07/01
20:57

Pirambu lidera no recebimento de royalties

Em 2017,  Pirambu teve o maior repasse de royalties, entre todos os municípios sergipanos, recebendo aproximadamente R$ 39,7 milhões. Enquanto isso, Japaratuba, Carmópolis, Divina Pastora e Aracaju receberam R$ 12,9 milhões, R$ 10,8 milhões, R$ 10,2 milhões e R$ 9,4 milhões, respectivamente. Outros municípios como Itaporanga D’Ajuda, Siriri e Riachuelo receberam R$ 9,2 milhões, R$ 8,7 milhões e R$ 7,8 milhões, respectivamente, ao longo de 2017, referente à extração de petróleo e gás.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
07/01
14:11

Repasse de royalties para Sergipe ficou em R$69, 9 milhões em 2017

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, uma parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), indicou que o pagamento de royalties do petróleo e gás natural, para o estado, no mês de dezembro de 2017, ultrapassou os R$ 6,1 milhões, valor referente à produção do mês de outubro do mesmo ano. No comparativo com o mês imediatamente anterior (novembro/2017) o pagamento avançou 9,6%. Em relação ao mês de dezembro do ano anterior, o resultado foi modesto, com avanço de 1,3%. Essas variações são em termos nominais, ou seja, sem considerar o efeito da inflação no período.

Entretanto, o pagamento de royalties em 2017 totalizou R$ 69,9 milhões em Sergipe, sem variações significativas em relação ao montante acumulado em 2016, tendo leve alta de 0,1%, também em termos nominais.

Royalties dos Municípios
Em 2017, o município de Pirambu teve o maior repasse de royalties, entre todos os municípios sergipanos, recebendo aproximadamente R$ 39,7 milhões. Enquanto isso, Japaratuba, Carmópolis, Divina Pastora e Aracaju receberam R$ 12,9 milhões, R$ 10,8 milhões, R$ 10,2 milhões e R$ 9,4 milhões, respectivamente. Outros municípios como Itaporanga D’Ajuda, Siriri e Riachuelo receberam R$ 9,2 milhões, R$ 8,7 milhões e R$ 7,8 milhões, respectivamente, ao longo de 2017, referente à extração de petróleo e gás.


Economia
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Por Kleber Santos
07/01
14:10

Banese obtém a melhor reputação entre os principais bancos no país

Nota de 7,14 do Banese no site Reclame Aqui é superior às obtidas pelos principais bancos públicos e privados do país

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) apresentou nos últimos seis meses um crescimento significativo em sua nota de avaliação no site Reclame Aqui. No período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2017, o Banese, numa escala de zero a dez, na avaliação dos clientes no Reclame Aqui, atingiu uma média de 7,14, nota considerada “ótima”, pelo site, e superior às obtidas pelos principais bancos públicos e privados do país.

Considerando o período de julho a dezembro do ano passado, o Banese obteve reputação “ótima”, com 100% das reclamações atendidas e 90,5% de índice de solução das demandas dos clientes através do site Reclame Aqui. Ainda segundo a avaliação, 81% dos clientes que reclamaram do Banese através do site voltariam a fazer negócio com o banco.

Segundo o superintendente de Gestão Estratégica do Banese, Luciano Cerqueira, a experiência do cliente é um dos principais focos estratégicos da instituição. “Estamos trabalhando com foco na experiência do cliente. Prova disso é que nos últimos três anos implantamos diversas soluções que tinham o objetivo de simplificar a relação dos nossos clientes com a empresa, a exemplo do Saque e Pague, nova rede de correspondentes bancários, caixa eletrônico com depósito online, aplicativo para celular e tablet, depósito inteligente, reestruturação de unidades de negócios, captura remota de cheques e alguns outros projetos para melhorar o atendimento das agências”.

Para o gerente de Canais Digitais e Marketing do Banese, Édivam Clinger, a nota apurada pelo site Reclame Aqui é reflexo também de um trabalho integrado de funcionários do Banese com o objetivo de mediar conflitos buscando a satisfação dos clientes. “Manter uma imagem corporativa de um banco próximo dos seus clientes é uma preocupação nossa e a obtenção desse score é motivo de satisfação e responsabilidade para melhorar cada vez mais o indicador”, disse Édivam. 


