13/09
11:59

Fies promove evento para esclarecer desafios da Indústria 4.0

Para que o Brasil realmente apresente melhorias na produtividade do setor industrial e de fato volte a crescer, o primeiro passo é correr contra o tempo e adentrar no universo da Indústria 4.0. Pensando na alta competitividade do mercado industrial e nas exigências que se tornam cada vez maiores diante da constante evolução tecnológica, a Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e a TOTVS realizam o evento “Indústria 4.0 A Quarta Revolução Industrial”, que acontecerá no dia 14 de setembro, a partir das 08h30, na sede da FIES, localizada no bairro Capucho, em Aracaju.

O termo “Indústria 4.0” é utilizado para fazer alusão à Quarta Revolução Industrial, que será responsável pela modernização do setor, através da implantação de tecnologias avançadas, como a robótica, automatização total das fábricas, soluções de tecnologias de processamento de imagens, dentre outras, que garantem mudanças profundas e um impactante avanço econômico. 

Em se tratando de conhecimento a respeito da importância do uso destas tecnologias digitais, o Brasil está muito aquém se comparado a países como Alemanha, França e Estados Unidos, que já trabalham com a Indústria 4.0. De acordo com a pesquisa “Sondagem Especial 66: Indústria 4.0”, realizada em 2016 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apenas 58% das empresas do setor industrial brasileiro conhecem a importância do movimento como fator crucial para recolocar o país na trajetória de crescimento, reduzindo custos e eliminando o risco de defasagem tecnológica em relação aos competidores.

O evento é gratuito e as palestras serão ministradas pelo diretor da PPI-Multitask, Marcelo Pinto, formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Mackenzie e MBA pela Fundação Dom Cabral e também pelo especialista em pré-venda e arquitetura digital de soluções no segmento de manufatura na TOTVS, Alexandre Campos, formado em Administração também pela Universidade Mackenzie. (Da assessoria)


Economia
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Por Eugênio Nascimento
05/09
17:35

Dieese informa: Cesta básica tem queda de 4,55% em Aracaju

O custo dos alimentos que compõem a cesta básica caiu, no mês de agosto, em 21 das 24 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O relatório divulgado hoje (5) mostra queda em Campo Grande (-7,09%), Salvador (-7,05%), Natal (-6,15%) e no Recife (-5,84%). As altas foram registradas em Goiânia (0,04%), Maceió (0,91%) e Boa Vista (1,40%).


Tiveram as cestas mais caras as cidades de Porto Alegre (R$ 445,76), São Paulo (R$ 431,66) e Florianópolis (R$ 426,30). Os menores valores foram observados em Salvador (R$ 332,10), Natal (R$ 336,12) e no Recife (R$ 340,54). A maioria das capitais registrou queda de preços, principalmente do óleo de soja, açúcar, tomate, feijão, leite e carne bovina de primeira.


Nos últimos 12 meses, o valor da cesta caiu em todas as cidades pesquisadas. A principal queda ocorreu em Campo Grande (-19,46%) e a menor foi em Aracaju (-4,55%). Entre janeiro e agosto, o custo da cesta teve queda em 23 capitais, com destaque para Campo Grande (-12,98%), Cuiabá (-1,79%), Manaus (-9,39%) e Belém (-8,50%). A única alta foi registrada em Aracaju (1,19%).


Salário Mínimo


Com base no custo da cesta brasileira mais cara, a de Porto Alegre, o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.744,83. O valor estimado corresponde a quatro vezes o mínimo vigente, que é R$ 937,00. No mês anterior, o piso mínimo necessário foi calculado em R$ 3.810,36. Em agosto do ano passado, o mínimo ficou em R$ 3.991,40.

