11/03
15:20

Arrecadação federal em Sergipe ultrapassou R$ 520 milhões em janeiro

É o maior montante arrecadado para o mês, de acordo com a série histórica iniciada em 2000

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Receita Federal, verificou que a arrecadação de tributos federais no estado, no primeiro mês de 2019, chegou a pouco mais de R$ 527,7 milhões, sendo o maior montante arrecadado para o mês, de acordo com a série histórica iniciada em 2000.

Em termos relativos, a soma arrecadada assinalou retração de 5,9% em relação ao último mês de dezembro. No entanto, quando comparado com janeiro do ano passado, verificou-se alta de 20%. As variações são em termos reais, ou seja, consideram os efeitos da inflação no período, que são medidos pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA).

Detalhes da Arrecadação Federal de janeiro/2019

No mês analisado, a Receita Previdenciária foi a principal fonte de arrecadação no estado, somando pouco mais de R$ 300 milhões, compreendendo 56,9% do total recolhido aos cofres da União. Em seguida, o Imposto sobre a Renda (IR) figurou em segundo lugar, alcançando mais de R$ 100 milhões, abrangendo 19,3% do montante arrecadado.

A receita decorrente da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) apareceram como a terceira e quarta maior fonte de recolhimento. A COFINS reuniu R$ 46,5 milhões enquanto que a CSLL destinou R$ 25 milhões à União.

O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) contribuiu com R$ 8,8 milhões, respondendo por 1,7% da arrecadação, no mês em análise.

Fonte e elaboração do gráfico: NIE/FIES
Fonte dos gráficos: Receita Federal do Brasil


Economia
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Por Redação
08/03
20:58

Belivaldo faz substituição temporária no comando da SEFAZ

O governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, anunciou hoje no twitter que o executivo Ademário Alves,  que vinha respondendo pela Secretaria de Estado da Fazenda foi deslocado para a Superintendência-executiva da Secretaria Geral de Governo, onde irá atuar no acompanhamento da aplicação financeira do planejamento estratégico, que está sendo elaborado pelo governo para os próximos quatro anos.

Belivaldo anunciou que o gestor público Marcos Vinicius Nascimento, que atualmente ocupa o cargo de Superintendente Especial da Sefaz, assume interinamente a pasta por 30 dias.

“Ademario cumpriu com dedicação e comprometimento a sua missão à frente da Sefaz ao encontrar soluções que ajudaram no cumprimento das aplicações financeiras constitucionais do governo no exercício de 2018”, disse Chagas.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
07/03
15:14

Setor de Serviços apresenta saldo positivo de empregos em janeiro

Resultado é fruto da diferença entre admissões e desligamentos no período

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Cadastro Geral de empregados e desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que houve saldo negativo de 1.757 vagas de emprego com carteira assinada no Estado, em janeiro deste ano. O resultado é fruto da diferença entre admissões (6.682) e desligamentos (-8.439) no período.

Empregos por setor em janeiro/2019

Das oito atividades avaliadas pelo Boletim no mês analisado, duas apresentaram saldo de contratações maior que o de demissões. Os setores de Serviços e de Serviços Industriais de Utilidade Pública criaram 170 e 37 novas vagas de trabalho, respectivamente.  Os demais setores registraram saldos negativos.

Foi observado que na Indústria da Transformação houve redução de 880 postos de trabalho no geral, sendo que a fabricação de embalagens de vidro e a fabricação de estruturas metálicas apresentaram resultados positivos, totalizando 86 e 95 novas vagas, respectivamente, enquanto que a Fabricação de Álcool apresentou resultado negativo de -780 postos de trabalho. No Comércio o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 615 postos de trabalho. Já a Agropecuária, houve redução de 264 empregos e a Construção Civil contabilizou saldo negativo de 184 postos de trabalho, entretanto, a construção de edifícios foi a atividade que mais contratou, contabilizando 107 vagas no total. A Extrativa Mineral totalizou (-15) postos de emprego. Por fim, seis vagas a menos foram registradas na Administração Pública.

Desempenho dos Municípios em janeiro/2019

Dentre os treze municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes a cidade de Estância assinalou a maior criação de empregos em janeiro deste ano, com a abertura de 127 postos de trabalho.

