28/10
06:32

Dilma atinge votação recorde de um presidenciável em Sergipe: 67%

A presidente Dilma Rousseff teve uma vitória maiúscula em Sergipe no segundo turno dessa eleição. A petista obteve 67% dos votos válidos no Estado, o melhor desempenho de um candidato a presidente por aqui. Em 2002, Lula atingiu 57% e 60% dos votos em 2002 e 2006, respectivamente; e em 2010, Dilma derrotou José Serra em solo sergipano com o apertado placar de 54% a 46%.

O resultado por município também é muito animador para o PT: na última sucessão presidencial, a presidente perdeu em 14 cidades sergipanas, incluindo a região metropolitana de Aracaju. Nessa, saiu vitoriosa em todos os 75 municípios do Estado, superando a incrível marca de 80% de votos em 10 deles: Canhoba, Canindé de São Francisco, Graccho Cardoso, Indiaroba, Malhada dos Bois, Maruim, Nossa Srª de Lourdes, Pacatuba e Santo Amaro das Brotas.

A militância petista e simpatizantes da candidatura de Dilma foram às ruas comemorar a reeleição da presidente neste que já é considerado o pleito mais emocionante da história. Em Aracaju, onde ela venceu com 54% dos votos, a festa aconteceu na Orla da Atalaia e atraiu milhares de pessoas. Por lá apareceram o governador Jackson Barreto, o presidente estadual do PT, Rogério Carvalho, os deputados Ana Lúcia e João Daniel, além da ex-primeira dama e coordenadora da campanha de Dilma em Sergipe, Eliane Aquino.

Segundo Eliane, as realizações do Governo Federal em Sergipe justificam o aumento da preferência pela petista. “Nosso Estado vive um ciclo de prosperidade, de redução das desigualdades que tanto marcaram a região Nordeste como um todo”, diz. “O número de empregos cresceu, a renda do trabalhador sergipano cresceu. O ensino superior e técnico começaram a chegar ao interior, o número de crianças na escola aumentou, entre outros feitos”, enumera. “O povo sente que a vida está melhor”, conclui.

Com protagonismo na campanha em Sergipe, mesmo no segundo turno, quando passou a coordenação para Jackson, Eliane fala que seu envolvimento com a eleição tem relação direta com a defesa do legado do seu marido, o ex-governador Déda, que faleceu em dezembro de 2013. “Acredito nos projetos de Jackson e Dilma e lutei muito pela reeleição de ambos, mas meu mergulho na campanha foi uma homenagem a Marcelo Déda”, diz.   (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
28/10
06:28

Rogério comemora vitória de Dilma e fala dos rumos do PT em Sergipe

O presidente estadual do PT, deputado federal Rogério Carvalho, comemorou a reeleição da presidenta da república Dilma Roussef com a militância petista na festa promovida na orla, pelo coordenador da campanha, o governador do Estado Jackson Barreto( PMDB),: “Parabéns a todos os militantes petista e dos partidos aliados que, com garra, permanecera nas ruas sem trégua, combateu o ódio, os ataques, as agressões  que recebemos por todos os lados. Quiseram dividir o Brasil. A mídia trapaceou muito, mas o brasileiro estampou feliz o seu voto por mudanças e defendeu com uma força que só o Partido dos Trabalhadores e os partidos de esquerda são capazes de mostrar o projeto popular que vem mudando para melhor nosso país. Mas a nossa vitória, suada, nos direciona a reflexão de que precisamos avançar ainda mais, e construir um diálogo mais profundo com a sociedade. Nossa militância não pode parar. Devemos continuar nas ruas e nas redes sociais lutando pelas bandeiras que fizeram e continuarão fazendo nosso povo poder viver e sonhar com um futuro melhor. E mais do que isso, devemos unir o Brasil e pensar que não somos o país do melhor ou do pior, do rico, do pobre, do paulista e do nordestino, Somos um só país, uma só nação e tenho certeza, que esse separatismo logo será superado!”, disse.

