25/05
18:40

Uns bagos de jaca

José Lima Santana
É professor do Departamento de Direito da UFS

    Naquele tempo, papai ainda não tinha comprado a Caiçara, pequena propriedade rural que ele somente adquiriria em 1968, mas a família já morava na casa em que mora até hoje, na Rua Gilberto Amado, em Dores. Porém, quando eu era bem pequeno, nós morávamos num sítio, no caminho do Gonçalão, onde tínhamos curral para o abate do gado e salgadeira, em frente ao sítio de “seu” Tonho Miúdo e nas proximidades da casa de sebo de “seu” João de Rita, que comprava e derretia sebo de boi para fornecer à saboaria existente em Capela, cujo transporte durante muito tempo era feito no lombo dos burros do meu tio-avô Francisco Leite Silva, irmão da minha avó materna. Muitos parentes de papai abatiam as rezes no nosso curral. Ainda hei de falar sobre as travessuras ali vividas.

    Era uma manhã de terça-feira, dia da preguiça institucionalizada entre os marchantes dorenses. Dia das farras, das cachaçadas entre os amigos, após a feira semanal do dia anterior. Às vezes, formavam-se corridas de cavalos, que começavam no cruzamento da Rua do Ouro, hoje Mal. Rondon, com a rua àquela época sem nome, que desemboca na Praça João Ventura, hoje 23 de Outubro. Dita rua, a partir de 1974, chamou-se Rui Barbosa, mas, hoje, chama-se Emílio dos Reis Lima. Numa ou noutra ocasião, mas isso era muito raro, a corrida de cavalos poderia acabar em confusão, em bate-boca, em vias de fato. Pelo que eu me lembro, contudo, jamais alguém saiu ferido por causa daquelas confusões. Afinal, a turma do deixa disso era muito eficiente. Naquela manhã, em que o sol, embora cedo, já apresentava vistoso cartão de visita, papai chegou lá em casa com uma jaca mole do sítio de “seu” Tonho Miúdo, nosso antigo vizinho. Era uma jaca muito apreciada. Ela tinha o naibo e os filetes que revestiam os bagos, grudando-os ao patacho, na cor roxa. Chamávamos a jaca de roxinha. E era do tipo ouro, ou seja, o bago pequeno e demasiadamente amarelado, tipo amarelo-ouro. Um verdadeiro favo de mel. Ah, comer uns bagos de jaca mole – e daquele tipo então! – lambuzados na farinha de mandioca, daquela bem fininha e bem torrada, era um manjar dos deuses! O mel do bago escorrendo pelo canto da boca... Depois é que viria o café da manhã, especialmente com cuscuz de milho ralado, uma gordurosa nata de leite por cima, um ovo estrelado e um pedaço de carne de sol do meio da mindinha ou do meio da chã de dentro, com aquele capeado de gordura bem amarelinha, que papai, ao fazê-la, besuntava com tutano de mocotó, derretido ao fogo, enquanto espelhava as mantas de carne ao sol (daí, como todos o sabem, a expressão carne de sol, e não carne do sol, como alguns restaurantes, infelizmente, grafam em seus cardápios), no varal para isso apropriado. Espeto de carne assada nas brasas do fogão a lenha. Leite, ovo e carne, tudo produzido em casa mesmo. Só o café e o açúcar eram comprados. Mas o café era torrado em casa, pilado no pilão de pé. Uma delícia! Hoje, as dietas acabaram com tamanho regalo. O diabetes e a hipertensão bateram muito cedo à minha porta. Nem pediram licença para entrar. Com essas danadas eu convivo há pouco mais de trinta anos. Pois bem. Aquela jaca, naquela manhã, haveria de fazer história. História de pobre os leitores e as leitoras sabem como é: é de pobre mesmo. Sem mais nem menos.

    A família de cócoras, reunida em torno da jaca, embaixo de uma sucupira florida com suas florzinhas roxas, que ficava rente ao telheiro do fundo da casa. Os quatro atolados na jaca: papai, mamãe, eu e meu irmão. Ali eu aprendi que família que comia jaca unida, permanecia unida pelo visgo. Que barata filosofia suburbana! Mas é a vida. Cada um “filosofa” como quer ou como pode. Nem todo mundo é Platão, Aristóteles ou Sartre, por exemplo. Garanto que nenhum deles jamais se acocorou para deliciar-se com uns bagos de jaca, muito menos da roxinha. Não sabem os seus discípulos de hoje o que eles perderam. Nem poderiam saber. Papai e mamãe conversavam sobre algum assunto muito importante. Importante? Sim, afinal eles pouco comiam. Conversavam sem parar. E ninguém conversa com a boca cheia. Meu irmão ainda estava um pouco sonolento, para comer a contento. E eu, que não estava com sono nem conversava, “deitei” o garfo na jaca. Bago pequeno, adocicado, um mimo. Verdadeiro maná dos céus. Ah, se o maná do deserto, que Moisés pediu para o povo no retorno à antiga Terra Prometida tivesse a doçura daqueles bagos de jaca! Como a roxinha não tinha nada igual. Ouso dizer: nem o maná. Garfo na jaca, garfo na boca, bago no bucho, caroço no chão. Com pouco tempo, só restavam o patacho, que é a casca ou bagaço, e o naibo, também chamado de bagunço, em algumas áreas do Nordeste, e que se arranca e joga-se fora, como todos os comedores de jaca bem o sabem.

