28/02
22:12

Eduardo Amorim fala sobre reunião com Déda

Do senador Eduardo Amorim (PSC), sobre a reunião da quinta-feira passada com o governador Marcelo Déda: Quem me conhece sabe que este não é o meu perfil. Em momento  algum falei em rompimento com o governador, muito menos dizer 'esse cara não manda mais na gente'. Sinceramente, esses comentários que não condiz com a nosso modo de ser e a nconversa que tive com o governador foi muito tranquila.


Política
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Por Eugênio Nascimento
28/02
18:38

Capela quer disputar o Campus das Engenharias da UFS

O prefeito de Capela, Manoel Messias, o "Sukita", manifestou o seu desejo ao reitor da Universidade Federal de Sergipe, professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, de que o Campus das Engenharias, que a UFS pleiteia junto ao Ministério da Educação (MEC), seja instalado em seu município. Ele disse que tem duas boas áreas para viabilizar o projeto e anunciou que pretende buscar o apoio do governador Marcelo Déda, da bancada federal e vai até mesmo levar a proposta ao MEC. "Capela tem usinas de açucar e alcool, está numa área onde há produção de petróleo e a exploração de potássio e carnalita e será a cidade que mais vai crescer nos próximos 20 anos com investimentos da ordem de 4 bilhões de dólares da Vale. Tudo isso lhe oferece condições para entrar no páreo", explicou. Estância também está na disputa.


Variedades
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Por Eugênio Nascimento
28/02
12:13

Zeca e João da Graça deixam o governo do Estado

Reunido desde o início da manhã no Palácio de Veraneio com alguns de seus auxiliares diretos, o governador Marcelo Déda (PT) decidiu dar maior amplitude às reformas que faria no primeiro escalão. Ele exonerou (não se sabe ainda se a pedido ou não)os secretários Zeca da Silva, de Desenvolvimento (Sedetec), e João da Graças, das Articulações Políticas e Relações Instituicionais, ambos ligados a partidos sob o comando dos irmãos Edivan e Eduardo Amorim.

A medida veio uma dia após setores ligados ao Governo (irmãos Amorim), juntamente com opositores terem aprovado e realizado a eleição antecipada para a Presidência da Assembleia Legislativa. Déda queria evitar a eleição e, falam pessoas próximas, desejava indicar a presidente. Alguns aliados afirmam até que era projeto do governador eleger a deputada Conceição Vieira (PT) para substituir Angélica Guimarães (PSC).

Agora há pouco (14h35), uma informação oficial deu conta de que não é verdade que o governador Marcelo Déda tenha exonerado o secretário do Trabalho, Marcelo Freitas. Saíram apenas Zeca e João da Graças. Marcelo Freitas foi indicação do PSC,com a defesa mais veemente da deptutada estadual Suzana Azevedo, que já comunicou fica no governo e terá reunião hoje à tarde.

O governador Marcelo Déda informou através de sua assessoria que vai tirar as próximas 48h ou 72h para meditar, mas vai aproveitar o clima de muranças para dar continuidade às reformas que pretende realizar no governo. As exonerações de Zeca e João da Graça serão oficializadas no Diário Oficial do dia 1° de março.


 


Política
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Por Eugênio Nascimento
28/02
06:13

Para Gualberto, eleição antecipada da Mesa na AL foi 'golpe político'

Surpreendido com uma convocação intempestiva para deflagrar   processo de votação da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2013/2014, o deputado estadual Francisco Gualberto (PT), líder do governo, disse que a eleição representa um 'golpe político na casa da democracia'. A convocação foi feita pela atual presidenta, Angélica Guimarães (PSC), já reeleita, e contestada com veemência por Gualberto e outros deputados da base governista.


"A eleição não foi realizada em clima de harmonia, como deveria ser, mas de ruptura política. A prova disso é que o partido do governador, o PT, está fora da Mesa", frisou o líder. "Eu não vim hoje para a Assembleia sabendo que a eleição da Mesa estava definida. Vim preparado para sair às 18 horas e ir ao Palácio do Governo para dar a minha contribuição no processo. Por isso me sinto golpeado", afirmou Gualberto.


