28/11
14:06

Valor destaca desenvolvimento econômico de Sergipe

O jornal Valor Econômico trouxe no final de semana um caderno especial de oito páginas sobre Sergipe. O suplemento ressalta que, o Estado de Sergipe passa por um momento especial de inclusão social, com a criação de empregos. “Nos últimos 12 meses, por exemplo, foram criados 22.253 empregos formais em Sergipe, crescimento inferior apenas ao dos Estados do Amazonas e do Amapá. Não só: num caso raro entre os Estados brasileiros, mais de 50% dos empregos gerados no período de 2007 a 2010, algo em torno de 50,2 mil, ocorreram no interior, resultado de um processo intenso e diversificado de investimentos de empresas industriais e agrícolas, estimuladas por uma generosa política de incentivos fiscais. Apenas em 2011, 14 novas empresas iniciaram as atividades no Estado, com investimentos de mais de R$ 40 milhões e geração de 1.322 empregos diretos.” Com este texto o jornal abre a série de reportagens que compõe o caderno.

Abaixo o teor do caderno.

Por Genilson Cezar | Para o Valor, de Aracaju

Com uma população de pouco mais de dois milhões de habitantes, 30% dos quais no campo, o Estado de Sergipe passa por um momento especial de inclusão social. Nos últimos 12 meses, por exemplo, foram criados 22.253 empregos formais em Sergipe, crescimento inferior apenas ao dos Estados do Amazonas e do Amapá. Não só: num caso raro entre os Estados brasileiros, mais de 50% dos empregos gerados no período de 2007 a 2010, algo em torno de 50,2 mil, ocorreram no interior, resultado de um processo intenso e diversificado de investimentos de empresas industriais e agrícolas, estimuladas por uma generosa política de incentivos fiscais. Apenas em 2011, 14 novas empresas iniciaram as atividades no Estado, com investimentos de mais de R$ 40 milhões e geração de 1.322 empregos diretos.

Segundo dados do IBGE, entre 2002 e 2008, a renda do Estado aumentou de forma acelerada, chegando a um PIB per capita de R$ 9.781. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de acordo com levantamento do Banco Central, considerando o período até 2007, atingiu 0,77, o mais alto do Nordeste, e vem se aproximando rapidamente do IDH brasileiro, que chegou a 0,816.

Esse cenário de crescimento de regiões pobres do Estado, com a consequente inserção de parcelas consideráveis da população ao mercado de trabalho, reflete o forte impacto de grandes investimentos nos últimos cinco anos. A administração estadual trabalhou para atrair o interesse de investidores privados em projetos de desenvolvimento econômico e social, avalia o governador Marcelo Déda (PT). Até o fim de seu segundo mandato, em 2014, o programa de investimentos do governo sergipano prevê aplicação de recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão, que deverão gerar de 12 mil empregos diretos.

Boa parte desse dinheiro está sendo utilizada para assegurar infraestrutura de logística de transporte, em obras de mobilidade urbana, saneamento e melhorias do aeroporto de Aracaju. Entre janeiro de 2007 e agosto de 2011, os investimentos na malha rodoviária estadual somaram R$ 421 milhões. Na área de saúde, o governo pretende desembolsar R$ 300 milhões num projeto de reestruturação do setor, baseado em novos conceitos de interiorização de serviços básicos para a população, que inclui a construção de hospitais, ampliação de leitos para UITI e implantação de mais de 100 clínicas de saúde da família em todos os municípios.

Do lado do empresariado, a adesão ao movimento de expansão econômica no Estado é praticamente total, indica Rodrigo Rocha, coordenador do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (Fies). "O setor privado não só aposta na diversificação da economia, como também estimula a criação e a vinda de novas empresas que busquem diversificar o parque industrial", afirma. Segundo Rocha, os maiores investimentos vão se concentrar no setor de extração mineral, que contribui com cerca de 40% do PIB estadual (R$ 19,5 bilhões em 2008, segundo o IBGE).

Com a descoberta de nova mina de potássio, extraído a partir da carnalita, a Vale pretende investir US$ 4 bilhões na ampliação da produção, das atuais 700 mil toneladas para 2,4 milhões de toneladas. Trata-se de um dos maiores investimentos já aportados em Sergipe. "Hoje, 90% do potássio consumido vem de fora do país", observa o economista.

