26/09
14:12

Consumo de energia elétrica em Sergipe aumentou 3,6%, em agosto

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Energisa, (que gera e distribui energia para 63 municípios sergipanos, alcançando 96% do território do estado), constatou que o consumo total de energia elétrica no estado chegou a 189,9 Gigawatts-hora (Gwh), em agosto deste ano.

Em termos relativos, o consumo total de energia elétrica foi 3,6% maior do que o consumido em agosto de 2015. Em relação ao mês anterior, julho do ano corrente, houve alta de 1,8%.

Nos primeiros oito meses do ano, o consumo de energia elétrica no estado situou-se 1,9% abaixo do volume consumido no mesmo período do ano passado.
 
Consumo por setor em Agosto/2016
O consumo nas residências da área atendida pela Energisa chegou a 78,2 Gwh, registrando alta de 6,4% em relação a agosto do ano passado. Porém, em relação ao mês imediatamente anterior, julho último, houve retração de 2,2%. De janeiro a agosto deste ano, o consumo subiu 1,3%.

Na indústria, o consumo (incluindo mercado cativo e livre) totalizou 69,6 Gwh, marcando retração de 9,7%, quando comparado ao consumo registrado em agosto de 2015. No entanto, quando comparado com julho último, manteve-se praticamente inalterado, com leve alta de 0,1%. Nos oito primeiros meses do ano, o consumo industrial de energia elétrica recuou 15,7%.

Para o comércio, o consumo no mercado cativo ficou em 39,6 Gwh, recuando 0,4% em relação ao mesmo mês de 2015.  Porém, quando comparado com o mês imediatamente anterior, verificou-se alta de 3%. De janeiro a agosto, o consumo caiu 3,9%.

No campo foram consumidos 8,1 Gwh, em agosto do ano corrente, sendo 36,8% maior que em agosto de 2015. Quando comparado com o sétimo mês do ano corrente, também notou-se elevação, com alta de 39,5%.

Unicom/FIES


Economia
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Por Kleber Santos
25/09
18:36

A UFS e o Novo Ranking das Universidades Brasileiras

Angelo Roberto Antoniolli
Reitor da UFS

    Fazendo uso mais uma vez do espaço que, gentilmente, nos é concedido pelo JORNAL DA CIDADE, trazemos a lume uma ligeira avaliação do resultado do Ranking das Universidades públicas e privadas brasileiras, publicado na semana finda pelo jornal “Folha de São Paulo”. A publicação citada é chamada de RUF.

O RUF (Ranking Universitário da Folha) é uma avaliação anual do ensino superior do Brasil feita pela “Folha” desde 2012. Na edição de 2016 há dois produtos principais: o ranking de universidades e os rankings de cursos. No ranking de universidades estão classificadas as 195 universidades brasileiras, públicas e privadas, a partir de cinco indicadores: pesquisa, internacionalização, inovação, ensino e mercado.

Os dados que compõem os indicadores de avaliação do RUF são coletados por uma equipe da “Folha” em bases de patentes brasileiras, em bases de periódicos científicos, em bases do MEC e em pesquisas nacionais de opinião feitas pelo Datafolha.

    Constante tem sido a luta para manter acesa a chama da evolução de uma Instituição de Ensino Superior, especialmente quando ela é pública. Ao longo das décadas, as Universidades públicas têm passado por solavancos, os mais diversos.

    Sabemos quão difícil tem sido levar a bom efeito as ações internas para alavancar todas as faces do ensino superior, especialmente por parte de uma Universidade federal. Nos últimos tempos, a situação econômico-financeira do país tem causado consequências prejudiciais à expansão e ao aprimoramento do ensino, da extensão e da pesquisa. Todavia, ao gestor público cabe buscar os meios para driblar e vencer os obstáculos. É o que temos procurado fazer nos últimos quatro anos. Com sacrifício, com empenho, com o apoio e com o esforço de todos que fazem a Universidade Federal de Sergipe. A todos, professores, técnico-administrativos e terceirizados, nós agradecemos. E aos alunos, para os quais nós voltamos o nosso trabalho diuturno, também dirigimos a nossa palavra de agradecimento porque têm confiado no nosso labor, especialmente para eles dedicado.