Além de deixarem de fora da chapa a atual primeira secretária, Conceição Vieira (PT), foi excluído também o vice-presidente Garibaldi Mendonça (PMDB). Ou seja, os partidos do governador Marcelo Déda e do vice, Jackson Barreto, foram preteridos da composição da nova Mesa Diretora. E isso tudo sem conversa alguma. "Não dá para fazer uma composição dessas sem acordo político, sem consenso. Angélica sempre foi minha candidata. Nunca tinha identificado nesta Casa alguma vontade contrária a ela na hora da reeleição", explicou.


Consciente de que o regimento da Casa permite a antecipação do pleito, Francisco Gualberto afirmou que não é de bom senso utilizar do expediente para atender interesses ocultos. "Dessa forma, o primeiro mandato da chapa fica de um ano, e o segundo de três anos. Isso muda a Constituição estadual. Não foi para isso que sugerimos a alteração do
regimento em 2008", admite o parlamentar, que por várias vezes afirmou que não se trata apenas da antecipação da eleição da Mesa. "Temos consciência da real intenção desse grupo. A forma não é o problema, mas sim o conteúdo. Sabemos o que está por trás disso tudo, que é a eleição de 2014".


Francisco Gualberto alertou para um possível questionamento jurídico sobre o caso. Segundo ele, a antecipação de 2008, quando a eleição marcada para fevereiro do ano seguinte ocorreu em dezembro, foi feita após amplo entendimento entre os deputados que queriam a permanência de Ulices Andrade no posto. "Não tínhamos o espírito da maldade. Ninguém pensava em manobras. Era apenas uma combinação política. Totalmente diferente do que ocorreu agora", disse, lamentando o episódio. "Mas a história vai cobrar de alguém o que está ocorrendo hoje. Já vimos isso acontecer antes", garante.


Nove deputados governistas apoiaram a posição de Gualberto e não participaram da eleição da Mesa. Além do líder, se retiraram do plenário na hora da votação Conceição Vieira (PT), Gustinho Ribeiro (PSD), Ana Lúcia (PT), João Daniel (PT), Luís Mitidieri (PSD), Jeferson Andrade (PSD), Garibalde Mendonça (PMDB) e Zezinho Guimarães (PMDB). "Se foi um rompimento mesmo, seja o que Deus quiser daqui pra frente. Temos que assumir isso", finalizou Gualberto, avisando que será parte interessada num possível processo jurídico contra a eleição. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
27/02
21:51

Venâncio: “oposição vota em Belivaldo por méritos e não por acordo”

Venâncio Fonseca descarta negociação de acordo

Foto: Janaína Santos, Agência Alese F

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O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), ocupou a tribuna na tarde de hoje (28) para anunciar que ele e os demais membros da oposição votaram pela indicação do ex-deputado e secretário da Educação, Belivaldo Chagas, para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), substituindo a conselheira Isabel Nabuco D’Avila, que se aposentou recentemente. Venâncio confirmou o voto em Belivaldo Chagas ressaltando que o fazia pelos méritos do ex-parlamentar e não por promover qualquer acordo político. “Hoje eu assinei a indicação pelo nome de Belivaldo Chagas para compor a vaga do TCE. Eu e a oposição assinamos. Eu li nos jornais uma entrevista do deputado Francisco Gualberto (PT) que estava indicando Belivaldo por este ser um compromisso por ele ter retirado a candidatura de vice e de deputado estadual. Que seria uma espécie de prêmio”, comentou. Em seguida, Venâncio Fonseca disse que “a oposição vai votar pelos méritos de Belivaldo que é um homem competente, que é um grande homem público e que preenche todos os requisitos que a lei exige. Não vamos votar para pagar o compromisso ou o acordo de ninguém! Não fazemos parte desses compromissos e estamos fora. A próxima aposentadoria é de Reinaldo Moura. Talvez queriam premiar a deputada Ana Lúcia (PT), que talvez vai para o sacrifício em Aracaju, e quem sabe vá para o compromisso nessa vaga. A oposição vota por méritos e não paga por acordo”, concluiu. (Da assessoria)


Colunas
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Por Eugênio Nascimento
27/02
21:43

