25/04
21:38

Movimento Intersindical faz mobilização nesta sexta e se reúne na Câmara de Vereadores na segunda


O Movimento Intersindical dos Servidores Público de Aracaju, no qual o Sintasa faz parte, irá participar de uma sessão especial na Câmara dos Vereadores de Aracaju nesta segunda-feira (29) a fim de debater com os vereadores sobre o reajuste salarial de 5% concedido pela Prefeitura de Aracaju aos servidores, sem negociar com os sindicatos. Essa decisão foi tomada nesta quinta-feira (25), durante a Assembleia Geral Unificada dos servidores, realizada na sede do Sindicato dos Bancários.

Na reunião desta quinta, combinou-se também que cada servidor presente estaria motivando a levar mais um servidor para a mobilização desta sexta-feira (26), que acontece, às 7 horas, no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos. A ideia é sensibilizar o prefeito para uma conversa. Ficou acertado ainda que haverá uma nova Assembleia Geral Unificada já com o indicativo de greve, na próxima sexta-feira (3 de maio), caso o prefeito João Alves não se reúna com o Movimento Intersindical.

Diálogo
“A nossa expectativa com a mobilização desta sexta-feira é que o prefeito e os secretários possam perceber a força dos servidores de Aracaju”, disse a diretora do Sintasa, Maria das Graças, que acompanhou ativamente da Assembleia Unificada. Quem faz coro com ela é o presidente do Sintasa, Augusto Couto. “Queremos que o prefeito se sensibilize porque não podemos admitir essa posição antidemocrática que ele tomou. Não podemos concordar com um reajuste de apenas 5%. Acreditamos que dá para aumentar este índice”, diz Augusto.

Fonte: www.sintasa.com.br
 


Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
23/04
11:09

CVC oferece três mil pacotes durante a 'Semana Sergipe CVC'

 
A CVC lança hoje a “Semana Sergipe CVC” com a oferta de três mil pacotes com desconto de até 15% de desconto entre esta segunda-feira (22) e a próxima segunda, dia 29 de abril. Estão previstas 88 saídas com embarques de São Paulo, Florianópolis, Fortaleza, Foz do Iguaçú, Londrina e Rio de Janeiro para viagens nos meses de maio, junho e agosto.

A operadora ofecere 10 opções de hospedagens em hotéis e resortes no território sergipano, com roteiro tradicional de 8 dias e sete noites (incluso bilhetes aéreos, traslado e hospedagem) ou pela categoria “Brasil Fácil”, pela qual o cliente pode montar pacotes segundo sua preferência.

Mais informações pelo site www.agentescvc.com.br.

Fonte: Mercado e eventos


Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
23/04
10:33

Sergipão 2013: Real Moitense vence a terceira seguida


Três jogos e três goleadas. Esta a campanha do Real Moitense no Campeonato Sergipano de Futsal. A equipe de Moita Bonita marcou 19 gols e sofreu seis. É o melhor ataque disparado do campeonato. O pivô Ureia é o artilheiro isolado do certame com sete gols.

A última vitória dos moitenses aconteceu fora de casa diante da forte equipe do Confiança. Goleada por 7 a 4 com direito a três gols do pivô Ureia. Este resultado garantiu ao time de Wilson Mendonça (Galego) a vaga antecipada nas quartas-de-final.

Na próxima sexta-feira, dia 26, o Real Moitense visita Itaporanga de olho no primeiro lugar do grupo. Um empate já é suficiente. “Vamos entrar para conquistar a vitória, mas de qualquer forma um 0 x 0 está de bom tamanho, pois nos permite jogar com algumas vantagens na próxima fase”, disse o técnico moitense.

Outro grupo
Na chave A, o Lagarto, atual campeão, é o líder com duas vitórias em dois jogos, seguido do Modelo e Rio Branco, ambos com três pontos na tabela. O Internacional de Ribeirópolis é o lanterna com nenhum ponto marcado.

