06/06
16:38

Órgãos e entidades envolvidos iniciam campanha de divulgação do eSocial em Sergipe

A partir de julho empresas de todos os portes serão obrigadas a aderir ao programa 


A Delegacia da Receita Federal em Aracaju (DRF/AJU), em parceria com o Ministério do Trabalho, Caixa Econômica Federal (CEF), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Conselho Regional de Contabilidade de Sergipe (CRCSE) e o Sindicato das Empresas de Assessoria, Perícias, Informações e Pesquisas e das Empresas de Serviços Contábeis do Estado de Sergipe (SESCAP/SE), iniciam campanha de divulgação do eSocial no estado de Sergipe no mês de junho, quando empresas de todos os portes e microempreendedores individuais serão obrigados a aderir ao programa. 

Dentre as inciativas da campanha estão previstas entrevistas com representantes de cada órgão envolvido e palestras para o público interessado, sendo a primeira delas direcionada aos empresários em geral e aos  profissionais da contabilidade, que acontecerá no Tribunal Regional do Trabalho da 20ª região, no dia 18/06. Outra inciativa será a criação de uma Sala Especial destinada ao atendimento de questões específicas, em um espaço integrado que envolverá especialistas dos entes públicos envolvidos. A Sala Especial de Atendimento será implantada na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Sergipe (SRTE) e passará a prestar atendimento em meados de julho. 

O que é o eSocial?


O eSocial é um sistema de unificação das obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias em uma mesma plataforma, de modo simples e eficiente que deve ser adotado por todas as empresas e empregadores do país. A implantação desse sistema faz parte das medidas de desburocratização e simplificação adotadas pelo Estado brasileiro. 

O processo de implantação


O processo de implantação do eSocial foi dividido em três grandes grupos: um primeiro formado pelas grandes empresas do país – com faturamento anual superior a R$ 78 milhões e constituído por cerca de 13,7 mil empregadores e 15 milhões de trabalhadores – cuja implantação foi iniciada no dia 8 de janeiro deste ano, mas que está ocorrendo de forma escalonada, em fases, desde o mês de março com a Fase1, em maio com a Fase 2 e em julho com a Fase 3, tendo uma fase final em janeiro de 2019. 

O segundo grupo, por sua vez, é formado pelas demais empresas privadas do país, o que inclui micro e pequenas empresas, MEIs, e pequenos produtores rurais. Esse grupo terá seu processo de incorporação ao eSocial iniciado no dia 16 de julho de 2017, ocorrendo de maneira escalonada nos meses seguintes de setembro, novembro e janeiro. 

Finalmente, em 14 de janeiro de 2019, o eSocial inicia seu processo de implantação voltado aos órgãos públicos do país, atingindo em torno de 8 mil servidores estatutários. O processo, assim como nos demais grupos, também se dará de maneira gradativa entre os meses de janeiro, março, maio e julho de 2019. 


Fases do Primeiro Grupo 
  
O primeiro grupo, formado pelas empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões, abrange 57 (cinquenta e sete) empesas no estado de Sergipe. Do total de empresas obrigadas a aderir ao eSocial no estado, 89,47% cumpriram a Fase 1, prevista para o mês de março. Em maio, prazo previsto para o cumprimento da Fase 280,70% das empresas transmitiram seus eventos no programa. 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
05/06
10:22

Empréstimo de nome é responsável por 17% dos casos de inadimplência, revela estudo do SPC Brasil e CNDL

Maioria emprestou documentos ou cartão para ajudar ou porque ficou com vergonha de dizer não; 23% não sabiam ao certo o valor que o outro gastaria. Arrependidos, 62% jamais voltariam a emprestar o nome de novo


Um levantamento feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que o empréstimo de nome a terceiros é uma das causas que leva os brasileiros à inadimplência. Em cada dez pessoas que estão ou estiveram com o nome inscrito em cadastros de devedores nos últimos 12 meses, 
duas (17%) chegaram a essa situação porque emprestaram seus documentos ou cartões para que outra pessoa fizesse compras a prazo.

A maioria das pessoas ouvidas alega que emprestou o nome com o intuito de ajudar (51%) o amigo ou familiar, enquanto 13% ficaram com vergonha de dizer não diante do pedido. Outros 11% disseram ter ficado receosos de magoar quem pediu o nome emprestado, caso tivessem de negar o auxílio.

“Emprestar o nome para amigos ou conhecidos é uma atitude solidária, mas que pode causar danos à saúde financeira de quem arca com a dívida. Quem emprestou o nome termina se responsabilizando por uma dívida que não lhe pertence, cuja falta de pagamento possui desdobramentos sérios como a restrição ao crédito, inadimplência e até mesmo a perda da amizade de quem pediu ajuda”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Amigos e parentes são os que mais recorrem à prática; 23% deram nome sem nem saber o valor que o outro gastaria

De acordo com a pesquisa, a maior parte dos pedidos de nome emprestado surge de pessoas próximas do círculo social. Em primeiro lugar estão os amigos, com 26% de citações, seguidos dos parentes (21%) e dos irmãos (16%). Completam o ranking os pais (11%), namorados (9%), filhos (9%), cônjuges (8%) e até mesmo colegas de trabalho (8%).

