31/07
22:05

JB aparece na frente com 36%, mas está tecnicamente empatado com Amorim, revela pesquisa Vox Populi

A TV Atalaia divulgou na noite desta quinta-feira a pesquisa realizada pelo Vox Populi em Sergipe para a Presidência da República, Governo do Estado e Senado Federal. Foram ouvidas, segundo o instituto, 800 pessoas em 31 municípios e a margem de erro é de 3,5%. Jackson Barreto (PMDB) aparece na frente, mas tecnicamente empatado com o senador Eduardo Amorim (PSC) A pesquisa foi registrada junto à JUSTIÇA ELEITORAL, (Protocolada sob o nº BR-000263/2014 e sob o nº SE-00010/2014), no dia 25 de Julho de 2014,  e a consulta popular foi feita entre os dias 24/07 e 26/07 de 2014.

Veja os números a seguir: 

Pesquisa Vox Populi em Sergipe  

 

Presidente:

 

SE A ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA FOSSE HOJE E OS CANDIDATOS FOSSEM ESTES, EM QUEM VOCÊ VOTARIA?

 

Dilma (PT)------------------------ 51%

 

Aécio Neves (PSDB)------------- -14%

 

Eduardo Campos (PSB)-----------8%

 

Pastor Everaldo (PSC)-------------3%

 

Eduardo Jorge (PV)----------------1%

 

Zé Maria (PSTU)---------------------1%

 

Luciana Genro (PSOL) -------------1%

 

Rui Costa Pimenta (PCO)----------1%

 

Eymael (PSDC)--------------------- 0%

 

Levy Fidelix (PRTB)--------------- 0%

 

Mauro Iasi (PCB)------------------- 0%

 

Ninguém/ Branco/ Nulo----------13%

 

NS/NR------------------------------- 8%

 

Total------ 100%

 

Base 800 entrevistas

 

 

Senado:

 

O VOX POPULI PERGUNTOU   -  SE A ELEIÇÃO PARA SENADOR POR SERGIPE FOSSE HOJE E OS CANDIDATOS FOSSEM ESTES, EM QUEM VOCÊ VOTARIA?

 

Maria do Carmo (DEM) -------53%

 

Rogério (PT)--------------- ----10%

 

Professor Marques (PCB) ------3%

 

Leandro (PSTU) ---------------- 2%

 

Bila (PPL)-------------------------1%

 

Ninguém/ Branco/ Nulo -----18%

 

NS/NR ---------------------------12%

 

Total ----100%

 

Base 800 entrevistas

 

 

Governo:

 

 

- SE A ELEIÇÃO PARA GOVERNADOR DE SERGIPE FOSSE HOJE E OS CANDIDATOS FOSSEM ESTES, EM QUEM VOCÊ VOTARIA?

 

 

Jackson Barreto (PMDB) -----36%

 

Eduardo Amorim (PSC) ------34%

 

Sônia Meire (PSOL)-------------4%

 

Betinho (PTN)------------------ 1%

 

Airton da CGTB (PPL) ----------0 %

 

Ninguém/ Branco/ Nulo -----15%

 

NS/NR ---------------------------10%

 

Total ------------100%

 

Base 800 entrevistas

 

Fonte: TV Atalaia



Política
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Por Eugênio Nascimento
31/07
19:49

Sukita: um problema que poderá ser uma solução

Desde o início desta semana que o tema a candidatura de Manoel Messias Sukita está em pauta dentro e fora de seu partido, o PSB, que é liderado no Estado pelo senador Antônio Carlos Valadares. As agremiações aliadas do governador Jackson Barreto (PMDB) avaliam que é boa para todo o grupamento, em se tratando de somatória de votos, uma candidatura de Sukita a deputado estadual. Ele (o próprio Sukita) avalia que pode ter mais de 70 mil votos. Os amigos dizem ser ele um político de 40 mil votos. Em quaisquer das situações expostas, se verdadeiras ou próximas da verdade, é melhor estar com ele do que tê-lo como aliado do bloco opositor, a coligação comandada pelo senador Eduardo Amorim (PSC), avaliam algumas lideranças políticas. No segmento a que está vinculado, há também uma avaliação de que não ficaria bem ter como candidato um político que passou alguns dias no presídio, em Aracaju, por desvio de verbas, ainda que já tenha conquistado o direito legal a entrar na disputa eleitoral. Mas há quem entenda que o ex-prefeito deve sair carregado de votos de Capela, uma boa quantidade em Nossa Senhora do Socorro e alguns outros em Japaratuba, além daqueles dispersos por outras localidades. N'Outras palavras, Sukita pode ter votos bastante para ajudar JB, Rogério Carvalho e a legenda da coligação para a Assembleia Legislativa de Sergipe.


