22/10
15:03

Confiança perde na estreia da Copa do Nordeste SUB-20

Time sergipano foi goleado dentro dos seus domínios

Confiança e Bahia
se enfrentaram pela primeira rodada da Copa do Nordeste SUB-20. O time proletário jogou em casa, contando com o apoio da torcida que incentivou do início ao fim.

E foram os donos da casa que abriram o placar aos 8 minutos, o atacante Vander aproveitou a boa jogada do meio azulino e marcou o primeiro do jogo.

Após o gol do Confiança, o Bahia acordou na partida. Não demorou muito para Dimitri empatar a partida. Aos 38 minutos, o goleiro Degeia fez boa defesa. No escanteio, a situação complicou e Pablo fez gol olímpico, era a virada dos baianos.

Ainda no primeiro tempo o Bahia marcou o terceiro, no vacilo da zaga o meia Caio Melo não perdoou. Já no segundo tempo, mais três gols para os baianos - um deles, um golaço do meio de campo, anotado novamente por Caio Melo.

O quinto gol do Bahia foi marcado pelo atacante Caíque, de carrinho após cruzamento.

Caique novamente aproveitou mais um cruzamento e marcou o sexto gol dos visitantes. Final de jogo, Confiança 1x6 Bahia.

O Confiança volta a campo no dia 03 de novembro contra o Vitória. O confronto acontece em Salvador, o local da partida ainda não foi definido.

Fonte: FSF
Foto:
 Reprodução


Esportes
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Por Redação
22/10
14:56

Educação: décima quarta audiência pública do MPEduc será em Aracaju (SE)

O evento é voltado à comunidade escolar da capital de Sergipe
 
A décima quarta audiência do Projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc) está marcada para o dia 5 de novembro. O evento ocorrerá às 8h, no Auditório do Ministério Público do estado de Sergipe, localizado na Av. Conselheiro Carlos Alberto Sampaio, nº 505 - Centro Administrativo Gov. Augusto Franco, Bairro Capucho, Aracaju (SE). Confira aqui o edital.

No evento, os gestores de Aracaju e do estado de Sergipe vão expor as políticas educacionais que têm sido e que serão aplicadas para o cumprimento do pacto pela educação sergipana. A audiência é aberta ao público interessado, especialmente à comunidade escolar dos municípios cujas ações serão discutidas na oportunidade.

Pacto pela Educação – O pacto foi firmado no final de 2015 e início de 2016 por todos os municípios do estado de Sergipe. Na ocasião, os gestores se comprometeram a adotar medidas efetivas para assegurar educação de qualidade aos alunos e alunas da rede pública, abordando os oito aspectos do Projeto MPEduc: o pedagógico, a estrutura física, a inclusão, a alimentação e o transporte escolar, programas do governo federal e funcionamento dos dois principais conselhos sociais que atuam na análise de prestação de contas de verbas direcionadas para a educação.

Confira aqui o cronograma completo. 

Fonte: Ascom / MPF-SE
Foto: Divulgação


Variedades
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Por Redação
21/10
15:47

O que se move e o que não se move depois da greve dos caminhoneiros

Ricardo Lacerda
Professor da UFS

Difícil falar sobre o comportamento do nível de atividade quando as instituições nacionais se encontram sob ameaça, diante do risco iminente da eleição de um candidato a presidente que já deu demonstrações cabais de falta de compromisso com as regras democráticas e cuja campanha se assenta na incitação ao ódio e à intolerância. 

Os amplos setores da sociedade que atualmente apoiam o candidato que vocifera slogans chamando à ordem provavelmente se defrontarão no próximo ano, caso se confirme a sua vitória, com enormes decepções, quando as frustrações nos mais diversos campos começarem a se acumular. Oremos, pois, para que dê tempo para consertar os estragos que serão necessariamente produzidos por uma gente que se mostra despreparada para a convivência democrática e ainda mais para governar, nas mais diversas áreas, inclusive na economia. 

Façamos uma pausa na política, o que não é fácil diante das preocupações reinantes, para tentar avaliar os últimos indicadores de atividade. Os dados referentes ao mês de agosto, publicados nos últimos dias, sinalizaram que os impactos mais diretos da greve dos caminhoneiros começam a ser dissipados. 

