26/01
15:11

Ao Vencedor as Batatas?

Clóvis Barbosa
Blogueiro e conselheiro do TCE/SE
 
A guerra. Que troço intrigante. Uns morrem nela. Outros vivem dela. O escandaloso, contudo, é que, no fim, ela acaba em paz. Se por rendição ou eliminação de quem perde, não importa. Relevante é que a guerra não dura para sempre. Pelo menos quando é travada literalmente no campo de batalha. Ali onde ela se concebe enquanto embate político, porém, pode até perpetuar-se. Nesse ponto, deve-se concordar com Churchill. “Política e guerra são igualmente excitantes e perigosas. Acontece que, na guerra, morremos uma única vez, enquanto que, na política, morremos inúmeras”, ensinava o estadista. Com efeito, esse é o inevitável problema da guerra política: saber morrer. Churchill soube. Ainda quando foi vítima de uma medonha injustiça. Isso, a rigor, é o que notavelmente distingue os fracos dos fortes. Estes aceitam a derrota, mesmo que injusta; aqueles não a querem, mesmo quando a merecem.
 
Não fosse Churchill, ao invés de o estandarte de uma democracia, a suástica teria sido fincada na lua em 1969. Ou antes. Ou nunca. Mas a terra certamente vestiria uma suástica. Todavia, Churchill venceu a guerra. Pegou o bonde andando em 1940, quando sucedeu a Chamberlain, em cujas mãos a Grã-Bretanha e o mundo corriam o risco de soçobrar. Após iniciais baixas, a Inglaterra, pela habilidosa batuta de Churchill, trouxe os EUA para o front. Pois bem, com a derrota da Alemanha, em 1945, o planeta retomou seu curso normal e Churchill, vitorioso, candidatou-se à recondução como premiê, na certeza de que o parlamento inglês reconheceria sua grandeza e o elegeria novamente. Coisa nenhuma. Sobreviveu à grande guerra, mas morreu (temporariamente) na política, perdendo o pleito para o trabalhista Clemente Attlee. O que fez Churchill? Xingou Attlee? Não. Digeriu a derrota e recolheu-se.
 
Resultado? Churchill concentrou-se na conclusão de sua monumental obra (Memórias da 2ª, Guerra Mundial), que lhe renderia o Nobel de literatura em 1953. Em suma, como soube perder, Churchill também saiu vencedor. Tanto que, em 1951, já com 76 anos, Churchill retomou o cargo de primeiro-ministro. É assim que as coisas funcionam na política. Morrem-se inúmeras vezes, mas também se ressuscita inúmeras vezes. Salvo quando a estupidez não autoriza. Estúpidos não sabem sequer administrar vitórias. Se, ao invés de ter sido o maior guerreiro de todos os tempos, Alexandre, o Grande, fosse um estúpido, a batalha de Issus poderia ter tomado itinerário diverso. Após derrotar Dario III, em 333 a.C., Alexandre, cujo exército capturara entes queridos do derrotado, deu-lhes não tratamento de reféns, mas de hóspedes. Ele não tinha em Dario um inimigo, mas um adversário. Saiu duplamente fortalecido.
 
Veja o caso de Muammar Gaddafi, o mais excêntrico dos déspotas modernos. Quando tinha 27 anos, em 1969, liderou o golpe de jovens militares que derrubou o rei Idris do poder na Líbia. Com um discurso nacionalista e revolucionário, após tomar o poder, tomou medidas antiamericanas, o que o levou a aproximar-se dos países comunistas. Durante o seu reinado de 42 anos à frente da jamahiriya ou “república das massas”, foi acusado pela explosão de um avião em Lockerbie, na Escócia, que matou 270 pessoas em 1988; por ter tramado o atentado ocorrido numa discoteca em Berlim, que matou várias pessoas, além de financiar guerrilhas de esquerda pelo mundo, inclusive o IRA, o Exército Republicano Irlandês. É verdade que há pouco mais de 10 anos começou a recompor as suas relações com os europeus e americanos: abriu mão da bomba nuclear, da abertura para exploração do seu petróleo por empresas multinacionais, passou a visitar países, enfim, tentava passar a ideia para o ocidente que ele tinha mudado. Não abriu mão, no entanto, do sistema político que ele instaurou na Líbia, sem Constituição, Parlamento e partidos políticos. A Lei máxima existente era o seu “Livro Verde”, um guia que pretendia demonstrar que o país vivia uma democracia direta. Das quedas dos tiranos da chamada Árabe pós-primavera, Ben Ali, na Tunísia, que se refugiou na Arábia Saudita e Hosni Mubarak, do Egito, que se encontra preso aguardando julgamento, Gaddafi foi o único, até agora, que teve morte violenta.
 
