25/12
12:22

Luiz Moura: 2018 teremos empregos informais

Quem tiver apostando em um 2018 cheio de empregos formais, de carteira profissional assinada, e boas rendas pode ir baixando a bola ou tirando o cavalinho da chuva. Virão por aí empregos informais, mas com baixos salários, conforme o economista do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio Econômicas (Dieese) Luiz Moura. A informação é um tanto desanimadora, mas parece estar enquadrada na realidade do quadro de crise brasileira.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
24/12
16:41

Natal?

José Lima Santana
Professor da UFS

Sim. Natal, sim. Natal do Filho de Deus e Salvador da humanidade. É nisso que nós cristãos acreditamos. Natal é tempo de festa, de alegria, de amor. Mas, todos estarão em festa? Obviamente, não. Há aqueles que jamais tiveram a oportunidade de celebrar o Natal. Destes, alguns nem sabem quais são os símbolos litúrgicos ou populares do Natal. “Alguém ai sabe quem é Papai Noel?”. Muita gente ainda não sabe. Não estou falando acerca do mito Papai Noel, mas do que, na prática, deveria ser feito sobre esse chamado “bom velhinho”. Ou seja, quantos jamais receberam a ternura do Papai Noel em termos de um presente, qualquer que seja? Aliás, tendo sido transformado num condutor do consumismo, tem gente que quer a morte do Papai Noel, que é visto como um engodo por certos grupos iconoclastas. Papai Noel precisa ser destruído porque é um mito branco, europeu, elitista, que, na verdade, nunca chega para milhões de pessoas. “Morte ao Papai Noel!”, pregam tais grupos. 

Quantas crianças, por exemplo, vêem na televisão, nas portas das lojas a figura do Papai Noel com suas vestes vermelhas, com sua barba branca como a neve, com um sorriso muitas vezes forçado, com aquele gritinho (Ho, ho, ho!) que quer traduzir satisfação, porém, jamais viu cumprido o desejo de receber algo vindo do seu suposto saco de presentes? “Morte ao Papai Noel!”. Todavia, quantas crianças ficam na ilusão de que Papai Noel lhes chega, porque há pessoas que conseguem lhes atender o desejo de um presente, por mais simplório que seja? “Morte ao Papai Noel?”. Cada um julgue e decida o que deve ser feito com o Papai Noel. Mas, seria bom ter pena do pobre “velhinho”. 

Na verdade, o que se deve compreender sobre o Natal não é o consumismo que o comércio nos impõe. Não são os almoços ou jantares de confraternização, não raro com troca de presentes, que os colegas de trabalho e tantos outros grupos de pessoas fazem todos os anos. Não são as ceias pomposas ou não, que as famílias realizam. Não são as taças de vinho consumidas. Tudo isso tem feito parte do Natal. Não há como dissociar. Tudo isso criou raízes profundas. É preciso, contudo, ir além. 

Por uma espécie de remorso, pela necessidade, talvez, de “reparar” erros na condução da vida pessoal, há quem deixe cair no colo dos pobres algumas migalhas no período natalino. Ou por motivos altruístas mesmo. Bem. Que assim seja. Não devemos julgar as pessoas pelo que elas fazem, nem o porquê elas o fazem. Que façam! Se apenas um sorriso de criança for aberto no Natal (ou noutro qualquer momento) pela ação de alguém, qualquer que seja o tipo de ação, já terá valido a pena. Morte ao Papai Noel? Ora, deixem o “bom velhinho” branco, europeu, elitista, mítico, em paz. 

Porém, o Natal não está circunscrito ao que acima foi descrito, ou a muito mais do que isso, na mesma visão. 

Tempo de festa, de alegria, de amor. Foi dito acima. Tempo de reverenciarmos o Deus que nos vem, que assumiu a nossa humanidade, que quis viver conosco, para nos ensinar a ser verdadeiramente humanos, solidários, fraternos. Tempo de festa porque o Verbo se fez carne. Tempo de alegria porque a Luz brilhou nas trevas. Tempo de amor porque nós fomos feitos filhos de Deus. E se somos filhos de Deus, nós devemos amar uns aos outros. Aí, sim, repousa o espírito natalino. No mínimo, devemos nos esforçar para amar. Não com palavras, mas com gestos concretos. Com ações mínimas possíveis. Cada um ao seu modo. 

