29/05
06:06

Trabalhadores pedem apoio aos vereadores para a legalização dos taxis clandestinos

 

Representantes da Cooperativa de Transportes de Passageiros dos Bairros Santa Maria e Coroa do Meio estiveram na tarde desta terça-feira, 28/5 na Câmara de Vereadores de Aracaju para pedir o apoio dos parlamentares na legalização dos taxis clandestinos.  O assunto gera polêmica por envolver duas categorias que estão em clima de tensão, os taxistas de Aracaju e os motoristas de carros particulares que fazem transporte coletivo clandestino.

A Cooperativa do Santa Maria existe há 13 anos e possui 58 carros lotação, um bairro que os vereadores admitem sofrer com o precário sistema de transporte público. “Há uma demanda reprimida no local”, afirma o presidente da Cooperativa, Djenal Alves dos Santos ao acrescentar que os trabalhadores que hoje atuam nesse segmento têm total interesse em regularizar a situação.

“Queremos trabalhar com tranqüilidade e legalizados”, enfatiza o diretor da Cooperativa da Coroa do Meio. A entidade é composta hoje por 81 carros que prestam serviço aos moradores da Coroa do Meio, dos conjuntos Augusto Franco, Inácio Barbosa e Santa Tereza

O assunto também divide a opinião dos vereadores, até porque existe uma Lei em vigência aprovada pela própria CMA que proíbe a liberação de novas concessões de taxi na capital. De acordo com o parlamentar, Jailton Santana (PSC) se por um lado há a ilegalidade, por outro há a vontade da população na regularização do transporte clandestino.

“Isso ocorre porque os moradores do Santa Maria, por exemplo não conta com um sistema de transporte eficiente e de qualidade. Taxistas particulares muitas vezes rejeitam fazer corrida para esta localidade. Isto é uma realidade”, ressalta Jailton Santana. Ele lembra que já existe uma Lei aprovada pela Câmara que proíbe a concessão de novos pontos de taxi. ‘ Para que esta Lei seja derrubada é preciso uma nova, a qual deve ser enviada à Câmara pelo Executivo”, explica o parlamentar.

Ampliar a discussão e o debate sobre o assunto é uma possibilidade defendida por quase todos os vereadores. Entre eles, Emmanuel Nascimento (PT) que também defende a criação de novos pontos de taxi para atender a população aracajuana, especialmente ao Bairro Santa Maria. O vereador Valdir Santos (PT do B) também foi enfático ao afirmar que a população não pode continuar sofrendo por causa de um transporte deficitário. “É preciso buscar uma solução e o diálogo é o melhor caminho”, disse ele. Anderson de Tuca (PRTB) não só defende uma ampla discussão como deixa claro que os trabalhadores não querem ficar na clandestinidade. “Eles lutam pela legalização e estão aqui para pedir o apoio de todos nós”, disse.

Para o parlamentar, Agamenon Sobral (PP), a luta dos motoristas de carros particulares que fazem transporte coletivo clandestino é inglória. “As empresas de ônibus não querem a legalização e os taxistas também não. Porém, esses trabalhadores têm o apoio da população que precisa desse serviço”, disse o vereador.

 Max Prejuízo (PSB) voltou a defender que a saída para melhorar o atual sistema de transporte coletivo passa pela licitação e destacou a necessidade da população que sofre com o atual serviço de transporte coletivo. Para Lucimara Passos é fundamental que os vereadores se posicionem sobre o assunto por se tratar de um tema que envolve boa parte da população.  “O Executivo também não pode ficar omisso. Lembro o que ocorreu com a Coopertalse que durante muitos anos também enfrentou sérios obstáculos até conseguir a legalidade e hoje funciona a contento prestando serviço a população”, afirma Lucimara.

 Já Adriano Taxista (PSDB) se posiciona totalmente contra a possível legalidade dos carros clandestinos. “Temos hoje 2.080 taxis em circulação na capital, uma frota que já está acima da média. Além dessa categoria, também existem os defensores. Está difícil legalizar e não se pode legalizar. “Quem estiver prometendo essa regularidade está vendendo ilusão”, afirma o parlamentar.

