30/11
12:52

Coluna Primeira Mão

Todos os ocupantes de CCs do Estado serão exonerados nesta 2ª feira


Todos os mais de mil ocupantes de cargos comissionados e não efetivos do quadro de pessoal do Governo de Sergipe serão exonerados a partir desta segunda feira e logo depois caberá aos secretários apresentar uma lista com os nomes daqueles estritamente necessários para que retomem as suas atividades regulares. A figura do adjunto, o sucessor natural do ocupante de Secretaria, será extinta, mas será substituída pela do Secretário Executivo que funcionará nas maiores Secretarias e não se fará presente nas menores pastas. Serão adotados cortes no uso de veículos, telefone, combustíveis etc. O anúncio foi feito pelo governador Jackson Barreto durante reunião-almoço com os parlamentares estaduais da base aliada, na sexta-feira passada, 28, no Palácio de Veraneio. Nesta segunda-feira, as informações mais detalhadas serão tornadas públicas, depois da reunião que o governador Jackson Barreto manterá com o secretariado, às 15h30, no Palácio de Despachos, quando também o Governo definirá o encaminhamento à Assembléia Legislativa de Sergipe projeto de lei propondo a redução da máquina do Estado. Serão indicadas as extinções e fusões de Secretarias e Subsecretarias. O desejo de encaminhar o projeto de reordenamento do Estado nesta semana se fortaleceu por causa do recesso parlamentar que será adotado pela Alese a partir da segunda quinzena de dezembro.

Reforma do Estado de SE reduzirá Secretarias de 25 para 15

Todas as quatro atuais Subsecretarias serão extintas e outras 10 do quadro de Secretarias estaduais,. Sabe-se que a pasta da Inclusão Social vai abrigar as atividades das Secretarias do Trabalho, Mulher e Direitos Humanos, que serão extintas. É pensamento do governo ainda extinguir a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e anexar as suas atividades à de Infraestrutura, hoje comandada por Valmor Barbosa. Também informou que há grande possibilidade de extinção das pastas do Esporte e Lazer e Turismo e a fusão de suas atividades na pasta da Cultura. A Secretaria do Meio Ambiente sobreviveria. Políticos governistas informaram à coluna que o governador Jackson Barreto demonstra contrariedade com as exonerações que terá que fazer e deixou claro, na reunião de sexta-feira, que “lamentavelmente, é a saída que temos que buscar”.

Governador defende preservação da Secretaria do Meio Ambiente

Havia uma pretensão de segmentos do governo de acabar de vez com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Mas o governador, numa das reuniões de semana passada disse que não faria isso, pois a questão ambiental mobiliza muita gente em todo o mundo não é à-tia, mas sim porque trata-se de algo muito importante para as atuais e futuras gerações. E assim, a Semarh foi salva.


Quatro empresas estaduais serão extintas e outras quatro sobreviverão

Consultados na manhã deste domingo, dois deputados estaduais da base governistas garantiram que a redução do Estado, como deseja o governador Jackson Barreto (PMDB), para reduzir gastos, vai implicar na extinção das estatais Emgetis, Cehop, Cohidro e Pronese. Sobreviverão a Emdagro, Banese, Deso e Codise.

Sergipe já está atingindo o limite legal da LRF

O governo federal abriu o caminho para promover a renegociação das dívidas estaduais e com isso surgiu uma nova dor de cabeça para os governadores eleitos ou reeleitos que assumirão seus mandatos nos Estados em 2015, no caso a folha de pagamento. As despesas com o funcionalismo vêm subindo nos últimos cinco ou seis anos, e já atingiram o limite legal em oito Estados, entre os quais Sergipe, Alagoas e Piaui.. Quando as despesas ultrapassam o limite de 46,55% da receita, os governadores ficam impedidos de dar reajustes e criar cargos, além de ter problemas para conseguir empréstimos. Se passarem de 49% e reincidirem, eles serão proibidos de receber transferências da União. Por conta disso, o governador Jackson Barreto (PMDB) trabalha a ideia de cortar os gastos da folha, inclusive reduzindo os cargos comissionados, os chamados CCs.

