19/06
19:31

Augusto Bezerra é condenado por abuso de poder econômico

O deputado estadual Augusto Bezerra foi condenado às penas de inelegibilidade por oito anos e cassação do mandato em ação ajuizada pela pela Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe. O processo por abuso de poder econômico se refere aos repasses irregulares das verbas de subvenção da Assembleia Legislativa de Sergipe. O julgamento no Tribunal Regional Eleitoral aconteceu na tarde desta terça-feira, 19/06.
De acordo com as investigações da PRE/SE, Augusto Bezerra repassou R$ 940 mil para Associação de Moradores e Amigos do Bairro Nova Veneza  (Amanova) e, em seguida, recebeu diversos cheques da entidade em seu próprio nome, no valor total de R$ 478 mil. Segundo a ação judicial, fica comprovado o abuso de poder econômico, com o claro uso de verbas públicas em proveito da campanha eleitoral do deputado. A pena de inelegibilidade por oito anos também foi aplicada contra Clarice de Jesus, presidente da Amanova, que colaborou com os desvios.
Esta é a quarta pena de inelegibilidade imputada ao deputado Augusto Bezerra por conta dos desvios de verbas da Alese. Após as investigações, Bezerra foi condenado pelo TRE em um processo por conduta vedada e em outra ação por captação ilícita de recursos e Caixa 2. O deputado também foi condenado pelo Tribunal de Justiça em ação criminal ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Sergipe e, na tarde de hoje, recebeu nova condenação do TRE por por abuso de poder econômico.
A ação por abuso de poder econômico tramita no Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe com o número 1263-77.2014.6.25.0000

 


Política
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Por Eugênio Nascimento
19/06
19:26

Maria vê boas oportunidades em criações de ostras e camarões

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) vê na criação de camarões e ostras uma excelente oportunidade de trabalho e renda para a população do Baixo São Francisco, considerando que a população vem sofrendo, desde a última década, com as graves degradações do Rio e necessita de uma nova motivação econômica para a região. Para Maria, esse projeto poderá viabilizar economicamente outras populações ribeirinhas do Estado de Sergipe, criando novas perspectivas, a partir desses produtos que possuem boa aceitação no mercado sergipano.  


Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/06
19:19

Conselho Estadual de Cultura aprova preservação de painel destruído

Na sessão ordinária desta tarde, o Conselho Estadual de Cultura aprovou por unanimidade o tombamento do Painel Mural do Altar-mor da Igreja Matriz de Nossa Senhoa da Conceição de Porto da Folha, de autoria do Frei Juvenal. O processo de tombamento teve início em maio. Hoje foi apresentado o parecer técnico, discutido e aprovado por unanimidade. Agora as providências caberão ao Ministério Público.



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
18/06
08:03

Sergipe - PT discute hoje a realização de seu Encontro Estadual

A Comissão Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores se reúne na noite desta segunda-feira, às 18h, para definir dia, hora  e local de realização do Encontro  que discutirá, entre outras coisas,  a presença do PT no processo eleitoral de 2018. No evento, também está prevista a votação do nome da vice-prefeita de Aracaju, Eliane Aquino, para ser vice do pré-candidato a governador pelo PSD, Belivaldo Chagas.



Política
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Por Eugênio Nascimento
18/06
07:48

Riachão do Dantas - Vereadores pedem CPI hoje para investigar denúncias

Vereadores de Riachão do Dantas ingressam ainda hoje com pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito  (CPI) para investigar contratos e uso irregular de transporte para serviços nos anos de 2017 e 2018,  bem como gastos ilegais com combustíveis por parte da administração municipal. Há sérias denúncias envolvendo e uso de combustíveis pagos pela Prefeitura para carros privados.



Política
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Por Eugênio Nascimento
17/06
10:42

Coluna Primeira Mão

Desconfiança

 

Os candidatos a cargos políticos vão ter que gastar a sola dos sapatos ou a borracha dos tênis para tirar de casa o eleitor sergipano para votar. O desinteresse pelas eleições é muito grande, devido ao aumento da perda de confiança nos políticos com a divulgação de tantos escândalos de corrupção em Sergipe e no Brasil. Sem confiança nenhuma sociedade democrática pode existir. Talvez por isso a compra de votos seja mais valorizada nessa eleição, ao contrário do que têm dito certos candidatos.

 

Momento das pesquisas

 

As pesquisas de intenção de voto só registram um momento, dizem aqueles candidatos que aparecem mal colocados. Questionam a metodologia da pesquisa e assim por diante. Os candidatos que estão bem posicionados afirmam que os números apontam para uma tendência que deve persistir. Na recente pesquisa publicada na quinta-feira passada, o argumento da fotografia de um momento se mostra como o mais forte.