Outro investimento de grande importância será no setor de petróleo e gás. Isso, a partir da conclusão do plano de avaliação e a confirmação de extensa quantidade de óleo encontrado em águas ultra profundas, na Bacia Sergipe-Alagoas, local que concentra a presença de óleo leve com qualidade superior ao encontrado até o momento na área do pré-sal. A Petrobrás programa investir no Estado US$ 3,87 bilhões até 2014, montante que pode atingir US$ 4 bilhões com os investimentos adicionais de parceiros e fornecedores da estatal.

A maior parte desses recursos, quase 90% do total, será destinada à exploração e produção de petróleo, enquanto a expansão da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), instalada no município de Laranjeiras, que produz amônia, ureia, ácido nítrico a partir do gás natural extraído das plataformas oceânicas, deve consumir US$ 462 milhões. A perspectiva é de geração de três mil novos empregos.

A retomada dos investimentos em ciência e tecnologia e na modernização das empresas tem sido um fator importante para ingressos futuros de novos contingentes da população ao mercado de trabalho. Sergipe está erguendo seu parque tecnológico, com investimentos de R$ 30 milhões, com previsão de reunir mais de 120 empresas e criação de laboratórios, que vão desenvolver novas tecnologias de produção, além de centros educacionais para formação de mão de obra para os diversos segmentos industriais e agrícolas atualmente em expansão.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/11
13:34

Café com a Presidenta: “Brasil vai expandir e modernizar estaleiros até 2014”

No programa de rádio Café com a Presidenta de hoje (28), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o fortalecimento da indústria naval brasileira e comentou a entrega, na última sexta-feira (25), do primeiro navio do PAC para a Petrobras feito por um estaleiro brasileiro nos últimos 14 anos, o Celso Furtado. E anunciou que, até 2014, o governo federal irá expandir e modernizar os estaleiros do país, ampliando o setor responsável, atualmente, por 60 mil empregos.

“Nunca podemos esquecer que o Brasil já teve, na década de 70, o segundo maior parque naval do mundo. Mas, por falta de estímulos do governo, por falta de política industrial que focasse e que desse importância à geração de empregos para os trabalhadores e as trabalhadoras brasileiras, entrou em declínio, e praticamente desapareceu no final dos anos 90, quando chegou, Luciano, a ter menos de 2 mil trabalhadores.”

Ela lembrou que, em 2011, cinco novos estaleiros foram contratados para começar a construir navios, plataformas e sondas. A demanda por esses equipamentos, explicou, vai aumentar por causa da exploração do pré-sal e de todo petróleo que há no Brasil.(Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/11
13:17

UNICEF lança relatório sobre a adolescência brasileira

 O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lança na próxima quarta-feira, dia 30 de novembro, o relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades.

O lançamento será às 10h, no auditório do 1º subsolo do Edifício Ministério da Saúde, Unidade II (SEPN 510, Bloco A), com a participação da representante do UNICEF no Brasil, Marie-Pierre Poirier, e dos adolescentes Danilo Urapinã Pataxó e Mariana Rosário.

O relatório analisa a situação de meninas e meninos de 12 a 17 anos, a partir de 10 indicadores sociais e da sua evolução entre 2004 e 2009. O documento também traz uma análise das políticas públicas desenvolvidas no Brasil, aponta os principais avanços e desafios e propõe um conjunto de ações imediatas a ser tomadas para garantir a realização dos direitos de todos e de cada adolescente.(Da assessoria)


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
27/11
20:16

JOSUÉ MODESTO, REITOR DA UFS, ESCREVE - Um novo prédio do CSSA


Josué Modesto dos Passos Subrinho   -    é reitor da Universidade Federal   de Sergipe



Em 1981, com a transferência das principais unidades da Universidade Federal de Sergipe para o então recém inaugurado Campus Universitário m São Cristóvão, os cursos de Economia, Direito, Serviço Social, Ciências Contábeis e Administração passaram a funcionar no prédio de Administração Departamental I. Hoje, transcorridos exatamente trinta anos, estamos inaugurando mais um prédio para o Centro de Ciências Sociais Aplicadas, o qual a primeira vista é uma réplica do original. Se adentrarmos o edifício, contudo, podemos confirmar a semelhança com o pioneiro na distribuição de salas, na área construída, na área de circulação e distribuição de banheiros. Se os prédios aparentam continuidade em suas formas, a utilização e a incorporação de novas necessidades foram mudando suas funcionalidades.