Jesus veio ao mundo para cumprimento da Palavra de Deus. A Palavra do Pai está no Filho, como também está no Espírito Santo. A Palavra é una. É santa. 

Neste Natal, quantos barracos estarão silenciosos na beira de córregos, nas encostas de inúmeros morros! Nas favelas, nos subúrbios. Quantos corações estarão vazios, embora diante da mesa farta da ceia, da troca mecânica de presentes? 

Jesus não veio a nós em vão. Que em vão não seja o Natal. Que saibamos compreender a liturgia do Advento. E, mais ainda, que saibamos viver essa liturgia. Que comecemos se for o caso a vivê-la. Não apenas neste período, mas por todo o ano, por toda a vida. 

Deixemos que o Natal explorado pelo consumismo continue como algumas pessoas gostam de vê-lo assim, de fazê-lo assim. Não atiremos pedras. Não queiramos a morte do Papai Noel. Queiramos, sim, a morte do descaso, da indiferença, do desamor.

Que o espírito do Natal, o verdadeiro espírito cristão do Natal de Jesus chegue a nós, cristãos ou não cristãos. Espírito de renovação. Espírito de repensar a vida, para fazê-la melhor. Para compartilhar. Para tomar consciência de que mudanças precisam ser feitas em nossas vidas, mas, também, na vida do nosso país assolado pela falta de ética, pela corrupção da parte de empresários e políticos que roubam descaradamente o que faz falta à educação, à saúde, à segurança e a tudo o mais que pertence ao povo. 

Natal? Sim. Que a paz de Jesus esteja conosco. FELIZ NATAL! 


Coluna José Lima
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Por Kleber Santos
24/12
15:59

Edvaldo assina convênio com a Caixa e iniciará R$ 300 milhões em obras em Aracaju

Um passo fundamental na reconstrução de Aracaju foi dado neste sábado, 23. O prefeito Edvaldo Nogueira e o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, assinaram o empréstimo de R$ 50 milhões para a capital sergipana. Com estes recursos, a atual gestão honra compromisso firmado com os aracajuanos de retomada de 21 obras. Os recursos são do programa de financiamento de contrapartidas, o CPAC, e se unem a R$ 240 milhões conquistados por Edvaldo em seu mandato anterior e que não foram aplicados pela administração passada. A solenidade lotou o auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos e reuniu autoridades como o governador Jackson Barreto; o líder do governo no Congresso Nacional, deputado federal André Moura, e o ex-governador Albano Franco.

“Este é um momento muito especial para nós. Quando recebi a notícia ontem de Gilberto Occhi e do deputado André Moura, combinamos que realizaríamos esta solenidade hoje pois a assinatura deste convênio é um presente de Natal para todos os aracajuanos. Deus quis, o povo de Aracaju referendou o meu nome para governar os destinos da cidade, nós trabalhamos na elaboração dos projetos, tivemos importantes apoios nesta caminhada e hoje a gente concretiza um sonho para o progresso e o desenvolvimento de Aracaju”, destacou o prefeito.

Edvaldo ressaltou que a retomada das obras, que será viabilizada com os recursos do CPAC, comprova o que ele afirmou nos últimos anos sobre ter deixado em caixa mais de R$ 240 milhões para obras na cidade. “Com este empréstimo de R$ 50 milhões, a gente irá resgatar as obras que eu deixei em 2012. Eu disse que havia deixado R$ 240 milhões em obras, e muitos não acreditaram. Mas nada melhor do que o tempo para mostrar que eu estava falando a verdade. Estas obras ficaram paradas por quatro anos, com o dinheiro na Caixa, com os contratos parados e  alguns até mexidos indevidamente. Quando cheguei à prefeitura, me deparei com este quadro e com a alteração no preço das obras, pois estavam paradas há muito tempo. Descobrimos a linha de financiamento do CPAC e, desde fevereiro, estamos correndo atrás destes recursos, que, agora, irão nos ajudar a realizar um conjunto de quase R$ 300 milhões em obras em Aracaju. Muitos falam, falam muito. Mas eu trabalho e mostro resultados”, disse.

