26/06
15:38

Juros do rotativo do cartão de crédito subiram para 299,8% ao ano

Taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito pagaram juros um pouco mais caros em maio. A taxa média do rotativo subiu 1,2 ponto percentual em relação a abril, chegando a 299,8% ao ano. Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes.

No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 279,9% ao ano em maio, aumento de 1,9 ponto percentual em relação a abril. A taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 0,4 ponto percentual, indo para 314% ao ano. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril de 2018, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho do ano passado. Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa. Enquanto a taxa de juros do rotativo chegou a 299,8% ao ano, o parcelamento das dívidas do cartão de crédito pôde ser feito com juros de 174,1% ao ano em maio. As taxas médias do crédito parcelado do cartão subiram 3,3 pontos percentuais em relação a abril.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Economia
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Por Redação
26/06
15:37

Maria questiona e secretário diz que Estado não tem como pagar aposentados dentro do mês

A deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) questionou o secretário da Fazenda, Marco Antônio Queiroz, durante audiência pública na Assembleia, hoje, se o Estado de Sergipe pagará aos seus aposentados dentro do mês, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 11.

“Eu sei que existem as complicações de ordem financeira, mas há também uma grande expectativa por parte desses homens e mulheres que muito contribuíram com o Estado e que, hoje, enfrentam sérias dificuldades em virtude de receberem os seus vencimentos atrasados”, afirmou Maria.

Em resposta, o secretário revelou o posicionamento da Procuradoria Geral do Estado (PGE), segundo o qual, apesar do “desejo do governador Belivaldo Chagas”, não há condição de arcar com a folha dentro do mês.

Ele esclareceu que  “esse é um anseio do governador, há todo um empenho nesse sentido, mas existem grandes desafios, ainda”,.

“De coração, torcemos para que tudo dê certo e o Estado consiga equilibrar as suas contas. Ter uma receita menor que a despesa é algo complexo. Isso precisa ser corrigido urgentemente”, afirmou a deputada, acrescentando que com o equilíbrio fiscal ganham todos os sergipanos.

Queiroz foi à Alese expor os dados financeiros e econômicos do último quadrimestre de 2018.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
16/06
10:55

Novas descobertas - “Sergipe está com o gás todo”

Oliveira Júnior diz que os investimentos no Estado já começaram e devem aumentar edm breve


Eugênio Nascimento

Quando a Petrobras deu início à fase de exploração em águas profundas de Sergipe, em 2014, a estatal percebeu que havia muito gás, reservas que podem chegar ou superar os 20 bilhões de barris. A Petrobras já fez vários testes e anunciou há poucos meses a construção de um gasoduto de 128 km, para trazer gás dos poços em mar para a terra. Esses achados vão motivar um grande seminário nacional, em Sergipe, em juçho próximo, sobre o uso mais intenso do gás no desenvolvimento do Nordeste e, claro, do Brasil. Nesta entrevista, o economista Oliveira Júnior, assessor de Projeto de Desenvolvimento do Governo do Estado, revela que “em Sergipe, o Governo trabalha com a meta de estabelecer um complexo industrial-portuário, para onde se possa atrair empreendimentos voltados ao gás”

Veja a seguir os principais trechos da entrevista:

PRIMEIRA MÃO - Por que Sergipe voltou a chamar a atenção da Petrobras em investimentos?


OLIVEIRA JÚNIOR - Na verdade, Sergipe chamou a atenção da Petrobras há mais de 15 anos, quando se iniciaram atividades de exploração nas chamadas “águas profundas”, pois o estado de Sergipe tem a peculiaridade de ter petróleo em terra, no mar de águas rasas, e na área oceânica mais profunda. O processo de avaliação dessas descobertas tornou-se muito lento, inicialmente por dificuldades com o licenciamento ambiental, depois pela baixa capacidade de investimentos da empresa, que adiou sucessivamente os testes que dependiam de maior dispêndio de de recursos.


De dois anos para cá, os achados foram significativos e agora, e os problemas de licenciamento foram superados. Além disso, surgiu um novo player no mercado, a ExxonMobil, que adquiriu dois blocos inicialmente adquiridos à ANP em leilões de áreas marítimas pela empresa Queiroz Galvão e agora uniu-se a outras empresas para iniciar a exploração em consórcio.