 

Sob suspeita

 

Essas pesquisas direcionadas para beneficiar quem as paga ou os seus pré-candidatos estão sendo identificadas facilmente pelos eleitores nas redes sociais e até mesmo em bate papo de mesa de bar. Na última tornada pública, o pré-candidato a senador que estava para lá de fraco aparece muito forte, não é pastor Heleno? Mantida nessa tendência de fraco ficar muito forte, João Tarantela, com seus 0,2%, vai terminar eleito governador de Sergipe. Sem maldade.

 

Agendas desconectadas

 

As agendas do governador Belivaldo Chagas (PSD) e da vice-prefeita de Aracaju Eliane Aquino (PT) não conseguem se conectar para o tal do encontro em que Chagas fará o convite para ela ser a pré-candidata a vice-governadora de sua chapa.

 

Duelo de Titãs

 

A disputa pelo Governo de Sergipe se resumirá ao enfrentamento de Eduardo Amorim (PSDB), Belivaldo Chagas (PSD) e Valadares Filho (PSB). Talvez só a dois dos três citados. Mas a disputa pelas duas vagas para o Senado tem pelo menos cinco nomes fortes: Jackson Barreto (PMDB); Antônio Carlos Valadares (PSB); André Moura (PSC); Rogério Carvalho (PT); e Heleno Silva (PRB).

 

Subvenções

Não impressionou o voto do presidente Fux, do TSE, pedindo a condenação de um bom número de deputados no caso das verbas de subvenções da Assembleia Legislativa de Sergipe. Chamou a atenção o fato de certos nomes ficarem de fora da canetada do ministro. É verdade que Brasília fica muito longe de Sergipe e as informações contidas nos processos podem estar incompletas... ou não. Tudo bem, a votação ainda não foi concluída.

 

Mais para a Saúde

 

Sobre a parta da Saúde, o secretário de Estado da Fazenda, Ademario Alves, frisou, em se balanço na Assembleia Legislativa, na quinta-feira passada, 14, que o governo vai investir mais: “É uma determinação do governador Belivaldo Chagas. O compromisso do governador é no sentido de que a Saúde vai ser melhor e ainda mais contemplada dentro do orçamento. É provável que o orçamento da Saúde para 2018 feche com um patamar superior a 13%, que já é acima do mínimo previsto constitucionalmente”, acredita.

 

Preferencial

 

Alguém sabe explicar por que quando você está sendo atendido presencialmente num banco, se outro cliente telefona ele passa a prioridade sobre você? Você que se desloca até o banco e o outro cliente nem sai de casa.

 

Desfazer-se do Banese, não!

 

O secretário de Estado da Fazenda defendeu esta semana o fortalecimento do Banco do Estado de Sergipe (Banese). “O Estado não vai vender o Banese”, garantiu aos deputados, enquanto participava de audiência pública na Assembleia Legislativa de Sergipe. Ademario Alves informou que junto com a diretoria do banco foi a São Paulo buscar soluções para melhorar o plano de negócios, investir na parte tecnológica e ampliar o escopo de atuação com o objetivo de agregar valor à instituição financeira. De acordo com Ademario, o pensamento do governador é tentar triplicar o valor de mercado do Banese. Quando se aumenta o valor de mercado, aumenta-se também o lucro. Como nós vamos nos desfazer de um ativo que está gerando dinheiro e pode gerar muito mais?”, colocou ele aos deputados.

 

Celeridade no STF

 

O tempo do STF pode ser lento ou rápido, dependendo de como é usado o poder de agenda por quem dirige a instituição. No caso de Gleisi Hoffmann, a presidenta do STF Carmen Lúcia mostrou uma espetacular celeridade. Tem muitos processos de outros políticos que chegaram bem antes do processo da senadora e serão pautados depois do dela.

 

Venda do aeroporto

 

O Governo Federal pretende leiloar, ainda no decorrer deste ano, a concessão de três blocos de aeroportos no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Isso poderá acontecer até o fim da primeira quinzena de dezembro. A informação foi divulgada pelo site “Valor”. O maior e mais atrativo bloco de aeroportos é o do Nordeste. O conjunto envolve seis aeroportos, sendo quatro em capitais. Este bloco abrange as cidades do Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e  Campina Grande. Para o bloco do Nordeste foi fixado um lance mínimo de R$ 360,4 milhões.

 

Na Rússia

 

Os sergipanos que arrumaram as malas e viajaram para a Rússia têm enviado notícias positivas sobre a beleza de Moscou e outras cidades, especialmente São Petersburgo.

 

Festas juninas

 

As festas juninas do Nordeste são as mais belas do Brasil. Mas a urbanização da região as tem feito parecer, no quesito indumentária e dança, com as escolas de samba do Rio de Janeiro. É o que dizem os saudosistas. Sabe o que é o pior? Eles têm razão.

