30/10
11:38

WELLINGTON MANGUEIRA: UM COMUNISTA DURO NA QUEDA

Afonso Nascimento - Professor de Direito da UFS

 

A primeira vez que ouvi alguém falar de Wellington Mangueira foi quando comecei meus estudos de Direito em 1973, através do também estudante Carlos Alberto Menezes, um ano mais adiantado do que eu. Ele se referia a Wellington Mangueira como "dialético". O que ele queria dizer com esse adjetivo? Bom orador? Bom debatedor? Grande poder de persuasão? Alguma coisa por aí? O tempo foi passando e as minhas informações sobre Wellington Mangueira aumentaram, até que certo dia pedi uma entrevista a ele, o que aconteceu no Clube Cotinguiba - espaço onde na juventude frequentei diversos bailes e festas. Finalmente, durante os trabalhos da Comissão Estadual da Verdade, tive a oportunidade de me encontrar com ele em todas as sessões de oitivas de pessoas atingidas pelo regime militar brasileiro. Que opinião formei sobre ele? Bom sujeito, de raciocínio rápido e de papo envolvente.

 

Recentemente, foi publicado um livro sobre a vida de Wellington Mangueira, escrito pelo talentoso jornalista Mílton Alves Jr., que me presenteou com um exemplar (ALVES JR. Mílton. Continência a um comunista. Aracaju: EDISE, 2018). Aí resolvi escrever esse texto, meio resenha, meio artigo, para destacar alguns aspectos da vida desse ativista político brasileiro cuja militância comunista o levou para bem perto da loucura e da morte. Mas o ativista comunista nascido no ano de 1945 em Aracaju sobreviveu e está bem vivo vendendo saúde, presidindo a Fundação Renascer, instituição que cuida de adolescentes infratores da lei.             

                                                      

Quero inicialmente pôr em relevo que poucos meses depois do golpe militar de 1964, Wellington Mangueira foi expulso do Colégio Atheneu pela sua diretora Maria Augusta L. Moreira - num tempo em que ainda não fazia parte do PCB em Sergipe. Depois de uma palestra de militar do 28 BC para alunos do Ateneu, a diretora perguntou à plateia quem partilhava as ideias dos novos tempos trazidas pelo regime militar recém-instaurado, ele e outros colegas secundaristas (Alceu Monteiro, Abelardo Silva Souza, Jackson Figueiredo, Mário Jorge Vieira, Anderson Nascimento, Sílvio Santana Filho) mostraram a sua discordância. Por incrível que pareça, isso foi motivo para serem expulsos da tradicional instituição escolar. Wellington Mangueira, presidente do Grêmio Estudantil Clodomir Silva de 1963 a 1964, e seus colegas recorreram à Justiça e ganharam a causa. Descontente com o desfecho da história, a mencionada diretora decidiu demitir-se do cargo. Mesmo com a decisão a seu favor, Wellington Mangueira não conseguiu reintegrar-se ao Ateneu e se transferiu para o Colégio Arquidiocesano, uma escola católica. Filiou-se ao PCB em janeiro de 1966, ainda estudante secundarista.

 

Num tempo em que o movimento estudantil secundarista era mais importante do que o movimento universitário, Wellington Mangueira levou uma facada de um estudante secundarista num encontro político estudantil marcado para acontecer na Escola Laudelino Freire, em Lagarto, em 1967. O nome desse estudante é João Ferreira Lima, graduado no mesmo ano que eu e hoje procurador aposentado do município de Aracaju. De acordo com o relato do livro, naquele momento era prefeito de Lagarto o recém-falecido Rosendo Ribeiro, mais conhecido como “Ribeirinho”. Esse prefeito direitista, ao tomar conhecimento que o encontro estudantil era para eleger a nova diretoria da União dos Estudantes Secundaristas de Sergipe (USES), teria a participação de muitos comunistas, além de dois deputados estaduais de esquerda (Viana de Assis e Cleto Maia) que faziam oposição à ditadura militar, mandou retirar toda e qualquer infraestrutura necessária à reunião estudantil. Foi então que Wellington Mangueira fez um pronunciamento propondo a suspensão do encontro de Lagarto, sugerindo que o evento fosse transferido para Propriá ou Aracaju.

