13/05
15:52

Sergipe - Insegurança no campo preocupa associação de produtores

Há um clima de insegurança no campo e em todos os municípios de Sergipe.  Devido a essa insegurança, muitos produtores e trabalhadores estão vendendo seu sítio e suas casas e tão migrando para as cidades. Os marginais estão roubando tratores, motos, carros  e dinheiro. Há registros de casos de estupros e arrastões em ônibus escolares. O desabafo é do presidente da Associação Sergipana de Produtores Rurais  (Asserpror), Airton Santana.




Variedades
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Por Eugênio Nascimento
13/05
11:26

Nova quadra de dificuldades pela frente

Ricardo Lacerda*
Professor da Universidade Federal de Sergipe

O humor em relação às perspectivas de aceleração da velocidade de recuperação da economia brasileira definitivamente azedou nas duas últimas semanas. O estopim foi a desvalorização generalizada das moedas das economias ditas emergentes, como desdobramento da mais recente elevação das taxas de juros da economia norte-americana (em 21 de março), indicando que o fim progressivo, mas há muito tempo anunciado, do longo período de manutenção de juros em níveis extremamente baixos nos países centrais finalmente chegou. 

A perspectiva de aceleração do ciclo de altas dos juros dos títulos do tesouro norte-americano, tão esperada quanto temida, pode ter se iniciado antes que a recuperação da economia brasileira ter ganho músculos suficientes para atingir velocidade de cruzeiro e assegurar sua irreversibilidade. Para as economias emergentes, as consequências mais imediatas da normalização da política monetária nos países centrais, depois de um longo período de taxas excepcionalmente baixas, são a desvalorização cambial, a elevação do custo de captação e menor facilidade de acesso a recursos externos. 

A turbulência causada pela crise cambial na economia argentina fez acender o sinal de alerta. O governo brasileiro, por deve de ofício, assegura que o risco de crise argentina contaminar o Brasil é pequeno., mas paira um clima de incerteza sobre os seus próximos desdobramentos e será necessário aguardar as próximas semanas para avaliar com mais acuidade as implicações do novo cenário externo.

Perspectivas
Algumas análises são francamente negativas, como a apresentada pelos economistas Gilberto Borça Jr. e Letícia Magalhães, em artigo publicado no último dia dez no jornal Valor Econômico. Os articulistas listam os seis fatores decisivos que explicariam porque o crescimento da economia brasileira não teria engrenado nesse início de 2018, depois do otimismo gerado pela aceleração do nível de atividade no segundo semestre de 2017: os níveis de incerteza, apesar de terem recuado em 2017, permanecem muito elevados, inclusive por conta da imprevisibilidade do quadro político-eleitoral; as taxas de juros de longo prazo mantiveram-se elevadas, mesmo diante da forte queda nos juros de curto prazo; o custo do dinheiro para o tomador final continua excessivamente elevado, restringindo a expansão do crédito; e, a recuperação da construção civil, com todo o peso que tem a cadeia produtiva na geração de emprego e renda, encontra-se muito atrasada em relação aos demais setores da economia. 

Os outros dois fatores são: o processo de desalavancagem financeira das empresas está sendo muito lento, limitando a recuperação dos investimentos; e, finalmente, a intensa depreciação do câmbio nas últimas semanas, relacionada às já citadas mudanças na politica monetária norte-americana. 

Os autores se mostram muito pessimistas sobre as perspectivas de retomada mais forte da economia brasileira e se arriscam a concluir que “o comportamento da taxa de câmbio joga, de forma quase definitiva, uma pá de cal na já incipiente recuperação da economia. Embora um câmbio mais depreciado estimule as exportações líquidas, seu efeito tende a ser contracionista para a atividade econômica no curto prazo.”

Reynaldo Rubens Ferreira Júnior, professor de macroeconomia do curso de mestrado da Universidade Federal de Alagoas, consultado, destaca quatro fatores que deverão tornar mais anêmico do que previsto anteriormente o crescimento da economia brasileira em 2018: incerteza no cenário político interno; elevação dos juros nos EUA; efeito da crise argentina sobre as nossas exportações; e a pressão da desvalorização cambial sobre o grau de endividamento já muito elevado de empresas brasileiras. E lembra que algumas consultorias que apostavam em crescimento próximo de 3% para 2018 já estão revendo as projeções para taxas inferiores a 2%.

