23/08
15:53

Brasil gera 43,8 mil empregos formais em julho

Em julho de 2018, o resultado foi melhor: com saldo positivo de 47.319

Pelo quarto mês consecutivo, houve geração de emprego formal no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (23), pelo Ministério da Economia. Em julho, foi registrada a abertura de 43.820 vagas de trabalho com carteira assinada, crescimento de 0,11% em relação ao estoque de junho. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo positivo em julho deste ano foi resultado de 1.331.189 admissões contra 1.287.369 desligamentos. Em julho de 2018, o resultado foi melhor: com saldo positivo de 47.319.

Nos sete meses do ano, foram criados 461.411 postos de trabalho (9.600.447 admissões e 9.139.036 desligamentos). Na comparação com o mesmo período de 2018, houve crescimento de 2,93%. O resultado de janeiro a julho deste ano é o melhor para o período desde 2014 (632.224). Dos oito setores econômicos, sete contrataram mais do que demitiram em julho. O saldo ficou positivo na construção civil (18.721), serviços ( 8.948), indústria de transformação (5.391), comércio (4.887), agropecuária (4.645), extrativa mineral (1.049) e serviços industriais de utilidade pública (494). Apenas administração pública descreveu saldo negativo (315).

Resultados regionais

Segundo o ministério, todas as regiões do Brasil tiveram crescimento no mercado formal de trabalho em julho. O maior saldo foi na Região Sudeste, com 23.851 vagas de emprego com carteira assinada, crescimento de 0,12%. Em seguida, vêm Centro-Oeste (9.940 postos, 0,30%); Norte (7.091 postos, 0,39%); Nordeste (2.582 postos, 0,04%) e Sul (356 postos, 0,00%). Das 27 unidades da federação, 20 terminaram julho com saldo positivo no emprego. A maior parte das vagas foi aberta em São Paulo, onde foram criados 20.204 postos de trabalho; Minas Gerais, com 10.609 novas vagas, e Mato Grosso, que teve saldo positivo de 4.169 postos.

Reforma Trabalhista

Do saldo total de julho, 6.286 vagas foram resultado da reforma trabalhista, número equivalente a 14,34% do total. A maior parte destes empregos veio na modalidade intermitente (quando o empregado recebe por horas de trabalho), que teve saldo de 5.546 postos, principalmente em ocupações como alimentador de linha de produção, servente de obras e faxineiro. Na categoria de trabalho em regime de tempo parcial, foram 740 vagas, em ocupações como faxineiro, auxiliar de escritório e operador de caixa. Em julho de 2019, houve 18.984 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, envolvendo 13.918 estabelecimentos, em um universo de 12.592 empresas. Um total de 45 empregados realizou mais de um desligamento mediante acordo com o empregador.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil


Economia
Com.: 0
Por Redação
20/08
09:54

Custo da cesta básica cai 6,04% em Aracaju

Em julho de 2019, o preço da cesta básica caiu em todas as capitais brasileiras, de acordo com a pesquisa realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A queda mais significativa no país aconteceu em Aracaju (-6,04%), que também apresenta o menor valor médio de cesta básica (R$ 359,95). Entre junho e julho deste ano, em todo país, houve tendência de diminuição nos preços do feijão, do tomate, da banana e do óleo de soja, segundo o levantamento.

“O preço da cesta básica é um importante indicativo do custo de vida da região, da interferência na variação da inflação e das despesas do orçamento doméstico familiar. Em média, a alimentação representa entre 40% e 45% dos custos da manutenção familiar”, explica o professor de Cenários Econômicos do Centro Universitário Internacional Uninter, Cleverson Pereira.

Uma análise mais apurada mostra, porém, que os cidadãos estão pagando mais para se alimentar em 2019. A pesquisa indica que em 12 meses, entre julho de 2018 e julho de 2019, todas a capitais registraram alta na cesta básica. Em Aracaju, a alta foi de 4,37%.

“Mesmo com a inflação do país controlada, esse acompanhamento mensal deve ser observado atentamente para que os gastos não saiam do controle no orçamento familiar. A alta do preço de um item de tamanha importância representa a necessidade de uma renda maior, para que não seja reduzido o poder de compra e as outras necessidades para se viver”, destaca o professor.  

O professor dá algumas dicas para economizar:

- Pesquisar o preço dos produtos antes das compras e aproveitar as promoções dos supermercados;

- Evitar desperdícios e comprar somente a quantidade necessária;

- Produtos-chave, como açúcar, arroz e feijão, podem ser comprados em quantidades maiores no atacado, onde o custo-benefício é mais favorável;

- Procurar locais com opções mais baratas. Por exemplo, comprar frutas e verduras em sacolões, e carnes em açougues.