Rogério x Eliane - Grupos petistas provocam-se no dia a dia pós-eleitoral


Há um clima de ranço pós-eleitoral dentro do PT de Sergipe ainda muito forte. Os petistas ligados à ex-primeira dama Eliane Aquino dizem que “se ela fosse a candidata ao Senado pela coligação comandada pelo pemeedebista Jackson Barreto, estaria eleita”. Os seguidores do deputado federal Rogério Carvalho, candidato a senador que perdeu por poucos votos para a senadora Maria do Carmo (DEM), respondem fustigando um papo que os Elianistas não gostam de ouvir: “se ela era tão forte assim, por que não reelegeu Márcio Macedo deputado federal e não elegeu Conceição Vieira e Silvio Santos deputado estadual?” Márcio, Conceição e Sílvio foram apoiados pela ex-primeira dama.

Valadares Filho diz que PSB continuará com Jackson Barreto


“Entendemos e agradecemos os destaques que os políticos da oposição têm nos dado, mas o PSB é um partido da base governista de Jackson Barreto (PMDB) e pretende continuar como tal. A oposição faz o papel dela, tentando nos atrair. Mas posso adiantar que isso não vai nos induzir a deixar o nosso grupamento no qual temos o vice-governador Belivaldo Chagas”. O comentário é do presidente estadual do PSB, deputado federal Valadares Filho, e foi feito quando questionado sobre os elogios que o PSB e o seu pai, o senador Antônio Carlos Valadares, vem recebendo com frequência do prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), seu vice, José Carlos Machado (PSDB) e os irmãos Eduardo e Edvan Amorim (PSC).

Itabaiana já está com a campanha para 2016 nas ruas, no rádio e na internet

Em todos os municípios sergipanos há um sentimento claro de que a eleição de 2016 já bate à porta e que o ano de 2015 será o março zero (ponto de partida) do enfrentamento entre os grupos. Em Aracaju, há uma série de nomes já postos para as avaliações internas dos partidos e em busca da simpatia do eleitorado, a exemplo de Valadares Filho (`PSB), Rogério Carvalho (PT), Mendonça Prado (DEM, mas já com um pé fora), Robson Viana (PMDB), Eliane Aquino (PT) etc. Mas em Itabaiana, já há clima de campanha. Aliás, o município vive permanentemente em disputa entre os grupos de Maria/Valmir/Amorim (PSC) e Luciano Bispo/JB. Se no dia a dia da cidade, há atritos com muita frequência nas ruas do município, a campanha se apresenta mais quente ainda nas emissoras de rádio e na internet, onde os itabaianenses promovem bate bocas digitais diuturnamente.


Luciano Bispo: “Valmir que aparecer as minhas custas”

Ao ser questionado sobre as declarações do prefeito de Itabaiana, acusando-o de ter deixado débitos na Prefeitura de Itabaiana, o Deputado Estadual, eleito, Luciano Bispo (PMDB) respondeu de forma enfática, “O que esse rapaz quer é aparecer, e tenta fazer isso usando meu nome. A eleição para Prefeito será apenas em 2016 e ele cuide de realizar as obras que nós deixamos os recursos em caixa para os itabaianenses julgarem seu mandato”. Falou Luciano. Sobre as dívidas com o INSS, o deputado estadual faz um questionamento ao atual Prefeito, “ele tem coragem de dizer que Maria Mendonça também é caloteira. Pois ela deixou dívidas com o INSS e nós, em nenhum momento ficamos chorando na imprensa. Vá trabalhar Valmir”! Recomendou o deputado estadual. E finalizou se solidarizando com o Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Itabaiana, “Um absurdo, vermos um Prefeito, que precisa ter equilíbrio, empurrando e expulsando de uma repartição pública o Presidente do Sindicato. Entendo que as Centrais Sindicais precisam reagir, de forma dura a esse ato de violência. Já pensou se isso virar moda e quem duvidar, busque o vídeo que está circulando na internet, onde ele empurrar o rapaz”. Conclui Luciano Bispo.

Iran volta a cobrar do Executivo a construção do Plano Municipal de Educação


O vereador Iran Barbosa (PT) reiterou, na tribuna da Câmara Municipal de Aracaju, na quinta-feira (27), pedido para que o Executivo da Capital deflagre, imediatamente, o processo de discussão para elaboração do seu Plano Municipal de Educação (PME). No intuito de dar início ao debate, o petista teve requerimento aprovado na Casa, no dia 15/10, que determina a realização, ainda no mês de dezembro, de um seminário, a ser promovido pelo Legislativo municipal, sob a coordenação da Comissão de Educação, Cultura e Esporte daquele Poder, com a participação da Escola do Legislativo Municipal, cujo tema será “Plano Municipal de Educação de Aracaju – A Lei como Instrumento de Garantia e Ampliação de Direitos” Iran Barbosa disse ainda que “estou ultimando uma proposta preliminar para apresentar aos outros setores que estarão participando da organização deste seminário, mas quero reiterar o pedido de agilidade, por parte do Executivo Municipal, para que deflagre o processo de discussão do PME com envolvimento da população”, colocou.


