na TV: Campeonato Alemão e playoffs da NBA

15h30 Hamburgo x W. Bremen
Alemão, ESPN Brasil

19h Bauru x Pinheiros
NBB, SporTV

19h Aberto Internacional
Natação paraolímpica, SporTV 2

20h D. Pistons x C. Cavaliers
NBA, SporTV 2

21h30 Cascavel x Joinville
Futsal, SporTV

22h30 M. Grizzlies x S. A. Spurs
NBA, ESPN


Esportes
Com.: 0
Por Kleber Santos
22/04
07:42

Paraná perde três pênaltis, mas bate o Estanciano e se classifica na Copa do Brasil

Foi com muito sufoco com direito a três pênaltis desperdiçados, mas o Paraná Clube garantiu a classificação para aproxima fase da Copa do Brasil ao bater o Estanciano por 2 a 0, na Vila Capanema. No jogo de ida, vitória da equipe sergipana por 1 a 0.

O time tricolor abriu o placar aos 15 minutos da primeira etapa, com Válber, que abriu espaço na defesa adversária e arrematou no canto para balançar as redes. Na sequência, Lúcio Flávio desperdiçou uma cobrança de pênalti. Depois do intervalo, aos 27 minutos, o atacante perdeu mais uma penalidade. Mas, aos 45 mintuos, em outro pênalti, Jean desperdiçou, mas aproveitou o rebote pra marcar

Agora o Paraná Clube enfrenta na próxima fase a Chapecoense, que eliminou o Princesa do Solimões-AM. Antes, tem jogo pela semifinal do Estadual diante do Atlético Paranaense.




Esportes
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Por Kleber Santos
22/04
07:40

Verbas de Subvenção: MP pede ressarcimento de possível verba desviada por Associação

O Ministério Público de Sergipe, por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Lagarto, ajuizou duas Ações por improbidade administrativa, requerendo que a Associação Hospitalar de Sergipe, antiga Associação de Caridade de lagarto, seja compelida a ressarcir cerca de R$ 2 milhões e 900 mil ao Erário, por suposto desvio de verbas de Subvenção.

Conheça os fatos:
A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Lagarto promoveu duas ações por improbidade administrativa contra a Associação acima citada e seus ex-dirigentes Lívia de Almeida Carvalho, Arthur Sérgio de Almeida Reis e José Fernando de Menezes Santos além das empresas, FD Agenciamento Publicitário Ltda e Grupo Cultural Edmilson Suassuna da Silva, bem como o proprietário desta última.

Segundo as investigações realizadas pelo Ministério Público, a maior parte do valor das Subvenções Sociais remetidas pela Assembleia Legislativa de Sergipe para a Associação de Caridade de Lagarto nos anos de 2011 e 2012 , foi desviado através de contratos superfaturados, firmados com as duas empresas citadas na ação, as quais pertenciam, uma, ao então tesoureiro da própria associação e a outra a um ex-chefe de gabinete de Arthur Sérgio Reis.

De acordo com a Promotoria, as investigações mostraram que parte do dinheiro das subvenções que era remetido para as empresas, através dos contratos fraudulentos, acabava retornando, por intermédio de várias transações bancárias. Os valores eram enviados para uma conta-corrente de titularidade de um dos dirigentes da própria Associação de Caridade.

Além do ressarcimento ao Erário, o MP requer, ainda, multa e suspensão de direitos políticos e demais cominações pertinentes à Lei de improbidade administrativa.


Política
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Por Kleber Santos
22/04
07:38

Audiência no MP: Hospital São José ameaça paralisar atividades na terça-feira, dia 26

O Ministério Público de Sergipe preocupado com a possível paralisação do Hospital São José, anunciada para o próximo dia 26, terça-feira, realizou uma audiência com representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju – SMS. Segundo o MP, o Hospital informou que parará todos os serviços, inclusive a emergência psiquiátrica, porque não tem condições de manter o funcionamento por causa da falta de repasses.

Uma das clínicas que prestam serviço para o Hospital, a Otocenter, relatou que a equipe médica não recebe honorários desde agosto de 2015 e tem trabalhado em respeito aos pacientes atendidos pelo Hospital, mas já ameaçou parar. Mesmo tendo feito empréstimos no Banese e no Banco do Brasil, a situação é grave e a dívida está inviabilizando o serviço.