Setores de atividade
Os números de maio e, em alguns setores, de junho, foram tão fora dos padrões que há muita dificuldade para avaliar exatamente o que os resultados dos meses seguintes significam em termos normalização da produção e de crescimento: o comércio varejista apresentou crescimento de 1,3% em agosto, em relação ao mês de julho, depois de três meses de recuo, não chegando, todavia, a repor, na série livre de feitos sazonais, o nível de atividade anterior à paralisação nacional dos rodoviários.   

A indústria de transformação já havia recuperado em junho o nível de atividade perdido em maio, mas desde então não apresenta novos incrementos. O setor de serviços, o segmento que mais retardava o crescimento entre os diversos setores de atividade, vem apresentando fortes oscilações mensais desde maio e no mês de agosto apresentou resultado relativamente robusto, com crescimento de 1,2% em relação a julho na série livre de feitos sazonais. 

Na comparação com igual mês do ano anterior, o volume de vendas do varejo apresentou crescimento robusto em agosto, ainda que as taxas tenham se apresentado muito dispersas entre os setores. Essa também tem sido a marca das atividades de serviços, forte dispersão entre as taxas de crescimento entre os subsetores, revelando a fragilidade da recuperação da atividade.
 
A retomada das atividades industriais, que se iniciou mais cedo do que no comércio e nos serviços, tem se mostrado mais robusta, ainda que alguns subsetores de bens de consumo não duráveis, como têxteis, calçados e alimentos industrializados mantenham produções rebaixadas, além da fabricação de materiais para a construção civil. 

Cabe alertar que permanecem as dificuldades em avaliar o significado dos resultados mais recentes; o quanto do incremento nos últimos meses se deve à reposição dos volumes de produção e vendas perdidos durante a greve dos caminhoneiros e o quanto se deve ao retorno à trajetória de crescimento, mesmo modesto, interrompido nos meses de maio e junho. 

Desconfio que a interpretação dos resultados na série livre de efeitos sazonais mais recentes ficou relativamente comprometida pelos números tão adversos de maio e junho. Nesse sentido, observar a série de indicadores sem o ajuste sazonal, na comparação com igual período do ano anterior, notadamente os resultados acumulados ao invés de mensais, permite captar melhor o comportamento recente do nível de atividade. 

Trimestre e doze meses
Os resultados do mês de agosto são os primeiros que permitem calcular as taxas de crescimento trimestrais sem a maior parte do impacto direto da greve dos caminhoneiros. 

Na comparação com igual trimestre de 2017, o crescimento do volume de vendas do varejo no trimestre completado em agosto alcançou 1,5%, quando antes da paralisação nacional estava rodando quase 4%, em relação a igual trimestre do ano anterior. Em doze meses acumulados as diferenças são bem atenuadas, com índices de crescimento do volume de vendas no varejo similares do período anterior à paralisação nacional, ainda que as vendas no varejo em alguns subsetores permaneçam rebaixadas, como moveis e vestuário e calçados.

Na indústria de transformação, a produção física em doze meses cresceu 2,2%, em relação a igual período anterior, bem inferior ao ritmo anterior à paralisação (cerca de 4%), e muitos dos segmentos de bens de consumo não duráveis continuam com a produção rebaixada. Finalmente, as atividades de serviços, que antes da paralisação nacional rodavam abaixo dos resultados de 2017, apresentaram resultado notavelmente favorável no trimestre encerrado em agosto de 2018, com destaque para os segmentos de transporte e armazenagem.

Para finalizar, o gráfico apresentado traz a evolução das taxas trimestrais e em doze meses do crescimento do Índice de Atividade do Banco Central (IBC-BR), em relação a iguais períodos anteriores. Nas duas séries, o crescimento do nível de atividade da economia brasileira já vinha desacelerando desde o último trimestre de 2017, situação que se agravou no 2º trimestre de 2018.

Após os impactos a paralisação dos caminhoneiros, a economia brasileira, aparentemente, retoma a atividade, com ritmo de incremento de cerca de 1,5%, com uma dispersão relativamente grande entre setores, subsetores de atividade e regiões. O mercado de trabalho continua eliminando empregos formais. A melhor aposta na recuperação seria um forte estímulo aos investimentos públicos na construção civil. Mas as perspectivas eleitorais definitivamente não apontam para a pacificação política da nação.




