28/01
09:01

Lojistas querem discutir tarifa do ônibus

 A Federação dos Clubes dos Dirigentes Lojistas (FCDL) manifestou interesse de participar, ao lado dos sindicatos classistas e entidades, das discussões em torno do aumento da tarifa de ônibus.

Os lojistas, segundo o presidente da FCDL, Gilson Figueiredo,  não acham justo que quem contribuiu para 60% do faturamento das empresas de transportes - a classe empresarial - fique de fora e não seja consultada sobre tão palpitante assunto e que mexe com a vida de muitas pessoas e empresas, especialmente do comércio.

Na última discussão, ano passado, foi sugerida pela própria prefeitura a inclusão do segmento empresarial na comissão da SMTT que estuda a planilha de custos e lucros. A SMTT deve anunciar na manhã desta sexta-feira, dia 28 de janeiro, a nova tarifa.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/01
09:00

Sérgio Araújo é eleito para o Convention Bureau

Com unanimidade dos votos foi eleito ontem para a presidencia do Aracaju Convention 
Bureau, entidade responsavel pela captacao de eventos para Sergipe, o representante da 
hotelaria, empresario Sergio Araujo.

Sergio representa a nova geracao de gestores do turismo sergipano, e e bastante respeitado no setor.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/01
08:58

Empresários articulam grupo para disputar a PMA


Está em andamento em Sergipe um processo articulação empresarial que tem por objetivo a disputa das eleições de 2012 e 2014. As conversas têm sido tornadas públicas com certa frequência, como forma de motivar adesões. O mais recente encontro do segmento aconteceu ontem, 27, e coube ao empresário e ex-candidato a suplente de senador, Adierson Monteiro (PSDB), expor as conversas mantidas.

“Almoçamos hoje com Edvan Amorim (PSC),José Carlos Machado (DEM), Zezinho Guimarães (PMDB) e Walter Soares. Cardápio: eleições de 2012 e 2014. Defendo que o PSDB tenha candidato a prefeito em Aracaju. Nos demais municípios lançar também candidatos e/ou apoiar os candidatos que tenham a mesma visão ideológica. Filiaremos alguns nomes com grande conceito em nossa sociedade, por enquanto estamos conversando”, disse Monteiro no twitter.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/01
00:58

Gestores com dados desatualizados junto ao TCE podem ser multados

   Todos os gestores sergipanos devem manter seus dados atualizados
junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Conforme determinações
emitidas anteriormente pelo órgão, as informações devem ser repassadas
periodicamente, seguindo as especificidades estabelecidas, sob pena de
aplicação de multa, de acordo com a Lei Complementar Estadual nº
04/1990.

  A remessa de informações e demonstrativos contábeis ao Tribunal de
Contas, pelas unidades gestoras das administrações públicas estadual e
municipais, está amparada pela resolução número 187, de agosto de
1999.

  Nela consta que o encaminhamento desse conteúdo, quer por meio
magnético ou documental, será sempre acompanhado de expediente próprio
da unidade de origem, com a indicação precisa do interessado e o
assunto, devidamente subscrito pela autoridade competente.

  "Quando se tratar de informações geradas por meio magnético, o
sistema emitirá, automaticamente, o expediente de encaminhamento das
informações, listando o conteúdo do disquete, com campo próprio para
identificação e aposição das assinaturas do contabilista e do
responsável pela unidade gestora", observa o documento, em seu artigo
9º, parágrafo 1º.

  O parágrafo seguinte diz ainda que as informações em formato
eletrônico somente serão consideradas como recebidas pelo TCE quando
entregues no Protocolo, onde será feita uma leitura preliminar "para
verificação da sua integridade física e detecção de informações
estranhas ao sistema, e após a emissão do recibo de entrega,
devidamente chancelado pelo agente receptor do Tribunal".

  Ao detectar irregularidades ou ilegalidades nos dados recebidos, o
TCE, no exercício de suas atribuições de controle externo, solicita às
unidades gestoras a remessa de toda a documentação pertinente, para
fins de autuação.

  DOCUMENTAÇÃO

  De acordo com o Ato da Presidência nº 32, de novembro de 2005, o
cadastramento de documentos no TCE é realizado mediante a apresentação
do nome completo do interessado, de seu número de inscrição no CPF ou
CNPJ e do atual endereço para correspondência.

