29/06
01:43

Projeto beneficia idosos sergipanos

Foi aprovado hoje na Assembleia Legislativa um projeto de lei de autoria da deputada estadual Susana Azevedo que obriga os hospitais a notificarem as autoridades policiais e ao Ministério Público Estadual todas as vezes que haja suspeitas de que um idoso foi vítima de violência. Pouco antes da votação, Susana disse aos colegas a importância do projeto. Segundo ela, “haverá um benefício muito grande para os idosos que são maltratados e como não há um procedimento, muitos casos passam despercebidos”.



Política
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Por Eugênio Nascimento
29/06
01:36

Senadora sauda os 16 ANOS da REDE VIDA

A Senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE) saudou os 16 anos de fundação da Rede Vida de Televisão e destacou o compromisso ético da emissora no estabelecimento de uma programação de qualidade e que engrandece a condição humana. Maria lembrou que a Rede Vida foi erguida graças aos esforços do jornalista João Monteiro de Barros Filho, que venceu a disputa pelo Canal 11, de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e conseguiu os fundos necessários para dar início à maior rede católica de televisão do mundo.


Política
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Por Eugênio Nascimento
29/06
01:31

Servidores do Samu pedem apoio a Samuel

Capitão Samuel defende servidores do SAMU
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Capitão Samuel e Samantha Bicudo (presidente do sindicado do SAMU)
 

Na manhã desta terça-feira, 27, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), ocupou a tribuna em defesa dos servidores da saúde.

O deputado fez um apelo aos outros 23 parlamentares em especial os deputados que são médicos. "Quero fazer um apelo aos deputados que são médicos, deputada Angélica Guimarães, deputado Gilson, deputado Luiz Mitidieri e a deputada Goretti Reis que é da área da saúde para que a gente possa ajudar a esses profissionais, fazer uma comissão, sentar para tentar avançar nas negociações em busca de valorização salarial e profissional", afirmou o parlamentar.

O Capitão Samuel, ressaltou o trabalho e a importância dos profissionais do SAMU e da evolução da saúde após a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. "Há uns cinco dez anos atrás as pessoas que sofriam acidentes chegavam de qualquer forma, socorriam de qualquer forma, colocava em um táxi, colocava em um carro, faziam de qualquer jeito, quantas pessoas não perderam a vida, quantas pessoas ficaram paraplégicas pela forma errada de condução das pessoas acidentadas para a unidade hospitalar, depois da chegada do SAMU que foi uma glória para todos nós para a população sergipana para a população desse país, quantas pessoas devem a esses profissionais que hoje estão aqui, quantas pessoas foram socorridas por esses profissionais e infelizmente esse serviço atualmente começa a ficar deteriorado sem condições nenhuma de trabalho", afirmou Samuel Barreto.

O parlamentar disse ainda que os profissionais do SAMU se tornaram vítimas do próprio trabalho devido às condições precárias que são obrigados a conviver no trabalho e exemplificou dizendo que as ambulâncias do SAMU atualmente liberam gás nocivo à saúde(monóxido de carbono), devido ao péssimo funcionamento dos aparelhos, o gás é muito prejudicial a vida humana. "O paciente quando for levado ao hospital fica livre do gás é atendido e tudo fica bem, mas imagine o profissional motorista, enfermeiro, médico que após deixar aquele paciente tem que buscar mais uma nova vítima num trabalho que se repete durante toda a jornada de trabalho", desabafa o deputado.

O capitão Samuel ressaltou a importância do apoio dos deputados especializados na área de saúde pelo conhecimento técnico que têm e disse que vai continuar apoiando os servidores do SAMU na medida que pode e pediu para que os servidores não perdessem o padrão de luta, o desejo de vitória e o desejo de ver a saúde de Sergipe melhorar cada dia mais . (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
28/06
17:00

24 mil escolas são fechadas no meio rural brasileiro

"Fechamento de 24 mil escolas do campo é retrocesso", afirma dirigente do MST

28 de junho de 2011

Criança na Escola Oziel Pereira e Roça Gouveia, no
assentamento 17 de abril, em Eldorado dos Carajás, no Pará

 

Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST

 

Mais de 24 mil escolas no campo brasileiro foram fechadas no meio rural desde 2002. O fechamento dessas escolas demonstra o drástico problema na vida educacional no Brasil, especialmente no meio rural.

Após décadas de lutas por conquistas no âmbito educacional, cujas reivindicações foram atendidas em parte - o que permitiu a consolidação da pauta - o fechamento das escolas vão no sentido contrário do que parecia cristalizado.