PT/SERGIPE – Rogério acredita que agora, é o momento de organizar o PT para o novo cenário com a vitória de Dilma na presidência e dos deputados estaduais e federais em Sergipe. O partido compõe base aliada do governador Jackson Barreto; “Vamos fazer um grande planejamento com a militância de todos os cantos do Estado, todos juntos, discutindo e fazendo política, respeitando nossas divergências, mas ao final unificando nosso discurso e nossas práticas. O PT é um partido de esquerda, com bases sólidas, que traz em sua essência uma representação de grande parte da sociedade e por isso, se consagrou e continuará exercendo o papel de intermediar o diálogo entre a sociedade e os governos, através de sugestões de políticas públicas que atendam os anseios de todos os cidadãos”, disse.

ELEIÇÕES 2016 - Sobre as próximas eleições em 2016, Rogério acredita que o PT tem quadros importantes e preparados em todo o Estado para assumir posições majoritárias e proporcionais, mas defende construção e atividade partidária em cada município: “O PT em Sergipe já passa por um processo de reformulação. Desde quando assumimos a presidência, passamos a ter contato direto com a base e os presidentes de Diretório Municipais, através de reuniões, visitas e até das nossas caravanas em que discutimos conjuntura política e outros temas, unificando o partido em torno de si, mas com o pensamento diverso que sempre o marcou, com todas as forças e correntes bem representadas. Acredito na construção coletiva e também gradual para 2016, com quadros. Vamos avaliar cidade a cidade, caso a caso, juntos, e ver os nomes e como o PT pode e deve se posicionar em cada município, seja com candidatura as prefeituras, a vices prefeituras a nas câmaras de vereadores, em acordo e diálogo com os partidos aliados, mas também sem ferir nossas posições ideológicas”, concluiu. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
27/10
11:23

Foi melhor assim - O Nordeste, Norte, MG e RJ dão a vitória Dilma Rousseff

Eugênio Nascimento


O Nordeste e o Norte são as regiões mais pobres do Brasil. Sozinhos, os nove estados nordestinos – Sergipe, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piaiu e Maranhão - tem um terço dos brasileiros, tem metade dos pobres e dois terços dos indigentes.
, conforme o relatório da FAO, órgão da ONU ligado à área da agricultura e que acompanha a fome e da pobreza no mundo. Já o Norte, que é formada por sete estados -
Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins - conta com 13% dos mais pobres. Nesses 13 Estados, contando ainda com o Rio de Janeiro e Minas Gerais, ambos no Sudeste brasileiro, que a presidente Dilma Rousseff conseguiu votos suficientes para derrotar o tucano e representante da classe média tradicionalista, principalmente de São Paulo, Aécio Neves.

A presidente reeleita obteve a maior vantagem no Nordeste, onde conquistou exatos 71,69% contra 28,31% de Aécio, com diferença de 12,2 milhões de votos. No Norte, a presidente reeleita ganhou por 56,54% contra 43,46%. A vantagem na região chegou a 1,01 milhão de votos. Já o tucano, em termos percentuais, conseguiu a maior vantagem no Sul, onde derrotou Dilma por 58,9% a 41,1%. No Centro-Oeste, o oposicionista obteve 57,42%, contra 42,58% da presidenta. No Sudeste, Aécio venceu por 56,18% a 43,82%. Dilma saiu das urnas com 51,62 % dos votos válidos e Aécio com 48,44%.

Os discriminados nordestinos, que são chamados pelos sulistas de “atrasados”, querem sair do Estado de pobreza, da miséria, crescer, se igualar aos sulistas ou até mesmo assumir a vanguarda do desenvolvimento brasileiro. Para viabilizar esse sonho, nos últimos 12 anos contaram com o apoio do governo federal, que foi exercido por oito anos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e agora pela presidente reeleita (completa os primeiros quatro anos de mandato no dia 1º de janeiro de 2015), Dilma Rousseff, ambos do PT. Eles são os responsáveis por tirar o Brasil do Mapa da Fome, conforme o relatório da FAO divulgado no final de setembro último.

As políticas sociais dos dois governantes foram direcionadas para os mais pobres de todo o país, inclusive os de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, onde as condições de vida são bem melhores que as do Norte e Nordeste. Isso serviu para reduzir a mendicância nas ruas, mas também para desagradar a classe média, que anda “chiando” . Aécio Neves obteve grandes votações no Sul e São Paulo (Sudeste) por causa da classe média forte de estados economicamente poderosos indústrializados, de elevada produção agrícola e comércio intenso. São Estados que desde o descobrimento do Brasil mereceram atenção especial pelas condições propícias de clima e solo.

