26/01
09:38

Foram vendidos 16.850 veículos novos em Sergipe em 2017

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (FENABRAVE), indicou que as vendas de veículos novos no estado totalizaram 16.850 unidades, em 2017. Em termos relativos, verificou-se alta de 18,9%, em relação a 2016.

O número de veículos novos, aqui referido, diz respeito a soma dos montantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus licenciados, pela primeira vez, no período em análise. O primeiro emplacamento do veículo é considerado como venda, por causa do prazo estabelecido em lei para isto. Ou seja, o prazo é de 15 (quinze) dias consecutivos após a data de saída do veículo da loja, localizada no estado.

Vendas por segmento em 2017
As vendas de automóveis e comerciais leves chagaram a 16.280 unidades, ou 96,6% do total de vendas realizadas ao longo do ano passado. Em termos relativos verificou-se alta de 19,7% sobre as vendas de 2016.

Entre os veículos pesados, o segmento de caminhões vendeu 469 unidades em 2017, registrando recuo de 5,6% nas vendas, ao passo que o segmento de ônibus comercializou 101 unidades, registrando elevação de 44,3%.

Ciclomotores, motocicletas e motonetas

As vendas e o licenciamento de ciclomotores, motocicletas e motonetas, a partir de 50 cilindradas, de acordo com a Lei 13.154/2015, somaram 14.117 unidades, em 2017. Quando comparado com 2016, observou-se retração de 56,7%.


Economia
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Por Kleber Santos
26/01
09:35

Banese tem programa de gestão e continuidade de negócios

Programa protege o banco contra eventos adversos

Cerca de 50 gerentes de Área e superintendentes do Banco do Estado de Sergipe (Banese) se reuniram esta semana, na sede do banco em Aracaju, para tratar do Programa de Gestão de Continuidade de Negócios da instituição. Segundo o superintendente de Controladoria do Banese, Aléssio Rezende, o objetivo do programa é preparar o banco para suportar eventos adversos que possam pôr em risco o funcionamento regular da organização.

“Iniciado em 2010, o programa é revisado anualmente, de forma a definir procedimentos de trabalho e preparação de infraestrutura capazes de manter a continuidade de negócios do banco durante eventos inesperados como a interrupção de serviços de telecomunicações ou de energia, entre outros riscos”, informou o superintendente.
 
Ainda de acordo com ele, todas as estratégias do programa para o primeiro semestre de 2018 já foram definidas. “Agora estamos começando a fase de execução e é bom lembrar que o Banese hoje está cada vez mais dependente de tecnologia e por isso precisamos revisar periodicamente toda a estrutura tecnológica e de negócios do banco que dependem de tecnologia, para estarmos sempre preparados para os eventos adversos”, acentuou.

Para o gerente da Área de Segurança da Informação e Continuidade de Negócios do Banese, Matheus Luiz de Oliveira Vieira, a reunião dos gestores do banco foi muito positiva. “Acho que o encontro conseguiu atingir o seu objetivo que era mostrar a importância desse trabalho que está sendo desenvolvido pelo banco e engajar os gestores do Banese a participar das estratégias definidas pelo Programa de Gestão de Continuidade de Negócios”, disse Matheus.

Também participou do evento, como palestrante, a consultora Priscila Alves Perna, especialista em Gestão e Continuidade de Negócios da FBM Consultoria, empresa contratada pelo banco para prestar serviços de assessoria no processo de elaboração dos planos de continuidade de negócios em cenários inesperados. A definição desses planos, segundo o Banese, além de atender a recomendações do Banco Central, minimizando potenciais impactos, proporciona benefícios ao banco e aumenta a confiança dos clientes na organização.


Economia
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Por Kleber Santos
24/01
01:35

Aposentados e pensionistas recebem próxima quarta, 31

A primeira parcela, no valor de R$2.500, foi paga no último dia 13

O Governo do Estado de Sergipe encerra o calendário de pagamento referente ao mês de dezembro na próxima quarta-feira (31), com o pagamento da segunda parcela das aposentadorias e pensões de servidores estaduais. A primeira parcela, no valor de R$2.500, foi paga no último dia 13.
 


Economia
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Por Kleber Santos
22/01
07:52

Bacia leiteira de Sergipe é boa e liderada pelo semiárido

Além do leite produzido para o consumo “in natura”, Sergipe processa mais de 600 mil litros de leite por dia e é levado para a indústria de beneficiamento. São laticínios grandes como NatVile e Sabe e mais de 200 pequenas e médias queijarias. A informação é da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).

O secretário Esmeraldo Leal destaca que “somos uma das maiores bacias leiteiras do Brasil. Com destaque especial para o fato de a grande maioria do nosso leite ser produzido no semiárido”, a região que é quase sempre castigada pelas sucessivas secas.


