06/07
22:00

Museu da Gente Sergipana é tema de dissertação de mestrado aprovada pela Universidade de Salamanca

Vencedor de vários prêmios, e reconhecido como um dos dez melhores e mais visitados museus do Brasil, o Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda foi tema de dissertação de mestrado aprovada com louvor pela Universidade de Salamanca, na Espanha, no mês passado. O trabalho sobre o museu, intitulado de “A Educação Intercultural através da Comunicação Interativa: Um estudo empírico do Museu da Gente Sergipana”, foi apresentado pela professora e gestora de Marketing paulista Kelly Lee Alves, que obteve o título de “Mestre em Antropologia de Iberoamérica” pela Universidade de Salamanca. 
 
Formada em Relações Públicas pela Universidade Tiradentes (Unit), de Aracaju, e especialista em Marketing Estratégico, Kelly Lee Alves é professora dos cursos de Nutrição, Publicidade e Propaganda, e gestora de Comunicação e Marketing da Faculdade Anísio Teixeira, de Feira de Santana (BA), onde mora atualmente. Ela conta que, após morar em Aracaju, e passar quatro anos em Londres, onde trabalhou e estudou, decidiu morar em Salamanca, onde apresentou a sua pesquisa acadêmica para o mestrado tendo como tema o Museu da Gente Sergipana.
 
"Após ter morado em alguns países e ter visitados outros, o Museu da Gente Sergipana foi o que mais me encantou para desenvolver a minha pesquisa acadêmica para o mestrado em Antropologia de Iberoamérica. Conheci o Museu da Gente Sergipana e fiquei completamente apaixonada pelo comprometimento dos funcionários, a estrutura, a tecnologia, a rica cultura sergipana em contato com pessoas de outras culturas através dos visitantes de outros estados e de outros países. Na aplicação dos questionários, os visitantes se mostravam extasiados”, diz a professora, ressaltando que o museu é percebido como um espaço interativo e intelectual de aprendizagem da cultura sergipana. 
 
A apresentação da dissertação de Kelly Alves foi feita por skype no último dia 30 de junho e ela teve como orientadores o Prof. Dr. Ángel Baldomero Espina Barrio e o Prof. Dr. Daniel Valério Martins, da Universidade de Salamanca.
 
O Museu da Gente Sergipana, inaugurado em 26 de novembro de 2011, é um museu totalmente tecnológico, voltado para expor o acervo do patrimônio cultural material e imaterial do estado de Sergipe através de instalações interativas e exposições itinerantes. Instalado no prédio do antigo Colégio Atheneuzinho, de Aracaju, que foi totalmente restaurado para abrigá-lo, o museu é mantido pelo Banco do Estado de Sergipe (Banese), Banese Card e pela Banese Corretora de Seguros, em parceria com o Governo do Estado.


Variedades
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Por Kleber Santos
06/07
20:32

Requião participará da Conferência dos Bancários da BA e SE

Aracaju vai sediar a 19ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e Sergipe, nos próximos dias 15 e 16. O senador e jornalista Roberto Requião (PMDB) fará a palestra de abertura do evento, com o tema ‘A defesa de um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil’. A solenidade, aberta ao público, será no dia 15, às 9h, no Mercure – Delmar Hotel, localizado na Avenida Santos Dumont 1500, na Orla da Atalaia.

Segundo a presidenta do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) Ivânia Pereira a Interconferência reunirá cerca de 300 bancários e bancárias dos dois estados vizinhos (bancos públicos e privados). Além de Sergipe e da Bahia, estarão presentes delegados dos sindicatos baianos das cidades de Camaçari, Extremo Sul da Bahia, Feira de Santana, Itabuna, Ilhéus, Irecê, Jacobina, Jequiê, Juazeiro e Vitória da Conquista.

Mídia e 4º revolução industrial


Ainda da programação, no dia 15, a partir das 14h, estão confirmadas participações de palestrantes de outros estados brasileiros: jornalista Altamiro Borges, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé/São Paulo e a técnica do Dieese do Rio de Janeiro, Vivian Machado. Enquanto Altamiro Borges versará sobre ‘‘O papelão da mídia e a imprensa dos trabalhadores’, a técnica do Dieese vai abordar sobre ’A 4ª Revolução Industrial e os reflexos no mundo do trabalho’.

Advogados sergipanos

Uma mesa redonda com advogados sergipanos promete esquentar o debate entre os bancários sobre as reformas, que tramitam no Congresso Nacional: ‘Reforma trabalhista: modernização ou retorno a Idade Medieval’, com o ex-presidente da OAB, César Brito e o ‘Impacto da reforma da previdenciária na vida dos trabalhadores(as), com o mestre em Direito Público, Antônio Soares Silva Junior.