Vamos reter inicialmente o significado do prédio de Administração Departamental I, no início da década de 1980, quando este foi inaugurado, para a Universidade Federal de Sergipe e para o nosso Centro.


Em 1981, a UFS tinha treze anos de implantação e ainda era, para fins práticos, um somatório de faculdades, voltadas essencialmente para a formação de profissionais, ficando mais na esfera dos desejos as possibilidades de pesquisa, de atividades de extensão e de formação no nível da pós-graduação. No período entre 1968 e 1980, os prédios das antigas faculdades receberam investimentos, com reformas, ampliações e mudanças em seus usos. Assim sendo, o prédio da Faculdade de Economia, na Praça Camerino, passou a ser usado pelo Centro de Educação Física, os prédios da Rua de Campos, que sediaram a antiga Faculdade Católica de Filosofia foram ampliados e passaram a servir de sede para os ciclos básicos, especialmente dos cursos da área de ciências humanas e cursos noturnos da antiga Faculdade Ciências Econômicas, os prédios da Rua Vila Cristina, sede da antiga Faculdade de Química, foram ampliados para servir as áreas básicas de Ciências Exatas e de Ciências Biológicas, os prédios da Faculdade de Serviço Social, na Rua de Estância, e de Medicina, no Hospital de Cirurgia, sofreram menores transformações em instalações e usos.


A grande mudança, contudo, só se daria com a transferência da maior parte dos cursos para o novo Campus, resultante de uma política do governo federal de modernização e expansão das universidades federais em meio a resistência de estudantes e professores ao regime autoritário vigente. O nosso campus era um dos 21 construídos em um programa financiado pelo BID e inspirado no modelo norte americano da universidade de pesquisa. O campus universitário era uma grande novidade para todos nós. Reunindo, idealmente, em um só local todas as atividades universitárias, desde as salas de aulas e laboratórios, passando por instalações centrais de uso comum, como a Biblioteca Central, o Restaurante Universitário, o Centro de Processamento de Dados, instalações esportivas, Prefeitura do Campus e Reitoria, centralizando as funções administrativas e de apoio, bem como as funções de administração acadêmicas.


Estas últimas, em seu nível finalístico, deveriam ser abrigadas nos prédios de administração departamental. O nosso prédio era o de número I. Para ele foram transferidas as secretarias e direções dos departamentos de Economia, Administração, Ciências Contábeis, Direito  e Serviço Social. Tudo foi pasteurizado em salas e secretarias uniformes, em espaços muito mais amplos que os que eram disponíveis para os professores e funcionários nas antigas faculdades. Dentro da homogeneidade arquitetônica, destacava-se a área disponibilizada para a Direção do Centro, com sala e ante salas para a Diretoria, salas para a secretaria de apoio, e sala de reunião do Conselho do Centro. As antigas congregações de faculdades, salas coletivas dos professores e salas dos diretores pareciam perder algo do seu status e dos símbolos distintivos. Evidentemente, os quadros, as placas, os móveis e as memórias, as idiossincrasias que caracterizavam cada uma das faculdades foram trazidas na mudança para o novo prédio comum.


Salas individuais ou para poucos professores que poderiam ser usadas para estudos, preparação de aulas, orientação de alunos ou depósito de material didático eram novidades previstas mais pela inspiração norte-americana do que pelas necessidades presentes dos docentes. Afinal, a dedicação exclusiva ou o regime de 40 horas de trabalho ainda eram exceção numa universidade onde a maioria dos docentes se dedicava a outras atividades profissionais, seja o ensino na educação básica, sejam as diversas atividades das profissões liberais ou da administração pública. A pesquisa ainda não tinha mecanismos institucionais de financiamento e de fomento, a extensão era um desejo inspirado politicamente e de pouca viabilidade prática.


Não se admira que, não obstante nosso conhecido desejo por espaços,  parte do prédio ficasse, por anos, ocioso ou que usos imprevistos fossem sendo dado aos espaços disponíveis. Os centros acadêmicos foram os primeiros a conseguir espaço no Prédio de Administração Departamental, evidenciando a importância da representação estudantil numa universidade que se democratizava, posteriormente vieram as sedes dos sindicatos dos docentes e o dos técnicos, a agência do Banco do Brasil e finalmente o pioneiro Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. Este último é contemporâneo com a estruturação em nível nacional da carreira docente, com estímulos à dedicação exclusiva, à titulação acadêmica, à pesquisa, à pós-graduação que redundaram em maior demanda do corpo docente por instalações onde pudessem desenvolver, em tempo integral, suas diversas atividades.