 

Foi carregado nos braços por seus colegas, quando sentiu algo como “fisgada” nas costas, até dar-se conta que estava sangrando, que recebera uma facada. João Ferreira, que era aluno direitista Colégio Pio X, foi encontrado a lavar a faca da tentativa de homicídio no banheiro, depois indo se esconder na casa do prefeito. Era a resposta de João Ferreira ao tapa que recebera de Wellington Mangueira, quando foi agredido verbalmente ao ser chamado de “preto, negro safado” por João "Papa-Doce". A despeito de perder muito sangue e da dificuldade para obter cuidados médicos, Wellington Mangueira escapou com vida desse lamentável episódio.

 

Em 1968, ano a partir do qual os militares radicais ficaram no comando do regime militar, foi fundada a Universidade Federal de Sergipe e também no mesmo ano foi criado o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFS, para cuja presidência foi eleito o estudante de Direito João Augusto Gama. Na condição de estudante da Faculdade de Direito, Welington Mangueira foi ao encontro “clandestino” da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna, no interior de São Paulo. Foi preso pela Polícia Militar de São Paulo e levado ao Presídio Tiradentes, juntamente com outros sergipanos que foram participar daquele que deveria ser o XXX Congresso da UNE, principal instituição representativa dos estudantes brasileiros posta na ilegalidade com o golpe militar de 1964.

 

Com a radicalização do regime militar à direita, Wellington Mangueira decidiu partiu para o exílio em Moscou em 1971, onde ficou até 1973. Que usos fez de seu tempo durante sua passagem pela União Soviética? Rigorosamente falando, ele fez estudos destinados a preparar elites comunistas de países do Terceiro Mundo, na então chamada Universidade de Amizade dos Povos Patrice Lumumba. Nessa instituição escolar, estudou Economia Política, Estudos Sociais e Língua Russa. Segundo o autor do livro, também concluiu Mestrado em Ciências Sociais na mesma universidade. Por incrível que pareça, decidiu voltar ao Brasil em 1973 quando o regime militar, ao combater os grupos de armados da oposição, se tornou mais violento, promovendo perseguições, prisões, desaparecimentos, torturas e mortes. Wellington Mangueira justificaria a sua volta ao Brasil com a notícia de uma suposta absolvição de seu caso na Justiça Militar brasileira. Voltou e logo foi preso em Aracaju e levado a Salvador. Foi nesse período que ele conheceu as piores torturas em quartel do Exército em Salvador. Sem que lhe fosse bem explicado, as autoridades militares deram a ele uma semana livre, fora das instalações castrenses, com o compromisso de voltar ao quartel uma semana depois. O que fez o ativista comunista, percebido pelos militares como perigoso quadro de elite treinado em Moscou para atuar no “partidão”?

 

Decidiu voltar a Aracaju. Na capital sergipana, foi aconselhado por seus parentes e seus camaradas a seguir para um segundo exílio, desta vez no Chile de Salvador Allende, país que, pela via eleitoral, parecia fazer uma transição pacífica para uma sociedade como Cuba. Com a ajuda de parentes e amigos, foi de Aracaju ao Rio de Janeiro, de onde seguiu até Porto Alegre. Da capital gaúcha deveria ir a Montevideo, no Uruguai, e de lá para Santiago. Na estação rodoviária porto-alegrense, foi detido por agentes da repressão. Antes de ser levado para o Rio de Janeiro, Wellington Mangueira conheceu novas sessões de tortura. Durante a viagem aérea foi ameaçado de ser jogado no mar. No Rio de Janeiro, foi brutalmente torturado até que, foi autorizado a voltar para Sergipe. Somadas as torturas sofridas em Salvador, Porto Alegre e Rio Janeiro, o ativista comunista admitiu ter chegado perto da loucura.

