25/09
13:03

TSE defere registros dos candidatos do PSL

O Tribunal Superior Eleitoral, através do ministro Admar Gonzaga, proferiu uma decisão agora há pouco, favorável aos candidatos do PSL de Sergipe. A sentença deferiu o DRAP, que é o documento de regularidade partidária. 

Segundo o advogado do partido, Mário Vasconcelos da PCV Advogados, com a decisão, todos os candidatos do PSL poderão concorrer normalmente no pleito eleitoral do domingo, 7 de outubro. 

“O partido corria o risco de ficar sem nenhum candidato, mas conseguimos reverter essa situação no TSE. Agora, todos concorrem legalmente e sem nenhum impedimento, desde que não tenham outro problema de inelegibilidade”, explica Vasconcelos.


Política
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Por Eugênio Nascimento
25/09
12:55

Concessão de desconto de 90% no pagamento à vista de dívidas de ICMS acontece até sexta

Termina na próxima sexta-feira, dia 28, o prazo concedido pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) para que empresas com pendências em relação ao ICMS possam quitar suas dívidas com desconto de 90% das multas e juros, conforme a lei nº 8.458/2018 aprovada pela Assembleia Legislativa no final do mês passado. 

Embora o desconto de 90% encerre nesta sexta, o Estado ainda mantém aberta a oportunidade de quitação de dívidas com descontos progressivos: até 30 de outubro de 2018, a redução é de 80% das multas e dos juros; e até 30 de novembro de 2018, redução de 70%. Após esse prazo não haverá por parte do governo qualquer desconto nos pagamentos. Para as empresas cujas dívidas são decorrentes de descumprimento de obrigações acessórias, os descontos são de 70% até sexta-feira, 65% até 30 de outubro e 60% até 30 de novembro de 2018 (sempre em parcela única).


Política
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Por Kleber Santos
25/09
08:05

Empresários sergipanos participam da Rio Oil & Gas

Feira reúne representantes de 31 países para discutir os rumos da cadeia de petróleo e gás.

A maior feira da cadeia de petróleo e gás da America Latina, a Rio Oil & Gas, foi aberta nessa segunda-feira em meio a um cenário de grande expectativa por parte dos empresários e entidades ligadas ao setor. O segmento, que nos últimos anos foi um dos que mais sofreram com a crise econômica, aposta na retomada de investimentos diante de um cenário de recuperação dos preços do barril de petróleo e de novos leilões previstos para 2018 e 2019.

O evento reúne representantes de 31 países com a proposta de discutir as perspectivas e caminhos para o futuro da indústria no Brasil e no mundo. Até quinta-feira, 27, são esperadas cerca de 40 mil pessoas no Riocentro, que terão a oportunidade de conhecer os produtos e serviços disponibilizados por 540 expositores, além de participar de conferências, palestras, apresentações de trabalhos e diversos debates sobre tecnologias digitais, sustentabilidade, segurança, abastecimento e gestão da indústria.

“Depois de um período de grande turbulência, é possível dizer que vivemos agora um momento de retomada, com boas perspectivas para toda a cadeia de petróleo e gás. Temos o compromisso de realização de grandes investimentos por parte das empresas vencedoras dos últimos leilões, a Petrobras vive um novo momento e a confiança dos empresários está aumentando”, destaca José Firmo, presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), instituição organizadora da feira.

O Sebrae também está presente na Rio Oil & Gas oferecendo atendimento especializado e apoiando a participação de 24 empresas e entidades de cinco estados por meio do estande Ilha Sebrae. De Sergipe marcam presença a Rede PetroGas, além da Wellcon e Engepet.


Política
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Por Eugênio Nascimento
25/09
08:03

Jaque Barroso lança 'A Rosa' nas plataformas digitais

É o primeiro single da cantora sergipana

A cantora sergipana Jaque Barroso lançou nesta segunda-feira (24) o single 'A Rosa' nas plataformas digitais de streaming. É a primeira música que Jaque lança oficialmente, em seus quatro anos de carreira. 

A música fala a respeito das mulheres, e relaciona seus nomes com a flor. "Eu escrevi essa música pensando nas mulheres da minha família: minha mãe, madrinha e minhas avós materna e paterna e também nas mulheres ancestrais, que compuseram nossa família", explica a cantora. 

O single traz uma fusão inovadora entre os ritmos tradicionais do coco - manifestação muito presente em Sergipe e em outros estados do nordeste - com a música eletrônica e ritmos como o Drum n' bass. 

Na canção, é possível ouvir um solo que se assemelha a um toque de rabeca ou violino, mas, na verdade, trata-se da técnica de violão com caneta esferográfica. Traço marcante de Arthur Pessoa, da banda Cabruêra.

No início de setembro, Jaque foi convidada pela  Radiola Jamaicana (PB), grupo de SoundSystem com quem já fez alguns shows, para lançar a música na Paraíba. 

