04/06
22:13

Prefeito apresenta mudanças no trânsito de Aracaju

Com o objetivo de preparar os cidadãos com antecedência para que todos possam se programar para a utilização de rotas alternativas, o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, apresentou na manhã desta segunda-feira, 04, as mudanças que serão realizadas no trânsito da capital por conta do inicio das obras do Complexo Viário da avenida Tancredo Neves. As mudanças entram em vigor a partir de segunda-feira, 11. Clique aqui e confira as alterações.

O prefeito pediu aos moradores das regiões que irão receber um fluxo de veículos mais intenso e aos cidadãos que tenham um pouco de paciência, pois o transtorno é temporário (cerca de 6 meses), mas os benefícios serão permanentes. "Essa é uma grande obra que vai exigir paciência dos sergipanos no trânsito por que serão criados alguns transtornos momentâneos, mas que, depois de finalizada, irá mudar a face da cidade, melhorando sensivelmente a mobilidade urbana em nossa capital".

Divulgação

O chefe do executivo municipal informou também que será realizada uma grande campanha informativa para que todos possam se familiarizar com as mudanças o mais rápido possível. "Iremos divulgar as mudanças nos veículos de comunicação, nas redes sociais, faremos panfletagens, também iremos disponibilizar um pequeno filme com imagens de satélite do Google Maps no nosso portal".

Edvaldo observou que a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) fará toda a sinalização necessária por meio de placas e alteração dos semáforos, mudança e abertura de novas vias, com desvios asfaltados, agentes de trânsito e de mobilidade auxiliando no processo de informação dos motoristas. "Esse é mais um esforço que estamos fazendo para melhorar o trânsito em Aracaju, preparando a cidade para o futuro. Peço mais uma vez a compreensão e paciência de todos que, em breve,irão usufruir do benefício da obra".

Confira as mudanças que entram em vigor a partir de segunda-feira:

- Quem trafega no sentido Viaduto do DIA-Avenida Beira Mar deverá entrar na rua Reginaldo Passos Pina (ao lado do Setransp), seguir pela rua Tereza V. Andrade, depois pela rua das Orquídeas, Avenida Paulo VI, rua dasMargaridas, rua Saturno e Avenida Universo, até retornar à Avenida Tancredo Neves.

- No sentido Avenida Beira Mar-Viaduto do DIA, seguir a sinalização e cruzar o canteiro central à esquerda, seguindo na rua dos Flamboyants, continuando pela rua dos Lírios e rua N, para depois retornar à Avenida Tancredo Neves;

- Os condutores que seguirem pela Tancredo Neves (sentido Avenida Beira Mar-Viaduto do Dia) para acessar a Avenida Iolanda Pinto (acesso ao Shopping Jardins) deverão entrar na rota alternativa implantada pela Emurb ao lado da Maracar Veículos, passando pelo fundo do Hospital Primavera até alcançar a Avenida Iolanda Pinto;

- Já para os motoristas que seguirem pela Tancredo Neves (sentido Viaduto do Dia-Avenida Beira Mar) para ter acesso ao Hospital Primavera deverão fazer a conversão no viaduto do DIA e pegar a avenida Adélia Franco, entrando na rua Dr. Gutemberg Chagas (ao lado do Palácio de Despacho/Secretária de Estado da Educação), em seguida a Rua 1, para alcançar a Avenida Iolanda Pinto. Ou seguir a Av. Adélia Franco até Av. Marieta Leite para alcançar o Shopping Jardins. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
02/06
07:22

MPF/SE: Caixa Econômica está proibida de terceirizar serviços de engenharia em Sergipe

Sentença da Justiça Federal determina que serviços devem ser prestados por servidores efetivos do banco

 

A Caixa Econômica Federal foi condenada a não mais terceirizar os serviços da área de engenharia em Sergipe. A sentença da Justiça Federal, proferida em processo movido pelo Ministério Público Federal (MPF), afirma que tais serviços devem ser prestados pelos servidores efetivos do banco e não podem ser terceirizados.

Em caso de descumprimento da decisão, a Caixa deverá pagar multa de R$ 50 mil por cada ocorrência. O banco ainda pode recorrer da sentença.

Processo ? Em 2011, o MPF moveu processo contra a Caixa após constatar que as atribuições do cargo de engenheiro júnior, cujo acesso se processa através de concurso público, vinham sendo exercidas por empresas terceirizadas, credenciadas junto ao banco. Na ação, o MPF alega que havia uma terceirização camuflada, para a prestação de serviços idênticos àqueles de atribuição do cargo efetivo.

