22/11
12:34

A especialização relativa da economia sergipana (1)

Ricardo Lacerda*

O conceito de *especialização* *relativa* procura captar quais são aquelas atividades que, comparativamente, têm um maior peso para aquele espaço determinado do que em outros, representando, assim, uma vantagem comparativa. O IBGE apresentou na semana que passou os resultados das contas regionais referentes ao ano de 2008. O Produto Interno Bruto- PIB de Sergipe alcançou, naquele ano, o montante de R$ 19,5 bilhões, equivalentes a 0,6% do total nacional e a 4,9% do PIB regional.

O PIB per capita, que representa a riqueza média gerada no ano por pessoa residente no Estado, somou R$ 9.778,96, em 2008. Sergipe manteve o 1º lugar no ranking do PIB per capita do Nordeste, seguido pelos estados da Bahia e
de Pernambuco.  O diferencial do PIB per capita de Sergipe em relação aos demais estados da região é muito significativo. Esse indicador, em 2008, se situou 30,6% acima dos R$ 7.487,55 anuais por habitantes da média regional.

 Em relação aos R$ 8.378,41 da Bahia, o segundo da região, o PIB per capita de Sergipe era 16,7% superior. O PIB per capita de Sergipe ficou em 39% e o do Nordeste, em 53%, abaixo da média nacional, revelando o quanto é ainda
necessário caminhar para reduzir as disparidades de renda no território brasileiro.

*As especializações*

As contas regionais permitem, também, medir a participação dos setores na riqueza e, assim, conhecer as especializações produtivas das unidades da federação. Em 2008, o setor agropecuário representou tão somente 5,9% do Valor Adicionado Bruto- VAB, conceito próximo ao do PIB, da economia brasileira. Essa baixa participação não diminui a importância da agropecuária no desenvolvimento do Brasil, posto que uma parcela expressiva da produção industrial utiliza como matéria-prima recursos provenientes da agricultura, mas a agregação trazida pela transformação desses produtos é caracterizada como riqueza industrial.

O setor industrial participou, em 2008, com 27,9% do PIB nacional e um amplo setor caracterizado como de serviços, abrangendo desde serviços financeiros, serviços pessoais, administração pública, saúde, educação, turismo e outras
atividades, respondeu por cerca de 2/3 do total (66,2%).

*Sergipe Industrial*
Uma característica importante da economia sergipana é o elevado peso do setor industrial no sentido amplo, abrangendo a indústria extrativa mineral, a indústria de transformação, os serviços industriais de energia, gás e
água, e a construção civil na geração do Valor Adicionado Bruto. Em 2008, essa participação atingiu 33% do total, a quinta maior porcentagem entre os estados brasileiros e um patamar bem superior ao da média nacional, de
27,9%. (Ver gráfico). O peso do setor industrial na economia sergipana é o mais elevado do Nordeste, situando-se cinco pontos percentuais acima do da Bahia, o segundo estado da região nesse quesito, e oito pp em relação ao Rio
Grande do Norte, o terceiro lugar.

 Veja o artigo na íntegra em
http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/2010/11/especializacao-relativa-da-economia.html


Economia
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Por Eugênio Nascimento
20/11
10:54

Emprego em Sergipe registra alta

O levantamento do DIEESE em Outubro de 2010 mostra que foram admitidos 12.387 trabalhadores e desligados 7.610 gerando um saldo positivo no emprego formal em Sergipe de 4.777 postos de trabalho. Nos últimos doze meses o emprego com carteira assinada teve um crescimento de (+8,98% em termos relativos), e 21.113 novos vínculos (em termos absolutos).

SETORES QUE MAIS CONTRATARAM

Os setores que tiveram os maiores saldos no mês de Outubro de 2010 em Sergipe foram: Agropecuaria (2.072 empregos ou +17,67%), Indústria de Transformação (1.548 empregos ou +3,79%), C. Civil (618 empregos ou +1,91%), e o Comércio (538 empregos ou +1,06%).

EMPREGO EM ARACAJU

O saldo do emprego em Aracaju foi positivo, com um aumento de +0,33%, percentual que representou a geração de 482 novos postos de trabalho formais. Em doze meses o emprego com carteira assinada teve um crescimento de (+6.44% em termos relativos), e 9.115 novos vínculos (em termos absolutos).


Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/11
21:08

Novoex entrou em funcionamento dia 17 de novembro

Foi publicada, na edição desta quinta-feira (11/11) do Diário Oficial da União, a Portaria n°24 da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que informa sobre a implantação do novo módulo do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), denominado Siscomex Exportação Web (Novoex), ocorrida no dia 17 de novembro. O Novoex substituiu o módulo atual do Siscomex Exportação, lançado em 1993, e que representou um marco na utilização das tecnologias da informação nas operações de comércio exterior.

A modernização do sistema se fez necessária diante do expressivo aumento das exportações brasileiras nos últimos anos e do surgimento de novas tecnologias de comunicação e informação, além da defasagem tecnológica do sistema atual. Com a mudança, o Novoex pode ser acessado diretamente na Internet, sem a necessidade de instalação de programas adicionais nos computadores dos usuários. Além disto, o novo sistema  migrou da plataforma do Sistema de Informações do Banco Central do Brasil (Sisbacen) para a plataforma do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Pelo Novoex, os usuários podem gravar os Registros de Exportação (REs) e os Registros de Crédito (RCs), estes últimos feitos para as exportações financiadas com recursos tanto privados como públicos. Os operadores, que já tenham feito o Registro de Crédito no sistema antigo, devem atualizar as informações no novo sistema para a utilização do saldo restante. É Importante também informar que não é possível vincular os REs e os RCs criados em sistemas diferentes.

Cabe lembrar ainda que, no novo sistema, são efetuadas apenas as operações comerciais (RE e RC), sendo que todas as operações aduaneiras continuam a ser realizadas da mesma forma os sistemas da Receita Federal.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/11
21:05

Cencosud (dona do GBarbosa) compra lojas em Salvador

Varejista chilena adquiriu duas lojas de atacado na capital baiana, que pertenciam ao Hiperideal, rede de hipermercados regional

A varejista chilena Cencosud, que é dona no Brasil das redes de supermercados GBarbosa, de Sergipe, e Bretas, de Minas Gerais, acaba de adquirir duas lojas de atacado em Salvador, na Bahia, que pertenciam ao Hiperideal, rede de hipermercados regional.

O Cencosud também comprou quatro lojas do do Gigo supermercados, em Juazeiro (CE) e Petrolina (PE).

Operações internacionais, que incluem o Brasil, impulsionam resultado do Walmart Segundo apurou o iG, os controladores do Hiperideal, que pertence ao Grupo Serrana, venderam apenas as duas lojas de atacado para se concentrar no setor de hipermercados . O grupo negou interesse em se desfazer dos nove hipermercados em Salvador.

A expectativa é de que o Cencosud converta as lojas de atacado em Salvador no formato de "atacarejo", híbrido de atacado com varejo, um dos modelos de negócios que mais cresce no mercado brasileiro. O GBrabosa já atuava nesse modelo antes mesmo de sua aquisição pelo Cencosud, com a bandeira Mercantil Rodrigues.

 Fonte: Claudia Facchini, iG São Paulo


Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/11
21:01

Quinta Rodada de Negócios começa na quarta feira

Empreendedores sergipanos terão oportunidade de firmar parcerias com grandes empresas dos setores de petróleo e gás. Já está tudo pronto para a realização da “Quinta Rodada de Negócios” dos segmentos petróleo, gás, energia e mineração. O evento inicia nessa próxima quarta feira, 24 de novembro, e prossegue até o dia 26. Será em Aracaju,  no Espaço Selma Duarte, bairro Coroa do Meio, das 8h às 18h. Os encontros, que são agendados previamente, acontecem entre empresas ancoras e empreendimentos ofertantes, e também entre ofertantes  ofertantes.

As grandes empresas ancoras já confirmaram presença. São 20 instituições conceituadas no País, empreendimentos como a Petrobras, Vale, Votorantin, Energisa, Transpetro, Sergas, GDK, Halliburton, Bj Service, EL Passo, que participam da Rodada interessadas em diversificar seus cadastro de fornecedores de bens e serviços. Essas empresas irão participar de encontros, agendados antecipadamente, com diretores e proprietários de 85 micro e pequenos negócios.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/11
14:36

Brasil gera 2,4 milhões de empregos até outubro

O ministro Carlos Lupi vai divulgar daqui a pouco os números do Caged de outubro. Segundo os dados do Ministério do Trabalho, de janeiro a outubro de 2010 foram criados 2.406.210 postos de trabalho com carteira assinada, o que é equivalente ao crescimento de 7,29% em relação ao ano passado.