Plenária deliberativa

No dia 16.07 (domingo), às 8h, será realizada a Plenária Final da 19º Conferência para deliberar sobre os seguintes temas: organização da luta da FEEBASE e dos sindicatos filiados; a Minuta da FEEB para a estratégia da Campanha Nacional dos Bancários e a eleição de delegados(as) para a Conferência Nacional dos Bancários, a ser realizada no período de 28 a 30.07.

(Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
06/07
20:21

Responsabilidades e motivações na violação de direitos humanos pelo regime militar

Afonso Nascimento
Professor de Direito da UFS

Desconhecemos, no sentido aqui tratado, a existência de reflexões sobre a responsabilidade de agentes que violaram direitos humanos de pessoas que se bateram contra o regime militar em Sergipe. É por isso mesmo que decidimos escrever esse pequeno texto. Estamos levando conta grandes e pequenas ações e operações de violação de direitos humanos (espancamentos, intimidações, detenções ilegais, torturas etc.), sobretudo, em datas que vão além do regime de exceção citado:1948, 1952, 1964, 1968 e 1976.

Adaptando o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) ao caso sergipano, na sua ordem de apresentação primeiro aparecem como responsáveis os presidentes do Brasil e o Estado-Maior das Forças Armadas. Esse grupo de responsáveis sempre ficava em Brasília e nele estão incluídos todos os generais-presidentes, e ainda todas as elites militares em termos de patentes como generais, brigadeiros e almirantes, que eram os responsáveis pela existência e o funcionamento do regime militar no Brasil.

Em seguida, vêm as autoridades militares e civis federais. Entre as primeiras que nos interessam estão os comandantes militares federais das três Forças Armadas sediados em Pernambuco, na Bahia e em Sergipe. Em outras palavras, todos os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica com ligações diretas com a administração militar dos sergipanos.

Trocando em miúdos, existia uma cadeia hierárquica entre os militares que começava em Recife onde ficava o IV Comando Militar, depois vinha o VI Comando Militar situado em Salvador e, por último, o 28 BC, a Capitânia dos Portos, o destacamento da Aeronáutica todos localizados em Aracaju. Ainda nesse grupo, é bom não esquecer a Justiça Militar de Salvador, o Superior Tribunal Militar e o Supremo Tribunal Federal – quando processos chegaram a essa última instituição e medidas repressivas foram tomadas como, por exemplo, quando chancelou o fechamento do Partido Comunista Brasileiro em 1947.

Quanto às autoridades federais civis estão membros de instituições como a Polícia Federal e o Serviço Nacional de Informações em Aracaju. Sobre a Justiça Militar e o Ministério Público Federal, poucas são as informações a respeito de qual poderia ter sido o seu envolvimento em termos de violação de direitos humanos no período. O fato de não serem uma justiça militar nem um ministério público militar, ou seja, instituições com funções criminais, talvez explique essa questão. Mas essas instituições precisam abrir os seus arquivos aos pesquisadores e historiadores do assunto.

As autoridades militares e civis estaduais, por último, jogaram um papel importante na violação direito humanos.Entre as autoridades militares sergipanas, entram nesse rol aquelas que estavam à frente da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, este último com bem menor participação. Em relação às autoridades civis com responsabilidade sobre a violação direta ou indireta de direitos humanos, faz-se necessário mencionar todos os governadores do período, especialmente os políticos José Rollemberg Leite (nos seus dois mandatos), Celso de Carvalho (em seu governo ocorreram prisões em massa em 1964) e Lourival Baptista (principalmente com a Comissão Geral de Inquérito - CGI).

Depois cabe citar os Secretários de Segurança Pública, os comandantes da Polícia Civil, os procuradores-gerais do Estado que tiveram envolvimento nas CGIs, os magistrados, promotores e delegados no processo de 1952 e nos processos de que participaram autoridades na Operação Cajueiro, presidentes da Assembleia Legislativa e deputados estaduais e presidentes de Câmara de Vereadores e vereadores que cassaram mandatos de políticos nos primeiros tempos do regime autoritário. Não serão aqui esquecidas as autoridades militares e civis de outros estados da federação em que sergipanos estiveram detidos e presos como Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A responsabilidade de autoridades militares e civis estrangeiras não foram incluídas no relatório final da Comissão da Verdade (CNV), que se limitou aos três pontos acima referidos. Não entendemos porque isso aconteceu, considerando o envolvimento direto do presidente norte-americano Lyndon B. Johnson, do embaixador Lincoln Gordon, do adido militar Vernon Walters, do instrutor de tortura chamado Dan Mitrione, do deslocamento de frota dos EUA para a costa brasileira, da participação da CIA, toda ela participação abertamente admitida hoje em dia por historiadores dos EUA em livros, em documentação já disponibilizada e em documentários. Nunca é demais lembrar que o embaixador golpista dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, foi convidado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe e aqui veio para receber demonstração de gratidão da classe política estadual pelo trabalho que tivera no vitorioso golpe militar.