Política
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Por Eugênio Nascimento
31/07
15:46

“Aos Ventos que virão” finaliza Mostra Curta-SE de cinema do TCE

O público assistiu atento ao filme do cineasta Hermano Penna (Crédito da foto: Cleverton Ribeiro/TCE)

Nesta quinta-feira, 31, aconteceu o encerramento da primeira edição do Mostra Curta-SE de cinema TCE. A mostra teve início no dia 28 e contou com apresentação de oito curta-metragens e dois longas para os colaboradores do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE).

O filme exibido neste último dia foi “Aos Ventos que Virão”, de Hermano Penna. O longa filmado em Sergipe conta a história do fim do cangaço e de um ex-cangaceiro, Zé Olímpio, que foge para São Paulo e, em seu retorno ao Nordeste, vira político. Ao ter noção das injustiças e corrupções ele passa a protestar. Outro filme de Penna, Sargento Getúlio, de grande sucesso de crítica foi exibido na manhã de ontem.

O cineasta homenageado, Hermano Penna, que esteve presente em todos os dias da mostra agradeceu a oportunidade no encerramento. “Fico profundamente emocionado em estar aqui e ter a chance de mostrar duas obras minhas. Gostei muito também de ter o contato com os filmes sergipanos. Pude enxergar muito talento e muita força de expressão neles. Quero agradecer o tratamento dispensado a mim por toda a equipe do TCE e, em especial, ao presidente Carlos Pinna pela oportunidade.”

Responsável por coordenar o projeto idealizado pelo conselheiro presidente Carlos Pinna de Assis, o jornalista e cinéfilo Ivan Valença se disse satisfeito com o sucesso da exibição. “Essa foi uma estratégia, sem dúvidas, exitosa do presidente em promover essa exibição de filmes para os servidores do TCE. Até pelas escolhas dos curtas e longas com temáticas que se refletem no comportamento do povo sergipano. Além disso, a homenagem a Hermano Penna também foi muito oportuna”, ressaltou.

A servidora Ingrid Luduvice, da Diretoria de Comunicação e Mídias, achou muito interessante a iniciativa e disse que o evento trouxe muito conhecimento cultural. “Pude ter acesso a histórias de artistas, como Joubert e Orlando Vieira. Além disso, a participação de quem faz cinema foi muito interessante. Ter o contato de alguns dias com alguns autores e diretores foi muito enriquecedor para nós do Tribunal”, concluiu.


Fonte: www.tce.se.gov.br


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Por Kleber Santos
30/07
18:27

TCE faz homenagem póstuma a João Ubaldo Ribeiro na Mostra Curta-SE


Colaboradores do TCE quase lotam o auditório (Crédito da foto: Cleverton Ribeiro/TCE)


No terceiro dia do projeto cultural foi exibido o filme "Sargento Getúlio", dirigido por Hermano Penna e baseado na obra do ex-escritor


“Eu não gosto de mudança, mudança me dá uma agonia!”, assim falou o personagem homônimo do filme 'Sargento Getúlio' (1978), em determinado momento do filme. Ali, no tempo do Getúlio, havia o coronelismo ainda incrustado na cultura política sergipana. Mas, mesmo Getúlio não gostando, as mudanças aconteceram no estado e nesta quarta-feira, 30, os colaboradores do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) tiveram a oportunidade de fazer esse comparativo ao assistirem ao filme, parte do projeto 'Mostra Curta-se do TCE'.

Os servidores lotaram o auditório do Tribunal e assistiram atentamente ao filme. Quem também compareceu ao evento foi o diretor da obra, Hermano Penna, e dois dos artistas sergipanos que atuaram no longa filmado em Sergipe, Amaral Cavalcanti e Antônio Leite. Antes do início do filme, o conselheiro Clóvis Barbosa, vice-presidente do Tribunal, abriu o evento fazendo uma homenagem ao autor do livro que deu origem ao filme, João Ubaldo Ribeiro.