Ato denunciará impactos do uso de agrotóxicos em SE

Movimentos sociais do campo e da cidade realizarão na próxima quarta-feira, dia 3/12, no Centro de Aracaju, um Ato Público de denúncia sobre os impactos e consequências do uso de agrotóxicos no Brasil. A concentração da atividade será às 8h, na Praça Fausto Cardoso, de onde os manifestantes saem em caminhada. Com este Ato Público, Aracaju se soma a outras capitais brasileiras e outros países no Dia Mundial do Não-Uso de Agrotóxicos. A data, 3 de outubro, foi estabelecida como forma de recordar as 30 mil pessoas falecidas em Bhopal, na Índia, em virtude do vazamento de 27 toneladas de um gás tóxico usado na fabricação de um praguicida.

PAC Cidades investirá R$ 11 milhões em S. Cristóvão


Haverá obras de restauração em bens da Praça São Francisco, em São Cristóvão, e do seu entorno, pelo PAC Cidades Históricas. Os projetos de restauração estão sendo licitados e alguns já se encontram em elaboração. Exatamente por ter um bem do patrimônio mundial, São Cristóvão vai receber estas obras. Só 44 cidades no B rasil foram selecionadas. O Convento São Francisco e o Museu de Arte Sacra, o sobrado do balcão corrido, a antiga Casa da Câmara e Cadeia, a prefeitura de São Cristóvão, a Igreja do Amparo, a igreja do Rosário, o prédio da estação ferroviária, a esplanada e a capelinha terão obras do Pacch, As obras devem começar em 2015. Algumas obras receberão apenas restauração artística e outros a sua totalidade. Os recursos totais previstos são da ordem de R$ 11 milhões. As verbas do PACCH são do Ministério do Planejamento.


João Alves doente - Pelo tom das informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Aracaju, o quadro de saúde do prefeito João Alves Filho (DEM), que se submeteu a uma pequena cirurgia, não é nada grave. João vinha apresentando problemas na próstata.


Puro pessimismo -
Os grandes empresários da construção civil e até mesmo o sindicato dos trabalhadores avaliam que a proibição de construir prédios com m ais der 12 andares vai gerar 12 mil demissões no segmento econômico em Sergipe. Se isso vir a acontecer, seria péssimo para Sergipe.



Missa de ano -
Será celebrada nesta terça-feira, dia 2 de dezembro, a missa pela passagem do primeiro ano da morte do ex-governador Marcelo Déda (PT). O ato religioso acontecerá às 19h, na Igreja Jesus Ressuscitado.


Pirarucu em SE - Alguns criadores de peixe da região do São Francisco (Propriá e municípios vizinhos) estão promovendo a reprodução do pirarucu, peixe natural da região amazônica, e vendendo para outros estados do Nordeste e Centro-Oeste. Dizem ser um bom negócio.


Horário de funcionamento -
Atendendo a solicitação dos comerciantes que aproveitam o mês de dezembro para obter um maior faturamento nas vendas, a partir da próxima segunda-feira, 1° de dezembro, o Mercado Albano Franco volta a funcionar em seu horário normal, das 7h às 17h, com exceção do setor de carnes e pescados que nos dias de segunda recebem o serviço de lavagem no período da tarde.


Solidariedade a donos de bares - Entidades empresariais ligados ao segmento de turismo divulgaram manifesto na edição deste domingo do Jornal da Cidade anunciando solidariedade os proprietários dos 65 da orla marítima de Aracaju (Coroa do Meio, Aruana, Mosqueiro e Robalo) que perder seus estabelecimentos por conta de ação movida pelo Ministério Público Federal de Sergipe.

