02/09
08:40

Título de Cidadão Aquidabãense é entregue ao presidente do TCE/SE

O conselheiro Ulices Andrade, presidente do TCE/SE, recebeu o título de Cidadão Aquidabãense na noite desta quinta-feira, 30, na Câmara de Vereadores do município, em solenidade bastante prestigiada pela comunidade local. O autor da propositura foi o vereador Valdeito Alves de Jesus, o Adailton da Firma, que destacou o trabalho do conselheiro na vida pública em prol do desenvolvimento de Aquidabã. Entre os presentes na ocasião estava o prefeito local, Mário Lucena.

(Crédito da Foto: Neto Silva Photo Studio)


Política
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Por Kleber Santos
02/09
08:32

Minha Luta

Clóvis Barbosa
Blogueiro e conselheiro do TCE/SE

Uma polêmica foi travada no Brasil, no fim de 2015, entre as livrarias. Tratava-se da venda ou não da publicação da obra de Adolf Hitler, Mein Kampf (Minha Luta), pela Geração Editorial. O jornal Folha de São Paulo de 4/12/2015, caderno Ilustrada, página C4, deu conhecimento aos seus leitores desse impasse através de matéria de uma página. O fundador da Editora, Luiz Fernando Emediato, justificou o seu lançamento pelo valor histórico do calhamaço que antecipa o período de terror do Terceiro Reich. A questão, porém, era a de quem exporia a chamada “Bíblia nazista” nas prateleiras? Pois bem. Na hora de expor publicamente seus pontos de vista sobre a circulação da obra, cada um dos livreiros saía pela tangente: a Livraria da Vila disse que venderia o livro quando estivesse disponível no mercado; a Saraiva avisou que não comentava estratégias comerciais, mas que pensa seu sortimento de produtos de modo a contemplar todos os gêneros e categorias; a Cultura afirmou que essa decisão comercial seria discutida oportunamente. Enfim, ninguém queria posicionar-se antecipadamente sem conhecer a opinião do concorrente. Fora do mundo empresarial, o debate comia solto entre os intelectuais. Maria Luiza Carneiro, professora de História da USP, autora de Holocausto, Crime contra a Humanidade, manifestou-se contrária à sua reedição sob a alegação de que a mesma poderia servir de munição para o antissemitismo contemporâneo. E salienta, ainda, que a venda em livrarias ajudaria a pôr nos holofotes o ideário nazista, inclusive sendo pirateada a torto e a direito na internet.

A polêmica, contudo, não passou dessa fase de anúncio da publicação. Lançada a obra, não houve maiores repercussões, prevalecendo o entendimento de Emediato, para quem é importante discutir a história, por mais feia que ela nos pareça, ou principalmente por isso. Ademais, Mein Kampf não deixa de ser um documento importante para o estudo da ascensão do nazismo e do que ele representou na Alemanha. Proibir a sua reedição seria não compreender ou não conhecer os horrores praticados durante a Segunda Guerra Mundial, que teve como saldo 50 milhões de mortos, 6 milhões deles no Holocausto. A obra é dividida em duas partes. Na primeira, Hitler narra a sua história; na segunda, expõe sua doutrina para a estruturação do Estado Nacional-Socialista. Para a historiadora e professora da Universidade Estadual de Londrina, Sylvia Lenz, nada justifica as ações violentas do nazismo. Mesmo assim, segundo ela, é necessário analisar o livro e a ascensão do nazismo sob o contexto da época. Durante as primeiras décadas do século passado, muitas nações europeias também defendiam políticas nacionalistas, imperialistas e expansionistas. “França e Inglaterra, por exemplo, tinham colônias em países africanos e asiáticos e iam para essas comunidades como se fossem superiores”, afirma. Além dessas nações, a Itália com Benito Mussolini, a Espanha com Francisco Franco e Portugal com António de Oliveira Salazar, eram outros países que focavam em políticas nacionalistas e práticas ditatoriais. “Era uma onda que tomava conta de toda a Europa”.