Um terceiro e importante fator é o surgimento de uma unidade de regaseificação, que veio para Sergipe por conta da usina termelétrica Porto de Sergipe, mas cujo potencial de importação de gás líquido pode ser importante para viabilizar ofertas do produto enquanto o gás da Petrobras e Exxon não está disponível, preenchendo uma importante lacuna no mercado.

Outro ponto não menos importante é que o gás “descolou” do petróleo e tornou-se um produto estratégico, ampliando muito sua participação na matriz energética, o que provoca maior atenção a esses investimentos.



PM - Quando começam esses investimentos?


OJ - De certa, já começaram. A unidades flutuante de regaseificação (FSRU Nanook, da empresa Golar LNG) já está operando na costa sergipana, e foi parte do investimento de cerca de cinco bilhões da CELSE, na termelétrica. A Petrobras já fez vários testes, e anunciou há poucos meses a construção de um gasoduto de 128 km, para trazer gás dos poços para Sergipe. A Exxon já trabalha com o licenciamento ambiental, e já fez reuniões em Sergipe, com o Governo do Estado, para dirimir dúvidas sobre a tributação de ICMS e prospectar serviços que possam ser oferecidos a partir do Estado.


PM - Onde está esse gás? Qual a capacidade de produção?


OJ - O gás está no mar, e aparentemente as reservas podem chegar a mais de 20 bilhões de barris, mas é justamente calcular esse número com precisão que é o desafio do trabalho inicial das companhias petrolíferas. Em 2014, falava-se por exemplo que as reservas em Sergipe poderiam chegar a 4 bilhões, hoje acha-se que pode ser superior a 20. Mas somente as conclusões dos testes e o início das fase de produção vai permitir dimensionamentos mais precisos, e isso tem a ver com a velocidade com que os investimentos serão feitos. É importante lembrar que nessa área do petróleo, o trabalho é medido em décadas.


PM - esse gás natural vai atrair empreendimentos? De quais tipos? A partir de quando?


OJ - A atração de empreendimentos vai depender da oferta de gás, em quantidades e preços que o tornem capaz de viabilizar empreendimentos industriais. Hoje o gás é um produto caro, de pouca disponibilidade e alto custo. Basicamente, a Petrobras é a única fornecedora no mercado, e atua em vários pontos da cadeia produtiva, como ofertante, transportadora, distribuidora e, em Sergipe, com a FAFEN, era também a maior consumidora. O novo mercado de gás deixará esses papeis melhor definidos, e aumentará a concorrência, o que deverá contribuir para que os preços se reduzam o suficiente para viabilizar investimentos novos.


Em Sergipe, o Governo trabalha com a meta de estabelecer um complexo industrial-portuário, para onde se possa atrair empreendimentos voltados ao gás. Em vários setores isso é fundamental, como por exemplo a produção de fertilizantes, vidro, cerâmica, alimentos... sem falar no uso como combustível automobilístico, que pode crescer bastante, e na interiorização, expandindo o consumo.


A vantagem em Sergipe é que esse processo já pode ser iniciado, pois o gás líquido já pode ser oferecido ao mercado, e há espaço para reverter o declínio da produção da Petrobras, que em Sergipe tem diminuído intensamente nos últimos anos.


PM - Esses novos empreendimentos gerariam novos polos de investimentos em quais municípios?


OJ - O porto é um primeiro fator natural de concentração. E Sergipe tem uma infraestrutura privilegiada entre o Porto e os centros consumidores. Saindo-se do TMIB (terminal marítimo Inácio Barbosa), através da SE-240 pode-se alcançar a BR-101 e daí acesso aos mercados dos estados da Bahia ou Pernambuco, Em menos de 30 km se pode chegar a fábrica da FAFEN, em sentido oposto, à única mina de potássio em produção no país. Neste trecho, a infraestrutura de transporte (BR-101), transporte de gás, distribuição de energia, acesso a bons terrenos a preço razoável e ambientalmente sustentáveis, possível acesso futuro à ferrovia, etc. tornam toda essa região interessante para atrair potenciais investidores.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
12/06
17:57

Produtos típicos de festas juninas sobem 9,15%, diz FGV

Valor supera a inflação acumulada no período

Os preços dos produtos utilizados no preparo dos pratos típicos de festas juninas mostraram alta de 9,15% nos 12 meses compreendidos entre junho de 2018 e maio deste ano, superando a inflação acumulada no período pelo Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10), da Fundação Getulio Vargas (FGV), que ficou em 5,06%.

