28/02
21:50

Alto Sertão pede apoio do Legislativo para implementação de campus da UFS na região


A Assembleia Legislativa recebeu na tarde de hoje, 28, o engenheiro florestal Fábio Andrey, integrante do movimento Coletivo de Juventude do Alto Sertão, que fez uma palestra defendendo a expansão da Universidade Federal de Sergipe (UFS) para o alto sertão sergipano. A extensão universitária para a região é uma reivindicação antiga dos sertanejos, que além de enfrentarem os desafios impostos pelo clima semi-árido não contam com cursos superiores. A presença de Fábio Andrey atendeu ao requerimento dos deputados estaduais Ana Lúcia (PT) e João Daniel (PT).

A mobilização para extensão da UFS para o alto sertão compreende os municípios de Canindé do São Francisco, Poço Redondo, Nossa Senhora da Glória, Porto da Folha, Gararu, Nossa Senhora de Lourdes e Monte Alegre. Um dos principais pontos para a instalação de um ensino superior na região é diminuir o êxodo rural, melhorar as condições sociais, culturais, políticas e econômicas da sociedade local e diminuir a evasão escolar.


Fábio Andrey esclareceu que o Alto Sertão compreende a maior extensão territorial do Estado, com 23% de ocupação e com população aproximada de 137 mil habitantes. Os municípios que formam a região possuem o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Sergipe, sendo que o setor industrial representa 72% de tudo que é produzido no Estado. Este fato se justifica pela Usina Hidrelétrica do Xingó. O Alto Sertão é o ocupa primeiro lugar na produção de leite e segundo em grãos do Estado. Além de ser um importante pólo turístico.


Caatinga


O palestrante explicou que o bioma da região é a Caatinga, que tem características específicas por apresentar um solo fértil. Em 80% dos municípios sertanejos, não há médicos ou profissionais especializados, já que eles não residem onde atendem a população. A exceção é a educação, que participaram de um programa desenvolvido pelo Estado em parceria com a UFS de qualificação. “Os profissionais de fora não constroem um vínculo com a região onde trabalham. Apenas 1,5% das pessoas que residem no sertão têm acesso ao nível superior, devido à baixa renda dos trabalhadores do campo”, explicou Fábio Andrey.



Durante muito tempo, a economia do sertão só ficou focada na pecuária extensiva e na monocultura, principalmente a de algodão, o que causou êxodo rural, pois cada vez mais pessoas procuravam sair de suas terras para procurar oportunidade na capital. Em Sergipe, o Alto Sertão é marcado pela agricultura familiar e existem 201 áreas de assentamentos de reforma agrária, sendo que 46% dessas famílias residem e moram na região.


“A UFS tem que atender ao tripé: oferecer ensino gratuito para formação de profissionais, pesquisa de novas tecnologias que auxiliam a região e cursos de extensão que envolvem a comunidade”, defendeu Fábio Andrey, que lamentou o fato de que os campi da UFS se concentram em municípios próximos a Aracaju. Ou seja, apesar da interiorização do ensino superior, o acesso aos cursos continua difícil para quem mora distante da capital.


De acordo com dados apresentados pelo palestrante, no ano passado 1.652 alunos estavam aptos para fazerem vestibular, sem levar em conta os que já haviam concluído o ensino médio em anos anteriores. Ainda segundo Fábio Andrey, o interesse dos estudantes em ingressarem na UFS é exemplificado pela procura de jovens por uma vaga no curso de pré-vestibular gratuito da região, que não atende à demanda. São 100 vagas e a procura chegou a 600 estudantes.



“Existe uma grande mobilização de vários setores do Estado em atenderem à nossa reivindicação para instalação de um pólo da UFS na região, além de contarmos com apoio de prefeitos e de segmentos formadores de opinião e estudantis. Assim, esperamos contar com a apoio também dos deputados estaduais e federais de Sergipe para que isto se torne realidade”, espera Fábio Andrey.


Deputados estaduais


O deputado estadual Antônio dos Santos (PSC) disse que há a necessidade de um pólo universitário no Alto Sertão para dar melhor condição para o sertanejo e que espera que a presidente do Brasil Dilma Rousseff não meça esforços para atender a estas reivindicações. “Nenhum deputado estadual vai se furtar ao apoio para que isso se torne uma realidade muito em breve. O sertão precisa de um ensino superior”, pontuou Antônio dos Santos.