Já o vereador Dr. Emerson (PT) afirmou que a disputa entre os trabalhadores taxistas e o que tentam inclusão na condição de taxistas de lotação ou especiais para o Bairro Santa Maria, constitui uma briga entre iguais. “Uma luta é de trabalhadores e que interesse. O que impede a solução deste problema é o mesmo que impede que aconteça a licitação de transporte público, a existência de um Código de Mobilidade e a prestação do serviço com qualidade”, afirma Emerson. (Da assessoria)

 

Fotos:Andrezza Barreto

 

Política
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Por Eugênio Nascimento
29/05
06:01

Saúde Sergipe - Huse ainda continua recebendo casos de baixa complexidade

 De acordo com o último levantamento dos casos atendidos no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), maior unidade hospitalar do Estado, quase 90% dos atendimentos é referente à Atenção Primária, ou seja, deveriam ser tratados nas Unidades Básicas de Saúde.

Estruturado para atender 24 horas por dia, o Huse tem a missão essencial de realizar atendimentos de urgência e emergências clínicas, cirúrgicas e oncológicas, além de ser a única com Unidade para Tratamento de Queimados (UTQ). Além desses serviços, o hospital também possui a especialidade de endoscopia digestiva, neurocirurgia, otorrinolaringologia, oftalmologia, cirurgia bucomaxilofacial, nefrologia e o serviço de hemodiálise.

O diretor técnico do Huse, Augusto César Esmeraldo, prevê que 89% dos pacientes atendidos têm perfil para Unidades Básicas de Saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ou seja, que deveriam procurar o serviço disponibilizado nos municípios.

“Mesmo com toda a nossa estrutura e referência para os casos de alta complexidade, ainda chegam pacientes com gripe, dor de barriga ou mesmo unha encravada. Além disso, e por sermos um serviço público de saúde de referência, também recebemos pacientes do interior da Bahia e Alagoas”, revela.

Dados da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) mostram que de janeiro a abril deste ano, 1.432 casos foram pacientes com vômitos, 440 torção de membros inferiores, 170 com dor no pé, além de vítimas do alcoolismo e cólica menstrual. Para os casos de alta complexidade, de fato, os números constatam que foram recebidas 742 vítimas de acidentes motociclísticos e 428 por agressão física.

O presidente da Fundação Hospitalar de Saúde, Marcelo Vieira, afirma que esse atendimento de atenção básica com custo de alta complexidade eleva as despesas na unidade e inviabiliza o planejamento de abastecimento. “Para se ter uma ideia, gastamos, só com o Huse, algo em torno de R$ 27 milhões por mês. O Ministério só destina para Sergipe R$ 32 milhões por ano, para toda a rede hospitalar. Essa é uma conta que nunca fecha. O que estamos fazendo é pactuando e estabelecendo fluxos de forma a redirecionar, encaminhando pacientes para os locais mais indicados para cada caso, dentro da nossa rede ”, esclarece o diretor.

Diagnóstico

Como forma de desafogar o Huse, e também otimizar o sistema, Augusto César Esmeraldo fala ainda da importância dos municípios cumprirem com o papel e da população buscar o serviço mais próximo de casa, respeitando as complexidades dos casos.

 “Apesar de termos algumas carências no sistema, não tem como vencer toda essa demanda. Precisamos conscientizar que o Huse seja uma porta regulada de atendimento. Cabe ao gestor municipal cumprir com seu papel, que serve até como uma Medicina Preventiva e consequente menor gasto público. Também é preciso que o cidadão tenha a consciência de primeiro buscar a Clínica de Saúde da Família”, pontua.

O diretor técnico explica que a Atenção Básica, ou a baixa complexidade, são os serviços oferecidos pelas UBS. O usuário deve procurar esse atendimento, que serve como porta de entrada para o SUS, para que, assim, seja classificado o tipo de assistência necessária. Já nos finais de semana, quando as UBS estão fechadas, a pessoa pode procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ou as Clínicas de Saúde da Família 24 horas ou os Hospitais Regionais.