    Vamos, então, à posição da Universidade Federal de Sergipe no Ranking Universitário da Folha (RUF). Dentre as 195 Universidades brasileiras, públicas e privadas, a UFS ficou no 36º lugar. Ficamos no 5º lugar dentre as Universidades nordestinas (públicas e privadas) e em 6º lugar dentre as Universidades das regiões Norte/Nordeste (públicas e privadas). E ficamos no 26º lugar dentre todas as 62 Universidades federais brasileiras avaliadas. Somos uma Universidade pequena, funcionando em um estado igualmente pequeno, mas temos o nosso lugar ao sol. A nossa nota geral máxima foi 71,95, enquanto a maior nota foi 97,46 (UFRJ) e a menor foi 2,49 (de uma Universidade particular do Centro-Oeste). Obtivemos o 67º lugar no ensino, o 38º lugar na pesquisa, o 34º lugar no mercado, o 15º lugar na inovação e o 46º lugar na internacionalização.

    Vamos entender como a “Folha” elabora o ranking. A seguir, pontuaremos cada um dos 5 itens que compõem o Ranking.

O item “Qualidade do Ensino” agrega 32 pontos do total de 100 pontos. São considerados três componentes quantificados – proporção de mestres e de doutores no total docentes, proporção de professores em dedicação parcial e integral e desempenho do aluno, calculado com base na nota do Enade – além de pesquisa Datafolha com base em 2.125 entrevistas realizadas em 2014, 2015 e 2016 com docentes qualificados como avaliadores do MEC.
O item “Mercado de Trabalho” agrega 18 pontos. Baseia-se em 5.975 entrevistas realizadas pelo Datafolha em 2014, 2015 e 2016 com profissionais do mercado (de empresas, hospitais, consultórios, escolas e afins).

O item “Internacionalização” agrega 4 pontos. Esse indicador considera, em dois componentes, as citações internacionais recebidas pelos trabalhos acadêmicos das Universidades brasileiras em 2014 e a proporção de publicações em coautoria internacional no total de artigos acadêmicos publicados em 2012 e 2013.

O item “Pesquisa Científica” agrega 42 pontos. Avalia a excelência da pesquisa científica realizada pelas Universidades por meio de sete componentes, como número de trabalhos científicos publicados em 2012 e 2013, quantidade de citações recebidas pelos artigos científicos em 2014 e recursos captados pelas Universidades em agências federais e estaduais de fomento à ciência em 2014.

O item “Inovação” agrega 4 pontos, totalizando, assim, os 100 pontos. Esse item considera os pedidos de patentes das Universidades, de 2005 a 2014.

Uma observação: a Universidade privada nordestina que ficou em melhor situação no Ranking alcançou 60,46 pontos. Trata-se de uma Universidade de outro estado. A segunda Universidade privada nordestina não passou de 48,42 pontos, ou seja, 23,53 pontos abaixo da UFS. O que almejamos é que todas as Universidades, tanto públicas quanto privadas possam melhorar muito mais, sobretudo, na região onde estamos situados. Que todas possam avançar e se aprimorar.

A Universidade Federal de Sergipe terá um desafio muito grande no quadriênio que se seguirá (novembro de 2016-novembro de 2020). Precisamos crescer ainda mais, porém, precisamos, especialmente, melhorar muito mais. Acima dos aspectos quantitativos devem prevalecer os aspectos qualificativos em todos os setores. Trabalharemos com afinco, sempre com o sentimento de pertencimento. A UFS nos pertence. Pertence a toda a comunidade acadêmica (professores, técnico-administrativos, terceirizados e alunos). Pertence à sociedade sergipana. Que todos tenham consciência disso. Inclusive, os que detêm mandatos populares, no Executivo (municipal e estadual) e no Legislativo (municipal, estadual e federal).

A UFS está bem situada no Ranking. Contudo, não nos deixaremos acomodar. Precisamos trabalhar muito mais. E trabalhar muito bem.


Colunas
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Por Kleber Santos
25/09
18:30

Por favor, deixem-me continuar a sorrir

José Lima Santana
Professor do Departamento de Direito da UFS

    Nós brasileiros sempre tivemos bom humor. Sempre gostamos de sorrir. Até de nós mesmos. A alegria nos contagiava. E contagiava a “gringada”, que por aqui passava. Daí, talvez, o nosso gosto pelo bom futebol, pelo carnaval, pelos festejos juninos, no caso mais especial do Nordeste etc. No geral, nós trabalhamos. Não sei se por necessidade e por gosto, conjuntamente, ou se tão somente por necessidade. Porém, nós sempre trabalhamos. E alguns brasileiros sempre trabalharam e trabalham em condições terríveis e com salários aviltantes. Estes dão um duro danado. Sofrem, mas labutam no dia a dia, cavando com suor, com muito suor, o pão de cada dia.

