17/07
10:46

Sergipe - Cooperativas colocam a mão na massa por um Brasil mais feliz

Em Sergipe, celebração no dia 21/07 marcará o compromisso de cooperativistas e voluntários com o fortalecimento socioeconômico do estado


As cooperativas, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Sergipe, promoverão no próximo dia 21 de julho, a celebração do Dia de Cooperar 2018 (Dia C). Por meio do Dia C, cooperativistas e voluntários darão as mãos e promoverão iniciativas que transformam a realidade das pessoas e contribuem para a construção de um país mais justo, equilibrado e com mais oportunidades para todos.


O evento terá início às 9h, na Colônia Treze, no município de Lagarto, é voltado para todos os públicos e vai oferecer serviços de saúde, como: testes para doenças sexualmente transmissíveis, teste para verificação de glicemia, aferição de pressão, orientação odontológica, orientação nutricional. Além disso, também irá fornecer orientações para quem procura emprego, oficinas de artesanato, orientação contra violência infantil, doação de mudas, exposições sobre meio ambiente, entre outros. O evento também contará com apresentações culturais.


O objetivo é que as cooperativas realizem diversas ações em um grande movimento de solidariedade. “Ao colocar em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, estamos nos empenhando em melhorar a vida de todos aqueles que estão ao nosso redor”, declara o presidente do Sistema OCESE, João Teles de Melo Filho.


O Dia C é um grande movimento nacional de estímulo à realização de iniciativas voluntárias, contínuas, transformadoras e efetivas. Em 2018 a meta é beneficiar mais de um milhão de pessoas em todo o Brasil e contribuir ainda mais para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para tornar o mundo um lugar menos desigual.


Dia C em números

Os números comprovam a efetividade do Dia C. Em 2017, 1.563 cooperativas desenvolveram 409 projetos contínuos com a mobilização de mais de 120 mil voluntários. Essas atividades foram realizadas em 1.081 municípios espalhados por todos os estados e no Distrito Federal.


Serviço: Celebração do Dia de Cooperar

Data: 21 de julho

Horário: 9h

Local: Colônia Treze – Lagarto/SE

Informações: Verônica Moura - Assessoria de Comunicação – (79) 9.9991.5963



Economia
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Por Eugênio Nascimento
12/07
07:06

Grupo Cencosud, dono do G.Barbosa, avalia deixar o Brasil

Embora tenha registrado um faturamento de R$ 2 bilhões em vendas nas suas 200 unidades no Brasil.  de janeiro a março deste ano, o grupo empresarial chileno  Cencosud, que é dono da rede de supermercados G Barbosa, esta avaliando a possibilidade de deixar o país, conforme apurou o jornal “Valor”.

Jaime Soler, presidente do grupo, segundo o Valor, tem defendido a saída da empresa do país por acreditar que o negócio deve continuar consumindo recursos, sem a perspectiva de recuperação dos investimentos a curto e médio prazos.

Já o controlador do grupo, o alemão naturalizado chileno Horst Paulmann,  fundador da empresa e com perfil centralizador, sondou o mercado em 2015 para verificar potenciais interessados no negócio como um todo, mas é contra a venda da operação, conforme apurou o Valor. Ele entende que, uma negociação nessas condições agora, com resultados ainda fracos, depreciaria o ativo.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
22/06
20:35

Petrobras fechará Fafen em SE e BA em outubro

A Petrobras confirmou nesta sexta-feira (22) o projeto de abandonar a produção de amônia e ureia, anunciado em 2016. O fechamento das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), no Polo Industrial de Camaçari, e a de Laranjeiras, em  Sergipe (Fafen-SE), deverá ocorrer em outubro próximo. As duas unidades industriais são apontadas pela estatal como deficitárias (R$ 800 milhões nos dois Estados). As desativações das duas unidades vão atingir cerca de 1.000 trabalhadores na Bahia e Sergipe, entre quadros da empresa e prestadores de serviços. O Brasil passará a importar amônia e ureia em maiores quantidades.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
21/06
11:02

CDL e FCDL lançam “Arraiá do Comércio” nos calçadões em parceria com a PMA

Para incrementar as vendas no período junino e linkar com o sentimento de festejos enraizado no coração dos sergipanos, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL) e a FCDL/Sergipe estarão lançando nesta sexta-feira, 22, a partir das 17h, um coreto festivo que será batizado de “Arraiá do Comércio” para levar entretimento aos clientes do maior ponto de vendas da capital, o Centro da cidade.