Foto: Janaína Santos/PMA


Política
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Por Kleber Santos
24/12
15:57

Perspectivas para 2018 e mais além

Ricardo Lacerda*
Professor da Universidade Federal de Sergipe 

Do ponto de vista do ciclo de negócios, o ano de 2017 representou o ponto de inflexão da trajetória descendente para uma retomada do nível de atividade. Depois de recuar 3,5% em 2015 e em 2016, acumulando retração de 6,9% nos dois anos, a economia deverá crescer um pouco menos de 1%, em 2017, e pouco mais de 2,5% em 2018 (ver Gráfico). 

É uma retomada em ritmo modesto, diante da intensidade da queda.  O PIB per capita demorará alguns anos para atingir o pico de 2013. Serão nove anos, até 2022, para retornar ao mesmo patamar. Apesar do ritmo vacilante, a economia voltará a crescer e o mercado de trabalho deverá apresentar melhorias paulatinamente. Há, todavia, outras questões mais preocupantes sobre o futuro do Brasil. 

O ano de 2017 representou também um outro tipo de transição, depois do ciclo de crescimento com forte inclusão social de 2004-2014, que foi oportunizado, é verdade, pelo cenário externo favorável, mas que foi movido pelo projeto de consolidar em patamares mais elevados as promessas de construção de estado de bem-estar inscritas na constituição cidadã de 1988. 2017 significou também o início do desmonte progressivo do estado de bem-estar social.

2008
A atual recessão remete a explosão da bolha imobiliária norte-americana, em 2008, que se desdobrou na crise europeia de 2011, e alcançou os países ditos de mercados emergentes, em 2013, com a o fim do longo ciclo de valorização de commodities.

A reversão do cenário na economia mundial, como não poderia deixar de ser, foi impactante, provocando um vendaval político que derrubou, um a um, os partidos e coalizões políticas então no poder, tanto no mundo industrializado, como entre os países periféricos. 

Assim como as crises cambiais dos anos noventa haviam levado de roldão os governos de orientação neoliberal, que não entregaram à população a melhoria de bem-estar prometida pela integração à nova ordem mundial, a contaminação pela crise financeira internacional induziu ao encerramento do ciclo de governos de matizes populares e desenvolvimentistas na América Latina.

Da crise econômica à crise política

A presidente Dilma se defrontou com o período de reversão do cenário internacional favorável aos países emergentes. Depois do levante das ruas em 2013, as forças políticas conservadoras e os mercadistas, não são a mesma coisa, perceberam a oportunidade de retomar o poder. E a presidente Dilma cometeu muitos erros quando percebeu o cerco político se fechando à medida que a economia perdia empuxe. 

Repetindo o voluntarismo de outras épocas, a presidente Dilma forçou muito a mão para estimular o nível de atividade e a economia não respondeu, o que gerou fortes impactos fiscais. Além de ter cometido erros incompreensíveis, como ter promovido desonerações generalizadas para setores de atividade e ter permitido por período demasiadamente longo a defasagem dos preços dos combustíveis e das tarifas de energia elétrica. Quando o nível de atividade despencou em 2015 e as receitas desabaram, a situação fiscal brasileira fugiu de controle.


O ajuste e as reformas

Quando a recessão se instalou, os mercadistas perceberam a oportunidade que tinham pela frente e se associaram aos setores conservadores e de extrema direita em uma aliança estratégica, com o propósito de impingir retrocessos às conquistas sociais pactuadas na constituição cidadã. Se os setores de extrema direita têm uma pauta conservadora e mesquinha e algumas vertentes chegam a propagar uma agenda obscurantista, anticientífica e homofóbica, a ameaça real à ao estado de bem-estar social não vêm deles e sim dos setores mercadistas. 