Coluna Ricardo Lacerda
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Por Kleber Santos
21/10
15:45

Cocô de elefante

José Lima Santana
Professor da UFS

Américo de Galdino Fontes era o tipo de sujeito metido a ser o rei da cocada preta, da morena e da branca. De todas as cocadas. Até mesmo da cocada baiana, que só Perolina fazia naquela cidadezinha morrinhenta. Américo era pabo, inflado de vaidade, a ponto de quase não pisar no chão. Ele parecia levitar levemente quando caminhava, apesar de ser grandalhão. De tanta pabolice era o sujeito cheio, que nele botaram o apelido de Cocô de Elefante. Apelido mais do que apropriado para quem era inflado de gabolices. 

Mas, quem era mesmo o tal Cocô de Elefante? Um sujeito que não tinha, a bem dizer, eira nem beira. O pai, porém, Galdino Fontes das Embiribeiras era um pequeno proprietário rural, dono de umas poucas, mas, muito boas, tarefas de terra e de um gadinho miúdo, que também se dedicava ao comércio ambulante de cereais nas feiras de três cidades: Matão de Dentro, onde morava, Tijuquinha e Pau d’Arco. Todas elas cidadezinhas poeirentas, largadas nos sertões da Bocaiuva.

Cocô de Elefante tinha se arrastado nos bancos escolares da professorinha Dona Amélia de Vicente Gogó de Ouro, tocador de rabeca e cantador de baiões e xaxados. Não passara, todavia, do segundo ano primário. Lia e escrevia sofrivelmente. Lendo, gaguejava mais do que Tito Gaguinho do finado Zacarias Pançudo. Como o pai, Galdino Fontes, era muito chegado a Manequinha de Belmiro Alagoano, e este Alagoano era mesmo nome de família, embora pernambucano ele fosse, foi concedido a Américo Cocô de Elefante o cargo de fiscal da Prefeitura. Nem os talõezinhos com os quais se cobrava as taxas de feira ele os preenchia de forma legível. Era, a bem dizer, um verdadeiro tabacudo. 

O cargo de Cocô de Elefante, no qual ganhava uma miséria, fora-lhe concedido nos fins dos anos 1950, quando um genro de Manequinha, da UDN, era o prefeito municipal de Matão de Dentro. Manequinha de Belmiro Alagoano era o chefe inconteste da União Democrática Nacional desde a instalação do partido no município. Era, portanto, um “cara-preta” legítimo de carabina e cartucheira. Nos idos dos 30, ele e dois irmãos assentaram lugar na Volante do tenente Isaías Cospe Fogo, que combateu Lampião de três estados. Era do tipo que não aguentava subacada de ninguém. Homem nenhum lhe fazia cócegas na política. Antes, fora getulista. Depois, tornou-se brigadeirista, eleitor do Brigadeiro Eduardo Gomes. Para ele, os homens de bem deviam andar armados, especialmente na roça, para enfrentar os bandidos que por ventura aparecessem, vindos de outras plagas. Afinal de contas, em Matão de Dentro bandidos tinham vida curta e sujeitos mofinos morriam de caganeira, ainda nos cueiros. Manequinha era belicoso, violento. 

Nas eleições de 1962, depois de muito tempo sem aparecer um adversário que ameaçasse o poderio de Manequinha, eis que um neto de Tertuliano Sampaio, finado já em pó transformado, engenheiro formado nas Minas Gerais, deu para meter a cara na política local. O avô, Tertuliano, homem de paz, mas, nem por isso, um zé mané, fora chefe da oposição a Manequinha, liderando o Partido Republicano, que, no estado, era eterno aliado do PSD. 

Jovem bem apessoado, funcionário público federal, lotado no DNOCS, Geraldo Mota Sampaio começou a arrebanhar jovens e adultos para a sua fileira. Manequinha, octogenário, mas, ainda com pulso forte, começou a sentir-se incomodado com a presença do engenheiro. “Ainda sou muito homem pra botar esse frangote pra correr daqui com as calças na mão”, disse o velho líder aos seus apadrinhados. Ocorre que o neto de Tertuliano Sampaio era também neto do Coronel Francisco Tenório, chefe político no interior das Alagoas e, mais do que isso, antigo chefe de jagunços, cuja linhagem vinha desde os tempos do Império, nas pessoas de seus diretos antepassados, o Barão da Boa Morte, o Coronel Peregrino Tenório, que, um dia, fechou à bala a Assembleia Legislativa, em Maceió, e do também Coronel Aristides Tenório, este coronel da Polícia Militar alagoana, e não coronel de patente comprada da antiga Guarda Nacional. Portanto, peco Geraldo Sampaio não era. Descendia, pois, de boa ninhada.
 
