01/11
11:53

Hoje na TV: Atlético-MG x Corinthians, pelo Brasileiro

9h25 Ado den Haag x Feyenoord
Holandês, ESPN

9h30 Fiorentina x Frosinone
Italiano, Fox Sports

11h Judô
Grand Slam, Bandsports, Esporte Interativo, ESPN+, SporTV 3

11h Nice x Lille
Francês, SporTV

11h20 Everton x Sunderland
Inglês, Espn Brasil

11h30 Ginástica artística
Mundial, SporTV 2

12h Genoa x Napoli
Italiano, Fox Sports

12h30 Kansas City Chiefs x Detroit Lions
Futebol americano, ESPN

12h50 Maratona de NY
SporTV 3

13h Espanyol x Granada
Espanhol, Fox Sports 2

13h30 Sesi x Taubaté
Paulista de vôlei masculino, SporTV

13h55 Monaco x Angers
Francês, ESPN Brasil

14h Southampton x Bourmemouth
Inglês, Fox Sports

14h20 Hamburgo x Hannover 96
Alemão, ESPN+

15h Verona x Modena
Vôlei; Superliga Italiana, Bandsports

15h55 New York Giants x New Orleans Saints
Futebol americano, Esporte Interativo

16h Pittsburgh Steelers x Cincinnati Bengals
Futebol americano, ESPN

16h Nascar
Fox Sports 2

17h Atlético-MG x Corinthians
Brasileiro, Globo e Band (para SP)

17h Grêmio x Flamengo
Brasileiro, Globo (menos SP) e Band (para RJ)

17h GP do México
F-1, SporTV

17h Brasil x Nigéria
Copa do Mundo sub-17, SporTV 2

17h30 Betis x Athl. Bilbao
Espanhol, Fox Sports

17h35 Lazio x Milan
Italiano, ESPN+

19h20 Dallas Cowboys x Seattle Seahawks
Futebol americano, ESPN

19h30 Goiás x Internacional
Brasileiro, SporTV (menos GO)

19h55 Remo x Botafogo-SP
Série D, Esporte Interativo

20h Copa do Mundo sub-17
Quartas de final, SporTV 2

20h15 Portland Timbers x Vancouver Whitecaps
MLS, ESPN+

23h15 Denver Broncos x Green Bay Packers
Futebol Americano, Esporte Interativo, ESPN+ 


Esportes
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Por Kleber Santos
01/11
11:49

Segurança Pública...

José Lima Santana
Professor do Departamento de Direito da UFS

Nem tudo está perdido, mas tudo poderá se perder. A segurança pública está minada em todo o país. Um pouco mais aqui, um pouco menos ali. Os índices de crimes, especialmente, de homicídios, roubos e furtos têm crescido de forma assustadora. Estados e cidades até pouco tempo com índices relativamente baixos de criminalidade, agora aparecem no topo dos relatórios. Parte significativa de muitos crimes é atribuída ao tráfico de drogas. Deve ser mesmo. Todavia, os crimes que resultam da ação de marginais que fazem proliferar as drogas pelo país afora estão na base da pirâmide da criminalidade. Ou seja, o topo dessa pirâmide é ocupado pelo tráfico pesado em si mesmo considerado. As drogas, em sua excessiva maioria, vêm de fora do país. Ultrapassam as fronteiras, cuja segurança está a cargo do governo federal. O mesmo se diga em relação ao tráfico de armas, que são usadas pelos bandidos. Notadamente, no caso das armas de grosso calibre que proliferam nos morros cariocas, mas não somente por lá. E a dinamite usada para arrombar caixas eletrônicos de postos de atendimento e agências bancárias? 

Os crimes que estão sendo praticados nas ruas são apenas a “laminha” da brutalidade criminal. Mas é uma “laminha” que se alastra e fede. A ação policial mais direta (Polícias Estaduais) está na parte baixa da criminalidade. As drogas entram por terra, mar e ar. Não se tem conseguido muito sucesso na interceptação dos traficantes, ou de suas “mulas” mais carregadas, na origem, ou seja, na entrada. O grosso das drogas apreendidas concentra-se nos mais diversos lugares do território nacional, que não nas fronteiras, portos ou aeroportos, clandestinos ou não, encravados em diversos rincões do Brasil.