Angélica é releeita para o segundo biênio da 17ª legislatura

A deputada estadual Angélica Guimarães (PSC) foi reeleita hoje para o segundo mandato na presidência da Assembleia Legislativa de Sergipe. Pouco antes da realização da eleição para a Mesa Diretora a parlamentar disse que todos a conhecem e sabem que ela jamais iria usar esse expediente para golpear alguém. A presidente explicou os motivos que levaram à iniciativa de preparar o processo eleitoral neste momento. Nove deputados que seuiram a orientação do mgovernador se retiraram no plenário e os outros 14 aprovaram a chapa, que tem Adelson Barreto (PSB), Zé Franco (PPS) e Gorette Reis (DEM). A única ausente foi a deputada estaduyal Suzana Azevedo (PSC), que se encontra em viagem.

Angélica afirmou que não houve antecipação, como afirmaram os que se opuseram à proposta, porque está no regimento que a eleição poderia acontecer do início de fevereiro até o final deste ano. “Nós pensamos única e exclusivamente em planejar a administração da casa”, afirmou. Segundo a deputada Angélica Guimarães, a Assembleia economizou alguns recursos pensando e planejando a administração para os três anos, porque uma das metas dessa gestão seria a construção do anexo do Poder Legislativo. Mas os seguidores do governador, a exemplo do líder Francisco Gualberto (PT), disseram que estava havendo um golpe

“E ninguém prepara um projeto para a edificação de um prédio em pouco tempo, porque depois de licitá-lo nós passaríamos no mínimo seis meses para concluir a licitação, para que pudesse depois disso construir esse edifício e teríamos que ter, no mínimo, dois anos. E foi nesse sentido, pensando nessa meta, que a gente pensou em fazer mais cedo essas eleições.”, explicou.

A presidente acrescentou que outra promessa dessa gestão da Mesa Diretora para a administração do Poder Legislativo foi a implantação do Plano de Cargos e Salários dos servidores da Casa. “E ninguém consegue, em hipótese alguma, planejar e elaborar um Plano de Cargos e Salários para os servidores deste Poder se não tiver tempo para planejar e cumprir. Porque, para mim, palavra dada tem que ser cumprida. E eu assumi o compromisso naquela tribuna de que iria fazer um bem muito grande aos servidores desta Casa”, afirmou.

A deputada Angélica Guimarães ressaltou que foi pensando desta forma que buscou os colegas de parlamento e chegou a comunicar ao governador do Estado, Marcelo Déda, que iria começar esse processo, para que a gente pudesse planejar uma administração. Nós enxugamos a máquina administrativa, conseguimos enquadrar o poder na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas precisava planejar a nossa administração para um ou para três anos. “E como o regimento prevê eu não estaria legislando em causa própria, porque ele já prevê que as eleições podem acontecer desde o dia 1º de fevereiro até o último dia legislativo deste ano. E foi pensando nisso e jamais pensando em dar golpe. Isso não faz parte da minha carreira nem da minha formação”, frisou.

A presidente reeleita da Assembleia disse que assume suas posições e quando decidiu deflagrar o processo eleitoral não consultar seu partido ou Edvan Amorim, mas a maioria dos parlamentares, que sabia que isso poderia acontecer a qualquer hora. “Portanto, quero dizer que, em hipótese alguma, estamos pregando rompimento. Pelo contrário. O nosso agrupamento político já demonstrou aqui que está do lado do governador. Isso não se trata de rompimento, mas de como vamos trabalhar uma administração”, disse, acrescentando que a eleição do Parlamento quem tem que decidir é a maioria dos parlamentares. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
27/02
21:39

Pouco antes da realização da eleição para a Mesa Diretora para o segundo biênio da 17ª legislatura da Assembleia Legislativa de Sergipe, na sessão desta segunda-feira, dia 27, a presidente da Assembleia Legislativa, deputada estadual Angélica Guimarães (PSC), reeleita pelos colegas, disse que todos a conhecem e sabem que ela jamais iria usar esse expediente para golpear alguém. A presidente explicou os motivos que levaram à iniciativa de preparar o processo eleitoral neste momento.