Por onde anda Cocô de Elefante? Teria sumido no oco do mundo? Não, não e não! Ei-lo de volta à narrativa. Numa sexta-feira, véspera da feira semanal de Matão de Dentro, após duas semanas em que Geraldo Sampaio instalara-se de vez na cidade, arranchando-se na casa da avó viúva, Dona Terencinha Sampaio, e de ter aberto noutra casa da avó a sede do Partido Republicano, Manequinha de Belmiro Alagoano convocou uma reunião dos seus apaniguados. Estava chegando a hora de dar uma lição no doutorzinho. O plano era simples. Alguém iria à tal sede do partido opositor para desferir uns tiros para o alto, desmantelando algumas telhas e botando os da corriola do engenheiro para correr. Pensava Manequinha que apenas uns tiros fariam Geraldo Sampaio encolher o rabo entre as pernas e voltar para a capital, para cuidar da mulher e dos dois filhos. 

Manequinha escolheu logo quem para executar o serviço? Sim, ele mesmo: Cocô de Elefante. Afoito, cheio de si, a própria empáfia em pessoa. Um servicinho daquele era moleza e, ainda por cima, lhe daria crédito de montão junto ao chefe. Ah, mas olheiros os há em todos os lugares! Pois não era que Geraldo Sampaio tinha um olheiro infiltrado nas hostes de Manequinha? O plano lhe fora passado tin-tin por tin-tin. O serviço sujo do qual Américo de Galdino Fontes fora encarregado era para ser executado no sábado, por volta das dez horas, quando a feira estaria no auge. E a sede do PR ficava na Praça do Comércio, local de maior atração da feira. 

No horário combinado, Cocô de Elefante dirigiu-se à sede do PR. Portava na cintura um três-oitão canela seca carregado até a boca. Alguns paus-mandados de Manequinha ficaram aperuando ali por perto, para ver o rebuliço. O rei de todas as cocadas aproximou-se da calçada. Meteu a mão na cintura por baixo da camisa. De dentro da casa para a calçada, uns vinte homens surgiram, à frente o engenheiro Geraldo Sampaio, armados até os dentes. Cocô de Elefante parou. Tremeu. Gaguejou. Mijou-se e cagou-se todo. 

Américo de Galdino Fontes não passava mesmo de um cocô de elefante. Só tinha tamanho.

As eleições daquele ano, 1962, botaram por terra o mandonismo de Manequinha de Belmiro Alagoano. A paz reinou em Matão de Dentro. 


Coluna José Lima
Com.: 0
Por Kleber Santos
21/10
09:07

Coluna Primeira Mão

 Movimentações

 

Já tem gente com mandato de olho nos partidos daqueles que não se elegeram.  Isso vai render um monte de falações na mídia logo em breve. Há pelo menos quatro partidos que despertam interesse e entre eles estariam o PRB, de Heleno Silva, Jony Marcos e Ivan Leite,  e o PSB, se Valadares Filho perder a disputa pelo Governo de Sergipe no próximo dia 28. O fogo amigo e inimigo será intenso.

 

De olho em cargos

 

Como as chances de vitória de Belivaldo Chagas (PSD) são maiores, o número de adesões que conquistou também são bem maiores que as de Valadares Filho (PSB). A última pesquisa Ibope, divulgada na noite da última quinta-feira pela TV Sergipe (registro SE-04381/2018),  mostra Belivaldo com 58% das intenções de voto e o filho de ACV com 42%. Situação difícil é a de Valadares Filho.

 

Presidência

 

A lista cresce. O deputado estadual reeleito Garibalde Mendonça (MDB) também quer ser presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe. Também são comentados os nomes de Luciano Bispo, Jeferson Andrade e Zezinho Guimarães.

 

Questão de vocação

 

O jovem deputado Georgeo Passos tem sido muito lembrado para continuar no papel de líder da oposição na legislatura que começa em fevereiro de 2019..