Da Assessoria
 


Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
21/04
14:04

As sete maravilhas de Sergipe

Afonso Nascimento
Advogado e Professor de Direito da UFS


Inventariar as sete maravilhas sergipanas – eis aí uma tarefa muito difícil. Eu sei que a palavra “maravilhas” pode parecer um exagero, mas também me dou direito de exagerar de quando em vez. Escolhi dois critérios, a saber, maravilhas da natureza ou naturais e maravilhas artificiais ou de criação humana. Ao final da leitura, peço ao leitor que não inclua esse artiguinho no rol de textos para fomentar o turismo em Sergipe ou entre coisas do sergipanismo. Não mencionarei as omissões, porque elas são inevitáveis num tal exercício.

Começo as maravilhas com que nos presentou a natureza sergipana. Os
manguezais sergipanos são a minha primeira das sete maravilhas. São bonitos, são muito verdes, bem tropicais. Além de Aracaju, eles estão espalhados pelas beiras dos rios sergipanos, como Cotinguiba. A minha segunda maravilha são os canaviais. Tudo bem, eu sei que eles são plantações humanas etc. É uma pena que os pintores das coisas sergipanas ainda não tenham percebido a sua beleza. Nos países do Caribe plantadores de cana de açúcar, pintores “naifs” constroem telas incríveis retratando essas belezas. Agora, os intermináveis canaviais de Alagoas e de Pernambuco são cansativos, pouco importando se a gente está viajando de avião ou de carro, porque só vemos aquele verde sem fim. Felizmente em Sergipe, os canaviais são em número menor.

Os
canyons de Xingó não poderiam faltar em qualquer lista das maravilhas de Sergipe. Na verdade, todo o Rio São Francisco é muito legal. Quando for construída uma ponte ligando Sergipe a Alagoas, na foz do mesmo rio, eu a incluirei como outra maravilha. Uma quarta maravilha natural são os cajueiros de Aracaju. É provavelmente a árvore mais bonita do mundo e ela dá a Aracaju um marketing turístico espontâneo, natural, mas mal aproveitado. É lamentável que essas árvores estejam desaparecendo da cidade. Deixarei de elencar a Serra de Itabaiana porque os governos e o setor empresarial de Sergipe ainda não souberam explorar a sua beleza potencial.

Entre as maravilhas que são criações humanas, as primeiras são
as cidades históricas de Laranjeiras e São Cristóvão – e um pouco de Estância. Quinta maravilha então. Realmente, elas são conjuntos arquitetônicos belíssimos que englobam igrejas barrocas, sobrados, ruas, pontes, entre outros destaques, resultados históricos de muita riqueza derivada da cana de açúcar. As demais cidades sergipanas, afora Aracaju, são – vou criar coragem para dizer - horrorosas! Parece até que os prefeitos sergipanos competem entre si pela medalha de ouro de ter a cidade mais feia – quando deveriam fazer o contrário. E isso nada tem a ver com pobreza das cidades. Tome, por exemplo, Itabaiana, cidade próspera, mas onde são construídas “casas caixotes” com uma parte de baixo e um andar. Tudo igual. Falando de um modo geral e sem querer insultar ninguém daquela e de outras cidades semelhantes, comerciantes têm bom gosto em qualquer área?

A sexta maravilha criada pelos sergipanos são algumas
casas-grandes que ainda estão em bom estado de conservação. Elas são muitas no Rio de Janeiro ou em São Paulo, transformadas em locais de turismo e lazer. Em Sergipe, destacarei apenas aquela de Santa Luzia de Itanhy. Tudo bem, eu sei que elas têm uma associação negativa por causa da escravidão (idem os canaviais), mas como conjunto arquitetural elas me agradam muito. Se o leitor ainda não estiver ficado satisfeito com o meu adendo, colocarei mais outro. Certo, certo, essas belezas arquitetônicas foram todas levantadas pelos escravos sergipanos!

