25/09
06:34

Exportações de Sergipe para Países Baixos se destacaram em agosto

 

Análise realizada pelo Centro Internacional de Negócios - CIN/SE da FIES, com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), demonstrou que Sergipe fechou a balança comercial com um saldo negativo de US$ 12 milhões em agosto último, aumentando o déficit em 34,8% ao comparar com mesmo mês do ano passado. Em relação ao mês de julho, houve queda de 49,6% do saldo negativo da balança comercial. A corrente de comércio, que fechou em US$ 45,8 milhões, demonstrou crescimento de 87% sobre o mês de agosto do ano anterior.

Em agosto foram exportados US$ 16,9 milhões em produtos sergipanos, 116,7% a mais que o valor exportado no mesmo mês do ano passado e 49,5% sobre o mês de julho deste ano. No acumulado do ano as exportações já somam US$ 71 milhões, demonstrando que houve uma expansão de 69% em relação ao acumulado do ano passado. Suco de laranja, calçados e açúcar se destacaram como os três principais produtos da pauta exportadora sergipana do mês de agosto.

Sergipe importou, em agosto, US$ 28,9 milhões, 73% a mais que o importado no mesmo mês de 2010 e 49,6% a mais que no mês de julho. Referente ao acumulado do ano, as importações já somam aproximadamente US$ 222 milhões, o que significa uma expansão de 81,2% sobre o mesmo período de 2010. Os principais produtos importados por Sergipe foram trigo, coque de petróleo e diidrogeno-ortofosfato de amônio.

Por países de destino, destacaram-se as vendas para os Países Baixos (Holanda), que expandiram as compras dos produtos sergipanos em 85,4% e 194% em relação ao mês anterior e em relação ao mês de agosto do ano passado, respectivamente. Esta região se tornou o principal destino dos produtos sergipanos desde julho, quando efetuou grande volume de compras, ultrapassando a Rússia. Tratando-se de países fornecedores, desde o início do ano os Estados Unidos se mantém como o principal país de origem das importações sergipanas e, em relação ao mesmo mês do ano passado as compras aumentaram 107,3%. (Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
25/09
06:25

Na UFS - Palestra exporá o pensamento de Claude Lefort

O professor Luciano Oliveira, da UFPE, fará palestra sobre "O Pensamento Político de Claude Lefort", após o que ocorrerá o lançamento de seu livro sobre o mesmo filósofo francês da política.

PROGRAMAÇÃO


- Será no dia 3 de outubro, às 19h, no auditório do CECH - Abertura do Evento
- 19:10: Palestra de Luciano Oliveira,professor da UFPE
- 20:45: lançamento do livro: ENIGMA DA DEMOCRACIA: O PENSAMENTO DE CLAUDE LEFORT. acompanhado de coquetel
ORGANIZAÇÃO Núcleo de Estudos sobre o Estado e a Democracia (Need). Contato: 21056767.


Política
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Por Eugênio Nascimento
24/09
19:18

EXCLUSIVO: Novo sindicato do SAMU é criado, diz funcionário

Sete funcionários compareceram a assembleia para a criação do novo sindicado do SAMU (Foto: Kleber Santos)

Por Kleber Santos

Um grupo de sete funcionários do SAMU esteve presente no final da tarde deste sábado (24), na Força Sindical, para a Assembleia Geral Extraordinária da categoria, atendendo o edital de convocação da Comissão Pró-Fundação do Sindicato dos Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel do Estado de Sergipe, divulgado no Diário Oficial e em um jornal diário do estado.

A reunião serviria, segundo o edital, para deliberar a fundação do sindicato, aprovação do estatuto social; eleição, apuração e posse da diretoria e conselho. Contudo, quando o grupo chegou, o local estava fechado e não havia ninguém, nem mesmo a presidente da comissão, Samanta Bicudo, atual presidente do Sindicato 192/SAMU, cujo pedido de registro do sindicato junto ao Ministério do Trabalho foi arquivado, conforme matéria do site Plenária, da última quinta-feira (22).