Nos últimos meses, contudo, estão querendo arrancar a fórceps o direito de continuarmos sorrindo, de continuarmos sendo a “cara da alegria”, apesar de tantas dificuldades para viver ou apenas sobreviver. As questões políticas que vivenciamos nos têm dividido em dois grupos antagônicos. Mas, com um antagonismo desvairado, indócil, terrível, que nos cega, que nos torna rivais, e, mais do que isso, “inimigos” (é claro que aqui vai uma dose muito grande de força de expressão) virtuais ou presenciais. O que estão fazendo conosco? O que nós estamos fazendo com nós mesmos? Passamos a ser de um lado, “cochinhas”, e, do outro, “vermelhinhos aloprados”. Eu não quero ser uma coisa nem outra. Eu não sou nem uma coisa nem outra. Afinal, eu não sou coisa. Não quero ser “coisificado”. Eu quero o direito de continuar sorrindo. E quero ver os meus amigos, os meus conhecidos também continuando a sorrir. Que a alegria não nos deixe.

    Há pouco tempo, o futebol passou a nos dividir. Lamentavelmente. As gozações de lado a lado, entre os torcedores de clubes diversos, deram lugar à violência perpetrada pelas famigeradas torcidas organizadas. Ou seja, as arquibancadas e, mais ainda, as ruas, tornaram-se palcos de embates embrutecidos, de derramamento de sangue e de mortes. Esse é um quadro difícil de mudar, mas que precisa ser mudado. Como? Quando? Sabe-se lá! Porém, é preciso mudar.

    Ultimamente, as tensões políticas nos tornaram céticos. Fizeram de nós, no geral, dois grupos de caramujos. Com exceções. Os caramujos se fecham em torno de si mesmos. Nós também nos fechamos. Tornamo-nos intolerantes. Antagônicos. Rivais. De uma rivalidade embrutecida, como as torcidas organizadas dos clubes adversários em cada cidade. Nas torcidas organizadas há, evidentemente, bandidos infiltrados. Disso todos nós o sabemos. Todavia, entre nós, que tomamos posições políticas diferentes, não há bandidos. Há brasileiros que estão perdendo a beleza do sorriso. A grandeza da tolerância. Isso é preocupante. Isso é triste.

    Todos nós, brasileiros e brasileiras, gostamos de política. Em regra. E toda regra tem exceção. Aliás, já falei em exceção lá em cima. Se cada brasileiro é tido como um técnico em futebol, o mesmo pode-se dizer quanto a cada um vir a ser um analista político e, sobretudo, um apaixonado político, por esta ou aquela ideologia, por este ou aquele partido (embora a questão partidária conta muito pouco em face do esfacelamento das nossas agremiações partidárias, a maioria delas perdida no lamaçal do fisiologismo barato e nefasto), e, mais ainda, em face de alguns líderes, que cativam alguns e são desprezados por outros. Em torno de um ou de outro líder político, criou-se uma situação radical: ama-se ou odeia-se. E o ódio está prestes a tomar conta das pessoas. O que estão fazendo conosco? O que estamos permitindo que se faça?

    As ruas estão cheias de pessoas que parecem prontas a se agredir, a qualquer hora. Alguns casos já se têm verificado. Por questões políticas. Questões de preferência. Provavelmente, jamais vivenciamos uma situação tão abominável como a que agora se nos apresenta. A grande mídia tem contribuído para isso. Estamos usando as redes sociais para difundir isso. Líderes políticos carismáticos, que se encontram acuados, com razão ou sem razão, nos instigam a isso, no pro ou no contra. E nós, em grande parte, nos tornamos uma “massa ignara”. Mas, nós não somos uma massa ignara. Não somos. Precisamos reagir a isso. Precisamos descobrir o meio adequado para fugir dessa situação. Afinal, nós não somos “massa de manobra”. Não somos bois a caminho do pasto. Muito menos do matadouro. Somos pessoas. Somos o povo brasileiro. De nós emana todo o poder. Ao menos é o que diz retoricamente a Constituição Federal. Que a retórica se faça valer. De verdade. Quem tem esse poder, tem a força. Não a força bruta. Mas, sim, a força da civilização que venceu a força bruta. Como disse Tobias Barreto, “o Direito é a força que venceu a própria força”. A civilização derrotou a barbárie. Há muito tempo. Que não nos seja permitido retroceder.