A prática se torna ainda mais arriscada, quando quase um quarto (23%) dos entrevistados revela que emprestou o nome sem saber ao menos o valor da compra que seria feita. Em outros 28% dos casos, havia sido combinado um valor, mas a pessoa gastou mais do que o acordado.

A forma mais comum de emprestar o nome foi por meio do cartão de crédito, opção citada por 52% das pessoas que passaram por essa situação. O cartão de loja ficou em segundo lugar com 23% de menções – percentual que sobe para 28% entre as pessoas das classes C/D/E e 30% entre as mulheres. Também foram relatados casos de uso de financiamento (20%), crediário (19%) e talão de cheque (12%) de terceiros. “O cartão de crédito é uma das modalidades que cobram os juros mais elevados no mercado. Isso torna o hábito ainda mais perigoso porque em caso de atraso no pagamento, a dívida inicial pode crescer de forma considerável”, explica o educador financeiro do portal ‘
Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

A pesquisa ainda descobriu que as principais aquisições feitas em nome de terceiros nem sempre dizem respeito a itens de primeira necessidade. Em cada dez situações em que os entrevistados sabiam o que foi comprado, quatro (37%) serviram para a aquisição de roupas, calçados e acessórios. Outros 20% foram destinados a empréstimo de dinheiro e 19% a compra de equipamentos eletrônicos. Completam a lista perfumes e cosméticos (15%), eletrodomésticos (14%) e móveis (13%). Em 16% dos casos, quem emprestou o nome não sabia o que seria adquirido.

Em 25% dos casos, pessoa desapareceu após usar nome emprestado e não arcou com os valores. Em média, dívida supera R$ 1,5 mil e 62% não voltariam a emprestar nome

De acordo com o estudo, somente em 11% dos casos a dívida contraída foi inteiramente quitada por quem pediu o nome emprestado. Para quase a metade (49%) dos entrevistados, a dívida ainda está em aberto ou sendo negociada, enquanto 30% tiveram de se responsabilizar sozinhos pelo pagamento das compras feita por terceiros. Em média,o valor da dívida chega a R$ 1.520,81.

Considerando os inadimplentes que emprestaram o nome e pagaram ao menos parte da dívida ou ainda estão negociando, 55% deles tiveram que fazer algo para conseguir limpar o nome, principalmente economizar e cortar gastos do orçamento (27%) ou usar parte da reserva financeira que possuíam (20%). Há ainda 11% de pessoas que tiveram de recorrer a empréstimos para conseguir quitar a dívida que outras pessoas fizeram em seu nome.

De acordo com o levantamento, 84% das pessoas que ficaram com nome negativado cobraram a devolução do dinheiro usado para quitar a dívida no seu nome, mas 71% não receberam nenhum pagamento. Em 41% dos casos a pessoa cobrada disse que não teria condições financeiras de pagar a dívida e em outras 25% das situações, a pessoa desapareceu, impossibilitando qualquer tipo de cobrança direta. Em cada dez entrevistados, seis (57%) admitem que a relação com a pessoa ficou abalada após o episódio, sendo que em 18% dos casos a amizade foi rompida.

Depois da amarga experiência de ter o nome negativado por conta de terceiros, a maioria dos entrevistados (62%) disse que não voltaria a emprestar o nome para os outros realizarem compras a prazo. Por outro lado, 20% voltaram a emprestar o nome a outras pessoas. “Quem pede o nome emprestado muito provavelmente já tem dívidas em atraso e está com dificuldades de obter crédito por causa da restrição ao CPF. Sendo assim, quem se arrisca a ajudar esse tipo de pessoa, precisa assumir o risco de não receber o dinheiro ou receber fora do prazo esperado. O recomendável é não emprestar ou emprestar apenas um valor que não fará falta no orçamento”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Foram entrevistados 800 consumidores inadimplentes ou que estiveram inadimplentes nos últimos 12 meses nas 27 capitais, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para uma confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em 
https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas



Economia
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Por Eugênio Nascimento
26/05
15:33

Transporte coletivo - Apenas 50% da frota programada vai ser usada no domingo

O Setransp e a SMTT informam que neste domingo, 27, o serviço do transporte coletivo de Aracaju e região metropolitana será executado com 50% da sua frota programada para o dia de domingo. Já na segunda-feira, 28, o serviço estará disponível com 70% da frota para dia útil. Os esforços das empresas de ônibus continuam para garantir o transporte coletivo à população. O racionamento do uso do combustível diante das paralisações segue na expectativa que o reabastecimento possa acontecer o mais breve possível para que o serviço volte a normalidade.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
26/05
15:25

Concurso Público – Crafi/SE aprova seleção para 5 vagas de auditores da SEFAZ

O Conselho de Reestruturação e Ajuste Fiscal. (CRAFI), da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) aprovou na quarta-feira passada a realização de concurso público para o preenchimento de 05 vagas de auditor técnico de tributos II, um dos melhores cargos do Governo de Sergipe. O presidente do CRAFI é o secretário da Fazenda. É um conselho composto pelos secretários da Fazenda, Planejamento e Governo, Procuradoria e Controladoria.



