25/08
15:19

MPF/SE seleciona estagiários de administração e engenharia civil



Foi publicado nesta quinta-feira, 25 de agosto, o edital do processo de seleção para estágio em administração e engenharia civil no Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE). As pré-inscrições poderão ser feitas entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro de 2011 no próprio site do MPF/SE.


Já a validação das inscrições será feita presencialmente, pelo próprio candidato ou seu procurador habilitado com instrumento de mandato, no período de 1 a 8 de setembro na sede da Procuradoria da República (Av. Beira Mar, 1064. B. 13 de Julho, Aracaju). Na ocasião, o candidato deverá entregar declaração da instituição de ensino que comprove a matrícula, o cumprimento de 40 % ou mais da carga horária ou dos créditos do curso e indique expressamente a Média Geral Ponderada do candidato.


Poderão concorrer os acadêmicos matriculados regularmente no curso de Engenharia Civil e para a vaga da área de Administração os acadêmicos matriculados nos seguintes cursos: Bacharelado em Administração; Tecnólogo em Gestão Pública, e Tecnólogo em Recursos Humanos. Podem se candidatar estudantes de instituições de ensino conveniadas ao MPF/SE (UFS, Unit, Fase, Fanese, Pio X, Ages, Faser, Facar, Faculdade São Luís de França e IFS) e que tenham concluído pelo menos 40% da carga horária ou dos créditos do curso, independente do semestre em que esteja formalmente matriculado.


O concurso visa preencher uma vaga da área de administração e uma vaga na de engenharia civil, além de formar cadastro reserva para o preenchimento de vagas que venham a surgir.
A bolsa de estágio, atualmente, é de R$ 800, mais auxílio transporte no valor de R$ 7 por dia efetivamente estagiado.  (Da assessoria)


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Por Eugênio Nascimento
24/08
19:10

Servidores prejudicados pela Captar recebem orientação do Sintasa

Augusto Couto, presidente do Sintasa, ladeado pelo representante do Sindecese, durante reunião com alguns servidores da maternidade


Dívida trabalhista de 20 funcionários lotados na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) ultrapassa R$ 75 mil


O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), Augusto Couto, nesta quarta-feira (24), apresentou aos ex-servidores da Captar, da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), o direcionamento jurídico tomado pelo sindicato junto à Procuradoria Regional do Trabalho.

Foram prejudicados 20 servidores lotados na MNSL, dos quais 12 recepcionistas, quatro telefonistas, três maqueiros e um motorista. O valor total da dívida da Captar ultrapassa os R$ 75 mil, uma vez que o valor de contrato mensal dos 20 funcionários era de R$ 25.047,72.

Na reunião, o presidente Augusto Couto explicou que foi procurado por alguns servidores que reclamaram que estavam com os salários atrasados. Por conta disso, o Sintasa entrou com uma ação cautelar na procuradoria, no dia 29 de julho, para garantir o pagamento dos salários e verbas rescisórias dos trabalhadores, através do pedido de criação de uma conta judicial.

“Nós entramos com uma ação cautelar porque uma ação civil pública poderia demorar mais tempo. Queremos chegar a um acordo com a Captar para os servidores não serem mais prejudicados”, explica Augusto Couto.

A medida tomada pelo Sintasa, na verdade, foi para suprir a omissão inicial do Sindicato dos Empregados de Condomínio, Limpeza Urbana e em Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Sergipe (Sindecese). Agora, ambos os sindicatos estão unidos em prol dos servidores prejudicados pela Captar.

“É um momento de união. A bola de neve está grande e não podemos deixar aumentar”, disse o diretor fiscal do Sindecese, Reyvanderson Fernandes. “Antes tarde do que nunca”, ameniza.

O processo administrativo aberto pelo Sintasa, cujo número é 0001579.0211.5.20.0006, por conta da falha na execução do contrato da Captar Serviços Técnicos – então empresa terceirizada pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) – visa impor multa de R$ 750 mil, suspensão do direito de licitar no Estado pelo prazo de um ano e rescisão unilateral do contrato – o que já foi feito pela FHS no dia 11 de julho deste ano.