Hermano Penna também homenageou o escritor, lembrando da alegria que teve ao perceber a sua adaptação aprovada por João Ubaldo. “Depois do filme feito, ele externou sua satisfação com a adaptação e esteve presente em grandes momentos apoiando o filme. Momentos como no Festival de Gramado e quando o filme foi exibido de volta em Sergipe, algumas pessoas ainda guardam fotos, lembranças de quando João Ubaldo esteve em Aracaju”, contou.

Honrado
O ator Antônio Leite se disse honrado com a oportunidade de rever o filme, cerca de 30 anos depois de sua filmagem e elogiou a iniciativa do TCE. “Ver esse filme tanto tempo depois de filmado ainda chamar a atenção das pessoas é muita honra. Ainda mais aqui no Tribunal, com essa iniciativa maravilhosa que valoriza a nossa cultura e engrandece o nome de Sergipe”.

Amaral Cavalcante também falou a respeito da Mostra. “É muito bom um órgão público como o TCE reconhecer esse trabalho feito com muito suor. Ao ser apresentado nessa mostra, o tribunal acaba reconhecendo uma obra feita com muito esforço, um verdadeiro trabalho de arte que rompeu fronteiras internacionais. Agradeço ao TCE pela homenagem”, disse Amaral.

A Mostra Curta-se do TCE se estende até quinta, 31, quando passará mais um longa de Hermano Penna. Será um filme recente do cineasta chamado “Aos Ventos que Virão”, filmado também em Sergipe, que conta a história do fim do cangaço e de um cangaceiro que sonha em conhecer Brasília e por lá construir uma nova vida. Mais uma vez, a apresentação do filme contará com a presença do seu criador.

Fonte: www.tce.se.gov.br


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Por Kleber Santos
30/07
18:02

TRE-SE aprova mais 53 candidaturas

O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE/SE) deferiu na Sessão Plenária realizada na tarde de hoje, 30 de julho, os pedidos de registro de candidatura de 47 candidatos da COLIGAÇÃO DIGO SIM A SERGIPE (PP / PTB / PSL / PSC / PR / DEM / PT DO B / PTC / SD / PSDB), aos cargos de Deputado Estadual. Também fporam aprovadas seus candidaturas do Partido Pátria Livre.

São eles:

 