    Por favor, deixem-me continuar a sorrir. Não me arranquem o direito à alegria. Que tudo se resolva na forma da Constituição. Do ordenamento jurídico estabelecido. Que as instituições democráticas sejam preservadas. Que a Justiça (a Justiça sem subterfúgios e sem máscaras, sem “pavonismo” e sem fantasias) triunfe. E que a Justiça seja respeitada por todos. Que a impunidade seja varrida. Que o Brasil respire sem os corruptos que lhe aviltam. Os que promovem a corrupção ativa e passiva. De todos os lados. De todos os lados! Que a espada da Justiça caia sobre todos eles. Sem exceção. Sobre esses vermes que sangram os cofres públicos. Que usurpam os direitos do povo a uma vida digna. Que a cidadania se fortaleça. Que a dignidade da pessoa humana chegue às periferias geográficas e às periferias existenciais, como disse o Papa Francisco.

    Permitam-me repetir: por favor, deixem-me continuar a sorrir. E que todos os brasileiros possam voltar a sorrir também. Isto é, que tenhamos, sim, verdadeiros motivos para sorrir. Novamente. E sempre.


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
24/09
12:46

Coluna Primeira Mão

José Roberto assume SergipePrevidência


O governador Jackson Barrerto (PMDB) exonerou Augusto Fábio do cargo de diretor-presidente do SergipePrevidência. e para substitui-lo nomeou o economista e  ex-presidente da Emsetur, José Roberto, professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Desde a sexta-feira passada que José Roberto está sob o comando do cargo. As causas da exoneação de Augusto Fábio não foram divulgadas. Foi dito apenas que ele deixou o cargo “a pedido”.

 

Comissão da Verdade pode ser desativada em Sergipe


Depois se tanto trabalho qjue deu para ser criada e instalada, a Comissão Estadual da Verdade (CEV-SE) corre o risco de ser desativada a qualquer momento. Membros do grupo que apura as denúncias de torturas e perseguições durante o regime militar, que foi implantado no Brasil em 1964, comentam que “se as pressões continuarem, todos os membros vão renunciar”. De onde partem as pressões, não relevaram.

Henri Clay propõe ação contra MP do ensino médio


No Colégio de Presidentes de Seccionais, realizada dia 23, em Maceió (AL), o Presidente da OAB de Sergipe, Henri Clay Andrade, defendeu que a OAB Nacional ajuíze ação direta de inconstitucionalidade contra Medida Provisória editada pelo Presidente Michel Temer, que altera a grade curricular do ensino médio. O Colégio de Presidentes aprovou por unanimidade e o tema será deliberado na próxima sessão do Conselho Federal que ocorrerá no próximo dia 18 de outubro. O fundamento jurídico para a propositura da ação se baseia na ausência do pressuposto constitucional do caráter de urgência para edição da Medida Provisória. " É antidemocrático e inconstitucional modificar a estrutura do ensino sem debate com a sociedade civil. Esse é um modo autocrático de governar em descompasso com a ordem jurídica do estado democrático", enfatizou Henri Clay Andrade.



Debate na TV Sergipe 1


O debate com os candidatos à prefeitura de Aracaju da TV Sergipe será transmitido ao vivo na próxima quinta-feira, 29 de setembro, após a novela Velho Chico. Para a realização do debate, a emissora seguiu orientações definidas pela Rede Globo para todas as afiliadas, seguindo o disposto na lei 9.504/97, alterado recentemente pela lei 13.165/2015, que define como candidatos aptos aqueles filiados a partidos políticos com representação superior a nove parlamentares na Câmara dos Deputados e que tenham requerido o registro de candidatura na Justiça, bem como podem ser convidados também os candidatos que possuam cinco ou mais pontos na última pesquisa Ibope antes do debate.


Debate na TV Sergipe II


Desta forma, os candidatos considerados aptos à participação na capital sergipana foram Edvaldo Nogueira (PC do B), Valadares Filho (PSB) e João Alves (DEM), mas apenas o último não assinou o documento com as regras do debate. E em outras emissoras afiliadas à Rede Globo o cenário é semelhante, a exemplo da TV Gazeta, em Maceió (AL), e da TV Bahia, em Salvador (BA), onde apenas 4 dos 7 candidatos participarão do debate. Um outro caso curioso acontece na EPTV, em Campinas (SP), onde apenas 4 dos 9 candidatos estão aptos ao debate eleitoral.