Ela acredita que o Mein Kampf ganhou tanta importância e polêmica pelo fato de a Alemanha ter sido derrotada na 2ª Guerra Mundial. “O fato de ter sido proibido por tanto tempo chama mais ainda a atenção”, completa. Sylvia relata ainda que o livro foi escrito pelo austríaco Hitler sem que ele tivesse noção de que se tornaria o III Reich alemão. “Ele era um pintor frustrado que não se conformava com as imposições dadas à Alemanha pelo Tratado de Versalhes. O bode expiatório que ele encontrou foram os judeus. Em toda história, há um bode expiatório”, ressalta. Além disso, segundo ela, a crise econômica de 1929, a chamada Grande Depressão Americana, que quebrou a Bolsa de Valores de Nova Iorque (à época os EUA era o principal investidor da economia alemã), foi preponderante para que as ideias nazistas ganhassem adeptos e Hitler tivesse o apoio da população. Enquanto ideologia institucionalizada, as principais características do nazismo nasceram de sua obra Mein Kampf, escrita durante o período em que esteve na prisão, fruto de um golpe frustrado articulado pelos nazistas na Baviera em 1923. A propaganda teve um papel fundamental na propagação das ideias contidas na obra, a começar pelo antissemitismo, o tresloucado ódios aos judeus, a quem era atribuída a culpa por todos os males que vivia a Alemanha. Além disso, tínhamos ainda a noção racista e eugenista da superioridade do homem branco alemão ou da raça ariana. Para tanto, era necessária a construção do chamado “espaço vital” para que esta raça superior ali se instalasse e se transformasse num império mundial.

Durante o governo nazista foi criado no programa eugenista a Ação T4, que previa o extermínio de deficientes incuráveis. Vejamos o texto: “O que corresponderia aos mais nobres sentidos é que nossas igrejas cristãs, em vez de irem incomodar os negros com suas missões, coisas que os infelizes não querem e nem entendem, viessem ensinar à nossa humanidade europeia (...) que a obra mais digna de Deus para casais saudáveis consiste em dar a pobres crianças órfãs, porém sadias, um lar generoso (...), em vez de permitir a progenitores doentes colocar no mundo crianças deficientes que só trarão a si mesmas e ao resto do mundo infelicidade”. O objetivo do nazismo, com a eugenia, era purificar a sociedade germânica dos seres indesejáveis. O historiador Philippe Burrin descreveu em seu livro Hitler e os Judeus: “(...) Solicitado por um casal que lhe pedia para autorizar a morte do filho incurável, Hitler respondeu favoravelmente. Decidiu então que o mesmo destino seria imposto sem apelação a todos os recém-nascidos portadores de deformações ou anormais. No dia 18 de agosto de 1939, uma circular do Ministério do Interior obrigava os médicos e parteiras do Reich a declarar as crianças que sofriam de uma deformidade. Reunidos em seções especiais, elas foram mortas pela injeção de drogas ou pela fome”. O método eugenista também foi aplicado aos doentes mentais, dentre estes pacientes esquizofrênicos, epilépticos, paralíticos e psicopatas, que eram transportados para os centros de eutanásia, todos mortos através de gás tóxico.

Volto a Burrin: “(...) depois de algumas experiências, foi estabelecido um procedimento uniforme, que consistia em mandar que as vítimas se despissem ou despi-las e levá-las numa sala com falsas duchas onde elas seriam asfixiadas por monóxido de carbono. Os cadáveres eram queimados num forno crematório, depois que lhes eram arrancados todos os dentes de ouro. Um atestado de óbito era enviado às famílias após um processo de complicada camuflagem, a fim de evitar o anúncio simultâneo de inúmeros decessos numa mesma localidade. Em pouco menos de dois anos, a empresa fez mais de 70 mil vítimas”. Enfim, uma pergunta que não pode deixar de ser feita: como foi possível um livro e seu conteúdo tornar Hitler uma figura tão atraente para milhões de pessoas?