VENÂNCIO FONSECA FILHO

DANILO SANTOS DE MATOS

RAIMUNDO LIMA VIEIRA

JAILSON NUNES DOS SANTOS

SAMUEL ALVES BARRETO

TIJOI BARRETO EVANGELISTA

ROBERTO ALVES GUIMARÃES

JOSÉ MILTON ALVES DOS SANTOS

MARCELO AUGUSTO ANCHIETA SANTOS

JOSÉ VALMIR MONTEIRO

ANTONIO DOS SANTOS

ZECA RAMOS DA SILVA

ELMO RODRIGUES SANTOS DA PAIXÃO

LAILTON DE SOUZA AGUIAR

WALDEMAR SILVA CARVALHO NETO

ASTROGILDO VIEIRA SANTOS

JOSENITO VITALE DE JESUS

CARLOS FRANCELINO DOS SANTOS

AUGUSTO BEZERRA DE ASSIS FILHO

VANDERBAL MARINHO MENEZES DE ANDRADE

GILSON ANDRADE DE OLIVEIRA

EDMILSON BATISTA BARROS

ENIO FREIRE LOBO

DANIEL CRUZ FORTES

GEORGEO ANTONIO CESPEDES PASSOS

PEDRO FIRMINO DE ANDRADE

CICERO TIMOTEO DA SILVA

FERNANDO MEDAU

CRISTIANO LIMA SANTOS

BRUNO VIEIRA DORIA

PAULO HAGENBECK FILHO

LUIZ CARLOS NUNES SANTOS

ERNANDES GOMES DE OLIVEIRA

MARIA VIEIRA DE MENDONÇA

REJANE MELO DO ESPIRITO SANTO

ANA MARIA SILVA SANTOS

JACIRA DA SILVA DE JESUS

LIZANDRA OLIVEIRA RIBEIRO

MARIA LUIZA MOREIRA

AIRECÊ HOZANA SANTOS RAIMUNDO

GIRLEIDE MARIA TAVARES

ROSELI SANTOS FREIRE

IÊDA SUZANA WALOIS RODRIGUES NASCIMENTO

VANETE SANTOS

DANIERICA DO CARMO VALENÇA DE JESUS

MARIA DO CARMO MOTA DE OLIVEIRA

IZAQUIEL DE ANDRADE
 

Também foram deferidos na Sessão desta quarta-feira, 30, os pedidos de registro de candidatura dos candidatos ao cargo de Deputado Estadual do Partido Pátria Livre, UBIRAJA DE JESUS SANTOS, VALTER FERREIRA DA SILVA, JORGE ANTÔNIO DE JESUS SANTOS E GIOVANNA PEREIRA DA ROCHA. Além dos candidatos ao cargo de Deputado Federal, MARCOS LUIZ DOS SANTOS E VALDENÍCIO SILVA, também do Partido Pátria Livre.


Política
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Por Eugênio Nascimento
30/07
10:55

Por que o descrédito d(n)as pesquisas?

Eugênio Nascimento

 

De tanto comprar e reordenar os números de forma a beneficiá-los e de tanto adulterar e vender esses mesmos dados, os políticos e os institutos levaram as pesquisas eleitorais ao descrédito. Tanto um quanto outro só confiam nas informações que compram e por isso uns colocam em descrédito as pesquisas que beneficiam (ainda que isentas ou supostamente isentas) os outros.

Cada segmento político forte, em boas condições de disputa do Governo e do Senado, têm suas pesquisas, daquelas feitas para o chamado “consumo interno”, e nelas estão informações sobre municípios e povoados em que estão bem ou ruim. Usam-nas para melhorar o perfil na pesquisa seguinte. Portanto sabem como realmente estão e preservam para si o direito às informações reais.

O fato concreto é que os políticos e os institutos desmoralizaram as pesquisas e isso levam ao descrédito quaisquer números que sejam divulgados. Eles sabem disso e por esse motivo sempre desconfiam dos resultados que são divulgados com muita frequência pela imprensa nacional ou estaduais, ainda que eles se assemelhem àqueles de suas pesquisas de consumo interno.

Pelas informações que circulam nos meios políticos e no dia a dia das cidades, as pesquisas tornadas públicas nunca merecem confiança. Os candidatos dizem logo aos seus cabos eleitorais e outros apoiadores que dispõem dos números reais em seus comitês de campanha ou em suas casas e deixam claro que “esses números não batem com a realidade das ruas, com as manifestações de apoio que tenho recebido”.

Claro que vale sempre desconfiar das pesquisas. Mas é bom usá-las para melhorar, dar agilidades às campanhas eleitorais. Os números podem ser indicativos para corrigir ações impensadas, gastos mal feitos, conversas “mal conversadas” na hora  da negociação de apoios e outros mal entendidos que tenham ocorrido no processo de encaminhamento da candidatura e da campanha.

O certo é que quem compra suspeita sempre de quem se vende. Por isso, os políticos não dão muita credibilidade às pesquisas, exceto aquelas que os beneficiam  eleitoralmente. É assim com todos.



Política
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Por Eugênio Nascimento
30/07
10:13

Jackson Barreto diz que quer combater as injustiças sociais

Uma pergunta simples: “O que o motivou a entrar na política?”. Uma resposta nobre: “A vontade de combater as injustiças sociais”. É de forma objetiva que o governador e candidato à reeleição Jackson Barreto (PMDB) define os motivos pelos quais decidiu entrar no mundo da política, há mais de 40 anos. Ele acredita que a política deve ser uma ferramenta de transformação social, com o olhar voltado para os mais necessitados. “Pessoas que devem receber um cuidado especial”.


“Nasci numa região muito pobre, na pequena cidade de Santa Rosa de Lima, época de muitos preconceitos com os mais carentes. Quando fui prefeito de Aracaju, em 1986, trouxe essa marca do interior para a capital. Tive uma visão voltada para quem precisa e confesso que consegui levar obras prioritárias para a periferia. Antes de assumir a prefeitura, os investimentos eram alocados para embelezar os setores mais elitizados da cidade. E eu não concordava. Então, eu preferi, quando assumi como prefeito, destinar uma grande fatia dos recursos para mudar a realidade da periferia”, recorda Jackson, sem descuidar do aprendizado que teve como militante na defesa da democracia e no combate ao regime militar. 