As circunstâncias de sua morte, acredita-se, jamais serão esclarecidas. As imagens veiculadas pela televisão mostram que ele já havia sido capturado antes de ser torturado e morto. O que leva um homem a se auto intitular dono da vontade popular? O escritor egípcio Alaa AL Aswani, em entrevista ao jornalista Marcelo Ninio, da Folha de São Paulo, disse que “Ditadores tendem a criar uma realidade paralela, em que o ego e a muralha de aduladores a sua volta o isolam da realidade em que vive o resto do povo”. E é verdade. Perde a racionalidade aquele que se consola com um mundo autocriado, acreditando ser o melhor de todos! São tolos desprovidos de sentimento autocrítico e de sabedoria para percepção do momento certo de se afastar do cenário. A História é pródiga em nos ensinar que o poder não é eterno. Júlio César, imperador romano, que exerceu o poder despoticamente acabou a vida apunhalado; Dario I, rei da Pérsia, que governou um vasto e poderoso reino, mas a insensatez e a ambição desmedidas fizeram com que fosse derrotado nas Batalhas de Maratona e Plateia quando tentou conquistar a Grécia. Xerxes, percorreu o mesmo caminho do seu pai Dario I. Após subjugar o Egito, preparou um grandioso ataque à Grécia. A história mais uma vez se repetiu: foi derrotado numa batalha sangrenta, seu exército ficou em frangalhos e foi obrigado a fugir para a Ásia, onde morreu assassinado pelas mãos de um dos seus auxiliares.
 
Nabucodonosor, rei dos Assírios, ficou embasbacado com a vitória que obteve sobre Arfaxad, rei dos Medos em Ecbátana, tanto que comemorou com o seu exército durante 120 dias de cachaçada em Nínive, capital da Assíria. Numa ambição ilimitada e se auto intitulando “o grande rei” ou “o senhor de toda a terra”, convocou o general Holofernes para organizar uma guerra mundial contra todos os povos. O seu exército foi formado por cento e vinte mil guerreiros a pé e uma multidão de cavalos com doze mil cavaleiros.   O fim da história está na Bíblia no livro de Judite, quando Holofernes, general de Nabucodonosor, teve a cabeça cortada por Judite, mulher de Manassés, o que fez com que os soldados ficassem desnorteados, sendo massacrados pelos israelitas. Ciro, rei persa, outro governante tirano, cujo orgulho e poder teve um triste fim, caiu numa cilada preparada pela rainha Tamiris, sua inimiga com quem guerreava. Esta, após capturá-lo, cortou-lhe a cabeça e encheu-a com o seu próprio sangue. Sísifo, tido pela mitologia grega como um homem muito astuto, achava-se o mais inteligente dos mortais, pois, chegou, inclusive, a enganar a morte quando o ludibriou e o manteve cativo. Por isso, por ter enganado Júpiter, responsável pelo envio da morte, passou o resto da vida empurrando um rochedo até o alto de uma montanha e quando a mesma chegava no cume, tornava a cair, sendo Sísifo obrigado a recomeçar a tarefa. Esses, portanto, como tinham o rei na barriga, achavam-se acima de tudo e de todos.  
 
E qual o arquétipo do político ideal? Aquele que detém a magia de transformar derrotas em vitórias e vitórias em conquistas ainda mais memoráveis. E o o arquétipo do político estúpido?  É aquele cuja débil ossatura só é capaz de projetar a engenharia do caos. Quando vencedor transforma a vitória em derrota; quando derrotado, transforma a perda em sepultamento. O estúpido, na política, não morre inúmeras vezes. Morre apenas uma. A morte política, entretanto, depende mais da perspectiva do derrotado, do que do tratamento que lhe é conferido pelo vencedor. Daí a necessidade de encarar cada batalha apenas como uma fase do longo processo que é a biografia política. Veja-se, por exemplo, a biografia política do ex-governador sergipano, falecido prematuramente em 2013, Marcelo Déda. Perdeu algumas batalhas? Sim. Mas por que transpirava um como que de invencibilidade? Porque digeriu as derrotas, capitalizando-as, a fim de, mais tarde, lucrar com elas.
 