Nesse quadro, o MST lançou a Campanha Nacional contra o Fechamento de Escolas do Campo, que pretende fazer o debate sobre a educação do campo com o conjunto da sociedade, articular diversos setores contra esses retrocessos e denunciar a continuidade dessa política.

"O fechamento das escolas no campo nos remete a olhar com profundidade que o que está em jogo é algo maior, relacionado às disputas de projetos de campo. Os governos têm  demonstrado cada vez clara a opção pela agricultura de negócio - o agronegócio - que tem em sua lógica de funcionamento pensar num campo sem gente e, por conseguinte, um campo sem cultura e sem escola", afirma Erivan Hilário, do Setor de Educação do MST.

Essas escolas foram fechadas por estados e os municípios, mas o Ministério da Educação também tem responsabilidade. "Não se tem, por exemplo, critérios claros que determine o fechamento de escolas, que explicitem os motivos pelos quais se fecham, ou em que medida se pode ou não fechar uma escola no campo", aponta Erivan.

Ele apresenta um panorama do atual momento pelo qual passa a educação do campo, apontando desafios, lutas e propostas. Abaixo, leia a entrevista.

http://www.mst.org.br/Fechamentos-de-escolas-do-campo-e-umretrocesso-afirma-erivan-hilario-mst

(Da assessoria do MST)


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
28/06
07:26

SERGIPE: Professora da UFS deixa o PT e critica governos petistas

Ela faz críticas ao comportamento do PT em Sergipe e no Brasil


Por Sônia Meire*


Uma transformação histórica social de um país de grandes desigualdades como o Brasil, provocada pelo modelo econômico capitalista e pelo autoritarismo do Estado, somente se faz com ousadia, radicalidade, sonhos e ações concretas, construída no cotidiano por todos aqueles que se sentem oprimidos e explorados. Foi isso que aprendi quando ingressei no Partido dos
Trabalhadores-PT em meados dos anos de 1980. Um partido que crescia a cada dia com a força de milhares de trabalhadores e trabalhadoras, intelectuais, comunidades de base, movimentos sindicais e sociais que não perdiam a esperança em construir uma alternativa socialista para o Brasil, no enfrentamento à Ditadura, à exploração capitalista, à liberdade de expressão. E, ao definir uma atuação de participação nos processos de eleição, a partir do acúmulo do chão das fábricas, da luta pela Reforma Agrária, pelo acesso à educação libertadora, se forjava na base dos movimentos sociais, das comunidades camponesas e nos bairros das cidades, estratégias que fazia com que o PT se tornasse em 20 anos o maior partido de esquerda. O que lhe qualificava? O trabalho de base, as reuniões nos espaços coletivos, a horizontalidade nos debates e o respeito ao que vinha das comunidades mais distantes e próximas.Se construía o PT nos consensos possíveis e no dissenso quando necessário. O que garantia a sua expressão nacional? Exatamente as suas formulações teóricas e práticas que em situações muito difíceis de repressão, não faltava coragem para se fazer o enfrentamento nas ruas, em todos os espaços públicos, pois a imprensa escrita e televisada não tinha razões para apoiar a luta de um Partido que sempre teve o recorte de classe trabalhadora.



Um dos elementos diferenciadores do PT estava exatamente na base dos seus militantes que, quando se decidiu concorrer as eleições, o fez de modo brilhante com o empenho, caminhadas, campanhas com a participação massiva dos que apostavam nas possibilidades ocupação dos espaços de poder de modo qualificado e diferenciado em favor da classe trabalhadora. Quantas feijoadas, bingos e contribuições para a campanha de vereadores, deputados e presidente se construía com a força e a ESPERANÇA DA CLASSE TRABALHADORA. Não se explorava pessoas pobres para segurar bandeiras em semáforos, não se entrava na lógica dos financiamentos privados, pois era muito cara à sua autonomia partidária e a sua Carta Programática. Nesta carta sempre busquei referências, como também construí referências em Sergipe e nacionalmente com outros companheiros e companheiras, em torno de duas grandes causas que pautaram a minha vida como educadora, professora e intelectual: a Reforma Agrária e a Educação.