Leal destaca ainda que “exportamos muito leite e queijo. Principalmente para os estados vizinhos. O nosso rebanho de gado leiteiro tem uma boa genética, nosso leite é de excelente qualidade, nossos queijos são de boa qualidade. Inclusive temos um que acabou de ser premiado como um dos melhores do Brasil”.


Sergipe conta comum bom sistema de Defesa (coordenado pela EMDAGRO) que coloca há 22 anos o Estado na condição de livre da Febre Aftosa.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
19/01
09:37

Em 2017, Sergipe aumentou em 7% número de abertura de empresas

Junta Comercial registrou a constituição de 3.853 novos negócios durante o ano passado

Tendo o melhor município do País (Aracaju) para abrir, regularizar um negócio, conforme estudo divulgado pela organização de apoio ao empreendedorismo Endeavor Brasil, Sergipe concluiu 2017 com 3.853 empresas abertas na Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese). Isso significa um acréscimo de 7% em comparação a 2016. É o primeiro aumento anual no número de constituição, após cinco anos consecutivos de retração.

Na Jucese, em 2017, Aracaju foi o município que mais registrou inscrição de empresas (2.069), correspondendo a 53,70% do total do Estado, seguida de Itabaiana (391); Nossa Senhora do Socorro (178); Lagarto (127); Tobias Barreto (83); Estância (73); São Cristóvão (71); Nossa Senhora da Glória (58); Propriá (55); Canindé de São Francisco (41).

Em 2017, a atividade econômica - seguindo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) - mais registrada na Jucese foi Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com Predominância de Produtos Alimentícios - Minimercados, Mercearias e Armazéns” (224 empresas); em segundo lugar, “Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios” (164 empresas); em terceiro, “Construção de Edifícios” (146 empresas).

Com relação ao número de extinção, 2.864 empresas deram baixa na Jucese no ano passado, 864 a mais em comparação a 2016. A atividade econômica mais extinta na Junta Comercial foi “Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios” (226 empresas); em segundo lugar, “Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com Predominância de Produtos Alimentícios - Minimercados, Mercearias e Armazéns” (111); em terceiro, “Restaurantes e Similares” (77).


Economia
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Por Kleber Santos
19/01
09:22

Reajustes de preços do gás de cozinha passam a ser trimestrais

Conforme anunciado em dezembro, a Petrobras realizou a revisão de sua política de preços do GLP de uso residencial, comercializado em botijões de até 13 kg, e definiu novos critérios para aplicação dos reajustes, além de uma regra de transição para 2018, que reduzirá o preço do GLP vendido nas refinarias em 5% a partir de amanhã (19/01).

O objetivo, conforme já anunciado, foi suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico, ao mesmo tempo em que se mantém o disposto na Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética, que reconhece como de interesse da política energética nacional a prática de preços diferenciados para a comercialização do GLP de uso residencial.

A Petrobras acredita que estes novos critérios permitirão manter o valor do GLP referenciado no mercado internacional, mas diluirão os efeitos de aumentos de preços tipicamente concentrados no fim de cada ano, dada a sazonalidade do produto. A referência continuará a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu, acrescido de margem de 5%.

Após a redução que entrará em vigor amanhã, o preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg. Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

As principais mudanças na política de preços são detalhadas a seguir:

           1)    Os ajustes de preços passam a ser trimestrais em vez de mensais, com vigência no dia 05 do início de cada trimestre.

           2)    O período de apuração das cotações internacionais e do câmbio que definirão os percentuais de ajuste será a média dos doze meses anteriores ao período de vigência e não mais a variação mensal.

          3)    Reduções ou elevações de preços superiores a 10% terão que ser autorizadas pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços, formado pelo        presidente da Petrobras e pelos diretores de Refino e Gás Natural e Financeiro e de Relacionamento com Investidores. Nestes casos, a data de aplicação dos ajustes (dia 05) pode ser modificada. Caso o índice de reajuste seja muito elevado, o GEMP poderá decidir não aplicá-lo integralmente, ficando a diferença para compensação conforme mecanismo adiante detalhado.

         4)    Criação de um mecanismo de compensação que permitirá comparar os preços praticados segundo esta nova política e os preços que seriam praticados de acordo com a política anterior. As diferenças acumuladas em um ano, ajustadas pela taxa SELIC, serão compensadas por meio de uma parcela fixa acrescida ou deduzida aos preços praticados no ano seguinte.


