24/09
20:39

Jackson Barreto recebe arcebispo da Arquidiocese de Aracaju

 

O governador em exercício Jackson Barreto, recebeu na manhã de terça-feira, 24, no Palácio de Veraneio, o arcebispo da Arquidiocese de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa. A visita do arcebispo teve o objetivo de convidar o governador em exercício para participar da recepção do núncio apostólico Giovanni D’Aniello, representante do Papa Francisco e embaixador da Santa Sé no Brasil e do 19º aniversário do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, que será comemorado com uma missa campal na sede do Seminário, que está localizado no bairro Lamarão, em Aracaju. A missa será presidida por Giovanni D’Aniello. Jackson Barreto confirmou ao arcebispo Dom José Palmira Lessa que participará da recepção de chegada de D’Aniello, no dia 6 de outubro, às 16h, no aeroporto Santa Maria, em Aracaju, bem como da missa campal.  “Colocamos o Governo do Estado à disposição no sentido de não apenas recepcioná-lo, mas também oferecer apoio por meio dos órgãos estaduais, pois não estamos recebendo apenas um líder religioso, mas um embaixador da Santa Sé”, observou Jackson Barreto.  (Da assessoria)

Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
20:30

Economista Ricardo Lacerda é o mais novo cidadão sergipano

 

Foto: Agência Alese

Click para ampliar

 


Foto: Agência Alese

Click para ampliar

 

A Assembleia Legislativa realizou sessão especial nesta segunda-feira, 24, para homenagear o economista e professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Ricardo Lacerda. O assessor do governo do Estado foi agraciado com uma das maiores honrarias do Legislativo Estadual, o ‘Título de Cidadão Sergipano’, concedido através de uma proposta de autoria do deputado estadual Francisco Gualberto.

A solenidade foi prestigiada pelo governador de Sergipe em exercício, Jackson Barreto, secretários de Estado, parentes e amigos de Lacerda.


Ricardo Lacerda, emocionado com a homenagem prestada pelo parlamento, disse em seu discurso que era grato pela honraria concedida e que tinha “orgulho de aqui morar e agora ser reconhecido como sergipano”. O economista narrou sua trajetória em Sergipe e agradeceu pelo acolhimento dado pelos sergipanos. Ao autor da proposta, Francisco Gualberto, Ricardo destacou os momentos que aqui viveu e agradeceu pelo gesto de carinho do parlamentar. 


Ricardo Lacerda chegou a Sergipe em 1984 após a aprovação em concurso público para professor da UFS. Nasceu em Recife, Pernambuco. Foi presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (Fapese), é professor efetivo do Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe desde 1984. É membro do Conselho Superior da instituição, doutor em Política Econômica pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autor de diversos livros e artigos científicos sobre a economia sergipana.


Na UFS, já atuou como pró-reitor de Administração (1992-1996), coordenador do Núcleo de Pós-Graduação em Economia - Nupec (2001), diretor do Centro de Atividades de Extensão - Cecac (2004-2006). É autor de diversos estudos sobre a economia nordestina e sergipana. Uma de suas principais obras é o livro ‘Economia Sergipana Contemporânea’, que mostra os diversos cenários econômicos do estado desde 1970 até 2010.


Francisco Gualberto destacou em seu discurso a importância de Ricardo Lacerda para Sergipe e para a economia do Estado. “Se ele tivesse cumprido somente esse papel em Sergipe, já justificaria o título de cidadão. Mas ele foi muito além. Trata-se de um dos maiores pesquisadores da economia sergipana, inclusive com várias publicações”. O deputado disse ainda que o economista “se fez sergipano com suas ações. Soube conquistar esse título. Inclusive é uma pessoa que não se omite da vida política de Sergipe. Atualmente compõe a equipe econômica do nosso governo”, observou. (Da assessoria)

 

 


Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
13:59

Doente, bispo se afasta da Diocese de Estância

No último domingo, dia 22, Dom Marco Eugênio, bispo da Diocese de Estância, ao final da Missa das 7h30 na Igreja da Santa Cruz,  que  foi transmitida pela Rádio Esperança, anunciou que está se afastando da Diocese. Em seu comunicado revelou que adotou essa posição por questões de doença. Ele solicitou uma licença a Santa Sé de três meses para tratamento e recuperação de sua saúde, pois não estava tendo condições físicas para atuar como pastor em sua Diocese. Também em seu pronunciamento, o mesmo disse que após a licença estará indo para outra Diocese, entretanto, não informou qual seria a Diocese e nem tão pouco quem será seu substituto.

