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06:28

Só 25% do eleitorado sergipano fez o recadastramento biométrico

A revisão biométrica para o Tribunal Superior Eleitoral não tem sido um processo fácil









Recepcionada pela Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, desembargadoria Suzana Carvalho e pelo Diretor da Escola da Justiça Eleitoral, Juiz Federal Ronivon Aragão, a Diretora Geral do Tribunal Superior Eleitoral, Patrícia Maria Landi da Silva Bastos, economista, se reuniu com os Juízes Eleitorais e servidores da instituição a fim de avaliar os trabalhos de revisão biométrica empreendidos pelo Regional de Sergipe.
Antes, porém, da manifestação de Patrícia Landi, a Diretora Geral do TRE/SE, Conceição Vasconcelos, fez uma breve manifestação do andamento dos trabalhos, apontando os desafios superados, as experiências inovadoras, bem como a estratégia a ser implementada a partir da chegada de novos kits biométricos.
Conceição salientou que até a presente data 25% do eleitorado sergipano já realizou o recadastramento biométrico, creditando, todavia, que a abertura de novas frentes de trabalhos nos 13 (treze) postos a serem instalados, incrementará os índices idealizados pela Justiça Eleitoral, sobretudo porque, frisou, “agora é a hora de chamar o eleitor”.
A Diretora-Geral do Tribunal Superior Eleitoral, por sua vez, adiantou que o recadastramento biométrico é fruto da inteligência visionária do Ministro Carlos Brito, que em 2009, encampou o projeto e, por uma dessas felizes coincidências da vida, veio a beneficiar o estado natal do referido Ministro, contemplando Sergipe com a revisão geral de todo o eleitorado.
Landi observou, ainda, que a revisão biométrica para o Tribunal Superior Eleitoral não tem sido um processo fácil, dadas as peculiaridades que envolvem, desde o certamente licitatórios para aquisição dos kits, até à alocação de recursos para a retribuição financeira do material humano empregado no projeto.
Confessou, no entanto, a sua simpatia pela experiência de Sergipe, onde a somação de esforços dos representantes do Governo do Estado e do Tribunal de Justiça – ‘um ícone para todo o país’, possibilitou a implementação dos trabalhos nos moldes apresentados. A Diretora-Geral frisou, também, que a revisão biométrica será de grande serventia para a toda a sociedade brasileira, a exemplo da ocorrida nos anos 80, quando o então recadastramento eleitoral permitiu a formação do Cadastro Único dos Eleitores e daí da plataforma para a informatização do voto, bem como do sistema ELO.
“Parceiros como a Caixa Econômica Federal, Ministério da Justiça, Polícia Federal já reconheceram que os dados biométricos coletados pela Justiça Eleitoral permitirão que outros avanços tecnológicos sejam possíveis, beneficiando, assim, não apenas o processo democrático vivido, mas, ainda, o sistema bancário, policial, previdenciários, fiscal etc. A Justiça Eleitoral tem sido um grande sustentáculo da democracia brasileira”, finalizou.(Da assessoria)


Política
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Por Eugênio Nascimento
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