 



Coluna Eugênio Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
30/11
11:40

Resguardo de mulher parida

José Lima Santana - Professor do Departamento de Direito da UFS

 

Desculpem-me os redatores do Jornal da Cidade. Desculpem-me os leitores e as leitoras, incluindo internautas. Eu hoje, neste último domingo de novembro, não tenho o que lhes dizer. Estou com a cabeça ruinzinha. Mas, ruinzinha mesmo. Não sai nada de proveito. Nenhum assunto que mereça a atenção de quem lê. Que tenha algum atrativo, ainda que mínimo. Aliás, preciso fazer uma correção: a cabeça não está ruinzinha neste domingo, a bem da verdade. Isso foi na quinta-feira, dia 27, que é o meu prazo para enviar o artigo à redação do Jornal. Amanheci com a cabeça oca. E oca ela permaneceu até a meia-noite. Vi, atônito, os ponteiros se juntarem num abraço de enamorados. Abraço apertado de tirar o fôlego, se fôlego os ponteiros tivessem. Abraço mais sem-vergonha. Mais safadinho. Uma colada das seiscentas! Pronto. Já era meia-noite. Logo, meia-noite e um minuto. Sexta-feira. Nada. Pensei: é hora de pedir arrego. De deixar de lado as páginas do Jornal aos domingos. Afinal, desde 2010 eu tento tapear os leitores com um bolodório danado. Não consegui me acertar como “escrivinhador”. Não segui uma linha estética. Não busquei sedimentar os escritos – pobres escritos! – em torno de uma linha apropriada. Escrevi sobre o que quis. Sobre o que foi possível escrever. Às vezes, de última hora eu inventei causos. Outras vezes, busquei causos ouvidos na minha infância. E noutras mais, eu escrevi sobre assuntos do momento, a exemplo de questões políticas. A preferência de quem ousa me ler – e isso para mim é uma honra – parece que, na ordem, recai sobre os causos e a política. Os causos divertem, e mais divertiriam se o contador tivesse veia, tivesse tutano. Os assuntos políticos chamam a atenção de alguns que gostam dos enredos da política tupiniquim. Ademais, outros escritos, outros assuntos não chamaram tanto a atenção, salvo um ou outro.

Entreguei os pontos. Vou-me embora pra Pasárgada, como sugeriu Manuel Bandeira, embora nem lá nem aqui eu seja amigo do rei. Porém, onde estará a minha Pasárgada? Decerto, não estará no Irã. Pasárgada, como muitos devem saber, obviamente, era uma cidade da antiga Pérsia, e atualmente é um sítio arqueológico na província de Fars, no país citado. Foi a primeira capital da Pérsia Aquemênida, no tempo de Ciro II. É também um Patrimônio Mundial da UNESCO. E alguém quer saber disso? Ou relembrar, quem já o sabe? É possível que não. Deixo Pasárgada para lá. E aí, vou deixar de publicar um escritozinho qualquer, assim no vapt-vupt? Que dilema! Para que serve uma cabeça oca? Será que o jornalista Luiz Melo, que recebe os meus escritos, desde que Marcos Cardoso de lá se afastou, me arranjaria de graça, na base do 0800, um anúncio miúdo do tipo: “Procura-se enchimento para uma cabeça oca”? Ou, então, “Oferece-se uma cabeça oca a preço de ocasião”. Psiu! Ô Luiz Melo, dê as caras, cara! Arranje-me aí o espaçozinho para um classificado. E não venha pra cá me dizer que isso é assunto do setor comercial. Nem venha que não tem! Ah, mas pensando bem, quem vai ler um anúncio dos tipos acima citados? Nem um nem outro. E se alguém o ler, não lhe dará a mínima. Estou ferrado.

O tempo vai passando. A madrugada da sexta-feira chegou ao meu quarto, onde eu escrevia essa besteira, por absoluta falta de assunto, por não saber o que escrever, que pudesse servir como artigo, crônica, causo ou fosse lá o que fosse. Senti-me seco como a nascente do rio São Francisco. Seco como o reservatório da Cantareira, em São Paulo. Seco como os peitos da cadelinha Miumiu, que já está bem velhinha e dorme o dia quase todo, na casa de D. Ceicinha do finado Caçulo Varandão, que foi dono da fazenda Mulungu e do famoso cavalo ruço Peido de Velho. Que nome, hein? Estou mesmo seco. Sem assunto, sem assunto, sem assunto. Todavia, por falar em secura lembrei-me de Severino do Velame, marido da professora Mariinha e pai de Tutuca, Biribinha, Tontonca, Zibelina, Coriboca, Beibei, Mirucha, Teco e Mocinha. Nos idos de 1970, Severino fez uma aposta com Marciano de Sá Mirandinha, como a mulher de Fausto de Maria Preta jamais engravidaria. “Ela tem o útero seco”, dizia Severino. “Não tem como segurar a semente do marido. Não tem como gerar menino. Ela é mais seca do que cuia de farinha em casa de quem não fez feira”.

