12/07
07:06

Grupo Cencosud, dono do G.Barbosa, avalia deixar o Brasil

Embora tenha registrado um faturamento de R$ 2 bilhões em vendas nas suas 200 unidades no Brasil.  de janeiro a março deste ano, o grupo empresarial chileno  Cencosud, que é dono da rede de supermercados G Barbosa, esta avaliando a possibilidade de deixar o país, conforme apurou o jornal “Valor”.

Jaime Soler, presidente do grupo, segundo o Valor, tem defendido a saída da empresa do país por acreditar que o negócio deve continuar consumindo recursos, sem a perspectiva de recuperação dos investimentos a curto e médio prazos.

Já o controlador do grupo, o alemão naturalizado chileno Horst Paulmann,  fundador da empresa e com perfil centralizador, sondou o mercado em 2015 para verificar potenciais interessados no negócio como um todo, mas é contra a venda da operação, conforme apurou o Valor. Ele entende que, uma negociação nessas condições agora, com resultados ainda fracos, depreciaria o ativo.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
03/07
08:13

Crédito para pessoa física em Sergipe cresceu 5,3% no mês de maio

Estudo realizado pelo Boletim Sergipe Econômico, tendo como base os dados do Banco Central, revelou que o total de operações de crédito no estado de Sergipe, em maio, chegou a pouco mais de R$ 18 bilhões.


Em termos relativos, quando comparado com o volume de crédito concedido em maio do ano passado, verificou-se leve aumento de 0,7%. No entanto, quando comparado com o mês imediatamente anterior, abril último, notou-se retração de 0,1%.


Com os dados de maio, a concessão total de crédito, nos cinco primeiros meses do ano, superou os R$ 90,5 bilhões, registrando alta de 1,4%, em relação ao mesmo período de 2017.

Todas as variações descritas são em termos nominais, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período em análise.

Distribuição do crédito em Maio/2018

As operações de crédito de pessoas físicas somaram R$ 13,5 bilhões, registrando crescimento de 5,3%, no comparativo com o mesmo mês de 2017. No confronto com o mês anterior, abril passado, verificou-se aumento de 0,7%.

De janeiro a maio do ano corrente, a concessão de crédito para as pessoas físicas registrou aumento de 5,4% sobre o mesmo intervalo do ano passado. Em valores, o crédito concedido ultrapassou os R$ 67,2 bilhões

Por sua vez, a tomada de crédito das pessoas jurídicas assinalou queda de 10,7%, em relação a maio de 2017. No comparativo com o mês anterior, abril último, também se verificou retração, porém menor, de 2,4%. No mês analisado, as operações totalizaram R$ 4,5 bilhões.

Nos cinco primeiros meses do ano andante, a tomada de crédito das pessoas jurídicas, em valores, chegou a R$ 23,2 bilhões, registrando recuo de 8,5%.

Inadimplência em Maio/2018

A taxa geral de inadimplência das operações de crédito, referente a atrasos de pagamentos acima de noventa dias, situou-se em 4,76% dos contratos. Para as pessoas jurídicas situou-se em 7,94%, enquanto que a taxa de inadimplência para pessoa física ficou em 3,69%.

NIE/FIES


Economia
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Por Redação
02/07
09:10

Em maio, depósitos de poupança aumentam 8,7% em Sergipe

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, com base nos dados do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) do Banco Central, revelou que os depósitos na caderneta de poupança no estado totalizaram pouco mais de R$ 5,9 bilhões, em maio deste ano.

Em termos relativos, quando comparado com os depósitos feitos no mesmo mês de 2017, notou-se elevação de 8,7%. Já no comparativo com o mês imediatamente anterior, abril último, verificou-se alta de 0,4%.

No acumulado do ano (janeiro a maio), o depósito na caderneta de poupança atingiu R$ 29,2 bilhões, situando-se 7,5% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Todas as variações elencadas são em termos absolutos, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período.

Financiamentos Imobiliários em Maio/2018

O total dos financiamentos imobiliários concedidos no estado, no mês analisado, com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) foi de pouco mais de R$ 26,8 milhões.