O levantamento mostrou também que em todo país, no mês de julho, o tempo médio necessário para se adquirir os produtos da cesta básica totalizou 94 horas e 25 minutos, abaixo das 96 horas e 57 minutos de junho.



Economia
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
15/08
16:33

Governo do Estado e BNDES articulam ações em benefício dos pequenos produtores de Sergipe

O objetivo é acompanhar o andamento dos Projetos de Arranjos Produtivos Locais (APL), desenvolvidos no estado em benefício das cadeias produtivas e Agricultura Familiar  

O governador Belivaldo Chagas, acompanhado da vice-governadora Eliane Aquino, se reuniu, na manhã desta quinta-feira(15),  com representantes  do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social( BNDES), e com a equipe da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência Social e do Trabalho (Seit), com o objetivo de acompanhar o andamento dos Projetos de Arranjos Produtivos Locais (APL), desenvolvidos no estado em benefício das cadeias produtivas e Agricultura Familiar. As APL’S são instrumentos importantes para o desenvolvimento mais equilibrado territorialmente e, inclusive, socialmente, contribuindo junto à política pública a atividade produtiva e facilitado o empreendedorismo e a geração de bons negócios.

Segundo a secretária de Estado da Inclusão, Lêda Couto, o governo do Estado realizou convênio que envolveu cerca de R$12 milhões, recursos provenientes do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep) e do Fundo Social do BNDES. Ainda existem cerca de R$ 5 milhões para serem utilizados em benefício de arranjos produtivos locais de baixa renda. 

De acordo com o gerente do departamento de gestão pública e inclusão produtiva do BNDES, Fabio Maciel, o primeiro edital apoiou 15 projetos, o segundo outros 15 e o terceiro envolveu 35 projetos. “São ações importantes que apoiam organizações, cooperativas, associações familiares, pequenos produtores para melhoria da geração de renda inclusão produtiva. A nossa visita teve o objetivo de acompanhar os projetos em andamento, identificar adequações e traçar um plano de ação para novos projetos”, colocou o gerente.

Fonte: ASN
Foto: Marco Vieira/ASN


Economia
Com.: 0
Por Redação
15/08
15:47

Taxa de desemprego recua em 10 das 27 unidades da Federação

Um em cada quatro desempregados procura trabalho há pelo menos 2 anos

No segundo trimestre, a taxa de desemprego do país recuou para 12%, percentual inferior aos 12,7% do primeiro trimestre deste ano e aos 12,4% do segundo trimestre de 2018.

A taxa caiu em dez das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano, segundo os dados divulgados hoje (15) pelo IBGE. As maiores quedas ocorreram no Acre, de 18% para 13,6%, Amapá, de 20,2% para 16,9%, e em Rondônia, de 8,9% para 6,7%. Nas outras 17 unidades da Federação, a taxa se manteve.

Na comparação com o segundo trimestre de 2018, a taxa subiu em duas unidades, Roraima (de 11,2% para 14,9%) e Distrito Federal (de 12,2% para 13,7%), e caiu em três: Amapá (de 21,3% para 16,9%), Alagoas (de 17,3% para 14,6%) e Minas Gerais (de 10,8% para 9,6%). Nas demais unidades, a taxa ficou estável.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil


Economia
Com.: 0
Por Redação
15/08
15:08

Conselheiro do Tribunal de Contas entende que oferta pública de ações será positiva para o Banese

Clóvis avaliou que a venda de ações não se trata de uma privatização do Banco do Estado e que poderá contribuir para aumentar o capital do Banese

?Durante sessão do Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE) ocorrida nesta quinta-feira, 15, o conselheiro Clóvis Barbosa emitiu opinião a respeito da possibilidade de venda de ações do Banco do Estado de Sergipe (Banese) por parte do Governo do Estado. Clóvis é o conselheiro responsável pela área de controle e inspeção que inclui o Banese e vê como positiva a oferta pública de ações do Banco. Na ocasião, Clóvis avaliou que a venda de ações não se trata de uma privatização do Banco do Estado e que poderá contribuir para aumentar o capital do Banese, valorizando-o na bolsa de valores, gerando maior valor de mercado.