Fonte e elaboração do gráfico: NIE/FIES
Fonte do gráfico: Caged-MTE


Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/02
11:13

ExxonMobil licencia 11 poços em águas profundas de Sergipe-Alagoas

A ExxonMobil iniciou ontem,27/2,  o licenciamento de 11 poços exploratórios em áreas das 13a, 14a e 15a rodadas de licitação da ANP, quando a empresa adquiriu a operação dos blocos SEAL-M-351, SEAL-M-428, SEAL-M-430, SEAL-M-501, SEAL-M-503, SEAL-M-573. O poço mais perto da costa está a 67 km da cidade de Brejo Grande, na região norte de Sergipe.

 

A logística do projeto entre Sudeste e Nordeste foi divido pela empresa. Na região Sudeste pretende utilizar as bases do Porto do Açu, em São João da Barra/RJ, ou Nitshore e/ou Brasco, em Niterói. Na região Nordeste, os portos de Salvador, Aracaju, Maceió estão cotados. O aeroporto de Aracaju será utilizado com base de apoio.

Mais dados




ExxonMobil licencia 11 poços em águas profundas de Sergipe-Alagoas
https://epbr.com.br/exxonmobil-licencia-11-pocos-em-aguas-profundas-em-sergipe/



Economia
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Por Eugênio Nascimento
26/02
16:10

Mágica paulista para baratear o gás já é realidade em Sergipe

Sergipe é um dos maiores produtores de gás do Nordeste

A indústria paulista conseguiu reduzir o aumento do preço do gás natural de 35% para 23%, redução que passa a vigorar ainda no início de março. Essa alta estimulou o início das discussões naquele Estado sobre a construção imediata de uma estação de regaseificação de GNL no litoral, cujo objetivo será romper o monopólio de fornecimento do insumo pela Petrobras, que não respeita a paridade internacional.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), Eduardo Prado de Oliveira, “enquanto lá nasce a ideia, aqui ela em pouco tempo será realidade. Por isso, não podemos perder a oportunidade de proporcionar a nossa indústria o gás a preços competitivos”, afirma.

O terminal de regaseificação em Sergipe entrará em operação com a Usina Termoelétrica Porto de Sergipe I, estabelecida na Barra dos Coqueiros, região metropolitana de Aracaju. E ainda há mais, recentemente foi descoberta uma ampla oferta de gás a poucos quilômetros da nossa costa, que será explorada por outras empresas além da Petrobras e que terão o condão de aumentar de forma expressiva a nossa produção. O Estado é um dos maiores produtores do Nordeste.

Redução da Petrobras no mercado de gás

Foi noticiado no jornal Valor Econômico, que o governo federal, a Petrobras e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) iniciaram conversas, embora ainda preliminares, sobre a implementação de um amplo programa de abertura do mercado de gás natural no país. Dentre as propostas colocadas na mesa, estão medidas para forçar a petroleira estatal a se desfazer de todos os seus ativos de transporte e distribuição, além de reduzir sua participação na comercialização.

Além disso, a renovação antecipada dos contratos de concessão das distribuidoras privatizadas a começar pelo Rio e São Paulo. Em Sergipe, o atual contrato de concessão, datado de 1993, é uma barreira para a expansão do nosso desenvolvimento industrial.

Nesse sentido, o setor produtivo sergipano entende que é fundamental remover todas as ineficiências nessa área, pois significa caminhar rumo à geração de empregos, ao aumento dos investimentos, à atração de novas empresas e por fim, ao crescimento sustentável da economia sergipana.

Fonte: FIES-Unicom


Economia
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Por Redação
26/02
15:59

Consumo de gás natural em Sergipe teve queda de 2,1% em novembro de 2018

Em relação ao volume do mesmo mês de 2017, observou-se retração de 7,6%

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (ABEGÁS), apontou que foram consumidos 236,2 mil metros cúbicos/dia de gás natural em Sergipe, no mês de novembro de 2018.

Em termos relativos, o consumo total de todos os segmentos, no mês examinado, foi 2,1% menor que o registrado no mês imediatamente anterior (outubro/2018). Em relação ao volume do mesmo mês de 2017, observou-se retração de 7,6%.

Com os números de novembro, o volume de gás natural consumido no estado, no acumulado dos onze primeiros meses de 2018, assinalou retração de 5,4%, na comparação com o mesmo intervalo do ano de 2017.

Consumo de gás por segmento em Novembro/2018

O consumo de gás natural no segmento industrial compreendeu 55,7% do total. Em volume, o valor chegou a 131,6 mil metros cúbicos/dia. Já em termos relativos, verificou-se decréscimo de 0,6% em relação ao mês de outubro de 2018.

Por outro lado, quando comparado com novembro de 2017, observou-se queda de 14,8% no consumo. No ano (de janeiro a novembro), o uso do insumo no setor ficou 12,7% abaixo do registrado no mesmo período de 2017.