Níveis de Atendimento

O atendimento secundário, ou de média complexidade, atende aos casos de Urgência e Emergência. Nesse tipo de atenção, enquadra-se o atendimento de clínicas médicas, pediátricas, consultas ambulatoriais eletivas e especialidades, se necessário, são direcionadas para as Upas e Hospitais Regionais. A última instância refere-se à Atenção Terciária, ou de alta complexidade, que atende os casos mais graves, incluindo internações, cirurgias, partos de risco, especialidades e assistência em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:51

Saúde em Aracaju - Max Prejuízo denuncia falta de estrutura nas UPAS Zona Norte e Zona Sul

"Não há justificativa para a diminuição do número de pediatras na urgência da UPA Zona Sul, de três para dois. O que precisa é a prefeitura dar melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde, que além de não receberem pela hora extra ainda precisam lidar com equipamentos quebrados ou com ausência de suprimentos para realizar exames como aconteceu com a falta de película para realizar o raio-x", iniciou assim seu pronunciamento o vereador Max Prejuízo (PSB), na tarde desta terça-feira, 28/5, durante o pequeno expediente na Câmara Municipal de Aracaju(CMA).

 

O parlamentar denunciou que o número de pediatras concursados, que inicialmente eram 32 e agora são apenas 15 já que 16 deles pediram demissão, são insuficientes para atender a demanda. Segundo o vereador, os pediatras só conseguem cobrir 360 horas semanais, sendo que para cobrir a escala, seriam necessários, no mínimo, 21 pediatras.

 

"No último sábado, 25/5, a UPA Zonal Sul passou 24 horas sem médico pediatra para cobrir a escala, justamente porque a quantidade de médicos é insuficiente. Várias crianças, de vários bairros, não conseguiram atendimento e nem ao menos um transporte foi ofertado para deslocá-las com suas mães para um outro local de atendimento", lamentou o vereador.

 

O vereador continuou seu pronunciamento informando que em visitas realizadas as Unidades de Pronto Atendimento Zona Norte e Zonal Sul, o vereador constatou falta de equipamentos , de estrutura para acolhimento e denunciou no plenário: "é inadmissível que tenhamos apenas duas UPAS e elas não tenham nem cadeira para a mãe acompanhar seu filho doente. UPA com apenas um verificador de pressão, uma cadeira de rodas, ar-condicionado quebrado, sem garantir o mínimo de possibilidade para o trabalho e nem conforto para os usuários".

 

Max denunciou ainda que os monitores, que indicam os médicos que estão na escala, estavam quebrados. "É preciso que os monitores funcionem para que a população saiba quais médicos estão presentes e quais estão ausentes. A troca de plantão é complicada e o usuário é que sofre com a demora no atendimento", alertou.

 

O vereador aproveitou a oportunidade e relatou um fato ocorrido na última segunda-feira a noite, 27/5, na UPA Zona Sul, onde uma criança com apenas 29 dias passou uma hora e vinte minutos para ser atendida. "A urgência não estava cheia, apenas poucas crianças para atendimento e mesmo assim a criança passou mais de uma hora para passar pelo acolhimento, e isso depois que eu conversei com a supervisora", disse.

 

Max propôs aos demais vereadores que se formasse uma Comissão para uma audiência com a secretária de saúde municipal, Goretti Reis, onde todos os problemas serão apresentados, principalmente a falta de condições de trabalho para os profissionais. "Esse tipo de situação precisa de uma solução urgente. Não dá para esperar OS's. O povo é que está sendo penalizado", concluiu Max Prejuízo. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:44

Sessões da Turma Recursal de Sergipe são transmitidas em tempo real, através do twitter

A Seção Judiciária de Sergipe inova ao transmitir, em tempo real, pelas redes sociais, Facebook e Twitter, a 18ª Sessão Ordinária da Turma Recursal de Sergipe. Por iniciativa do presidente da Turma Recursal, Juiz Federal Fernando Escrivani Stefaniu e do Diretor do Foro em exercício da Seção Judiciária de Sergipe Juiz Federal Edmilson da Silva Pimenta, os julgamentos da Turma serão acompanhados pela Seção de Comunicação Social e pela Assessoria da Turma Recursal, que estarão transmitindo em tempo real as sentenças, discussões e decisões aos seguidores da Seção Judiciária na rede. A próxima Sessão da Turma acontecerá no dia 14/06, a partir das 10h. Acompanhe os julgamentos da Turma no Facebook e Twitter (@JFederalSE). 



