17/05
19:00

Instalação de nova fábrica calçadista em Carira é confirmada por Belivaldo Chagas

Expectativa é gerar 380 empregos diretos no primeiro ano de funcionamento, chegando a mil até o terceiro ano de atuação da fábrica

Nesta sexta-feira (17), o governador Belivaldo Chagas confirmou a chegada da indústria Casu Calçados, proprietária das marcas Di Cristalli e Mixage, no município de Carira, no Agreste sergipano. Ao visitar o local que abrigará a unidade, Belivaldo informou que o anúncio foi feito pelo grupo empresarial na quinta-feira (16). A nova fábrica ocupará o espaço utilizado, anteriormente, pela Azaleia e poderá gerar cerca de mil empregos na região nos próximos três anos. 
 
As negociações com a empresa acontecem por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sedetec) e da Companhia de Desenvolvimento Industrial de Sergipe (Codise). Para a instalação da fábrica, que já está no mercado há 19 anos, serão investidos R$ 3.989,520,22.  Atraída pelo Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI), ação de governo que objetiva a captação de novos negócios para Sergipe por meio da oferta de incentivos, a empresa tem expectativa de gerar 380 empregos diretos já no primeiro ano de funcionamento, com o possível aumento gradativo neste quadro até o terceiro ano de atuação. 
 
Fonte: ASN
Foto: Ascom/Sedetec


Economia
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Por Redação
07/05
09:38

Bélgica foi o principal comprador dos produtos sergipanos no mês de abril

A balança comercial apresentou um saldo negativo de US$ 32,37 milhões em abril de 2019. Em comparação ao mês anterior, as exportações diminuíram 13,8% enquanto as importações registraram aumento 34,3%.


O grupo de produtos ‘Preparações de produtos hortícolas, de frutas ou de outras partes de plantas’ foi o mais exportado, com 56,8%. Já nas importações, combustíveis minerais, óleos minerais e produtos da sua destilação; matérias betuminosas; ceras minerais’, responsável por 73,5% dos importados.


Principal destino


Bélgica foi o principal país comprador dos produtos sergipanos, com preparações de produtos hortícolas, de frutas ou de outras partes de plantas’, representando com 27,8% dos produtos exportados.
????Já as vendas foram lideradas por Camarões, sendo o principal produto, ‘combustíveis minerais, óleos minerais e produtos da sua destilação; matérias betuminosas; ceras minerais’, respondendo por 68,7% do total importado.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
02/05
15:55

ICMS: prazo para adesão ao programa especial de parcelamento de dívidas encerra-se em maio

Empresas tem até 31 de maio para fazer negociação

O programa de parcelamento de dívidas no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), colocado à disposição pelo Governo de Sergipe, entra nos últimos dias para adesão. Conforme o Decreto Estadual 40.285, de 12 de fevereiro de 2019, o dia 31 de maio de 2019 é a data final para que empresas com pendências tributárias possam regularizar a situação junto à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) a partir de condições de pagamento diferenciadas em relação ao número de parcelas.

A superintendente de Gestão Tributária da Sefaz, Silvana Maria Lisboa Lima, explica que as condições colocadas à disposição permitem que débitos de até R$ 100 mil podem ser parcelados em até 24 meses. Valores superiores até o limite de R$ 500 mil, podem ser pagos em até 36 meses, e débitos acima de R$ 500 mil, entram na faixa de parcelamento de até 47 meses. Incluídas na negociação serão as dívidas de ICMS declaradas espontaneamente ou relativas a auto de infração simplificado modelo II.

A adesão ao modelo de quitação das dívidas pode ser requerida através de um banner específico no site da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), no endereço www.sefaz.se.gov.br, ou também seguindo os seguintes passos: no site da Sefaz, clicar no botão “Serviços”, para em seguida buscar “ICMS”, “Parcelamento” e assim entrar em “Parcelamento de ICMS”.

Fonte: ASN
Foto: Internet


Economia
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Por Redação
17/04
16:34

Cesta básica aracajuana ficou em R$ 385,62 no mês de março

Na comparação com fevereiro, verificou-se aumento de 1,6% no custo da cesta

valor da cesta básica aracajuana ficou em R$ 385,62 em março deste ano, segundo apontou análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). É o segundo menor custo registrado entre as 18 capitais da pesquisa.

Na comparação com o último mês de fevereiro, verificou-se aumento de 1,6% no custo da cesta. Em relação a março do ano passado, notou-se avanço de 13,5%.