 

Wellington Mangueira não foi preso por ocasião da Operação Cajueiro, que corresponde à última onda repressiva dos militares em Sergipe. Mesmo assim, foi obrigado a ler uma carta na televisão que supostamente teria escrito com a qual renegava o comunismo e o consumo de maconha. Depois disso, o homem público Wellington Mangueira foi dirigente do Cotinguiba, exerceu o magistério secundarista, praticou advocacia empresarial, tentou sem sucesso mandatos eletivos de político e tem ocupado diversos postos de secretário de Estado e do município em Aracaju e no interior em governos de partidos diversos.

 

Para quem conhece um pouco a trajetória política de Wellington, sabe que nesse relato está faltando uma pessoa. Ela se chama Laura, sua esposa, que ele conheceu ainda adolescente e estudante no Ateneu e com quem está casado até hoje. Os dois são um dos muitos casais formados nos grupos de oposição armados ou não ao regime militar. Ela também se filiou ao PCB, em 1967, esteve com ele em Moscou, conheceu as prisões e as torturas praticadas pelo regime militar em diferentes cidades. Ela também sobreviveu ao regime militar. Os dois têm filhos e netos e vivem todos em Aracaju.



Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
29/10
19:24

Renda Irlandesa declarada como Patrimônio Imaterial de Sergipe

Iniciativa do Projeto de Lei de nº 197  partiu do deputado estadual Garibalde Mendonça

Tramita na Assembleia Legislativa de Sergipe a proposta de declarar como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Sergipe a “Renda Irlandesa de Divina Pastora”. A iniciativa do Projeto de Lei de nº 197  partiu do deputado estadual Garibalde Mendonça (MDB).

A cidade de Divina Pastora se tornou o principal polo da renda irlandesa em razão de condições históricas de produção vinculadas à tradição dos engenhos canavieiros, à abolição da escravatura e às mudanças econômicas que culminaram na apropriação popular do ofício de rendeira, restrito originalmente à aristocracia. A renda irlandesa é um tipo de renda de agulha, dentre as muitas existentes no Brasil. Combina uma multiplicidade de pontos executados com fios de linha tendo como suporte o lacê, produto industrializado que se apresenta sob várias formas, sendo o fitilho e o cordão os mais conhecidos na atualidade. Em Sergipe, a opção das mulheres no município de Divina Pastora por trabalharem com o lacê do tipo cordão sedoso achatado, mesmo empregando uma técnica que é muito difundida no Nordeste, resultou na confecção de uma renda singular, de grande beleza, ressaltada pelo relevo e brilho do lacê. Isto confere ao produto do seu trabalho um diferencial em relação às rendas produzidas em vários estados da Região. Desse modo, a renda irlandesa de Divina Pastora, devido ao tipo de matéria prima empregada, apresenta características próprias, gerando um produto em que textura, brilho, relevo, sinuosidades dos desenhos se combinam de modo especial, resultando numa renda original e sofisticada.

Segundo o texto da matéria, o projeto de lei visa unicamente a preservação e a valorização da cultura sergipana. “A renda irlandesa é conhecida em todo o país e no exterior, pois o trabalho realizado pelas rendeiras é de excepcional qualidade. Em Sergipe várias localidades produzem a renda, mas é no município de Divina Pastora que existe uma maior concentração delas. Para fortalecer o trabalho das rendeiras é necessário criar espaços para a comercialização de seus produtos, promover oficinas de qualificação e  cursos de aperfeiçoamento para que melhore a qualidade de vida das mesmas”, destaca a justificativa do Projeto de Lei.