A sétima maravilha sergipana são as
mulheres sergipanas. Escolhi falar delas no fim para terminar o artigo no melhor estilo, mas bem que poderia ter feito isso no seu começo, pois elas também fariam parte da natureza. Sergipe tem as mulheres mais bonitas do Brasil. É certo que existem certos lugares com mulheres bonitas por aí afora, mas aí elas parecem todas iguais. Em Sergipe, ao contrário, existe uma diversidade muito grande de mulheres, com beleza para todos os gostos. Concursos de beleza deveriam ser incentivados em todas as favelas, em todos os bairros e em todas as cidades sergipanas para haver uma valorização maior das mulheres. Mas essa valorização precisa estendida ao respeito dos seus direitos. A presidenta Dilma Roussef ainda pode ajudar – e muito – nesse processo de afirmação dos direitos da mulher sergipana e brasileira.



Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
21/04
13:45

A opção pela indústria

Ricardo Lacerda*

Nos anos noventa, a indústria de transformação perdeu cinco pontos percentuais de participação no Valor Adicionado Bruto (o PIB excluindo os impostos). O ano mais crítico foi o de 1998. Naquele ano, a participação da indústria de transformação (a preços básicos) se situou 7,5 pontos abaixo do resultado de 1990 e 9,8 pontos abaixo de 1985 (ver Gráfico). A abertura comercial acelerada e o câmbio fortemente valorizado fizeram o trabalho. Milhares de postos de trabalhos foram destruídos e a produção doméstica foi substituída pela importação em um grande número de setores da atividade industrial. Ninguém há de esquecer nem a euforia do consumo de produtos importados causada pelo real forte, nem a ressaca da quebra do país em 1998, na esteira da crise no sudeste asiático.

Abertura comercial
A abertura comercial significou, nesse sentido, uma opção pela perda de participação da indústria no desenvolvimento brasileiro. À época, as autoridades econômicas entenderam e os especialistas alinhados não escondiam a opinião de que o peso da indústria na formação do PIB era tido como excessivo e somente se mantinha à custa de elevada proteção, que onerava os consumidores e restringia a competitividade e a modernização da economia brasileira.

Fonte: IBGE. Obs. As participações da indústria de transformação na série com ano base de 2002 em razão da nova classificação das atividades econômicas em que foi ampliado o escopo do setor de serviços

Operava também, como em outros momentos de nossa história recente, o apelo popular do subsídio implícito ao consumo proporcionado pelo real forte mesmo que em troca de menos geração de emprego e de produção interna mais frágil. Nesse sentido, a valorização cambial foi também uma opção, todavia não confessada nesse caso, de reduzir o peso da indústria.

Com a mudança de regime cambial e a abrupta desvalorização do real em 1999, a participação da indústria de transformação subiu alguns pontos até 2000 (ou até 2001, dependendo da série), ficando distante, todavia, dos patamares dos anos oitenta. Com a nova desvalorização provocada pelo temor dos mercados em relação ao governo eleito em 2002, a indústria da transformação voltou a elevar o peso no valor adicionado bruto em 2003 e 2004, agora já se aproximando da participação de 1985.

Ciclo e crise
A emergência da China no cenário internacional e a explosão de demanda pelas nossas commodities produziram crescentes saldos comerciais, que aliados à intensa entrada de capital de risco, inauguraram um novo ciclo de valorização do real. O ciclo de crescimento econômico iniciado em 2004 foi impulsionado, em um primeiro momento, pela expansão das exportações, mas ganhou fôlego com a expansão do crédito e com o crescimento do poder de compra da faixa de população situada na base da pirâmide de renda.

Entre 2005 e 2008, a atividade industrial cresceu em ritmo intenso, mas inferior ao do PIB, o que levou à perda de peso do setor no total da economia. Depois de 2008, a atividade não conseguiu manter a trajetória de crescimento, apesar do desempenho de 2010.