Em parceria com a Prefeitura de Aracaju, por meio da Funcaju, além das entidades empresariais Acese e Fecomércio, a CDL e FCDL disponibilizarão o Coreto para as apresentações de trios de forrós e quadrilhas juninas nos dias 22, 23, 26, 27, 28 e 29 de junho, na confluência das ruas João Pessoa com São Cristóvão (calçadões), além de já ter feita a ornamentação dos trechos onde ocorrerá a folia junina.

“Assim como fazemos no Natal com a casa do Papai Noel, trouxemos um Coreto Junino para nossa maior festa que é o São João. Dessa forma, a Funcaju garantiu trios de forrós e quadrilhas juninas e nós, entidades do comércio, entramos como coreto, ornamentação e sonorização”, esclarece Brenno Barreto, que preside a CDL.

O presidente da Funcaju (Fundação Cultural de Aracaju), Cássio Murilo, disse da satisfação em estabelecer parceria com os lojistas, “especialmente numa área histórica da cidade, o Centro comercial, onde também já estamos realizando outros dois projetos para fomentar o Centro e iniciarmos seu processo de revitalização, inclusive o ‘Palco Clemilda’ todos os fins de tarde como muito forró na praça Gal. Valadão”, destacou.

Pelo cronograma de apresentações, ficaram estabelecidas as seguintes datas para realização dos festejos, na confluência dos Calçadões:

Arraía do Comércio

22/06 – Trio de Forró (15h)

                Quadrilha Junina (17h)

23/06 – Trio de Forró (10h)

                Quadrilha Junina (11h)

26 e 27/06 – Sons do forró (15 às 18h)

28/06 -          Trio de Forró (15h)

                        Quadrilha Junina (17h)

29/06 -          Trio de Forró (15 às 18h)

Segurança – Também a CDL, Acese e Fecomércio estão animadas com as perspectivas de vendas em função da realização do Forrocaju – maior festa junina pública do Estado – que movimentará a economia da capital, além do esquema montado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) para proteger e dar condições aos clientes do Centro fazerem suas compras com facilidade durante os festejos juninos.

“A FCDL e a CDL reconhecem o esforço do governo de Sergipe em dar maior segurança ao maior lugar de compras a céu aberto que é o nosso Centro comercial e isso certamente influenciará na presença positiva dos cidadãos nesta área vital da cidade”, pontua Edivaldo Cunha, que preside a FCDL. 



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Por Eugênio Nascimento
20/06
16:10

Aracaju será sede de encontro nacional entre secretários de finanças das capitais

Aracaju irá sediar a segunda Assembleia Ordinária da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), nas próximas quinta e sexta-feira, dias 21 e 22 de junho, no Hotel Celi, na Orla de Atalaia. O evento, que reúne os gestores de todas as capitais do país, discutirá assuntos relacionados às finanças públicas, em especial de tributação, que são de interesse comum para os municípios.

O secretário da Fazenda de Aracaju, Jeferson Passos, explica que a escolha da capital sergipana para receber o encontro se deu pelo reconhecimento da solidez do trabalho que vem sendo desenvolvido por aqui. "A contribuição dos nossos técnicos nas discussões da entidade tem sido muito relevante, e com a minha presença na diretoria técnica da Abrasf, essa participação se consolida ainda mais", enfatiza o gestor.

Entre os temas pautados para a discussão estão as recentes mudanças introduzidas pela Lei Complementar 157, que trata do Imposto Sobre Serviço (ISS) cobrado no destino de atividades como administração de cartão de crédito, planos de saúde e consórcios, um debate que passa por um momento de regulamentação no Congresso Nacional, e que a Abrasf construiu uma proposta substitutiva, um projeto de lei que já foi aprovado no Senado.

"Temos negociado ativamente com entidades do setor, representadas através da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, e participado dos debates junto à Confederação Nacional dos Municípios e Frente Nacional dos Prefeitos, no sentido de assegurar que efetivamente o imposto seja arrecadado nos municípios onde residem as pessoas que tomam esses serviços. Este é o principal tópico do evento", informa Jeferson Passos.