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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:40

Prefeito em exercício rebate críticas e defende OS em Aracaju

José Carlos Machado, o prefeito em exercício, concedeu entrevista hoje pela manhã, 28, ao radialista George Magalhães, na Megga FM, para esclarecer as afirmações do deputado federal Rogério Carvalho, que utilizou o espaço ontem, 27, para proferir inverdades sobre o sistema de Organizações Sociais (OS).

Para Machado, as palavras de Rogério Carvalho foram carregadas somente de teoria. "Dr.Rogério é o mais profundo conhecedor da teoria. Da teoria, porque na prática é um fracasso. Ontem ele deu prova que conhece a teoria. Porque o que está implantado hoje, em Aracaju, é fruto da mente de dr. Rogério, devido a seu conhecimento teórico. Este que, na época, induziu o prefeito a construir dois hospitais regionais. Zona Norte e Sul. Construíram, inauguraram e um ano e meio depois a justiça intervém e tira o nome de hospital", lembrou.

"O sistema que está aí é fruto da mente criativa de Rogério, quando o mesmo assumiu a Secretaria de Saúde do Estado. O hospital de Ribeirópolis funcionava maravilhosamente bem, isso quem diz é o povo. Mas ele fechou e transformou em não sei o que", disse Machado.

Machado recordou que "Dr. Rogério assumiu a Secretaria de Estado da Saúde, e anunciou a construção de 100 novas clínicas. Passaram cinco anos e não sei quantas estão funcionando. Não sei se 30, 40 ou 50. Funcionando não, inauguradas. Fruto da mente inteligente e profundamente capaz dele. Não satisfeito, ele criou as fundações públicas de direito privado, pra substituir a forma de administrar vigente deixada pelo, então, governador João Alves. E,  as Fundações funcionam?".

O prefeito em exercício deixou claro que o modelo de OS proposto por João Alves Filho foi trazido de experiências de outros lugares, mas isso foi pensado para que seja dada a melhor qualidade de atendimento à população. Porque para Machado a realidade da saúde de hoje é o resultado da capacidade do atual deputado federal, quando foi gestor da pasta em Aracaju e no estado de Sergipe. "Eu não quero discutir com drº Rogério se o melhor caminho é esse ou aquele, Rogério quero que você tenha consciência que você não pode tentar desvirtuar uma realidade. A saúde pública de Aracaju está um caos. A do estado está um caos. Tudo fruto da sua inteligência. Todo esse modelo que está aí implantado foi o senhor que bolou. Não deu certo. Reconheça isso. E ao reconhecer, você tem que ter autoridade pra ir para a rádio e falar: erramos", afirmou Machado.

A capacidade de mudança que João Alves tem foi enaltecida por Machado, pois para o prefeito em exercício, somente com coragem e trabalho a população de Aracaju terá um atendimento digno de saúde pública. "É preciso mudar. João teve a coragem o suficiente para mudar a forma de gerir a educação pública em Aracaju. A forma de gerir a saúde pública também tem que ser mudada. Com a atual não funciona. Por isso João buscou alternativas. João não tem vergonha de dizer 'olha se a coisa funciona em outros lugares, porque não copiar essa experiência e implantá-la em Aracaju?'. E você, Dr. Rogério, não pode dizer que 'sou contra porque sou contra'. Sem argumentos claros", afirmou.

Como já divulgado outras vezes, José Carlos Machado garantiu que as OS não prejudicará - em nada - o servidor. "A OS é uma entidade privada, sim, mas que vai gerir hospitais sem privatizar a saúde. O servidor não será prejudicado. Isso todos podem ter certeza. O que se tenta com as OS é agilizar e melhorar a gestão pra dar mais condições aos usuários, que é o nosso objetivo final. As pessoas, na maioria das vezes, são pobres e enfrentam filas enormes para ter a acesso a um serviço de saúde e isso precisa acabar".

"A escolha dessas OS terá critérios rigorosos e o que eu ouvi falar em Salvador é que a OS que administra o hospital lá está ligada à Santa Casa de Misericórdia, entidade que coordena há mais de 150 anos a unidade criada pela irmã Dulce. Essas instituições ao serem contratadas assumirão compromisso e serão avaliadas diariamente por um conselho, composto pela Prefeitura, Câmara de Vereadores e especialistas", explicou.