 

Só corrigindo

 

Enquanto era vivo, o saudoso José Carlos Teixeira contava uma anedota sobre um professor de português que tinha sido convocado para depor no 28BC. Ele prestou o depoimento e, quando pedido para assinar o documento datilografado por militar, se negou a fazê-lo. Por quê?, perguntou o responsável pelo inquérito. Ele respondeu que só assinava os trabalhos dos alunos depois de corrigi-los. Isso irritou o militar encarregado do seu caso, mas o professor não cedeu. O que fazer então? O militar resolveu levar o caso ao comandante Silveira, que então chefiava a guarnição. O professor repetiu o que já tinha dito mais de uma vez: só assinava se lesse e corrigisse o documento. Diante de tanta firmeza, sorrindo, o comandante autorizou o professor a seguir em frente e corrigir o depoimento datilografado.

 

Briga é briga

 

Qual é a diferença entre uma briga de rinha e uma luta valetudo da UFC? Nenhuma, fora o fato de que num caso tem galos brigando e no outro são humanos que se batem. Essa nota vem a propósito da prisão de responsáveis por rinhas de brigas de galos essa semana em Aracaju. Os galos de briga humanos também não têm empresários e as pessoas não fazem apostas?



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
17/06
09:29

O encontro

José Lima Santana - Padre, advogado e professor da UFS

 
Kleber Jordão, mais conhecido como Cara de Bunda e Bolo Fofo, presidente do Clube do Norte, era metido a ditador. Mandava e desmandava no Clube sem ouvir ninguém. E, ainda por cima, desafiava o outro clube da cidade, o Clube do Sul. Os dois presidentes não se davam. Muitos torcedores dos dois clubes almejavam a unificação, para, assim, poder fazer frente aos adversários de outras cidades. A união seria benéfica para a cidade, para as pessoas, mas Cara de Bunda era belicoso e não admitia que os seus sócios devidamente filiados sequer opinassem sobre a unificação, sob a pena de expulsão ou algo muito pior. Os torcedores não filiados arriscavam dar palpites nas redes sociais. Na presença de Kleber Jordão, silêncio. Manifestavam-se anonimamente. Temiam as reações de Cara de Bunda.

O presidente da federação de clubes, denominada União Sportiva Alvorada (USA), Daniel Trampo, chegou a ameaçar Kleber Jordão de varrê-lo do mapa dos esportes, caso ele não parasse com o estado de belicosidade contra o Clube do Sul e outros clubes das cidades circunvizinhas. Trampo era tão ou mais truculento do que Kleber Jordão. Eram, por assim dizer, farinha do mesmo saco. E que péssima farinha! O maluco do Cara de Bunda soltou umas bombas que assustaram os adversários. Bombas verborrágicas para fazer pirraça contra todos, mas, sobretudo, contra Daniel Trampo. E este, mais doido ainda, tuitou ameaças e maldições contra Kleber Jordão. Durante vários dias, os dois bateram boca, ao longe. Se os dois estivessem frente a frente, cada um com uma faca afiada na mão, certamente um cortaria a língua do outro, se pudesse. Eram, sim, dois sujeitos ruins de tanger, como jegues amuados.

O dono da empresa Ginga Pura, amigo de ambos, tomou a iniciativa de oferecer a sede da sua empresa para um encontro dos desafetos. As redondezas não acreditavam na realização do encontro. Demasiadas eram as divergências entre os dois malucos. Umencontro entre ambos poderia resultar em duas mortes, nem que fossem motivadas pela raiva. Era arriscado que os dois, depois de muito discutirem, caíssem tesos, batessem a caçoleta. Muita gente vibraria. O mundo se tornaria bem melhor.

Depois de marchas e contramarchas, tudo ficou acertado para a reunião mais importante e esperada do ano. Apostas eram feitas, de que o encontro não se realizaria. Ou de que se realizaria, mas acabaria no primeiro momento, com cada um dos desafetos soltando os cachorros no outro. O apocalipse poderia estar ali naquele encontro, pronto para soltar fogo pelas ventas como um dragão daqueles das histórias mirabolantes da Idade Média. Na verdade, ainda havia dragões no mundo. Ali estariam dois deles.

Toda a imprensa da região entrou de prontidão. Nada deveria escapar dacobertura. Todos esperavam saber de tudo que ocorreria no encontro entre os dois. E a imprensa da região eram o tabloide “O Fuxico” de Zé de Ferreirinha e o carro de som de Chico Pinote. Este alardeava nas ruas da cidade que o mundo esportivo esperava que a paz fosse selada entre Jordão e Trampo. Se os dois não se entendessem, o mundo esportivo poderia entrar em polvorosa de uma vez por todas, pois seria uma guerra declarada entre os dois esquizofrênicos.