    Permitam-me os leitores e as leitoras três ligeiras observações: a) a palavra patacho, nos dicionários, significa um barco à vela, de dois mastros, tendo a vela de proa redonda e a de ré do tipo latina, ou seja, triangular; b) em Alagoas, no município de Porto de Pedras, há uma bela praia chamada Patacho, de areias claras, água translúcida e coqueiros vistosos ao fundo; c) segundo dissertação de mestrado apresentada por Hermeval Jales Dantas, na Universidade Federal de Campina Grande, em fevereiro de 2007, os caroços da jaca “são ricos em amido, que assados e moídos dão uma farinha com 6,6 % de proteínas, 18% de aminoácidos e 25,8% de carboidratos que, adicionados em até 50% à farinha de trigo, são úteis na fabricação de biscoitos, bolos e outros produtos de panificação”.  O autor apresenta boas informações sobre a jaqueira e a jaca.

(http://www.deag.ufcg.edu.br/copeag/DISSERTACOES_E_TESES_PPGEA/DISSERTA%C7%C3O/ARMAZENAMENTO/2007/hermeval%20JALES.pdf. Acessado em 07.05.2014).

Vejam, então, quanto desperdício, ao jogarmos fora os caroços da jaca, que, aliás, podem também ser cozidos e comidos. O gosto assemelha-se um pouco a fruta-pão ou inhame. Mas bom mesmo é o bago da jaca. Inclusive para doces em calda. Já o patacho serve de alimento para o gado. Mas o naibo deve ser evitado, pois causa engasgamento nas rezes. Há na internet (ararutadabahia.blogspot.com.br) uma receita de lombo recheado de jaca mole verde, cujo principal ingrediente é o bagunço ou naibo de jaca. Quem se interessar, confira.

Bem. Depois de tanto enrolar vocês, como às vezes eu o faço, eis o fim da comilança da jaca roxinha, naquela ensolarada manhã de terça-feira: quando meus pais se deram conta, eu já tinha devorado os bagos da jaca. A roxinha era uma jaca pequena, de umas poucas dezenas de bagos. Papai e mamãe tinham comido alguns. Meu irmão, idem. E eu não comi lá essas coisas não! Não mesmo. Coisinha pouca. Eu juro! Entretanto, não consegui tomar o delicioso café com cuscuz e tudo o mais, como eu descrevi acima. Além disso, naquele dia eu não fui à escola. Empanzinado. Lembro-me muito bem que eu tive de engolir um pouco de vinagre com tapioca, que é um santo remédio para cólicas e mazelas afins. Nunca mais eu comi tantos bagos de jaca como naquela bela manhã. Nem sei se o pé da roxinha ainda existe.

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 24 e 25 de maio de 2014. Publicação neste site autorizada pelo autor.


Colunas
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Por Eugênio Nascimento
25/05
17:36

Coluna Primeira Mão

Encaminhamento de coligações deixa os políticos meio zonzos



Há conversações intensas entre os políticos sobre como serão formalizadas as coligações este ano em Sergipe. Há pressões e o principal alvo delas é o prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), que conversa com os pré-candidatos Jackson Barreto (PMDB) e Eduardo Amorim (PSC), diz não ter ainda uma definição e alguns amigos apostam que ele ficará em cima do muro. No grupamento de João, Há uma forte simpatia pela pré-candidatura do governador JB, mas há reações do vice-prefeito José Carlos Machado e outros aliados e amigos ?das antigas?, que puxam o prefeito para uma possível aproximação ao senador Amorim e colocam como segunda opção, rol em avaliação, o nome do senador Valadares (PSB), que estaria propenso a se sujeitar a criar uma terceira via, tipo de projeto eleitoral que ele mesmo não acredita que venha a dar certo. Jackson se joga para João e Valadares, que não lhe dão respostas. Amorim faz o mesmo e também não obtém respostas. E nesse jogo de conversações, o processo de definição das chapas que se enfrentarão em 5 de outubro próximo fica sempre adiado para junho próximo. Zonzos e sem saber ao certo o que fazerem, os líderes e partidos políticos empurram as definições com a barriga para a hora ?H?, o momento das convenções. Hoje, politicamente falando, dá para se dizer abertamente que ainda ninguém é de ninguém e que tudo pode acontecer, até mesmo o surgimento de uma terceira via para empurrar a disputa eleitoral para um possível segundo turno.