Nos últimos dois anos, diante do agravamento da crise financeira internacional e ainda com o real valorizado, a indústria de transformação sofreu novo baque, o que fez não apenas a atividade industrial perder peso no PIB como ter visto o seu nível de produção cair.

Diferentemente dos anos noventa, a redução da participação da indústria de transformação na formação da riqueza a partir de 2005 não é apresentada como objetivo de governo e resulta, em um primeiro momento, do efeito das exportações de nossas commodities sobre o câmbio. Como a indústria crescia em ritmo intenso por conta da acelerada expansão do mercado de consumo, a perda de sua participação do PIB não era vista como problema. No segundo momento, após 2008, quando urgia a decisão de desvalorizar o câmbio, contou o renovado apelo consumista do câmbio valorizado.

Nova Matriz
Somente em meados de 2011, quando ficou claro que a economia mundial caminhava para o segundo mergulho, com fortes impactos sobre o nível de atividade interna, especialmente sobre as atividades industriais, iniciou-se um movimento de maior amplitude em favor do desenvolvimento industrial.

Desde então, por meio de instrumentos como desvalorização cambial, redução dos juros, desoneração da produção e da implementação de programas específicos voltados para o desenvolvimento de capacitação tecnológica e para a internalização de atividades produtivas, iniciou-se uma nova política de desenvolvimento produtivo que revela uma opção pela indústria.

Em meio ao temporal da crise financeira internacional, as medidas têm demorado a mostrar seus efeitos, mas elas podem ser um início de uma nova etapa de aumento da participação da atividade industrial na economia brasileira, que caiu muito além do desejável.

*Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe
A
rtigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/


Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
16/04
07:24

Servidores da saúde de Pirambu sofrem com descaso público

Utilização inadequada da mão-de-obra, defasagem no salário, falta de condições de trabalho e medicação e ausência de capacitação profissional. Estes foram os principais pontos observados pela diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde de Sergipe (Sintasa) ao visitar os servidores municipais da Saúde de Pirambu. Por conta dessas reclamações, o sindicato protocolou um ofício para o prefeito a fim de poder ter uma reunião com ele e com o secretário de saúde do município para resolver estas questões administrativas.

“São grandes deficiências e isso tudo tem prejudicado o bom desenvolvimento das atividades dos servidores”, declarou a diretora do Sintasa, Maria da Graça, que visitou o município com o outro diretor, João Wadson.

Quem mais sofre em Pirambu são os auxiliarias, técnicos de enfermagem e enfermeiros. Eles que são lotados na urgência e emergência, estão atuando hoje no apoio ao Programa de Saúde da Família (PSF), fazendo atividades dos profissionais do programa, como curativos em domicílio, acolhimento, triagem, sendo que não são suas funções de origem. Para piorar, não recebem nenhuma gratificação por isso, e continuam com seus salários defasados. Só para exemplificar, o enfermeiro ganha hoje R$ 1 mil e o auxiliar e enfermeiro R$ 678,00 como salário base.

Outros descasos
As condições de trabalho são deficientes pelo fato de não existir é Estar (lugar de descanso), não tem birô para atender o cliente, e nem sala para fazer uma triagem. “O objetivo da gestão é que o funcionário fique em pé o tempo todo”, diz Graça.

Os funcionários que cumprem jornada de 12 horas não têm direito a almoço e não existe transporte para os servidores que moram fora de Pirambu. “Na minha concepção, os trabalhadores estão pagando para trabalhar”, ressalta a diretora.

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) não funciona, a exceção é quando existe uma festa no município. Nesta ocasião, a prefeitura contrata de emergência médicos e técnicos. Falta  medicações de urgência, o auxiliar de enfermagem está sendo obrigado a vir com o paciente numa ambulância simples, com os torpedos de oxigênio quase vazio, e sem o paciente está estabilizado.