Também estará em pauta a Reforma Tributária, que vem sendo debatida em âmbito nacional, já que a Abrasf é uma entidade que dá suporte técnico a essa discussão, no sentido de defender a autonomia federativa dos municípios, além de tópicos relativos aos projeto em conjunto entre a Associação e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, que busca construir soluções tecnológicas que facilitem a arrecadação de tributos imobiliários pelas cidades brasileiras.

Para finalizar o encontro, haverá a explanação sobre a experiência de tributação imobiliária de Aracaju. "A metodologia utilizada no desenvolvimento da planta de valores da capital, que é uma experiência que despertou a curiosidade e o interesse de diversas outras capitais, será demonstrada pelos nossos técnicos", finaliza Jeferson Passos, ressaltando a satisfação por receber o evento. "É uma honra sediar esta Assembleia e ser palco de debates tão relevantes nesse momento crucial para as finanças públicas dos municípios", afirma.            



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Por Eugênio Nascimento
19/06
19:26

Maria vê boas oportunidades em criações de ostras e camarões

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) vê na criação de camarões e ostras uma excelente oportunidade de trabalho e renda para a população do Baixo São Francisco, considerando que a população vem sofrendo, desde a última década, com as graves degradações do Rio e necessita de uma nova motivação econômica para a região. Para Maria, esse projeto poderá viabilizar economicamente outras populações ribeirinhas do Estado de Sergipe, criando novas perspectivas, a partir desses produtos que possuem boa aceitação no mercado sergipano.  


Economia
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Por Eugênio Nascimento
14/06
09:56

Cesta básica de Aracaju chegou aos R$349,29, em maio

O valor da cesta básica de Aracaju (SE) ficou em R$349,29, em maio de 2018, o quinto menor entre as capitais pesquisadas. Na comparação com o mês anterior (abril/2018), a cesta básica aracajuana registrou elevação de 2%.  A informação foi divulgada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE)

 

O aumento dos preços não atingiu apenas Aracaju. As outras capitais pesquisadas também registraram elevação nos valores das suas cestas básicas, em igual período de comparação, as únicas exceções foram Belo Horizonte e Manaus, que apresentaram reduções de 0,39% e 0,82%, respectivamente. Entre as maiores altas estão as registradas em Campo Grande (5,22%) e Florianópolis (3,49%).

 

O menor valor da cesta básica, no mês de maio de 2018, foi observado em Salvador (R$327,56). Já os maiores valores foram registrados no Rio de Janeiro (R$446,03), Florianópolis (R$441,62) e São Paulo (R$441,16).

 

Na comparação anual (maio/2017), apenas duas capitais registraram elevação no valor da cesta básica, foram elas: Rio de Janeiro (0,78%) e Campo Grande (0,77%). Em Aracaju houve retração de 5,85% no valor da cesta básica, e entre as demais capitais pesquisadas, as retrações mais expressivas ocorreram em Recife (-11,3%) e Goiânia (-7,2%), todas as variações são em termos absolutos, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período.



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Por Eugênio Nascimento
11/06
11:59

17,45 milhões de nordestinos estão negativados no SPC

O volume de consumidores brasileiros com contas em atraso e registrados em lista de devedores voltou a crescer no último mês de maio, mas desacelerou frente os meses anteriores. De acordo com dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a quantidade de inadimplentes cresceu 2,78% no mês de maio na comparação com igual mês do ano passado. A taxa é menor do que se comparada aos meses de março e abril de 2018, quando houve uma alta de 3,13% e 3,54%, respectivamente. Em números absolutos, estima-se que aproximadamente 63,29 milhões de brasileiros estejam com o CPF restrito para fazer compras a prazo ou contratar crédito.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, apesar de a recessão ter chegado ao seu fim, a inadimplência do consumidor continua elevada, pois a recuperação econômica segue lenta e não se refletiu em melhora inequívoca no dia a dia dos consumidores. “Por mais que o país tenha superado a recessão, o mercado de trabalho continua desaquecido, os juros cobrados do consumidor ainda não caíram no mesmo ritmo da Selic e a perda de renda real dos últimos anos ainda não foi recuperada. Com a retomada do ambiente econômico acontecendo de forma gradual, ainda demorará para termos um aumento expressivo do número de empregos e renda, fatores que impactam de forma positiva tanto no pagamento de pendências quanto na propensão ao consumo das famílias”, analisa o presidente.