Rogério tenta sobreviver às pressões feitas por aliados



O maior problema enfrentado pelo deputado federal Rogério Carvalho para manter a sua pré-candidatura ao Senado pelo bloco governista são os aliados. As críticas de opositores são naturais, pois eles buscam o crescimento de seus nomes também, mas, de aliados, é um sinal de que o inimigo mora ao lado. Inicialmente, quando o seu grupamento lhe lançou pré-candidato, ele enfrentou algumas reações e “pancadas” dos petistas mais simpáticos à ex-primeira Eliane Aquino. Foi bem sucedido em suas investidas, afinal essa briga era de tendências do PT e ele conseguiu reunir a maioria em torno de seu nome. Agora, políticos de outros partidos aliados do governador, a exemplo de Edvaldo Nogueira (PC do B) e José Almeida Lima (PMDB) partem para defender o seu afastamento da chapa majoritária. Petistas mais radicais dizem que há uma mobilização dos “Movimento dos Sem-Votos” contra Carvalho, que avalia que pode surpreender à todos quando as urnas forem abertas. Mas, independentemente disso, ele sabe que muitos aliados temem o seu crescimento na política e suspeitam que, em sendo eleito senador poderá virar ministro da Saúde, marcar intensa presença nas ações da pasta em Aracaju e, em 2016, ser um potencial candidato a prefeito da capital. Se eleito, se movimentará para chegar ao Governo em 2018. Rogério é um político ambicioso e vê chances para a concretização de seus projetos. Os que a que ele se opõem., inclusive membros do bloco governista, sabem disso e promovem a sua marcação permanente. Parece até perseguição.

Jackson Barreto reafirma presença do PT na chapa majoritária


 

Percebendo que há uma “armação” em curso, na sexta-feira passada, o governador Jackson Barreto manifestou-se publicamente sobre a presença do PT na chapa majoritária que encabeçará. JB disse que “é mais fácil eu não ser candidato a governador que excluir o PT da chapa majoritária”. Parece que o recado foi bem claro e funcionou para Rogério Carvalho como uma espécie de reativan.

 

Ex- jogador Romário vem a Sergipe para jogar contra E.L.A.



No próximo dia 29, às 20h, acontece jogo beneficente no Estádio João Hora (Campo do Sergipe). O ex-jogador e atual deputado federal Romário já confirmou presença. Se enfrentarão o Brasil x E.L.A., abreviatura de Esclerose Lateral Amiotrófica. Não vale perder.



Irmãos Amorim estimulam pré-candidatura de Adierson Monteiro



O empresário Adierson Monteiro revelou a amigos o desejo de disputar uma vaga de deputado estadual pelo PSDB, segundo informações, estimulado pelos irmãos Eduardo e Edvian Amorim. Ao ser questionado sobre o assunto, o secretário-geral do partido, vice-prefeito José Carlos Machado, disse ser legítima a participação de qualquer filiado no processo de disputa. Lembrou, porém, que não há candidato de si mesmo e que qualquer decisão nesse sentido passa pela convenção que pode, ou não, homologar as candidaturas anunciadas. O filho de Adierson, o também empresário Antônio Monteiro Neto (PP) também é pré-candidato a deputado federal.



Parceria é isso aí? - Quando assumiu a Prefeitura de Aracaju, João Alves Filho transferiu, integral ou parcialmente, as contas da Prefeitura para bancos privados. Muita gente aplaudiu a decisão. Agora, precisando de dinheiro para pagar contas do Forró-Caju, o mesmo Prefeito critica o BANESE por falta sergipanidade por não ter contribuído com nada até agora. Seria interessante que ele informasse aos aracajuanos quanto os novos donos das contas da Prefeitura ajudaram na realização do Forró-Caju.



Justa Homenagem - Assembleia Legislativa condecorará cidadão sergipano a Michel Dessy


Na próxima segunda-feira, dia 26, em sessão solene, a Assembleia Legislativa fará a entrega do título de cidadão sergipano ao belga, naturalizado brasileiro, Michel Alphonse Leon Pierre Ghislain Dessy, o Guido Michel. O deputado João Daniel foi o autor do projeto de resolução que prestará a homenagem a esse agricultor e lutador pela reforma agrária. A solenidade acontece no plenário da Assembleia Legislativa, a partir das 17 horas. Para o deputado João Daniel, a entrega do título de cidadão sergipano a Guido Michel é uma forma de homenagear essa personalidade ilustre, de atuação reconhecida na luta pela democratização do acesso à terra em Sergipe. Este belga de coração sergipano chegou ao Brasil há 50 anos. Michel Alphonse Leon Pierre Ghislain Dessy nasceu num lugarejo chamado Sovet, na província de Namur, na Bélgica, em 1938. A convite de Dom José Brandão de Castro, veio para o Brasil, em 1964, trabalhar com a população pobre do Vale do São Francisco. Aqui em Sergipe participou ativamente de muitas lutas para a democratização do acesso à terra em Sergipe, tornando-se um assentado em Barra da Onça, no município de Poço Redondo, tendo sido torturado por policiais militares durante uma ocupação de terra neste município. “Por tudo que Guido Michel fez nessas cinco décadas no Brasil e sua atuação e luta em Sergipe, acredito ser justo que a Assembleia conceda o Título de Cidadania Sergipana a ele”, declarou João Daniel.