 

 
Post Scriptum
Para onde vão os nossos sonhos

Recebi, no início do mês de agosto deste ano, um texto do escritor, fotógrafo e cineasta Carlos Modesto, um sergipano de Estância e radicado em Salvador, Bahia, desde os anos 50 do século passado, com o título “Para onde vão os nossos sonhos”. Além de vários filmes produzidos, dirigidos e fotografados, Modesto lançou recentemente o seu primeiro livro, “Contos da Escuridão”, ao qual estive presente. 15 dias antes, telefonou-me para dizer que havia descoberto uma raridade, uma série de obras de um sergipano, Manuelito Campos. Não se conteve e escreveu este texto de impressionante lirismo, que repasso para os amigos leitores sergipanos: “Passando por um dos trechos da Rua Ruy Barbosa onde possuo um escritório (ontem, primeiro de agosto), fui chamado por João Brandão, o proprietário de um dos sebos ali existentes, para mostrar-me um material recentemente adquirido de obras literárias de um sergipano. Como ele sabe que gosto muito de livros, e que o conjunto havia pertencido a um conterrâneo (pois sou estanciano de Sergipe), viu em mim uma possibilidade de vender alguma parte dos objetos. Ao examinar o produto, negligenciado no chão da livraria, fiquei logo surpreso pelo fato de as obras terem pertencido ao poeta sergipano Manuelito Campos. E logo senti aquela sensação de tristeza, em ver os sonhos de um homem jogados ao léu. Pensei naquele instante em mim, amante inveterado em livros cujos cuidados dos mesmos fazem parte da minha vida cotidiana. Toquei naquelas peças, algumas já corroídas pelas traças do tempo, outras ainda em bom estado de conservação. Naquele lote desprezado que um dia fez parte de uma alma poética, o tesouro da sua vida intelectual e emocional. Senti vibrações estranhas infiltrarem à minha alma. Vi cartas de amigos também irmanados nos mesmos sonhos, análise do livro de Alexis Carrel, alguns de seus cadernos escritos com sua própria caligrafia, de muitos dos seus poemas, tudo isso me entristeceu. Como sou bastante sentimental, algumas lágrimas umedeceram os meus olhos. Não conheci o poeta, mas senti a dor que sua alma sofria naquele instante através de mim, encerrada nas mansões da eternidade. Era uma parte da sua obra que ali jazia, uma mercadoria de valor, malbaratada sobre o chão frio de um estabelecimento cultural, mas comercial, sentindo uma esperança de que alguém a encontrasse e a valorizasse. Manuelito Campos foi um dos fundadores da Academia Sergipana de Letras, sociedade literária idealizada pelo poeta Antônio Garcia Rosa, criada em 17 de julho de 1927. Ela sucedeu à Hora Literária, instituição recreativa nascida em primeiro de abril de 1919. Assim, através de Manuelito Campos, vejo o final de muitas obras fantásticas, coleções maravilhosas, tão cuidadosamente amadas e valorizadas por seus possuidores em suas vidas terrenas, serem refugadas após suas transições, por familiares frios e sem interesses culturais, onde os sonhos cristalizados nas suas obras são desprezados ao lixo” (Salvador, Bahia, 02 de agosto de 2018)

Clóvis Barbosa escreve aos domingos, quinzenalmente


Coluna Clóvis Barbosa
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Por Kleber Santos
02/09
08:27

A Corrida Eleitoral e os Cantos das Sereias

José Lima Santana
Professor da UFS

Começou a corrida. Lembro-me da acadêmica Maria Thetis Nunes, que, quando havia uma vaga na Academia Sergipana de Letras, muitas vezes os postulantes empreendiam uma espécie de corrida, antes mesmo que o corpo do acadêmico falecido baixasse à terra mãe, no que ela chamava de “corrida de cavalos”. Deveras, para ser suave no uso da palavra, tal situação era, e ainda é, uma tristeza! Todavia, a corrida, agora, é pela presidência da República e pelas governadorias, além dos cargos para os Parlamentos federal, distrital e estaduais. Um rolo! Um rolo, que se desenrola a cada quatro anos e, ao que parece, fica cada vez mais difícil para o povo desenrolar. 

O que será de nós, eleitores, nas eleições que estão às portas, especialmente no plano federal? Ou, quem sabe, o que é que nós queremos e o que é que nós haveremos de fazer nas urnas? As opções que temos são as melhores? Em quaisquer eleições, pode haver bons e maus candidatos. É normal que assim o seja. Ou deveria ser. Não vou citar nomes, até para não comprometer o Jornal da Cidade, que me serve o espaço nos fins de semana. Os nomes de maior relevância nas pesquisas eleitorais atendem realmente aos interesses da Nação? Não falo em interesses de grupos, sejam dos “coxinhas”, dos “mortadelas”, ou, seja lá de quem for. E, nessas eleições, há grupos ou defensores de certos candidatos que são de arrepiar. E botem-se arrepios nisso! 