Ela deixou claro que não houve antecipação, porque está no regimento que a eleição poderia acontecer do início de fevereiro até o final deste ano. “Nós pensamos única e exclusivamente em planejar a administração da casa”, afirmou. Segundo a deputada Angélica Guimarães, a Assembleia economizou alguns recursos pensando e planejando a administração para os três anos, porque uma das metas dessa gestão seria a construção do anexo do Poder Legislativo.

“E ninguém prepara um projeto para a edificação de um prédio em pouco tempo, porque depois de licitá-lo nós passaríamos no mínimo seis meses para concluir a licitação, para que pudesse depois disso construir esse edifício e teríamos que ter, no mínimo, dois anos. E foi nesse sentido, pensando nessa meta, que a gente pensou em fazer mais cedo essas eleições.”, explicou.

A presidente acrescentou que outra promessa dessa gestão da Mesa Diretora para a administração do Poder Legislativo foi a implantação do Plano de Cargos e Salários dos servidores da Casa. “E ninguém consegue, em hipótese alguma, planejar e elaborar um Plano de Cargos e Salários para os servidores deste Poder se não tiver tempo para planejar e cumprir. Porque, para mim, palavra dada tem que ser cumprida. E eu assumi o compromisso naquela tribuna de que iria fazer um bem muito grande aos servidores desta Casa”, afirmou.

A deputada Angélica Guimarães ressaltou que foi pensando desta forma que buscou os colegas de parlamento e chegou a comunicar ao governador do Estado, Marcelo Déda, que iria começar esse processo, para que a gente pudesse planejar uma administração. Nós enxugamos a máquina administrativa, conseguimos enquadrar o poder na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas precisava planejar a nossa administração para um ou para três anos. “E como o regimento prevê eu não estaria legislando em causa própria, porque ele já prevê que as eleições podem acontecer desde o dia 1º de fevereiro até o último dia legislativo deste ano. E foi pensando nisso e jamais pensando em dar golpe. Isso não faz parte da minha carreira nem da minha formação”, frisou.

A presidente reeleita da Assembleia disse que assume suas posições e quando decidiu deflagrar o processo eleitoral não consultar seu partido ou Edvan Amorim, mas a maioria dos parlamentares, que sabia que isso poderia acontecer a qualquer hora. “Portanto, quero dizer que, em hipótese alguma, estamos pregando rompimento. Pelo contrário. O nosso agrupamento político já demonstrou aqui que está do lado do governador. Isso não se trata de rompimento, mas de como vamos trabalhar uma administração”, disse, acrescentando que a eleição do Parlamento quem tem que decidir é a maioria dos parlamentares. (Da assessoria)



Política
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Por Eugênio Nascimento
27/02
21:23

Garantia Safra beneficia em mais de R$ 6 milhões agricultores atingidos pela seca

O agricultor Sebastião de Jesus Santos aguarda com ansiedade a chegada do mês de abril, época que se iniciam as chuvas no Centro Sul sergipano. Sebastião é um dos 224 beneficiados do programa Garantia Safra no município de Poço Verde e está recebendo o benefício de R$ 640 - dividido em quatro parcelas de R$ 160,00 - devido à perda de, pelo menos, 50% da produção de feijão e milho durante a estiagem do último ano.

Implantado pelo Governo Federal, o Garantia-Safra (GS) está inserido no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) voltado para os agricultores familiares que vivem no semiárido brasileiro - região Nordeste do país, área norte dos estados de Espírito Santo e Minas Gerais, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha e área norte do estado do Espírito Santo - que sofrem perda de safra por motivo de seca ou excesso de chuvas. Em 2011, a seca atingiu dez municípios sergipanos, comprometendo a safra de milho e feijão de 9.915 agricultores.

Os danos nas plantações aconteceram nas microrregiões do Alto Sertão (Canindé do São Francisco, Gararu, Monte Alegre, Nossa Senhora da Glória,  Poço Redondo e Porto da Folha), Médio Sertão (Graccho Cardoso e Itabi) e Centro-Sul Sergipano (Poço-Verde e Tobias Barreto). Através da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), o Governo de Sergipe solicitou ao Governo Federal, via Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a adesão ao programa objetivando destinar os recursos adquiridos aos agricultores da região do semiárido sergipano, residentes nos dez municípios que foram afetados pela seca. A primeira parcela do benefício começou a ser paga em dezembro, seguiu no mês de janeiro e termina de ser entregue nesta quarta-feira, 29.