Economia
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Por Kleber Santos
04/01
18:48

PIB acumulado de Sergipe é o 5º maior do Nordeste

O PIB (Produto Interno Bruto) de Sergipe registra variação média de 3,1% no período acumulado dos últimos 14 anos. A constatação é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene) do Banco do Nordeste, com base na pesquisa "Contas Regionais do Brasil 2002-2015", do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, Sergipe apresenta a quinta melhor média regional do Nordeste, à frente dos Estados de Pernambuco, Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte. O melhor desempenho é obtido pelo Piauí (+4,8%).

Em Sergipe, a variação é superior à média nacional (+2,9%), ao lado de outras onze unidades federativas. No Estado, os setores da agropecuária, indústria e serviços contribuíram para a participação da Região no PIB nacional, que alcançou R$ 38,55 bilhões em 2015.

Entre os destaques sergipanos, estão o aumento na produção de cana-de-açúcar, a elevação da participação das indústrias alimentícias e o bom desempenho de uma série de atividades do setor de serviços, como administração, educação, saúde, atividades imobiliárias e o setor de seguros.

Nordeste

A Região registra crescimento de 3,3% ao ano de 2002 a 2015, acima da média nacional (+2,9%). Além de Sergipe (+3,1%), os Estados do Piauí, com crescimento anual de 4,8%, Maranhão (+4,5%), Paraíba (+4,1%) e Ceará (+3,5%) são destaques no cenário nordestino no levantamento. A Bahia continua com maior participação do Nordeste no PIB brasileiro, com 4,1%.

Brasil

Com crescimento de 3,3% ao ano de 2002 a 2015, o Nordeste, juntamente com Norte, que teve 4,3% de incremento e Centro-Oeste, com 4,1%, foram as regiões que mais aumentaram suas participações no Produto Interno Bruto (PIB). Sudeste e Sul também cresceram, 2,6% e 2,4%, respectivamente, o que levou a média nacional para 2,9% nos anos abordados na pesquisa.

 

Embora faça muito barulho em torno das conversações que mantém em Brasília para liberação de recursos e obras para Sergipe, há muitos casos em que o deputado federal André Moura, líder do Governo Michel Temer no Congresso,  não consegue mostrar os milagres. São os casos, entre outros,  do Aeroporto de Aracaju e a conclusão da duplicação da BR-101. As obras não existem, no primeiro caso, ou estão paradas, no segundo.

 (Da assessoria do BNB)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
02/01
18:00

Ocupação de hotéis atinge 100% no réveillon de Aracaju

A festa de réveillon de Aracaju atraiu muitos turistas e eles lotaram os hotéis da cidade. Segundo a presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Daniela Mesquita, os hotéis estavam com uma ocupação máxima de 85% e durante a semana passada atingiram os 100%. Ela lembrou que agora será preciso trabalhar para que o sucesso se repita no verão



Economia
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Por Eugênio Nascimento
25/12
12:22

Luiz Moura: 2018 teremos empregos informais

Quem tiver apostando em um 2018 cheio de empregos formais, de carteira profissional assinada, e boas rendas pode ir baixando a bola ou tirando o cavalinho da chuva. Virão por aí empregos informais, mas com baixos salários, conforme o economista do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio Econômicas (Dieese) Luiz Moura. A informação é um tanto desanimadora, mas parece estar enquadrada na realidade do quadro de crise brasileira.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
21/12
21:23

SE fechará 2017 com queda de quase R$ 130 milhões no repasse do FPE

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN), vinculada ao Ministério da Fazenda, informa, através de seu boletim financeiro,  que as transferências do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para Sergipe totalizarão em 2017 um volume de quase R$ 130 milhões a menos do que o período de janeiro a dezembro do ano passado, apontando para um agravamento das dificuldades financeiras do Estado.

Os relatórios técnicos elaborados pela Coordenação-Geral de Análise eInformações das Transferências Financeiras Intergovernamentais, da STN, embora em alguns meses os repasses tenham apresentado crescimento em relação a 2016, na maior parte do ano os valores sofreram quedas significativas, fazendo com que essa oscilação da receita indique o fechamento do ano de 2017 com uma queda aproximada de R$ 130 milhões.

Em novembro, por exemplo, o volume de repasses do FPE sofreu uma diminuição de quase 40% em relação ao mesmo mês de 2016, o que significa uma queda de R$ 170 milhões. Na opinião do secretário de Estado da Fazenda, Josué Modesto dos Passos Subrinho, as condições em que se encontra a economia do país provocam nos Estados um impacto negativo muito forte e os gestores estaduais passam a ter cada vez menos condições de encontrar alternativas para compensar as perdas.