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Por Eugênio Nascimento
25/05
09:25

Mais de 140 postos de Sergipe já estão sem gasolina

 

Mais da metade dos 280 postos de revenda de combustíveis de Sergipe estão sem gasolina, o produto mais procurado para o abastecimento dos veículos no Estado. Segundo Mozart Augusto de Oliveira, empresário do setor, a situação do abastecimento dos postos é grave e não há previsão de solução. Falou-se ontem na possibilidade de o grupo Petrox, que tem distribuidora própria, abastecer muitos outros postos, mas há bloqueio em seus portões e isso impossibilita o fornecimento de gasolina. Os protestos dos caminhoneiros entraram hoje em seu quinto dia.

 



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Por Eugênio Nascimento
23/05
20:56

Aracaju - Falta de combustível gera redução da frota de ônibus

A SMTT e Setransp informam que em função  do desabastecimento de óleo diesel em Aracaju, semelhante o que acontece na maioria das cidades brasileiras, devido a paralização dos transportadores de carga, a frota de ônibus do transporte coletivo será reduzida a partir desta quinta-feira, 24. Com a falta de diesel, a frota do transporte sofrerá uma redução para garantir transporte coletivo nos próximos dias. A situação deverá voltar a normalidade assim que o abastecimento for reativado.



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Por Eugênio Nascimento
23/05
20:28

Protesto de caminhoneiros - Aeroporto de Aracaju pode ficar sem combustível

Aeroportos de Aracaju (SE), Congonhas (SP), Recife (PE), Palmas (TO) e Maceió (AL) podem ficar sem combustível de aviação nesta quinta-feora,24, em consequência dos protestos de caminhoneiros iniciados na segunda-feira passada. Segundo a Infraero,  os bloqueios prejudicam o abastecimento dos terminais acima citados, pois as carretas não estão conseguindo chegar a seus destinos. Alguns postos de revenda de gasolina, alcool e diesel poderão ter dificuldades na revenda a partir de amanhã.



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Por Eugênio Nascimento
23/05
07:46

No primeiro trimestre, venda da gasolina em Sergipe recuou 4,4%

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), indicou que as vendas totais de combustíveis, no primeiro trimestre do ano, ficaram em 219,5 milhões de litros, assinalando queda de 1,6% em relação ao mesmo período de 2017.

Somente em março, as vendas de combustíveis ficaram em aproximadamente 75,2 milhões de litros, representando crescimento de 11,6%, em relação ao mês imediatamente anterior, entretanto, quando comparado com o mesmo mês do ano passado, houve retração de 3,6% nas vendas de combustíveis.

Combustíveis comercializados no 1º Trimestre/2018

Foram vendidos aproximadamente 97,4 milhões de litros de gasolina, nos três primeiros meses do ano corrente. Em termos relativos, houve queda de 4,4% nas vendas, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Considerando o consumo apenas do mês de março, houve retração de 2,3% na comparação anual, toda via, no comparativo com fevereiro, as vendas subiram 17,2%,

A comercialização do etanol hidratado registrou alta de 75% nas vendas, de janeiro a março de 2018, quando confrontado com o volume de vendas do mesmo período do ano passado. Em volume, as vendas ficaram em 8,8 milhões de litros. No mês de março, houve queda de 25,5%, no consumo do etanol, na comparação mensal, porém registrou expansão de 35,7%, quando comparado com o mês de março de 2017.

No tocante ao óleo diesel, foram comercializados aproximadamente 76,5 milhões de litros, no trimestre analisado. Em termos comparativos, verificou-se queda de 1,2% em relação aos três primeiros meses de 2017. No terceiro mês deste ano, as vendas também registraram avanço, sendo de 10,3%, quando comparados com o último mês de fevereiro. Entretanto, na comparação anual, ou seja, comparado com o mesmo mês do ano passado, os indicadores apontaram para retração de 4,5%

A venda do combustível utilizado pelas aeronaves, o chamado querosene de aviação, superou os oito milhões de litros, assinalando elevação de 3,3% em relação ao primeiro trimestre de 2017.  Também foi percebida alta na comparação mensal, com 7,6% (fevereiro/2018) e 1,2% na comparação anual (março/2017).

NIE/FIES 


Economia
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Por Kleber Santos
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