Aqui, vem a calhar uma breve referência a um dos mais imponentes romances de Machado de Assis: Quincas Borba. Nessa obra, Machado introduz uma filosofia de cunho escatológico, à qual dá o nome de humanitismo. No humanitismo de Quincas Borba, há situações em que a própria vida lança seus alicerces a morte de outrem. Esse ponto-de-vista é ilustrado com a seguinte estória: imaginem-se duas tribos rivais famintas diante das quais há uma plantação de batatas. As batatas mostram-se suficientes para alimentar só uma das tribos. Se elas fizerem a paz, no sentido de comerem juntas as batatas, todos morrerão de inanição. Solução? A guerra. A morte de uma tribo viabilizará a vida da outra. Morte, nesse caso, é vida. Ao derrotado, o extermínio; ao vencedor, as batatas. O emprego irônico das batatas para recompensar o êxito demonstra o menoscabo de Machado por quem despreza a vida e a dignidade alheias.
 
Numa palavra, quem vê no extermínio do adversário a única saída para a sua vitória, merece como prêmio um punhado de batatas. Quando perdia, Déda atribuía a si próprio a razão da perda. Depois, tornou-se um vencedor. Déda atribuía ao povo a razão das vitórias. E, mais importante, não humilhava o derrotado. Por isso, não lucrava tão-somente batatas nas vitórias que galgava. Comemorava a vitória, vibrava com elas. Estupidamente, um dos derrotados no em um dos pleitos garantiu que Déda comemorou em demasia a vitória,  arrotando que ele só fez isso porque bebeu uma cervejinha além da conta. Interessante, Alexandre comemorava suas vitórias com vinho. Churchill, com whisky. Obviamente, uma cervejinha acompanhou a vitória esmagadora de Déda naquela eleição. Uma coisa é certa. Embora Quincas Borba assegure que batatas ficam para o vencedor, aqui o troféu foi outro. Ao vencedor, a cerveja; ao perdedor, as batatas. 
 
Clóvis Barbosa escreve aos sábados, quinzenalmente.


Coluna Clóvis Barbosa
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Por Eugênio Nascimento
25/01
23:16

Melhores momentos: Confiança 1x0 ABC - Copa do NE

 

Esportes
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Por Kleber Santos
25/01
21:41

Coluna Primeira Mão

 

PDT e DEM podem se aliar

 

Ninguém confirma e nem desmente. Mas há muitos comentários reservados no meio político dando conta de que o DEM vai participar da composição da aliança que apoiará o projeto de reeleição do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira. O presidente estadual do PDT, partido ao qual Nogueira se filiará, provavelmente,  no dia 7 de março, a eleição em 2020 será municipal. “Não vejo nenhum problema, em outras capitais os dois partidos estarão juntos. Quanto a  Aracaju, quem comanda o processo de alianças é Edvaldo. Não há nenhuma restrição de aliança com o DEM”, deixou claro.

 

Dataprev: Greve é ampliada

 

A greve dos servidores da Datarev de Sergipe chamou a atenção da  categoria e a estatal paralisou as duas atividades em todo o país. A estatal está sendo desativada em várias unidades da federação e já foi definida a demissão de todos os seus quadros em Aracaju. A Dataprev já está desativando os seus espaços no prédio que ocupa. Mas a greve, que começou na quinta-feira passada, continua.

 

Superando a crise

 

Para o economista Ricardo Lacerda, Sergipe começa a dar sinais de que está se encaminhando para sair da crise. Mas vai ser assim, progressivamente.

Três  forças para a superação da crise:

-Investimento na cadeia de petróleo e gás

- retomada do consumo e do emprego, impulsionados pela redução dos juros e da confiança

- Recuperação paulatina da construção civil

As finanças vão paulatinamente melhorar,  bem lentamente.

O Nordeste apresenta maior dificuldade para retomar o crescimento,  depois da crise iniciada em 2015.

 

Trabalhistas na espera

 

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, entusiasma os pedetistas. O partido avalia que, com a chegada dele, há condições de eleger pelo menos três ou quatro vereadores. Jason Neto anda alegre.

 

PSC discute candidatos

 

Na manhã deste sábado, 25, a cúpula dirigente do PSC em Sergipe se reuniu em um hotel de Aracaju em café da manhã. André Moura, Clóvis Silveira, Cristino e Zeca dera, a largada nas discussões em torno de nomes para compor a chapa proporcional do PSC em Aracaju. Faliu-se um pouco sobre o interior. Novos encontros acontecerão.