Fonte: Rede Alese
Foto: Heitor Reali – Site Iphan


Política
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Por Redação
29/10
19:15

Celebrados na Alese os 96 anos do Arquivo Público de Sergipe

Na manhã dessa terça-feira,29, o Grande Expediente da Casa Legislativa foi reservado para palestra comemorativa dos 96 anos de Fundação do Arquivo Púbico de Sergipe (APS),  tendo como conferencistas o secretário de estado da Educação, o professor Josué Modesto; as professoras Beatriz Góes e Terezinha Oliva; além do prof. Carlos Malaquias e a diretora do Arquivo, Lícia Cristina Souza. A iniciativa foi do deputado Francisco Gualberto (PT), através de Requerimento n°1421/2019, aprovado por unanimidade.

A sessão comemorativa foi aberta com a fala da diretora do Arquivo Público de Sergipe, Lícia Cristina Souza, que reforçou a importância de salvaguardar a memória do estado. Em seu relato, a gestora contou a origem do Arquivo Público de Sergipe, que nasceu na Seção de Arquivo da Biblioteca Pública Provincial, criada em 1848 (Lei n° 2.33), através do então governador Graccho Cardoso, com a finalidade de guardar documentos originais ou cópias de quaisquer papéis do Governo Geral ou Provincial, relativos ao Direito Público, à legislação, à Administração, História, Geografia, bem como manifestações científicas, literárias e artísticas de Sergipe, explicou Lícia reconhecendo que ainda se faz necessário avançar, no que diz respeito ao número alto de arquivo do recolhe em órgãos públicos. Sobre os desafios do arquivo para os anos seguintes, Lícia Cristina disse que a instituição não pode ter medo de cumprir sua missão, devendo estar atenta às inovações tecnológicas do sistema de acesso à documentação, através da digitalização do acervo. Ela falou também da importância da disponibilização de conteúdos online para a sociedade, além da efetivação de uma política do sistema estadual de arquivo que integre informações entre os entes públicos, além da realização de convênios com instituições nacionais públicas e privadas, a exemplo do Arquivo Público Nacional e Arquivo Público do Estado de São Paulo. Para o autor da propositura, o deputado Francisco Gualberto, o Arquivo Público é de fundamental relevância, uma vez que preserva em sua memória informações da sociedade, dos movimentos sociais, políticos e econômicos.

Arquivo Público de Sergipe - História

O imóvel que hoje abriga o Arquivo Público, nominado Palácio Carvalho Neto, foi construído em 1936 afim de abrigar a Biblioteca Pública e a Secção do Arquivo Público. No terceiro ano após a sua criação, em 1926, o arquivo volta à condição de seção da Biblioteca Pública, mantendo-se nesta situação até 1945. Lá estão salvaguardados documentos manuscritos, datilografados, impressos, iconográficos, cartográficos, obras hemerográficas e publicações, provenientes da Administração Pública Provincial e Estadual, inclusive dos Poderes Legislativo e Judiciário, como também particulares, referentes aos séculos XVIII, XIX e XX. Em 1947, o Arquivo Público muda-se para o imóvel que hoje sedia a Escola do Legislativo (antiga Assembleia Legislativa). A situação permaneceu até 1974, quando foi construído um novo prédio para a Biblioteca Epifânio Dória, no bairro 13 de julho. A Biblioteca mudou-se e o Arquivo Público de Sergipe passou a ocupar sozinho o Palácio Carvalho Neto.

Obra 

O prédio foi reformado e modernizado, entregue àa população recentemente, com um investimento da ordem de R$ 900 mil, por meio de parceria firmada entre o Governo de Sergipe e a Centrais Elétricas (Celse), através de Protocolo de Intenções que visa promover ações de preservação do patrimônio cultural e histórico de espaços públicos que integram o meio ambiente cultural do estado de Sergipe.