Para os Estados, por exemplo, tem sobrado a brutalidade do dia a dia. E ela cresce, cresce e cresce. A dor de milhões de famílias também dói em cada um de nós, cidadãos e cidadãs impotentes. Não sei o quanto dói nas autoridades, ou nalgumas delas. As drogas estão destruindo famílias que se sentem desamparadas. 

Sequestros-relâmpagos, roubos e furtos disseminam-se, alarmam a população. E o que dizer dos homicídios? Uma catástrofe nacional. Estamos vivenciando uma verdadeira guerra. Ou muitas delas. Cada Estado tem a sua guerra. Não sei qual é a guerra desses dias, pelo mundo afora, que tem matado mais pessoas do que se tem matado neste país. Nos fins de semana, especialmente, o número de homicídios tornou-se alarmante. A situação está fora de controle. Ou parece estar. O que fazer? Eu não sei. Não sou da área da segurança pública. Não sou especialista nessa área. Mas, posso afirmar sem titubear: se não houver uma política nacional muito mais efetiva, envolvendo as duas esferas federadas (União e Estados) responsáveis pela segurança pública, estaremos repetindo a cantiga da perua, como o afirma o cancioneiro nordestino “É de pior a pior...”. 

Os Estados também precisam atuar com maior prontidão. Com ações bem planejadas e melhor executadas. Esforço dobrado. Triplicado. Até parece, nalguns casos, que certas autoridades responsáveis pela segurança pública andam zanzando como baratas tontas. Enquanto isso, a banda toca, a banda passa e a bandidagem vai atrás, pulando, gritando e tomando conta do pedaço. Cada vez mais. 

Os noticiários da manhã, do meio-dia e da noite em qualquer lugar são pavorosos. Não é só em Sergipe. Quem viaja com frequência para outros Estados pode muito bem constatar isso. Os noticiários locais são terríveis. No caso do nosso Estado, alguns noticiários divulgam os números do dia a dia, fazem alardes, batem no governo, pintam e bordam. Não estão errados. Há, contudo, um ou outro exagero, muito mais de cunho político do que jornalístico. Contudo, faz-se preciso atacar, às vezes, as raízes dos males, as raízes profundas e não apenas as superficiais. 

A violência tornou-se endêmica. Está nos lares (a violência doméstica, notadamente contra mulheres e crianças), nas escolas, nas ruas. Qualquer pessoa, a qualquer instante, pode ser a próxima vítima. Na saída de casa, na esquina, a caminho da escola ou do trabalho, na feira, ou mesmo dentro de casa. Parece não haver limites para a violência. 

Por outro lado, não se pode deixar de falar, a violência policial e contra os policiais requer estudos concisos e ações efetivas e eficazes. Bandidos matam policiais como se matava passarinhos, no tempo em que não tínhamos consciência ecológica. E policiais matam bandidos, matam simples suspeitos ou matam cidadãos sem nenhuma suspeição, nalguns casos, como se podem matar formigas nos aceiros de uma roça. Quando policiais matam pessoas, que não sejam bandidos ou aparentemente não o sejam, a comoção popular é enorme. Todavia, quando bandidos matam policiais a comoção popular é muito menos sentida. Qual a razão disso? 

Há, ainda, a considerar os graves problemas sociais e econômicos que nos afligem e que também geram alguma violência. 

O que é tudo isso? Até onde iremos? Ora, ao que parece, o fundo do poço da criminalidade não tem fim. E estamos apenas na beirada, olhando para o fundo. 

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 01 de novembro de 2015.


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
01/11
11:45

Parteirado sertão sergipano fará palestra no Sesc São Paulo


Dona Josefa participará do projeto Saberesancestrais e estratégias de sobrevivência de comunidades tradicionais
 
A sergipana de Poço Redondo, DonaJosefa da Guia, parteira, rezadeira, depositária de saberes ancestrais sobre aservas do sertão, liderança comunitária e porta-voz de demandas das comunidadesquilombolas no país está viajando, no próximo dia 03 de novembro, para SãoPaulo, atendendo convite do Sesc, onde realizará palestras no Centro de Pesquisae Formação da instituição, localizado à Rua Dr. Plínio Barreto, 285, no bairro BelaVista.
 