Na ação, a procuradora da República Eunice Dantas Carvalho argumentou ainda que a engenharia é uma atividade fim da Caixa e, por isso, não pode ser terceirizada. De acordo com informações da própria Caixa, em 2010, havia 19 empresas contratadas para prestação de serviços de engenharia em Sergipe, enquanto o quadro efetivo da empresa conta com apenas 12 engenheiros empregados. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
01/06
22:36

Grandes fotos da natureza animal - Bom fim de semana! - parte 2

  Foto se tira assim ... O resto é retrato















































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Por Eugênio Nascimento
01/06
22:28

Grandes fotos da natureza animal - Bom fim de semana! - parte 1

Foto se tira assim ... O resto é retrato.


































































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Por Eugênio Nascimento
01/06
13:47

CEF e BB devem atender com prioridade portadores de necessidades especiais

O juiz federal da 3ª Vara da Seção Judiciária do Estado de Sergipe, Edmilson da Silva  Pimenta, deferiu tutela antecipada reclamada pelo Ministério Público Federal, em ação  civil pública, em face da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL ? CEF E BANCO DO BRASIL, objetivando  que os réus promovam em suas agências bancárias, localizadas no Estado de Sergipe,  efetivo atendimento imediato às pessoas consideradas preferenciais independentemente da  disponibilização de guichês exclusivos Provocado pela representação da Associação de  Deficientes Motores de Sergipe ? ADM/SE, o MPF instaurou inquérito civil público com o  fim de apurar possível desrespeito pela CEF, casas lotéricas e Banco do Brasil ao  atendimento aos portadores de deficiência física e à plena acessibilidade nas agências  bancárias em relação à entrada pela porta giratória.


Após a realização de inspeções em algumas agências bancárias dos réus, ficou registrado  que houve o atendimento de senhas comuns antes das preferenciais, ferindo a legislação  nacional, que assegura atendimento prioritário e imediato aos portadores de deficiência  física, aos idosos, gestantes, lactantes e pessoas com crianças de colo. Devidamente notificada, a Caixa Argumentou que já oferece atendimento diferenciado e  prioritário a quem faz jus a esse direito, inclusive não apenas em guichês específicos.  Destacou, ainda, que a pretensão do MPF, embora meritória, esbarra no cumprimento da Lei  Municipal nº 2.636/98, cujo atendimento deve ser efetuado em até 15(quinze) minutos.


O Banco do Brasil alegou, no mérito, que os argumentos trazidos aos autos, bem como as  provas, são tímidos e insuficientes para sustentar tais alegações, visto que as ditas  ocorrências só se verificaram com duas senhas, evidenciando que a amostragem se mostra  deficiente e não reflete a realidade.

Em sua decisão, o juiz federal Edmilson Pimenta entendeu que a Constituição Federal  estabelece a igualdade perante a lei, sem qualquer distinção (art. 5º, caput e inciso I).  A fim de promover um tratamento isonômico entre as pessoas é que se faz necessária a  criação de regras para amparar e proteger os desiguais, respeitando as individualidades e  diferenças sociais. Nesse passo, após grandes lutas daqueles que viviam alijados da  sociedade, alguns direitos foram conquistados ao longo dos anos, desde a promulgação da  Carta Magna de 1988.


Considerou, também, que, embora os réus venham buscando promover esse atendimento  diferenciado e individualizado, como garante a lei, algumas mudanças ainda devem ser  feitas, mormente no que se refere ao atendimento imediato.


Desta forma, o Magistrado concedeu a medida liminar solicitada, determinando que os réus  promovam, em suas agências bancárias, no Estado de Sergipe, efetivo atendimento imediato  às pessoas portadoras de deficiência, idosos a partir de 60 (sessenta) anos, gestantes,  lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo, independentemente da  disponibilização de guichês exclusivos, no prazo de 30(trinta) dias, de modo que sejam  atendidas antes de qualquer outra, depois de concluído o atendimento que estiver em  andamento, sob pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) para cada descumprimento  constatado.