De acordo com Ricardo Rodrigues, funcionário do SAMU e que esteve presente na Força Sindical, a informação da criação de um novo sindicato não foi disseminada nas bases do SAMU. “Apesar de ter saído o edital, fiquei sabendo por terceiros. Um assunto tão importante como este deveria ser amplamente divulgado”, disse Ricardo, informando que existem quase 40 bases em todo o estado.

Criação do sindicato

A equipe do Primeirão Mão tentou localizar Samanta Bicudo, mas não obteve êxito. Segundo o pessoal do grupo, ela estaria de plantão em Lagarto. “Como a presidente da comissão da pré-fundação não compareceu, resolvemos não interromper o processo. Vimos para a reunião com um estatuto, e agora foi aprovado pelas pessoas presentes nesta reunião”, disse Ricardo Rodrigues, na calçada da Força Sindical.

O próximo passo do grupo será solicitar o registro do novo sindicato no Ministério do Trabalho. “Estamos confiantes que, desta vez, este sindicato será deferido, uma vez que não cometemos os erros do outro”, disse Rodrigues, ratificando que cumpriu as exigências do edital, como esperar até às 18 horas para a segunda convocação da assembleia.



Variedades
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Por Kleber Santos
24/09
18:53

ARTIGO - Encontro e desencontro entre as crises de 1929 e 2008

Eleomar Marques<eleomar_ms@hotmail.com - É professor


A Crise capitalista que teve início em 2008 trouxe à tona a questão da fragilidade do sistema. Os economistas e pesquisadores de plantão logo trataram de relembrar outras crises, em especial, a de 1929. Também a dicotomia torna-se alvo de calorosas discussões entre kenesianos e neoliberais, marxistas e capitalistas. Enquanto os devotos de John Maynard Keines defendiam uma maior interferência do Estado na economia e atribuem as crises capitalistas aos neoliberais, por outro lado, os marxistas defendem a idéia que, segundo Karl Marx (?), o ciclo do capitalismo irá entrar em colapso1 e o socialismo triunfará, pois, o sistema de exploração, o capitalista, é falho e explorador, assim, os operários irão comandar o mundo através de um sistema mais justo, o socialismo cientifico.

Mas, diante de tantas inquietações no mundo econômico surgem inúmeras perguntas sobre o sistema capitalista. Porém, é inevitável para os economistas fazer grandes comparações entre a Crise de 1929 e a de 2008. Existem semelhanças e diferenças entre ambas as crises capitalistas?

A pergunta é contundente e requer um estudo minucioso para tecer detalhes e apontar as semelhanças e divergências. Esses não são nossos propostos, haja vista que a tarefa seria mais indicada para os economistas e pesquisadores da área econômica. Nosso o objetivo, nesse contraponto, é indicar, de forma breve, as anuências entre os dois acontecimentos.

Primeiro ponto a ser levado em consideração é o contexto histórico de 1929. Para melhor compreender essa época é necessário recuarmos no tempo, portanto, antes dos anos vinte do século XX.

Um ano antes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), os Estados Unidos já apontavam como maior potência da economia mundial, segundo Eric Hobsbawm, sua produção industrial já representava um terço da produção mundial (Hobsbawm, P. 101).

Com o advento da Primeira Guerra Mundial, a priori, os Estados Unidos foram os grandes favorecidos, visto que não foram atingidos territorialmente, além de passarem a fornecer produtos e empréstimos aos países beligerantes. Vejamos o que discorre Hobsbawm sobre tal episódio:

“Assim, longe de perturbar sua economia, a Primeira Guerra Mundial, como a Segunda, beneficiou-os espetacularmente. Em 1913, os EUA já se haviam tornado a maior economia do mundo, produzindo mais de um terço de sua produção industrial – pouco abaixo do total combinado de Alemanha, Grã_Bretanha e França. Em 1929, respondiam por mais de 42% da produção mundial total, comparados  com apenas pouco menos de 28% das três potências industriais européias.” (Hobsbawm. P. 101, 205)

“Além disso, a guerra não apenas reforçou sua posição como maior produtor industrial do mundo, como os transformou no maior credor do mundo.” (Hobsbawm. P.101, 2005)

Magalhães Filho corrobora com as palavras do historiador inglês:

“Os anos imediatos ao fim da conflagração foram um período de reajustamento da economia norte-americana ás condições de paz. De um lado estava o alto nível atingido pela capacidade instalada, decorrente da demanda da guerra, e do outro a demanda de bens e serviços contida durante as hostilidades.” (Magalhães Filho P.367. 1991)

O grande poder aquisitivo da população norte-americana e o baixo índice de desemprego, 5%, levaram os Estados Unidos a uma produção intensa, superando, inclusive a Alemanha e Inglaterra juntas. Inicialmente dependiam apenas do mercado interno, porém, doravante o grande conflito e produção em grande escala torna-se o maior exportador e importador do mundo. O resultado Foi um grande abismo entre a demanda e a oferta. Os yanques recorreram a uma Europa arruinada, pois, estava em processo de reconstrução. Inclusive a própria Alemanha que recebia incentivos norte-americanos com intuito de aquecer a economia mundial, durante a crise os investimentos foram suspensos (Hobsbawm, P. 101. 2005).

Vale ressaltar que a apenas a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas não foi atingida devido sua economia planificada e alheia aos assuntos capitalistas.

A superprodução que gerou o descompasso na economia norte-americana se espalhou pelo mundo ganhando proporções mundiais. O Crack da Bolsa de Nova York foi o anúncio da expansão da grande depressão capitalista. O quadro norte-americano se invertera, os yanques sofreram com uma redução na produção industrial em torno de 50%, e os salários caíra 40%. Como salienta Hobsbawm, o que tornava a situação mais dramática, sobretudo para os trabalhadores, era a ausência de previdência pública.

“O que tornava a situação mais dramática era que a previdência pública na forma de seguro social, inclusive auxílio-desemprego, ou não existia, como nos EUA, ou, pelos padrões de fins do século XX, era parca, sobretudo para os desempregados a longo prazo. É por isso que a seguridade social sempre foi uma preocupação tão vital dos trabalhadores: proteção contra terríveis incertezas do desemprego (isto é, salário), doenças ou acidente, e as terríveis certezas de uma velhice sem ganhos”. (Hobsbawm, p. 97. 2005).

Além disso, o dólar estava atrelado ao ouro, situação que, segundo, economistas, agravara o restabelecimento da economia.

Portanto, pela dependência mundial aos Estados Unidos, o mundo capitalista foi atingido, inclusive, os países emergentes como no caso brasileiro. Hobsbawm e Magalhães Filho discorrem sobre a crise no Brasil de anglos opostos. Vejamos:

O Brasil tornou-se o símbolo do desperdício do capitalismo e da seriedade da Depressão, pois, seus cafeicultores tentaram em desespero impedir o colapso dos preços queimando café em vez de carvão em suas locomotivas a vapor. (Entre dois terços e três quartos do café vinham desse país.) Apesar disso, a Grande Depressão foi tolerável para os brasileiros ainda em sua grande maioria rurais que os cataclismos econômicos da década de 1980; sobretudo porque as expectativas das pessoas pobres quanto ao que podiam receber de uma economia ainda eram extremamente modestas”. (Hobsbawm, P.97, 2005).

“Entre os países subdesenvolvidos o Brasil foi o que melhor atravessou os anos de depressão. A crise atingira a economia brasileira de forma quase imediata, devido a sua estreita vinculação á economia norte-americana......A grande queda dos preços permitiu manter mais o menos estáveis as quantidades exportadas, apesar de uma drástica redução na entrada de divisas”. (Magalhães Filho, 391. 1991)

A Crise de 2008 tem sido intensamente especulada, inclusive com alguns economistas discorrendo como sendo mais drástica do que a de 1929. Porém, Associação Brasileira Keynesiana, órgão que tem na sua fileira economista renomado como Bresser Pereira, discorda da afirmativa. A referida associação aponta que a crise pode ser considerada a maior depois da Crise de 1929, porém, alguns membros ainda apontam a Crise de 1979, como sendo mais drástica do que a primeira do século XXI. Vejamos o que discorre a Associação na pessoa de Lourdes Rollemberg:

“A crise financeira que assola o mundo é grave. Nada lhe é comparável desde 1929. É uma profunda crise de confiança decorrente de uma cadeia de empréstimos originalmente imobiliários baseados em devedores insolventes que, ao levar os agentes econômicos a preferirem a liquidez e assim liquidar seus créditos, está levando bancos e outras empresas financeiras à situação de quebra mesmo que elas próprias estejam solventes.” (p.5)

 

No decorrer do artigo elaborado por essa respeitada associação, os economistas tecem comentários sobre a Crise de 2008, claro, levando sempre em consideração ou parâmetro a famosa crise de 1929. Assim, destacamos algumas divergências e semelhanças, embora, na parte anterior desse texto já tenha sido mencionada alguma divergência, mesmo que de forma implícita.

Como foi devidamente explanado acima, a Crise de 1929, teve sua causa imediata, a superprodução de produtos agrícolas e manufaturados devido a ascensão norte-americana no pós-Primeira Guerra. Ainda segundo os economistas da ABK, durante a década de 1930, a população economicamente ativa estava no campo, uma vez atingida essa população houve uma depreciação dos produtos agrícolas culminando no inicio da grande Crise de 1929. Somado á essas causas, o governo norte-americano, além de não agilizar em implantar as medidas cabíveis também não usou de medidas agressivas. Na verdade, a Grande Depressão de 1929, não foi solucionada com a intervenção estatal através do programa usado pelos Estados Unidos do New Deal, mas, sobretudo, com o advento da Segunda Grande Guerra, visto que, segundo Hobsbawm, o surgimento de indústrias bélicas, sobretudo, na Alemanha ocupou o exército de mão-de-obra ociosa.

Contudo, um dos pontos importante destacados pelos economistas da ABK foi que crise de 1929 gerou uma desregulamentação na economia real, enquanto a de 2008 interferiu apenas na desregulamentação do setor financeiro. Para tais economistas o primeiro acontecimento é mais grave que o segundo.

Ambas as crises tiveram inicio nos Estados Unidos, porém, com causas diferenciadas, uma vez que a crise atual teve inicio no setor imobiliário, a famosa bolha imobiliária, como foi esclarecido na última citação acima.

O avanço do neoliberalismo somado a grande globalização também explicam porque uma crise imobiliária e local possa alcançar grandes dimensões:

“A novidade na crise atual é que temos uma crise das finanças desregulamentadas, ou seja, um mundo “livre”, de crescente globalização das relações financeiras entre países e de complacência com vários instrumentos financeiros sofisticados. Somente isto explica porque uma crise em um sub-segmento do setor imobiliário norte-americano (subprime) acabe resultando em uma crise financeira mundial de grandes proporções.” (P.3)

 

Porém, por outro lado, segundo alguns economistas, a mesma globalização e a crescente agilidade no setor da informática deram aos governos a possibilidade de agir rapidamente e tomar medidas mais bruscas contra a crise. Assim, o Estado sempre entrará em cena sempre que o capitalismo necessitar da sua mão. Nesse contexto, vamos sempre nos deparar com uma peleja que já perdura por décadas, as ideologias neoliberais e kenesianas.

Afora o local de origem da crise, os Estados Unidos, os economistas não vêem grandes semelhanças entre as duas crises, assim, assegura Rollemberg:

“Certamente com cicatrizes para os Estados Unidos e com prejuízos para todos, inclusive cerca de dois anos de recessão. Mas não teremos nada parecido com a depressão dos anos 1930, porque, naquela época, o governo norte-americano demorou quase quatro anos para agir. Agora, usando instrumentos keynesianos e pragmáticos, não apenas o governo dos Estados Unidos, mas todos os governos relevantes financeiramente estão agindo imediatamente, e com força.” (P.6)


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

HOBSBAWN, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. Traduzido por Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

MAGALHÃES FILHO, Francisco de B. B. de. História econômica. 12ª edição. São Paulo. Saraiva, 1991

KEYNESIANA, Associação Brasileira. Dossiê da Crise. Novembro de 2008. Disponível em: http://www.ppge.ufrgs.br/akb. Acessado em: 14 abril 2010.