Em outubro, foram gerados 204.804 postos de trabalho, resultado muito próximo do aumento de 205.260 postos do mesmo mês de 2007, que foi o segundo melhor desempenho para o período, na série histórica do Caged.

Fonte: IG


Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/11
19:03

Aprovado na CCJ Projeto que permite iniciatova popular para plebiscito

Uma ampla defesa do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), como relator da matéria, permitiu a aprovação hoje na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que permite à iniciativa popular requerer a realização de plebiscito e referendo sobre determinada lei. Atualmente, somente o Congresso, através de Decreto Legislativo, pode decidir sobre a efetivação dessas consultas populares.

“O direito à iniciativa popular também para o referendo e o plebiscito é um mecanismo de fortalecimento da nossa democracia, uma homenagem a quem nos dá emprego e nos deposita confiança, que é o povo que nos elege”, disse Valadares, que não vê na matéria um gerador de insegurança jurídica, como alegaram os senadores contrários à PEC de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PDT-RS), até porque o Congresso dará a palavra final sobre a procedência ou não do tema proposto através da iniciativa popular.

Fonte: Da assessoria


Economia
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Por Eugênio Nascimento
17/11
12:57

PIB de Sergipe em 2008 tem baixo crescimento, conforme o IBGE

O PIB sergipano apresentou crescimento real de 2,6%, conferindo ao estado o menor resultado em 2008. Com valor corrente estimado em R$ 19 552 milhões ou 0,6% do PIB nacional. Apesar de apresentar o menor resultado em volume em 2008, Sergipe avançou em uma posição no ranking nacional, saindo da 21ª0 posição em 2007 para a 20ª em 2008, em virtude do ganho de 0,01 ponto percentual na participação do PIB brasileiro.

Na série (2002-2008) apresentou o 16o maior crescimento em volume, 31,2%.

Na agropecuária, o estado cresceu 20,0% e ganhou 0,6 ponto percentual de participação no valor agregado do estado, representado 5,2% em 2008. A produção vegetal apresentou crescimento em volume de 37,9% e passou a responder por 53,4% do valor agregado da agropecuária em 2008 ante 49,3% em 2007.

O Cultivo de cereais cresceu 127,5%, influenciado pelo aumento da produção do milho (146,6%), e aumentou em 5,3 pontos percentuais sua participação do valor adicionado da Agricultura, silvicultura e exploração florestal, respondendo por 19,3%.

Em contrapartida, o Cultivo de cana-de-açúcar caiu -3,5% em volume e perdeu 4,1 pontos percentuais de participação na agricultura, ficando com 10,0% em 2008. Outro destaque foi o Cultivo de outros produtos da lavoura permanente 89,7%. Na produção animal, o crescimento se concentrou na Pesca e na Criação de aves, ambas com crescimento em volume de 4,5%.

O setor industrial apresentou queda em seu volume de -1,9%, influenciado pelos resultados negativos das Indústrias de transformação -3,4% e da Produção e distribuição de eletricidade e gás, água e esgoto -14,6%, embora a Construção civil e a Indústria extrativa tenham influenciado positivamente no resultado com 9,8% e 4,4%, respectivamente.

O resultado nas Indústrias de transformação é devido aos segmentos de alimentos e bebidas (-5,0%), têxtil (-13,0%) e calçados (-7,0%), que juntos somavam 57,0% do valor adicionado das indústrias de transformação em 2007. Esses resultados foram implicações do fechamento de fábricas do setor têxtil e queda na exportação de sucos de frutas.

Os serviços apresentaram crescimento em volume de 3,2% em 2008 e respondiam por 61,8% do valor adicionado total, perda de 3,0 pontos percentuais em relação a 2007.

O crescimento foi resultado, principalmente, da influência das variações no Transporte rodoviário 6,8%; Intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados 9,6%; Serviços de alojamento e alimentação 3,9%; Administração, saúde e educação públicas e seguridade social 2,6%; Comércio e Serviços de manutenção e reparação 2,6%; e Serviços prestados às empresas 4,4%.

Em direção contrária, as atividades de Serviços prestados às famílias e associações -1,4% e o Transporte aéreo -3,9%.

 
 


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Por Eugênio Nascimento
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