Economia
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Por Kleber Santos
18/01
13:22

133 mil sergipanos têm R$ 101 milhões para receber de abono do PIS/PASEP

Os recursos do Abono Salarial do PIS/Pasep ano-base 2016 que ainda não foram sacados chegam a mais de R$ 9,84 bilhões, beneficiando 13,4 milhões de trabalhadores em todo o país. Nesta quinta-feira (18), o Ministério do Trabalho libera o sétimo lote do benefício a trabalhadores da iniciativa privada nascidos nos meses de janeiro e fevereiro e servidores com inscrição de final 5 (veja aqui: http://trabalho.gov.br/noticias/5394-setimo-lote-do-abono-salarial-2016-comeca-a-ser-pago-nesta-quinta-18).

 

Sergipe tem 245.296 participantes identificados e deste total somente 111.790 receberam o benefício. Isso corresponde a 45,57%. Eles receberam R$ 84.799.327,14. Os 133.506 ainda não pagos têm direito a R$ 101.272.197,60.

 

“O Abono Salarial é um direito do trabalhador e pode ser um reforço no orçamento de muitas famílias, além de ajudar a movimentar a economia do Brasil”, afirma o ministro do Trabalho substituto, Helton Yomura.

 

Do total de recursos que ainda podem ser retirados, quase metade (46,8%) é para a Região Sudeste, segundo levantamento preliminar do Ministério do Trabalho. São R$ 4,61 bilhões para 6,34 milhões de trabalhadores. A maior parte está no estado de São Paulo, que ainda tem R$ 2,33 bilhões para 3,23 milhões de beneficiários.

 

Minas Gerais é o estado com o segundo maior valor – R$ 1,14 bilhão para 1,55 milhão de pessoas. Depois vem o Rio de Janeiro, com 1,24 milhão de trabalhadores que têm um total de R$ 908,08 milhões a receber.

 

Até o final de 2017, os saques na Região Sudeste beneficiaram 5,16 milhões de pessoas – ou 44,87% dos participantes identificados – com um total de R$ 3,75 bilhões, considerando os valores pagos de julho a dezembro do ano passado.

 

Nordeste - A Região Nordeste tem a segunda maior fatia, com R$ 2,25 bilhões para 2,97 milhões de trabalhadores. Os saques no Nordeste já atingiram R$ 1,93 bilhão para 2,55 milhões de pessoas, o equivalente a 46,20% dos beneficiários no período.

 

A maior parte dos recursos no Nordeste vai para a Bahia, onde 791,64 mil pessoas poderão sacar R$ 598,75 milhões. Os baianos têm o quinto maior volume do país. Ficam atrás dos paranaenses, que ainda poderão retirar R$ 607,59 milhões para 842,89 mil trabalhadores.

 

Ao todo, a Região Sul tem R$ 1,6 bilhão que poderá ser retirado por 2,22 milhões de pessoas. Até o final de 2017, os saques na Região Sul alcançaram 1,85 milhão de pessoas e chegaram a R$ 1,33 bilhão.

 

Já para as Regiões Centro-Oeste e Norte os valores ainda não sacados são inferiores a R$ 1 bilhão. No Centro-Oeste, 1,12 milhão de trabalhadores poderá retirar mais R$ 808,02 milhões do Abono Salarial 2016, enquanto no Norte ainda restam R$ 574,62 milhões para 774,47 mil trabalhadores. Os saques até dezembro de 2017 foram de R$ 627,77 milhões no Centro-Oeste e R$ 471,96 milhões no Norte.

 

Direito ao saque - O Abono Salarial Ano-Base 2016 é pago a quem estava inscrito há pelo menos cinco anos no PIS/Pasep e trabalhou formalmente por pelo menos um mês naquele ano com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, é preciso que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

O valor do benefício vai de R$ 80 a R$ 954, de acordo com o tempo trabalhado no ano-base. Recebe o valor cheio quem trabalhou formalmente durante todo o ano de 2016 com rendimento médio de até dois salários mínimos. Quem trabalhou um mês, por exemplo, com esses mesmos pré-requisitos, recebe 1/12 do valor, e assim sucessivamente.

Economia
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Por Eugênio Nascimento
18/01
10:56

Sergipe Previdência - Aposentados somam 32 mil no Estado

O número de aposentados e pensionistas do Sergipe Previdência  cresceu 17% em 2017na comparação com 2016, e hoje chega a um total de 32 mil. A informação é do diretor-presidente do Sergipe Previdência, José Roberto Lima, acrescentando que há uma tendência de crescimento em 2018 com o acesso ao benefício dos servidores que ingressaram no serviço público no final dos anos de 1980. O dirigente do órgão lembra que até 2025 mais de 30 mil novos aposentados e pensionistas estarão recebendo benefícios da Previdência Estadual.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
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