Na mira



O candidato Edvaldo Nogueira (PC do B) diz que é o mais atacado na disputa pela Prefeitura de Aracaju. Ele diz Valadares Filho é um dos que lhe atacam e reclama que nas últimas semanas foi alvo de campanhas sórdidas, com uma profusão de baixarias pelo whatsapp, contra ele e contra sua vice, Eliane Aquino. Segundo ele, houve empresa de telefonia de São Paulo simulando pesquisas por telefone, e firmas contratadas para fazer um trabalho sujo nas redes sociais. ?Mas não vou responder, não vou entrar nesse tom de baixaria. Até agora a minha campanha eleitoral tem sido feita em cima de argumentos. ?A gente sabe quem são historicamente os políticos que sempre fizeram campanha com baixaria. Vou responder com ideias e projetos?, falou Edvaldo.



Seca no Brasil


O longo período de seca e estiagem deixou 23 municípios do Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso e Sergipe em situação de emergência. O reconhecimento federal do Ministério da Integração Nacional foi publicado na sexta-feira (23) no Diário Oficial da União.


Os municípios


No Maranhão, foram reconhecidos os municípios de Balsas, Chapadinha, Formosa da Serra Negra, Paraibano, Pastos Bons, São João dos Patos, Sítio Novo e Tufilândia. Na Bahia, estão em situação de emergência as cidades de Ibitiara, Irecê, Riacho de Santana e Rio do Antônio; em Minas Gerais, os municípios de Francisco Badaró, Itaobim e Jenipapo de Minas; no Mato Grosso estão Água Boa, Cláudia e Querência; em Sergipe, os municípios de Frei Paulo, Itabi, Macambira e Nossa Senhora Aparecida. Barra de São Francisco, no Espírito Santo, também está em situação de emergência.


Projeto capitalizado 1


A empresa GG Power Participações S.A é a responsável pelo projeto do Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda, em associação com a eBrasil Energia. GG Power é uma joint venture entre a GenPower, empresa brasileira de forte atuação nos leilões de energia brasileira, e a Golar Power, empresa europeia que atua no transporte marítimo de gás natural e regaseificação. Já a EBrasil Energia é um grupo privado nordestino na área de geração de energia, com atuação em estados como Paraíba e Pernambuco e, na região norte, Amazonas.


Projeto capitalizado 2


Da associação dessas empresas foi fundada a CELSE ? Centrais Elétricas de Sergipe S.A, para gerenciar a Terméletrica Porto de Sergipe I, o primeiro projeto abrigado no Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda. Essa primeira usina a ser construída usará gás natural, oriundo da importação de gás líquido, regaseificado em Sergipe em um navio construído especificamente para isso pela Golar. No projeto completo, além desta primeira usina termelétrica deverão existir mais duas, também movidas a gás natural. O grupo examina também a hipótese de lançar um planta de energia de fonte renovável.


Empresas globais


O investimento previsto é de cinco bilhões de reais, e envolve empresas de liderança mundial. Além da Golar, que é hoje no Brasil fornecedora de navios de regaseificação para a Petrobras, a responsável pela tecnologia, turbinas e construção da planta será uma das maiores empresas no mundo na área de energia. Para o fornecimento do gás, o empreendimento assinou contratos com a Exxon Mobil. E na estrutura financeira, foi divulgada anteriormente a parceria com o grupo Stonepeak Infrastructure Partners que mandou a Sergipe uma delegação para reunir-se com o Governador Jackson Barreto e equipe.


Termelétricas e políticos


As primeiras reuniões para a definição da localização do projeto em Sergipe foram realizadas ainda com a presença do Governador Marcelo Déda, que por isso tornou-se objeto da homenagem in memorian batizando o Complexo de Geração de Energia. A proposta foi da empresa responsável, imediatamente aprovada pela família, e acatada com elogios pelo Governador Jackson Barreto. Mas batizar termelétricas com nomes de políticos não é novidade: pelo contrário, é uma tradição brasileira.