O país está fragilizado politicamente. E moralmente. Cenário perfeito para os chamados “salvadores da pátria”. Nesse caso, pátria com “p” minúsculo mesmo. Esfacelaram o país. E o povo, ou parte dele, vai a reboque de quem quer que seja, e que se apresente com uma mensagem que satisfaça a necessidade de ouvir-se o “canto da sereia”. E as sereias, desde os tempos de Homero, sempre cantam canções tenebrosas, mas que cativam os “marujos” que se entregam de corpo e alma a tais cantos, até afundarem nos seus abismos. Coisa medonha!

A “direita” e a “esquerda” (se é que elas ainda existem, ao menos com a formação do passado) apresentam as suas sereias. Sereias velhas e novas. Sereias que já causaram malefícios. Sereias que tendem a também causar. Estaremos num beco sem saída? É difícil dizer. Ou, talvez, nem o seja, olhando bem o que temos diante dos olhos. Parece que há uma escuridão a caminho. E ela tanto pode vir da “direita”, quanto da “esquerda”. Luz no fim do túnel? Impossível! Nós não estamos nem no meio do túnel, quanto mais no fim. 

As margens já não mais plácidas do Ipiranga precisam ouvir o som de um novo brado. Um brado ritmado, pois nos fizeram perder o ritmo. O povo continua heróico, mas, cada vez mais sofrido, enganado, ludibriado por todos os lados. 

Os fúlgidos (até nisso nos colocam dificuldades, pois melhor teria sido dizer “brilhantes”) raios de sol da liberdade não brilham, pois não brilham a cidadania e a dignidade da pessoa humana, ambas sempre desrespeitadas por quem as deveria respeitar. 

O penhor da igualdade... Num país em que cresce a pobreza, a igualdade está restrita aos que se igualam pelos atos de corrupção ativa ou passiva. Uma nojeira! 
Sim, a morte nos desafia. Que o digam os pacientes do sistema público de saúde, que o digam as famílias dos mais de 50.000 que anualmente padecem de morte violenta. 

Pátria (esta, sim, com “P” maiúsculo) amada, idolatrada (muitos já não a amam nem a idolatram), o que será de ti, diante de tantas sacanagens que contra os teus filhos são praticadas? 

Não, não devemos perder o sonho intenso. Nem devemos deixar fugir de nós o raio vívido. Que o amor e a esperança, um dia, possam vir por nossas mãos, por nossas vontades, por nossas inteligências. 

Que o nosso céu não seja de tormentas. Que ele nos possa sorrir de verdade com a limpidez com que miramos a imagem resplandecente do Cruzeiro do Sul, nas noites estreladas. 

O gigante não deve ter a aparência de um nanico diante das outras nações. Precisa tornar-se, de fato, belo e forte, como um Colosso impávido. Que a grandeza há tanto esperada possa desdobrar-se agora. Não podemos mais esperar o futuro. Chega de espera! 

Que a mãe gentil seja mesmo adorada entre todos os milhares de mães e por todos os seus filhos que não comungam com as vilanias de alguns dos “filhos” de mau caráter. 

Não mais deitado eternamente em berço esplêndido. Que busque inspiração no som do mar e na luz do céu profundo, para, deveras, fulgurar em toda a América, como o mais belo dos florões iluminado pelo sol das terras que, desde Colombo, ficaram conhecidas como terras do Novo Mundo. 

Que a nossa terra seja, sim, mais garrida. Adornada pela ética, em todos os seus espaços. Que floresçam nos campos e nas cidades as flores da inclusão e do respeito, banindo-se os preconceitos e as discriminações. Que sejam preservadas nos bosques e em quaisquer lugares todas as formas de vida, desde as entranhas. Que o amor fraterno e a solidariedade nos encham a vida. 