De acordo com as informações tornadas públicas, a administração do Banese estuda realizar uma oferta pública de ações, que pode ser, simultaneamente, dos tipos primária e secundária. Com a oferta primária, há o lançamento de novas ações ao mercado, gerando aumento de capital do Banco (não para o Governo), “um fato altamente positivo, demonstrando que o acionista controlador, que o Governo, tem intenção de preservar e fortalecer o Banco, isso não tem nada a ver com o conceito de privatização”, ressaltou o conselheiro. Já na modalidade de oferta secundária, há a venda de ações de propriedade do Governo, e os recursos obtidos com a venda das ações são destinados ao caixa do Tesouro do Estado. O Governo do Estado ainda pode permanecer com controle público sobre o Banese, desde que permaneça com mais de 50% das ações de tipo Ordinárias Normativas (ON) – as ações que dão direito a voto - ainda que venda todas as ações Preferenciais Normativas (PN), visto que estas não dão aos acionistas direito a voto, embora gerem maiores dividendos do que as ações de tipo ON.

Conforme o conselheiro, o capital social do Banese, atualmente, está dividido nos dois tipos de ações citados, sendo metade das ações ON e a outra metade PN. O Governo do Estado possui 94% das ações ON e 86% das ações PN, totalizando 90% do capital total do Banco. Os 10% que restam estão com acionistas minoritários e podem ser negociados na Bolsa de Valores, tornando o Banese “uma empresa com baixa liquidez na Bolsa”, de acordo com o conselheiro. “A oferta pública das ações do Banese é altamente positiva para o Banco e seus acionistas, sejam eles o Governo ou os minoritários. É também uma excelente oportunidade para todos os sergipanos avaliarem a possibilidade de investir no Banco do seu Estado. O ingresso de investimentos de novos recursos amplia a capacidade da instituição no atendimento das demandas de crédito e de negócios para a economia sergipana”.

Clóvis ainda destacou o fato de que esse processo é longo e complexo, depende de boas condições econômicas, exigindo contratação de consultorias especializadas, apresentação do banco aos investidores, aperfeiçoamento da governança para comportar novos acionistas, dentre outras ações. “Demanda muito estudo por parte dos responsáveis pelo Banese, especialmente, porque ainda não há, por parte do Governo Estadual, qualquer decisão de vender as ações Ordinárias Normativas em número superior a 50%”, concluiu.

Fonte e foto: DICOM/TCE


Economia
Com.: 0
Por Redação
14/08
19:22

Temor de recessão global faz dólar fechar acima de R$ 4

Bolsa de São Paulo caiu quase 3% em dia tenso

As divulgações de dados econômicos ruins na China e na Alemanha provocaram turbulências nos mercados financeiros de todo o planeta. No Brasil, o dólar comercial fechou acima de R$ 4 pela primeira vez desde maio, e a bolsa de valores chegou a ficar abaixo dos 100 mil pontos em alguns momentos do dia. A moeda norte-americana encerrou esta terça-feira (14) vendida a R$ 4,04, com alta de R$ 0,074 (1,86%) em apenas um dia. Na maior cotação desde 23 de maio (R$ 4,047), a divisa acumula valorização de 5,83% em agosto. No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,94%, aos 100.258 pontos. Por volta das 16h, o indicador chegou a ficar abaixo da barreira de 100 mil pontos, mas o ritmo de queda estabilizou-se nos minutos finais de negociação.

Mercados

Os mercados financeiros globais registraram fortes movimentos de fuga após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) na Alemanha recuou 0,1% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior. Os dados indicam que a maior economia da Europa está à beira da recessão.

Na China, segunda maior economia do planeta, a produção industrial cresceu 4,8% em julho sobre o mesmo mês do ano passado. Esse é o menor ritmo mensal de crescimento desde fevereiro de 2002. Influenciada pela queda nas compras de automóveis, as vendas no varejo na China cresceram 7,6% em julho, menos que o esperado. Já na Europa, a bolsa de Londres caiu 1,42%, a de Frankfurt recuou 2,19%, e a de Paris teve retração de 2,08%. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, caiu 3,05% nesta quarta-feira (14). Perdas nos mercados de países desenvolvidos fazem os investidores retirarem dinheiro de mercados emergentes, como o Brasil.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Economia
Com.: 0
Por Redação
05/08
15:29

Comden inicia discussões sobre Plano de Desenvolvimento de Aracaju até 2055

Meta, estabelecida no evento, foi de concluir este trabalho para apresentação aos aracajuanos até 17 de março de 2020

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Comden), presidido pelo prefeito Edvaldo Nogueira, apresentou, nesta segunda-feira, 5, o projeto “Pistas do Desenvolvimento: propostas para a elaboração do plano de desenvolvimento econômico de Aracaju 2020-2055”. Em reunião ampliada com diversos setores da sociedade (empresários, universidades, entidades e federações, representantes de estudantes e trabalhadores), o Comden disparou a elaboração do Plano de Desenvolvimento da cidade para os próximos 35 anos. A meta, estabelecida no evento, foi de concluir este trabalho para apresentação aos aracajuanos até 17 de março de 2020. Este é mais um passo concreto dado pelo órgão, instalado em 2017 pelo prefeito. O primeiro foi a formação de câmaras técnicas responsáveis pela definição das propostas de curto, médio e longo prazos para Aracaju. A partir delas, foi desencadeado a construção do projeto exposto à sociedade nesta segunda. A iniciativa é um chamado aos cidadãos para que contribuam com ideias e ações como foco no crescimento sustentável da cidade.