Homenageados


A maior térmica em operação no Rio de Janeiro, a antiga TermoRio, chama-se Usina Termelétrica Governador Leonel Brizola e possui capacidade de gerar 1060 MW de energia. Mas no mesmo Rio de Janeiro, existem as usinas Barbosa Lima Sobrinho, Fernando Gasparian (deputado constituinte) e Mário Lago. Em Minas Gerais existe uma unidade denominada Aureliano Chaves, e no Mato Grosso do Sul existe uma com o nome de Luiz Carlos Prestes. Como se vê, o Governador Marcelo Déda estará em boa companhia, sem contar o fato de que a planta a ser construída na Barra dos Coqueiros será a maior termelétrica do Brasil.


Deda , Jackson e a energia 1


Vem das ideias de Marcelo Déda como Governador a prioridade dada aos assuntos ligados à energia. Déda achava que produzir energia elétrica seria uma prioridade nacional, e acompanhava de perto os debates sobre o assunto, envolvendo o uso do petróleo e do gás ? nos quais via Sergipe como um produtor importante, explorando as reservas existentes em águas profundas no nosso litoral ? e também apaixonado pela utilização das fontes renováveis como a energia eólica e solar. Por isso entusiasmou-se com a vinda da energia eólica, também na Barra dos Coqueiros.


Deda , Jackson e a energia 2


O Governador Jackson Barreto não descuidou do assunto, que no governo esteve sob a responsabilidade de Oliveira Júnior. Deu alta prioridade a atração desse empreendimento, viajando ao Rio de Janeiro onde encontrou-se com executivos da Golar e da Exxon, e recebendo em Sergipe representantes do fundo de investimentos americano Stonepeak Infrastructure Partners, além de manter uma agenda constante com a estatal EPE ? Empresa de Pesquisas Energéticas, e o próprio ministério das Minas e Energias. Desse trabalho resulta a atração desse investimento, cujo valor é certamente um dos maiores já vistos em Sergipe.



Muribeca


É boa a situação de Fernandinho Franco na disputa eleitoral em Muribeca. Ele é o preferido de 68,8% (votos válidos), conforme pesquisa realizada pelo Instituto W1. A sua opositora, Sandra tem 31,2% das intenções (votos válidos).


Sem dinheiro


A campanha eleitoral do prefeito João Alves Filho (DEM) em Aracaju parece ser realmente franciscana. Os programas se repetem e não há sequer exploração de boas imagens da capital.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
22/09
19:32

Dia “D” da Campanha de Multivacinação acontece neste sábado

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) realiza neste sábado, 24, o Dia “D” da Campanha de Multivacinação. A abertura acontecerá na nova Unidade Básica de Saúde do bairro Ponto Novo, a UBS Marx de Carvalho, às 8h. A campanha do Ministério da Saúde começou na última segunda-feira e segue até o dia 30 deste mês com o objetivo de atualizar os cartões de vacinas da população, em especial menores de cinco anos, crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos.

Durante o Dia “D” todas as 43 Unidades de Saúde da Família da Capital (USFs) estarão abertas das 8h às 17h para aplicar qualquer uma das 14 vacinas que foram disponibilizadas para a campanha, entre elas: BCG, Pentavalente, Rotavírus, Pneumo 10, Meningo C, Tríplice Viral, DTP Infantil, contra Varicela, contra Poliomielite (VIP e VOPb) , contra Hepatites A e B e contra HPV.


Política
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Por Kleber Santos
22/09
19:21

Preço médio da gasolina vendida em Sergipe caiu em 0,9% em agosto

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), observou que no oitavo mês do ano, o preço médio cobrado pelo litro da gasolina no estado ficou em R$ 3,543, registrando redução de 0,9% no preço, em relação ao último mês de julho, sendo o quinto mês consecutivo de queda. No entanto, quando comparado com agosto do ano passado, observou-se uma elevação de 6% no preço médio, variações em termos absolutos, sem considerar o efeito da inflação no período.

Para o etanol, houve queda no preço médio praticado, no oitavo mês do ano, de 0,3% em relação ao mês imediatamente anterior, julho deste ano. No comparativo com agosto do ano passado, registrou-se elevação de 17,1%. Em valores, o preço médio do litro ficou em R$ 3,109.

O óleo diesel registrou preço médio de R$ 3,015 por litro, registrando alta de 0,4% sobre julho último. Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, houve elevação de 8,7% no preço médio.

Para o Gás Natural Veicular (GNV), o preço médio praticado, por metro cúbico, foi de R$ 2,351, assinalando retração de 0,3% em relação ao sétimo mês do ano andante. Quando comparado com agosto de 2015, observou-se alta de 8,5%. 