Dom Marco Eugênio foi sagrado Bispo em 16 de julho de 2003 e imediatamente assumiu seu pastoreio como o 3º Bispo da Diocese de Estância em substituição a Dom Hildebrando Mendes Costa. Durante os dez anos que ficou como pastor da Diocese de Estância criou várias paróquias e procurou desenvolver um trabalho em busca de novos vocacionados e também valorizou os movimentos e pastorais. Também foi um pastor que se fez presentes em todos os recantos da Diocese,  visitando as comunidades, mesmo assim aconteceram alguns fatos que foram necessários algumas medidas enérgicas de sua parte como pastor, conforme determina as normas da Igreja que não agradou alguns sacerdotes e leigos. (Por Jcruz)



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
13:53

LEIA A ÍNTEGRA - Ricardo Lacerda destaca Cidadania Sergipana em discurso

DISCURSO PROFERIDO DURANTE A SESSÃO DE CONCESSÃO DO TÍTULO DE CIDADÃO PELA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SERGIPE

Quero iniciar essa breve manifestação dizendo da minha alegria e da honra com que recebo o título de Cidadão Sergipano concedido pelo Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe.

Recebo o título como um reconhecimento por ter desenvolvido toda a vida profissional aqui no estado de Sergipe, visto que saí do Recife com apenas 22 anos de idade para completar minha formação acadêmica na Universidade Estadual de Campinas e, depois de um ano de trabalho no governo federal, em Brasília, fiz de Aracaju minha residência definitiva.

Recebo o título também como um cidadão que, ao longo dos últimos 29 anos, cultivou amizades dentro e fora da Universidade Federal de Sergipe, que será sempre minha casa; um cidadão que se relacionou de forma fraterna e construtiva com técnicos do estado, participou dos debates públicos e, por assim dizer, enraizou-se de tal forma em Sergipe que a maioria das pessoas não o imagina como tendo nascido em outro estado.

Recebo o título de cidadão sergipano, como alguém que aqui criou suas duas filhas, e mantém um casamento de 30 anos com Ana Cristina, a quem tudo devo; Ana Cristina que é meu lastro, com quem entrelacei minha vida de tal forma que é impossível distinguir uma vida da outra.

...

Nessa ocasião especial devo, sobretudo, agradecer. Agradecer em primeiro lugar ao deputado Francisco Gaulberto que apresentou a propositura de concessão do título de cidadão sergipano que agora recebo. Sinto-me especialmente honrado por ter sido Francisco Gualberto o propositor da concessão do título.

Deputado guerreiro, dos quadros do meu partido, o Partido dos Trabalhadores, que representa com raro brilhantismo as causas populares. Gualberto tem se sobressaído como um autêntico representante do povo, que enfrenta diariamente, aqui nessa assembléia, com perspicácia e notável desempenho, os debates que são suscitados pelo encaminhamento de uma nova agenda de desenvolvimento, uma agenda transformadora para o estado de Sergipe.

Devo agradecer muito especialmente ao Governador Marcelo Déda. Agradecer pela oportunidade de participar do seu governo, em um primeiro momento auxiliando o meu amigo Jorge Santana a definir as linhas de atuação da secretaria de desenvolvimento, e em um segundo momento, de forma mais orgânica, quando o ex-aluno e amigo já por mais de duas décadas, Oliveira Júnior, me convidou para montar na Casa Civil uma assessoria econômica direta ao Governador.

Não fosse o estímulo direto do Governador Marcelo Déda, que desde o início ficou empolgado com as informações que eu lhe trazia sobre os números e as transformações que vinham ocorrendo no seu governo, indicadores que comprovavam por A mais B os avanços sociais e econômicos do estado, eu não teria nem criado o portal Cenários de Desenvolvimento, nem teria elaborado o livro Economia Sergipana Contemporânea.