As perspectivas para o crescimento da economia argentina são ainda piores, com previsões de queda do PIB em 2018 e recuperação modesta em 2019. Frente à recessão e a pressão para atenuar a crise cambial no país vizinho, as exportações brasileiras para aquele destino poderão sofrer um importante revés.

Exportações
A Argentina é o terceiro maior destino das exportações brasileiras, depois da China e dos Estados Unidos. As vendas externas para aquele país atingiram US$ 17,6 bilhões em 2017, equivalente a 8,1% do total de nossas exportações, mas representaram 12,9% do incremento em relação ao ano anterior (ver Gráfico). 

Para alguns produtos, como automóveis, o mercado argentino é crucial. As vendas externas de automóveis para o mercado argentino, entre janeiro e abril de 2018, representaram 78,7% do total do bem, ou seja, quase oito em cada dez automóveis exportados tiveram como destino a Argentina. Caso se confirme uma retração acentuada das importações argentinas, algumas atividades internas poderão ser muito impactadas. 

Ainda assim, o fator comercial talvez não venha a ser o principal impacto da crise argentina sobre a nossa economia, caso a instabilidade econômica fuja do controle, o que não parece ser o caso, por conta do pronto socorro do Fundo Monetário Internacional. Nova quadra de dificuldades se afigura para a recuperação da economia brasileira. Ao fim das contas, o caminho do crescimento do PIB e da melhoria do mercado de trabalho pode se apresentar mais lento e árduo do que antevisto anteriormente.


*Assessor Econômico do Governo do Estado de Sergipe


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Eugênio Nascimento
13/05
11:21

UFS, patrimônio dos sergipanos

Angelo Roberto Antoniolli
Reitor da Universidade Federal de Sergipe


1968 foi ficando para trás. Aos poucos, a Universidade Federal de Sergipe encontrou o seu rumo. Recém-nascida, ela começou de pronto a engatinhar. Começou a se levantar e deu os primeiros passos. Não parou mais de andar. Ao longo da caminhada, a UFS sofreu os percalços pelos quais toda entidade desse tipo poderia passar. 
Nascida pequena, espalhada em termos de instalações, que se localizavam aqui e ali, a UFS enfrentou, desde o seu alvorecer, os dissabores das tentativas de intervenção dos órgãos de repressão do regime militar contra alunos de alguns cursos, que militavam politicamente em partidos ou movimentos tidos como de esquerda. O regime implantado em 1964, porém, encontrou um paredão, na UFS, qual seja o seu primeiro reitor, o professor João Cardoso Nascimento Júnior, que não cedeu aos intentos dos donos do poder, que dele se assenhoraram por um golpe camuflado de revolução. 

O reitor João Cardoso não cedeu aos militares. A Universidade, em qualquer lugar, em qualquer tempo, em qualquer circunstância, não deve se render ao arbítrio. Fonte de ideias, de conhecimentos e de saberes, a Universidade é igualmente fonte de resistência a tudo que possa se contrapor à normalidade constitucional e democrática. A UFS, desde o início de suas atividades, deu prova disso. Não titubeou, não titubearia, não titubeará. 

Espalhada pelos prédios das antigas Faculdades que foram unificadas para fazê-la nascer, a UFS passaria entre doze e treze anos para se estabelecer no seu primeiro campus, o de São Cristóvão, que lhe serve de sede, ou seja, a Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos.

A jovem Universidade tornou-se logo patrimônio dos sergipanos. Inegavelmente, a UFS ajudou a modelar a sociedade sergipana nos seus mais diversos aspectos. Professores e egressos contribuíram e contribuem para o soerguimento do nosso estado, para fazê-lo crescer cultural, social e economicamente. A Universidade sempre possibilita dar um salto de qualidade onde quer que ela esteja. Aqui, não poderia ser diferente. 