O Gás de Petróleo Liquefeito (GLP), ou gás de cozinha, registrou preço médio de R$ 51,98 (por 13 kg), com alta de 0,6%, quando confrontado com julho último. Entretanto, em relação ao oitavo mês do ano passado, o preço teve alta de 18%.

Preços nas distribuidoras
O preço do litro fornecido pelas distribuidoras no estado aos postos de combustíveis, em média, foi de R$ 3,183 para a gasolina, registrando queda de 0,16%. O etanol teve preço médio de R$ 2,744, com pequeno aumento de 0,15%. Já o preço médio do óleo diesel foi de R$ 2,668, assinalando leve alta de 0,08%, comparações em relação ao mês anterior, julho último.

Para o GNV e GLP, o preço das distribuidoras ficou em R$ 1,707 por m³, em média, para o GNV e R$ 37,55, por 13 quilos, para o GLP. Ambos apresentaram elevações no preço, na comparação com o mês anterior, sendo de 10,3% e 2,3%, respectivamente.


Economia
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Por Kleber Santos
22/09
19:20

Brasil perde mais de um milhão de empregos com a crise

Na última sexta-feira, o Ministério do Trabalho divulgou a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e trouxe um dado já esperado, mas não menos preocupante, que em 2015 a perda de vagas em empregos formais chegou a 1,510 milhões, o pior desde o início desta pesquisa em 1985. A última vez que o país registrou uma perda anual deste tipo de emprego foi no longínquo ano de 1992, quando foram perdidos 623 mil postos de trabalho.

De acordo com a Rais, o único setor que conseguiu um superávit na criação de empregos foi a agricultura com a adição de 20,9 mil pessoas. Já os outros setores perderam empregos formais, como a indústria da transformação (- 604,1 mil), construção civil (- 393 mil) e comércio (195,5 mil). Já a estatística por região, a sudeste foi a mais prejudicada com menos 900 mil postos de trabalho, seguida pela nordeste que caiu 233,6 mil empregos no período.

Para a CNI, com a concordância da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), a recuperação da economia brasileira só será possível a partir da recuperação da confiança dos investidores na indústria nacional. Além disso, há necessidade urgente da realização de ajustes fiscais e da modernização da legislação trabalhista a ponto de alavancar as expectativas e, por consequência, estimular a criação de novos postos de trabalho.

UNICOM/FIES
 


Economia
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Por Kleber Santos
22/09
19:19

Queda no FPE causa efeitos indiretos na indústria sergipana

O Ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse em reunião na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na última segunda-feira, 19, que aumentar os repasses aos estados pode prejudicar a já combalida economia do país, aumentando o já estratosférico rombo das contas públicas previstos para este ano.

Mesmo com a promessa de catorze estados prestes a decretar situação de calamidade pública, inclusive Sergipe, a situação é irredutível no momento.

Para se ter uma ideia da queda nesses repasses, o Boletim Sergipe Econômico, elaborado pela Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), apontou que até julho deste ano, o repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) somou R$ 1,5 bilhão ao estado, registrando queda real de 10,1% se confrontado com o mesmo período de 2015.

Para o coordenador do Gabinete de Interesses e Legislação da FIES, Luís Paulo Dias Miranda, essa queda brusca nos repasses do governo federal aos estados pode ser prejudicial ao setor industrial. “Diretamente não há problema, porque essas transferências apesar de serem originadas de tributos que atingem o setor industrial, como IR e IPI, num primeiro momento não o afeta, visto que elas não foram alteradas. Contudo, como a arrecadação desses impostos está extremamente baixa, a União dispõe de menos recursos para os estados e municípios, que causa um efeito indireto na indústria, com a consequente edição de normas por parte dos estados que busquem reter parte dos benefícios fiscais já concedidos ou mesmo aumentar alíquotas de insumos ou dos produtos finais produzidos pela indústria; tudo isso em um período onde a produção está extremamente fraca e a demanda no mesmo patamar”, aponta Miranda.

O certo é que há uma queda de braço entre o governo federal e os estados, na busca por recursos financeiros, a fim de fechar as contas públicas de ambos. Nesse jogo de empurra-empurra, resta saber como as partes interessadas entrarão num acordo e começarão os entendimentos para que o país possa sair desse difícil momento em que está passando.

UNICOM/FIES 


Economia
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Por Kleber Santos
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