O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), apoiou a luta dos estudantes do Alto Sertão, mas ressaltou que a é preciso ser realista quando o assunto é a educação. “Vamos pisar no chão. O governo do Estado primeiro tem que fazer a parte dele. Ou seja, precisa fazer uma pesquisa para quantificar a necessidade de professores nas salas de aula. Se há deficiência nesta área, isto vai causar deficiência ainda maior para o estudante competir em um Vestibular. O Estado tem que fazer urgentemente a parte dele porque está prejudicando toda uma juventude. Tem alunos que passaram no Vestibular da UFS e que até hoje não concluíram o segundo grau na rede estadual. Eu quero me somar a esta mobilização, mas não posso deixar de registrar minha preocupação com a situação da educação que se encontra atualmente o nosso Estado. O governo tem que assumir a responsabilidade e melhorar a situação do ensino, porque o que estamos vendo não é bom”, ressaltou Venâncio Fonseca.


Fábio Andrey concordou com o deputado estadual Venâncio Fonseca e apontou que muitos estudantes têm dificuldades de deslocamento para chegarem às escolas e que este é um problema grave que se arrasta há anos. “De fato é fundamental a educação básica de qualidade. Precisamos garantir que as crianças tenham acesso às escolas para ter uma educação contextualizada e que a criança e o jovem possam se manter dentro de suas realidades”, concordou.


O deputado estadual do PV, Gustinho Ribeiro disse que o sertão é uma região rica e importante do Estado no contexto da agricultura e defendeu a implementação de uma unidade da UFS na região. “Sabemos que a educação é a base do ser humano e a oportunidade de acabar com a vinda de diversos jovens para a capital, que deixam para trás suas famílias e arriscam suas vidas nestas viagens”, disse Gustinho Ribeiro.


O movimento também recebeu apoio dos deputados estaduais Zé Franco (PDT), Maria Mendonça (PSB), Gilson Andrade (PSL), Zezinho Guimarães (PMDB) e João Daniel (PT). A deputada Ana Lúcia esclareceu que a universidade pública vai ajudar a formar profissionais para atuarem na região onde residem e que conhecem a realidade de seus municípios Ana Lúcia adiantou que no dia 21 de março, a Assembleia Legislativa vai receber a visita do reitor da UFS, Josué Modesto que vai debater ainda mais este assunto.


“Esta luta pela escola pública começa na década de 30, com Getúlio Vargas e avança com a chegada dos imigrantes italianos, que queriam ensino gratuito, mas de qualidade. A luta pela universidade não é excludente. A educação precisa da educação infantil, dos ensinos fundamental e médio, até que o estudante chegue à universidade. O Estado pode ajudar a universidade federal, mas a responsabilidade maior pela oferta do ensino superior é da União”, esclareceu Ana Lúcia.


Se a implantação de um campus da UFS para Alto Sertão for aprovado pelo Governo Federal, há grande possibilidade de sua instalação ser em Nossa Senhora da Glória, pela estrutura que este município oferece e por sua localização estratégica. “Temos que promover um ensino superior de qualidade para que possamos buscar desenvolvimento econômico, social e cultural da região. (Da assessoria)



Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/02
21:33

Eleições 2012 - “Muitos nomes, muitas especulações”



Faltando ainda pouco mais de 19 meses para a realização das eleições municipais de 2012, os partidos e lideranças políticas influentes no processo apresentam uma série de nomes nos 75 municípios sergipanos para dar início ao processo pré-pré-classificatório. A iniciativa cria um clima de começo de campanha eleitoral em todo o Estado, gerando tensão nos prefeitos que estão no poder (eles temem o esvaziamento de suas gestões por causa do debate sucessório), e animando a vida política das cidades.


Os prefeitos que disputarão a reeleição ingressam neste processo pré-pré-eleitoral com certa vantagem. É o alvo da procura dos eleitores e dos partidos aliados e opositores. Os aliados buscam se preservar como tal e alguns segmentos oposicionistas tentam se aproximar do poder. Se rejeitados, os oposicionistas partem para o enfrentamento público para garantir bom espaço na disputa.