A cada gestão, a UFS deu passos à frente. Todos os reitores com suas equipes de trabalho muito contribuíram para propiciar avanços. No percurso de 50 anos, não foram poucos os momentos de dificuldades. Houve mesmo momentos em que a situação parecia incontornável. É o que ouvimos de pessoas que ainda estão prestando seus serviços ou que já estão no gozo da merecida aposentadoria. Mas, ninguém desistiu de lutar. 

Hoje, como não poderia deixar de ser há profissionais emanados da UFS, das mais diversas profissões, espalhados pelo Brasil inteiro. Do mesmo modo, há professores, técnico-administrativos e alunos que vêm de fora do estado e até mesmo do estrangeiro, para se somarem com os sergipanos, levando adiante o trabalho daqueles que foram os pioneiros. Eu mesmo sou exemplo disso. Egresso do Sudeste do país, vim para Sergipe há mais de 20 anos e aqui encantei-me com a terra, com a gente sergipana e com a Universidade. Escolhi este estado para viver, trabalhar e produzir dentro do escopo da minha formação. Aqui, constitui a minha família. Aqui é a minha terra. Por opção. E de coração. 

A Universidade Federal de Sergipe neste mês em que celebramos o seu cinquentenário, pode olhar o passado com orgulho. Pode olhar o presente com ânimo. E pode antever o futuro sem medo de enfrentar novos desafios. 

A UFS continuará a jornada iniciada em maio de 1968. Um ano muito difícil para a vida política nacional. Naquele ano, o abalo nas instituições democráticas foi muito grande, especialmente com a edição do Ato Institucional nº 5, que deu cara definitiva à ditadura militar. Porém, a vida política brasileira seguiria o seu rumo, atravessando os tempos de chumbo, para, enfim, reencontrar a democracia, que, vez ou outra, parece ser ameaçada.

Uma Universidade deve ser bastião da liberdade. Liberdade de expressão. Liberdade de ação. Liberdade dentro dos parâmetros legais, não se sujeitando a outros parâmetros, que possam tolher a luz da vida democrática. 

A Universidade Federal de Sergipe é uma Universidade jovem, que seguirá avante, trilhando um caminho que começou há apenas 50 anos. 


Colunas
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Por Kleber Santos
13/05
11:21

Laudo técnico do antigo prédio do Hotel Pálace sai este mês

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE) deverá concluir nos próximos 15 dias, o laudo técnico do antigo prédio do Hotel Pálace. Nesta sexta-feira (11), a Justiça determinou a imediata interdição do imóvel até que se promovam as reformas necessárias.

 Segundo a decisão, o Governo do Estado, a União e os particulares (proprietários de salas), devem realizar a revitalização do hotel corrigindo as rachaduras no concreto e nas vigas de madeira apodrecidas, além de equipar o local contra risco de incêndio, isolar toda fiação elétrica exposta, restaurar marquise e estruturas externas, janelas e esquadrarias, além de apresentar atestado de regularidade a ser expedido pelo Corpo de Bombeiros.

Na decisão, a Justiça também determina a desocupação do prédio, desativando todo o comércio ali existente em quaisquer dos andares e do térreo; o isolamento da área, sinalizando a toda população os riscos de circulação naquela área. E a disponibilização de equipe da Guarda Municipal para resguardar a área e evitar ocupações.

Medida acertada
Para o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (Crea-SE), Arício Resende Silva , a interdição foi uma medida acertada levando-se em conta a situação do prédio . “Construído em 1962, o prédio do antigo Hotel Pálace está desativado desde 1985 sem passar por qualquer tipo de manutenção. Em recente vistoria ao imóvel verificamos a precária situação do prédio, onde os sistemas elétricos são comprometidos e expostos, bem como a parte hidráulica. Outro grave problema são as infiltrações. Com as chuvas ocorrem verdadeiras enchentes no interior do prédio”, alerta Arício Resende.


Política
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Por Kleber Santos
12/05
18:35

Coluna Primeira Mão

Deso vira feudo

A Deso virou mesmo feudo do ex-prefeito de Nossa Senhora do Socorro e sua esposa a deputada estadual Sílvia Fontes (PDT). O Governador Belivaldo Chagas exonerou o diretor-presidente Carlos Melo, e nomeou o Gabriel Almeida de Campos, ambos funcionário de carreira da companhia. O ex-prefeito vinha sendo sondado pelo grupo de oposição para compor a chapa majoritária ao governo do estado. Esse episódio expõe a certeza de que a Deso virou moeda de troca política para atender aos interesses eleitorais. O comentário é de funcionários da estatal.