O SBPE é integrado por instituições financeiras especializadas na concessão de financiamentos habitacionais, tendo como fontes de recursos os depósitos em caderneta de poupança e repasses dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Decompondo o montante dos financiamentos, observou-se que pouco mais de R$ 26 milhões, ou 97,2%, foram destinados à aquisição de imóveis residenciais e comerciais, enquanto que 2,8%, ou R$ 763,7 mil, corresponderam a tomadas de crédito para gastos com construção, aquisição de material de construção, reforma ou ampliação de imóveis.

Núcleo de Informações Econômicas/FIES



Economia
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Por Redação
02/07
08:51

Pré-candidata à presidência fala sobre o preço dos combustíveis no Brasil

Grande influenciadora da produção de riquezas no Brasil, alcançando 20 % do PIB do país, a rede produtiva que se articula em torno da Petrobras faz dela a maior empresa da América Latina. Porém, a política de preços da Petrobrás hoje, determinada pela variação do petróleo no mercado internacional, serve apenas para o enriquecimento dos acionistas privados da empresa, que são grandes bancos estrangeiros. 

O uso de combustíveis é muito importante para o desenvolvimento do país, por isso defendemos vender esses produt
os pelo seu preço de custo que sai da refinaria da Petrobrás, no caso da gasolina a R$ 1,54 e o diesel a R$ 0,93. Logo se percebe que não tem como conciliar os interesses dos consumidores brasileiros que querem preços baixos dos combustíveis com os dos acionistas privados da Petrobrás que querem enriquecer à custa do povo brasileiro.
 

Cobrar R$ 4,80 reais pelo litro da gasolina que custa R$ 1,54 é um absurdo, porque temos petróleo sobrando (100 bilhões de barris) no Pré-sal.

Então, porque cobrar três vezes o valor de custo sabendo que isto prejudica a população e o desenvolvimento do país?

Isso ocorre porque a Petrobrás hoje está semiprivatizada, funciona para o lucro dos acionistas privados estrangeiros. Por isso, estas reservas de petróleo, que valem 5 trilhões de dólares, estão sendo vendidas por 1% do valor: aconteceu isto durante o Governo Dilma, no leilão de Libra, e agora deu um salto durante o governo Temer, que já realizou cinco leilões em 2 anos.

Desde FHC que os governos brasileiros estão destruindo a Petrobrás por dentro: privatizando, através de leilões e desinvestimento, terceirizando serviços e superexplorando seus funcionários. A Petrobrás era uma empresa completa integrada do poço ao posto. Os donos privados exigem que ela seja apenas exportadora de óleo cru e importadora de refinados.
Assim, o capital internacional está obrigando o Brasil a deixar de ser um país industrial para voltar a ser uma economia colonial, exportador de alimentos, minérios e petróleo. Estamos sendo recolonizados. É a volta do Brasil colonial.
Para mudar a política de preços da Petrobrás, temos que romper com o sistema capitalista brasileiro que é subserviente aos Estados Unidos.

Para mudar isto é necessário a volta do monopólio estatal do petróleo, estatizando todas as empresas do setor, com uma Petrobrás 100% estatal, sob controle dos trabalhadores e do povo brasileiro.

Só assim, junto com a reestatização das empresas privatizadas, da mineração, siderurgia, telefonia, eletricidade e transporte ferroviário, poderemos garantir um desenvolvimento do Brasil que favoreça os trabalhadores.

Como financiar a venda da gasolina, diesel e demais combustíveis pelo preço de custo?

Muito simples, propomos limitar drasticamente a remessa de lucros das multinacionais, que todo ano enviam dezenas de bilhões de dólares às suas matrizes (inclusive bilhões de dólares que se envia todo ano aos acionistas privados da Petrobrás em Nova York) e suspender o pagamento da dívida externa e interna aos grandes bancos, que todo ano recebem cerca de 200 bilhões de dólares somente em pagamento de juros.

Somente uma rebelião dos trabalhadores pode garantir essa revolução na Petrobrás e uma política de preços que ajude o Brasil e seu povo.

Mentem os candidatos que dizem resolver o problema com saídas cosméticas. A crise do Brasil é grande e só se resolverá com uma mudança profunda de sistema. Nossa pré-candidatura está ao serviço de preparar uma revolução dos trabalhadores contra os ricos daqui e de fora, que livre o Brasil do domínio imperialista e capitalista.