As campanhas municipais estão bem visíveis na capital sergipana, Aracaju, aonde o prefeito atual, Edvaldo Nogueira (PC do B), não pode disputar a reeleição. Surgem como opções os petistas Sílvio Santos, vice de Nogueira, e o deputado federal Rogério Carvalho. No  mesmo segmento governista ainda são citados os nomes de Almeida Lima (PMDB) e Eduardo Amorim (PSC). Na oposição são citados sempre o ex-governador João Alves Filho, o deputado Mendonça Prado e o ex-deputado federal José Carlos Machado, todos do DEM, além de Nilson Lima (PPS).


Aracaju parece ser a maior preocupação de situação e oposição. Os governistas perderam na capital, na eleição passada, a disputa pelo comando do Executivo Estadual. Isso se tornou motivo de preocupação para os seguidores do governador Marcelo Déda e deixou afoito o ex-governador João Alves e seus seguidores. Por isso, a campanha está no dia-a-dia da mídia, embora governistas não gostem e oposicionistas delirem  com o debate sucessório e os problemas vividos pela  capital.

Mas o clima de campanha está hoje em Itabaiana, onde Luciano Bispo poderá disputar o pleito com Maria Mendonça, Olivier e outros. Na Barra dos Coqueiros, os nomes mais lembrados são o do atual prefeito Gilson dos Anjos e o do ex-prefeito Airton Martins. Já em Socorro, comenta-se muito que o prefeito Fábio Henrique terá como principal opositor o deputado estadual Adelson Barreto. Em Lagarto, Valmir Monteiro teria como opositor Lilá. Esse é o cardápio que está sendo servido nesta fase inicial. Muitos outros nomes aparecerão e muitos desaparecerão. A filtragem depende do eleitor, dos partidos, das lideranças e dos acordos que começarão a ser negociados no início do próximo ano. Até lá, valem as especulações.

 


Política
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Por Eugênio Nascimento
28/02
20:46

Zé Franco e Gustinho defendem criação de campus da UFS no sertão


"Este é um projeto economicamente e politicamente viável. Com o apoio do governador Marcelo Deda, que certamente abraçará esta causa, dos deputados estaduais e de toda bancada sergipana em Brasília, não tenho dúvidas que o campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS) será expandido para o sertão". Esta foi a opinião do deputado Zé Franco (PDT), em pronunciamento realizado na tarde desta segunda-feira, 28, após a palestra do engenheiro florestal Fábio Andrey, integrante do movimento Coletivo de Juventude do Alto Sertão,.

 

De acordo com Zé Franco, será necessária uma avaliação técnica para saber qual o melhor município a receber o campus da UFS, que já tem vários interessados. ?Vejo aqui o prefeito Enoque Salvador, de Poço Redondo, que sabe como ninguém como é a realidade do sertão, entre outros que se encontram conosco nesta tarde, e sei que o que for necessário as prefeituras dos municípios do alto sertão vão colaborar, porque eles sabem que este projeto é importantíssimo para o desenvolvimento da educação na região?, disse o parlamentar.

Gustinho ---

"Como representante da população sergipana, quero me somar a essa causa e tenho certeza que todos os parlamentares também estarão a favor da implantação do campus do sertão. Estou à disposição dos movimentos sociais e lideranças que lutam por este projeto, que trará mais dignidade para o povo do sertão sergipano", enfatizou Gustinho.

O parlamentar destacou, ainda, que a chegada do campus resolverá um problema que aflige a população da região: a dificuldade de deslocamento dos estudantes . "Muitos jovens estão tendo dificuldades para freqüentar a universidade por que saem das suas cidades como Poço Redondo, Canindé e Monte Alegre, e deixam suas famílias viajando para cidades que possuem pólos da UFS, arriscando suas vidas nas rodovias, em busca de uma melhor educação", disse o parlamentar.




Variedades
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Por Eugênio Nascimento
28/02
20:44

A Taxa de desocupação da economia brasileira



Ricardo Lacerda


A taxa de desocupação nas regiões metropolitanas brasileiras se situou em 6,1% em janeiro de 2011, extraordinariamente baixa para um mês tradicionalmente ruim para o mercado de trabalho. Recorrentemente, a imprensa tem noticiado a escassez de mão de obra em atividades da construção civil, da indústria de transformação e, mais recentemente, para o trabalho doméstico nas grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Desde quando foi anunciado o resultado de dezembro de 2010, de 5,3%, a menor taxa de desocupação desde o inicio do registro estatístico, que alguns especialistas têm afirmado que a economia brasileira alcançou o pleno emprego do fator trabalho. Tal assertiva decorre, em parte, da associação que se faz entre a taxa de desemprego de 5% com a noção de pleno emprego, posto que resta sempre um contingente de pessoas desocupadas que está saindo de uma ocupação, antes de encontrar outra. Para alguns analistas, o pleno emprego teria sido alcançado na economia brasileira no sentido de que, para um grande e expressivo grupo de ocupações, não estão disponíveis pessoas com o perfil de qualificação para preencher as vagas.