Economia
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
13:06

PT de Sergipe divulga nota de repúdio a jornalista e solidariedade ao governador

NOTA DE REPÚDIO

 

No último dia 21 a sociedade aracajuana assistiu perplexa a atitude grosseira e incivilizada com que o jornalista Carlos Batalha, em seu programa na TV Cidade, canal de televisão fechada de nossa capital, se referiu ao governador do estado, o senhor Marcelo Déda, usando linguagem desrespeitosa, vulgar e de baixo calão.

 

Ao insultar o governador de Sergipe, o jornalista Batalha agride aos sergipanos, povo de índole ordeira, bem-educada e pacífica. Seu linguajar desprezível, além de ser um atentado a liberdade de expressão, que pressupõe responsabilidade e regras de conduta, simboliza um estilo de oposição odiosa, virulenta, antidemocrática e revela um tipo que não tem preparo para conviver na democracia.

 

Desse modo, o Partido dos Trabalhadores, PT, por entender que o fato ultrapassou todos os limites da ética jornalística, vem a público repudiar o gesto grotesco do referido comunicador e solidarizar-se com o governador Marcelo Déda e sua família. Entendemos que não há espaço na política sergipana para esse tipo de comportamento, que mais revela desespero e despeita pelo modo correto, sério, responsável e realizador com que o governador conduz a administração estadual, legando a Sergipe um conjunto de obras e serviços que vem transformando o nosso Estado - colocando-o numa posição de destaque no cenário nordestino e brasileiro- e trazendo mais qualidade de vida para a nossa população.

 

O PT reafirma seu compromisso permanente na defesa do estado democrático de direito, do respeito às autoridades constituídas e as instituições democráticas do no país, alerta aos meios de comunicação para o prejuízo desse tipo de conduta e convoca toda a sociedade a repudiar essas manifestações de desrespeito.

 

Partido dos Trabalhadores

Diretório Regional de Sergipe

Política
Com.: 6
Por Eugênio Nascimento
24/09
10:15

Temendo a morte, radialista foge de SE


O radialista Wilton Andrade e família saíram do estado de Sergipe com medo de morrerem. Os amigos dizem que  a morosidade das investigações e corporativismo faz com que a impunidade reine, Wilton diz: já se passaram mais de 09 meses e nada se apura, o que parece ser uma brincadeira com as vidas das pessoas, minha vida e da minha família, toda destruída por esse sistema sem rumo. Estamos partindo do nosso estado, deixando as lembranças de uma historia de compromisso com a verdade." O radialista  foi alvo de um atentado e con seguiu escapar vivo. A denúncia do caso está sendo encaminhado para Anistia Internacional.


Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
10:11

Sergipe é palco do 5° Pro Tork Brasileiro de MotoCross

Aracaju é o palco da disputa brasileira de motocross



Começou ontem, sexta-feira, 24.09, a 5° etapa do Campeonato Brasil Nordeste do Pro Tork de MotoCross, que será realizado durante este final de semana no motódromo Jurinha Lobão, na Orla de Atalaia, em Aracaju. O evento, que conta com o apoio do Governo do Estado, através das Secretarias de Turismo (Setur) e do Esporte e do Lazer (Seel), já atrai visitantes, curiosos e desportistas sergipanos que estão prestigiando as provas.


Para o secretário de Turismo, Elber Batalha, um acontecimento desta magnitude só mostra que Sergipe é um estado preparado para recebe eventos de qualquer tipo de segmento. "A Setur apoia eventos deste porte por acreditar que é importante mostrar que somos capazes de realizar não só campeonatos regionais, como também competições internacionais. É bom frisar que com isso ganha o esporte sergipano e todos que fazem o turismo do estado, como os hotéis, restaurantes, agências e até os pequenos comerciantes", ressalta.