Muito diretamente o Governador me aconselhou a criar uma pagina na internet para divulgar os resultados que eu vinha colhendo na tarefa de esquadrinhar as transformações econômicas e sociais de Sergipe nesse início de século XXI.

Nesse momento de provação por que vem passando o Governador Marcelo Déda, quero reiterar a honra de participar do seu governo e a estima pessoal que aprendi a cultivar na convivência com ele. Sou testemunha diária de que, acima de tudo, Marcelo Déda é um governante de conduta ética irrepreensível, que nunca deixou de se guiar senão pelos mais legítimos interesses da cidadania sergipana e pelo compromisso com o presente e futuro da gente sergipana.

Quero agradecer ao Governador em Exercício Jackson Barreto, a quem caberá conduzir no próximo pleito a bandeira da transformação econômica e social de Sergipe.

Pela sua história de luta, pelo seu exemplo nos anos de resistência ao regime militar e pela própria experiência à frente da prefeitura de Aracaju, quando executou de forma pioneira em nosso estado uma gestão de caráter popular, voltada ao atendimento das camadas mais pobres da população, Jackson Barreto tem o desafio de aprofundar as conquistas sociais, enfrentar os interesses oligárquicos e corporativos, e edificar mais um degrau na construção de um desenvolvimento inclusivo em Sergipe.

Quero agradecer a cada um dos presentes, alunos, ex-alunos, colegas de trabalho que se tornaram amigos, pela prova de estima e consideração em estar comparecendo a esse ato solene de grande significado para mim.

II-

Vim a Sergipe pela primeira vez em abril de 1984, para participar, ao lado de César Bolaño, do concurso de professor efetivo da Universidade Federal de Sergipe. Me acolheu em sua casa, no município de Estância, o meu colega do curso de mestrado de economia da Unicamp e já amigo desde então, professor José Manuel Pinto Alvelos, único responsável por eu ter redirecionado minha vida para as terras sergipanas.

Enquanto me dedicava ao concurso, acompanhava com um misto de preocupação e de euforia, as jornadas democráticas que em Brasília ocupavam a esplanada do ministério exigindo eleições diretas para presidente, enfrentando as tropas comandadas pelo general Newton Cruz montado em seu cavalo branco.

Vim residir em Aracaju, no início de agosto de 1984, já como integrante do quadro docente da Universidade Federal de Sergipe.

Natural de Recife, metrópole regional de grande tradição cultural, fruto da civilização do açúcar, mas fortemente marcada pelas desigualdades, pelos seus sobrados e seus mocambos, via a Aracaju da época, com seus poucos mais de 300 mil habitantes, como algo completamente novo.

Se estranhava o comércio relativamente pouco desenvolvido da capital na época, me impactava a vista das torres das plataformas de petróleo na Atalaia. Mas o que me impressionava particularmente era que a cidade não tinha favelas, não havia os trombadinhas sempre presentes no centro de Recife; não havia pedintes nos semáforos.

Não nego que sofria com saudades da família, dos meus pais e de seis irmãos que deixei em Recife. Mas o acolhimento que tive em Sergipe somente reflete a grandeza de alma do seu povo, e da alma do povo nordestino, pois desde o início convivi com os sergipanos da gema, mas também com baianos, pernambucanos, cearenses e até com paulistas e portugueses que aqui residiam e que souberam se tornar sergipanos.

Não é possível, sob risco de cansá-los demasiadamente, reconstruir as amizades que fui tecendo, inicialmente com colegas e alunos da Universidade Federal de Sergipe, e com o tempo estendendo as relações em direção ao corpo técnico do estado e com aqueles que assumiam mais diretamente os enfrentamentos da luta social e se entregavam de corpo e alma nas tarefas de redemocratizar o país e de lutar para construir um Brasil menos injusto.