A questão importante na discussão das responsabilidades é estabelecer a cadeia de ordens das autoridades militares e a cadeia de ordens de autoridades civis, das mais altas às mais baixas. Dois grupos de autoridades militares e civis podem ser destacados: aqueles que davam ordens e aqueles que as executavam. Quem eram aqueles que davam ordens e os que cumpriam ordens, ou seja, os que mandavam fazer o trabalho sujo e os que faziam o trabalho sujo. Quando é possível reconstituir a cadeia de ordens e execução de ordens, temos aí responsabilidades coletivas - que foram as mais recorrentes. Mas responsabilidades individuais também podem ser encontradas naqueles casos em que militares e civis, por exercerem certos cargos, simplesmente tomavam a iniciativa das ações. Não estamos excluindo aqui responsabilidades cruzadas de militares para civis e vice-versa, quando colocados em posição de mando e comando.

Os delatores que subiram a colina do 28 BC para “entregar” nomes de pessoas que violaram direitos humanos? As testemunhas de acusação encontradas em processos judiciais que declinaram nomes e atividades de pessoas contribuíram para a violação de direitos humanos? Em nossa opinião, não há porque ter dúvidas sobre esses casos, quando suas delações produziram efeitos repressivos.

Muitas (a maioria talvez) dessas autoridades militares e civis já faleceram, enquanto outras estão vivas e com idade avançada. Mortas e vivas, os seus nomes foram declinados por depoentes junto à Comissão Estadual da Verdade, e muitos podem ser encontrados em livros como aqueles de Ibarê Dantas, de Ariosvaldo Figueiredo e de Paulo Barbosa, sem esquecer as diversas entrevistas de detidos e presos políticos. Vale ainda destacar, sobretudo, os inquéritos policiais e os inquéritos policiais militares, os processos na Justiça Militar em Salvador e os processos no Superior Tribunal Militar em Brasília. Tais documentos estão repletos de nomes envolvidos nas ações e operações de violação de direitos humanos.

Com a imersão que fizemos em fontes documentais e outras mais, foi-nos possível desenvolver alguma reflexão sobre as motivações dos violadores vivos e mortos no seu trabalho de transgressão de direitos humanos em Sergipe. Chegamos à conclusão de que as motivações foram, sobretudo, profissionais (cumprimento de ordens), embora outras motivações (políticas, ideológicas como o anticomunismo de muitos agentes públicos, oportunismo, ocupação de espaços do poder, mostrar serviço, entre outras mais) possam ser levantadas.

Que lições tirar dessas atividades de violação de direitos humanos por autoridades militares e civis, federais e estaduais no período de 1946 a 1988 em Sergipe? O mais importante é que essa história não mais se repita, o que, para isso, requer socializar autoridades militares e autoridades civis dentro do marco da democracia para que, em vez de violadoras, cumpram o papel de guardiães dos direitos humanos. Exige também que fatos dessa natureza sejam mais e mais conhecidos das atuais e vindouras gerações de sergipanos para que a estrada pavimentada para a democracia por tais valores não volte a sofrer revezes no futuro.


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
05/07
20:39

JB expõe desprestígio de Sergipe junto ao governo federal

O governador Jackson Barreto realizou, ontem, quarta-feira, 05, mais uma peregrinação nos gabinetes de autoridades dos Poderes Executivo e Legislativo em Brasília. O dia de trabalho começou com uma visita ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco. O governador explicou que o governo de Sergipe precisa receber uma melhor atenção do governo Federal em relação aos pleitos de liberação de obras e recursos.

“Sou um peemedebista histórico. Tenho serviços prestados ao partido e ao País nas lutas travadas pela redemocratização, pelas Diretas, pelas liberdades conquistadas depois da ditadura militar. Somos companheiros de longas datas e fiz ver ao ministro que o tratamento que Sergipe recebe do governo Federal está muito aquém daquilo que nós merecemos”, declarou Jackson Barreto.