O voto do nordestino mais pobre em Dilma é voto de gratidão. É verdade. Durante séculos, os nordestinos levaram a vida “correndo mundo”, fugindo da seca e voltando para a sua região nos momentos em que ela desaparecia. Nos últimos anos, há ocorrência de secas. Os órgãos de Defesa Civil dizem que “estamos em seca há cinco anos”. Mas os efeitos dela são pouco sentido. Há empregos no sertão nordestino. O governo federal investe em abertura de estradas e rodovias, criação de perímetros irrigados, processo de encaminhamento da industrialização das cidades polos regionais e, com isso, gerando emprego e renda.

Os efeitos mínimos da seca tornaram os sertanejos mais produtivos, crentes de que há uma chance para sair de vez da pobreza e para isso ser viabilizado é preciso consolidar os investimentos no Nordeste. Nas condições de vida atuais, os programas como Bolsa Família são essenciais não só para quem os recebe, mas também para manter a circulação de dinheiro no comércio, na indústria e na agricultura, embora tenha gente questionando isso, chamando a bolsa de “esmola”, uma forma de humilhar os mais pobres dos brasileiros.

 

A partir de janeiro de 2015, quanto tem início o seu segundo governo, espera-se da presidente Dilma Rousseff a continuidade da atenção especial para o Nordeste e para o povo mais pobre (projeta bem o país um povo que come, frequenta a escola, tem saúde e tem dinheiro para, pelo menos, sobreviver). Mas é bom, para acalmar os ânimos, fazer concessões para a desesperada classe média, que no domingo passado, quando saiu o resultado das urnas, percebeu que não é dona do mundo e que dá para ter um bom convívio social entre todos neste país tropical bonito por natureza.



Política
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Por Eugênio Nascimento
27/10
08:30

Dilma venceu em todos os municípios de Sergipe

A presidente Dilma Rousseff (PT) venceu o seu opositor Aécio Neves em todos os 75 municípios de Sergipe e em 68 deles obteve mais de 60% dos votos válidos. O eleitorado do Estado entendeu a importância do voto para manter Dilma governando o país e seguiu os apelos feitos pelo governador Jackson Barreto (PMDB) e os petistas, que se mantiveram em campanha até o final da semana. A presidente obteve pouco mais de 67% dos votos dos sergipanos. Aécio Neves (PSDB) ficou com percentual pouco acima dos 32%.



Política
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Por Eugênio Nascimento
26/10
12:39

Como a economia do Nordeste descolou da crise nos últimos três anos

Ricardo Lacerda*

O principal êxito da política econômica nesses seis anos em que já se estende a crise financeira internacional foi manter a geração de emprego formal e o crescimento da renda do brasileiro, mesmo diante de um quadro externo muito desfavorável.

A economia mundial saiu dos trilhos em setembro de 2008 e desde então os seguidos ensaios de retomada do crescimento não têm se mostrado sustentáveis. Depois de uma recuperação importante, entre o final de 2009 e primeiro semestre de 2011, a expansão do nível de atividade tornou-se anêmica nas economias avançadas, contaminando as possibilidades de crescimento dos chamados mercados emergentes, Brasil inclusive, que enfrentam em 2014 o quarto ano de crescimento modesto.

Se as medidas de estímulo adotadasforam exitosas em enfrentar as adversidades externas com um mínimo de penalização para população, a atividade industrial vem sendo fortemente afetada desde o primeiro momento da crise, com agravamento nos últimos meses.

Descolamentos
Dois movimentos chamam atenção na comparação entre as trajetórias da produção industrial e do nível geral de atividade nos últimos anos: o primeiro é o descolamento entre a evolução do PIB e da produção industrial, indicando que é a expansão das atividades de serviços, impulsionadas pelo incremento do emprego e da renda, que vem permitindo a economia apresentar crescimento, mesmo que modesto;o segundo descolamento que chama atenção diz respeitoàs diferentes trajetórias da evolução do nível de atividade entre as regiões ricas e as regiões mais pobres nesse período de contaminação do crescimento nacional pelo agravamento do cenário externo.

Curiosamente, os dois descolamentos não são duas faces de um mesmo processo, ou, caso sejam, há uma larga defasagem temporal entre eles. 