Por Vera Lúcia, pré-candidata a presidente pelo PSTU





Economia
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Por Redação
29/06
14:51

Em abril, venda de combustíveis em Sergipe tem leve alta de 0,9%

De acordo com informações da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as vendas totais de combustíveis, no quarto mês do ano, totalizaram pouco mais de 72 milhões de litros, assinalando leve alta de 0,9%, em relação ao mesmo mês de 2017. No entanto, em relação ao mês imediatamente anterior, março deste ano, as vendas totais recuaram 4,3%. Com os dados de abril último, as vendas acumuladas no ano chegaram a 291,4 milhões de litros, assinalando leve recuo de 1% sobre o mesmo período do ano passado.

Combustíveis comercializados em Abril/2018

Foram vendidos aproximadamente 31,7 milhões de litros de gasolina, no mês analisado. Em termos relativos, verificou-se queda de 4,8% nas vendas, em relação ao mesmo mês de 2017. Já na comparação com o mês imediatamente anterior, março último, a queda foi de 8,9%. No acumulado do ano (janeiro a abril), foram comercializados pouco mais de 129 milhões de litros, do combustível, registrando retração de 4,5%.

A comercialização do etanol hidratado, no mês em análise, assinalou alta de 52,3%, quando confrontado com o volume de vendas do mesmo mês de 2017. Em volume, as vendas superaram 1,8 milhão de litros. Todavia, quando comparado com o mês imediatamente anterior (março/2018), notou-se queda de 11,2% no consumo. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas do combustível expandiram-se 70,5% sobre o mesmo intervalo do ano passado, chegando aos 10,6 milhões de litros.

No tocante ao óleo diesel, foram comercializados mais de 26 milhões de litros, em abril último. Em termos comparativos, verificou-se alta de 4,7%, em relação ao mesmo mês de 2017. No entanto, quando comparado com o mês anterior, último mês de março, as vendas ficaram praticamente inalterados, apresentando leve queda de 0,1%. No acumulado do ano, as vendas situaram-se 0,2% acima do mesmo período de 2017, aproximando-se dos 102,5 milhões de litros.

A venda do combustível utilizado pelas aeronaves, o chamado querosene de aviação, ultrapassou os 2,4 milhões de litros, apresentando elevação de 15,3%, em relação a abril de 2017. Na comparação com o mês imediatamente anterior, as vendas recuaram 2,9%. De janeiro a abril, as vendas cresceram 5,9%, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, ultrapassando os 10,5 milhões de litros.

 

FIES/NIE




Economia
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Por Redação
29/06
14:42

Em Sergipe, a arrecadação federal ultrapassou os R$ 365 milhões no mês de maio

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico verificou que a arrecadação de tributos federais, no mês de maio do ano corrente, apesar de ter superado os R$ 365 milhões, recuou 19,1%, em termos reais, quando comparado com a arrecadação do mês imediatamente anterior, abril de 2018. Entretanto, no comparativo com a arrecadação do mês de maio do ano passado, observou-se crescimento real de 5,5%. As variações são em termos reais, consideram os efeitos da inflação no período, medido pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).

No acumulado do ano, entre janeiro e maio, a soma arrecadada com os tributos de competência da União, ultrapassou R$ 1,9 bilhão, registrando alta de 14,6%, em termos reais, na comparação com o mesmo período de 2017.

Composição da Arrecadação Federal de maio/2018

No mês analisado, a Receita Previdenciária continuou sendo a principal fonte de arrecadação, somando aproximadamente R$ 190,8 milhões, abrangendo 52,3% do total recolhido aos cofres da União. O Imposto de Renda (IR) também se destacou, alcançando R$ 72,5 milhões, compreendendo 19,9% do arrecadado.

O recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – COFINS ficou próximo dos R$ 40,2 milhões, no mês analisado, enquanto que o recolhimento da Contribuição para o PIS/PASEP ficou acima dos R$ 16,3 milhões. Já a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL foi de R$ 11,1 milhões.