Otaviano Canuto reconhece avanços sociais no Brasil



O economista sergipano Otaviano Canuto, Conselheiro Sênior e ex-Vice Presidente do Banco Mundial, foi o convidado do almoço mensal promovido pela Associação Comercial de Sergipe (ACESE), na última sexta-feira no Hotel Radisson. Canuto proferiu palestra com o título Economia Brasileira: Como Voltar a Crescer.

Em sua exposição, ele reconheceu que os avanços sociais dos últimos dez anos no Brasil têm servido de exemplo para as políticas de erradicação da pobreza do Banco Mundial em vários continentes. Lembrou que programas de transferências de renda condicionada, como o Bolsa Família, custam barato e são muito eficazes para retirar as pessoas da miséria. Segundo o economista, o Bolsa Família custa menos ao país do que os subsídios implícitos nas operações de crédito do BNDES, que jocosamente chamou de bolsa empresário.

Se assinou embaixo das políticas de inclusão social da dupla Lula-Dilma, Canuto foi crítico em relação à política de elevação real do salário mínimo acima do incremento da produtividade média da economia por considerar inflacionária e, portanto, insustentável no médio prazo. Lembrou também que a política econômica errou em insistir nos estímulos ao consumo e ao endividamento das famílias, fórmula que deu certo em 2009, mas que já não funcionou quando o crescimento voltou a perder fôlego de 2011 em diante.

Sua receita para retirar o país da armadilha de baixo crescimento que já dura por três anos passa pelo ajuste das contas públicas, o que vai exigir a correção dos preços dos combustíveis e da energia elétrica, preferencialmente de uma pancada só, em 2015, transparência e rigor fiscal e apostar no aumento da produtividade da economia, por meio da elevação na qualidade da educação, concessão de investimentos para a área de infraestrutura, aprimoramento e desburocratização do ambiente de negócios no Brasil e revisão e melhoria da qualidade do gasto público.

Em síntese, Canuto foi bondoso na área social e duro em relação ao gasto público e ao conjunto da política macroeconômica.



PSB tem como primeira opção Valadares e JB como segunda



 

“Se for feita uma consulta hoje, a maioria dos membros do partidos dirão que gostariam de seguir a aliança comandada pelo governador Jackson Barreto (PMDB). A gente sabe disso. Mas se tivermos que fazer uma outra opção, vamos cobrar a presença de todos ao nosso lado”. O comentário é do presidente do Diretório Estadual do PSB, deputado federal Valadares Filho. Ele diz que esse desejo de apoiar o projeto de reeleição de JB é natural, pois “somos aliados históricos e existe um sentimento de afinidade. Por conta disso, eu até diria que hoje o partido teria como primeira opção apoiar uma possível candidatura do senador Antônio Carlos Valadares (PSB) e a segunda opção seria uma aliança com Jackson Barreto. Mas ainda não temos posição definida e estamos aguardando o encaminhamento da questão nacional , a pré-candidatura de Eduardo Campos”, explicou.



Projeto de Lei que cria novos municípios deve ser votado até junho



O deputado federal André Moura, líder do PSC na Câmara, protocolou um requerimento de urgência para votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 397/14, que dispõe sobre o procedimento para a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, nos termos do § 4º do art. 18 da Constituição Federal, e dá outras providências. A propositura, oriunda do Senado sob o número PLP104/14 é de autoria do Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), e foi submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal, e está pronto para ser votado em Plenário. Dentre as disposições preliminares da Lei, consta que para haver a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios deverão haver realização de Estudos de Viabilidade Municipal (EVM) e consulta prévia,mediante plebiscito, à população local. Em Sergipe, alguns povoados solicitaram a emancipação: Eduardo Gomes e Rosa Elze, em São Cristóvão; Santa Rosa do Ermírio e Sítios Novos, em Poço Redondo; Lagoa do Meio, em Porto da Folha e o Colônia Treze, em Lagarto.



Acese competa 142 anos nesta segunda-feira


A Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese) completa 142 anos de atuação e compromisso com o estado nesta segunda-feira, 26 de maio. Com mais de 600 associados, a Acese sempre foi influente no desenvolvimento econômico e social de Sergipe. Nos últimos anos vem colecionando importantes conquistas em prol do desenvolvimento economico do Estado. Parabéns à Acese, a seu presidente Alexandre Porto e a seus associados.