Que o seu rastro inapagável deixe em nós o amor eterno e o amor pelo Eterno. Que tremule, cobrindo-nos a todos, o lábaro estrelado, essa Bandeira tão bela, nas cores verde, amarela, azul e branca. O passado, o presente e o futuro entrelacem-se para que possamos resgatar as nossas glórias e firmar a paz que todos almejamos.
 
Que a clava forte da Justiça caía sobre aqueles que nos devem, porque de nós eles muito roubaram. É claro que não fugiremos à luta de dar ao Brasil o destino que, desde 1822, o nosso povo almeja. Um dia, haveremos de chegar lá. Afinal, nós adoramos o nosso país e, por ele, e por nós mesmos, não tememos a morte, como não deveremos temer “matar” nas urnas os funestos cantos das sereias. Das novas e das velhas. 

O que nos restará sem os cantos das sereias? Qualquer canto, que não sirva para nos ludibriar. Esse existe? Bem. O mundo gira. 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
01/09
15:21

Coluna Primeira Mão

De onde vem o dinheiro?

Durante esse período de campanha eleitoral, candidatos ao governo estadual levantam problemas e dizem ter soluções para eles. Essas soluções são apelidadas de "promessas", "propostas", "compromissos" etc. Nas entrevistas que têm dado a emissoras de rádio de TV, eles têm esquecido de dizer de onde virá o dinheiro para tantas realizações. Em respeito aos eleitores sergipanos, eles precisam explicar as fontes de captação de receitas, bem como a proposta orçamentária estadual para 2019. Farão remanejamento de verbas? Os entrevistadores também deveriam lembrar desse "detalhe".

Fique atento

O cenário político exposto nas pesquisas somente deverá apontar aqueles que vão para o segundo turno, na disputa do Governo de Sergipe, depois do dia 15 deste mês, quando as consultas populares já mostram os efeitos dos dias de campanha na tv e rádio. Mas, a depender da “mala preta”, mudanças podem ocorrer até no dia “D”, o 7 de outubro.

Número um


Esta coluna vem sustentando que o principal problema que os candidatos a mandatos federais e estaduais precisam resolver é o seguinte: como vão criar empregos para os sergipanos? Os demais assuntos vêm em segundo lugar.


Consolidação


Valadares Filho, o candidato do PSB ao Governo de Sergipe, trabalha um projeto de consolidação de seu nome como o primeiro colocado. Belivaldo Chagas (PSD) e Eduardo Amorim (PSDB) querem tomar os eleitores de “Vavá Júnior” conquistar suas presenças no segundo turno, que será disputado no dia 28 de outubro. Tudo pode acontecer.


Os sem tempo


Os candidatos a cargos eletivos que têm tempo insignificante no horário eleitoral gratuito no rádio e na tv estão convidando os eleitores para ver as suas propostas nas redes sociais.


Caravana de 10 dias


Nesta segunda-feira, 03, o coronel Rocha, candidato a deputado federal, inicia uma caravana de 10 dias pelo interior do Estado. Fará panfletagem de município em município e só voltará a Aracaju quando cumprir essa missão. Nos 10 dias, ele estará ao lado do major Ildemário, candidato a suplente de senador. Rocha abriu mão dos Fundos Partidário e Eleitoral e está recebendo doações legais, fiscalizadas pelo TSE.


Corte de gastos


Belivaldo indica no Programa de Governo que vai passar o 'pente fino' nas despesas, revendo uma a uma para economizar recursos que serão transferidos para educação, saúde e segurança.


Frentes Solidárias


E tem propostas de impacto quase imediatos sobre a geração de emprego, como a criação de Frentes Solidárias de Trabalho, dando ocupação para que pessoas hoje desempregadas prestem serviços para a população, cuidar de áreas públicas, capinação de escolas, cuidados com idosos entre outras ocupações


Redução do ICMS


Outra proposta inovadora é a redução do ICMS de bens consumidos pelas famílias mais pobres, aumentando o poder de compra das famílias e estimulando a geração de emprego no comércio
.


Isso vai dar certo?


A Comissão Estadual da Verdade (CEV) pediu ao prefeito Edvaldo Nogueira a identificação de pontos de Aracaju que possam ser expostos para a coletividade como áreas ligadas a algum evento do período do regime militar. Deseja marcar locais onde ocorreram prisões, a exemplo do 28 BC, unidade militar do Exército em Sergipe, tenha uma placa anunciando que alí vários cidadãos sergipanos foram presos e torturados.