O segundo maior consumidor do gás natural no estado, o segmento veicular registrou consumo de 93,3 mil metros cúbicos/dia, assinalando aumento de 3,6% sobre novembro de 2017. Nas residências e no comércio, o volume consumido foi de 5,6 e 3,7 mil m³/dia, respectivamente, no mês analisado.

Fonte e elaboração do gráfico: NIE/FIES
Fonte do gráfico: Abegás


Economia
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Por Redação
21/02
16:49

Cesta básica aracajuana ficou em R$ 356,56 no mês de janeiro

Custo registrado foi o quinto menor entre as dezoito capitais pesquisadas

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), apontou que o valor da cesta básica aracajuana ficou em R$ 356,56 em janeiro deste ano. O custo registrado foi o quinto menor entre as dezoito capitais pesquisadas.

Em termos relativos, na comparação com o mês imediatamente anterior, dezembro de 2018, verificou-se queda de 0,6% no custo da cesta. Já em relação a janeiro do ano passado, notou-se aumento de 1,9%.

Comparação com outras capitais

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (dezembro/2018), observou-se que as reduções, no valor da cesta, foram registradas em sete capitais, sendo elas, Aracaju (-0,6%), Belo Horizonte (-0,8%), São Paulo (-0,8%), Rio de Janeiro (-1,3%), Campo Grande (-1,9%), Brasília (-2,0%), Curitiba (-4,2%), Florianópolis (-4,4%) e Porto Alegre (-5,0%).  

Em relação a janeiro do ano passado, os preços médios da cesta decresceram em Natal (-2,4%), João Pessoa (-2,1%), Recife (-2,1%), Porto Alegre (-1,1%) e São Luís (-0,4%). Por sua vez, as maiores altas foram em Goiânia (9,9%), Campo Grande (8,0%), São Paulo (6,5%) e Salvador (5,8%).

O menor valor da cesta básica, no mês em análise, foi observado em Recife (R$ 348,85). Já os maiores valores foram registrados em São Paulo (R$ 467,65), Rio de Janeiro (R$ 460,46) e Porto Alegre (R$ 441,65).

Fonte e elaboração do gráfico: NIE/FIES
Fonte do gráfico: DIEESE


Economia
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Por Redação
20/02
16:51

Sergipe é destaque na geração de empregos nos pequenos negócios

Estado ocupa o 4°lugar, em termos relativos, entre aqueles que mais criaram vagas

Um levantamento realizado pelo Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) revela que as micro e pequenas empresas (MPE) mais uma vez se consolidam como as maiores geradoras de postos de trabalho com carteira assinada em Sergipe. Somente no ano passado foram criados 4.455 empregos formais nesse tipo de empreendimento, 233,7% a mais que o registrado em 2017, quando foram abertas 1.335 novas vagas. Os números levam o estado a ocupar a quarta colocação, em termos relativos, entre as unidades da federação que mais criaram empregos. 

O dado ganha ainda mais importância quando comparado à situação presenciada nas médias e grandes empresas. Nesses locais, ao contrário das MPE, o saldo entre contratações e demissões no ano passado foi negativo, revelando a perda de 3.483 postos de trabalho. Em 2017 o cenário também foi preocupante, com o fechamento de 1.987 vagas. Como micro e pequenos são considerados os empreendimentos com até 99 empregados nas indústrias de transformação e extrativa mineral, além da construção civil, e até 49 funcionários nos setores de comércio, serviços, agropecuária e serviços de utilidade pública. O Sebrae adota essa metodologia por não ser possível apurar o porte das empresas, com base nos dados do Caged, aplicando-se os critérios definidos na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (que leva em consideração o faturamento dos empreendimentos). 

O levantamento mostra que a construção civil foi o principal responsável pela abertura de novas vagas. Somente nesse setor foram gerados 2.058 empregos. Também merece destaque a área de serviços, que contribuiu com a criação de 1.860 postos de trabalho. Outros segmentos que também registraram números positivos foram a indústria de transformação (453), agropecuária (277), serviços de utilidade pública (43) e indústria extrativa mineral (4). O destaque negativo ficou com o comércio, responsável pelo fechamento de 240 vagas com carteira assinada. Os dados revelam ainda que somente em dois meses (maio e dezembro) o número de demissões superou o de contratações durante o ano de 2018. Por sua vez, novembro foi o período com o maior número de vagas abertas, com a criação de 1.228 postos de trabalho.

Fonte: Agência Sebrae


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