Entre os produtos procurados pelos consumidores, destaque para a batata-inglesa, que subiu 98,13%, couve (24,43%), farinha de trigo (21,75%), leite de coco (17,80%). O economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV) e coordenador do IPC, André Braz, analisou que produtos como a batata-inglesa apresentam essas "taxas extremas" em alguns momentos do ano.

Essas taxas dependem de condições de safra que, nos últimos meses, não foram muito favoráveis, o que acabou possibilitando essa variação em 12 meses. "Não quer dizer que seja uma situação permanente porque, como são lavouras curtas, a oferta se restabelece rapidamente e os preços tendem a devolver toda essa gordura, todo esse aumento acumulado nos últimos meses. O ponto principal é que esses aumentos não são duradouros", afirmou.

Para mais detalhes, clique aqui.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil


Economia
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Por Redação
12/06
15:36

Arrecadação do ICMS em Sergipe foi de R$ 280,2 milhões em abril

No comparativo com a quantia arrecadada em março deste ano, verificou-se aumento real de 4,5%

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), apontou que a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), em Sergipe, ficou em R$ 280,2 milhões, em abril deste ano.

Em termos relativos, verificou-se retração real de 3% na arrecadação do imposto, quando comparado à arrecadação de abril de 2018, considerando o efeito da inflação, medida pelo IPCA. Por outro lado, no comparativo com a quantia arrecadada em março deste ano, verificou-se aumento real de 4,5%.

Outros tributos recolhidos em abril/2019

A arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), no mês analisado, totalizou mais de R$ 14,8 milhões. Em termos relativos, houve acréscimo de 1,8% sobre abril do ano passado. Em relação ao mês imediatamente anterior, março último, observou-se retração de 22%.

O recolhimento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) ficou em R$ 5,9 milhões, enquanto que as taxas pagas em função da contraprestação de algum serviço público recolheram mais de R$ 39,8 mil aos cofres do estado, no mês analisado.

Fonte: Unicom/FIES


Economia
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Por Redação
10/06
15:53

Royalties do petróleo e gás para Sergipe foi de R$ 5,8 milhões em maio

Royalties são uma compensação financeira devida à União pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostrou que o pagamento de royalties ao Estado de Sergipe, referentes à extração de petróleo e gás natural do mês de março deste ano, ficou em pouco mais de R$ 5,8 milhões. O valor, segundo a ANP, foi creditado no mês passado.

Os royalties são uma compensação financeira devida à União pelas empresas que produzem petróleo e gás natural no território brasileiro. O pagamento é efetuado à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a qual é responsável por repassar aos Estados e municípios os recursos provenientes dos pagamentos, segundo critérios estabelecidos nas leis nº 9.478/1997 e nº 7.990/1989.

Em termos relativos, o montante recebido pelo estado, no mês analisado, situou- 5,5% abaixo do montante recebido em maio de 2018, cujo repasse havia ficado em torno de R$ 6,1 milhões. No comparativo com o mês imediatamente anterior, o último mês de abril, notou-se que o repasse foi 14,4% maior.

Royalties para os Municípios em Maio/2019

No quinto mês do ano corrente, o pagamento dos royalties aos municípios sergipanos totalizou R$ 17,2 milhões. Entre eles, o município que auferiu a maior fatia foi Japaratuba, com R$ 1,2 milhão, ou 7% do total.

Em seguida, figuraram os municípios de Carmópolis, com recebimento de quase R$ 1,1 milhão ou 6,3%, Divina Pastora e Aracaju com o mesmo percentual, cada um de 5,8%, percebendo valores pouco acima de R$ 1 milhão.

Outros municípios que se destacaram foram: Estância com total de repasses de R$ 875,8 mil (5,1%), Itaporanga D´Ajuda com R$ 859,7 mil (5%) e Siriri que recebeu R$ 836,3 mil (4,9%).