Compreende-se, portanto, a recente situação estressante de disputa por espaços físicos, acrescida com a criação dos novos cursos. Os docentes, em decorrência de suas múltiplas atividades e do crescimento do seu número, precisam de mais espaços, mas não podem deslocar a maior parte das atividades que foram implantadas no prédio de Administração Departamental.


Com este novo prédio agora disponibilizado, duplica-se a capacidade de abrigo de atividades acadêmicas do nosso Centro. Este prédio, como dissemos, parece ser uma réplica do original. Entretanto incorporou algumas mudanças: todas as salas são refrigeradas, estimulando maior permanência dos docentes, estudantes e servidores, todas as janelas foram lamentavelmente gradeadas para defesa do patrimônio público, as luminárias incorporam os padrões modernos de eficiência e economicidade, há pontos de internet em todas as salas, levou-se em consideração as necessidades de acessibilidade e de sinalizações, bem como a necessidade de laboratórios de informática e de pequenos auditórios para seminários e defesas de dissertações e teses, os núcleos de pós-graduação se integram ao ambiente comum dos docentes.


Enfim, parece o mesmo prédio, mas é diferente do original, que por sua vez também não é o mesmo de 1981, pois este passou por mudanças físicas, com reformas e adaptações e em seus usos. Mas certamente ambos os prédios contribuirão para maior conforto e produtividade das atividades do nosso Centro.


Colunas
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Por Eugênio Nascimento
27/11
11:17

Coluna Primeira Mão

JB - “Eu vou disputar o governo de SE em 2014”


“Eu só abro mão de ser candidato a governador se o candidato do nosso grupo for o ex-senador e ex-presidente do PT, José Eduardo Dutra. Fora dessa condição, estarei na disputa para suceder o governador Marcelo Déda (PT), para quem vou trabalhar para contribuir para a sua eleição para o Senado”. O comentário é do vice-governador de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), que lembrou ainda que “ a prioridade de Zé Eduardo, neste momento, é cuidar da saúde. Por isso, tenho conversado com amigos sobre o projeto de disputar o governo e todos aprovam a ideia”, explicou

PT terá prévias para escolher candidato à PMA


A realização de prévias para a escolha do candidato do PT à Prefeitura de Aracaju será inevitável. O partido tem três nomes em disputa – deputada estadual Ana Lúcia, deputado federal Rogério Carvalho e o do atual vice-prefeito de Aracaju, Sílvio Santos. A entrada de Ana na disputa puxa o PT um pouco mais para a esquerda e praticamente determina as prévias. O presidente do Partido dos Trabalhadores em Aracaju, Usiel Rios, também acredita nas prévias. “Temos três nomes em disputa e o PT precisa discuti-los e escolher um. Por isso, as prévias podem ser a saída”, comentou.

Rogério tem semana marcada por adesões políticas

A entrada da deputada estadual Ana Lúcia na disputa pela indicação do PT para a Prefeitura de Aracaju deu um novo ritmo às movimentações políticas. Bem entrosada no movimento sindical – foi dirigente do Sintese e ainda é a principal liderança do magistério no Estado – Ana Lúcia apresentou bons sinais de aceitação e isso deve ter levado o deputado federal Rogério Carvalho a ampliar o seu espaço na disputa interna do PT. Os deputados estaduais Francisco Gualberto e João Daniel e os vereadores Emanuel Nascimento e Rosangela Santana (todos eles petistas) anunciaram o apoio a Carvalho, que ainda recebeu, ao lado do governador Marcelo Déda, o ministro da Saúde e seu amigo particular Alexandre Padilha. O ministro inaugurou obras por Carvalho iniciadas no interior e outros projetos em Aracaju.