 

Muita disposição

 

O petista Márcio Macedo acredita que vai conseguir unir o partido em torno do seu nome. Segundo ele, nesta fase de discussão, discute-se. Mas quando o partido se decidir (em encontro municipal) por manter a candidatura própria, “marcharemos todos unidos”. Há indícios a candidatura é caminho sem volta.

 

Quer crescer

 

O PSD do deputado federal Fábio Mitidieri quer crescer e poderá receber adesões de prefeitos do interior candidatos à reeleição logo em breve.

 

Pobre endinheirado

 

Conforme a Receita Federal, a arrecadação de impostos federais em 2019 totalizou R$ 1,537 trilhão, um crescimento real de 1,69% em comparação ao ano anterior. Corrigido pela inflação, chegou a R$ 1,568 trilhão, o maior volume desde 2014, de R$ 1,598 trilhão. O Brasil é o que se pode chamar de um pobre cheio da grana.

 

Opção única

 

Para a disputa eleitoral deste ano, o ex-senador e presidente estadual do PSDB, Eduardo Amorim, a única opção de ser candidato é disputando a Prefeitura de Itabaiana. A outra saída é ficar fora do páreo.

 

Sempre presente

 

O senador Alessandro Vieira (Cidadania) prepara-se para se fazer presente na campanha do seu partido em todo o Estado. Ele quer estar junto às bases partidárias e aos eleitores  no pleito de outubro próximo para que todos os seus correligionários se façam presente em sua campanha de 2022, isso se for disputar o Governo de Sergipe.

 

Pode ser ela

 

Parece que vai sobrar para a delegada Georlize Teles a tarefa de ser a candidata do DEM à Prefeitura de Aracaju. Ela disponibilizou o nome e o partido, se optar por ter candidatura própria, vai fazer com que Georlize puxe a sua militância para as ruas. Na campanha, os nomes que poderão valorizar a delegada serão os da senadora Maria do Carmo e o do ex-governador João Alves Filho.

 

Asfaltamento

 

As máquinas nas ruas e avenidas colocando asfalto são irritantes, mas quando as vias públicas forem totalmente recuperadas, com certeza, vão render muitos votos para Edvaldo Nogueira.

 

Lucas Cobra

 

A ausência da sinalização horizontal em ruas e avenidas de Aracaju voltou a ser alvo de críticas do vereador Lucas Aribé (PSB). Desde o ano passado, o parlamentar tem protocolado Indicações na Câmara Municipal solicitando que a Prefeitura faça a revitalização desses instrumentos de mobilidade, mas o problema persiste e, agora, se estende a locais onde a camada asfáltica foi recolocada.



Coluna Eugênio Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
25/01
21:03

PT empossa dirigentes estaduais e apresenta pré-candidatos

O Partido dos Trabalhadores (PT) empossou neste sábado, durante reunião no Cotinguiba Esporte Clube, os seus dirigentes estaduais e revelou os nomes de alguns pré-candidatos à prefeituras municipais em outubro próximo, entre os quais Márcio Macedo, por Aracaju.

 

O senador Rogério Carvalho, a vice-governadora Eliane Aquino, o deputado estadual Iran Barbosa, o deputado federal e presidente estadual João Daniel e Márcio Macedo estavam presentes.

 

De acordo com Jefferson Lima, presidente do PT em Aracaju, irá reviver o que o partido construiu enquanto Marcelo Déda era prefeito e vai atualizar o cenário político em 2020, fazendo política conversando com o povo.



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
25/01
14:29

Gipão decide suspender o lançamento do segundo uniforme

Por causa de dívidas deixadas pela gestão anterior, o Clube Sportivo Sergipe decidiu não mais lançar o segundo uniforme. A atual diretoria divulgou divulgou comunicado neste sábado.

Leia a seguir as explicações da direção do CSS

Comunicado


O Club Sportivo Sergipe explica que, a dívidas de gestões anteriores, não haverá o lançamento do segundo uniforme, que foi envolvido em uma negociação para quitação desta dívida.


Historicamente, o segundo uniforme 2 tem vendagem menor que o terceiro, por isso, observando a necessidade de arrecadar melhor para sanar os débitos, a diretoria decidiu pela estratégia de viabilidade financeira mais eficiente.

É importante destacar que o primeiro uniforme, que estava previsto para ser apresentado à nação colorada durante a semana do clássico (Sergipe X Confiança), ocorrido em 11 de janeiro, teve atraso por parte do fornecedor e será apresentado aos torcedores nos próximos dias.