Albano Franco lança livro em São Paulo segunda-feira


O empresário e ex-governador Albano Franco participa nesta segunda-feira, às 19,30 horas, na sede da FIESP, em São Paulo, do terceiro lançamento do seu livro documentário, Minha Trajetória na Confederação Nacional da Indústria: Contra a recessão e pelo desenvolvimento. A iniciativa da sessão de autógrafos na capital paulista foi do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que está se licenciando da FIESP para concorrer ao governo de São Paulo. Esse é o terceiro lançamento da obra que documenta os 14 anos de Albano Franco à frente da CNI. O primeiro foi em Aracaju, em outubro do ano passado, depois, em novembro, em Brasília. Ainda este ano o livro será lançado em outros estados.



São Cristóvão - Escola será reaberta nesta segunda-feira



A Prefeitura de São Cristóvão informou que a Escola Municipal Gina Franco, que teve as aulas paralisadas por falta de pagamentos das mensalidades à igreja, será reaberta nesta segunda-feira. Corre nos meios políticos a informação de que houve atraso no pagamento por que a igreja não tinha ao seu dispor a documentação legal para o recebimento. Portanto, a igreja estava na base do pendura.




Campus de Lagarto - Alunos da UFS terão audiência pública na Assembléia dia 26



 

Os estudantes do Campus de Lagarto da Universidade Federal de Sergipe (UFS) participam na manhã desta segunda-feira (9h) de audiência pública na Assembléia Legislativa do Estado. Lá, eles vão expor as condições de funcionamento dos cursos e a necessidade de agilização das obras para que sejam transferidos logo para o espaço definitivo da instituição de ensino. Todos os deputados foram convidados para o evento.



Carnalita – Câmara de Capela fará ultima votação terça-feira


 

A Câmara de Vereadores de Capela conclui terça-feira, com a terceira votação, a apreciação do projeto de que define a distribuição dos impostos gerados pela exploração da carnalita no solo de Capela e Japaratuta. Se a lei for aprovada, como todo mundo espera, o prefeito Ezequiel sancionará no dia seguinte, quarta-feira, quando também poderá assinar a autorização para que a Vale faça a exploração do solo.

 
 

 



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
24/05
21:42

Incursões de um intelectual na mídia escrita : Uma apresentação

Luciano Oliveira  -  Professor aposentado da UFPE

 

Num dos textos que compõem essa coletânea (NASCIMENTO, Afonso.Incursões de um intelectual na mídia escrita: direito, política e cultura. Aracaju: Editora Criação, 2013), Afonso Nascimento diz que me conhece “há mais de vinte anos”. O texto (“A Esquerda e os Direitos Humanos”) foi escrito nos anos 90 do século que passou. Atualizando a informação, dou-me conta, no momento em que escrevo, de que neste ano da graça de 2013 faz exatamente 40 anos que eu e Afonso somos amigos! É uma vida. Assim, para falar como falam os juristas, vou de saída arguindo minha suspeição. Que tudo isso fique ab initio consignado nos autos. Desde os saudosos tempos da antiga Faculdade de Direito na Rua da Frente, onde nossa amizade foi tecida, a vida tem nos juntado e separado de quando em quando; e, felizmente, sempre rejuntado. Morando fora de Sergipe há mais de 30 anos, sempre que venho a Aracaju nos vemos. Ele, sempre antenado com o que se passa no mundo e na cidade onde mora, de onde é um ativo cidadão, puxa assuntos da atualidade; eu, cada vez mais longe desse insensato mundo, puxo a conversa para os tempos “idos e vividos” da nossa mocidade. 

 

Nós nos conhecemos em 1973, quando ele ingressou na Faculdade de Direito e ali eu já me encontrava. Foi amizade à primeira vista, se bem me lembro. Eu vinha de uma família de comerciantes do interior do Estado. Embora não fôssemos exatamente ricos, morávamos no que à época era um bairro nobre de Aracaju, o São José. Afonso vinha também do interior, e seu pai era ferroviário aposentado. Pertencia à chamada classe trabalhadora. Morava no bairro Siqueira Campos – no “Siqueira”, como era simplesmente designado. Logo, o percurso entre os dois bairros tornou-se um roteiro familiar para mim, como familiar também se tornou sua casa, onde me deliciava com as “histórias” hilariantes mas cheias de lição de moral de Sêo Zeca, seu pai, e com a “carne frita” polvilhada de farinha de Dona Elza, sua mãe. Aquela casa e aquela rua me remetem ainda hoje a uma pequena obra-prima da nossa música popular, a canção Gente Humilde de Garoto, Vinícius e Chico – ou seja: o que a nossa gente tem de melhor!