Mas não posso deixar de mencionar as amizades construídas nesses primeiros anos de adaptação. Além do professor Alvelos e de César Bolaño, aos quais já me referi, cabe mencionar Josué Modesto, que hospedou a mim e a César Bolaño até que pudéssemos alugar nossas próprias residências. Josué, com quem construí uma relação de amizade e de confiança mútua, calcada em uma visão de mundo comum.

Foram fundamentais nesses primeiros anos, Claudete Sampaio e Augusto Sá, Rivanda e Flávio Teixeira, Jenny Dantas, e Tadeu e Conceição Rebouças. Eles formaram desde então a minha família sergipana.

A eles, nenhum agradecimento é suficiente. Mas por dever de justiça devo fazer menção especial a Tadeu e Conceição Rebouças que, por anos, acolheram minha família como se fosse a sua própria família.

Novas amizades foram sendo construídas. Logo conheci o professor Ibarê e a Professora Beatriz Dantas, que ampliaram o núcleo original de minha família sergipana.

Ampararam-nos fraternalmente as famílias de Aristóteles Primo e a do Dr. José Leite Primo, cujos laços com a família de minha esposa muito nos ajudaram nesse período de adaptação.

Com o tempo, ex-alunos se tornaram colegas e amigos fraternos, como Elmer Nascimento, Ricardo Santana e José Roberto de Lima. E na medida em que eu ampliava as relações dentro e fora da universidade fui firmando novas amizades, relações de confiança alicerçadas em lutas comuns como as estabelecidas com Arivaldo Montalvão Filho, Nilton Pedro da Silva, Ruy Belém, e com Conceição Almeida, minha querida amiga professora de Serviço Social, que ao lado de Elza Barreto e Isaura Sobral me abriram os olhos para questões que a simples visão econômica não dava conta.

Tive minha primeira oportunidade na gestão de políticas públicas na administração do reitor Luiz Hermínio, com aprendizado notável sobre a importância de construir um espírito de equipe para poder alcançar objetivos estabelecidos em um projeto coletivo.

Nesse período firmei amizades extraordinárias com os colegas, a exemplo de Wellington Costa e José Paulino da Silva.

Mais recentemente, alargou-se o círculo de amigos mais próximos com fortalecimento da amizade com Dean Hassen, Ângelo Antonioli, Eugênio Nascimento, Rodrigo Rocha, Jorge Carvalho, Rosalvo Santos, Gilvan Santos, Tarcísio Santos, Ulisses Pereira, Sudanês Pereira e Saumíneo Nascimento, entre outros.

Para a nossa alegria, o núcleo familiar se ampliou recentemente pelos laços estabelecidos por milhas filhas com as famílias de Fernando Secundo e Carlos Alberto Chaves.

Corro risco ao anunciar esses nomes, porque muitos outros amigos deixaram de ser citados.

....

Nesses 29 anos de Sergipe, o Brasil e Sergipe, em particular, mudaram. O regime militar desmoronou, uma democracia infante mas pujante vem sendo construída.

Construímos com a constituição de 1988 a normalização institucional do país e escrevemos na nossa carta-mãe um conjunto de princípios democráticos que desde então serve de guia à vida nacional.

É notável a constituição de 1988. Acusada pelos conservadores como tendo criado uma país ingovernável, a constituição brasileira não é apenas um documento impresso, mas o registro do compromisso nacional de construir uma nação una, solidária, que tem por objetivo maior superar as desigualdades sociais e regionais que estilhaçam nosso país.

Os anos noventa foram marcados pela estabilização da economia, com o controle inflacionário. Mas marcaram também um desvio de rota no desenvolvimento brasileiro, por sua entrega aos desígnios de mercado.

Desvio esse somente corrigido pelas mãos do presidente- operário, Luiz Ignácio Lula da Silva, que a história saberá reconhecer como o líder que soube reconciliar o Brasil consigo mesmo, empreendendo uma tarefa hercúlea de integrar os excluídos e estabelecer em novas bases o desenvolvimento nacional.

Não quero cansá-los ainda mais, me estendendo demasiadamente nessa singela fala. Quero apenas registrar minha confiança de que o Brasil e Sergipe vêm construindo de forma sólida as bases de um desenvolvimento mais justo.