 

 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
26/08
15:40

Sergipe - Coordenador do Dieese cobra transparência do Governo

O governo do Estado tem motivos para atrasar pagamentos de salários? A  pergunta foi feita ao economista Luís Moura, coordenador do Dieese em Sergipe e ele deu a seguinte resposta:

“Não, não tem motivos para atrasar salário. O governo afirma que não tem dinheiro e que não faria um governo perverso,  não pagando os salários em dia por não querer, e sim porque não tem dinheiro. Ocorre que todos os relatórios que o governo divulga mostram que ele tem sim como pagar os salários em dia. O governo gasta 47% da sua receita corrente líquida com pagamento de salário, então ele tem sim condições de pagar os salários em dia. O problema é que o governo afirma que não tem dinheiro e não prova isso.  Não dá pra confiar em um governo que não vai privatizar a Deso, mas mantém a Deso numa lista de privatizações do governo Temer. Não dá pra confiar num governo que diz que não ia enviar projeto dos aposentados e faz isso. Então, é difícil você acreditar num governo sem que ele prove que de fato não tem condições. Por diversas vezes nós já pedimos a abertura das contas: pedimos isso na época do João Andrade;  pedimos isso na época de Jeferson;  pedimos isso na época de Josué  Modesto e todos eles afirmaram que iam liberar o acesso à execução orçamentária e nunca fizeram isso. O atual secretário faz a mesma coisa. Já disse que ia liberar o acesso e até agora  não temos acesso à execução orçamentária.  Essa seria uma forma de dirimir qualquer dúvida com relação a se o governo tem ou não capacidade de pagamento em dia. Nós afirmamos que tem. Esse processo de envio da reforma da previdência nada mais é do que uma exigência daquele ajuste fiscal imposto pelo governo Federal aos estados”.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
22/08
23:16

Solidez do Banese é reconhecida pelo mercado

 O presidente do Banese, Fernando Mota / Foto: Luis Mendonça
 
Presidente do Banese afirma que o banco se fortaleceu e consolida a sua atuação no Estado

As ações do Banco do Estado de Sergipe (Banese) ingressaram pela primeira vez em um índice diferenciado de ações da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão, resultado da fusão da BM&FBOVESPA e CETIP). O índice cadastrado foi o ITAG, índice de governança corporativa que lista ações com “Tag Along” diferenciado. Dos bancos que possuem papéis negociados na bolsa, apenas 12 tem ações cadastradas neste índice, onde são computados papéis de companhias de capital aberto registradas na bolsa que oferecem melhores condições aos acionistas minoritários, no caso de alienação do controle. 

Outro fato relevante sobre o Banese é que a Fitch Ratings, uma das três maiores agências de classificação de risco de crédito, revisou a perspectiva de crédito do Banco do Estado de Sergipe para Estável. Segundo a agência, a revisão da Perspectiva para Estável reflete a melhora dos indicadores de rentabilidade do banco em 2016 e no início de 2017. A análise da Fitch também pontuou como estáveis os índices de liquidez e a base de captação de varejo, além de destacar que os objetivos estratégicos de longo prazo do banco são consistentes.
 
Para o presidente do Banese, Fernando Mota, a revisão da perspectiva é um importante reconhecimento, que mostra o resultado de um trabalho planejado e estruturado que está permitindo ao Banese atuar no mercado com competitividade, responsabilidade social, transparência e solidez. “Os números oficiais recentemente divulgados pelo Banese na imprensa mostram a importância que o banco tem para a economia de Sergipe e que a instituição se fortaleceu e está cada vez mais num caminho de consolidação de sua atuação no Estado”, disse o presidente.


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Por Kleber Santos
17/08
20:41

Banese tem lucro líquido de R$ 36,3 milhões em seis meses

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) realizou um lucro líquido de R$ 36,3 milhões no primeiro semestre deste ano. O dado foi anunciado pelo presidente da instituição financeira, Fernando Mota, que destacou que no primeiro semestre de 2016 a lucratividade atingiu R$ 22,5 milhões. O patrimônio líquido do banco chegou a R$ 334 milhões e nos primeiros seis meses de 2016 foi de R$ 299,4 milhões. O Banese, que tem 1.058 funcionários, 165 estagiários e 41 jovens aprendizes, reduziu a inadimplência de 1,64% para 1,39%. Mota disse que não está em cogitação a privatização do Banese, como espalham os boateiros de plantão. 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
15/08
21:13

Campo de Carmópolis completa 54 anos de produção

A Petrobras comemora, nesta terça-feira (15/8), os 54 anos da descoberta do Campo de Carmópolis, em Sergipe. Carmópolis é o maior campo terrestre do Brasil, tanto em termos de volume original de óleo em reservatório (1,76 bilhão de barris de óleo equivalente), quanto em termos de reservas totais (165 milhões de barris de óleo equivalente). Ele responde por 47%da produção e 49% das reservas totais do estado.