A programação acontecerá nos dias 05 e06, das 15 às 17h, e conta também com as participações do professor Dr. PauloNeves, do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Sergipe, que escreveulaudo sócio-antropológico sobre o quilombo da Serra da Guia, e da jornalista,doutoranda em Educação na UFS e analista do Sesc em Sergipe, Rita SimoneLiberato, que realizou um documentário, premiado no Curta SE 10, sobre DonaJosefa e sua comunidade.
 
Segundo Neves, as comunidadestradicionais são vistas, em geral, como grupos parados no tempo que, emboratenham uma cultura ancestral muito rica, não dialogam com a modernidade dasociedade nacional. “Para sairmos dessa visão estereotipada, propomos mostrar oquanto essas comunidades dialogam ao mesmo tempo tanto com suas tradições,saberes e identidades quanto com o Estado e a sociedade nacional em suas lutaspor melhores condições de vida e por reconhecimento simbólico. Elas não setratam, pois, de comunidades auto-centradas,  entidades isoladas, mas, aocontrário, de grupos que negociam sua inserção na sociedade sem abrir mão desuas culturas”, afirma o sociólogo.

Da assessoria


Variedades
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Por Kleber Santos
01/11
11:39

Os mercados regionais

Ricardo Lacerda
Professor do Departamento de Economia da UFS

A implementação das medidas de ajuste ainda é muito recente e parcial para apreender o seu significado em termos de impactos regionais. Quando a economia nacional entra em estagnação todas as regiões sofrem. No primeiro momento, as regiões mais industrializadas tendem a sentir mais intensamente os efeitos da recessão sobre o mercado de trabalho e sobre o poder de compra da população, mas ainda não está exatamente claro como serão distribuídos espacialmente os custos do ajuste atual dado que outras questões estão em jogo nesse momento, além dos impactos de curto prazo sobre o mercado de trabalho.  

As regiões mais pobres deverão ser especialmente impactadas por dois conjuntos de mudanças que poderão advir do ajuste. De forma mais imediata, pela contenção dos gastos públicos nas três esferas de governo e pela queda do consumo na formação da renda. De forma mais estrutural, pela redução do peso do estado na economia e do seu papel na transformação produtiva e social. 

Papel do Estado
É fato que as regiões de rendas per capita mais baixas são relativamente mais dependentes dos gastos públicos, sejam aqueles oriundos de transferência de renda, sejam aqueles voltados para a realização de investimentos em infraestrutura produtiva, como estradas, canais de irrigação etc e em infraestrutura social e urbana, escolas, hospitais e obras de mobilidade urbana. 

Dizer que as regiões mais pobres são mais dependentes de tais gastos não equivale a afirmar que elas não têm perspectivas de impulsionar o crescimento apoiado na expansão do setor produtivo e sim reconhecer que elas apresentam desvantagens nas fontes de competitividade e que a realização de investimentos em infraestrutura e a ampliação de gastos sociais podem reduzir esses hiatos.

Convergência regional
Entre 2003 e 2013, os mercados das regiões das regiões mais pobres do país (Nordeste, Norte e Centro-Oeste) se ampliaram em ritmo mais intenso do que nas regiões mais ricas (Sudeste e Sul), ver Gráfico 1. A massa de todos os rendimentos no chamado Centro-Sul perdeu cerca de 5 pontos de participação no total do país, parcela que foi redistribuída para outra três regiões nas seguintes proporções: o Nordeste ampliou sua participação em 2,1%, o Norte em 1,6% e o Centro-Oeste em 1,3%. 

Nesse período o rendimento médio da região Nordeste reduziu sua defasagem em relação à média do país. O valor do rendimento médio das pessoas de 10 anos de idade ou mais residentes do Nordeste que em 2003 representava 56,4% da média nacional em 2013 havia aumentado em nove pontos percentuais para 65,3%. Em qualquer parâmetro que se considere, o poder de compra e o mercado de consumo do Nordeste se ampliaram mais do que a média do país. Nesse sentido, a elevação do poder de compra do salário mínimo, os programas de transferências de renda e a ascensão social da população das faixas de renda mais baixa foram, como não poderiam deixar de ser, mais favoráveis ao Nordeste do que às regiões mais ricas. 