Nos últimos doze meses (até agosto), a economia da região Nordeste cresceu 3,3%. No mesmo período, a economia do Sudeste manteve-se estagnada, oscilou -0,1%, e a média do Brasil cresceu 0,9%, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR e IBC-R).A geração de emprego formal nos doze meses encerrados em setembro também apresentou intensidade muito diferenciada: alcançou 2,5% na região Nordeste e 0,8% no Sudeste e a média no Brasil foi de 1,46%, dados do Caged.

Mas o descolamento do ritmo de atividade da economia do Nordeste em relação à trajetória da média do país e o da atividade industrial do nível de atividade econômica geral são bem anteriores aos últimos doze meses, eles remetem ao impacto direto dos dois momentos da crise mundial sobre a economia brasileira.

O gráfico apresentado é elucidativo sobre os momentos emque se dão esse dois descolamentos. Estão representados os resultados acumulados em doze meses do ìndice de Atividade do Banco Central (IBC), nas linhas descontínuas, e a Produção Física da Indústria, nas linhas contínuas, do Brasil, do Nordeste e doEstado de São Paulo entre o final de 2003 e agosto de 2014.

Descolamento industrial

No período anterior à deflagração da crise financeira internacional, em setembro de 2008, as curvas das trajetórias da produção industrial e do nível de atividade se apresentam quase sobrepostas, com exceção da produção física da indústria do Nordeste que evoluía mais devagar. As curvas de crescimento do índice de atividade e da produção industrial do Brasil apresentam trajetória bem aproximadas e asssim como as curvas de crescimento do nível de atividade das economias do Nordeste e de São Paulo.

O descolamento do nível de produção industrial foi simultâneo à deflagração da crise internacional em setembro de 2008. Desde então, o nível de produção industrial estaganou, com oscilações, enquanto o crescimento do poder de compra da população assegurou a continuidade da expansão do setor de serviços e da média das atividades econômicas.

O descolamento do Nordeste
O segundomovimentoa chamar atenção é posterior no tempo. Tanto no mergulho na crise ao final de 2008 quanto na retomada, cerca de um ano depois, o nível de atividade da economia do Nordeste e da economia de São Paulo não descolaram, pelo menos até meados de 2011, enquanto a média da economia brasileira seguiu um pouco abaixo, mas não muito distante (ver linhas descontínuas no Gráfico).

Odescolamento de fato da economia do Nordeste em relação às trajetórias de São Paulo e da média do Brasil veio ocorrer a partir do segundo semestre de 2011, quandoa deterioração da situação econômica na Europa empurrou o mundo para o segundo estágio da crise e findou comprometendo as possibilidades de crescimento da economia brasileira.

Desde então a evolução da atividade da economia do Nordeste se diferenciou muito da economia de São Paulo e da média do Brasil. Cabe investigar melhor as razões.

Antecipo que respostas fáceis, em geral de natureza preconceituosa, não dão conta de explicar o desempenho diferencial da economia da região. Não é suficiente atribuir a explicação a um peso maior do setor público e menor do setor industrial na economia da região. Tais explicações não se sustentam. A minha hipótese é de que o ciclo virtuoso que se instalou na economiada regiãono período anterior, com a formação de um amplo mercado de trabalho e de consumo, emitiu efeitos multiplicadores de segunda ordem que asseguraram a manutenção do crescimento mais elevado da região nesse período, mesmo quando o quadro geral da economia brasileira se deteriorou.

 
Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.
Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/





Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
27/10
00:19

Prefeito autoriza obras nos Mercados Municipais e anuncia mudanças no Centro


O Centro de Aracaju está recebendo uma atenção especial da Prefeitura Municipal. Os Mercados Thales Ferraz, Albano Franco e Antônio Franco, considerados símbolos da cidade, passarão por uma reestruturação merecida. Para isso, o prefeito João Alves Filho assinou a ordem de serviço hoje, 24, no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, para a reforma dos Mercados. Além disso, o prefeito também apresentou aos representantes dos comerciantes da capital, a lei que estabelece normas para carga e descargas de mercadoria no Centro Comercial de Aracaju.

O projeto para a construção dos Mercados foi realizado em 1991, enquanto João Alves era governado do Sergipe. Os problemas estruturais que os Mercados do Centro de Aracaju vêm sofrendo, seja por causa do desgaste natural ou pela ação de vândalos que depredam o prédio, têm provocado transtornos aos cidadãos que os frequentam. Mesmo com a limpeza diária, alguns setores necessitam urgentemente de uma solução mais eficiente.