A diretoria do Gipão ressalta ainda que a venda do terceiro uniforme está sendo realizada na loja Sergipe Mania, localizada na avenida Augusto Franco (antiga Rio de Janeiro), ao lado do estádio João Hora de Oliveira.


Atenciosamente,

Diretoria do Club Sportivo Sergipe



Esportes
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Por Eugênio Nascimento
24/01
22:13

OAB/SE quer fim de novos cursos de Direito e embaraçar os sem qualidade

O presidente da seccional sergipana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SE), Inácio Kraus, manifestou-se preocupado com o número excessivo de cursos de direito no país (1.712) e,  em especial, em Sergipe (cerca de 12).

Esses cursos colocaram no mercado 1.174.981 advogados no país e algo em torno de 10 mil em Sergipe. Há um contingente muito elevado de profissionais na área e isso dificulta a sobrevivência. “Ou fechamos a torneira ou acabaremos pela canibalização”, afirmou Inácio.

Em seu desabafo, ele foi mais longe: “Temos que judicializar de forma firme. É um dos maiores problemas do sistema OAB. Temos que brecar os novos cursos e criar embaraço aos sem qualidade”.

O presidente da Ordem lembrou que o Chile tem apenas 45 cursos de Direito e 45 mil advogados.



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
24/01
18:23

Divulgado resultado do I Concurso Literário da Rede Pública Estadual de Sergipe

Mais de 700 estudantes se inscreveram no concurso, que teve como tema “Amazônia: sua importância para o Brasil e para o mundo”

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), através do Departamento de Apoio ao Sistema Educacional (DASE), divulgou nesta sexta-feira (24), o resultado do I Concurso Literário da Rede Pública Estadual de Sergipe. O concurso foi voltado para estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, bem como alunos do Pré-Universitário, juntamente com o respectivo professor orientador.

Ao todo, 760 estudantes se inscreveram para participar desta primeira edição do concurso, cujo tema foi "Amazônia: sua importância para o Brasil e para o mundo". Os participantes submeteram seus trabalhos nas categorias poesia, crônicas, literatura de cordel, redação e crônicas em inglês e espanhol. Os alunos e professores vencedores com melhores trabalhos de cada categoria serão contemplados com um notebook. Já os segundos e terceiros colocados ganharão medalhas. A premiação acontecerá durante a aula inaugural no Colégio Estadual Tobias Barreto, no mês de fevereiro, em data ainda a ser definida.

Os resultados do I Concurso Literário da Rede Pública Estadual de Sergipe podem ser conferidos clicando aqui.

Fonte: ASN
Foto: Maria Odília/Ascom-Seduc


Variedades
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Por Redação
24/01
17:52

Vias em obras continuam com alterações no trânsito neste sábado, 25

Agentes da SMTT estarão nos locais em obras a partir das 7h para garantir a mobilidade urbana e orientar os condutores

Devido às obras de infraestrutura dos corredores de mobilidade, a Prefeitura de Aracaju informa que o trânsito das avenidas Augusto Franco e Beira Mar permanecem com alterações neste sábado, dia 25. Como há previsão de chuvas na capital sergipana para o final de semana, os trabalhos de recapeamento, sinalização das vias e construção da nova ciclovia da avenida Augusto Franco podem ser interrompidos. Apenas o serviço de fresagem do antigo asfalto continua. Os agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) estarão nos locais em obras a partir das 7h para garantir a mobilidade urbana e orientar os condutores.

Corredor Augusto Franco

Além da construção da nova ciclovia no canteiro central da avenida Augusto Franco, há frentes de trabalho atuando no recapeamento da via. Sendo assim, no sentido Norte (Santa Maria/Centro) o trânsito estará em meia pista nos trechos entre as avenidas Padre Nestor Sampaio e Gonçalo Rollemberg Leite; no sentido Sul (Centro/Santa Maria) o trânsito estará em meia pista nos trechos entre a avenida Edélzio Vieria de Melo e a rua Jurandi Gomes de Santana e entre as ruas Santa Catarina e Maruim.

Corredor Beira Mar e Corredor Jardins

O serviço na Beira Mar permanece concentrado no cruzamento entre as avenidas Ivo do Prado e Barão de Maruim. A via está sinalizada e não há interdições no trânsito. A frente de trabalho no Corredor Jardins continua na avenida Josino José de Almeida no trecho entre o cruzamento com a rua Presbítero Adel Alves Oliveira e a avenida Tancredo Neves. O trânsito estará em meia pista.

Fonte: AAN
Foto: Secom/PMA


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Por Redação
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