Comparação com outras capitais

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior, fevereiro último, observou-se que não houve redução no valor da cesta em nenhuma das capitais pesquisadas.

Em relação a fevereiro do ano passado, os preços médios da cesta também não tiveram decréscimo em nenhuma das capitais analisadas. Por sua vez, as maiores altas foram em Goiânia (+20,3%), Salvador (+18,4%) e Brasília (+17,4%).

O menor valor da cesta básica, no mês em análise, foi observado em Salvador (R$ 382,35). Já os maiores valores permaneceram sendo registrados em São Paulo (R$ 509,11), Rio de Janeiro (R$ 496,33) e Porto Alegre (R$ 479,53).

Fonte e elaboração do gráfico: NIE/FIES
Fonte do gráfico: DIEESE


Economia
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Por Redação
16/04
16:33

Em Sergipe, mais de 14 mil empresas podem ter o registro cancelado

Para não correr esse risco, empresários devem comunicar à Jucese o funcionamento ou suspensão das atividades da empresa até o dia 5 de maio

As empresas que há mais de dez anos não registraram nenhum tipo de arquivamento de ato, decorrente da atividade empresarial, ou não informaram à Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese) a suspensão de suas atividades, terão o registro empresarial cancelado na autarquia conforme determina o Artigo 60 da Lei federal 8.934/94. Mais de 14 mil empresas se enquadram nesta situação.

Essas empresas têm até 5 de maio para comunicar seu funcionamento (Comunicado de Funcionamento) ou mesmo a suspensão das atividades (Comunicado de Paralisação de Atividades), sob pena de perder a proteção do nome empresarial, além do cancelamento da empresa perante os órgãos arrecadadores, caso não comuniquem. Isso foi publicado em edital no Diário Oficial do Estado no dia 5 de abril.

A relação completa das empresas está disponível no site da Jucese - identificada pelo Número de Identificação do Registro de Empresas (Nire), nome empresarial, data do último arquivamento e classificada por município.

Para mais detalhes, clique aqui.

Fonte: ASN
Foto: Divulgação


Economia
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Por Redação
16/04
15:32

Páscoa: empresários de doces apostam em aumento de vendas

Pesquisa do Sebrae indica que 67% dos empreendedores do setor de confeitarias e docerias acreditam que as vendas nesse ano serão melhores que em 2018

Estudo realizado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas) revelou que 67% dos empresários de doces acreditam que as vendas serão melhores do que em 2018. A data, que se comemora este ano no dia 21 de abril, é a segunda mais lucrativa do setor, perdendo apenas para o Natal. Realizada entre 1º de fevereiro e 1º de março, a pesquisa indicou que 68% dos comerciantes tiveram um faturamento melhor no ano passado, em relação a 2017.

Em relação ao processo de venda, 94% dos negócios atuam por encomenda, sendo que 51% realiza delivery por conta própria e o principal produto comercializado continua sendo os bolos confeitados (50%), seguido pelos doces (23%). Mas 43% não fazem entregas a domicílio. Quase a totalidade dos empresários (87%) trabalha na própria residência, um percentual 3% menor em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi realizada a primeira pesquisa especificamente voltada para setor. 

Em 2018, conforme a pesquisa, o desempenho financeiro das confeitarias e docerias também cresceu ou ficou estabilizado para 74% dos pequenos empreendedores entrevistados. Somente 12% afirmaram ter apresentado prejuízo no ano passado. Dos 4.622 empresários ouvidos, 53% afirmaram não possuir outras fontes de renda, enquanto 28% estão empregados formal ou informalmente. Os eventos sãos os principais clientes (54%), sendo que os consumidores do dia a dia representam 40% das vendas do setor de confeitaria e doçaria.

A expectativa dos empresários do ramo é boa em relação à Páscoa, já que 66% deles avaliaram que a data só é inferior na impulsão dos negócios aos festejos de final do ano, que representa 79% das vendas, e é superior ainda ao dia das Mães (46%). Dos entrevistados, 67% avaliaram que as vendas serão melhores em 2019, em relação ao mesmo período do ano e apenas 9% disseram que serão piores ou semelhantes a 2018. Conforme a pesquisa, a comercialização de confeitos e doces representam 30% dos produtos vendidos durante a Páscoa.

