04/01
01:41

Preço da gasolina sobe 0,23% em 2010

Levantamento feito pelo DIEESE mostra que o preço médio da Gasolina vendida em Sergipe teve uma queda de -0,61% em Dezembrocomparado com mês de Novembro de 2010, no acumulado do ano de 2010 os preços aumentaram 0,23%. O preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 2, 6080.

PREÇOS DO ÁLCOOL HIDRATADO

O preço médio do Álcool Hidratado vendido em Sergipe teve uma queda de -0,46% em Dezembro comparado com mês de Novembro de 2010, no acumulado do ano de 2010 os preços aumentaram 4,08%. O preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 9390correspondendo a 74,35% do preço da Gasolina mostrando para os sergipanos que em Dezembro de 2010 não foi vantagoso abastecer o carro com o Alcool Hidratado.

 

PREÇOS DO DIESEL

O preço médio do DIESEL vendido em Sergipe teve um aumento de 0,30% em Dezembro comparado com mês de Novembro de 2010, no acumulado do ano de 2010 os preços cairam em -0,30%. O preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 9880.

 

Preços do GNV

O preço médio do GNV vendido em Sergipe teve uma queda de -0,16% em Dezembro comparado com mês de Novembro de 2010, no acumulado do ano de 2010 os preços cairam em -1,18%. Preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 1, 839.

 

PREÇOS DO GLP

O preço médio da GLP vendida em Sergipe teve um aumento de 0,54% em Dezembro comparado com mês de Novembro de 2010, no acumulado do ano de 2010 os preços aumentaram 0,46%. Preço médio praticados nos postos sergipanos foi de R$ 35,11.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
04/01
01:40

Desafios e perspectivas para 2011

Por Ricardo Lacerda*

Confirmando-se a previsão de mercado da semana passada, o crescimento do PIB brasileiro de 2010, de 7,61%, será o mais elevado desde 1985, quando atingiu 7,85%. A produção industrial deverá encerrar o ano com taxa de crescimento acima de 10%, a maior desde 1993, ainda no Governo Itamar. A geração do emprego formal se situará em torno de 2,13 milhões de empregos, o segundo melhor resultado da série histórica do CAGED/MTE, inferior apenas ao de 2007, quando forem criados 2,45 milhões de empregos. O crescimento do volume de vendas no varejo, 11,09% até outubro, é o melhor da serie histórica iniciada em 2000. A taxa de desocupação de novembro passado atingiu 5,7%, e é também a melhor da série histórica. Muitos outros indicadores do nível de atividade econômica poderiam ser apresentados para caracterizar a excepcionalidade do ano de 2010.  

A inquietação natural é se o Brasil poderá repetir em 2011 resultados tão positivos. Um primeiro aspecto a destacar é o de que, após uma expansão exuberante no inicio do ano, o PIB brasileiro vem se desacelerando ao longo de 2010. Depois de ter crescido 2,3% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2009, na série livre de efeitos sazonais, a expansão do PIB desacelerou para 1,8% no segundo trimestre, e para 0,5% no terceiro trimestre.

Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, a expansão do PIB, que havia atingido 9,3% no primeiro trimestre e 9,2% no segundo trimestre, desacelerou para 6,6% no terceiro trimestre. . A projeção de mercado para o crescimento do PIB em 2011 é de 4,5%.

Crescimento potencial

A mudança de patamar de expansão do PIB de 7,61%, em 2010, para 4,5%, em 2011, suscita uma série de questões, relacionadas ao chamado crescimento potencial da economia brasileira. Deve-se considerar que o crescimento de 2010 se deu sobre a base rebaixada de 2009, quando o PIB recuou 0,6%, e o crescimento projetado para 2011 incidirá sobre um patamar elevado.

A noção de crescimento potencial diz respeito à expansão que a economia pode ter sem provocar pressão inflacionária que fuja ao controle ou desequilíbrio que ameace a sustentabilidade das contas externas. Quando o crescimento verificado extrapola esse limite, nem sempre claramente definido, resta às autoridades econômicas puxar o freio de mão da economia por meio das políticas fiscal e monetária, provocando a desaceleração do nível de expansão da atividade.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
03/01
09:21

A pós-graduação na UFS

 Por Josué Modesto dos Passos Subrinho

No Brasil há um segmento do ensino que apresenta a insólita situação de ter desempenho muito bom quando comparado com os congêneres de países de nível de desenvolvimento semelhante ou superior ao brasileiro, em flagrante contraste com os demais segmentos do ensino,  – trata-se da pós-graduação.