Sudeste lidera alta

O aumento da inadimplência foi puxado, principalmente, pela região Sudeste, cuja alta observada em maio foi de 8,07%. Nas demais regiões, as altas foram mais modestas como 2,95% no Nordeste; 2,27% no Centro-Oeste; 1,55% no Norte e 1,08% no Sul. O crescimento maior na região Sudeste é explicado, em parte, pela revogação da chamada ‘Lei do AR’ no Estado de São Paulo, que exigia por parte dos credores uma carta com aviso de recebimento para poder negativar quem atrasa pagamentos. “Como esse processo era mais custoso e burocrático do que enviar uma carta simples via Correios, muitos desses empresários estavam deixando de negativar inadimplentes. Com a derrubada da lei, as negativações que não haviam sido devidamente registradas entraram na base de dados de forma mais abrupta, forçando um crescimento maior da inadimplência nessa região”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

De acordo com a estimativa, além de ter apresentado o maior crescimento da inadimplência em maio, o Sudeste é, em termos absolutos, a região com o maior número de negativados:26,94 milhões de pessoas estão nessas condições por não terem quitado suas contas, o que representa 41% da população adulta residente na região.

Em seguida aparecem o Nordeste, que conta com 17,45 milhões de negativados, ou 43% da população adulta; o Sul, com 8,15 milhões de inadimplentes (36% da população adulta); o Norte, com 5,80 milhões de devedores (48% – o maior percentual entre as regiões) e o Centro-Oeste, com um total de 4,94 milhões de inadimplentes (42% da população).

Brasil tem quase 18 milhões de brasileiros inadimplentes na faixa dos 30 anos; idosos acima dos 65 anos formam 5,4 milhões de negativados

O indicador também revela que a maior parte dos inadimplentes está concentrada entre os brasileiros com idade de 30 a 39 anos: são 17,9 milhões de consumidores nessa situação. Na sequência, estão os consumidores de 40 a 49 anos, que somam uma população de 14 milhões de inadimplentes; as pessoas de 25 a 29 anos, que juntas formam 7,9 milhões de negativados e, os de idade mais avançada, compreendidos na faixa dos 65 a 84 anos de idade, que somam 5,4 milhões de pessoas com contas em atraso. A população mais jovem, que vai de 18 aos 24 anos, formam um contingente de 4,8 milhões de negativados, o que representa 20% dos brasileiros nessa faixa.

“A faixa etária dos 30 anos é uma fase da vida em que as pessoas recebem muitas atribuições financeiras, que se não bem administradas podem levar à inadimplência. É um momento em que muitos casam, têm filhos e conquistam um emprego melhor. Já a inadimplência elevada entre os mais velhos é explicada, em parte, pela permanência maior dessas pessoas no mercado de trabalho. Trata-se, também, de um momento em que as pessoas têm gastos mais elevados com saúde, por exemplo”, explica a economista Marcela Kawauti.

Volume de dívidas cai

Outro número calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL foi o volume de dívidas em nome de pessoas físicas. Nesse caso, a inadimplência recuou -0,20% em maio na comparação com igual mês do ano passado. Na comparação mensal, isto é, entre abril e maio, o crescimento foi de 0,90%.

Os dados abertos por setor credor mostram que o crescimento mais expressivo foi das dívidas bancárias, que incluem cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, financiamentos e seguros, cuja alta foi de 6,42%. Também houve alta nas contas atrasadas com empresas do setor de comunicação, como telefonia, internet e TV por assinatura (5,14%). Já as compras realizadas no crediário no comércio e as contas de serviços básicos, como água e luz, apresentaram queda na quantidade de atrasos, com recuos de 9,49% e 4,79%, respectivamente.

Metodologia

O indicador de inadimplência do consumidor sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados às quais o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) têm acesso. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação. A estimativa do número de inadimplentes apresenta erro aproximado de 4 p.p., a um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra do indicador e a série histórica em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos.



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Por Eugênio Nascimento
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