Também determina o magistrado ampla divulgação da decisão em todas as agências bancárias  localizadas no Estado de Sergipe e em, no mínimo, um jornal de ampla circulação nesta  unidade federativa. (Da assessoria)


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Por Eugênio Nascimento
30/05
21:00

Sintasa se pronuncia sobre as declarações de Gilmar Carvalho

Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) informou que o presidente do sindicato, José Augusto Couto, exerce o cargo sob total legalidade, mediante vitória nas últimas eleições, e que na época do pleito preencheu todos os requisitos para se candidatar de acordo com o estatuto do Sintasa.

Logo, a informação divulgada no programa de Rádio de Gilmar Carvalho nessa quarta-feira (30) não tem fundamento, visto que o radialista alegou que “Augusto do Sintasa” não poderia ser presidente do sindicato porque é vigilante. 

Contudo, o estatuto do Sintasa reza no artigo 2, no item “Finalidade”, sobre a área de alcance dos servidores, e diz que pode ser filiado ao sindicato os servidores que trabalham ligado a Saúde, sem restringir a função. Logo, José Augusto Couto é servidor estatutário lotado no HUSE, desde 1986, na função de vigilante. Além disso, é filiado ao Sintasa desde os idos de 90. E todo filiado pode se candidatar ao pleito do Sintasa. 

Adiantamos este esclarecimento para a imprensa, visto que o direito de resposta que eticamente o radialista Gilmar Carvalho irá conceder será dado nos próximos dias.

Da Assessoria


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Por Kleber Santos
29/05
14:08

Fundação Cartier adquire escultura do sergipano Véio

Em recente visita a Paris, na França, o artesão sergipano Cícero Alves dos Santos, mais conhecido como “Véio”, vendeu uma de suas esculturas para o presidente da Fundação Cartier, Hervè Chandes, que elogiou muito os trabalhos que lhe foram expostos. Dele foi destacado pela imprensa nacional brasileira e no segmento cultural da França.

Satisfeito,. Véio disse que no Sul e Sudeste do Brasil vende bem as suas peças a preços que chegam a R$ 5 mil. Em Sergipe, ele tem dificuldade para vender por R$ 500. O artesão explica: Mas, não é porque o povo não gosta, é que não tem dinheiro para isso. Aqui não se investe em arte.

Em entrevista ao Jornal da Cidade, Veio diz: fui escolhido para representar Sergipe no lançamento de um livro que reúne obras minhas e de mais nove artistas brasileiros. No mesmo evento foi organizada uma exposição com as minhas peças que está em cartaz até o final desse mês. Inclusive, essa mesma exposição foi apresentada também na galeria Estação, em São Paulo.

(Com dados publicados pelo JCidade)



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Por Eugênio Nascimento
29/05
07:23

Polícia Federal devolve arma e porte federal a César Gama

O jornalista César Gama recebeu de volta, na sede do Departamento da Polícia Federal em Sergipe, a sua pistola calibre 380 e o Porte Federal de Arma que haviam sido apreendidos semana passada por uma patrulha da Polícia Militar, numa operação que ele considerou irregular e motivada por ressentimentos decorrentes do trabalho realizado anteriormente como jornalista investigativo.
 

De acordo com César Gama, ainda nesta semana, com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil Secção Sergipe, ele entrará com pedido de trancamento do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) elaborado pela Polícia Civil com base nos depoimentos dos PMs que o abordaram. O TCO é um registro de um fato tipificado como infração de menor poder ofensivo.
 

No TCO, os policiais acusam César Gama de ter cometido ato de desobediência, por não ter atendido a ordem para sair do local onde se encontrava, depois que os PMs perceberam que não havia problemas com sua documentação e qualquer outra razão que justificasse a abordagem. O jornalista considera que, na realidade, não cometeu desobediência e muito menos ato ilegal, “tanto é que o delegado plantonista recusou-se a lavrar qualquer flagrante, ao constatar a inexistência de qualquer tipo de delito, apesar da pressão dos PMs, e até de um coronel professor de Direito, para que o fizesse”, salientou.
 

O jornalista explicou os motivos para sua atitude. “Passei minha vida profissional inteira defendendo pessoas que nem mesmo conhecia das injustiças dos que, investidos do poder de autoridade, se julgavam no direito de cometer toda sorte de arbitrariedades. Por que deixaria de protestar veementemente quando me tornasse alvo delas? Não deixei o local porque ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, senão em virtude de lei”, argumentou, citando o artigo 5º. da Constituição Federal, e acrescentando: “Em vez de desobediência a ordem, o que fiz foi um ato de resistência ao arbítrio”.



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Por Eugênio Nascimento
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