Fonte e elaboração do gráfico: Unicom/Fies
Fonte do gráfico: ANP


Economia
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10/06
15:08

Em maio, cesta básica aracajuana ficou em R$ 408,16

Verificou-se aumento de 0,9% no valor da cesta quando comparado ao último mês de abril

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), apontou que no mês de maio deste ano, o valor da cesta básica aracajuana, ficou em R$ 408,16. O custo registrado foi o quarto menor entre as dezessete capitais pesquisadas.

Em termos relativos, na comparação com o mês imediatamente anterior, abril último, verificou-se aumento de 0,9% no valor da cesta. A elevação também foi verificada na comparação com maio do ano passado, porém maior, de 16,9%.

Com os dados de maio, a variação acumulada no custo da cesta em Aracaju, de janeiro a maio do ano corrente, situou-se 13,7% acima do verificado no mesmo intervalo de 2018.

Comparação com outras capitais

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (abril/2019), dentre as dezessete capitais que atualmente são pesquisadas, apenas quatro delas registraram aumento no valor da cesta básica, os acréscimos ocorreram em Florianópolis (+ 1,2%), Aracaju (+ 0,9%), Recife (+ 0,2%) e Brasília (+ 0,1%).

Em relação ao mês de maio de 2018, observou-se que nenhuma das capitais analisadas apresentou queda no valor da cesta básica. As maiores altas ocorreram em Recife (+ 24,2%), Brasília (+ 20,4%), Salvador (+ 20%) e Natal (+ 19%). Nessa comparação, Aracaju registrou alta de 16,9%.

O menor valor da cesta básica, no mês de maio do ano corrente, foi observado em Salvador (R$ 392,97). Já os maiores valores foram registrados em São Paulo (R$ 507,07), Porto Alegre (R$ 496,13) e Rio e Janeiro (R$ 492,93).

Comportamento dos preços dos produtos em Aracaju

Dentre os produtos que compõem a cesta aracajuana, o feijão do tipo carioquinha caiu 4,69%. Além disso, a capital apresentou a queda mais expressiva no preço do óleo de soja (lata de 900 ml), de 6,72%, entre as cidades pesquisadas.

Fonte e elaboração do gráfico: Unicom / Fies


Economia
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10/06
14:36

Importações sergipanas destacaram-se na balança comercial no mês de maio

Elas somaram US$ 4,4 milhões, assinalando alta de 23,1% em relação a maio de 2018

Análise realizada pelo Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com apoio do Núcleo de Informações Econômicas (NIE), com base os dados do Comex Stat, sistema para consultas e extração de dados do comércio exterior brasileiro, disponibilizado pelo Ministério da Economia, apontou que as exportações sergipanas, em maio deste ano, somaram US$ 4,4 milhões, assinalando alta de 23,1% em relação a maio de 2018. No entanto, quando comparado com o mês imediatamente anterior, abril último, verificou-se retração de 5,9% nas vendas externas.

Dentre os 28 produtos sergipanos destinados ao mercado internacional, no mês em análise, destacaram-se o suco (sumo) de laranja, não fermentado com US$ 2,6 milhões em vendas, seguido de outros calçados cobrindo o tornozelo, parte superior de borracha, plástico com US$ 311,1 mil e outras preparações alimentícias que somou US$ 294,3 mil. Esses três produtos compreenderam 73,9% da pauta de exportações do estado.

Em relação a destinação dos produtos, enviamos principalmente para Bélgica (US$ 1,5 milhão), Holanda (pouco mais de US$ 1 milhão) e China (US$ 334,6 mil).

Importações sergipanas em maio/2019

Foram adquiridos 151 produtos, através de importações, que totalizaram US$ 267,2 milhões. O Boletim averiguou que a causa do montante registrado, atípico na série histórica, foram as compras de apenas três produtos. São eles: outros grupos eletrogêneos no valor de US$ 161,6 milhões, caldeiras aquatubulares com produção de vapor com US$ 64,5 milhões e aparelhos para filtrar ou depurar água com US$ 22,1 milhões. Juntos eles representaram 92,9% das compras externas, no mês em análise.

Quanto à origem dos produtos adquiridos, os principais fornecedores foram os Estados Unidos com US$ 166,9 milhões, Suíça com US$ 86,8 milhões e Rússia (US$ 3,8 milhões).

Fonte e elaboração do gráfico: Unicom/Fies
Fonte do gráfico: Comex Stat/Ministério da Economia


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