A cantora fez duas apresentações: uma em Cabedelo, e uma em João Pessoa. "Foram dois shows incríveis! A receptividade das pessoas da Paraíba comigo é algo que me deixa muito feliz e me faz sempre ter vontade de voltar. Me sinto em casa", conta a cantora, que lamenta a pouca quantidade de casas de shows em Aracaju.

Dia 13 de Outubro, Jaque Barroso e Radiola Jamaicana se apresentarão no 2º BATÁ, Semana de Arte Batá Kossô, em Olinda. O grupo tem apresentação prevista para novembro, em Aracaju.

Link vídeo: https://youtu.be/8iqP4-2g8_E
Link com fotos de Pritty Reis: https://drive.google.com/drive/folders/1uuweE93Xa0dVH8gkA2ZE3KmsEl3Mnmcv?usp=sharing
Link Spotify: https://open.spotify.com/track/7hIH9uoZWfqaDjU5l6VzrS
 


Variedades
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Por Kleber Santos
24/09
11:44

Secretários municipais sergipanos participam de encontro de integração

Objetivo do encontro foi incentivar a criação de estratégias de desenvolvimento

O Encontro do Fórum de Secretários de Desenvolvimento Econômico e Local dos municípios sergipanos foi realizado em Itabaianinha, na região centro-sul do Estado, durante a realização de um evento de empreendedorismo no segmento de confecções, o Moda Mix Sergipe.

E Itabaianinha tem experiências para compartilhar: foi o primeiro município sergipano a criar o Fundo de Desenvolvimento Municipal, que destina 1% da arrecadação do município a um Fundo reservado especificamente à realização de ações que contribuam para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas.

De acordo com Jairo Floriano, Presidente do Fórum de Secretários, o objetivo de encontros como esse é justamente aumentar a qualificação dos secretários municipais em relação a conhecimentos e informações importantes para a criação de estratégias de desenvolvimento e busca por melhores políticas públicas que favoreçam todas as regiões.  “Nós conhecemos a experiência do Fundo de Desenvolvimento na Paraíba e imediatamente tentamos reproduzir aqui na cidade, que é um dos principais polos de empreendedorismo de Sergipe”, diz Jairo, que também é Secretário de Desenvolvimento de Itabaianinha.
 


Economia
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Por Kleber Santos
24/09
11:28

Fedentina Política

José Lima Santana
Professor da UFS

A política como expressão cívica não fede. Ao contrário, ela é importante para o aprimoramento da sociedade. A política não apenas com “P” maiúsculo, mas, sim, com todas as letras maiúsculas. A política é o meio de interação das pessoas no convívio social. É a maneira de as pessoas envidarem esforços para o alcance do bem comum, que, em boa teoria, é a conjugação harmônica do bem de cada um com o bem de todos, como nos ensina o renomado e eminente jurista brasileiro Miguel Reale (o pai), de saudosa memória. 

Mas, a política chinfrim, a maldita politicagem, fede. E fede muito. Fede a politicagem de quem faz uso das mais diversas formas de esperteza para ludibriar o povo e, por conseguinte, para se fazer na vida através da confiança do povo ou da compra da consciência política de parte do povo sob as mais diversas formas de comprar votos ou de enganar os eleitores a cada eleição.

Neste ano, estamos numa campanha eleitoral absolutamente atípica, notadamente no plano federal, ou seja, para a presidência da República. República que, a depender de alguns larápios e figurinhas carimbadas associadas aos larápios, será, se já não o é, uma “Reprivada”. A “res” (coisa, em latim) deixa de ser do povo, para ser de alguns, que se locupletam dos recursos públicos a fim de enriquecer e de se manter no poder. A safadeza vem de todos os lados. Da direita, quase vitalícia no poder, e viciada, e da esquerda aloprada, que, uma vez alcançado o poder, também se viciou. Direita e esquerda corrompidas, ao menos no que diz respeito aos partidos, que já se encastelaram no poder central. Sem falar, claro, no poderregional (estadual e municipal)
Fede também, a meu ver, a participação de muita gente nas redes sociais. Ora, é justo e amplamente democrático que as pessoas possam exprimir suas vontades e preferências políticas, à direita ou à esquerda. Todavia, fazer uso de “FakeNews” e pregar o ódio são atitudes reprováveis. Beiram ao nazi-fascismo. E todos os lados têm feito uso disso. Lamentavelmente. 

No Facebook, por exemplo, embora haja manifestações lúcidas de cada lado político, respeitando-se os gostos de cada um, há também uma desenfreada tentativa de manipulação das massas e, o que é pior, uma desembestada forma aviltante de ataques e contra-ataques, ou seja, um fogo cruzado que depõe contra a democracia e contra o bom senso. Os “ratos de rádio” agora são “ratos de mídias sociais”. Hackers e tantos outros bichos. 