A pós-graduação brasileira concentra-se nas universidades públicas e isto se deve em boa parte ao corpo docente delas, o qual é majoritariamente portador de titulação acadêmica máxima, contratado em regime de dedicação exclusiva, com possibilidade de alocação de boa parte de sua carga horária para os encargos de pesquisa e orientação de alunos. Além disso, os docentes  beneficiam-se diretamente de acesso às fontes dedicadas especificamente ao financiamento de programas de pesquisa e indiretamente de financiamentos dirigidos à pós-graduação stricto sensu (mestrados e doutorados, não confundir com a oferta de cursos de especialização e MBAs). A pós-graduação  é 
consensualmente um indicador da qualidade acadêmica da instituição, visto que a abertura de cursos é submetida à prévia e rigorosa avaliação da qualidade dos programas a serem ofertados.

A agência nacional de fomento, credenciamento e avaliação dos cursos de pós-graduação é a Fundação CAPES. Recentemente foi divulgado o resultado da última avaliação trienal. Nessa pode-se comprovar o imenso crescimento da pós-graduação stricto sensu na Universidade Federal de Sergipe, acima de 100%, enquanto a média nacional foi de 30%. Ao lado desse aspecto quantitativo, devemos destacar a abrangência das áreas de conhecimento cobertas pela pós-graduação da UFS nos últimos anos, conforme o quadro abaixo:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
INSTALAÇÃO DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
Até 2004        2005-2011
Agroecossistemas (M), Ciências da Saúde (M), Ciências Sociais (M), Desenvolvimento e Meio Ambiente (M), Educação (M)  Física (M),  Geografia (M /D), Química (M)        Antropologia (M), Arqueologia (M), Biologia Parasitária (M), Biotecnologia em Recursos Naturais (M), Biotecnologia (RENORBIO) (D),  Ciência da Computação (M),  Ciência e Engenharia de Materiais (M/ D),  Ciência e Tecnologia de Alimentos (M), Ciências da Saúde (D), Ciências Farmacêuticas (M), Ciências Fisiológicas (M),  Ciências Sociais (D), Desenvolvimento e Meio Ambiente (D), Desenvolvimento Regional e Empreendimentos Locais (M), Direito (M), Ecologia e Conservação (M), Educação (D), Engenharia Civil (M), Engenharia Elétrica (M), Engenharia Química (M) ,Ensino de Ciências e Matemática (M), Física (D),  Geociências e Análise de Bacias (M), Letras (M), Matemática (M) Psicologia Social (M), Zootecnia (M)

Atualmente a CAPES está examinando duas novas propostas de cursos de pós-graduação a serem implantados em 2011. Dos projetos apresentados pela UFS em 2010, até o momento foram aprovados os mestrados em Arqueologia ( o primeiro do Campus de Laranjeiras), Ciências Fisiológicas, Direito, Engenharia Civil, Geociências e Análise de Bacias,  e, Matemática.

Uma das vertentes de oposição ao projeto de expansão da Universidade Federal de Sergipe alegava ter o mesmo como preocupação  central a criação de novos cursos de graduação e aumento da oferta de vagas em cursos existentes.  Aparentando uma defesa da qualidade acadêmica, estes críticos insistiam na expansão lastreada na implantação de cursos de pós-graduação, especialmente de doutorados, deixando a graduação para exploração da iniciativa privada que finalmente começava a ter entre nós o dinamismo já atingido em outras regiões do País.

Exibindo uma preocupação acadêmica elevada, tais críticos desconheciam ou distorciam fatores importantes para a expansão de uma universidade pública. Em primeiro lugar, nenhum docente é contratado para lotação ou atuação exclusiva na pós-graduação, ao menos nas universidades federais. Tendo de observar o princípio da indissociabilidade  do ensino, pesquisa e extensão e os incentivos ao ensino de graduação, uma universidade federal, em tese, terá tantos docentes quanto maior for o número de seus alunos de graduação acrescidos aos alunos de pós-graduação.
Em segundo lugar, enquanto a criação de cursos de graduação é um atributo da autonomia universitária, a criação de cursos de pós-graduação stricto sensu é condicionada à prévia autorização da CAPES. Esta tem como critérios básicos para autorização e avaliação de cursos a titulação e produção acadêmica do corpo docente efetivo vinculado à instituição pleiteante.