Mais problemas
Outro ponto é a falta de equipamentos de urgência e emergência como oxímetro de pulso, que é essencial para fazer o monitoramento do paciente; e o respirador mecânico (Ambu) encontra-se em quantidade insuficiente. Há ainda uma falta de capacitação aos funcionários, como do curso de BLS (Suporte Básico de Vida, do inglês, Basic Life Support) para melhor tratar o paciente, visto que numa parada cardíaca do mesmo, o técnico e o auxiliar tem que estar preparados para poder rever o quadro.

E, por fim, a diretoria do Sintasa quer saber o critério de falta para os funcionários que não comparecem às segundas-feiras e sextas, visto que estão levando três faltas em qualquer dia da semana.

Fonte: www.sintasa.com.br


Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
15/04
09:11

Balanço do Sergipão: Fabinho Cambalhota ajuda o Sergipe golear e manter a ponta

Fabinho Cambalhota, destaque da rodada pelo Sergipe, ao completar 100 jogos com o colorado (Fotos: Filippe Araújo/FSF)

Por Kleber Santos


Na rodada que marcou os 100 jogos de Fabinho Cambalhota pelo Sergipe, o time colorado manteve a ponta e colocou três pontos no segundo colocado, Confiança, ao golear o Boca Júnior por 4 a 1, neste domingo (14), no Estádio Batistão, em Aracaju, pela 13ª rodada do Campeonato Sergipano de Futebol. Os gols foram marcados por Lucão, Rafael, David e Fabinho Cambalhota, o cara do jogo. O gol único dos visitantes foi marcado por Osvaldo.

Ainda no domingo, o Itabaiana ficou no empate em 1 a 1 com o Lagarto, no Presidente Médici. Os gols foram marcados por Gilmar Alagoano para o Tricolor e Wellington para os visitantes. Com o placar, o Lagarto está na zona do rebaixamento ao lado do América. Este, por sua vez, perdeu para o Estanciano, por 2 a 1.No complemento da rodada, o River Plate jogou fora de casa e bateu o Olímpico, por 4 a 2.

Sábado
O Confiança manteve viva as chances de se aproximar do líder Sergipe, ao ganhar do Socorrense, que vem com uma bela campanha, por 1 a 0, no Estádio Wellington Elias. Wallace marcou para o time proletário.

Resultados dos jogos
Socorrense 0 x 1 Confiança
Itabaiana 1 x 1 Lagarto
Estanciano 2 x 1 América
Olímpico 2 x 4 River Plate
Sergipe 4 x 1 Boca Júnior

Próxima rodada
17/04 - QUA
Itabaiana x Estanciano
20/04 - SAB
América x Itabaiana
River Plate x Boca Júnior
21/04 - DOM
Estanciano x Sergipe
Lagarto x Socorrense
Confiança x Olímpico

CLASSIFICAÇÃO



Coluna Afonso Nascimento
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Por Kleber Santos
15/04
08:33

Futebol: Os brasileiros pelo mundo

Foi um final de semana produtivo para os jogadores brasileiros espalhados pelo mundo, com gols saindo na Itália, Portugal, Alemanha e até em países da Ásia. Mas foi mesmo a Espanha que contou com maior número de bolas na rede de atletas do país. O festival começou no sábado e terminou neste domingo.

Espanha: quem abriu a série foi Jonas, que manteve a ótima forma ao marcar seu oitavo gol nos últimos oito jogos pelo Valencia, chegando a 11 no total da temporada. No entanto, sua equipe perdeu terreno na briga pela quarta colocação no campeonato, já que sofreu o empate em 3 a 3 para o Espanyol no último lance do jogo. O Málaga, então, aproveitou para roubar o quinto lugar do rival ao vencer o Osasuna por 1 a 0, com gol de Júlio Baptista também no lance derradeiro da partida. No domingo, Diego Costa (foto) abriu e Filipe Luís fechou a goleada do Atlético de Madri sobre o Granada por 5 a 0, ganhando pontos na briga para se manterem na Seleção de Luiz Felipe Scolari. Os colchoneros seguem em terceiro na tabela com 65 pontos, três atrás do Real Madrid – que venceu o Athletic Bilbao por 3 a 0 – e a 16 do líder Barcelona – que superou o Zaragoza por 3 a 0.