E é gratificante pessoalmente ter vivido esse tempo de transformação social e de início da construção de um país verdadeiramente democrático.

Eu, garoto, que via saltarem das ruas de Recife para os meus olhos as mais brutais injustiças da vida brasileira, me considero privilegiado ao constatar que por mais longo que ainda seja o caminho a trilhar, o Brasil tem hoje todas as condições de enfrentar os seus problemas mais fundamentais.

Confesso que 15 anos atrás eu não guardava o mesmo sentimento de confiança e de esperança.

Renovo meus agradecimentos ao deputado Francisco Gaulberto, não apenas pela indicação para receber a presente honraria, mas como reconhecimento de sua luta política.

Quero agradecer à deputada Angélica Guimarães, que preside com espírito público a Assembleia Legislativa do nosso estado, e sobretudo agradecer a todos os que vieram prestigiar com suas presenças esse ato.

Quero agradecer novamente a minha esposa Ana Cristina e a minhas filhas Marília e Luíza por terem feito de mim uma pessoa feliz. E agradecer aos meus genros Lucas Secundo e Carlos Lordelo por fazerem parte das nossas vidas.

Há muito anos que já me considero sergipano de coração. Hoje, com a concessão do presente título pela Assembleia Legislativa, me torno cidadão sergipano de fato e de direito. Muito obrigado a todos.


Aracaju 23 de setembro de 2013



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/09
13:05

Perdeu pênalti mas marcou de bicicleta

 

Multimídia
Com.: 0
Por Kleber Santos
24/09
08:57

Novo aeroporto de Aracaju é apresentado ao prefeito

Os projetos aprovados para a reforma e ampliação do aeroporto de Aracaju foram objetos de análise do prefeito João Alves Filho, na tarde de hoje, 23, em seu gabinete no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos. As obras, orçadas em cerca de R$ 300 milhões, foram apresentadas pelo superintendente Regional da Infraero, José Cassiano Ferreira, e sua equipe técnica. De acordo com o superintendente, as obras serão iniciadas em 18 de outubro deste ano.

João Alves parabenizou o governador Marcelo Déda por ter iniciado a obra e autorizado o projeto da Infraero. "Essa é uma obra muito importante. Atualmente a estação de passageiros do aeroporto tem cerca de 10 mil m². Com a ampliação passará a ter 36 mil m², ou seja, quase quatro vezes mais", enalteceu João Alves.

"Com a reforma e ampliação o novo aeroporto poderá receber aviões de grande porte como o 747, contará também com áreas de garantia, além de ser concebida dentro da visão mais moderna da aviação comercial. Nós estamos colaborando, no que for possível, para que essas obras se realizem", reforçou o prefeito.

De acordo com José Cassiano, as obras começarão ainda esse ano. "São obras vultosas no valor de mais de R$ 300 milhões, onde algumas licitações já foram contratadas e começarão em 18 de outubro. O novo aeroporto contará com mais dez posições de estacionamento de aeronaves, cinco pontos de embarque, ampliação em 570 m da pista de pouso".

Lixão

A reforma e ampliação do aeroporto apenas foi possível graças à retirada do lixão que existia no entorno do aeroporto Santa Maria. Em dois meses à frente da gestão municipal, o prefeito João Alves acabou com o lixão, que prejudicava o tráfego de aeronaves colocando em risco a vida de milhares de pessoas.

"A Infraero tinha um pleito desde a época que fui governador pela primeira vez. Agora, a obra poderá ser realizada, já que conseguimos retirar o lixão em 60 dias à frente da gestão municipal. O grande agravante dessa situação, e motivo de preocupação, era a presença de urubus que, entrando na turbina da aeronave, poderia derrubar um avião de passageiros. Não corremos mais esse risco", garante o prefeito.

Avenida Juscelino Kubitschek

A construção da nova avenida Juscelino Kubitschek será mais uma opção de acesso para os cidadãos ao aeroporto. A JK terá corredor exclusivo para o BRT e, de acordo com o prefeito, a população poderá utilizar o novo sistema de transporte para ter acesso ao aeroporto.