Problemas atuais
Atualmente, a empresa Transur assumiu o contrato com a fundação no lugar da Captar. Apesar da mudança, o presidente do Sintasa ouviu algumas reclamações dos servidores com a atual empresa. Uma delas é o não recebimento de vale-transporte, visto que foram contratados no início do mês, e já estavam três meses sem receber. “Tem servidor que não tem nem dinheiro para vir trabalhar e não pode faltar para não cortar o salário”, revelou uma servidora contratada, que na quis ser identificada para não sofrer perseguição.

Outro servidor, por sua vez, ficou na bronca porque nem todos os funcionários contratados pela Captar foram aproveitados. “No início, disseram que iriam aproveitar todos, mas depois recebemos a notícia de que alguns não tinham o perfil adequado para a função”, argumenta o servidor, sem se identificar.

Tanto o presidente do Sintasa como o representante do Sindecese ficaram de cuidar mais de perto sobre o caso da nova empresa contratada.

Da Assessoria



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Por Kleber Santos
24/08
09:07

SERGIPE - Audiência no MPF, hoje, discute funcionamento do MAX

Eugênio Nascimento


A Universidade Federal de Sergipe (UFS), a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), o Instituto Brasileiro de Museus (IBM), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Prefeitura de Canindé participam às 10h de hoje de audiência conjunta no Ministério Público Federal (MPF/SE). Vai entrar em pauta a manutenção e patrocínio do Museu Arqueológico de Xingó (MAX), criado pela Chesf e administrado pela UFS, que corre o risco de ter as suas atividades prejudicadas por falta de quadro de pessoal e verbas para a manutenção.

Talvez no encontro de hoje saia um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que aponte para uma solução definitiva da questão. A Chesf, estatal que tem passivo ambiental na região desde que destruiu Canindé para construir a Usina Hidrelétrica de Xingó, nunca deu muita atenção para o MAX, que tinha apoio maior da Petrobras, que nada tinha a ver com a usina ou os projetos da estatal nordestina da produção de energia. A UFS deseja uma solução definitiva para não ficar sempre no desespero em busca de dinheiro e pessoal.

O museu é o mais visitado de Sergipe e poderá crescer ainda mais a visitação, a partir da iniciativa da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), que vai promover reuniões com as empresas que atuam na área de turismo para que co loquemn o MAX em seus roteiros. A Setur quer também o Palácio Museu Olímpio Campos (PMOC) nos roteiros. Hoje, as empresas apenas levam os turistas a passeios no lago de Xingó, no rio São Francisco, em cujas margens também os visitantes almoçam e retornam para Aracaju.

A rergião de Xingó é a novidade turística de Sergipe. No período de alta estação recebe uma média aporoximada de mil turistas por dia. Mas os gastos se resumem ao trasporte Aracaju-Canindé, a tarifa do Catarmarã e ao almoço. Esse é um tipo de turismo que não beneficia a cidade, que fica apenas com o lixo produzido pelo visitante. A meta da Setur é convencer os empresários do turismo a propagarem a cultura da região e estimular hospedagem e conhecimento de outros atrativos também.

Agora, é aguardar os resultados da audiência e que as partes cumpram o que for acordado.


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Por Eugênio Nascimento
22/08
06:24

Rogério participa de inauguração de Clínica em D ivina Pastora

Imagine você ter que anda 13 quilômetros entre um município e outro para conseguir atendimento médico, com dores, muitas vezes com dificuldade de transporte e até a pé. Esta era a realidade da auxiliar administrativo Roselita dos Santos " Não tinha condições de recebe atendimento médico aqui em Divina Pastora, só no Hospital de Riachuelo. Com essa clínica agora ficou mais fácil e está muito bonita, bem arrumada", opinião compartilhada por Maria José de Jesus Santos, que mora no assentamento Mário Lago " Muito Linda", com esta simplicidade e com um sorriso nos lábios, elas se referiram a Clínica de Saúde da Família Marcelo Vilas Boas, entregue neste fim de semana pelo governador Marcelo Deda, o vice-governador Jackson Barreto e  prefeita Maria Augusta Lima. " A clínica está bem espaçosa, com aparelhos modernos que vai nos dar melhores condições de trabalho e vamos poder atender mais pessoas", observou a dentista Larismar Maciel, funcionária da Unidade de Saúde.