Após as eleições de 2002, os trabalhadores cheio de esperanças, sabia que o Governo Lula ao chegar ao poder, não era a classe trabalhadora que lá estava, mas um representante que viria do chão da fábrica, era um trabalhador igual a nós outros, que entendia dos nossos problemas. Sabía que Lula na presidência, não iria fazer grandes revoluções, mas não imaginava que a partir de então, aos poucos, aquilo que constituía o próprio partido iria perder, suas matrizes de origem. A primeira delas foi a Reforma Agrária, quando na oportunidade de dar um salto qualitativo no I Plano Nacional de Reforma Agrária, sob a coordenação de Plinio de Arruda Sampaio, não o fez, pelo contrário, considerou o Plano ousado demais e destituiu a equipe, convidando novos técnicos para elaborar o II Plano Nacional. A pressão dos conservadores, do agronegócio imperou sobre a falta de coragemde dar um passo adiante, aliado a uma perda de estratégia política por parte do PT para avançar na redução das desigualdades. De lá para cá, todos os Planos de Governo vem substituindo drasticamente qualquer projeto de Reforma Agrária pelas políticas assistenciais, com orientação do capital financeiro para o qual não interessa que o Estado financie as politicas para os assentamentos de reforma agrária. O financiamento via PRONAF no governo Lula, diminuiu substancialmente o seu repasse, fazendo com a participação da produção, por exemplo, dos pequenos agricultores para o PAA alimentos continue à margem e seja pouco expressiva em âmbito nacional. Nesta lógica, os próprios dados oficiais mostram o tamanho da pobreza no País. Para compensar tais carências a Presidenta Dilma lança o Plano Brasil sem Miséria, como mais uma política no âmbito do assistencialismo e, como forma de inclusão econômica no meio rural, propõe a criação de cadeias produtivas locais por meio da agroindústria e turismo rural, claro, somente se realizará, na lógica capitalista, pois não se constrói novos modelos econômicos de base sustentável e solidária a partir dos modos de incentivos atuais. Para nós, a questão agrária continua presente, mas para os Governos, ela é coisa do passado. O PT em oito anos conseguiu conciliar uma política assistencialista aos mais pobres com a política econômica capitalista, enriquecendo principalmente, os patrões, incentivando o consumo em plena crise do capitalismo no mundo, em contrapartida o desemprego continua aumentando e não há perspectiva de alterar a lógica estrutural do mesmo. Agora com o aumento da inflação, a proposta é de redução do consumo e continua aumentando o desemprego em todos os setores. As greves também se espalham em todos os estados.



No âmbito da educação, o PT conseguiu de forma mais articulada sustentada em uma regulamentação, dar continuidade a política de privatização do PSDB. A compra de pacotes educacionais elaborados por empresas privadas por dentro do Estado, o PROUNI que nada mais é do que a compra de vagas para os pobres em faculdades particulares. O desrespeito ao processo que estava do Congresso Nacional da Reforma Universitária, instaurando o REUNI - Programa de Reestruturação das Universidades com base em uma lógica organizacional da educação, otimização dos recursos, privatização dos serviços básicos da universidade e ranqueamento das mesmas. Os concursos públicos realizados pelas universidades não conseguiram suprir as necessidades dos cursos antigos, muito menos dos novos. Não se trabalhou para a criação de um sistema nacional de educação, mas se ampliou e regulamentou o sistema nacional de avaliação punitiva e competitiva da educação. O ENEM e o ENADE, são dois exemplos desse modelo. A qualidade da educação continua sob suspeita e os índices nacionais de evasão, defasagem idade-serie, analfabetismo, são alarmantes. A resposta aos problemas são dadas por meio de muitos programas desarticulados que conformam políticas focais e compensatórias, não indo à raiz dos mesmos.



Em Sergipe, no Governo do PT, essas estratégias tem ressonância em diferentes formatos, tanto na política da Reforma Agrária de mercado, pela compra de terras que acabam por transformar a luta coletiva por acesso à terra, em casos isolados que ocorrem por financiamentos de terra - minifúndios, onde os trabalhadores se endividam para ter acesso ao que lhe é de direito se fosse a terra fosse redistribuida. Na educação a situação é tão grave quanto a não realização da reforma agrária, os índices educacionais estão entre os piores do país, as condições de trabalho
precárias, a compra de programas educacionais e materiais instrucionais que desqualificam as práticas pedagógicas dos docentes e negam a possibilidade de construção da autonomia da escola. Já se passaram quatro anos de governo estadual e a gestão democrática não se materializou. Por fim, o Governo reage de forma autoritária em meio a tantas greves que estão em curso no estado, nega direitos garantidos constitucionalmente e, pior, por meio da procuradoria Geral do Estado, desqualifica e põe em dúvida a legitimidade de um dos maiores sindicatos do estado de Sergipe, o SINTESE, do qual me orgulho de também ter contribuído com a luta dos trabalhadores e trabalhadoras em educação. Como se não bastasse, o governo utiliza de recursos públicos para realizar propagandas enganosas contra a luta dos professores. Lógico, o PT perdeu a noção da sua matriz de origem e apostou na formação de uma ideologia que necessita dos meios de comunicação pagos para menter uma simbologia intacta e fazer os telespectadores acreditarem que o sistema tem uma "justiça" e por isso, apela a "valores" que tem por base um poder de estado, de governantes para reinstalar a "ordem". Essa é a prática liberal institucionalizada juspositiva. A defesa da ilegalidade, a deslegitimação e a criminalização são faces de uma mesma moeda: a perda de sentido e de direção da história, tal como construída e imaginada pelos trabalhadores do campo e da cidade e isto se dá pela postura arrogante do pensamento único. Quando se perde o espaço político do debate de qual projeto de sociedade é necessário continuar apostando, ganha-se o "consenso" dos interesses privados em função do público. A disputa no varejo nos legislativos por parte da bancada do PT com os demais partidos, acaba por favorecer tal política, desqualifica e descaracteriza os objetivos de um Partido de Trabalhadores.