"O compromisso de João é com a maioria da população. Ele não tem compromisso com grupos. Médicos e funcionários, não se preocupem. Em nenhuma hipótese, o servidor será prejudicado. Meu caro, eu o respeito, mas o discurso se difere da prática. Dê crédito a João para depois ir às rádios falar", completou.

Antes de encerrar a participação, José Carlos Machado deixou claro que essas acusações contra o prefeito João Alves são de extrema inco. "É muita irresponsabilidade falar que o Prefeito vai entregar tudo a iniciativa privada", concluiu. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:35

Gualberto denuncia privatização da saúde municipal em Aracaju


O debate sobre a implantação de Organizações Sociais (OS) para gerenciar unidades de saúde pública no município de Aracaju chegou à Assembleia Legislativa na sessão desta terça-feira, 28. Após ouvir discursos da oposição criticando as Fundações de Saúde implantadas pelo governo do Estado há três anos, o deputado Francisco Gualberto (PT) usou a tribuna para estabelecer as diferenças entre OS e Fundações de caráter público privado, e aprofundar suas criticas ao sistema escolhido pela Prefeitura de Aracaju. "Posso afirmar com convicção que João Alves está privatizando a saúde municipal, e isso vai prejudicar o Estado", disse o petista.

Para Gualberto, não há como igualar as duas coisas. "As fundações contratam funcionários obedecendo o sistema celetista (CLT). Já a OS utiliza o 'trem da alegria' mesmo. É tudo feito por indicação", argumenta o deputado. "A OS não faz licitação para compra de material e remédios. As fundações de saúde obedecem a Lei da Licitação, e são fiscalizadas pelo Ministério Público, Tribunal de Contas, e outros órgãos fiscalizadores", revelou Gualberto.

"Até gostaria de saber como o nosso Ministério Público irá fiscalizar a compra de medicamentos, por exemplo. Não há como fazer isso na OS porque é a iniciativa privada que cuidará dessa movimentação, mas com dinheiro público", afirma o parlamentar. "Portanto, é bom que fique claro que nesse sistema de gerenciamento, o prédio, os equipamentos e o dinheiro são público, mas o administrador é privado. E essa é a legítima privatização de um setor que deveria ser administrado pelo governo".

Durante seu pronunciamento, Francisco Gualberto citou vários exemplos mal sucedidos de organizações sociais em unidades de saúde Sergipe afora. Principalmente na época em que João Alves governava o Estado e praticamente terceirizava todo o sistema de saúde pública nos municípios e na capital. "Mas João Alves não tem culpa. Ele nunca negou para ninguém que o projeto dele era esse mesmo. A população que o elegeu prefeito de Aracaju não pode chiar", disse. "Portanto, privatizar a saúde não significa simplesmente vender o prédio de um hospital. É oferecer o serviço que é de obrigação do governo, à iniciativa privada, e ainda pagar por isso". 

(Da assessoria)


Política
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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:23

TCE em disputa: "Tudo não passou de boato", diz Zeca

 “Em momento algum eu disse que seria candidato a uma cadeira no Tribunal de Contas de Sergipe, muito menos nessa disputa de agora, que terá apenas a deputada Susana Azevedo (PSC) e o secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas. Também desconheço a origem do boato. Sou eleitor de Susana e isso já foi declarado abertamente”. O comentário é do deputado estadual Zeca da Silva (PSC), que teve o seu nome muito comentado para entrar na disputa. Ele declarou ainda que “além do mais, foi aprovado que somente os dois inscritos – Susana e Belivaldo – estariam no páreo. Tudo não passou de boato”.



Política
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Por Eugênio Nascimento
29/05
05:14

STF autoriza shoppings e escolas a cobrarem por estacionamento em Sergipe

A lei estadual que proíbe a cobrança pelo uso de estacionamento em shoppings, hipermercados, supermercados, lojas e instituições de ensino em Sergipe é inconstitucional e esses estabelecimentos estão autorizados a cobrar de seus clientes a partir desta quarta-feira. A avaliação é do Supremo Tribunal Federal (STF), que foi acionado no dia 15 de maio pelo Ministério Público Estadual para suspender a cobrança. O  pedido de liminar foi negado. No entendimento da justiça, os estabelecimentos podem cobrar pelo estacionamento dos consumidores, ainda que possuam nota fiscal de compras.



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Por Eugênio Nascimento
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