Campanha de João Alves encolheu nos últimos dias

Não se sabe o que motivou, mas é fato que a campanha do pré-candidato do DEM à Prefeitura de Aracaju, João Alves Filho, ficou aparentemente sem ação nos últimos 10 dias. Os demistas e aliados continuam avaliando que João vencerá o pleito de 2012 na capital, conforme as pesquisas que vem sendo divulgadas. Os opositores de João comentam que “a direita sempre teve 30% dos votos da capital, mas isso não lhe garante crescimento e vitória”. Mas admitem que “João Alves cresceu porque só ele vinha fazendo campanha, viabilizando contatos”. Mas o aliado José Carlos Machado (PSDB) diz que “o povo quer mudanças, quer obras que melhorem as condições de vida e sabe que só João promete e faz. É uma questão de compromisso”.

 

O sétimo ano - Josué Modesto tem o que comemorar


O reitor da Universidade Federal de Sergipe, professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, tem motivos demais para comemorar o seu sétimo ano de mandato. Desde que teve início o seu primeiro mandato, em 2004, partiu para uma forte política de expansão, tendo por base as ações adotadas pelo Ministério da Educação e levou o ensino superior o interior, com os campi de Itabaiana, Laranjeiras e agora Lagarto, viabilizou o programa de educação à distância e criou novos cursos e abriu mais vagas nos já existentes no Campus de São Cristóvão (Rosa Elze) e de Saúde, onde está instalado o Hospital Universitário. E a UFS cresceu passou de pouco mais de 8 mil alunos para 27 mil, um crescimento de 300%. A instituição de ensino, que tem cursos entre os melhores do Brasil, a exemplo de Medicina, Direito, Odontologia e Zootecnia, passou da condição de pequeno porte para de médio porte em crescimento parta ascender a grande porte. Agora, Passos inicia o seu oitavo mandato inaugurando obras ao lado de seu vice, o professor Angelo Antoniolli.

Conferência discute emprego e trabalho em SE

No próximo dia 1º de dezembro ocorre a "I Conferência de Emprego e Trabalho Decente", no Aquarios Hotel, em Aracaju, das 8 às 16h – a solenidade de abertura será às 9 horas. Participam 160 delegados dos oito territórios sergipanos, escolhidos durante as etapas territoriais realizadas em outubro. A Conferência tem por finalidade ampliar o diálogo social sobre as políticas públicas de trabalho, emprego e proteção social e subsidiar o processo de construção da “Agenda Sergipe do Trabalho Decente”. Na Conferência Estadual está confirmada a presença da representante do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Brasília, Lais Abramo, que fará palestra sobre Trabalho Decente. Dessa Conferência, sairão as propostas e serão escolhidos os 20 delegados de Sergipe para a “I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente”, que ocorrerá em 2012, em Brasília.

Márcio Macedo destina recursos para projetos do Sebrae

A direção do Sebrae Sergipe comemorou a decisão do deputado federal Márcio Macedo de destinar R$ 450 mil, por meio de uma emenda individual ao Orçamento Geral da União, para ações desenvolvidas pela entidade. Os recursos serão utilizados pelo órgão de apoio às micro e pequenas empresas nos projetos ‘Cordeiro e Cabrito de Qualidade’, ‘Economia Criativa e ‘Artesanato.

SE é o 2º maior gerador de empregos na indústria do país

Como reflexo do desaquecimento da economia mundial, o número de empregos gerados pela indústria sergipana está crescendo em ritmo menor. No emprego industrial, Sergipe registrou um modesto aumento de 0,3% das admissões em outubro, contando 137 novos trabalhadores na indústria, segundo dados do Caged do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mas dentre as razões que fazem com que Sergipe continue crescendo economicamente, apesar das adversidades, estão as ações do governo estadual, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), que têm garantido apoio a instalação e ampliação de indústrias no Estado. Tomados os resultados do emprego nesse setor no ano, obtêm-se números satisfatórios do desempenho do setor industrial, principalmente em comparação com os demais Estados da região e do país. Foram empregadas em Sergipe 3.718 pessoas até outubro, o que resulta numa variação positiva de 8,73%, a segunda melhor do Nordeste e a 7ª do país. No acumulado dos últimos 12 meses, houve 4.349 admissões.