Em terceiro lugar, em 2004, a Universidade Federal de Sergipe contava com 461 docentes efetivos, destes 165 portadores do título de doutor, distribuídos entre os 27 departamentos então existentes. A baixa densidade de docentes titulados que adicionalmente cumprissem a exigência de parâmetros de produtividade acadêmica estabelecidos pelos pares dos centros nacionais já estabelecidos explicam as dificuldades em implantar e expandir os cursos de pós-graduação na UFS, os quais, como podemos ver no quadro acima se restringiam, em 2004, a 8 mestrados e um doutorado.

O que os fatos demonstraram, conforme pode ser atestado pela quadro acima é que o recente processo de expansão da UFS foi capaz de simultaneamente propiciar um acréscimo decisivo na oferta de vagas em cursos de graduação existentes, criar cursos em áreas do conhecimento até então não existentes na UFS e permitir a incorporação de significativo volume de docentes titulados, os quais propiciaram a implantação de programas de pós-graduação tanto nas áreas de conhecimento recém estabelecidas em nossa universidade quanto em áreas que remontam à fundação da UFS.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
03/01
09:18

2011 será um ano de austeridade

O ano de 2011 será de austeridade. A previsão é do secretário de Estado da Fazenda, João Andrade Vieira da Silva, afirmando que neste ano o Estado vai trabalhar para recompor as reservas nos recursos financeiros e reduzir as despesas de custeio, de forma a preservar o máximo possível a capacidade de investimento. “Estimamos que 2011 será um ano difícil, exigindo cuidados semelhantes aos adotados em 2010, para manter o equilíbrio fiscal do Estado”, estimou Andrade.

Na avaliação do secretário, 2010 foi um ano difícil do ponto de vista das finanças devido à queda na arrecadação, “notadamente a do Fundo de Participação dos Estados [FPE], que frustrou em R$ 250 milhões, aproximadamente, as estimativas do Tesouro estadual. É como se tivéssemos uma cota a menos de repasse da União”, revelou. Muito embora a queda na receita tenha afetado alguns projetos delineados no início do ano, João Andrade ressaltou que o Governo do Estado avançou na política de recomposição salarial de categorias de servidores, a exemplo dos policiais militares, bombeiros militares, defensores públicos e profissionais do magistério, que tiveram aumento real, acima da inflação.

Os investimentos em obras estruturantes também receberam atenção especial, na opinião do secretário, com a manutenção do cronograma de obras previsto para 2010. O Estado adotou uma postura pró-ativa de enfrentamento dos reflexos da crise econômica e partiu para o incentivo ao aquecimento do mercado de serviços, além do programa de geração de emprego e renda, ao trazer novas indústrias para se instalar em solo sergipano, o que atenuou os efeitos negativos da crise. “Nós fechamos o ano com reservas inferiores ao que registramos em 2008 e 2009, justamente pelo impacto da perda do FPE. Se tivéssemos recebido a receita prevista, estaríamos numa situação muito mais confortável”, disse o secretário, ao destacar a condução criteriosa dos gastos públicos ao longo de 2010 que garantiu a Sergipe conseguir uma evolução na sua capacidade de endividamento e na sua capacidade de pagamento, dentro dos parâmetros estabelecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

No seu entendimento, para garantir que a administração estadual consiga executar nos próximos quatro anos uma boa gestão “precisamos estar preparados para enfrentar as dificuldades do próximo biênio. Isto somente será possível com a redução nas despesas correntes do Estado e a recomposição de um nível confortável de reservas de recursos no tesouro do Estado, contando com o crescimento das receitas que ocorrerá nos próximos anos. É importante frisar que normalmente as despesas com os investimentos são pouco afetadas com este aperto fiscal, pois grande parte dos recursos tem como fonte os convênios com a União ou operações de crédito contratadas pelo Estado”, concluiu.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
29/12
18:20

Governo Déda tem média educacional de 5,2, segundo os professores

Na avaliação dos professores, conforme o Sintese,  a nota da educação do governo Marcelo Déda é 5,2. A maior nota ocorreu em Propriá (8,0) e a menor na Barra dos Coqueiros (0). Aracaju a média do governador foi de 4,6.