Dificuldade

A nomeação nas diretorias de Operação e de Meio Ambiente e Engenharia tem se tornado um problema. Os quadros mais experientes têm recusados em meio ao receio de responder processos juntos aos órgãos de controle e fiscalização. A solução buscada carrega uma série de equívocos, seja pelo despreparo e até por questões éticas. Comenta-se até na possibilidade de mudança no estatuto da companhia para possibilitar o preenchimento do cargo até por quem é citado num processo que tramita na 1ª Vara Cível e Criminal de Nossa Senhora da Glória que envolve a comercialização de água em carros-pipa por funcionários daquela companhia.


Veto ao veto


Tempos atrás, os vereadores de Aracaju decidiram que o aumento das tarifas de ônibus é problema do prefeito e não deles. Pois bem, agora eles derrubaram o veto do prefeito impedindo a extensão do direito a transporte livre também às pessoas com 60 anos e não apenas a partir de 65 anos. E isso partiu da base aliada. O que acontecerá agora? Os empresários do transporte público dirão que vão repassar essa gratuidade aos usuários de ônibus. Como ficará Edvaldo com mais esse pepino?



Cabeças que rolaram



O "embaixador" Heleno Silva, representante do escritório do governo estadual em Brasília, foi o primeiro nome de peso a perder o CC. Ele fazia pressão sobre Belivaldo Chagas para compor a chapa majoritária do bloco governista na condição de candidato a senador. Caiu e com ele foi o presidente da Adema, Francisco Dantas. Isso aconteceu na segunda-feira passada, 07. Três dias depois, na quinta-feira, 09, Belivaldo chama o secretário de Estado da Saúde, Almeida Lima, para uma conversa no Palácio de Despachos e dele se desfaz. Eram os principais problemas na equipe. Agora inicia-se o período de calmaria.


Questão de antipatia?


Qual pode ser o futuro de Almeida Lima? A sua demissão, feita por Belivaldo Chagas, é o fim da carreira política? Ninguém sabe. Almeida é hoje um político muito desgastado, inclusive entre aqueles que compõem a equipe de primeiro e segundo escalões do Governo do Estado, conforme comentários de dois secretários de Estado.


Lançamento em Brasília


O ex-governador Albano Franco tomou gosto com o fato de ter se tornado imortal, ou seja, membro da Academia Sergipana de Letras. De repente, descobriu que publicou muita coisa ao longo de sua carreira de empresário e de político. Na semana que passou lançou o livro “Artigos globais e outros textos esparsos” em Brasília. O mesmo que já lançou em Sergipe. Em Brasília, o ato contou com as presenças do presidente Michel Temer, ministros, deputados, senadores e lideranças empresariais. E que ninguém se surpreenda se logo mais um outro rebento venha ser lançado na praça.


Ela


Finalmente, governador Belivaldo Chagas abriu o jogo: quer Eliane Aquino como sua vice e Rogério Carvalho, ambos do PT, como senador na sua chapa. Agora os petistas se acalmam.


Sempre ela


E por falar em Eliane Aquino, o nome dela está à disposição do bloco político aliado ao Governo Belivaldo Chagas para ser vice, senadora ou deputada federal. O grupo avalia que ela tem boa aceitação nos três segmentos.


Comércio de votos


O candidato a governador Dr. Emerson não faz muito tempo disse que a compra e venda de votos diminuiu muito em Sergipe. Não disse em que estava se baseando. Ele esqueceu de dizer que as causas que levam o comércio de voto não acabaram e podem ser buscadas na pobreza, no desemprego, baixa escolaridade, entre outras mais e que, em tempos de crise econômica, essas práticas só tendem a aumentar no país. Os seus poucos eleitores podem não vender os votos.