Alemanha: com o título confirmado com seis rodadas de antecedência, o Bayern de Munique recebeu o Nuremberg com time totalmente reserva – Dante e Luiz Gustavo não atuaram –, mas ainda assim não teve trabalho para golear por 4 a 0. Coube ao lateral Rafinha aproveitar as ausências dos titulares para marcar um dos gols, em belo chute cruzado após passe de Pizarro. O clube bávaro manteve sua impressionante campanha, com 25 vitórias e apenas uma derrota em 29 rodadas, 83 gols marcados e apenas 13 sofridos. Outro gol brasileiro na rodada foi do zagueiro Naldo, no empate do Wolfsburg com o Hoffenheim em 2 a 2 que deixou o rival em situação bastante complicada, na penúltima posição. O mesmo placar de 2 a 2, também com tento no fim, aconteceu entre Schalke 04 e Bayer Leverkusen. O meia Raffael, que fez carreira na Europa, cobrou o pênalti do empate, ajudando a equipe – que ainda contou com Michel Bastos como titular – a se manter na quarta posição.

Rússia: contratado a peso de ouro pelo Anzhi no início do ano, o ex-corintiano Willian marcou seu primeiro gol com a camisa do novo clube na vitória por 3 a 0 sobre o Volga, fora de casa. O resultado manteve a equipe na terceira posição da tabela, atrás do Zenit e do líder CSKA Moscou, que tropeçou e perdeu terreno na briga pelo título ao empatar em 0 a 0 com Dínamo de Moscou. Vagner Love não esteve em campo.

Ucrânia: não foi a saída do seu antigo camisa 10 justamente para o Anzhi que tirou o Shakhtar Donetsk da rota de mais um título ucraniano. A equipe segue liderando com sobras e desta vez passou pelo Zorya por 3 a 0 com mais um gol de Luiz Adriano, chegando a 69 pontos, 17 a mais que o vice-líder Metalist, que goleou fora de casa o Vorskla por 4 a 1 com gols do ex-são-paulino Marlos e do ex-palmeirense Cleiton Xavier, um dos principais artilheiros da liga.

Itália: teve gol brasileiro em um duelo direto contra o descenso e no clássico de Gênova. Ângelo, que teve passagem pelo Corinthians, ajudou o Siena a bater o Pescara por 3 a 2 e a sair da zona de rebaixamento. Já Éder abriu para a Sampdoria e Matuzalém empatou um duelo quente, que deixou o Genoa em situação complicada na briga para não cair. Mesmo sem marcar Leandro Castán e Dodô foram titulares na vitória da Roma sobre o Torino por 2 a 1, fora, enquanto Robinho voltou a começar um jogo pelo Milan, no empate em 1 a 1 com o Napoli. Quem gostou foi a Juve, que segue com folga na ponta.

E o que mais?
Na Inglaterra e na França, alguns dos principais brasileiros tiveram resultados opostos. Lucas, Thiago Silva e Maxwell, titulares do Paris Saint-Germain, ajudaram o clube a vencer o Troyes e se manter firme rumo ao título. Já Philippe Coutinho e Lucas Leiva não impediram o 0 a 0 do Liverpool com o Reading, assim como Júlio César também não evitou nova derrota do praticamente rebaixado Queens Park Rangers, desta vez para o Everton.

Por fim, nos Emirados Árabes Unidos, o embalado Ricardo Oliveira fez mais dois no empate em 3 a 3 do Al Jazira com o Al Nasr.


Coluna Afonso Nascimento
Com.: 0
Por Kleber Santos
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