Fonte: Rede Alese
Foto: Jadilson Simões


Política
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Por Redação
29/10
19:00

Ocorre nesta quarta-feira a Audiência Pública sobre a Lei Orçamentária Anual de Aracaju

Audiência discutirá os marcos legais e o atendimento às demandas sociais na composição da peça orçamentária municipal, nas suas mais variadas faces, para o exercício do próximo ano

Nesta quarta-feira, dia 30, no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, a partir das 15h, a Prefeitura de Aracaju promove, por intermédio da Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), a audiência pública sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2020. A audiência discutirá os marcos legais e o atendimento às demandas sociais na composição da peça orçamentária municipal, nas suas mais variadas faces, para o exercício do próximo ano. Para tanto, contará com a presença de lideranças sociais, entidades representativas, representantes dos poderes constituídos e da sociedade em geral.

Assim como nas audiências anteriores realizadas pela atual gestão municipal, afirma o coordenador geral do Orçamento na Seplog, José Leilton de Almeida, esta também será transmitida em tempo real pelo canal da Prefeitura de Aracaju no Youtube e terá tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais). “Iremos discutir todos os parâmetros legais e o direcionamento estratégico dessa composição da peça orçamentária. Através da inovação, pela transmissão via internet, também iremos permitir que qualquer cidadão, em qualquer parte do Brasil e do mundo, acompanhe toda a dinâmica da apresentação em tempo real, acompanhando as decisões que definirão o futuro da nossa capital”, complementa o coordenador.

Participação

Leilton destaca ainda que, desde o início deste mês, a Prefeitura de Aracaju disponibiliza, em seu site institucional, um formulário no qual o cidadão pode apontar prioridades para o seu bairro.  “As informações apuradas pelas manifestações no formulário também nos ajudarão no direcionamento de ações e serviços em prol da população aracajuana. Por isso, é fundamental que os cidadãos participem fornecendo sua opinião”, explica Leilton. Para acessar o formulário, basta clicar aqui .

Fonte: AAN
Foto: Ascom/Seplog


Variedades
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Por Redação
29/10
18:57

Câmara Municipal de Aracaju mantém vetos do Executivo

Na manhã desta terça-feira, 29, os vereadores da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) apreciaram, durante a 88º Sessão Ordinária, 11 proposituras sendo dois Veto Total, seis Projetos de Lei, um Projeto de Resolução, uma Moção e um Requerimento.

Vetos

O Veto Total nº 17 ao Projeto de Lei nº 96/2018 que trata sobre a obrigatoriedade de as empresas potencialmente poluidoras contratarem responsável técnico em meio-ambiente foi bastante debatido pelos pares da Casa. O veto, que é de autoria do Poder Executivo, foi mantido por sete sim e seis não. Outro veto total, enviado pelo Poder Executivo, foi o que se refere ao Projeto de Lei nº 245/2018 que dispõe sobre a concessão da meia-entrada para radialistas, jornalista e publicitários em estabelecimento e eventos culturais esportivos, de lazer e entretenimento no âmbito do município de Aracaju.

Projetos de Lei

Em 1º votação foi aprovado o Projeto de Lei nº 87/2019, de autoria do vereador Vinicius Porto (DEM), que dispõe sobre a colocação de placas indicativas com medidas profiláticas contra doenças transmissíveis em salões de beleza e similares no âmbito do município de Aracaju. Também foi aprovado em 1º votação o Projeto de Lei nº 157/2019, de autoria do vereador Cabo Didi (sem partido) que institui a política municipal de combate e prevenção das hepatites virais.

Fonte: CMA
Foto: Gilton Rosas


Política
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Por Redação
29/10
18:50

OAB anula três questões do XXX Exame de Ordem

Confira aqui todos os detalhes

A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado, após análise da Prova Objetiva do XXX Exame de Ordem Unificado – relativa à primeira fase –, torna pública a anulação das questões 20, 30 e 57 do caderno de prova tipo 1 e suas correspondentes nos cadernos tipo 2, 3 e 4; sendo atribuída a respectiva pontuação a todos os examinandos, nos termos dos itens 5.9 e 5.9.1 do edital de abertura do Exame de Ordem.

