15/01
21:36

Produção de mandioca de SE atingiu 238 mil toneladas

Com uma produção de 238.916 toneladas de mandioca, em 2017, Sergipe vem garantindo o consumo in natura, a farinha e a produção da tapioca, que vem sendo cada vez mais usada nos mingaus e confecções de beijus, que são muito consumidos em casas especializadas de Aracaju e do interior. Se for mantida a tendência de bom ano (sem seca), a safra deverá ser maior em 2018, conforme informações da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).



Economia
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Por Eugênio Nascimento
13/01
13:36

Consumo de álcool automotivo começa a crescer em Aracaju

Por causa dos sucessivos aumentos no preço da gasolina, os postos de revenda de combustíveis localizados em Aracaju (SE) estão registrando um crescimento nas vendas do álcool para veículos automotores de aproximadamente 15% e há uma tendência de ampliação dessa procura. Segundo o presidente do Sindicato dos Postos, Mozart Augusto de Oliveira, há esse comentário sobre a elevação da venda de álcool. Os preços da gasolina comum estão variando de R$ 4,09 a R$ 4,39 e o do álcool de R$ 3,10 a R$ 3,20. Já há quem diga que é vantagem usar o álcool. Mas também tem aqueles que avaliam que o produto “desaparece” rápido dos tanques dos veículos.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
07/01
20:57

Pirambu lidera no recebimento de royalties

Em 2017,  Pirambu teve o maior repasse de royalties, entre todos os municípios sergipanos, recebendo aproximadamente R$ 39,7 milhões. Enquanto isso, Japaratuba, Carmópolis, Divina Pastora e Aracaju receberam R$ 12,9 milhões, R$ 10,8 milhões, R$ 10,2 milhões e R$ 9,4 milhões, respectivamente. Outros municípios como Itaporanga D’Ajuda, Siriri e Riachuelo receberam R$ 9,2 milhões, R$ 8,7 milhões e R$ 7,8 milhões, respectivamente, ao longo de 2017, referente à extração de petróleo e gás.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
07/01
14:11

Repasse de royalties para Sergipe ficou em R$69, 9 milhões em 2017

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, uma parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), indicou que o pagamento de royalties do petróleo e gás natural, para o estado, no mês de dezembro de 2017, ultrapassou os R$ 6,1 milhões, valor referente à produção do mês de outubro do mesmo ano. No comparativo com o mês imediatamente anterior (novembro/2017) o pagamento avançou 9,6%. Em relação ao mês de dezembro do ano anterior, o resultado foi modesto, com avanço de 1,3%. Essas variações são em termos nominais, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período.

Entretanto, o pagamento de royalties em 2017 totalizou R$ 69,9 milhões em Sergipe, sem variações significativas em relação ao montante acumulado em 2016, tendo leve alta de 0,1%, também em termos nominais.

Royalties dos Municípios
Em 2017, o município de Pirambu teve o maior repasse de royalties, entre todos os municípios sergipanos, recebendo aproximadamente R$ 39,7 milhões. Enquanto isso, Japaratuba, Carmópolis, Divina Pastora e Aracaju receberam R$ 12,9 milhões, R$ 10,8 milhões, R$ 10,2 milhões e R$ 9,4 milhões, respectivamente. Outros municípios como Itaporanga D’Ajuda, Siriri e Riachuelo receberam R$ 9,2 milhões, R$ 8,7 milhões e R$ 7,8 milhões, respectivamente, ao longo de 2017, referente à extração de petróleo e gás.


Economia
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Por Kleber Santos
07/01
14:10

Banese obtém a melhor reputação entre os principais bancos no país

Nota de 7,14 do Banese no site Reclame Aqui é superior às obtidas pelos principais bancos públicos e privados do país

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) apresentou nos últimos seis meses um crescimento significativo em sua nota de avaliação no site Reclame Aqui. No período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2017, o Banese, numa escala de zero a dez, na avaliação dos clientes no Reclame Aqui, atingiu uma média de 7,14, nota considerada “ótima”, pelo site, e superior às obtidas pelos principais bancos públicos e privados do país.

Considerando o período de julho a dezembro do ano passado, o Banese obteve reputação “ótima”, com 100% das reclamações atendidas e 90,5% de índice de solução das demandas dos clientes através do site Reclame Aqui. Ainda segundo a avaliação, 81% dos clientes que reclamaram do Banese através do site voltariam a fazer negócio com o banco.