Dá para acabar


280 mil sergipanos, com 15 anos ou mais, conforme dados da
Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , são analfabetas. Isso corresponde a pouco mais de 14%.


Acorda, candidato!


Candidato que dorme a onda leva e o destino, com certeza, não será o sucesso nas urnas. Vale lembrar que R$ 5h30 tem gente nos pontos de ônibus indo trabalhar e os mercados já estão abertos e à todo vapor.


Muro do aeroporto


O muro que circunda a área do Aeroporto de Aracaju está em condição muito precária. Especialmente na avenida Heráclito Rollemberg, onde um pequeno conserto foi iniciado. Mas isso é muito pouco diante de sua situação em toda essa avenida: está inclinado para dentro e a qualquer hora pode desabar. Da mesma forma, a parte do muro antes do qual os aviões decolam também está péssimas condições. Por onde andam os dirigentes da INFRAERO em Sergipe? A impressão que se tem é de abandono.


Espécie em extinção 1


Os carroceiros de Aracaju são uma espécie em extinção. Projeto de lei da vereadora Kitty Lima prevê o seu desaparecimento das ruas da capital em quatro anos. De que vão viver esses homens de pouca ou nenhuma educação? Obterão empregos como funcionários dos vereadores da Câmara Municipal? Ou da Prefeitura de Aracaju? Receberão treinamento profissional novo ou alguma forma de reciclagem? O que farão com suas carroças e cavalos? Serão obrigados a desfazer-se desses bens? Quem os indenizará? Como alimentarão suas famílias?


Espécie em extinção 2


A vereadora Kitty Lima tem mesmo sensibilidade para cuidar dos direitos dos animais. Onde está a sua sensibilidade para cuidar dos direitos humanos? Tudo isso em nome da mobilidade urbana. Por que ela não trata dos esgotos a céu aberto das avenidas de Aracaju? Por que não dá atenção ao modo cruel dados aos animais abatidos nos matadouros? Por que não cuida da poluição industrial e residencial dos rios que cortam Aracaju? As preocupações de seu guru Peter Singer são para coisas mais relevantes e não para desempregar pessoas e gerar mais pobreza.


Filantropia eleitoral


O tempo passa, mas tem coisa que não muda. Candidato a governador "todo certinho" foi visto levando um grupo de pessoas a clínica no bairro Siqueira Campos. Lá chegando, cumprimentou a todos os pacientes e foi em busca do diretor da clínica aos cuidados de quem deixou o seu grupo. Fazia filantropia eleitoral.


Xenofobia pura


Os venezuelanos não virão para Sergipe. Aparentemente, os estados escolhidos para recebê-los são aqueles cujas economias estão em melhores condições que a nossa. Mesmo assim, grupos xenófobos sergipanos estão fazendo "barulho" nas redes sociais.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
01/09
15:18

Sergipe avançará com trabalho

Edvaldo Nogueira
Prefeito de Aracaju


Já afirmei várias vezes, desde o início do meu atual mandato, que minha intenção, ao decidir pelo retorno à disputa eleitoral e, com o aval da população, ao comando da Prefeitura de Aracaju, foi transformar a realidade da cidade, através de uma nova forma de fazer política. Assim tenho agido em todos os momentos. Por isso, não seria diferente agora quando declaro o meu apoio a Belivaldo Chagas para o governo estadual.


Entendo que o quadro político atual local e nacional exige de nós um posicionamento muito claro, sem subterfúgios. Lógico que diante do trabalho que venho realizando na cidade, dos avanços que já são sentidos por todos, eu, que ainda tenho dois anos e quatro meses de mandato, poderia me abster de participar do pleito e esperar o resultado final. Mas este não é o meu perfil.

Sempre me posicionei claramente. E o fiz desde que comecei a minha militância política no PCdoB, na década de 1980. Na eleição deste ano, não poderia ser diferente, porque entendo que o projeto iniciado por Marcelo Déda e que agora está nas mãos de Belivaldo Chagas, trouxe progresso para Sergipe, mas o ciclo de desenvolvimento que ele representou se encerrará em dezembro deste ano.