A coluna vertebral das reformas é o rígido teto de gastos, que engessa as políticas de ajuste e impõe uma redução de dimensões inéditas do tamanho do estado como proporção do PIB em um horizonte de vinte anos. 

Para cumprir o congelamento dos gastos estabelecido em lei estão sendo adotadas “reformas” em série que visam ao fim e ao cabo promover o encolhimento do estado nacional: estatais estão sendo vendidas a preço de banana e as riquezas minerais estão sendo entregues a investidores internacionais, assim como extensas terras agrícolas. Essa coalizão que atualmente comanda a política nacional, liderada pelos mercadistas, vai dizimar o que resta de indústria nacional e de projeto nacional de desenvolvimento. E esses setores foram hábeis em manipular o discurso contra corrupção em favor dos seus propósitos. 

Com a profundidade da crise econômica que atingiu o país, não se enganem, a agenda do ajuste fiscal se impôs. Não há como contornar esse tema.  Nem nacionalmente, nem localmente. A questão é como fazê-lo de modo inteligente, para reduzir o sofrimento da população, e como distribuir o seu ônus, sem comprar o pacote pronto das reformas liberais. Em cenário tão adverso politicamente, os setores populares têm como desafio apresentar uma proposta coerente e consistente de ajuste fiscal. 

Fonte: IBGE, CNT 2003 a 2016. BCB. Expectativa de mercado, 15/12/2017

*Assessor econômico do Governo do Estado de Sergipe


Coluna Ricardo Lacerda
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Por Kleber Santos
24/12
15:54

Jackson participa de assinatura de contrato para liberação de R$ 50 milhões para obras em Aracaju

Na ocasião, Jackson lembrou que o Estado também já recebeu a aprovação da operação de crédito financiado pela Caixa no valor R$ 560 milhões para obras de infraestrutura e saneamento

O governador Jackson Barreto participou da assinatura de contrato de empréstimo de R$ 50 milhões para a realização de obras em Aracaju. O acordo foi assinado pelo prefeito Edvaldo Nogueira, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi e o líder do governo no Congresso Nacional, deputado federal André Moura, neste sábado, 23, no auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos. Na ocasião, Jackson lembrou que o Estado também já recebeu a aprovação da operação de crédito financiado pela Caixa no valor R$ 560 milhões para obras de infraestrutura e saneamento. 

“Não perco a esperança, estou torcendo imensamente. O governo federal assinou esta semana um contrato de R$ 1,5 bilhão com o governo do Paraná. Por que assinou com o Paraná e não assinará com Sergipe? O Nordeste não pode receber um tratamento desigual, até porque a região nordestina é mais carente. A política de aguardar a reforma da Previdência não aconteceu para o estado do Paraná. Espero que o presidente Temer repense, porque o estado de Sergipe precisa desses recursos para recuperar nossas estradas”, expôs Jackson.

O governador lembrou que o Estado atendeu todas as exigências legais para liberar essa operação de crédito e a autorização para contratação da operação de crédito foi dada pela Secretaria do Tesouro Nacional, aguarda apenas a liberação do Ministério da Fazenda. 

Gilberto Occhi acredita que, em breve, poderá anunciar a liberação dos recursos para o estado. “São mais de R$ 500 milhões, um investimento importante para Sergipe. Fizemos as análises e Sergipe tem capacidade para adquirir esses recursos, o Estado atendeu todas as regras e estamos só aguardando finalizar as operações para fazer o anúncio dessa contratação”.


Política
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Por Kleber Santos
23/12
22:19

Mendonça reafirma pré candidatura e buscará apoio do PPS

O novo presidente do DEM em Sergipe, ex-deputado federal e pré candidato a governador Mendonça Prado, anunciou hoje que vai trabalhar para que se torne realidade uma aliança entre o seu partido e o PPS.

Prado reafirmou a sua pré-candidatura ao Governo do Estado. “Sou Pré-candidato a governador e não abro nem para um trem. Tenho amor a Sergipe e quero contribuir para que ele seja um estado organizado.

“Quanto ao PPS devo dizer que é um partido decente e constituído de pessoas sérias em Sergipe. Por essa razão, ficaria imensamente feliz se a sigla formalizasse aliança conosco. Seria uma parceria perfeita. Mas, não posso influenciar nessa decisão que depende apenas dos seus filiados”, declarou.