 

Como estudantes de direito, guardo dessa época lembranças nostálgicas de um tempo em que fazíamos uma tímida resistência ao regime militar: jornal mural, panfletos, campanha para o Diretório Acadêmico – essas coisas. Levávamos uma vida boêmia, com aquelas cervejadas que entravam madrugada adentro, quando os mais afoitos começavam a cantar “Pra não dizer que não falei de flores” de Geraldo Vandré – música censurada pelo regime. Ainda me lembro do hoje penalista Carlos Alberto Meneses anunciando a Revolução que não viria: “Vem, vamos embora / que esperar não é saber /quem sabe faz a hora / não espera acontecer. / Vééémm...” Os mais medrosos como eu ficavam tentando baixar o tom: “mais baixo, mais baixo”...

 

Depois de formados, Afonso foi para Santa Catarina fazer um mestrado em direito, antes de eu mesmo ir para o Recife, fazer um mestrado em sociologia. Lá ele tomou contato com o movimento “crítica do direito”, de inspiração marxista, e foi através dele, por correspondência ou quando vinha passar férias em Aracaju, que ouvi falar em nomes como os de Michel Miaille, Louis Althusser, Nicos Poulantzas etc., através dos quais o direito passava pelo crivo de uma crítica que o despojava do idealismo típico da chamada Ciência do Direito. 

 

Depois de Santa Catarina, Afonso foi para a França, continuar seus estudos pós-graduados, de onde voltou com um olhar cosmopolita. Ir para o exterior fazer estudos significa muito mais do que escrever uma tese e voltar com um diploma. Significa a oportunidade de conhecer melhor o seu próprio país pelo simples fato de ter-se dele afastado. Isso não é uma simples frase de efeito. Os antropólogos conhecem muito bem esse fenômeno, que eles transformam, aliás, num recurso metodológico, o chamado “estranhamento do familiar”. O que isso quer dizer é simples. Normalmente achamos o mundo onde nascemos uma coisa natural, que não questionamos. Normalmente não “notamos” o nosso mundo, como o peixe não “nota” que está dentro d’água. O senso-comum funciona assim. Sair do senso-comum é pôr as coisas em xeque, pelo menos entre parêntesis, e a partir daí começarmos a nos perguntar pelo porquê das coisas, a estranhá-las e, eventualmente, criticá-las. É claro que não é preciso viajar por terras estrangeiras para estranhar as coisas. Montesquieu, por exemplo, não precisou viajar à terra dos descendentes do Grande Ciro para escrever As Cartas Persas – e falar mal do seu país, a França. Num ou noutro caso, o importante é afastar-se da imediatez na qual estamos todos imersos, adotando um ponto de vista diferente daquele partilhado pelo senso-comum.

 

Mas ir para um país como a França, onde a noção de igualdade entre todos os cidadãos é uma coisa bem mais viva e vivida do que entre nós, é a oportunidade de perceber certas coisas que a gente aqui não percebe. Vou só dar um exemplo do “estranhamento” que Afonso desenvolveu nas viagens que fez pelo mundo – o que, depois da França, incluiu um período até nos Estados Unidos. Pois bem. Numa das vezes em que ele aqui voltou dessas viagens por outras terras, estávamos num bar tomando nossa cervejinha quando, comentando a vida que levavam as pessoas do nosso meio no Brasil, Afonso disse mais ou menos o seguinte: “é todo mundo de esquerda, mas tá todo mundo com a casa cheia de empregadas”. Confesso que no momento não percebi bem o que ele queria dizer. Só percebi mais tarde, quando morei eu mesmo na França, ou seja, numa sociedade onde classe média não tem empregada. Aliás, empregada mesmo, no sentido brasileiro, ninguém tem, nem os ricos, porque o que eles podem ter são empregados com horários rígidos, tarefas bem demarcadas, e se tratando ambos, patrão e empregado, ou empregada, pelos igualitários monsieur e madame... 

 

Depois de escrever esse tanto de páginas, me pus a perguntar por que estou falando dessas coisas. Afinal, estou apresentando um livro relatando as Incursões de um Intelectual Público na cena jornalística sergipana, e não um prefácio para Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. É que o livro de Afonso, a seu modo, trata dessas coisas todas, a partir de um olhar que ele desenvolveu subtraindo-se à cordialidade de província tão presente no nosso jornalismo. E se no início me remeti a lembranças de suas origens familiares, é porque acho que o “estranhamento” de Afonso em relação a nossas práticas e modos de pensar dominantes não é decorrência apenas de sua exposição a outras formas de viver mais democráticas nos países por que andou; que se ele esteve muito atento e aberto a essa exposição, é porque havia um terreno propício a ser irrigado – o terreno trabalhado pela integridade de Sêo Zeca e de Dona Elza: a gente humilde de onde veio. Afinal, quando se vem das classes populares num país como o Brasil, já se está, ipso facto, numa posição que permite sentir no cotidiano o que são os processos de exploração, quando não de humilhação, vigentes numa sociedade com mentalidade escravocrata como a nossa. 