"A JK vai passar ao lado do aeroporto e com as obras que o Governo do Estado está fazendo, poderemos interligar as vias de acesso. As pessoas que vierem do interior do estado não precisarão transitar mais pela cidade para ir ao aeroporto. A avenida JK vai cortar 22 bairros de Aracaju beneficiando quase 50% da população", garantiu João Alves.

João Alves ainda destacou que, em relação ao impacto econômico dessa obra, existe a possibilidade de crescimento no entorno do novo aeroporto. "Frankfurt, por exemplo, a base da economia vive em função do aeroporto. Cabe a nós, enquanto Prefeitura e Governo do Estado, sabermos maximizar as vantagens que existe em possuir um aeroporto desse porte".

Da assessoria
Foto: Ana Lícia Menezes


Variedades
Com.: 0
Por Kleber Santos
24/09
08:54

Reforma da antiga Alfândega enriquece paisagismo do Centro


Valorizar o patrimônio cultural material e imaterial de Aracaju, preservando e restaurando prédios públicos onde conservem manifestações artísticas, respeitando a diversidade cultural e gerando uma cadeia produtiva que ganha desde o prestígio local, até o reconhecimento no cenário nacional. Com esse objetivo, a Prefeitura de Aracaju transforma o prédio da antiga Alfândega em um novo Centro Cultural.

A obra, orçada em cerca de R$ 2,8 milhões, reordenará as instalações internas do prédio e terá espaço para o comércio de artesanato, hall para exposição, sala de cinema com capacidade para 100 lugares, espaço de apresentação de peças teatrais e um cybercafé. O projeto faz parte do Programa Integrado de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social, de acordo com a legislação brasileira de valorização patrimonial e cultural.

Profissionais da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) trabalham na restauração do prédio e preservando algumas estruturas e pinturas originais. Na manhã desta segunda-feira, 23, foram feitos reparos na rede elétrica, além de trabalhos de pinturas e acabamentos.

Paisagismo

O novo Centro Cultural também vai enriquecer o conjunto urbanístico e arquitetônico da região central da capital, localizada em uma área com vários prédios construídos ao longo dos séculos, próximo ao estuário do rio Sergipe, e do antigo Terminal Hidroviário. Com isso, aracajuanos e visitantes poderão desfrutar de belas paisagens e guardar na memória.

História

Considerado um dos prédios mais antigos da cidade, a Alfândega foi construída na segunda metade do século XIX. Depois de alguns anos, já na metade do século XX, o prédio passou a ser da Receita Federal, sendo desativada no final do mesmo século. Em 2003, o Governo do Estado tombou através do decreto lei nº 21.765, sendo o edifício transferido da União para a administração municipal dois anos depois.

Da assessoria

Foto: Ascom/Emurb


Variedades
Com.: 0
Por Kleber Santos
24/09
06:45

Professores de Ilha das Flores estão há 22 dias de greve

 

 

Click para ampliar

 

Na manhã desta segunda-feira, 23, a deputada estadual Ana Lúcia (PT) esteve em reunião com os professores e professoras da rede estadual de Ilha das Flores que estão em greve desde o dia 4, devido à retirada de seus direitos.

 

Os professores reivindicam que seja cumprido o reajuste do piso que não é cumprido desde janeiro, o salário de dezembro de 2012 que não foi pago, e nem o 13º, o pagamento de 1/3 e de 1/6 das férias, referentes aos meses de janeiro e julho de 2013, que a prefeitura volte a pagar a gratificação dos professores por titulação, que há oito meses estão sem recebê-la.

 

Além disso, eles pleiteiam reformas nas escolas quem estão em sua maioria sucateadas, regularidade e qualidade na merenda escolar e melhores condições de trabalho para os professores.

 

Os educadores que lutam pela garantia de seus direitos reclamam das perseguições aos professores que aderiram a greve, apenas 8 furaram, a deputada estadual e professora garantiu acompanhar essa luta e marcar uma audiência com o prefeito, afim de discutir a situação dos docentes. (Da assessoria)

 


Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
Primeira « Anterior « 1 2 3 4 5 6 7 8 9 » Próxima » Última

Enquete


Categorias

Arquivos