Ele conta que encontrou Aracaju com sérios problemas e se orgulha em afirmar que sua maior obra, enquanto prefeito, é aquela voltada para as melhorias sociais. “Aracaju tinha muitos problemas de saúde, muitas crianças doentes, áreas sem drenagem, sem pavimentação, sem escolas e creche, sem pontos de lazer, não havia muitos centros de saúde. Eu me preocupei em resolver esses problemas. A obra que considero importante na minha administração é a obra social, de melhorar a qualidade de vida das pessoas pobres que estão em lugares carentes”. 
E foi se preocupando com os mais carentes que Jackson revolucionou o que ele via como o cinturão da pobreza da capital. “Nós drenamos e pavimentamos mais de 70% da periferia de Aracaju, construímos praças e centros de saúde, cinturões de avenidas e canais de esgotamento sanitário”, relembra. 

Na área da Educação, Jackson conseguiu o que nenhum outro realizou na história de Aracaju: construiu 23 escolas e zerou o déficit escolar. “Quando cheguei na prefeitura realizamos uma pesquisa conceituada e constatamos que Aracaju tinha 14 mil crianças na faixa etária entre sete e 14 anos fora da sala de aula, porque não tinha escola, fruto do sistema de exclusão do regime militar. Um absurdo! Colocamos todas as crianças da periferia na sala de aula. Fiz uma política de inclusão por compreender que as oportunidades que eu tive na vida quem me deu foi a educação e eu sou fruto da inclusão através da educação pública”. 

Jackson lançou o primeiro concurso para o magistério, melhorou o salário dos professores de forma significativa, superando, inclusive, o salário dos docentes do Estado, ampliou o acesso à merenda escolar, democratizou as escolas com a criação de grêmios estudantis, eleição de diretores e conselhos. “Foi uma experiência válida que nos deu uma formação política, que nos dá embasamento para continuar na vida pública”. 

Cuidando do povo
A preocupação social permanece uma constante. Ao lado do ex-governador Marcelo Déda, Jackson contribuiu para fazer de Sergipe um lugar menos desigual. Desde que assumiu como governador, em maio de 2013, sua política tem sido levar ações e desenvolvimento às regiões mais pobres, construindo praças, ampliando e reformando escolas, realizando pavimentações em áreas nunca antes beneficiadas com pavimentação, construiu complexos habitacionais e retirou famílias de condições subumanas.
Na saúde pública, o Governo de Sergipe já investiu mais R$ 300 milhões desde 2007. Já foram inauguradas 87 Clínicas de Saúde da Famí¬lia, 22 das quais com atendimento 24 horas, cinco Hospitais Regionais (Lagarto, Propriá, Estância, Socorro e Itabaiana) e quatro UPAs (Boquim, Simão Dias, Poço Redondo e Porto da Folha), além do hospital local de São Cristóvão. Apenas no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), o maior hospital público do Estado, o governo já investiu R$ 37,5 milhões, sendo R$ 22 milhões em obras físicas e o restante em equipamentos, como a construção da Unidade Pediátrica, reforma do Pronto Socorro, criação do Ambulatório de Retorno e obras de construção da nova UTI. 

Emprego e renda
No ano de 2013 foram criados 13.634 empregos com carteira assinada em Sergipe. Com isso, entre 2007 e 2013 foram criados 115 mil com carteira de trabalho, o melhor resultado de todos os tempos.
 



Na agricultura, os números também são vistosos: em 2006, no governo anterior, a produção de milho de Sergipe era de apenas 185 mil toneladas. Em 2013, a produção de milho quase que quadruplicou e atingiu 700 mil toneladas. Mesmo com a seca prolongada, a produção de milho voltou a obter bons números em 2013 e 2014.
Na produção de leite, Sergipe ultrapassou o vizinho Estado de Alagoas. Em 2012, a produção era 22% superior a Alagoas. Várias indústrias de beneficiamento de leite foram instaladas no Estado. O semiárido foi desenvolvido. Sem contar a agricultura familiar, que recebeu incentivos do governo e gerou renda para milhares de sertanejos. 