A maioria (76%) não trabalha com produtos para fins especiais, mas alguns nichos foram identificados, com destaque para produtos sem lactose, diet e sem glúten (41%), enquanto que os alimentos para veganos e vegetarianos ainda são minoria: 8%. O estudo mostra ainda uma evolução em relação aos chamados produtos premium (orgânicos, sustentáveis ou gourmet, entre outros). Em 2018, 46% dos comerciantes do ramo afirmaram que não vendiam alimentos desta natureza, mas em 2019, o percentual caiu 10%. A maioria tem uma marca (73%), mas não está registrada. A maioria dos negócios que atuam no ramo de confeitaria e doceria (75%) tem até 5 anos de funcionamento e tem até duas pessoas envolvidas na operação do negócio.

Fonte e foto: Sebrae/SE


Economia
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Por Redação
15/04
10:40

Preço do feijão continua elevado em Aracaju


O mês de fevereiro deste ano marcou uma elevação no preço do feijão em todas as capitais do país, alcançando alta de 91,65% em Aracaju

Assim como o poeta Ferreira Gullar um dia escreveu que “o preço do feijão não cabe no poema”, hoje a inflação mostra ao povo brasileiro que o preço deste mesmo alimento pode não caber no bolso. O mês de fevereiro deste ano marcou uma elevação no preço do feijão em todas as capitais do país, alcançando alta de 91,65% em Aracaju. Tal resultado foi divulgado pelo Boletim Sergipe Econômico, com base nos dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que realizou pesquisa em 18 capitais brasileiras.


Para este mês o cenário não mudou, ainda de acordo com o DIEESE, a cesta básica agora em abril teve um aumento de 1,58% com relação ao mês anterior, ou seja, com essa alteração no percentual, o conjunto de alimentos essenciais na capital sergipana passou de R$ 379,61 para R$ 385,62.


Para o economista e superintendente do IEL/SE, Rodrigo Rocha, esse fenômeno ocorre porque “o valor da cesta básica é calculado a partir do levantamento dos preços de alguns itens considerados essenciais para o abastecimento do lar. Como o aumento do preço do feijão foi muito grande, com certeza teve um efeito significativo no crescimento do valor da Cesta Básica no início deste ano”, explica.


O grão faz parte da alimentação da maioria dos brasileiros e a elevação do preço, desde a primeira quinzena de fevereiro, tem provocado uma mudança de hábito na mesa da população, especificamente do povo sergipano, que trocou o feijão carioca pelo feijão preto no intuito de driblar o preço alto.

O economista enfatiza que um dos motivos que justifica o alto preço do feijão tipo carioca, o mais comum na mesa do sergipano, deve-se à “baixa oferta do grão e a redução da área semeada”. Ele acrescenta que, de acordo com o DIEESE, a diminuição na oferta está atrelada à migração dos produtores para outros plantios, como a soja e o milho, e também a problemas climáticos, que provocaram queda na qualidade do grão.

Fonte: Unicom/FIES

 

 


Economia
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Por Eugênio Nascimento
15/04
10:19

Fapitec apoia pesquisa que analisa produção de camarão e seus impactos ambientais no baixo São Francisco

Com o objetivo de subsidiar o planejamento e a gestão de recursos na criação de camarão (carcinicultura) no baixo São Francisco, pesquisadores estão buscando diagnosticar fatores que contribuem para a contaminação ambiental nesta cultura, por meio de um projeto desenvolvido com o apoio do governo do Estado, através do edital para Áreas Estratégicas do Alto Sertão e Baixo São Francisco, lançado em 2018 pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec).

O projeto busca ainda informações sobre as atividades da carcinicultura do baixo São Francisco, a fim de possibilitar a elaboração de um plano de manejo adequado, que vise essencialmente à sustentabilidade dessa atividade. O trabalho é desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf).

Serão monitoradas durante o período de execução do projeto, quatro fazendas produtoras de camarão, distribuídas de forma a representar toda a região delimitada. As propriedades estão localizadas nos municípios de Pão de Açúcar e Igreja Nova, em Alagoas, e nos municípios de Propriá e Brejo Grande, em Sergipe.

Análise


As análises serão realizadas a partir da coleta do sedimento, que segundo coordenador do projeto, Silvânio Costa, é fundamental no processo de produção do crustáceo. “A produção do camarão é realizada com o arremate ou acúmulo de água embaixo do reservatório, chamado viveiro. O camarão vive dentro do sedimento, que é o compartimento em que há o depósito desses materiais, ração ou outros, que venham a ficar na água. Assim, o crustáceo fica enterrado e se alimenta das bactérias e ração que é jogada e que vai para o fundo”, explica.