Para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a soma arrecadada foi de aproximadamente R$ 6,1 milhões, respondendo por 1,7% da arrecadação, no mês em análise.

Unicom/FIES


Economia
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29/06
08:16

Sergipe registra saldo positivo de empregos na Agropecuária e na Indústria de Transformação no mês de maio de 2018

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no quinto mês do ano, houve saldo negativo de 159 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.409) e desligamentos (6.568), no período.

No mês de maio do ano corrente, a Agropecuária e a Indústria de Transformação apresentaram os melhores resultados, com a criação de 322 e 319 novos empregos, respectivamente, no mês em análise.  O bom desempenho da Agropecuária está liga ao cultivo da cana de açúcar, que gerou 365 novos postos de trabalho.

A Fabricação de açúcar e a Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias, geraram respectivamente 142 e 302 novos empregos, sendo os principais geradores de empregos da Indústria de Transformação.

O setor da Construção Civil também registrou saldo positivo, o quinto consecutivo, com a criação de 39 novos empregos, principalmente em Montagens de estruturas metálicas que 113 novas vagas.

Os demais setores registraram saldos negativos, o pior resultado foi observado no setor de Serviços, com a redução de 587 postos de trabalho, principalmente os ligados as atividades de limpeza em prédios e em domicílios (-216) e as atividades de teleatendimento (-161).

No comércio o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 206 postos de trabalho, principalmente no setor varejista não-especializado que contabilizou a redução de 60 postos de trabalho no mês em análise. Já, a Administração pública, registrou redução de 38 empregos, a Extrativa mineral contabilizou saldo negativo de 7 postos de trabalho e uma vaga a menos foi contabilizada no Setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica).

No acumulado do ano, entre janeiro e maio, a Indústria de Transformação ainda continua com saldo negativo de emprego, com retração de 2.205 empregos, a Agropecuária acumula redução de 1.877 empregos e o Comércio teve a redução de 1.081 postos de trabalho. Entretanto, apresentando saldos positivos, com geração de novas vagas de empregos, se destacaram os setores de Serviços, com a criação de 1.110 novos empregos, e o da Construção Civil com a geração de 520 novos postos de trabalho.

 Emprego nos municípios

Dentre todos os municípios sergipanos, Aracaju apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 835 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos no setor de Serviços, com destaque para as atividades voltadas para alojamento, alimentação e limpeza. Enquanto isso, o município de Japoatã, se destacou na geração de empregos, sendo criados 316 novos empregos, principalmente no setor da Agropecuária, com destaque para o plantio da cana-de-açúcar, no mês de maio de 2018.

Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Nossa Senhora do Socorro apresentou o melhor resultado, gerando 253 novos postos de trabalho, influenciado pelo bom desempenho da indústria de transformação. Entretanto, com redução de 85 postos de trabalho em Itabaiana, e redução de 68 vagas de empregos em Estância, ambos apresentando resultados ruins, sendo que as principais reduções ocorreram no comércio (-51) e na Indústria de transformação (-45), respectivamente em cada município.

Unicom/Fies



Economia
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Por Redação
26/06
07:22

Federação das Indústrias de Sergipe considera positiva a venda do etanol direta aos postos

O Senado aprovou o Projeto de Decreto do Senado (PDS) nº 61/2018, que susta artigo da resolução nº 43/2009 da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que proíbe a venda direta do etanol hidratado, que é vendido nas bombas de combustível para automóveis, da usina para os postos de combustíveis. A proposta marca o começo do fim dos atravessadores.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado de Oliveira, “a sustação da resolução é muito salutar para a concorrência dos combustíveis, além de eliminar um obstáculo desnecessário para as usinas sucroalcooleiras, bandeira esta defendida pelos representantes do segmento econômico”.

A proposta aprovada pretende aumentar a concorrência no mercado de combustíveis e diminuir o preço final para o consumidor. O projeto de resolução segue agora para votação na Câmara dos Deputados. 

Em Sergipe, dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) apontam que a produção de etanol hidratado chegou a mais de 46 milhões de litros na safra 2017/2018, registrando alta de 6,3% em relação à safra 2016/2017.

Unicom/FIES



Economia
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