Esta foi a 54ª clínica entregue no Estado, desde o primeiro governo de Marcelo Deda e faz parte de um planejamento elaborado pelo ex-secretário de saúde e hoje deputado federal Rogério Carvalho e, hoje, bem executado pelo atual secretário Antônio Carlos Guimarães, também presente a solenidade: "O projeto que fizemos para a saúde do Estado foi inovador, ousado e muito eficaz. Criamos uma agenda para os próximos anos que vai permitir que o atendimento médico aconteça em todo o Estado, através da ampliação da rede de Hospitais e Clínicas como esta. Visitei vários países e observei as unidades de saúdes destes locais e digo sem medo de errar: que esta unidade está nos padrões dos países desenvolvidos" informou o deputado Rogério Carvalho, que teve o trabalho reconhecido pelo governador durante o discurso: "Rogério Carvalho foi meu secretário e idealizou comigo essa transformação na saúde do Estado. Só nesta clínica foram investidos 652 mil reais. E aconteceu da seguinte maneira: o governo do Estado entregou o prédio pronto e os profissionais ficam a cargo da prefeitura da cidade. Posso dizer a vocês tem muito tempo que um governador não vem aqui e entrega uma obra como esta, ainda mais em um período que não é o eleitoral", enfatizou Marcelo Deda.

Muito emocionada, a prefeita de Divina Pastora, Maria Augusta Lima, também agradeceu ao deputado Rogério Carvalho e saudou aos familiares do médico ortopedista Marcelo Vilas Boas, falecido, que deu nome a clínica "Marcelo Vilas Boas era uma pessoa simples e ajudou muito a nossa comunidade, só tenho a agradecer os sonhos realizados hoje", concluiu. (Da assessoria)


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Por Eugênio Nascimento
22/08
05:42

SERGIPE - Capitania dos Portos terá ação Social em Maruim

A Capitania dos Portos de Sergipe vai realizar uma ação cívico social no Povoado Guiomar Dias, no município de Maruim no dia 10 de setembro.  “Fizemos um curso com a comunidade pesqueira da região e estamos finalizando essa  atividade com essa ação, pegando o gancho da Semana da Pátria”, declarou o comandante da  Capitania dos Portos de Sergipe, Eron Gantois. Segundo ele, a ação vai levar à comunidade  do povoado serviços da área da Saúde, como higiene bucal, aferição de pressão, palestras, etc. “Será como o ‘Ação Global’”, frisou. A iniciativa da Marinha conta com o apoio da  Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SESI e Energisa. “A Energisa, por exemplo, vai realizar a troca das lâmpadas incandescentes pelas eletrônicas, que consomem menos  energia elétrica”, destacou. A ação cívico social da Marinha também vai promover  melhorias em escolas públicas da comunidade.


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Por Eugênio Nascimento
21/08
15:54

Pensando a sergipanidade

 José Maria de Oliveira Silva (*)

 

            Disse o Mestre Bispo do Rosário a seu discípulo: “Vá buscar meu leque feito de chifre de rinoceronte”.

O discípulo: “Desculpe-me, Mestre, está quebrado”.

O Mestre: “Muito bem, traga-me, então, o rinoceronte”.

 

Seria a idéia de sergipanidade um mito? Algumas perguntas demandam explicações. Como emerge o conceito? Como ocorre sua (re) criação a partir dos vários momentos históricos significativos? Existe realmente uma entidade (no sentido de conceito, ideologia, representação) chamada sergipanidade? O que era ou é a sergipanidade para os românticos, focloristas, poetas, historiadores, políticos, religiosos, empresários, trabalhadores, intelectuais e homens de imprensa?