Decisão acertada


Equilibrada e acertada a decisão da juíza de direito que atendeu o pedido de reintegração de posse do terreno da Prefeitura de Aracaju, ocupado por militantes do Movimento de Trabalhadores Sem-Teto. Sabendo que seus colegas juízes recebem auxílio-moradia, recomendou medidas do tipo aluguel social para os ocupantes.


Medicina em crise


A Medicina deixou de ser unicamente uma profissão liberal. Hoje, médicos também são trabalhadores assalariados, que vivem correndo de um emprego para outro, que pode ser público e privado ou privado e privado. Muitos desses profissionais não lembram, todavia, que os horários de consultas precisam ser respeitados. Não basta fazer suas secretárias dizerem que eles, quando atrasados, estão "chegando". Isso não faz parte das leis do mercado privado.


Crescerão com Lula?


Sabendo ser grande o apoio da população sergipana a Lula, candidato ou não à eleição para presidente, deverá ser importante o número de candidatos aos mais diversos mandatos políticos a resgatar a imagem do ex-presidente, separando-a de Dilma Roussef e de outros petistas.


SE sem academia


Nos meios policiais há uma velha reclamação: Sergipe não tem uma academia de polícia militar para formar os seus oficiais. Ainda hoje, sergipanos precisam deslocar para outros estados para fazer treinamento, depois dos concursos. Estados nordestinos com territórios e populações do nível de Sergipe têm. Isso, por aqui, se chama descaso?


Do tempo da ditadura


Caiu como uma bomba a liberação de documentos da CIA, agência de espionagem no exterior dos EUA, de acordo com os quais o general Ernesto Geisel teria autorizado graves violações dos direitos humanos (execuções inclusive) ocorressem. A imagem histórica do general luterano ficou muito arranhada.


Vivendo de favor


Interessante a declaração de integrante da ocupação de terreno da prefeitura na Coroa do Meio: "Nossa luta não é por auxílio-moradia. Nós queremos a moradia, uma casa ou apartamento. Essas pessoas aqui estavam vivendo de favor".


Club dos 11


Todas as sextas-feiras os 11 empresários mais antigos do comércio aracajuano se reúnem para almoçar em restaurantes da capital (a cada semana um novo estabelecimento). Lembram dos tempos em que Aracaju vivia à base da violência zero ou bem perto disso e todo o comércio local abrigada em sua quase totalidade lojistas sergipanos.


Domínio


Mas os dia, meses e anos passaram e hoje os comerciantes daqui predominam somente na faixa da rua José do Prado Franco, do antigo Hotel Palace até o G.Barbosa, na região dos mercados.


Ironia do destino


Há pouco mais 35 anos os aracajuanos chamavam de ‘Coreia’ a parte dos mercados centrais que vendia carnes de bois, porcos e carneiros velhos e cheios de pelancas e sebos em bancas imundas de madeiras. Os comerciantes e os compradores eram pessoas muito pobres e a Coreia, lá na Ásia, pensava-se, seria assim também. Hoje, os coreanos tomaram conta do Centro Comercial da cidade de Aracaju e nela vendem, brinquedos, roupas e alimentos (haja pastel!). Dominam o comércio fora dos shoppings.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
13/05
08:05

Almeida Lima se dispõe a ir à Assembleia e à Câmara para provar a farsa da "humilhação"

A propósito dos discursos do deputado Gilmar Carvalho e da vereadora Emília Correia, acusando o ex secretário da saúde Almeida Lima de ter humilhado uma paciente oncológica, este encaminhou ofício às respectivas casas legislativas propondo comparecer ao plenário para mostrar os fatos e as provas de que tudo não passou de uma farsa, inclusive com a exibição das imagens do fato. O ex-secretário afirmou que aguarda apenas a comunicação com a data e a hora para comparecer.



Política
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Por Eugênio Nascimento
11/05
00:36

Edvaldo e Belivaldo assinam ordem de serviço para revitalização da Orla Por do Sol

O prefeito Edvaldo Nogueira e o governador Belivaldo Chagas assinaram, nesta quinta-feira, 10, a ordem de serviço para reforma e recuperação da Orla Por do Sol Cleomar Brandi. Iniciativa da administração estadual, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a obra revitalizará um dos mais importantes pontos turísticos de Aracaju, que foi construído na gestão anterior de Edvaldo. O investimento é de R$ 1,8 milhão. A previsão de realização da obra é de seis meses.