 

Que dê exemplo

 

O trabalho da delegada Daniela Garcia ajudou - e muito! - na eleição para o Senado do também delegado Alessandro Vieira. Agora, Daniela não está exagerando ao participar, com tanto empenho do programa eleitoral de Valadares Filho? Ela fala em "risco", porém sabe que nada lhe acontecerá se Belivaldo Chagas ganhar. Está tentando provocar uma crise política sem nenhuma necessidade. Logo ela que representa bem a lei e a ordem.

 

Na bancada da bala?

 

Os posicionamentos do delegado Alessandro Vieira, recém-eleito senador por Sergipe, despertam muitos boatos. Ele defende "alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para endurecer o tratamento do adolescente infrator"; sustenta o porte legal de armas para "proprietários rurais e profissionais da segurança privada"; e admite que "é possível" que tenha havido "uma identificação do eleitorado do presidenciável com seu nome", explicando os votos recebidos. Essas declarações fazem dele um futuro membro da bancada da bala no Congresso? Por enquanto, seria irresponsável afirmar que sim. Masssss...quem sabe.

 

Fim de papo

 

Em entrevista a uma emissora de rádio na quinta-feira, Belivaldo Chagas negou que tenha convidado ou que convidaria Jackson Barreto e André Moura para compor o seu secretariado. Assunto encerrado.

 

Portas abertas

 

Se o rumor for confirmado, a decisão de Walmir de Francisquinho de ficar neutro nesse segundo turno pode ser uma boa notícia para Belivaldo Chagas. O muito popular prefeito de Itabaiana teria a força para influenciar qualquer candidato. Assim, o caminho fica livre para o candidato que também é governador.

 

Ducha fria

 

Caiu como uma bomba a informação de que o filho do prefeito de Itabaiana, Talysson de Francisquinho, o deputado estadual mais bem votado teve o seu registro e o seu diploma cassado pela Justiça Eleitoral. Ele deverá recorrer, claro. Um verdadeiro balde de água gelada na alegria do eleito.

 

E a qualidade, hein?

 

Começou a dor de cabeça para os pais cujos filhos estudam em escolas privadas. Essas instituições se movimentam, com liberdade, para reajustar os valores das mensalidades para 2019. Os pais e responsáveis pelos estudantes precisam discutir com os diretores de escolas a questão da qualidade de ensino.

 

Correios em SE

 

Não haverá, por ora, fechamento de agências dos Correios em Sergipe. Mas essa instituição federal está na mira dos que querem privatizações de empresas estatais.

 

 

É demais

 

 

A Deso precisa ficar de olho nessa sua rede de tubulação para fornecimento de água água. Toda semana, numa dessas adutoras, ocorrem problemas graves e que prejudicam a população.

 

 

Sob pressão

 

 

Região da qual o Brasil faz parte,  América Latina,  parece não ter jeito mesmo: ou populismo ou militarismo. A jovem democracia brasileira nunca esteve tão ameaçada como nessas eleições presidenciais. Tomara que tudo o que dizem não passe bravata e que ventos autoritários não estejam soprando em nossa direção.

 

 

Fake news

 

É assustador ficar sabendo que apenas 8% das mensagens veiculadas pelo aplicativo WhatsApp são verdadeiras. Estamos nos tornando o país da mentira? Logo em breve o nome do Brasil passará a ser Brasnóquio.

 

Sem crédito

 

Por causa das montanhas de notícias falsas ou "fake news", os eleitores estão cada vez confusos e os políticos ainda mais desacreditados. Os eleitores precisam ter uma mínima relação de confiança com os políticos e com as autoridades estatais de um modo geral. Quando isso não acontece, o funcionamento do sistema político fica mais do que prejudicado. Pode entrar em colapso. 



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
21/10
08:26

Festival de cachaça costuma matar competidores no NE

Ontem, 19/10/2018, no Rio Grande do Norte, quatro que participavam de uma gincana de cachaça passaram mal e foram levados para um hospital. Esse tipo de situação, não é nova para nós sergipanos. Por aqui, muita gente saiu da disputa direto para as urgências hospitalares, levada por ambulâncias do SAMDU (Serviço de Assistência Médica de Urgência) ou por amigos.

Nos idos de 1970 e 1980, São Cristóvão realizava uma vez por ano um campeonato de cachaça, que deixava graves sequelas. Em um ano os quatro finalistas passaram mal e não houve campeão e dois anos depois isso se repetiu. Depois, tornou-se muito frequente.