Ela é um reflexo do mundo econômico e político ou é um “conceito” atemporal que na prática, muitas vezes, resulta impossível de descrever sua natureza? Um primeiro aporte para o conhecimento da cultura local é construído a partir da análise das práticas e representações. Se,  por um lado, a idéia de uma essência do viés cultural ou pureza como  pensam os folcloristas é falsa, também a simples correlação com a materialidade e dependência do econômico se mostra improcedente. O ideal no conceito de sergipanidade é utilizar novos paradigmas para além das teorias marxistas ou que influenciaram o pensamento e a obra de Foucault, Bourdieu e muitos outros para fundamentar os temas, as representações, as práticas sociais (ver, por exemplo, os autores que compõem o “terceiro sopro” da cultura).

Vejamos, entretanto, quais eram as preocupações dos folcloristas. A magnífica contribuição folclórica romeriana sobre Sergipe relativo aos cânticos, poemas, linguagem e outras manifestações colocam em tela uma relação complexa como a busca de identidade das qualidades psicológicas das várias raças formadoras do caráter nacional, impulsionado pelo desejo de estabelecer parâmetros para o conhecimento do homem sergipano e brasileiro.  O ponto de partida é o nacional popular. Há por trás desse extenso levantamento romântico sobre o saber popular o resgate das tradições indígenas e escravas, moradores na maioria nas zonas rurais ou no sertão. Essas experiências e memórias transmitidas oralmente pelo saber popular tiveram uma influência no modo de ser do homem local. O saber livresco mesmo estudando os elementos centrais da cultura local, regional e mesmo nacional tem dificuldade em captá-los em sua plenitude e em sua riqueza, pois, na sua essência toda cultura vêm do som, do sabor, da palavra, do cheiro existente. Nesse sentido, não há dúvida que a idéia de sergipanidade só pode ser construída mediante o estudo  e resgate da diversidade ao longo do tempo.

 Na modernidade os elementos citadinos preponderam sobre os aspectos rurais na formação social. Considerando o aspecto da materialidade, a construção dos templos, o plantio de árvores nas avenidas, os casarões, o embelezamento das cidades, os teatros, os shoppings, etc trouxeram conseqüências benéficas para o “aggiornamento” da população.  Toda essa criação ou mudança vem sendo descrita com novo vocabulário ( “gentrification” , por exemplo) quando ocorre a conexão do global e do local.

Um dos primeiros passos no processo de construção cultural e resgate das coisas sergipanas emergem com a discussão sobre a territorialidade. O que era Sergipe? Como se inicia a consciência territorial e política e como ela se propaga? A atenção para esse todo, permeado de conflitos, momentos importantes da história, da geografia e da política é a envoltura que condicionará todo aquele processo. O apego ao território ao longo da história como parte de uma comunidade imaginária significava no passado que o local constitui um espaço de identificação, muito mais que simples identidade.  Quase sempre se manifestava como oposição ao globalismo, orgulho, apego, paixão pura e simples ao modus vivendi. Hoje os conflitos sociais suavizaram os seus impactos ocorrendo relações amistosas no âmbito da globalização, entre o elemento nacional e global. Nada existe que não passe pelas suas estruturas. “Tudo o que é sólido desmancha-se no ar”” (Marx). E assim um grande número de coisas relativas a cultura, a moral, as leis, aos ritos, as crenças religiosas, aos cultos afro-brasileiros são consideradas excêntricas ou como sobrevivências do passado. Por isso, muitas vezes, os textos produzem imagens que no tempo e no espaço manifestam uma unidade sem forma, sem sabor ou textura ao descreverem o território, o formato das religiões, as mansões e senzalas das zonas açucareiras que respiravam poder, crueldade, pecados e virtudes. Não valorizam a diversidade social, o multicultural, os diferentes interesses na construção do processo cultural e social e em todo saber e experiências que vem de baixo e que de fato constituem as raízes do local e do nacional.

Um último aspecto para a valorização da sergipanidade, do resgate de suas raízes  e mesmo do conhecimento da arte Zen de Bispo do Rosário está no processo educacional. O envolvimento da educação com a memória e a tradição de Sergipe é condição sine qua non para retomarem muitos dos caminhos que ficaram perdidos ou adormecidos e que dão suporte às conquistas e experiências culturais. A base, portanto, para a construção da sergipanidade não é algo abstrata.