Atualmente, são cerca de 1.050 poços produtores em atividade e produção acumulada até julho/2017 de 388,2 milhões barris de óleo e 2,351 milhões de m3 de gás. A longa produtividade deve-se aos investimentos para aumento da fração recuperada, que atualmente está próximo de 22%, índice acima da média de campos similares com mais de 50 anos de produção.

Para incrementar a produção dos campos terrestres de Sergipe, a Petrobras está executando projetos de revitalização, com investimentos complementares acima de R$ 600 milhões no período de 2017 a 2019.



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Por Eugênio Nascimento
10/08
23:21

Assistência de Aracaju e SEIDH expandem Feira da Agricultura Familiar

Incentivo a uma melhor alimentação, acesso a produtos de qualidade e sem agrotóxicos em mais um ponto da capital, além do estímulo à economia através do trabalho do pequeno produtor agrícola sergipano. Foi com esse intuito que a Secretaria Municipal da Assistência Social de Aracaju, em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher, Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos (Seidh), realizou na tarde desta quinta-feira, 10, a 1ª da Feira da Agricultura Familiar no Parque da Sementeira.

A feira no parque está prevista para acontecer sempre às quintas-feiras, a cada quinze dias, das 16h às 19h. De acordo com o secretário de Estado da Inclusão Social, Zezinho Sobral, esta é a 22ª feira implantada e conta com a participação de mais de 20 agricultores de Areia Branca, Riachuelo, Japaratuba, Capela, Lagarto, Estância, Malhador, entre outros municípios.

Foto: Danillo Franças
 


Economia
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Por Kleber Santos
09/08
07:49

Termelétrica Porto de Sergipe consegue licença de instalação

A implantação do Complexo Termelétrico Porto de Sergipe I, na Barra dos Coqueiros, dá mais um passo nesta terça-feira, 08, com a concessão, por meio da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), de licença de instalação para a Celse, empresa responsável pelo investimento de R$ 5 bilhões. A Celse foi criada pela EBrasil e a Golar Power para a geração e comercialização da energia da usina, viabilizada no leilão A-5 de 2015.

A usina, cuja operação está prevista para iniciar em 2020, contará com tecnologia de ponta na produção de energia a partir de Gás Natural Liquefeito.  De acordo com o presidente da Celse, Eduardo Maranhão, a obtenção dessa licença é um marco importante para garantir o andamento da obra e o compromisso assumido de gerar energia a partir de janeiro de 2020.

O Complexo terá 1.551 MW de potência instalada, capacidade suficiente para abastecer a 15% da demanda de energia do Nordeste, e é composto pela UTE Porto de Sergipe I, que processará gás natural em energia elétrica; uma Linha de Transmissão com 33 km de extensão, que levará energia até o sistema integrado nacional; e um conjunto de Instalações Offshore, que contemplam uma FSRU – Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação do Gás Natural Liquefeito e gasoduto dedicado para suprimento da usina.

Toda a obra será finalizada até 2019, quando tem início a fase de testes e comissionamento, e, em janeiro de 2020, a usina deverá estar pronta para começar a fornecer energia comercialmente conforme estabelecido nos contratos de venda de energia firmados no Leilão.

Emprego

No início deste mês, durante reunião entre o governador Jackson Barreto e Eduardo Maranhão, o grupo Celse anunciou a geração de mil novos empregos até o fim do ano. Na ocasião, Jackson Barreto afirmou que, atualmente, já trabalham no empreendimento 225 operários. Nessa nova fase que se inicia, serão gerados mais 600 empregos até outubro, perfazendo 825 postos de trabalho e, até dezembro, serão mil trabalhadores empregados. “Até o final da obra, teremos 2.500 sergipanos trabalhando na termoelétrica, o que nos deixa muito feliz neste momento de crise”, ressaltou, ao destacar que solicitou à empresa que a mão de obra fosse selecionada através do Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT).

 

Canalenergia.com.br



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Por Eugênio Nascimento
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