Saneando e abastecendo de água
Saneamento e abastecimento d’água são obras sociais que também recebem atenção especial do governador Jackson Barreto. Com as obras do Complexo da Barragem do Rio Poxim (R$ 200,4 milhões investidos), o governo garante água tratada para a Grande Aracaju pelos próximos 20 anos. O governo também está duplicando a Adutora do São Francisco, com investimentos de R$ 127,7 milhões, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Além disso, está ampliando o esgotamento sanitário em Aracaju e Barra dos Coqueiros, na Praia do Saco, em Estância, e na Bacia do Rio Poxim, no Parque dos Faróis, em Socorro.

Educando
Entre 2007 e 2014, as matrículas nos cursos profissionais cresceram 660%, saltando de 300 para 2000 alunos. Além do crescimento das matrículas, os investimentos em novos centros profissionais são uma realidade. Já foram entregues à comunidade estudantil sergipana três centros, situados em Neópolis, Aracaju e Boquim. Este último, inaugurado em março deste ano, também foi erguido com recursos do Sergipe Cidades.

Com investimentos acima de R$ 66 milhões, o governo sergipano já garantiu a abertura de novos centros profissionais no Estado. Com recursos do Programa Brasil Profissionalizado e do Proinveste, estão sendo construídos Centros em Nossa Senhora das Dores e Umbaúba e serão iniciados em Simão Dias e Socorro. Por meio do Sergipe Cidades, além do Centro em Carmópolis, estão sendo construídos novo Centro em Indiaroba e a nova sede do Centro Dom José Brandão de Castro, em Poço Redondo. Já em Propriá, Boquim e Itabaiana, escolas da rede estadual estão sendo reformadas e adaptadas para abrigarem unidades de educação profissional.


Política
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Por Eugênio Nascimento
30/07
09:27

“O povo de Sergipe não tem tendência sadomasoquista”

Em resposta ao deputado petista João Daniel, Venâncio Fonseca diz que o Governo é ausente em ações para o povo de Sergipe

 

O deputado estadual e candidato à reeleição Venâncio Fonseca (PP) não entendeu as críticas feitas pelo deputado João Daniel (PT) à campanha de Eduardo Amorim (PSC) ao Governo do Estado na edição de ontem do Jornal da Cidade. João Daniel afirmou que quando anda pelo interior não vê a campanha de Eduardo.

“Interessante, quando eu ando pelo Interior do Estado, o que eu percebo é a ausência do Governo de dele. A criminalidade cresce, a Saúde está um caos, Educação é a pior do Brasil, fracasso na Agricultura, enganação com os servidores, quebradeira das finanças do Estado”, afirma Venâncio Fonseca.

O parlamentar sergipano vai ainda mais longe e lembra que o atual Governo enganou os servidores públicos. Venâncio destaca que o povo sergipano não gosta de sofrer. “O funcionalismo não viu nem um real de aumento de 2012 até 2014. Posso dizer ao colega João Daniel que como sou nascido e criado em Sergipe, afirmo que o povo sergipano não tem tendência sadomasoquista, não gosta de continuar sofrendo”, diz.

Venâncio lembra que o Governo Jackson Barreto sofre de uma grande incapacidade administrativa. “Inclusive com reconhecimento do Ministério Público que em ação disse que o Estado não tinha capacidade para administrar o empréstimo do ProRedes”, lembrou o deputado.

Sentimento

Ainda segundo Venâncio Fonseca, nas suas andanças pelo Estado, o sentimento do povo é voltar a sentar na porta de casa, ser atendido nos hospitais, poder ir à escola de qualidade, citricultura revitalizada e funcionalismo respeitado. “Isso só pode acontecer se houver renovação na administração do Governo de Sergipe, o resto é a mesmice”, pontuou.

Para o deputado, quando João Daniel “inventa” a informação que Eduardo Amorim desistiu da campanha, ele está querendo justificar a ineficiência do Governo do Estado. “Por onde passamos o povo quer mudar, quer renovação. Estamos fazendo uma campanha bonita, moderna, sem máquina estadual e nem a federal como acusaram os próprios aliados dele”, afirmou Venâncio.

Ele destacou ainda que o sentimento do povo de Sergipe é a necessidade de que algo novo aconteça na política. “Conhecemos bem o grupo que João Daniel faz parte e este grupo está ai há mais de 40 anos e não existe nem a esperança de que possam representar algo novo na política. Tudo na vida se modifica e na política não pode ser diferente”, diz Venâncio. (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
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