  A obrigatoriedade do preenchimento de tais dados na elaboração de
documentos ocorre nos seguintes casos: encaminhamento de prestação de
contas ou de qualquer outro documento de despesa, pelos órgãos
jurisdicionados; atendimento de diligência, se o diligenciado fizer
parte da instrução processual; atendimento de notificação;
apresentação de denúncias; formulação de consultas; pedido de
certidão; requerimento de cópias e de concessão de vista de documentos
ou processos; pedido de informações; interposição de recursos e de
pedido de revisão.

  No cadastramento dos documentos de concessão de aposentadorias,
reformas e pensões, de revisão de proventos e de outros direitos
funcionais também deverão ser apresentadas as mesmas documentações,
devendo os dados ser extraídos do procedimento administrativo
encaminhado pelo órgão jurisdicionado.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
24/01
16:00

SE tem saldo positivo na geração de empregos

De janeiro a dezembro de 2010, o Sergipe acumulou um saldo de 19.263 vagas segundo a metodologia antiga e 23.757 segundo a nova metodologia. De acordo com a metodologia antiga o saldo do ano foi quase o dobro do saldo gerado em todo o ano de 2009 (11.198 vagas).

No ano, o setor que mais se destacou foi Serviços, com 32,4% dos postos gerados (7.708 vagas) seguido pelo setor da Construção Civil com 21,8%  das vagas, isto é, 4.600 vagas. O pior desempenho foi da Administração Pública com saldo de apenas 81 vagas.






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Por Eugênio Nascimento
22/01
15:57

Fórum Empresarial de Sergipe realiza 1ª reunião almoço do ano

O encontro está marcado para a próxima terça-feira, 25, às 12h30, no Hotel Aquários,
quando será apresentado o deputado Zeca Ramos da Silva, futuro secretário de Estado
do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec), que falará sobre o
tema 'As ações e os objetivos da sua gestão para a Sedetec'.

O evento contará também com a presença do atual secretário da pasta, Jorge Santana.

 (Da assessoria)

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Por Eugênio Nascimento
18/01
14:12

A falta que uma licitação faz

Por Eugênio Nascimento

“Por um transporte barato e de qualidade”

Embora já tenha declarado a sua disposição de promover uma licitação
para o transporte coletivo de Aracaju e encontrado, ao menos
publicamente, o apoio do empresariado do segmento para tal finalidade,
o prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B) não se mostra muito propenso a
dar agilidade a isso. Nogueira alega que há a necessidade de formação
de consórcios para viabilizar o projeto e que isso só será possível lá
por 2012, exatamente quando está deixando a administração da cidade.

Ao mesmo tempo, o prefeito tem feito chegar à opinião pública
informações dando conta de que, desde 2007 a Prefeitura de Aracaju
entregou mais de 180 ônibus para os usuários do transporte coletivo, “
o que contribuiu para renovar a frota e melhorar a mobilidade urbana
da cidade. Nos últimos três anos foram investidos cerca de R$ 45
milhões no setor. Segundo o prefeito Edvaldo Nogueira, a atual
administração já conseguiu renovar quase 50% da frota do município, em
parceria com os empresários do transporte público”.

A renovação da frota é algo necessário e ninguém nega isso. Contudo,
esse não deve ser o argumento para deixar de fazer ou de dar agilidade
ao processo de licitação. A população dá sinais claros de que já
enjoou de tanto descaso das empresas e do poder público para com ela.
Entende que os 180 novos ônibus é bom, mas que nem com isso veio
conforto, cumprimento de horário, profissionais qualificados na
condução (os motoristas amontoam a sua carga e saem pelas ruas e
avenidas da cidade em alta velocidade promovendo a arrumação) e na
cobrança das tarifa caríssima, hoje fixada em R$ 2,10 e que os
empresários desejam elevar para R$ 2,45.

É preciso ter muita coragem para promover uma licitação no setor de
transporte coletivo. Os empresários do ramo são muito fortes e
frequentes financiadores de campanha eleitorais de prefeitos e
vereadores, além de generosos colaboradores dos projetos eleitoreiros
e senadores, governadores, deputados federais e deputados estaduais.
Eles auxiliam com dinheiro, disponibilizam ônibus para eventos
públicos ou de interesses pessoais dos políticos e têm como
contrapartida a cegueira em relação aos desserviços que prestam à
sociedade.