VEJA A SEGUIR A AVALIAÇÃO POR  MUNICÍPIO

MÉDIA PROVA FINAL 2010
5,2

NOTA DO GOVERNO DÉDA POR MUNICÍPIO

MÉDIA PROVA FINAL

Amparo do São Francisco

4,7

Aquidabã

7,1

Aracaju

4,6

Arauá

5,3

Areia Branca

5,9

Barra dos Coqueiros

0

Boquim

6,6

Brejo Grande

4,3

Campo do Brito

5,8

Canhoba

6,0

Canindé do São Francisco

4,7

Capela

2,7

Carira

5,9

Carmópolis

4,3

Cedro de São João

5,7

Cristinápolis

4,4

Cumbe

4,7

Divina Pastora

5,5

Estância

5,8

Feira Nova

5,8

Frei Paulo

6,4

Gararu

6,4

General Maynard

1,0

Graccho Cardoso

5,0

Ilha das Flores

4,1

Indiaroba

5,3

Itabaiana

5,6

Itabaianinha

4,0

Itabi

1,8

Itaporanga D’Ajuda

3,8

Japaratuba

5,9

Japoatã

4,9

Lagarto

5,5

Laranjeiras

5,6

Macambira

4,1

Malhada dos Bois

4,7

Malhador

2,7

Maruim

4,8

Moita Bonita

4,6

Monte Alegre de Sergipe

3,9

Muribeca

6,3

Neópolis

5,2

Nossa Senhora Aparecida

6,7

Nossa Senhora da Glória

5,2

Nossa Senhora das Dores

5,1

Nossa Senhora de Lourdes

7,5

Nossa Senhora do Socorro

5,5

Pacatuba

5,7

Pedra Mole

5,0

Pedrinhas

6,4

Pinhão

2,9

Pirambu

3,7

Poço Redondo

5,0

Poço Verde

5,7

Porto da Folha

5,3

Propriá

8,0

Riachão do Dantas

5,7

Riachuelo

7,2

Ribeirópolis

5,7

Rosário do Catete

5,1

Salgado

6,9

Santa Luzia do Itanhy

6,6

Santa Rosa de Lima

5,7

Santana do São Francisco

5,9

Santo Amaro das Brotas

5,8

São Cristóvão

5,3

São Domingos

7,2

São Francisco

5,0

São Miguel do Aleixo

5,0

Simão Dias

6,7

Siriri

6,4

Telha

6,0

Tobias Barreto

5,4

Tomar do Geru

5,2

Umbaúba

5,3

Total de votantes: 2898

Média Final: 5,2




Economia
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Por Eugênio Nascimento
29/12
13:23

Petroleiros da Grow e Qualitex estão em greve em Carmopólis

Os petroleiros terceirizados das empresas Grow e Qualitex são exemplos de resistência e luta em defesa de seus direitos. Os trabalhadores da Grow estão em greve desde a semana passada e os da Qualitex iniciaram o movimento grevista na segunda-feira, 27.

Grow

A empresa vem atrasando o salário dos trabalhadores desde setembro. O pagamento salarial tem sido efetuado muitos dias depois da data legal, o quinto dia útil de cada mês. Até o momento não foi efetuado o pagamento do 13º salário dos trabalhadores do setor de construção e montagem.

Esta empresa está envolvida no escândalo de corrupção que foi noticia na imprensa sergipana por superfaturamento do contrato. Por causa disso, está devolvendo mensalmente em torno de R$300 mil à Petrobrás. No meio desse processo, dois trabalhadores da Petrobrás foram demitidos, um engenheiro e um técnico. O gerente de contrato, o gerente do setor e o gerente geral estão isentos até o momento, mesmo sendo os que autorizam o pagamento das faturas, ou seja, a efetivação dos contratos.

Agora, a Grow está no final do contrato, justamente o contrato envolvido no escândalo de corrupção. Se durante o contrato, a empresa vem atrasando os salários, o calote nas verbas rescisórias pode ser o próximo passo.

O Sindipetro AL/SE chama a responsabilidade o gerente e fiscal do contrato. ?Não podemos aceitar que empresa como essa faça tudo isso e continue operando nas áreas da Petrobrás. Foi o escândalo de corrupção com o superfaturamento do contrato e agora é ataque aos direitos dos trabalhadores. A postura da gerência e fiscalização de contrato tem que ser outra, tem que ser mais atuante, infelizmente, não é isso que está acontecendo?, disse Toeta, diretor do Sindipetro AL/SE.

Qualitex: unidade na luta

Na manhã da segunda-feira, 27, os petroleiros das Qualitex também entraram em greve. ?A greve dos trabalhadores da Grow incentivou os petroleiros da Qualitex a entrarem na luta também. Queremos que os trabalhadores das outras empresas sigam o mesmo caminho?, falou Toeta.