Por estas razões essa é uma carta que também anuncia as razões de uma desfiliação partidária como a minha. Para não cair nas armadilhas da complacência, do bom senso, do consensual dentro dos limites da democracia institucionalizada, da ordem normatizada, no "bem" estabelecido. Continuarei em defesa da liberdade do pensamento social crítico radical, na luta
ofensiva e, principalmente, vinculando às minhas práticas às idéias revolucionárias. A posição é pela aposta na continuidade do debate amplo, de esquerda com todos os movimentos e partidos que travam uma batalha no dia a dia, contra os discursos e práticas conservadoras, de direita, fascistas. Esse é o convite que também faço a todos e todas que apostam contra uma cômoda visão do pensamento político atual que o PT, infelizmente, também se conformou.



*Sonia Meire S. Azevedo de Jesus, é doutora em educação e professora da Universidade Federal de Sergipe.*



Colunas
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Por Eugênio Nascimento
28/06
06:50

COMEÇA HOJE - Empregados da Embrapa entram em greve por tempo indeterminado


Os empregados da Embrapa Tabuleiros Costeiros iniciam greve por tempo indeterminado nesta terça-feira com o objetivo de pressionar a diretoria a buscar apoio do governo para negociar o Acordo Coletivo 2011/2012. Na semana passada, os empregados haviam paralisado os trabalhos por três dias como forma à pressionar a diretoria e o governo a atender as reivindicações.

De acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf/SE), Francisco Elias Ribeiro,  a diretoria da Embrapa, cuja sede se encontra em Brasília, mantém sua postura de intransigência em não querer negociar, nem buscar o apoio do governo  para a solução do conflito.

Os empregados da Embrapa Tabuleiros Costeiros já haviam rejeitado a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentado pela direção da Embrapa na semana passada momento em que foi votada uma paralisação de três dias.

“Só resta a greve como forma de pressionar os dirigentes da empresa e o governo à atenderem as reivindicações”, disse o presidente do Sinpaf-SE.    

Os empregados da Embrapa reivindicam reajuste salarial de 10,51 %, melhores condições de trabalho, isonomia de benefícios e correção da tabela salarial.  (Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
27/06
18:02

A área de influência de Aracaju

Por Ricardo Lacerda*

Em 2008, o IBGE publicou o estudo Regiões de influência das cidades em que procurou mostrar as redes de centros urbanos do País. O estudo consistiu em importante esforço para delimitar o grau de relacionamento e as áreas de influências das cidades.

A caracterização da área de influência dos centros urbanos foi feita com base na presença de órgãos do poder executivo, do poder judiciário, das áreas de abastecimento de grandes empresas, na oferta de ensino superior e de serviços de saúde, dos domínios de internet, das coberturas de rede de televisão e da oferta de transporte interligando as cidades.

Em linhas gerais, apoiado na teoria dos lugares centrais elaborada por Walter Christaller ainda na década de 30 do século passado, o estudo buscou construir uma hierarquia entre os centros com base na oferta de bens e serviços, caracterizando desde aquelas menores aglomerações em que são encontrados apenas empreendimentos econômicos ou instituições muito simples, até grandes centros urbanos que ofertam os serviços mais complexos. A partir desta hierarquização, procurou-se estimar a área de influência desses centros, ou seja, para quais populações estes serviços devem estar sendo oferecidos, além da população residente na própria localidade.