 

Atualmente já há mais de 80 praticantes desse tipo de modalidade, o destaque regional vai para os pilotos sergipanos Rodrigo Lama e Lucas de Almeida.  Ambos são atletas da capital e participam das categorias MX1, MX2 e 65cc. Rodrigo é campeão brasileiro 2008 na categoria 85 cc., o que mostra que Sergipe vem ganhando notoriedade no esporte em todo Brasil. Mas quem vem acelerando em busca de mais um campeonato é o piloto de Santa Catarina, grande vencedor do MX4, Milton Becker (o Jubinho), quinze vezes campeão. "Espero andar bem nessa nova fase do campeonato e conseguir o meu objetivo que é vencer pela 16° vez. Se isso acontecer aqui em Sergipe no meio deste cenário fantástico ficarei realizado". Para o secretário do Esporte e do Lazer, Maurício Pimentel, o campeonato abre as portas da mídia para mostrar a beleza da nossa Orla. "Estamos recebendo os maiores nomes do motocross  no Brasil e toda a imprensa  que ficaram encantados com  a modernidade da pista de motocross que é à beira mar", comentou Pimentel. 


Campeonato


O Campeonato Brasil Nordeste de Motocross começou com treinos livres na manhã de sexta. No sábado, 24, pela manhã houve treinos oficiais, inclusive com as tomadas de tempo para definição do grid de largada. No domingo todas as provas da elite serão disputadas.

 

Confira a programação da etapa de Aracaju:

 

Sábado - 24/09
Treinos Livres
Das 9h30 às 9h50 - MX3
Das 10h às 10h15 - 230cc
Das 10h25 às 10h40 - 65cc
Das 10h50 às 11h10 - MX2
Das 11h20 às 11h35 - MX4
Das 11h45 às 12h - 85cc
Das 12h10 às 12h30 - MX1

Treinos Cronometrados
Das 13h40 às 14h - MX3
Das 14h10 às 14h25 - 230cc
Das 14h35 às 14h50 - 65cc
Das 15h00 às 15h20 - MX2
Das 15h30 às 15h45 - MX4
Das 15h55 às 16h10 - 85cc
Das 16h20 às 16h40 - MX1

Provas
Das 17h15 às 17h30 - 65cc
Das 17h35 às 17h55 - 85cc

Domingo - 25/09
Warm Up
Das 8h20 às 8h30 - MX3
Das 8h40 às 8h50 - 230cc
Das 9h às 9h10 - 65cc
Das 9h20 às 9h30 - MX2
Das 9h40 às 9h50 - MX4
Das 10h às 10h10 - 85cc
Das 10h20 às 10h30 - MX1

11h – Abertura oficial
Provas
11h20 - MX3
12h00 - 230cc
12h50 - 65cc
13h40 - MX2
14h40 - MX4
15h30 - 85cc
16h10 - MX1

 



Esportes
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
06:55

Grupo de trabalho discute o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração do Estado


Aconteceu na tarde desta sexta-feira, 23, no Palácio dos Despachos, a primeira reunião da comissão de trabalho constituída pelo governador Marcelo Déda com a finalidade de elaborar o novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores públicos civis da administração estadual.

O grupo foi criado pelo chefe do Executivo estadual por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta. Sua meta é estabelecer um PCCR compatível com a ordem constitucional vigente, os interesses dos servidores públicos e as disponibilidades financeiras do Estado.

"Nesta primeira reunião do grupo de trabalho constituído pelo governador, nós traçamos internamente as metas que serão desenvolvidas buscando tomarmos conhecimento e dar conhecimento a todos os demais membros que compõem esse grupo de trabalho do estudo prévio elaborado pela consultoria da empresa Deloitte", antecipou o secretário de Estado da Casa Civil, Jorge Alberto.

Além dele, também integram a comissão o subsecretário de Estado da Articulação com os Movimentos Sociais e Sindicais, Francisco dos Santos; o procurador-geral do Estado, Márcio Leite de Rezende; o secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, José de Oliveira Júnior; o secretário de Estado da Fazenda, João Andrade Vieira da Silva; e o secretário de Estado de Governo, Francisco Dantas.

Conforme o decreto do governador Marcelo Déda, o grupo terá um prazo de 90 dias para conclusão dos trabalhos. Em seguida, os representantes sindicais dos servidores serão convidados para iniciar negociação. "Nesse período, faremos internamente um diagnóstico e levaremos ao conhecimento do governador para que, a partir daí, passemos às discussões com os sindicatos que compõem as carreiras da tabela da administração geral", acrescentou o secretário da Casa Civil. (Da assessoria)




Política
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Por Eugênio Nascimento
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