 

Portanto, pleno emprego não significa que todos aqueles que procuram trabalho estejam ocupados, e sim que uma parcela muito expressiva da força de trabalho está ocupada e que a desocupação persistente, não devo usar residual, decorre de fatores como tempo de rotação entre uma ocupação e outra, ou desproporções do perfil de qualificação ou na estrutura setorial da demanda e da oferta de trabalho, de modo que incrementos adicionais da demanda por trabalho se traduzirão mais em elevação dos rendimentos do que em novas oportunidades de ocupação.

 

 


Queda da desocupação

 

 

A queda da taxa de desocupação na economia brasileira tem sido, de fato, notável. Em janeiro de 2003, a taxa de desocupação nas regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE havia alcançado 11,2%, frente aos atuais 6,1%.

 

Não há dúvida de que o mercado de trabalho brasileiro se encontra aquecido, o que inclusive tem proporcionado ganhos reais nos rendimentos em uma série de ocupações, mas, mesmo nesse sentido elástico, há que se considerar as diferenças regionais nas taxas de desocupação.
 
 

Regiões
 
 

A taxa de desocupação é calculada para seis regiões metropolitanas brasileiras: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Essencialmente por conta de um excedente de mão de obra, acumulado ao longo da história e que a expansão do setor moderno no pós-guerra não logrou absorver, a taxa de desocupação é estruturalmente mais elevada nas regiões metropolitanas do Nordeste, do que naquelas situadas nas regiões Sudeste e Sul. Este é o padrão geral, somente não observado quando crises agudas atacam intensamente o mercado de trabalho mais estruturado do centro dinâmico da economia brasileira, isto é, o da região Metropolitana de São Paulo. A menor taxa de desocupação em janeiro de 2011 foi registrada na Região Metropolitana de Porto Alegre, 4,2%, seguida, pelo Rio de Janeiro, 5,1%, Belo Horizonte (5,3%) e São Paulo (6,0%).

 

Em janeiro de 2011, a taxa de desocupação nas regiões metropolitanas de Recife e Salvador eram, respectivamente, de 7,1% e 10,7%, também as mais baixas da série histórica. Em janeiro de 2006 as taxas de desocupação daquelas regiões metropolitanas haviam alcançado, respectivamente, 15,3% e 14,9%.

  

As taxas de desocupação são mais elevadas para os jovens do que para pessoas com mais experiência, apontando a urgência de expandir os cursos de capacitação profissional.

 

Se fatos extraordinários, como a crise política do mundo árabe ou a deterioração da situação fiscal em nações europeias, não trouxerem efeitos muitos negativos para a economia mundial, o mercado de trabalho brasileiro deve seguir aquecido em 2011, com novas reduções na taxa de desocupação, mesmo que em ritmo menos acelerado. Vamos torcer para que nada atrapalhe esse momento especial do mercado de trabalho no Brasil.


Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/02
17:39

Novo piso: Síntese promove assembleia geral amanhã



Amanhã, dia 01 de março às 15h no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe o SINTESE realiza a primeira assembleia do ano com participação de professores da rede estadual e das 74 redes municipais.

A pauta será extensa e envolverá: revisão do Piso Salarial para 2011, atualização do percentual da regência de classe, criação da gratificação por substituição, implementação nos municípios que ainda não pagam o Piso Salarial, Gestão Democrática, Seminário sobre o Plano Nacional de Educação - PNE, IX Conferência e aposentadoria

Gestão Democrática

Para a imediata implantação da Gestão Democrática só falta o governador enviar o projeto para a Assembleia Legislativa, pois ele já foi plenamente discutido entre governo e professores chegando a um denominador comum.  No dia primeiro os professores vão discutir estratégias de luta

Piso Salarial

O MEC já anunciou: o Piso Salarial é de R$1.187,97 e os professores começam a campanha para o revisão do piso para o novo valor. Tanto o governador quanto os 74 prefeitos receberão ofício do sindicato reivindicando a revisão do piso. (Da assessoria)




Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/02
17:21

CGE INFORMA: Auditoria aponta prejuízo acima de R$ 5,8 milhões ao Estado de SE


A Controladoria-Geral do Estado (CGE) concluiu mais uma auditoria, referente ao convênio 30/2005 firmado entre o Fundo Estadual de Saúde (FES) e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Aracaju (Apae), no período de 31 de outubro de 2005 a 30 de outubro de 2007, processo nº 009.106-00528/2007-0, o qual apresenta indícios de irregularidades causadores de um prejuízo de R$ 5.818.251,07 ao Estado de Sergipe.