“Esta orla tem o pôr do sol mais bonito do Brasil e foi feita em minha gestão, no ano de 2010. Uma obra que mudou a face do bairro, que trouxe turismo, desenvolvimento, abriu uma nova fronteira turística para a cidade, mas que, infelizmente, passou quatro anos abandonada, o que levou à deterioração. Agora, vamos revitaliza-la, devolvendo a qualidade que esse ponto turístico merece. Fico muito feliz pela realização desta obra”, enfatizou.

Em seu discurso, o prefeito anunciou que, após a conclusão da reforma, instalará uma estátua do jornalista Cleomar Brandi, que dá nome ao espaço de lazer. “Esta obra é uma parceria entre governo do Estado e a prefeitura de Aracaju, algo que considero muito importante, principalmente no momento de crise de recursos que vivemos. Esta estátua que me comprometo a instalar aqui será uma colaboração para tornar a nossa Orla ainda mais bonita e especial”, reforçou. 

O governador Belivaldo Chagas disse que a reforma vai ampliar a quantidade de píeres colocados à disposição das embarcações, além de outras intervenções. Para ele, a orla é uma obra bonita por si só, e, tendo a garantia da sua manutenção e conservação, vai atrair automaticamente uma quantidade maior de turistas. “Trata-se de uma obra inaugurada em 2010 e que já precisava passar por uma reforma. Vamos fazer os investimentos para melhor receber a população da região do Mosqueiro, de Sergipe, da capital e, principalmente, os turistas que para aqui se dirigem”, disse.

Foto: Marco Vieira


Variedades
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Por Kleber Santos
11/05
00:34

Sejesp reúne presidentes de federações para debater proposta de lei de incentivo ao esporte

Promover a qualidade de vida através do esporte é um dos objetivos da atual gestão. O secretário municipal da Juventude e do Esporte, Jorge Araujo Filho,  na tarde desta quinta-feira, 10, se reuniu com 16 presidentes de federações para debater o desporto aracajuano, e a criação de um possível Projeto de Lei municipal de incentivo ao esporte.

"Estamos aqui para estreitar ainda mais o diálogo com as federações. Dentro do nosso planejamento, estamos discutindo a possibilidade de fazer uma lei municipal de incentivo ao esporte. Incluímos esse tema no planejamento estratégico da Prefeitura, e temos algumas etapas para cumprir. Estamos na fase de elaborar uma minuta, e hoje trocamos ideias e criamos um grupo de trabalho para elaborar essa minuta, que será composta por três representantes das federações e três integrantes da secretaria", pontuou o secretário.

O resultado final do encontro foi uma grande troca de conhecimento. "Esse tipo de projeto é fundamental, pois infelizmente tudo que envolve é caro, e toda essa ajuda é positiva. Esse passo que está sendo dado pela secretaria junto a todos os presidentes de federações, é um passo muito grande rumo a um futuro promissor no esporte", disse o presidente da Federação Aquática de Sergipe, Antônio Aragão.

O presidente da Federação Sergipana de Tênis, Augusto Maynard, avaliou a discussão como mais um ponto positivo da gestão. "É de extrema valia debates como esse, onde há uma troca de ideias para que possamos captar recursos para que os atletas continuem evoluindo e tendo o incentivo que necessitam para prática das respectivas modalidades. Com a presença de todos os presidentes junto ao secretário da Sejesp, discutimos também as dificuldades, e o secretário sempre vem mostrando a vontade de ajudar de acordo com as possibilidades", afirmou.

De acordo com o presidente da Federação de Beach Soccer, Fábio Dantas, o esporte aracajuano a cada dia conquista seu espaço nacionalmente, e através de um projeto de lei como esse, podem alavancar o esporte na capital. "Aqui é um grande seleiro de atletas, no beach soccer temos atletas da seleção brasileira, mas muitas vezes não podemos disputar campeonatos nacionais em outros estados. Através desse trabalho da sejesp para incentivar os atletas, quem sabe possam surgir novas oportunidades".

Foto - Ascom Sejesp


Esportes
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Por Kleber Santos
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