Muitas pessoas criaram e alimentam uma guerra suja, uma fedentina política insuportável. Os ânimos acirram-se sobretudo entre os defensores de um candidato da direita e de um candidato da esquerda. Os dois estão na crista da onda. Para os dois, há defensores e detratores em profusão. O jogo é bruto entre os apoiadores dos dois candidatos. Chega a dar nojo! 

O país dividiu-se como nunca, especialmente, a partir das eleições presidenciais de 2014. Quem perdeu não soube perder e quem ganhou não soube fazer com que a vitória resultasse em ganhos para a sociedade em geral. Daí veio o impeachment. E em sequência, um atoleiro moral gigantesco de alguns mandatários, que se seguia aos atoleiros anteriores. O mergulho no lamaçal foi quase geral em termos partidários. Uma vergonha inominável. Mas, todos os lados querem posar de bons moços. Ridículos!

Os eleitores midiáticos, com raras exceções, estraçalham-se. Batem boca. Inventam. Mentem. Exasperam-se. Usam as mídias sociais a serviço de seus ídolos. Ou de seus mitos. Mitos? Bem. Este é um problemão. 

Já se disse: “O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Quase indefinível, pode designar desde o mito de Édipo até o de Michael Jackson, passando pelo mito da mulher amada ou da eterna juventude. Que ‘verdade’ podemos encontrar nele? Quais suas possíveis origens e interpretações”?

Pois nas eleições presidenciais de 2018 estamos convivendo com os mitos. Para alguns, porém, há um mito apenas. Aliás, mitos o povo os fabrica. É fácil. 

De qualquer forma, não será custoso recomendar a leitura das seguintes obras, que poderão ajudar a compreender o que seja o mito: “O Mito”, de K. K. Ruthven; “O que é Mito”, de Everardo Rocha; “O Poder do Mito” e “Mitologia Criativa”, de Joseph Campbell; “O Mito do Governo Grátis”, de Paulo Rabello de Castro. E por aí vai. 

Há pessoas que estão mitificando este ou aquele candidato porque se sentem desprotegidas pelos governos. E não se trata apenas de questões da segurança pública, não. Em vários setores da vida pública, a falta de proteção, isto é, de boas políticas, que se traduzam na melhor prestação de serviços públicos e na realização de obras estruturantes, deixa os eleitores em polvorosa. 

Recentemente, o furacão Florence fez com que pacotes de maconha batessem em praias da Flórida, nos Estados Unidos. É a droga do furacão. Um ex-deputado federal me disse que, aqui, há dois furacões: um à direita e outro à esquerda. Resta saber qual deles será eleito. Será o que vai nos trazer pacotes de drogas em termos de mazelas que possam atormentar a já atormentada vida dos brasileiros? Há, nestas eleições, lobos balindo como ovelhas. Mas, cuidado: não passam de lobos travestidos. São os piores dos lobos. 

Faltam duas semanas para as eleições. Há um quadro indefinido. Há um quadro pavoroso no ar. E a fedentina política tem tudo para aumentar. Pobre Brasil!


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
24/09
10:33

Eleições 2018 - TSE nega habeas corpus para Sukita

Sukita vai continuar preso e deve assim ser mantidop para a execução da pena já definida. O ministro Edson Fachini, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o habeas corpus no final da tarde da úiltima sexta-feira e o candidato a deputado federal Manoel Messias já não tem a quem apelar . Ele vai cumprir a sentença condenatória de 13 anos e 9 meses de prisão. Sukita é ac usado de prática de  corrupção eleitoral, proferida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Sergipe.



Política
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Por Eugênio Nascimento
22/09
17:53

Coluna Primeira Mão

Vida de candidato

 

Vida de candidato competitivo não é moleza, não. Tem que dormir tarde e acordar cedo. É muita correria, tensão e estresse. Precisa de um comitê próprio para dar conta de tantas tarefas. Tem que bater perna e gastar a sola do sapato. Reuniões e mais reuniões. Participar de carreatas, bater em portas de eleitores conhecidos e desconhecidos, distribuir apertos de mão por toda a parte, sorrir e mostrar confiança na vitória, viajar por cidades onde tem chances de conquistar aliados e votos, gravar programas de rádio e de TV, tomar pinga em bares e bodegas populares, aqui e lá pagar uma rodada de cerveja, fazer discursos previstos e fora de sua agenda de atividades, apagar fogo quando conflitos surgem em sua equipe, não perder de vista seus cabos eleitorais que podem estar sendo cooptados por seus concorrentes, dar entrevistas no rádio e, dependendo do caso, na TV também, providenciar pesquisa de intenção de votos para saber se tem mesmo chances de ganhar, ter cédulas de dinheiro no bolso para distribuir em feiras e outros espaços, parar seguidamente em postos de gasolina para abastecer o seu e os carros de membros de sua equipe, contratar militantes para segurar bandeirolas nos semáforos, comer bolacha e pastéis com caldo de cana em lugares onde normalmente jamais frequentaria, fazer e receber centenas de telefonemas e por aí vai. Mobilizar gente para votar nele ou nela dá um trabalhão.