De acordo com o relatório de auditoria da CGE, o Convênio 30/2005 tinha a finalidade de somar esforços entre o Fundo Estadual de Saúde e a Apae, por meio de ajuda financeira, para a implantação do programa de ‘Proteção à Gestante do Estado de Sergipe’. Porém, a auditoria constatou a inexistência de documentos que comprovam a aplicação de tais recursos, dentre outras irregularidades apontadas que não tiveram justificativas cabíveis perante os gestores da época.

Ainda de acordo com o relatório, a Secretaria Estado da Saúde (SES) descumpriu o parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) que recomendou a apresentação de documentação que atesta a viabilidade econômica do repasse de recursos entre o FES/SES e a Apae.

Outra agravante apontada pela auditoria é a terceirização do objeto do Convênio 30/2005 ao Instituto Manoel Carvalho de Pesquisas e Diagnósticos (Imasc). Além disso, foi constatado a emissão de notas fiscais pela Apae a pretexto de prestar contas do Convênio como se estivesse prestando serviços à SES; a ausência de laudos dos exames realizados pelo Imasc; irregularidades na Certidão Negativa de Débitos Estaduais (CND), que foi emitida em 15 de maio de 2007, data posterior à celebração do Convênio, no dia 31 de outubro de 2005.

Providências

Segundo o secretário-chefe da CGE, Adinelson Alves, a fiscalização no repasse de recursos entre o Estado de Sergipe e as demais instituições é imprescindível. “Todos os processos que apresentam irregularidades são analisados minuciosamente pelos auditores da Controladoria Geral do Estado, que detêm a competência legal para apontar os indícios e evidências de prejuízos ao Erário estadual, que a partir de ações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público, poderão ser restituídos ao Tesouro do Estado”, afirma Adinelson.

O secretário esclarece que as auditorias realizadas pela CGE não determinam julgamento de qualquer gestor ou entidade, “nosso trabalho é de exercer a plena fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos Órgãos e das Entidades da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo estadual, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade da aplicação dos recursos públicos. Todo esse trabalho tem por objetivo proteger o patrimônio público que pertence à sociedade sergipana”, conclui.

Neste sentido, os resultados da auditoria do Convênio 30/2005, firmado entre a SES e Apae, foram encaminhados ao Gestor dessa Secretaria, ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), ao Ministério Público Estadual (MPE) e ao Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) para que no âmbito de suas respectivas competências adotem as providências legais cabíveis à possível responsabilização das pessoas físicas e jurídicas envolvidas com as irregularidades identificadas na execução do referido Convênio.




Economia
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Por Eugênio Nascimento
28/02
17:05

Virose atinge o governador, o filho e a babá



Uma virose que provoca ânsia de vômito, dor e infecção na garganta e moleza no corpo atingiu no final de semana o governador Marcelo Déda, o filho Mateus e sua babá e uma parente da primeira dama,Eliane Aquino, que está em visita a Sergipe. Déda se sentiu mal hoje de manhã, quando presidia a reunião do grupo que discute as novas políticas de saúde do Estado e por isso foi logo para sua residência, onde foi medicado.


Política
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Por Eugênio Nascimento
28/02
16:34

Novos fotossensores e lombadas serão ativados amanhã



A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) acaba de confirmar que os novos equipamentos de fiscalização eletrônica instalados em Aracaju passarão a funcionar amanhã, terça-feira, 1° de março. As regras de trânsito, conforme a SMTT,  devem ser obedecidas a qualquer hora do dia ou da noite, segundo a legislação vigente. Contudo, os equipamentos mistos de fiscalização eletrônica (fotossensores) não registrarão o avanço do sinal vermelho no horário compreendido entre 22 e 6 horas. (C/assessoria)


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
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