Mas o fato mais grave registrado na disputa de São Cristóvão, quando cada competidor bebia algo em torno de duas garrafas e meia a três de pinga “das boa” ocorreu na “Bica dos Pintos”, onde o finalista da competição “Vavo”, o sapateiro, saiu na frente e ao final de seu estoque sentiu tonturas, não conseguia se levantar, não sabia onde estava e  morreu.

Alguns seguidores do velho “João Bebe Água”, aquele carinha que se entregou à cachaça depois que Inácio Barbosa transferiu a capital de Sergipe de São Cristóvão para Aracaju, em 17 de março de 1855,  dizem até hoje que Vavo bebeu três litros e meio de cachaça “de cabeça”, aquela de primeira, bastante forte e seca. E sem beber água, só na base da pinga.

Esse tipo de disputa é comum no Nordeste, assim como são comuns as mortes de competidores.


Os amigos de Vavo cantaram, assim que foi confirmada a morte:

“Morreu, meu irmão morreu/

De um ovo de anum que comeu/

Bebeu cachaça por cima, meu irmão/

Estoporou morreu”

 

(autor desconhecido)



Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
21/10
07:44

Assembleia homenageia 13 professores com a medalha Manoel Bomfim

O Presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, Deputado Luciano Bispo, e o Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto, Deputado Robson Viana, convidam todos para a Sessão Especial de entrega da Medalha do Mérito Educacional Manoel José Bomfim aos professores:

- Ada Augusta C. Bezerra (in memoriam)

- Alexandrina Luz Conceição

- Beatriz Góis Dantas

- Elcina Batista dos Santos

- Francisco Silva de Azevedo (Chicão)

- José Alexandre F. Diniz

- José Ibarê Costa Dantas

- José Paulino da Silva

- Judite Oliveira Aragão

- Lianna de Melo Torres

- Maria do Carmo Oliveira da Fonseca

- Maria Nele Santos Ribeiro

- Walburga Arns da Silva

O ato solene acontecerá dia 24 deste mês, às 11h.



Política
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Por Eugênio Nascimento
19/10
20:24

Rogério Carvalho diz que tem sido vítima de pesquisas

O senador eleito por Sergipe, Rogério Carvalho, (PT), declarou hoje que tem sido vítima e perseguição de pesquisas e afirmou que o senador eleito delegado Alessandro Vieira está no lugar certo, ao lado do presidenciável Jair Bolsonaro, se concorda com o que ele pensa. Carvalho foi entrevistado pelo radialista Narcizo Machado na manhã desta sexta-feira, 19, durante o Jornal da Fan. O petista avaliou o processo eleitoral, agradeceu aos apoiadores e criticou o posicionamento de adversários e apoiadores.

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), manifestou apoio à candidatura dele, mas segundo o senador eleito, Edvaldo, optou por não se dedicar à campanha de companheiros, demonstrando insatisfação. “Agradeço a ele pelo voto, mas a minha vitória, não veio do topo da pirâmide, veio da base. O povo foi o principal responsável por me levar de volta a Brasília, agora como senador da República”, pontuou.

Pesquisas

Rogério ainda afirmou que sofre perseguição desde 2010 e responsabilizou os institutos de pesquisas, que divulgam resultados preliminares das eleições. “Em 2010, eu aparecia como 5º colocado para uma vaga na Câmara Federal e no entanto fui o deputado federal mais votado daquele pleito”. disse.

Ele disse ainda que “em 2014, perdi a eleição por uma manobra arbitrária. A pesquisa divulgada um dia antes, me colocava em uma posição bem abaixo da minha concorrente, o que foi provado nas urnas que não era verdade. Agora, eu aparecia como 4º colocado para o Senado, e fui eleito. É preciso que esses institutos revejam a metodologia, porque da forma, como estão fazendo não está correto”.

Adversário

Sobre o senador eleito  por Sergipe, delegado Alessandro Vieira (Rede), que manisfestou apoio ao candidato à  presidência Jair Bolsonaro usando as redes sociais para classificar o PT como “organização criminosa”, Rogério, que também é presidente estadual do PT, rebateu em tom irônico, afirmando que delegado, está do lado certo.

“Se ele compactua com homofobia, desrespeito às mulheres, eliminação de adversários, tortura e matança como forma de resolver questões de segurança, ele está no lugar certo, que é ao lado de Bolsonaro”, finalizou.

 




Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
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