Mendonça Prado disse que está evidente que a população deseja um governo que queira mudar o conceito de gestão que está arraigado nas outras candidaturas. “Nós vamos fazer a diferença com uma campanha sem promessas e com o compromisso de fazer o que já existe funcionar.  O estado está falido e precisa de um governo austero que não seja influenciado por forças ocultas”, disse.

“Nós vamos apresentar uma proposta exequível de gestão eficiente, capaz de organizar a contabilidade pública com disciplina e seriedade. Vamos aplicar o antibiótico que for necessário para arrumar a casa, dar um freio de arrumação sem se preocupar em deixar marcas. Alguém tem que ter coragem para arrumar essa bagunça. Nós vamos enfrentar os obstáculos com o apoio do povo. É preciso melhorar os  serviços essenciais que estão aniquilados.  Proporcionar serviços de qualidade será o nosso objetivo. Nada de extraordinário, nada de mentira e demagogia”, concluiu.



Política
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Por Eugênio Nascimento
23/12
10:42

Primeira Mão

 Cassação esperada



A procuradora federal Eunice Dantas, ao anunciar os ilícitos do maior escândalo de corrupção da história política de Sergipe em que estavam envolvidos deputados estaduais, não escondeu o fato de Augusto Bezerra ser o caso mais simples de se resolver,  pois as provas contra ele eram robustas e contundentes demais. Não foi surpresa para ninguém, portanto, a cassação de seu mandato. Surpreendente é a duração desse e de outros processos na Justiça!



É sujeira



Tem gente do primeiro escalão do governo de Aracaju que afirma que ocupar cargo público está cada dia mais complicado. O indivíduo entra como ladrão e sai como chefe de organização criminosa. Por isso é difícil encontrar gestor e ex-gestor com CPF limpo.



Privilegiados


O governador Jackson Barreto (PMDB)  e o prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B) anunciaram as exonerações de todos os ocupantes de cargos comissionados  nas esferas estadual e municipal de Aracaju. Pelo que se sabe, só foram preservados os secretários e seus adjuntos. Agora, os opositores de JB e Nogueira devem iniciar um movimento pela volta dos ocupantes dos mais de 4 mil CCs.



Modismo bacana



A moda de exonerar CCs começou este ano em agosto último no interior. Com parcos recursos do FPM, os prefeitos demitiram alguns amigos e preservaram seus familiares.



Mendonça em ação



O ex-deputado federal Mendonça Prado voltou ao ninho do DEM, segundo ele, a pedido da senadora Maria do Carmo. Na verdade, não voltou a partido do qual nunca se desligou. Assumiu a sua direção e retomou a sua pré candidatura ao governo do estado pelo seu partido e não mais pelo PPS. Já está com o discurso pronto contra o governo de JB e seu predileto inimigo Eduardo Amorim. Jackson Barreto tem um grande coração, mas seu governo é ruim. "Cuspindo no prato que comeu há pouco tempo"  é o mínimo que se pode dizer. Mas todos sabem que Mendonça é um franco atirador e vai peitar todos - amigos e inimigos -  em 2018.



Madrugador


Quem está diariamente à disposição do trabalho às 5h é o secretário de Estado da Agricultura,  Esmeraldo Leal. É um velho hábito do tempo de peão no MST. Acorda cedo e segue para compromissos no interior. De vez em quando se junta ao deputado federal João Daniel (PT) vão roçar em áreas de assentamento.

 

 

Quebradeira

 

 

Em entrevista à TV Sergipe, o governador Jackson Barreto (PMDB) admitiu que o Estado passa por uma fase sem dinheiro, uma quebradeira geral. Isso está visível e não é de hoje.



Única opção



Os serviços públicos federais que a classe média aciona se resumem ao acesso à Universidade Federal de Sergipe. Pelo resto(saúde, educação não universitária, transporte, etc.), paga tudo de seu bolso.