A melhoria do poder de compra foi fundamental para atrair um grande número de empresas interessadas em vender bens e serviços para o mercado nordestino, gerando, efetivamente, um efeito de reforço mútuo entre o crescimento do mercado interno e a atração de investimentos. 

Riscos de reversão
Há riscos de reversão na tendência recente de convergência nos níveis de renda per capita entre as regiões mais pobres em relação às mais desenvolvidas. Passado o período mais duro do ajuste, as regiões mais industrializadas e de maior densidade econômica estarão mais aptas a receber os impulsos provenientes da mudança nos preços relativos que favorece a substituição de importações e a expansão do setor exportador, enquanto regiões como o Nordeste sentirão mais diretamente o impacto da perda de renda sobre o setor de serviços. É de se prever que o setor industrial deverá aumentar nos próximos anos o peso na geração da riqueza nacional. 

Os resultados da Pnad contínua de junho não são conclusivos sobre o impacto da crise sobre o poder de compra em termos espaciais. A massa de rendimento do Nordeste perdeu participação na comparação entre abril-junho de 2015 e o mesmo período de 2014. Na comparação entre os quatro trimestres encerrados em abril-junho de 2015 e o mesmo período de 2014, a região aumentou participação, em ambos os casos, em pequena magnitude.

Há, é verdade, efeitos contrarrestantes que favorecem as regiões mais pobres que são decorrentes do ciclo recente de transformações, tanto os relativos ao aumento do tamanho do mercado quanto os efeitos no tempo do aumento de escolaridade e da expansão da rede de ensino técnico e superior. Há ainda aspectos relativos à disponibilidade de mão-de-obra. 

Talvez não se possa esperar muito nos próximos anos em termos de expansão de gastos sociais correntes e de investimentos públicos em infraestrutura econômica e social. As regiões mais carentes em termos sociais e econômicos deverão ser relativamente mais atingidas nessas duas dimensões. Já vimos esse filme nos anos noventa, as regiões mais pobres morrem no fim.



*Assessor Econômico do Governo de Sergipe.
**Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/


Coluna Ricardo Lacerda
Com.: 0
Por Kleber Santos
01/11
09:24

Coluna Primeira Mão

SE discutirá disputa judicial de terras quilombolas de Neópolis no Senado,  quinta-feira (05)
 

Uma juíza – Rosivan Machado -, um padre – Isaias Nascimento -, uma procuradora do MPF – Lívia Tinoco - ,  um advogado Geral da União – Marcos Brito -, e uma quilombola – Maria Izaltina vão estar juntos em Brasília, quinta-feira, 05, na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado para discutir a posse das terras de Brejão dos Negros, em Brejo Grande, que são disputadas por negros quilombolas de Sergipe. A situação foi levada ao Senado por que a juíza Rosivan, da comarca de Neópolis, teria acusado a Igreja, através do Cáritas de Propriá, órgãos do Governo do Estado  e Movimentos Sociais de terem forjado um quilombo em Brejão dos Negros e querer dar propriedade de terras do povoado para grupos de negros que moram na área. Esse processo começou em 2006.

 
Só André Moura insiste na indicação de Eduardo  Amorim para a PMA

 
Tão somente o deputado federal André Moura insiste na tese de que o senador Eduardo Amorim deverá ser candidato a prefeito de Aracaju pelo grupamento partidário  da oposição puxado pelo PSC. O discurso de André se fortaleceu por causa da transferência do domicílio eleitoral de Itabaiana para Aracaju, adotada pelo senador, que dá sinais de que apoiará a candidatura à reeleição do prefeito João Alves Filho (DEM). Sempre que consultado pela imprensa, o deputado federal lembra que Amorim é eleitor de Aracaju. Já Eduardo diz que “transferi meu domicílio atendendo a um pedido da minha família”. E só.

 
O que fazer para acabar com os salários parcelados?

 
Para alguns governistas, a única saída para acabar com o parcelamento mensal dos salários dos cerca de 50 mil servidores é aumentar a arrecadação. Para outros, a opção poderia ser uma reforma administrativa com uma proposta de um PDV atingindo também os servidores da administração direta. O problema maior seria convencer os servidores de que devem largar os seus empregos em troca de alguns trocados nesse tempo de grave crise econômica. Já está em vigor um Plano de Demissão nas empresas estaduais, que sobrevivem, em sua quase totalidade, penduradas em verbas orçamentárias do Estado, a exceção da Deso. Por enquanto, só consultas para saber como vai funcionar o PDV em vigor. Os servidores lembram ainda quando o então presidente Fernando Henrique Cardoso lançou o seu PDV apelando para que a categoria  largasse o emprego e se transformasse em um empreendedor. Quem entrou na onda, pegou o dinheiro, gastou e está por aí, na rua da amargura.