Plano Diretor de Aracaju tem participação popular pequena


A apatia da população de Aracaju às audiências públicas do Plano Diretor é algo preocupante. As reuniões convocadas pela comissão que encaminha os debates, tem atraído representantes de 25 a 30 entidades associativas e instituições de ensino, entre as quais OAB, CREA, IAB, ADCAR, UFS etc. e as presenças avulsas variam de 50 a 250 pessoas (uma vez apenas atingiu o patamar máximo). Observando a frieza popular em relação à revisão do PDA, a OAB-SE, ADEMI e o CREA-SE propuseram ao presidente da Câmara, Emmanuel Nascimento, definir a aprovação final para agosto de 2012. A proposta é boa, mas há vereadores achando que isso pode ser problemático, pois fica muito próxima das eleições de outubro e os vereadores funcionarão sob pressão popular e estarão sujeitos a muitas queimações públicas, a depender de como votam. Mas é bom lembrar que também funcionarão as pressões empresariais, principalmente dos segmentos da construção civil, transporte coletivo e do lixo. A situação é do tipo “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”.

As emendas coletivas prioritárias de Sergipe ao OGU

A bancada federal de Sergipe, coordenada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) apresentou, de forma consensual, dezesseis emendas coletivas à Lei Orçamentária Anual de 2012, mobilizando recursos de R$ 756,2 milhões para importantes investimentos no Estado.

As emendas apresentadas são as seguintes:

  • Implantação de corredores exclusivos de transporte coletivo em Aracaju – R$ 80 milhões
  • Implantação de obras estruturantes de transportes coletivos – R$ 85 milhões
  • Implantação do projeto de substituição de habitações subnormais – R$ 60 milhões
  • Implantação do sistema de drenagem da zona de expansão de Aracaju – R$ 50 milhões
  • Implantação do Projeto Cidade Digital – R$ 60 milhões
  • Regularização fundiária em Sergipe – R$ 40 milhões
  • Reestruturação e expansão da Universidade Federal de Sergipe em São Cristovam – R$ 20 milhões
  • Ampliação do sistema integrado de abastecimento de água do território sul sergipano – R$ 44,5 milhões
  • Melhoria do sistema integrado de abastecimento de água no alto sertão – R$ 70,7 milhões
  • Construção do edifício-sede do Ministério Público Federal em Sergipe – R$ 25 milhões
  • Implantação da 2ª e 3ª etapas do Hospital do Câncer – R$ 50 milhões
  • Implantação da 2ª etapa do Centro de Atenção à Criança e ao Adolescente – R$ 30 milhões
  • Construção do Centro de Convenções e Feiras de Sergipe – R$ 60 milhões
  • Implantação da Estrada-Parque interligando Pirambu-Brejo Grande – R$ 45 milhões
  • Projetos de infra-estrutura turística em Barra dos Coqueiros – R$ 30 milhões
  • Adequação da travessia urbana no município de Itabaiana na BR 235 – R$ 6 milhões

 

Projeto de criação do Hospital do Câncer é de Rogério, diz Padilha


Em entrevista ao Jornal da Cidade deste domingo, 27, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que o projeto para a viabilização do Hospital do Câncer de Sergipe é uma iniciativa do deputado federal Rogério Carvalho (PT), ainda quando era secretário de Estado da Saúde. Padiçlha não descarta outras ações da bancada federal, mas afirma que lembra bem quando Carvalho tomou a iniciativa de propor também a creiação do Centro de Reabilitação. Sem querer querendo, o ministro jogou mais lenha na fogueira das vaidades. O senador Eduardo Amorim diz que ser o pai do HC e Déda diz que o HC é de todos aqueles que lutam por ele, mas principalmente do povo sergipano.

+++++ 30 mil estudantes fazem vestibular na UFS, que faz primeiras provas para o Campus da Saúde de Lagarto. As provas terminam na próxima quarta-feira, dia 30 de nobvembro.



Política
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Por Eugênio Nascimento
26/11
20:50

Zé Eduardo, ex-presidente do PT, é operado no Rio

 

O ex-presidente do PT e ex-senador José Eduardo Dutra, dirigente nacional do partido, foi internado na última quinta-feira no hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, ondefoi submetido a uma cirurgia para a retirada de um melanoma.

As informações são do site do PT. Ele recebeu alta do hospital na sexta-feira e, segundo boletim divulgado pelo médico Marcos Moraes, publicado no site do partido, passa bem. De acordo com o boletim, o tratamento será definido após a análise patológica do tumor. 