Segundo o superintendente de Gestão Estratégica do Banese, Luciano Cerqueira, a experiência do cliente é um dos principais focos estratégicos da instituição. “Estamos trabalhando com foco na experiência do cliente. Prova disso é que nos últimos três anos implantamos diversas soluções que tinham o objetivo de simplificar a relação dos nossos clientes com a empresa, a exemplo do Saque e Pague, nova rede de correspondentes bancários, caixa eletrônico com depósito online, aplicativo para celular e tablet, depósito inteligente, reestruturação de unidades de negócios, captura remota de cheques e alguns outros projetos para melhorar o atendimento das agências”.

Para o gerente de Canais Digitais e Marketing do Banese, Édivam Clinger, a nota apurada pelo site Reclame Aqui é reflexo também de um trabalho integrado de funcionários do Banese com o objetivo de mediar conflitos buscando a satisfação dos clientes. “Manter uma imagem corporativa de um banco próximo dos seus clientes é uma preocupação nossa e a obtenção desse score é motivo de satisfação e responsabilidade para melhorar cada vez mais o indicador”, disse Édivam. 


Economia
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Por Kleber Santos
04/01
18:48

PIB acumulado de Sergipe é o 5º maior do Nordeste

O PIB (Produto Interno Bruto) de Sergipe registra variação média de 3,1% no período acumulado dos últimos 14 anos. A constatação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) do Banco do Nordeste, com base na pesquisa "Contas Regionais do Brasil 2002-2015", do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, Sergipe apresenta a quinta melhor média regional do Nordeste, à frente dos Estados de Pernambuco, Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte. O melhor desempenho é obtido pelo Piauí (+4,8%).

Em Sergipe, a variação é superior à média nacional (+2,9%), ao lado de outras onze unidades federativas. No Estado, os setores da agropecuária, indústria e serviços contribuíram para a participação da Região no PIB nacional, que alcançou R$ 38,55 bilhões em 2015.

Entre os destaques sergipanos, estão o aumento na produção de cana-de-açúcar, a elevação da participação das indústrias alimentícias e o bom desempenho de uma série de atividades do setor de serviços, como administração, educação, saúde, atividades imobiliárias e o setor de seguros.

Nordeste

A Região registra crescimento de 3,3% ao ano de 2002 a 2015, acima da média nacional (+2,9%). Além de Sergipe (+3,1%), os Estados do Piauí, com crescimento anual de 4,8%, Maranhão (+4,5%), Paraíba (+4,1%) e Ceará (+3,5%) são destaques no cenário nordestino no levantamento. A Bahia continua com maior participação do Nordeste no PIB brasileiro, com 4,1%.

Brasil

Com crescimento de 3,3% ao ano de 2002 a 2015, o Nordeste, juntamente com Norte, que teve 4,3% de incremento e Centro-Oeste, com 4,1%, foram as regiões que mais aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB). Sudeste e Sul também cresceram, 2,6% e 2,4%, respectivamente, o que levou a média nacional para 2,9% nos anos abordados na pesquisa.

 

Embora faça muito barulho em torno das conversações que mantém em Brasília para liberação de recursos e obras para Sergipe, há muitos casos em que o deputado federal André Moura, líder do Governo Michel Temer no Congresso,  não consegue mostrar os milagres. São os casos, entre outros,  do Aeroporto de Aracaju e a conclusão da duplicação da BR-101. As obras não existem, no primeiro caso, ou estão paradas, no segundo.

 (Da assessoria do BNB)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
02/01
18:00

Ocupação de hotéis atinge 100% no réveillon de Aracaju

A festa de réveillon de Aracaju atraiu muitos turistas e eles lotaram os hotéis da cidade. Segundo a presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Daniela Mesquita, os hotéis estavam com uma ocupação máxima de 85% e durante a semana passada atingiram os 100%. Ela lembrou que agora será preciso trabalhar para que o sucesso se repita no verão



Economia
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Por Eugênio Nascimento
25/12
12:22

Luiz Moura: 2018 teremos empregos informais

Quem tiver apostando em um 2018 cheio de empregos formais, de carteira profissional assinada, e boas rendas pode ir baixando a bola ou tirando o cavalinho da chuva. Virão por aí empregos informais, mas com baixos salários, conforme o economista do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio Econômicas (Dieese) Luiz Moura. A informação é um tanto desanimadora, mas parece estar enquadrada na realidade do quadro de crise brasileira.



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Por Eugênio Nascimento
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