As amostras de sedimento utilizadas na análise, serão coletadas do fundo dos tanques e dos canais de abastecimento. “A ideia foi estudar o quanto tem sido acumulado durante a produção do camarão no sedimento, e para isso, estamos fazendo coleta destes materiais nos viveiros, nos tanques, e nos canais de captação e drenagem, que é onde há o escoamento da água para fazer a despesca do camarão”, ressalta o coordenador.


Etapas


A primeira etapa do projeto foi a identificação e seleção da área e região das fazendas que seriam trabalhadas, onde foi necessário uma reunião organizada juntamente com a Fapitec e com produtores, em Brejo Grande. Na etapa seguinte, os pesquisadores visitaram as fazendas, para solicitar informações sobre como acontece o manejo da produção.


“Passamos para os produtores nossa estratégia de monitoramentos, acompanhando os ciclos produtivos nessas fazendas. Então, fizemos coleta em três momentos nesses viveiros: antes do povoamento com camarão; durante a presença do crustáceo no local, ou seja, um tempo intermediário; e na despesca, acompanhando assim todo o ciclo de produção”, expõe Silvânio.


A pesquisa encontra-se no primeiro semestre de execução e após a coleta do material seguirá para a fase de análises. “Já fizemos algumas coletas com sedimento, porém, ainda não fizemos nenhuma análise química dos possíveis contaminantes nesse material, porque ele precisa ser processado até chegar a esta fase. Estamos realizando o tratamento dele em laboratório, ou seja, secando, segregando, diminuindo granulometria e daí a etapa seguinte será realizar as análises espectroanalíticas”, conclui.


Meio Ambiente


Um dos objetivos da pesquisa é identificar se a produção da carcinicultura está influenciando o meio ambiente. A proposta é identificar se isso está ocorrendo e de que forma, identificando de onde a contaminação seria proveniente. “Os produtores têm o cuidado em relação ao monitoramento da qualidade da água, uma vez que a água influencia na produção, mas eles não se atentam para a importância entre água e sedimento, e não fazem o monitoramento dele”, ressalta Silvânio Costa.


Ele observa ainda que logo que ocorre a despesca dos viveiros, o material é arrastado com a água, e consequentemente, vai para canais de drenagem, chegando a riachos ou rios próximos. “Após a despesca eles fazem o manejo do solo dos viveiros e acabam retirando algum material que fica ali, depositando-o em alguma área nas proximidades ou no próprio terreno. Esse acúmulo de material no sedimento é que vai nos indicar se está ocorrendo contaminação ou não”, revela.


Equipe Multidisciplinar


A equipe do projeto é composta por quatro pesquisadores: o coordenador da pesquisa, Silvânio Costa, que faz parte do Laboratório de Tecnologia e Monitoramento Ambiental (LTMA) e o professor Carlos Alexandre, do Laboratório de Química Analítica Ambiental (LQAA), ambos da UFS. Participa ainda a professora Cristiane Nascimento, do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS), e o pesquisador Marcos Vinicius, da Companhia de Desenvolvimento do Vale São Francisco (Codevasf).


A pesquisa conta também com os bolsistas Joel Marques, da graduação de Geologia; Soanne Emylly, do Mestrado de Engenharia Ambiental; Igor Santos, do Mestrado de Recursos Hídricos; e Gustavo Andrade, da graduação Química Industrial; além do apoio técnico de José Augusto, Doutorando do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema/UFS).


Para o bolsista e aluno de Iniciação Científica, Gustavo Andrade, sua participação no projeto é engrandecedora para sua formação. “Estou presente desde a revisão bibliográfica, além da coleta, preparação de amostra e, possivelmente, no tratamento dos dados. Eu como aluno de graduação estou muito honrado em participar desse projeto, que acaba fornecendo dados importantes para o baixo São Francisco, visto que a carcinicultura é uma atividade importante da região. Fazer o monitoramento tanto superficial, como de perfil, verificar se há uma ação antrópica ou não, e reduzir ao máximo esses impactos, acaba sendo relevante para o meio ambiente e todos que vivem ali”, ressalta.


Igor Santos, formado em engenharia química pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e que recentemente concluiu o mestrado em recursos hídricos, tem participado do projeto desde o contato com os fazendeiros da região. Ele acredita que a partir dos dados resultantes da ação, os produtores poderão melhorar os seus métodos de produção. “Acredito que seja um trabalho de uma relevância e de um impacto muito positivo para o estado, e através das informações que a gente pode extrair dele, vamos ter um diagnóstico de como está o trabalho da carcinicultura na região, incentivando os próprios produtores a melhorar os métodos de produção”, aponta.

 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
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