As pistas

Apresentada pelos coordenadores das câmaras técnicas, Juliano César Souto e Paulo do Eirado Dias Filho, a proposta de construção do Plano de Desenvolvimento estabeleceu algumas diretrizes que deverão ser estudadas detidamente, entre elas a sustentabilidade; as novas matrizes energéticas, com destaque para as potencialidades das descobertas recentes de gás natural no Estado; as iniciativas mais modernas de desenvolvimento urbana e a Educação, esta apontada com o maior desafio para a cidade. O projeto inicial estabeleceu como premissas para se chegar no desenvolvimento esperado o envolvimento da sociedade e a transformação digital. A meta é que Aracaju esteja em 2055 como uma das 10 melhores cidades do país em desenvolvimento.

Legado

Os grupos temáticos foram divididos em dois eixos que nortearam as discussões, um para o Desenvolvimento Econômico e outro para Inovação, Ciência e Tecnologia. Cada câmara contém membros de segmentos empresariais, sociais, e da Prefeitura de Aracaju. Na reunião desta segunda-feira ficou definido que todos os presentes terão até o dia 15 de agosto para propor alterações e dar contribuições ao plano inicial, para a partir daí, as câmaras temáticas darem início ao calendário de trabalho que culminará na formulação do Plano de Desenvolvimento da cidade.

Fonte: AAN
Foto: Ana Lícia Menezes/PMA


Economia
Com.: 0
Por Redação
31/07
18:14

Caixa anuncia redução de até 40% nos juros do cheque especial

Banco também lança pacote de serviços com taxas menores

Os clientes da Caixa Econômica Federal pagarão menos juros nas principais linhas de crédito e terão acesso a um pacote de serviços com taxas mais baixas. A redução valerá tanto para pessoas físicas como para empresas. A taxa máxima do cheque especial passará de 13,45% ao mês (pessoa física) e 14,95% ao mês (empresas) para 9,99% para os dois tipos de clientes. Os correntistas que aderirem a um novo pacote de serviços, o Caixa Sim, pagarão juros ainda menores para o cheque especial: 8,99% ao mês. O banco público também diminuiu a taxa mínima do crédito pessoal de 4,99% ao mês para 2,29% ao mês, o que representa redução média de 21%. Nessa modalidade, as taxas variam conforme o perfil do cliente.

A Caixa anunciou ainda a isenção da anuidade no cartão de crédito para pessoas físicas. Segundo a instituição, a isenção melhora a competitividade do banco num momento de liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Já para as empresas, haverá redução de 11% nos juros de linhas para capital de giro nas operações com aval de sócios (com taxa mínima de 1,69% ao mês) e de 13% nas operações de capital de giro com aval de sócios para quem tem imóvel ou aplicação financeira na caixa (com taxa mínima de 0,99% ao mês ou 0,95% ao mês, respectivamente).

Caixa Sim

Para os clientes do pacote Caixa Sim, a redução dos juros do cheque especial chegará a 40% para empresas e 33% para pessoas físicas. Disponível tanto para pessoas físicas como para empresas, o novo pacote de serviços estará disponível a partir de 19 de agosto e custará R$ 25 por mês. A tarifa poderá ser convertida em bônus para linhas de celular. Para os demais clientes, o corte nos juros do cheque especial ficará em 26% (pessoas físicas) e 33% (pessoas jurídicas). Além dos juros de 8,99% ao mês no cheque especial, os clientes pessoa física do Caixa Sim pagarão juros de 2,29% no crédito pessoal e terão direito a um cartão de crédito internacional sem anuidade com juros do rotativo em 8,99% ao mês. Os juros podem ficar ainda mais baixos caso o cliente tenha conta salário ou investimentos no banco. As empresas que aderirem ao pacote terão linha de capital de giro a partir de 0,95% ao mês, antecipação de recebíveis de a partir de 1,85% ao mês e cartão de crédito com a primeira anuidade gratuita.

Fonte: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil


Economia
Com.: 0
Por Redação
Primeira « Anterior « 1 2 3 4 5 6 7 8 » Próxima » Última

Enquete


Categorias

Arquivos