Em relação à questão 20, a OAB Nacional atuou de forma imediata, após constatar indícios de plágio na questão citada e decidiu pela anulação do item e pelo encaminhamento de pedido de apuração dos fatos junto à Fundação Getulio Vargas, que é a banca responsável pela aplicação e formulação dos cadernos de prova.

O prazo oficial de recebimento de recursos previsto no calendário do Exame compreenderá o período entre 12h do dia 30 de outubro de 2019 e 12h do dia 2 de novembro de 2019, observado o horário oficial de Brasília-DF. A Ordem dos Advogados do Brasil reitera a importância do Exame de Ordem para a proteção dos interesses de toda a sociedade e enfatiza que já solicitou, de forma célere e transparente, averiguação dos fatos.

Fonte e foto: OAB-SE


Variedades
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29/10
18:44

Continua a greve dos empregados do Hospital de Estância

Assembleia geral com os funcionários foi realizada com o principal intuito de ajudar os trabalhadores com 16 cestas básicas, que foram sorteadas para aliviar a situação financeira de alguns trabalhadores

Com apoio do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), depois de mais quatro meses, os empregados do Hospital Amparo de Maria (HRAM), em Estância, decidem manter a greve, nesta terça-feira, 29. Uma assembleia geral com os funcionários foi realizada com o principal intuito de ajudar os trabalhadores com 16 cestas básicas, que foram sorteadas para aliviar a situação financeira de alguns trabalhadores.

“Mesmo estando triste com a situação precária do hospital, foi um momento muito gratificante e de muita felicidade para os trabalhadores. Como é que esses trabalhadores estão vivendo? O sindicato não tem como contemplar todos, mas o fato de ter conseguido ajudar algumas pessoas já é um avanço” explica o presidente do Sintasa, Augusto Couto, que estava acompanhado da diretora Maria de Lourdes e o gerente Janderson Alves.

De acordo com Augusto Couto, a situação do HRAM é delicada. Os trabalhadores então decidiram continuar a greve como única solução para mostrar a insatisfação com a gestão do hospital. No final da manhã desta terça-feira, houve uma reunião com a direção do Sintasa e o novo interventor e que passou uma proposta que será divulgada pelo Sintasa na próxima assembleia que ocorrerá nesta quinta-feira, 31, às 10 horas, no próprio hospital.

Fonte e foto: Ascom/Sintasa


Variedades
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Por Redação
29/10
18:02

Salários dos servidores serão pagos nesta quarta-feira, 30, pela Prefeitura de Aracaju

Gestão municipal completa 34 meses honrando com o compromisso de manter os salários em dia

A Prefeitura de Aracaju pagará os salários de todos os servidores municipais, referente ao mês de outubro, na noite desta quarta-feira, 30. O anúncio foi feito pelo prefeito Edvaldo Nogueira, através das suas redes sociais, na tarde desta terça-feira, 29. Segundo informou o gestor, recebem na data os funcionários ativos e inativos da administração. Com o pagamento, a atual gestão municipal completa 34 meses honrando com o compromisso de manter os salários em dia. 

O gestor também enfatizou que, somente no mês atual, a Prefeitura injeta cerca de R$ 90 milhões na economia do município. “Isso significa que, somando os 34 meses, 38 salários, chegamos a mais de R$ 3 bilhões já investidos na economia da cidade de Aracaju. Por isso pagar em dia é tão importante. Além de representar um ato de justiça com os servidores, que se dedicam diariamente para melhorar a vida das pessoas, também estamos injetando recursos na economia, gerando emprego e renda. É a Prefeitura honrando com o compromisso firmado com os servidores e trabalhando para melhorar a vida dos aracajuanos”, reforçou.

Fonte: AAN
Foto: Ana Lícia Menezes


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