 

 Hoje, Afonso Nascimento é professor do curso onde estudamos. Um intelectual público, como se define, com participação ativa na cena cultural e política de Aracaju, pelos artigos que escreve regularmente na imprensa local há mais de uma dezena de anos, agora reunidos em livro. Trata-se de um jurista de tipo novo. Em vez da homenagem, a análise; em vez do elogio, a crítica. A boa crítica. Não se trata de falar mal por falar mal. Mas também não se trata de falar bem só para estar de bem com todo mundo. E Afonso é um polemista nato, daqueles que entram na chuva sabendo que é para se molhar. Se ouso parodiar um grande pensador marxista hoje em dia um tanto fora de moda, Gramsci, é um “intelectual orgânico” dos que não estão satisfeitos com nosso “latinório” de orelha de livro, certas sumidades sem substância, nossas “classes dominantes” (êpa, que coisa também mais fora de moda!) chateadas porque hoje em dia nossos pobres, nossos pretos e nossas empregadas começam a reivindicar ser cidadãos...

 

Fico por aqui. Em algum momento acima confessei-me, talvez com certo esnobismo, cada vez mais longe desse insensato mundo. Acho que é uma frase de efeito, dessas que a gente usa para racionalizar o que no fundo não passa de comodismo. Já meu velho amigo Afonso Nascimento, nas suas Incursões de um Intelectual na Mídia Escrita, não se demitiu da obrigação de tentar torná-lo mais sensato. Admiro-o, muito, por isso!



Colunas
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Por Eugênio Nascimento
23/05
11:33

COPA 2014: Gramado do Batistão é elogiado

Consultores, contratados da Fifa, avaliaram o Batistão como o de melhor gramado entre os CT’savaliados (Maxweel Corrêa/Divulgação)

O Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 enviou a Sergipe quarta-feira, uma equipe técnica para vistoriar o gramado do Batistão, em Aracaju, já que o local será um dos Centros de Treinamento de Seleções (CT'S) durante a Copa 2014 e receberá a seleção da Grécia.

Dentre todos os Centros de Treinamentos visitados pelo Comitê, o gramado do Batistão é o melhor, segundo os consultores da empresa contratada pela FIFA, TurfgrassResearch&Consultancy Services (STRI) e a AM Consultoria, que prestam serviços técnicos aos gramados das Arenas Pernambuco/PE, das Dunas/RN, Fonte Nova/BA, Itaquerão/SP e a Amazônia/AM.

“Estamos dentro de todas as recomendações e no prazo estabelecido pelo COL. É bom ressaltar que, fora as Arenas do Mundial que possuem investimentos e finalidades diferentes, o melhor gramado a nível de Centros de Treinamento do Brasil é o de Sergipe, que supera, inclusive, todos do eixo Sul e Sudeste do País”, conta o consultor Artur Melo, da AM Consultoria.

O construtor do campo, Everaldo Ribeiro e responsável pelo gramado garante que os cuidado intensivo garantiriam a qualidade do campo para o Mundial de 2014. “Estamos dentro de todos os padrões determinados pela FIFA, a parte dos cortes, vertical e o helicoidal, adubações constantes e do preparo do acumulo final do campo”.


Esportes
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Por Kleber Santos
23/05
11:31

CONFIANÇA: Betinho prega cautela para a final

Treinador do Confiança alertou aos jogadores para o perigo de jogar com um adversário que precisa vencer (Filippe Araújo/Divulgação)

Apesar da vantagem dois resultados iguais para conquistar o título de campeão do Sergipão, o técnico Betinho revelou, ontem, que o Confiança não mudará a sua forma de jogar, e vai a campo, domingo, com um só objetivo: vencer o Socorrense.

Convicto das dificuldades, o treinador vem alertando os jogadores do time proletário, desde o primeiro dia de trabalho da semana, para o perigo que o time dirigido por Edmilson representa. Para Betinho, enfrentar uma equipe tão perigosa e forte e, ainda mais, precisando reverter o quadro que lhe é desfavorável, não é  tarefa das mais fáceis.

Treino
Na manhã de ontem, sem a presença do volante Raulino que, dificilmente, comporá o grupo para o primeiro encontro da final, os jogadores do Dragão realizaram um treino físico, no campo suplementar (reduzido), do Sabino Ribeiro. A movimentação teve a duração de 60 minutos e, no fim, o professor Carlinhos, em tom lacônico, declarou que, fisicamente, a equipe está nas pontas.

No período da tarde, o elenco marcou presença no Estádio Presidente Médici, para o segundo treino coletivo da semana. Hoje à tarde, no Presidente Médici, finalizando a preparação da equipe, Betinho orienta uma movimentação tática, provavelmente, no Vavazão, para delinear, oficialmente, a formação para domingo.