 

Enfim, os dois chegaram à sede de Ginga Pura. Cara de Bunda chegou primeiro.  Com um dia de antecedência em relação ao outro, que, diga-se de passagem, era também conhecido nos meios esportivos como Galo de Briga. Vermelhão que o era, a cabeleira pintada parecia uma crista de galo de briga. Deu-se o encontro. Primeiro, as indefectíveis fotos de mãos dadas para a imprensa. “O Fuxico” estampou em sua edição vespertina uma foto com ambos tentando um sorriso forçado, que não saiu. Caras ainda muito amarradas. Mas, era o primeiro aperitivo. Certamente, outras fotos viriam mais amenas, com a paz selada. Ah, mas como tinha gente que não acreditava nessa paz! Que não acreditavam que os dois estivessem de fato querendo um entendimento. Arriar as armas? Quem? Cara de Bunda? Nem pensar, dizia-se pelo mundo afora. O ditadorzinho haveria de esconder as armas para soltá-las mais tarde. Afinal, as armas verborrágicas eram o trunfo do dirigente do Clube do Norte.

O encontro continuou sob a ansiedade de todos. E, contrariando as expectativas da maioria das pessoas, tudo parecia correr muito bem obrigado. Uma ponderação daqui, outra dacolá, uma testa franzida aqui, outra acolá. Assessores dos dois lados tentando amenizar certas palavras. Enfim, um acordo a ser assinado. A lavratura do acordo demoraria um pouco, pois os assessores divergiam sobre esta ou aquela expressão. Tudo acertado.

Na hora da assinatura, Cara de Bunda curvou-se um pouco sobre a mesa com a caneta na mão. Ao lado dele, Galo de Briga, de bico crescido, como era do seu estilo, aguardava a sua vez de assinar o tal documento, que, por certo, não haveria de valer muita coisa. De repente, Cara de Bunda fez uma cara feia. Parecia que ia estourar. Naquele instante, o outro apelido do tal sujeito pareceu ganhar força. O Bolo Fofo tinha, como por encanto, crescido. Fora fermentado. Ele espremeu-se um pouco. E eis que soltou uma bomba atômica. A sala com decoração folheada a ouro parecia que ia desabar. A fedentina espalhou-se como a mão do anjo da morte na noite que antecedeu a saída do povo hebreu do Egito. Galo de Briga deu um pulo, tapou as ventas com um lenço, afastou-se e gritou em sua língua enrolada: “Um desrespeito! Um despropósito! Vou responder à altura! É guerra? Pois vamos à guerra!”.

A flatulência de Cara de Bunda pôs fim ao encontro e ao acordo. O que viria depois era preciso aguardar. Boa coisa não poderia ser. O mundo dos esportes tremeria. A paz estaria por um fio. E tudo por causa de uma flatulência. A que ponto o mundo dos esportes tinha chegado!

Quanto vexame! O todo-poderoso Daniel Trampo acabou cedendo a uma bufa. Que coisa, hein?




Coluna José Lima
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Por Eugênio Nascimento
16/06
21:23

Como os aracajuanos viram a Copa de 1970

A conquista da Copa do Mundo de 1970 é inesquecível para os brasileiros, em especial para os sergipanos.  Foi nela que nos tornamos tri campeões e estavam na equipe craques como o nosso Clodoaldo, Pele, Tostão, Jairzinho, Rivelino e Gerson. Era um timaço.

Lembro-me bem dos jogos que vi na TV e depois no Canal 100, nos cinemas de Aracaju. Na TV, a visibilidade não tinha a qualidade que temos hoje. Muitos chuviscos, aquelas formiguinhas se faziam presentes o tempo todo.

O canal não era nosso, de Sergipe. Recebíamos as imagens de emissoras do Rio de Janeiro. Dava para ver algumas coisas  e ficava claro para todos que tínhamos a melhor seleção do mundo jogando no México.

Vale lembrar que a pobreza em Aracaju era muito grande,  bem maior ainda era nos municípios do interior. Por causa disso, na capital, ao contrário dos dias atuais, poucos lares pobres, na verdade de classe média baixa, tinham acesso  ao aparelho televisor.

As marcas mais visíveis nas casas eram Semp (depois Semp Toshiba), Empire e Telefunken. Nos anos de 1970 predominavam os aparelhos com imagem em preto e branco, embora a transmissão tenha ocorrida em cores.

Portanto, a Copa de 1970 foi transmitida em cores, mas a grande maioria dos sergipanos viu em preto e branco. Há algumas exceções e no caso cabem aqueles que compraram telas de acrílico em azul, vermelho, verde, rosa e amarelo e instalaram em frente aos televisores.

Na verdade, as pessoas muito pobres se instalaram nas janelas das casas que tinham televisores – normalmente vizinhos ou moradores das proximidades -  e assistiram a conquista do tri pelo Brasil. Um empurrão para lá, outro para cá e.... gol. Brasil  campeão.



Coluna Eugênio Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
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