Hierarquia

As cidades brasileiras, de acordo com a complexidade dos serviços oferecidos e as áreas e a intensidade dos relacionamentos com outros centros urbanos, foram classificadas em cinco níveis hierárquicos: 12 metrópoles; 70 capitais regionais, que naturalmente não se confundem com as capitais estaduais, 169 centros sub-regionais, 556 cidades denominadas de centros de zona, e as demais 4.473 cidades pesquisadas seriam centros locais, ou seja, em que a oferta de bens e serviços atende basicamente a sua própria população. A publicação completa, com os critérios e a posição das cidades, pode ser acessada em (ftp://geoftp.ibge.gov.br/Regic/regic.zip). No que tange ao serviço público, o estudo considerou o nível hierárquico dos órgãos do executivo e da justiça federal presentes nos centros urbanos. Do ponto de vista empresarial, identificou-se a distribuição das sedes e das filiais das maiores empresas brasileiras.

Sem surpresa, Aracaju integrou o grupo das capitais regionais, em que também fazem parte João Pessoa, Natal, Maceió, São Luís, Teresina e Natal, ou seja, cidades de ordem 2. Também sem novidade o fato de Aracaju manter relacionamento mais intenso com Salvador, ainda que também sejam importantes as vinculações com outras metrópoles, como Recife, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro (ver Figura 1).







Figura 1. Principais conexões externas de Aracaju

Fonte: Extraído de IBGE: Regiões de influência das cidades. 2007.









Aracaju

Na classificação do IBGE, a área de influência de Aracaju, ou seja, a extensão territorial que é atendida de forma sistemática por bens e serviços ofertados pela cidade, abrange 93 centros urbanos, as 75 cidades sergipanas mais 18 cidades da Bahia e Alagoas, e tem vinculada a ela 2 centros urbanos sub-regionais, Paulo Afonso (BA) e Itabaiana, e 7 centros com influência em cidades vizinhas, Estância, Lagarto, Nossa Senhora da Glória, Propriá, Canindé de São Francisco Neópolis, Nossa Senhora das Dores e Cícero Dantas (BA), ver Figura 2.

Para a área delimitada por estes centros urbanos, Aracaju provê diversos serviços públicos, como educação superior e saúde, como também as populações ali residentes, em grande parte, abastecem-se de bens e adquirem serviços ofertados por empresas localizadas na capital sergipana.



Figura 2. Região de influência de Aracaju
Fonte: Extraído de IBGE: Regiões de influência das cidades. 2007.





Planejamento

O estudo da rede urbana brasileira e, especificamente, a caracterização da área de influência e as conexões externas de Aracaju, podem oferecer ferramentas fundamentais para subsidiar o planejamento da oferta de bens públicos, notadamente os relativos à educação, saúde e transporte, como também auxiliar a decisão de localização das atividades econômicas.


Particularmente, podem ajudar a apontar as formas de integração desejadas da Capital com outros centros urbanos e de Sergipe com Estados vizinhos, fornecendo informações para as decisões de investimentos públicos voltados para a integração regional.

Aos especialistas em planejamento regional e urbano, lembro que o IBGE disponibilizou em seu portal na última sexta-feira a base de dados da pesquisa, com o que é possível identificar os tipos e graus de relacionamentos entre os 4.625 municípios pesquisados.

Publicado no Jornal da Cidade em 26/06/2011

*Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.

Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/



Economia
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Por Kleber Santos
27/06
13:15

Rogério destaca eleição de ex-minitro para o cargo de diretor-geral da FAO

O coordenador do Núcleo de Seguridade Social e Família da bancada do PT na Câmara, deputado Federal Rogério Carvalho (PT-SE), destacou na manhã desta segunda-feira, 27, a eleição do agrônomo brasileiro José Graziano, 61, para o cargo de novo diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, da sigla em inglês). De acordo com Rogério, a eleição de Graziano, ocorrida no último domingo, 26, é justa e "confere ao Brasil o reconhecimento pela execução do maior programa de redução da miséria e da pobreza da história da humanidade, que foi o Fome Zero".

Segundo Rogério, Graziano vem sendo um dos protagonistas no propósito de acabar com a miséria no país na última década. Ministro de Segurança Alimentar durante o Governo Lula, Graziano desde 2006 vinha atuando como representante da agência na América Latina e no Caribe. Ele vai ocupar o cargo do período de janeiro de 2012 a julho de 2015.

"Tanto para o Brasil quanto para nós militantes de esquerda, petistas, que acreditam numa política universal de inclusão pelo direito, é muito gratificante ver um brasileiro sendo eleito para um cargo tão importante na ONU. Isso nos estimula ainda mais a continuar trabalhando nesta perspectiva de incluir o nosso povo pelo direito. O direito à vida, à dignidade e à liberdade", discursou. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
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