“Esse montante da queda estimado para o encerramento do ano dá uma dimensão das dificuldades financeiras enfrentadas pelo governador Jackson Barreto. R$ 130 milhões é praticamente uma folha de aposentadorias e pensões. Em novembro a queda correspondeu a 40% em relação a 2016. Não existe mágica para superar um volume tão grande de redução, principalmente pelo fato de que as dificuldades nos anos anteriores consumiram as reservas financeiras do Estado”, avaliou Josué Modesto.

Dezembro terá 32% a menos A projeção da Coordenação-Geral de Análise e Informações das Transferências Financeiras Intergovernamentais para o último mês do ano é de que o FPE seja 32% menor que 2016, representando um volume de R$ 168 milhões a menos para o caixa do Estado.

“O boletim financeiro destaca a revisão dos valores a serem repassados aos Estados e para Sergipe essa diminuição significa R$ 168 milhões a menos. Se compararmos as projeções divulgadas no início do ano, contidas na LOA do Governo Federal, a equipe técnica da STN apontava em janeiro que os repasses do FPE para os Estados sofreriam uma redução de 1,96% este ano. Agora em dezembro, a constatação é de que 2017 encerrará com uma queda de 3,6%. A avaliação que se pode fazer é de que 2018 será um ano difícil, principalmente em função da limitação crescente em conseguir honrar os pagamentos de faturas de serviços” afirmou o secretário de Estado da Fazenda.

Neste contexto de crise, Josué Modesto destacou a determinação do governador Jackson Barreto em adotar medidas de contenção de despesas e economia para serem aplicadas de forma imediata, assim como já vinha realizando nos últimos anos. “Serão cortes ainda maiores, num orçamento de custeio já reduzido ao longo dos últimos anos ao implantar uma política de enxugamento das despesas. “Porém, as medidas não representarão prejuízo à prestação de serviços ao cidadão”, complementou.



Economia
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Por Eugênio Nascimento
21/12
20:54

Banese injeta mais de R$ 70 milhões na economia com antecipação do 13º salário do servidor

As operações de crédito que vêm sendo realizadas pelo Banco do Estado de Sergipe (Banese) para antecipação da segunda parcela do 13º salário dos servidores públicos, aposentados e pensionistas do Estado estão gerando efeitos altamente positivos para a economia local e especialmente para o comércio, neste período de final de ano. A afirmação é do presidente do Banese, Fernando Mota, segundo o qual o banco já injetou na economia estadual mais de R$ 70 milhões com essas operações.


"Cerca de 40 mil servidores públicos já aderiram às operações de empréstimo do Banese, desde o início deste mês, e isso aquece a economia sergipana neste final de ano. As pessoas com o dinheiro do décimo se programam melhor para fazer suas compras e pagar suas dívidas", disse o presidente. De acordo com ele, o Banese pretende emprestar em torno de R$ 110 milhões com a antecipação da segunda parcela do 13º salário do servidor.


Os funcionários que já anteciparam a segunda parcela precisam procurar a sua agência para poder liquidar a operação e fazer uma nova, como fez o servidor do Estado Udson Brito Santos. "Eu já tinha antecipado a parcela do meu décimo no início de fevereiro. Como na época eu estava precisando, para mim foi mais vantajoso. Desde que começou esse empréstimo aos servidores só pensei nos benefícios, porque podemos receber o dinheiro sem parcelamento", disse Udson.

Para a aposentada do Estado, Luzia dos Santos, o empréstimo foi a melhor forma de receber sua segunda parcela do décimo sem prejuízo e com praticidade. "No ano passado eu também peguei esse empréstimo e achei melhor para mim. Não vejo vantagem em receber esse dinheiro parcelado, pois me programo com ele para o fim de ano, para comprar os presentes para os meus netos", afirmou.

Segundo a pensionista Maria Aparecida Silva Lopes, esse empréstimo junto ao Banese faz com que seu planejamento nas contas de fim de ano se concretize. "Não sei o que seria de mim sem esse empréstimo agora no fim de ano. Estou precisando do dinheiro sem parcelamento, para quitar algumas dívidas, planejar melhor minhas contas diárias e organizar minha vida. Só vejo benefícios com esta operação de crédito, é mais prático para quem tem pressa de resolver suas contas sem esperar pelo parcelamento. Ano passado eu também fiz esse empréstimo e para mim valeu a pena", ressaltou a pensionista.
(Da asseessoria)


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Por Eugênio Nascimento
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