Os trabalhadores das Qualitex exigem a representatividade sindical junto ao Sindipetro AL/SE e a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho. Os trabalhadores estão há dois anos sem acordo coletivo, sem contar os problemas como salários, alimentação e transporte. A empresa está iniciando um novo contrato e os trabalhadores entenderam que a hora da mobilização era agora, ou caso contrário, serão mais dois anos sem acordo coletivo assinado.

Seguir em frente

Até o momento as reivindicações dos trabalhadores não foram atendidas. Segundo Toeta, a greve segue até a pauta ser atendida. "Passamos o natal em greve com os trabalhadores da Grow. Vamos começar 2011 em greve. Chega de ataques aos trabalhadores terceirizados. Não arredaremos o pé. A greve segue firme e forte", afirmou o diretor sindical.
 
 


Economia
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Por Eugênio Nascimento
27/12
18:39

Artigo: Crédito e felicidade

Ricardo Lacerda

 

Economistas podem ser pessoas pretensiosas. Depois de se arvorarem em calcular o nível de bem-estar das comunidades agora se propõem a medir a Felicidade Interna Bruta- a FIB. São muitas as críticas feitas ao Produto Interno Bruto (PIB) como indicador de desenvolvimento. Ele mede a riqueza gerada, mesmo assim parte da riqueza gerada, muitas atividades não são consideradas; mas não necessariamente a riqueza a que as pessoas têm acesso. Entram no cálculo do PIB, essencialmente, fatos econômicos que geram dispêndio. Assim, o tempo dedicado pelos pais à educação dos filhos não é computado, ainda que essa atividade seja importante na formação deles. 

Como medido hoje, penso que as variáveis de renda são sempre melhores do que as de produção, como o PIB, quando se trata de avaliar o desenvolvimento em âmbito subnacional. O PIB pode ser um indicador do estágio de desenvolvimento das forças produtivas em um estado ou região, e é importante por isso, mas pode também ser um fetiche, porque nem sempre expressa adequadamente o grau de desenvolvimento sócio-econômico.

Esforços estão sendo realizados pelos cientistas sociais, economistas inclusive, para incorporar na avaliação do desenvolvimento outras dimensões além do desempenho econômico, como as dimensões da qualidade de vida e a da sustentabilidade do crescimento. Alguns sugerem a inclusão de variáveis sobre percepção pela população da qualidade de vida nesse novo indicador. A intenção é boa, mas as dificuldades metodológicas envolvidas são imensas para compatibilizar, no mesmo cálculo, os dispêndios econômicos, as variáveis que não envolvem dispêndios, como as externalidades negativas e positivas da atividade econômica sobre os recursos ambintais, e as variáveis subjetivas, como a satisfação das pessoas com vida que têm e a percepção de elevação ou queda do padrão de vida material.   

Consumo e crédito

Retornando à medição mais tradicional, o acesso a bens e serviços, ainda que não seja tudo, é uma dimensão importante do desenvolvimento, principalmente em uma região como o Nordeste, em que cerca de 30% da população se encontram em situação de pobreza extrema. A expansão do mercado de consumo no Brasil tem cumprido um duplo papel nos últimos anos: de um lado, significa mais acesso das famílias a alimentação, eletrodomésticos, informações, transporte e lazer; de outro lado, consistiu no principal motor de crescimento do emprego e da renda, engendrando mecanismos virtuosos de auto-reforço sobre o crescimento do mercado interno.

A expansão do crédito foi um dos instrumentos mais importantes na ampliação do mercado do consumo da economia brasileira e cumpriu papel ainda maior nos estados nordestinos. Em um segundo momento, o crescimento do emprego e da massa de renda reforçou a expansão creditícia, tanto da oferta de crédito ao consumo das famílias, quanto da oferta de crédito às empresas.
 
 


Economia
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Por Eugênio Nascimento
27/12
18:32

O passageiro de número 1 milhão chega antes do Pré-Caju

O presidente da Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur), José Roberto, anuncia que o crescimento do turismo no Estado é uma realidade. O movimento no aeroporto de Aracaju cresceu 30% e antes do Pré-Caju, Sergipe atinge o passageiro de número 1 milhão, isso contando de janeiro de 2010 a janeiro de 2011.

José Roberto destaca também mo crescimento do fluxo turístico no Estado nos últimos 12 meses em 14%. “Os investimentos que o governo do Estado está fazendo vem dando saldo positivo. Já temos o que comemorar”, concluiu José Robertp, que aposta num maior crescimento quando a Globo iniciar a exibição da novela que será gravada em Sergipe e França.

Economia
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Por Eugênio Nascimento
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