                                                                                 

(*) Professor aposentado da UFS. Doutor em História Social pela USP e pós-doutor pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais,  Paris, França

 



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Por Eugênio Nascimento
21/08
14:01

Enfim, a licitação do transporte coletivo de Aracaju

Eugênio Nascimento



O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B), reúne a imprensa nesta segunda-feira,  22, às 9h, no Centro Administrativo, para anunciar a licitação do transporte coletivo.
Vai adotar uma iniciativa que nenhum outro administrador municipal da cidade teve coragem  de fazer nos últimos 25 anos ou mais. Eles sempre optaram em estimular as empresas a se
subdividirem e iludir o povo com a ideia de que a capital vinha sendo contemplada por  grande quantidade de empresas do setor de transporte.


Ao lado do lixo e da construção civil, o transporte coletivo é conhecido por ser um dos  tripés que mandam nas administrações  públicas municipais, principalmente nas capitais,  onde tem fama de também grande financiador de campanha eleitorais e doador de gordas  ajudas para quem lhes ajuda. Talvez por isso, o segmento transporte coletivo tornou-se algo imexível em Aracaju e os poucos movimentos que aconteceram foram iniciativas dos  próprios empresários


Ao longo de sua história, a Aracaju que teve a mobilidade de sua população unicamente a  pé e depois a  cavalo, carroça, Kombi e só mais adiante, nos anos 60, de marinete (os
ônibus de hoje) é uma cidade infeliz no uso do transporte coletivo. Durante anos e mais  anos, a cidade foi explorada única e exclusivamente por duas empresas, a Bomfim e Fátima,
que depois se subdividiram e geraram esse amontoado que aí está prestando serviços de má  qualidade, com tarifa cara e ônibus que quebram com frequência e deixam os passageiros
abandonados debaixo de chuva e de sol nas ruas da capital.


É louvável a iniciativa do prefeito Edvaldo Nogueira, a quem foi muito cobrada a  realização de uma licitação geral. A cobrança foi feita também aos seus antecessores, que  não tiveram coragem e optaram pelo “jeitinho” de iludir a população apostando na  colocação de várias marcas empresariais nas ruas de Aracaju sem gerar uma concorrência  decente, com opções variadas para os bairros da capital, normalmente mal servidos.  Espera-se que a licitação seja honesta e justa e que vençam os melhores e mais  interessados em prestar serviços bons e baratos ao povo. Mas será que essa licitação sai  mesmo?

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Por Eugênio Nascimento
21/08
09:44

SERGIPE - Cohidro inicia recuperação de áreas degradadas nos perímetros irrigados

O Governo do Estado, através da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), inicia o processo de recuperação de reservas de proteção ambiental que sofreram intervenção do homem durante quase três décadas. Nos perímetros irrigados administrados pela companhia, o entorno das bacias hidráulicas foi sendo ocupado de forma indevida ao longo de 28 anos, uma vez que os marcos que identificam essas áreas foram retirados com o passar do tempo.

Esta ação terá início no perímetro irrigado Jacarecica I, em Itabaiana. Lá serão construídos 23 km de cerca e cerca- viva no entorno da bacia hidráulica para delimitar a área de preservação ambiental de responsabilidade da Cohidro. Todo o material como estacas, arames, grampos e sementes de Sabiá (Sansão do Campo - planta de rápido crescimento) já foram adquiridos. A licitação para a contratação da empresa realizadora do serviço está em andamento.

"A cerca-viva feita com Sabiá é uma barreira ideal contra os invasores, uma vez que possui espinhos semelhantes aos das roseiras e bastante resistência. Ela será usada para delimitar todo o entorno da bacia hidráulica, que é uma Área de Preservação Permanente (APP)", explica a gerente geral dos Perímetros Irrigados, Maria Lúcia Ferraz.

Ainda segundo a gerente, todas as pessoas que ocupam a área já foram notificadas sobre as mudanças. "Foi feito um cadastramento com os residentes do entorno da bacia e solicitado a eles que recuem seus terrenos aos limites originais, pois será levantada a cerca. Esse acordo foi firmado entre a Cohidro e os ocupantes da área, com a participação da Semarh/Adema", afirma Maria Lúcia, informando que foram registradas aproximadamente 50 ocupações no local. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
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