(Com base no noticiário do uol)



Política
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Por Eugênio Nascimento
26/11
20:04

Saúde Aracaju participa da II Caminhada do Diabetes

Profissionais da Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju, alunos dos Pólos da Academia da Cidade e usuários das Unidades de Saúde da Família participaram neste sábado, dia 26 de novembro, da "II Caminhada do Diabetes", uma ação que marca o Dia Mundial do Diabetes. 


Os participantes se reuniram às 15h na Praça do Minigolf, localizada na avenida Beira Mar, de onde saíram com destino ao Parque Augusto Franco ( Parque da Sementeira).


"Através da parceira com a Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD) - Seccional Sergipe, pretende-se chamar a atenção da população para a prevenção e o controle da doença. Em todo o mundo, pelo menos 245 milhões de pessoas têm diabetes. Em 2030, esse número deve chegar a 380 milhões", afirma Fabrício Almeida, coordenador do Programa Saúde do Adulto, Idoso e Homem da Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju.


Na capital sergipana, estão cadastrados aproximadamente 13.000 pessoas com diabetes, que são assistidas pelas 133 Equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) espalhadas por toda a cidade, além do Ambulatório de Endocrinologia (CEMAR Siqueira Campos), onde todos os pacientes portadores do Diabetes Tipo I, inclusive crianças, são atendidas por uma equipe multiprofissional. 


"Somado a isso, a Secretaria Municipal da Saúde através dos 17 Pólos da Academia da Cidade oferece atividade física, que somada ao tratamento medicamentoso e orientações nutricionais se constitui como os principais pilares para um bom controle desta doença", acrescenta Sayonara Carvalho, coordenadora de Promoção à Saúde.


(Da assessoria)

 



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
26/11
19:35

Medidas de estímulo para o comércio é apresentada no Almoço com Empresários

A última edição do Almoço com Empresários de 2011, realizada nesta sexta-feira, 25, marcou pela participação dos associados em um debate aberto com o secretário da Fazenda de Sergipe, João Andrade, que abordou temas como regularização fiscal, Nota da Gente e o novo subteto do simples estadual. Este último, atendendo a uma reivindicação dos empresários e passou de R$ 1.200.000,00 para R$ 1.800.000,00.
 


Segundo o secretário, com este novo teto de faturamento em torno de 1.700 empresas poderão optar pelo Simples Nacional, elevando para 17.400 o número de empresas enquadradas neste sistema, representando 64% do total de empresas contribuintes de ICMS em Sergipe, de um universo de 27.100 empresas.

"Essas empresas, ao optarem pelo Simples, passarão para um regime mais simplificado de tributação e ainda terão uma sensível redução em sua carga tributária", informou, acrescentando que as empresas atualmente enquadradas no Simples obterão também uma redução na carga tributária, em consequência da redução das alíquotas de contribuição, pela correção dos valores das faixas da tabela.


Na oportunidade, João Andrade também abordou sobre a Rede de Fornecedores Qualificados do Setor Público e o parcelamento do ICMS normal de janeiro, o mutirão fiscal e o programa "Nota da Gente" mais uma medida que motiva o aumento das vendas, através dos sorteios de prêmios aos consumidores e pela amplitude de condições para melhoria contínua da fiscalização de combate à sonegação de impostos.


Contemplando ainda as medidas de estímulo, o Superintendente do Banese, Saumínio Nascimento, também expôs para os empresários as ações adotadas pelo Banco do Estado e pelo Banese Card, medidas estas, que incluem a liberação de R$ 100 milhões em crédito para capital de giro, antecipação de recebíveis e pagamento do ICMS.

O anúncio das medidas de estímulo ao comércio local, tais como, o reajuste do subteto do simples, detalhado no almoço, são conquistas dos empresários sergipanos. As solicitações somente concedidas pelo entendimento do governo sobre a necessidade de melhorar o comércio, todas elas recebidas com satisfação pelo empresariado.

O presidente da ACESE Alexandre Porto, e um dos principais defensores da ampliação, faz um balanço positivo das conquistas alcançadas ao longo do ano. "Ressalto a sensibilidade do governo do Estado em atender os anseios dos empresários, inclusive pela rapidez em implementar as medidas. Nesta última edição do Almoço pudemos detalhar para os nossos associados as vitórias conquistadas através do secretário João Andrade que foi um elo entre a classe e o governo Marcelo Déda nas discussões em relação as necessidades do comércio", declarou. (Da assessoria)

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Por Eugênio Nascimento
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