A alegação do Hospital é que não dispõe de recursos financeiros para pagar a dívida, pois o dinheiro que entra é para pagamento dos funcionários e que a SMS só repassa cerca de R$ 600 mil por mês, sendo que a folha é de R$ 800 mil reais. O representante do São José disse, ainda, que o município deve ao Hospital R$ 3 milhões de reais, em razão do cofinanciamento, e o IPES, cerca de R$ 7 milhões, pois ficou um ano e três meses sem efetuar nenhum pagamento regular.

A SMS informou que está pagando as parcelas devidas, tendo, inclusive pago cerca de R$ 480.000,00 ao Hospital, incluindo os serviços da Otocenter, referente ao mês de março de 2016. Disse, ainda, que os valores recebidos pelo Ministério da Saúde são repassados sem nenhum atraso, mas se comprometeu a apresentar o valor real da dívida com o Hospital São José para negociar um parcelamento.

Ao final da reunião, o MP agendou uma nova audiência para o dia 26 de abril para que a SMS e o IPES apresentem tais contas com o Hospital, com as devidas propostas de pagamento. A Secretaria de Estado da Saúde - SES também foi convidada para participar da assentada.


Variedades
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Por Kleber Santos
22/04
07:37

Banese financia até 90% na compra do imóvel novo ou usado

Crédito Imobiliário Banese financia até 90% do valor do imóvel, com prazo de pagamento de até 35 anos

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) financia a compra de imóveis residenciais novos ou usados, localizados no estado. Segundo o superintendente de Crédito do banco, Wesley Teixeira Cabral, o Crédito Imobiliário Banese financia até 90% do valor do imóvel, com prazo de pagamento de até 35 anos e uma das melhores taxas do mercado.

“Nos últimos oito anos, desde que o Banese reabriu a sua carteira de crédito imobiliário, centenas de pessoas adquiriram seus imóveis com financiamento através da nossa instituição”, afirma o superintendente.

De acordo com ele, para adquirir o financiamento, o cliente precisa atender a algumas condições, como ser correntista do Banese, ter cadastro aprovado pelo banco, ser maior de 18 anos ou emancipado, e comprovar rendimentos suficientes para a concessão do crédito.

“O cliente que optar pelo financiamento imobiliário do Banese pode contar com a credibilidade e a solidez do banco no mercado financeiro e agilidade no processo de concessão do crédito”, disse Wesley Cabral.

Ele acrescentou, ainda, que o Crédito Imobiliário Banese oferece condições especiais de financiamento para o funcionário público, conforme enquadramento disponível no site da instituição (www.banese.com.br).

Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no site do banco, onde o cliente pode até utilizar o simulador de Crédito Imobiliário Banese e visualizar a possibilidade de realização dos seus projetos.



Economia
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Por Kleber Santos
22/04
07:37

Corredor Cultural lança exposição em homenagem a Dom Luciano

“A Arte: o Sagrado e a Devoção” é o nome da nova exposição que será lançada na próxima segunda-feira, 25

“A Arte: o Sagrado e a Devoção” é o nome da nova exposição que irá ocupar o Corredor Cultural Wellington dos Santos, “Irmão” da Secretária de Estado da Cultura (Secult). A mostra, que será lançada na próxima segunda-feira, 25, terá como homenageado Dom Luciano, arcebispo emérito de Aracaju.

Dom Luciano estudou na Escola de Aprendizes Artífices, depois Escola Técnica, hoje Instituto Federal de Sergipe (IFS), antes de ingressar no Seminário Menor do Sagrado Coração de Jesus, aos 11 anos. Em 1942, mudou-se para o Seminário de Olinda, em Pernambuco e de lá seguiu para São Leopoldo (RS) onde concluiu os estudos eclesiásticos necessários para se tornar padre em 1948.

Durante a cerimônia o público poderá assistir a apresentação do “Coral de Laranjeiras, Coetus Kyriale. A exposição contará com esculturas, telas e fotografias dos artistas Ana Clara, Beto Ribeiro, Charles Henry, Diego DiSouza,Eurico Luiz,  J. Inácio, JO’K, Joubert Moraes, Lúcio Telles, Pythiu, Vesta Viana, Willy Valenzuela, Zé Lima e Zeus.

Também recebem menção honrosa nesta edição, Ana Medina, Carmen Dolores Duarte, Dom João José Costa, Dom José Palmeira Lessa, Enrica Mininni, Everaldo Aragão Prado, Maria Conceição Luduvice e Verônica Nunes. O lançamento da exposição acontece na segunda-feira, 25 de abril, às 11 horas, no Corredor Cultural, situado na sede da Secult, localizada na Rua Vila Cristina, 1051. Bairro 13 de Julho – Aracaju/SE.


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
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