É preciso agora que este projeto passe por uma atualização, para enfrentar as dificuldades do presente e preparar o Estado para o futuro. Sergipe precisa se abrir para um novo ciclo, com uma nova matriz de desenvolvimento econômico, com novas estratégias, mais inclusão social, mais geração de emprego, racionalização da máquina pública, um severo programa de redução de despesas e foco no investimento que atenda as necessidades do cidadão.

Por isso, na última quinta-feira, 30, no ato que realizamos no Iate Clube, com a presença de mais de 3 mil pessoas, oficializei o que já havia verbalizado em declarações diversas: meu apoio integral ao projeto que está em curso em Sergipe. Mas não foi uma simples adesão. Naquele evento, apresentei ao candidato a Carta de Aracaju, documento que reuniu os pleitos principais do município à futura administração estadual.

Aracaju é o motor do desenvolvimento de Sergipe, por isso deve ser ouvida pela gestão estadual para a construção das políticas públicas. E mais do que isso: deve ser incluída nas definições das ações do futuro governo em áreas estratégicas, como Segurança, Saúde, Educação, Desenvolvimento Urbano e Turismo. Como capital e concentrando as principais atividades da vida econômica, política, social e cultural, Aracaju desempenha papel decisivo para os novos rumos e caminhos futuros.

Diante desta realidade, decidi que era preciso pactuar com Belivaldo uma pauta conjunta de ações, em favor do nosso povo. Ele concordou e se comprometeu com aquilo que expus na Carta. Assim, Aracaju ocupará o lugar que merece na agenda do futuro governador. Assim como fizemos na capital, ao assumir a administração em 2017, é preciso, de maneira arrojada e pensando fora da caixa, encontrar novas soluções para os velhos problemas do nosso Estado.

Enfrentei, ao lado de uma equipe muito competente e focada, todas as dificuldades da etapa da reconstrução da cidade, priorizando a regularização dos salários dos servidores e garantindo o funcionamento dos serviços públicos essenciais, como a limpeza, a educação e a saúde, além de iniciar um programa ousado de retomada de obras. Agora, num novo momento de avanços, temos trabalhado firme no projeto de construção de uma Aracaju inteligente, Humana e Criativa.

Não há receita pronta, mas é preciso disposição e planejamento para que Sergipe supere este momento de dificuldades e volte a crescer. Belivaldo possui a melhor plataforma de gestão para Sergipe e é capaz de levar o Estado novamente ao desenvolvimento. Para isso, Sergipe tem que descobrir sua vocação, encontrar seus caminhos e com a participação da sociedade organizada, da iniciativa privada, das universidades, enfim de toda a população, iniciar um novo ciclo de crescimento econômico, progresso social e distribuição de renda. Como escreveu Fernando Pessoa, navegar é preciso.



Colunas
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
01/09
14:48

Rádio UFS define entrevistas com candidatos ao Governo de Sergipe

A Rádio UFS FM 92.1 realizará uma série de entrevistas, no período de 3 e 14 de setembro, com os nove candidatos ao cargo de governador de Sergipe. A ordem das entrevistas foi definida através de sorteio, na manhã desta quinta-feira, dia 30. A reunião na sede da emissora, no campus da Universidade Federal de Sergipe, em São Cristovão-SE, contou com a presença da direção da rádio e assessores dos partidos. Com duração de 45 minutos, as entrevistas vão ao ar no Jornal da UFS, às 11h, com retransmissão simultânea através do canal da Produtora Audiovisual no Youtube.

As entrevistas seguirão essa ordem:

Eduardo Amorim (PSDB) - 3 de setembro

Milton Andrade (PMN)- 4 de setembro

Márcio Souza (PSOL) - 5 de setembro

João Tarantela (PSL) - 6 de setembro

Gilvani Santos (PSTU) - 10 de setembro

Mendonça Prado (DEM) - 11 de setembro

Doutor Emerson (REDE) - 12 de setembro

Belivaldo Chagas (PSD) - 13 de setembro

Valadares Filho (PSB) - 14 de setembro

(Da assessoria)

 




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Por Eugênio Nascimento
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