Acompanhado do deputado federal Fábio Reis, também do PMDB sergipano, Jackson esteve reunido com o presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá, e expôs as suas angústias em relação ao tratamento que Sergipe vem recebendo do governo Federal. O governador fez a mesma explanação que havia feito anteriormente ao ministro Moreira Franco e solicitou que fossem liberados recursos para projetos de abastecimento de água em Lagarto e Itabaiana; para construção de 2 mil casas populares distribuídas em Aracaju, Riachuelo, Barra dos Coqueiros, Maruim e Santa Rosa de Lima.

“Além de demonstrar nossas necessidades ao senador, pedi a Romero Jucá que nos ajude a deixar uma marca importante em nosso governo, que é a construção da ponte que vai ligar a avenida Tancredo Neves ao bairro da Coroa do Meio na nossa capital”, disse o governador.

Juntamente com o secretário de Infraestrutura de Sergipe, Valmor Barbosa, o governador esteve reunido com o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. Ele reivindicou a liberação de recursos do programa Sergipe Cidades, que já foram autorizados, mas não chegaram ao estado. Solicitou, também, recursos da ordem de R$ 5 milhões para a obra de reforma e modernização da rodoviária Luiz Garcia, no centro de Aracaju, e a revitalização do seu entorno.

Com o deputado federal Fábio Reis, Jackson esteve com o ministro do Turismo, Marx Beltrão. Solicitou recursos para a construção do Largo da Gente Sergipana, que será edificado em frente ao Museu da Gente Sergipana, dentro do Rio Sergipe. O projeto consiste na construção de um píer e na implantação de oito esculturas sobre pilares no Rio Sergipe, representando os principais personagens de manifestações culturais sergipanas: Parafuso, Taieira, Cacumbi, Lambe-sujo e Caboclinho, Bacamarteiro, São Gonçalo, Bumba meu Boi e Chegança.

As esculturas já estão sendo confeccionadas pelo artista baiano Tati Moreno e são financiadas pelo Instituto Banese. O governador pediu R$ 3 milhões para a construção das bases de sustentação das esculturas e do píer. O ministro Marx Beltrão informou que iria atender o pleito.

Por fim, o governador Jackson Barreto visitou a senadora Maria do Carmo Alves em seu gabinete no Senado Federal. Eles discutiram ações conjuntas para realizar obras e conseguir recursos para o estado de Sergipe. 

(Com dados da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
05/07
20:23

JB vai conversar com Lula e entrará em férias por 17 dias

Na próxima sexta-feira, 07, o governador de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), terá reunião com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo. Vão conversar sobre conjunturas políticas e econômicas para o Brasil. Logo depois desse encontro, em férias por 17 dias, Jackson viaja para descansar.



Política
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Por Eugênio Nascimento
05/07
18:01

Cai número de roubos a ônibus em Aracaju

Dados divulgados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Município de Aracaju (Sintra) revelam redução nos roubos que atingem o sistema de transporte. Em junho de 2016 foram registrados 215 roubos contra 67 no mesmo mês no ano de 2017. Isso significa uma redução de 68,8%. Numa comparação  entre o primeiro semestre de 2016 (1049) e de 2017 (539) foi detectada uma diminuição de 48,8%.



Política
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Por Eugênio Nascimento
05/07
12:56

Funcionamento dos mercados e feiras livres - 08 de Julho

A Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) informa que no próximo sábado, 8 de julho, feriado de Emancipação Política de Sergipe, os mercados centrais de Aracaju e o mercado Milton Santos (no Conjunto Augusto Franco) irão funcionar em horário normal, das 6h às 16h45. Os mercados setoriais (bairros) funcionarão até às 14hs. As feiras livres, que acontecem neste dia, serão realizadas normalmente.


?? Parque da Augusto Franco (Sementeira) 

O parque abrirá, em horário normal, das 5h às 21h



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Por Eugênio Nascimento
05/07
10:22

Juíza autoriza CPI do Lixo na Câmara de Aracaju

A juíza da 3ª Vara Cível, Simone de Oliveira Fraga, concedeu sentença favorável a instalação da CPI do Lixo na Câmara Municipal de Aracaju. A sentença é uma resposta ao Mandado de Segurança proposto pelos Vereadores Elber Batalha (PSB), Lucas Aribé (PSB), Emilia Corrêa (PEN) e Cabo Amintas (PTB), todos da bancada de oposição, contra regimento arcaico da Câmara Municipal de Aracaju  (CMA), que concede poderes ao Plenário para barrar abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito, em descumprimento, ao §3º do artigo 58 da Constituição Federal.



Política
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Por Eugênio Nascimento
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