Pensando nisso e em respeito ao cidadão, o prefeito autorizou a ordem de serviço estimada em aproximadamente um milhão de reais. De acordo com João Alves, as obras do centro comercial de Aracaju serão realizadas de forma paulatina, sem que os comerciantes precisem alterar seu horário de funcionamento.

"Essas obras foram bem pensadas e discutidas, não foi algo que realizaremos de improviso. Já temos um grande projeto para o centro comercial. Discutimos muito com os empresários da região para saber quais eram as coisas que eram mais importantes e fundamentais. Mas, vamos além do que eles solicitaram. Antes de terminar essa etapa já abriremos licitação para a segunda etapa. Quero muito bem à nossa cidade e o centro é uma referência para os aracajuanos", garantiu o prefeito.

Da assessoria
Foto: Sergio Silva


Política
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Por Kleber Santos
27/10
00:16

PMA apoia Mutirão de prevenção ao Diabetes


Quem passava pela praça dos mercados na manhã deste sábado, 25 de outubro, teve a oportunidade de se prevenir contra a diabetes. Mais uma vez o Centro de Diabetes de Sergipe com o apoio da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e outros órgãos, promoveram o Mutirão de prevenção ao Diabetes, uma das principais causas de morte de doenças não transmissíveis pelo mundo.

O mutirão teve o objetivo de estimular a população a procurar orientações que venham a diagnosticar a diabetes ainda precocemente, para que se tenha um tratamento adequado. Até o meio dia, foram oferecidos serviços como avaliação da glicemia capilar, avaliação da pressão arterial, avaliação de índice de massa corpórea, avaliação da circunferência abdominal e avaliação do pé do diabético feita por fisioterapeutas em casos de glicemia alta.

"Procuramos criar um pouco de respeito a cidadania, que fazemos o favor de retribuir. O mutirão não tem o objetivo de sacramentar a saúde, mas sim de estimular a população a acreditar na saúde. Muitas pessoas que aqui chegam, estão um pouco desesperançosas de encontrar um tipo de alento. Eles acham que não há mais espaço para a saúde, e só para a doença. Então, nós mostramos pra elas que ainda há espaço para a saúde sim, desde que procurem diagnosticar o diabetes precocemente e buscar um tratamento adequado", ressalta o diretor executivo do Centro de Tratamento ao Diabetes de Sergipe e idealizador do Mutirão de Prevenção ao Diabetes, doutor Raimundo Sotero de Menezes Filho.

Da assessoria
Foto: Marcos Borges



Política
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Por Kleber Santos
27/10
00:13

Aracaju Futsal massacra Madrid/Nosso Clube por 13 x 0


Não basta vencer, tem que massacrar, como dizem no mundo esportivo. Este parece que tem sido o lema da seleção do Aracaju Futsal, que venceu mais uma partida na segunda fase do Campeonato Sergipano, mantendo a invencibilidade, aplicando outra goleada expressiva em seus adversários. Desta vez, a vítima foi o time do Madrid/Nosso Clube, que perdeu pelo placar de 13 x 0.  O confronto aconteceu na quadra do Colégio Purificação, nesta sexta-feira, 24.

Mostrando que está querendo o título da competição, o Aracaju Futsal partiu pra cima do seu adversário usando sua maior arma, o artilheiro Bebeto, que na partida marcou seis gols, seguido de Neto Negão, com duas bolas no fundo rede, Pedrinho, Juninho, Pita, Deivid e Dieguinho, cada um com um gol na partida. Nesta nova fase da competição, o time do Aracaju Futsal já marcou 40 gols em quatro partidas realizadas.

"Temos que conquistar o segundo turno para ir disputar o título da competição contra o Real Moitense. E para pegar os nossos principais adversários somente na final desta etapa, temos que fazer a melhor campanha, por isso que estamos tentando fazer o nosso melhor nas partidas", relatou artilheiro isolado da competição com 35 gols, o ala Bebeto. O próximo jogo do Aracaju Futsal será sexta-feira, 31, contra o Mega Forma, no Sesi do Augusto Franco.


Da assessoria
Foto: Ascom/Sejesp


Esportes
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Por Kleber Santos
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