Somente em Poço Verde, foram 224 produtores familiares atendidos, o que representa R$ 143. 360 mil injetados na agricultura familiar da cidade, através dos benefícios pagos. Em todo o estado, foram pagos R$ 6.345.600 milhões. Dessa forma, se o programa acolhe 9.915 produtores - tendo em vista que cada um receberá R$ 640,00 - ao todo estão sendo destinados um total de R$ 6.345.600 milhões. "Essas pessoas são produtores com DAP [Declaração de Aptidão ao Pronaf], porque são pequenos agricultores familiares que não acessaram os financiamentos bancários”, explicou o secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, José Macedo Sobral.

A DAP é um instrumento de identificação do agricultor familiar para acessar políticas públicas, a exemplo do Pronaf, que financia projetos individuais ou coletivos que gerem renda aos agricultores familiares e assentados da reforma agrária. “São agricultores pronafianos beneficiários de programas assistenciais de distribuição de sementes ou que plantaram às suas próprias custas em pequenas áreas”, acrescentou Sobral. Como o pagamento é realizado via Caixa Econômica Federal (CEF), para retirar o benefício o agricultor precisa solicitar a emissão da DAP à Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), órgão responsável pela emissão do documento.

Adesão ao Programa

Para participar do GS, o agricultor precisa atender aos critérios do Pronaf, que define como público alvo do Garantia Safra os agricultores que não têm renda familiar mensal superior a um e meio salário mínimo, não detêm área plantada superior a dez hectares e efetuaram a adesão antes do plantio. Morando no povoado Cachorro Morto, em Poço Verde, Sebastião conta que investiu o dinheiro recebido na compra de sementes e na quitação de despesas domésticas.

“Perdi toda a produção de feijão e milho das três tarefas plantadas. O Garantia Safra nos ajudou muito porque consegui comprar as sementes para o próximo plantio e pagar as despesas da casa. O saco com 60 quilos de semente de feijão é R$ 180. Se não fosse o benefício, ficaria muito mais apertado porque o que produzimos é para consumo. Agora é torcer para que o inverno deste ano seja melhor”, afirmou o agricultor.

Vale ressaltar que o GS não é um benefício continuado, mas sim pontual, resultante da perda da safra. Caso ocorra novo prejuízo, os governos estaduais e municipais socorrem novamente os agricultores e solicita ao Governo Federal nova adesão ao Garantia Safra. “Se os mesmos produtores que agora foram beneficiados ainda estiverem inclusos nesses mesmos critérios (serem pronafianos, pequenos agricultores familiares, perda superior a 50%,) eles poderão, sim, ser novamente privilegiados”, esclareceu José Sobral.

O secretário de Agricultura de Poço Verde, Clarison Santana, enfatizou a importância do benefício para a economia local. De acordo com ele, os agricultores do município perderam 80% da safra de milho e 70% da safra de feijão. “O Garantia Safra injeta um valor considerável na nossa economia em um período que não tivemos produção. Com esse dinheiro, os agricultores vão à feira, aos supermercados. Há dez anos não registrávamos perda total de uma safra. Antes do Pronaf e do Programa, o cenário era de miserabilidade porque os agricultores que perdiam sua produção ficavam devendo aos bancos. Agora, o agricultor tem um seguro especial da agricultura familiar, o qual cobre a dívida bancária em caso de perda total”, declarou, acrescentando que, este ano, 510 agricultores se cadastraram no Garantia Safra. As inscrições seguem até o dia 10 de março.

É do cultivo de feijão, mandioca e milho que a agricultora Maria Catarine Bispo dos Santos tira o sustento da família. Em sua propriedade de sete hectares, menos de dois quilos de feijão vingaram na terra seca. Assim como Sebastião, ela é beneficiária do Garantia Safra e torce por um inverno produtivo. “A seca aqui é miserável, acaba com tudo. Esse benefício foi muito importante porque conseguimos comprar sementes e pagar dívidas”, disse. (Da assessoria)

 



Economia
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Por Eugênio Nascimento
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