 

Dinheiro extra

 

Com ou sem financiamento público de campanhas eleitorais, candidatos sempre precisam de mais dinheiro. Fala-se muito nos últimos dias de um certo caso de político que retirou um saco cheio de dinheiro da boca do caixa do banco (e que foi, por isso, filmado). O dinheiro de candidatos fica distribuído em bancos com capilaridade em muitas cidades para evitar chamar a atenção. Esse dinheiro é, geralmente, retirado por assessores de sua confiança.

 

Fique atento

 

Já dá para prender  gente comprando votos em Sergipe. É só observar as movimentações em comitês e em casas, apartamentos e propriedades rurais de candidatos, parentes e amigos, além de esquemas de cabos eleitorais. Se preferir, vale ficar de  olhos ligados nas rodovias federais e estaduais de Sergipe. Tem sempre uma recheada  mala preta circulando por aí.

 

Eleitor quer mais

 

O eleitor que costuma vender seu voto em anos de disputa não está querendo mais receber uma “oncinha” (R$ 50), como em pleitos passados. A onda agora é uma garopa (R$ 100).

 

Uma questão de porradas

 

Avalia-se no bloco governista que, se Jackson Barreto continuar batendo no senador Valadares e ampliar as porradas para André Moura, pode se tornar o número um ou dois na disputa pelas cadeiras do Senado.

 

Cenário eleitoral

 

Esse parece ser o cenário da corrida eleitoral até o dia da votação: Amorim estagnado, Valadares Filho em queda e Belivaldo crescendo até consolidar-se na dianteira, puxado por Lula e Haddad.

 

Sair das cordas

  

Para evitar continuar em queda, os Valadares precisam sair das cordas, segundo avaliadores. Eles atacaram muito na pré-campanha e agora estão na defensiva.

 

Heleno esperançoso

 

Heleno Silva (PRB) é o terceiro e às vezes quarto colocado em algumas pesquisas, mas alimenta a esperança de ser senador da República. Avalia que as urnas saem do sertão lotadas de votos para ele. A esperança é a última que morre.

 

Sempre eles

 

As pesquisas dos Institutos Dataplan e Ibope, divulgadas na semana passada,  mostraram basicamente o mesmo cenário para o Governo de Sergipe. Valadares Filho e Belivaldo Chagas tecnicamente empatados. Na Dataplan, Belivaldo tinha 18,2% e Valadares Filho 17%%. Já na pesquisa do Ibope, Valadares Filho apareceu com 21% e Belivaldo Chagas com 20%. A ordem dos fatores não altera o produto, pois a margem de erro foi de 2,2% (Dataplan) a 3% (Ibope).

 

Opção pelo crime

 

Uma das piores coisas que poderiam acontecer nas eleições de 2018 seria as facções do crime organizado nacional  eleger candidatos seus. Você pode imaginar deputado federal ou senador tendo sua campanha eleitoral financiada por traficantes de drogas e traficantes de armas? Boataria ou verdade, fala-se  que existem candidatos em Sergipe escolhidos por facção criminosa de São Paulo. 

 

Ainda Sukita

 

Embora preso, Sukita continua candidato a deputado federal e com direito a uso de mídia eleitoral. Somente ficará fora do páreo e sem mídia se o TSE mantiver a cassação do registro.

  

Turismo no sertão

 

Em 2018, faz 108 anos da morte de Lampião, ocorrida na grota de Angico, em Sergipe. Robin Hood nordestino? Ele e sua companheira, Maria bonita, seriam um casal de bandidos, os Bonnie e Clyde brasileiros?As autoridades sergipanas que querem promover o turismo sergipano, precisam transformar aquela grota em espaço de romaria. Naquela área, poderíamos ter os cânions de Xingó, o museu homem sergipano pré-cabralino também em Canindé e um memorial de verdade em Poço Redondo.

 

 

 

Exageros extremados

 

 

 

Há exagero na mídia brasileira quando diz que os dois extremos da política do país vão se enfrentar no segundo turno da disputa presidencial. O capitão Jair Bolsonaro (PSL) é de extrema direita, é verdade, mas Fernando Haddad (PT) é um político moderado, assim com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

 

 

Meirelles quer ser ministro

 

 

 

A campanha eleitoral dele dá indicativos de que não disputa o cargo de presidente. Henrique Meirelles lembra o que fez quando ministro de Lula  e o que poderá fazer.  Afastou-se da pasta, mas já está com saudade da Fazenda.



Política
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Por Eugênio Nascimento
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