Os problemas no transporte coletivo de Aracaju não são novos. Há
aproximadamente 20 anos as empresas deitam e rolam na cidade
impunemente, riem das caras dos cidadãos, que são jogados nos pontos e
terminais como o resto de feira no lixo. É por essas e outras que se
faz necessária a licitação. Aliás, seria bom que as concessões não
tivessem tanta sobrevida como essas de Aracaju, onde as empresas se
dividem, criam novas e entram no espaço urgano e suburbano como se
tufo fosse normal, e com a simpatia do poder público, que costuma
comemorar a chegada das novas concessionárias sem que ocorram
licitações para as concessões.

Se a PMA e os empresários defendem a realização de concessões, porque
então não fazer? Por que esse marasmo todo? O aracajuano quer ônibus
confortáveis e novos, quer linhas novas e para todos os bairros, quer
motoristas e cobradores atenciosos e, claro, tarifas mais baratas. Não
faz sentido pagar R$ 2,10 hoje em Aracaju e o preço numa cidade bem
maior, o Recife, por exemplo, ser R$ 1,80. É preciso seriedade.

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Por Eugênio Nascimento
17/01
13:58

O comércio exterior sergipano em 2010

Ricardo Lacerda*

A combinação de crise no mercado mundial, valorização cambial e forte expansão no mercado interno fez mudar o papel do comércio exterior na dinâmica de crescimento da economia brasileiro e dos espaços subnacionais. Um número crescente de setores buscou redirecionar maior parcela de sua produção para o mercado interno.

Depois de ter despencado de US$ 197,4 bilhões em 2008 para US$ 153,0 bilhões em 2009, retração de 22,7%, as exportações brasileiras cresceram 32,0%, em 2010, atingindo um novo recorde, US$ 201,9 bilhões. A recuperação das exportações em 2010 confirma a retomada paulatina do comércio mundial, após a etapa mais aguda da crise financeira internacional, agora com maior presença dos mercados emergentes nos fluxos comerciais.

Ainda assim, as exportações nacionais de 2010 se situaram apenas em 2,01% acima do valor de 2008. Além disso, depois do pico de 2006, o saldo do comércio exterior brasileiro vem caindo aceleradamente, significando a diminuição da importância do comércio externo no crescimento do PIB nacional, enquanto a expansão do mercado de consumo interno vem ampliando o seu peso.


As exportações sergipanas também foram fortemente atingidas pela crise internacional, seguindo o padrão nacional, ainda que o impacto tenha sido relativamente maior em Sergipe, tanto em razão das dificuldades enfrentadas no mercado internacional do seu principal produto, o suco de laranja congelado, quanto pelo redirecionamento de outros bens, como o cimento e os têxteis, para o mercado interno. Depois de se retraírem em 45,6%, em 2009, as exportações sergipanas ensaiaram um início de recuperação em 2010, com expansão de 26,1%.

Produtos

As exportações sergipanas estão concentradas em alguns poucos grupos de produtos, com destaque para o suco de laranja congelado, que respondeu por 44,7% do total das vendas externas de 2010. Outros grupos de produtos importantes são o de calçados e couros e o de açúcar. Sucos, calçados e couro, açúcar e produtos assemelhados respondiam por 93,3% da pauta exportadora de Sergipe naquele ano. Produtos têxteis e material elétrico são ainda itens merecedores de menção no perfil exportador.

Entre os principais produtos da pauta de exportação sergipana, o suco de laranja é que tem encontrado maior dificuldade de deixar a crise para trás, seja por que não há a alternativa de redirecionar as vendas para o mercado interno, seja porque depende essencialmente do consumo dos países ricos, ainda enredados em processos recessivos.

As exportações de calçados e couros apresentaram uma notável recuperação em 2010, impulsionadas pelo aumento da produção das unidades industriais que foram instaladas no interior do Estado. As exportações sergipanas deste setor, depois de subirem de US$ 7,6 milhões, em 2006, para US$ 9,5 milhões, em 2007, alcançaram US$ 14,9 milhões em 2008. Com a crise financeira internacional, em 2009 elas recuaram para US$ 7,6 milhões, mas, em 2010, saltaram para US$ 18,2 milhões, o melhor resultado da série histórica. As exportações sergipanas de açúcar, que haviam sofrido descontinuidade em 2006 e 2007, ganharam um novo fôlego nos últimos três anos, saltando de US$ 6,5 milhões, em 2008, e para US$ 9,8 milhões, em 2010.



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Por Eugênio Nascimento
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