João Daniel descarta a  possibilidade de impeachment


“Eu não acredito em impeachment da presidenta Dilma. Não há nenhuma comprovação de nenhuma denúncia contra a presidenta Dilma até hoje. O que existe é muita manobra política de quem perdeu a eleição e não acredita em 2018 e quer, com atalho, chegar ao poder sem ser pelo voto popular dos brasileiros. A presidenta Dilma governará até o último dia do seu mandato concedido pela maioria do povo brasileiro”. A declaração é do deputado federal João Daniel (PT).


Sergipe sediará Fórum dos Secretários de Agricultura Familiar do Nordeste


Já está confirmado. Sergipe vai sediar o 5º Fórum dos Secretários de Estado de Agricultura Familiar do Nordeste e de Minas Gerais, em fevereiro de 2016, conforme informações do secretário Esmeraldo Leal. A decisão faz parte dos encaminhamentos do quarto fórum realizado, durante os dias 29 e 30 de outubro, em Belo Horizonte (MG). Estes encontros vêm acontecendo desde março, já passou por Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e São Luís (MA). Os secretários definiram o Fórum como sendo um espaço muito importante de articulação, de debate e da ação, tendo a agricultura familiar como foco central. O objetivo do encontro realizado em Belo Horizonte foi promover o debate sobre recursos hídricos e propor ações para o convívio com a seca na região do semiárido, nos dez estados que participaram do evento.

 
É o terror  - A Mosca Negra, que ataca os pomares de laranja das regiões Sul e Centro-Sul tem tirado o sossego dos produtores de e mais ainda dos trabalhadores, que andam perdendo seus empregos e colocando a saúde em risco com a intensa aplicação de agrotóxico nas fazendas, sítios e chácaras.

 
Chapas inscritas iniciam campanha pela Ordem de Sergipe

 
Roseline Morais, Henri Clay Andrade e Emanoel Cacho disputarão a Presidência da seccional de Sergipe da Ordem dos Advogados dos Brasil (OAB-SE). As chapas já estão inscritas e agora vem o clima de intensa campanha para conseguir os votos dos inscritos na Ordem e que se encontram em condições legais de escolher os dirigentes. A entidade tem pouco mais de 9 mil inscritos e a eleição acontecerá no dia 27 próximo, das 10h às 18h, e os advogados sergipanos aptos a votar irão eleger a diretoria, conselheiros secionais e federais e diretores da CAA/SE.

 
Deso descarta racionamento de água, mas alerta para desperdício

 
Com a volta do fenômeno meteorológico El Niño, há uma grande possibilidade de termos um verão excessivamente quente e com pouca água à disposição para o consumo humano. O diretor de Operações da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), Sílvio Múcio, descarta racionamento de água, mas recomenda à todos que evitem o desperdício. Já os advogados que acionaram a Agência Nacional de Água (ANA) e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) em nome de cerca de seis mil pescadores, barqueiros e produtores rurais acreditam que existe a possibilidade de a Grande Aracaju sofrer com falta de água se for adotada a redução da vazão da Usina Hidrelétrica de Xingó de 900 metros por segundo para 800 metros por segundo, como desejam a ANA e a Chesf.

 
Alvino na fanpage  -  Aos 16 de setembro de 2015, José Alvino Santos Filho protocolou  pedido de inscrição da candidatura à vaga do quinto constitucional do Tribunal Regional do Trabalho, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Estado de Sergipe. O advogado Alvino  confirmou a sua presença na disputa. Ele também criou uma fanpage para expor e discutir ideias. Acesse  alvino desembargador.


Farmácia na UFS - Especialistas em farmácia participam no Campus de São Cristóvão (Rosa Elze) da Universidade Federal de Sergipe do I Congresso Nordestino de Farmácia, que será realizado de 03 a 07 deste mês.


Coluna Eugênio Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
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