 

 

Pré campanha

 

 

Na sexta-feira, o pré candidato a senador Rogério Carvalho (PT) recebeu o apoio de 12 vereadores de Nossa Senhora do Socorro. Carvallho é rápido e sabe onde vai.



Fora do Reino?



Embora afastados das funções de pastores, o ex-deputado federal Heleno Silva e o deputado federal Jony Marcos continuam  ligados à Igreja Universal do Reino de Deus. Mas os opositores insistem em dizer que eles foram expulsos e suas bases estão dispersas. Eles garantem que o rebanho continua unido. Isso será melhor avaliado em outubro de 2018.


Riachão do Dantas



Quando em fase de boas relações com a prefeita Gerana Costa, a Câmara de Vereadores de Riachão do Dantas lhe autorizou a remanejar até 80% do orçamento municipal. Mas Gerana entrou em conflito com o parlamento e não autorizou a Câmara a remanejar recursos para o pagamento dos salários dos vereadores. Nesse clima ruim, os membros do Legislativo prometem autorizar a prefeita a remanejar apenas 1% do orçamento de 2018. Aqui se faz, aqui se paga.



Concorrência


O dono de academia Paulo Bedeu, embora sem querer, usou entrevista radiofônica para dizer que existem academias em Aracaju que estão em situação legal irregular e que têm professores não qualificados trabalhando no ramo. Estará se sentindo ameaçado com o surgimento de muitas academias na zona sul de Aracaju?



Questão de justiça



Os defensores da reforma da previdência afirmam que o seu objetivo é acabar com privilégios no benefício social. Só não explicam porque juízes, políticos e militares estão fora do pacote de medidas.



Problemão de SE



O analfabetismo é uma forma de exclusão social que Sergipe não consegue extinguir. Apesar de a educação sempre ser prioridade de todos os seus governantes, nenhum deles estabeleceu políticas educacionais eficientes para por fim a essa herança colonial sergipana. Pelos números recentes do IBGE, Sergipe ainda possui 260 mil analfabetos.


Concursos no interior



Segundo informações vindas do TCE, o presidente que sai, Clóvis Barbosa, deixou para ser votado projeto que as prefeituras terem em seus quadros efetivos contadores concursados. A intenção da medida é fazer com que as prefeituras não precisem pagar às três grandes firmas de contabilidade que atuam no mercado para as suas prestações de contas. O mercado de prestação de contas municipais é dividido entre essas três empresas. É mais fácil fazer concursos públicos para jovens contadores desempregados.


Patrocínio



Do ex-deputado estadual Jorge Araújo:  “Reinaldo Moura está tentando o patrocínio do Banese para o Sergipe. Espero que o amigo tenha mais sorte do que o meu Confiança, que até hoje não conseguiu promover o nosso Banese, mesmo participando de competições nacionais”.



Balanço de 2017



Nesta fase de final de ano, os políticos costumam aparecer na mídia fazendo balanços do que realizaram em suas áreas de atuação. Obviamente, todos apresentaram saldos positivos. Na verdade, só quem se deu mal em 2017 foi o povo mais pobre deste nosso Brasil, ainda que a crise econômica tenha atingido também o empresariado. Espera-se que todos tenham um 2018 melhor. Ah, uma recomendação: que os políticos exponham também as maldades que fizeram.



Coluna Eugênio Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
22/12
23:35

Laércio Oliveira libera 500 mil para saúde de Aracaju

O Governo Federal liberou R$ 500 mil, nesta sexta-feira, 22, para o município de Aracaju para a manutenção dos postos de saúde. Com os recursos, podem ser comprados equipamentos de uso médico, como tensiômetros, estetoscópios, manômetros, materiais para nebulização, centrífugas laboratoriais, cadeira de dentista, cadeiras de rodas, macas e mesas para exames simples, complexos e ginecológicos, entre outros.  “Procuramos destinar emendas para a população sem olhar partidos políticos. Temos que saber que quem precisa e deve ser beneficiado com esses recursos é a população. A área de saúde é sempre carente em recursos e melhorias”, afirma o deputado federal Laércio Oliveira.



Política
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Por Eugênio Nascimento
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