Esportes
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Por Kleber Santos
23/05
11:30

Socorrense está com desfalques para a final

Além do centroavante Binho, que vai cumprir suspensão automática de uma partida, por força de sua expulsão, na vitória sobre o Sergipe, por 2 a 1, a equipe do Socorrense corre um grande risco de não contar com mais três de seus principais jogadores, no primeiro confronto da decisão, contra o time do Bairro Industrial, domingo, às 16h, no Presidente Médici, em Itabaiana, pela disputa do título de campeão do Sergipão de 2014.

O treinador Edmilson Santos foi quem prestou essa informação se referindo ao volante Dácio e os atacantes Robson Saci e Orobó que, segundo ele, desde segunda-feira, estão entregues ao departamento médico do clube. Os dois primeiros, lesionados na coxa, e o último, contundid, no joelho direito. O meia Henrique, enfrentando problema de contusão, praticamente, é carta fora do baralho para a partida.

“Só tenho até amanhã para saber se poderei contar com Dácio, Orobó e Robson Saci. São três atletas que estão bem entrosados, no time, e ficar sem eles, em um compromisso com gosto de decisão como o domingo, não é nada agradável”, declarou o treinador.


Esportes
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Por Kleber Santos
23/05
11:29

Eleição da ACDS acontece neste sábado

Será neste sábado, no Constâncio Vieira, a eleição da Associação dos Cronistas Desportivos de Sergipe (ACDS), a qual irá eleger a nova diretoria. Apenas uma chapa estará concorrendo, a intitulada de cronista “Joel Batalha” e tem como candidato a presidente o jornalista Roberto Silva.

O vice-presidente da chapa é o jornalista Adel Ribeiro, antes era membro do Conselho Fiscal.Na chapa cronista esportivo ‘Joel Batalha”, ainda constam os nomes de Reginaldo Gouveia, Ivan Lima Tavares, Roberto Carioca, Eneias Leite Santos, Kleber Santos, Marcos Borges, entre outros.

Segundo Roberto Silva, esta será a sua última eleição para presidente, uma vez que espera que outros nomes possam surgir para gerenciar a Associação.

Ontem, a diretoria da ACDS encaminhou ofício ao comando da Polícia Militar do Estado de Sergipe solicitando mais segurança para os cronistas esportivos que vão trabalhar nos jogos decisivos do Sergipão 2014.

De pronto, oscoronéis Yunes e Jackson, respectivamente, comandante e Sub-comandante da Policia Militar entraram em contato com o comando do Policiamento do interior – Marcone Cabral e com o coordenador Major Chaves, tendo ficado definido que dois policiais militares estarão entre as cabines das emissoras de rádio no Presidente Médici.


Esportes
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Por Kleber Santos
23/05
11:15

Debate sobre dança movimenta Museu da Gente Sergipana

Proposta foi interagir com o público usual do museu, misturando dança e arquitetura e criando uma nova experiência, que envolveu todos os presentes

Museu da Gente Sergipana recebe a 1ª Mostra de Vídeo-dança de Sergipe. O evento foi promovido pela bailarina e especialista em dança Paula Barreto e pelo Instituto Banese, com a promoção do Museu da Gente Sergipana e apoio do Café da Gente. O evento teve início com a exibição de curtas-metragens nacionais e internacionais, resultantes da interferência da tecnologia no fazer artístico de dança, inclusive o curta sergipano “Incarnar”, do Coletivo Axonal.

Bailarinos, estudantes, especialistas e interessados no assunto participaram da mostra. A professora de artes e aluna do curso de dança da Universidade Federal de Sergipe, Flor Antero, estava bastante empolgada com a iniciativa. “Como sou estudante de dança, já conhecia o conceito de vídeo-dança, mas é muito gratificante ver este tema sendo debatido aqui no estado. Eu espero realmente que a temática seja debatida mais vezes, e que novas abordagens surjam”, comentou. Sobre o espaço onde acontece o evento de vídeo-dança, Flor Antero disse que o Museu é um espaço bastante interessante e propício para realizar esse tipo de evento. “O Museu está mudando a cara da cidade, pelo fato de ser um ambiente que proporciona atividades interessantes como essa mostra”, finalizou.

Após a exibição foi realizado um debate com a professora inglesa Michelle Man, o professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Romero Venâncio, a idealizadora Paula Barreto e todos os participantes. A dançarina Paula Barreto estava muito feliz com a resposta do público à iniciativa. “Estou com um sentimento de gratidão pela participação e envolvimento das pessoas. O público que compareceu estava interessado na proposta de unir cinema e dança. Foi um público um tanto quanto específico, mas que pode compartilhar experiências. Estou feliz porque o meu desejo de fazer arte, fazer dança, foi realizado e o nosso trabalho ficou legal”, comentou a bailarina.

A programação do evento continuou nesta quinta-feira, 22, a partir das 15h, com a intervenção de dança pelo Museu da Gente. A proposta foi interagir com o público usual do museu, misturando dança e arquitetura e criando uma nova experiência, que envolveu todos os presentes.

Da assessoria


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Por Kleber Santos
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