Meu Deus! Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó. Deus que vela por mim e por quem também Nele acredita. O que tinha Severino a ver com o embuchamento ou não de Isaurinha, mulher de Fausto de Maria Preta? Nada. Aparentemente, nada. Ocorre que ele era apostador nato. Apostava em tudo. Inventava no que apostar. E inventava mirabolantes justificativas quando perdia algumas apostas. Desafiou Marciano estipulando o prazo de dois anos como Isaurinha não pegaria barrigada. O casal estava casado há exatos outros dois anos. Seriam quatro anos de vãs tentativas, no conjunto. Ora, se havia se passado dois anos sem sinal de choro de menino novo, não custava apostar em mais dois. A aposta foi feita. Um bezerro pé duro de Severino contra um potrinho castanho de Marciano. Aposta selada na palavra. Melhor cartório não havia. Palavra de homem versus palavra de homem. Antigamente era assim. Valia o dito.

Um ano e meio se passou e eis que Isaurinha apareceu embuchada. Severino perdeu a aposta. No dia em que D. Eurides, parteira afamada, aparou dois meninos da barrigada de Isaurinha, logo dois, como se fosse para recuperar o tempo perdido, Severino levou ao sítio de Marciano o garrote pé duro, que, a bem dizer, já era um boi feito. Aposta perdida era aposta a ser paga. Chegando à porteira do sítio, Severino encontrou o vencedor da aposta, atarefado em consertar uma cerca de arame farpado. “Olhe aqui o seu garrote”, disse o perdedor. Ao que respondeu Marciano: “É, “seu” Severino, parece que Fausto de Maria Preta tem partes com São Pedro: ele molhou direitinho o útero seco de Isaurinha”. Severino, então, mandou ver: “São Pedro num tem nada a ver com isso, não. Dizem por aí que quem molhou foi o carinha novato da DESO, que é vizinho do casal”. E Mariano, mostrando espanto: “O quê? Mas o carinha da DESO é o meu filho Zezinho”. Severino emendou de primeira: “Então, você ganhou um garrote e dois netos”.

Bem. Jornalista Luiz Melo, deixe o espaço do meu anúncio para depois. E vamos marcar um dia para uma cervejinha. Lembrando que Eugênio Nascimento agora só bebe cerveja zero álcool. Cerveja sem álcool... Até parece resguardo de mulher parida. Vôte!

 

 

 

(*) Publicado no Jornal da Cidade, sob o título “Sem assunto”, edição de 30/11 e 1º/12/14. Publicação neste site autorizada pelo autor.



Coluna José Lima
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
30/11
11:36

O memorial da democracia da UFS

Afonso Nascimento - Professor de Direito da UFS

Criada em 1968, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) é “filha” da ditadura militar, mas, com o passar do tempo, cortou o seu cordão umbilical com essa forma de regime autoritário. Herdou certa dose da rebeldia de professores, estudantes e servidores das escolas e faculdades que a antecederam. Quando foi fundada, a ditadura já tinha quatro anos de existência.

A UFS nasceu sob o signo da censura, do medo e da vigilância. Amordaçada veio ao mundo. Em condições adversas. No mesmo ano de sua fundação, 1968, foram editados o Ato Institucional no.5 e o Decreto-Lei no. 477. Pior momento não poderia existir.

A criação da UFS foi decisão dos militares como parte do projeto maior de um sistema federativo de universidade. Por meio dessa política, cada estado federado teria de ter a sua universidade federal. Mas é verdade que já havia, antes disso, mobilização de sergipanos visando a atingir esse objetivo. A construção de seu espaço físico contou com a cooperação do Banco Mundial (ou do BIRD, não lembro ao certo agora), que financiou o campus de São Cristóvão a que ficou associada.

A UFS cresceu com policiais à paisana nas salas de aula, com uma Assessoria de Segurança e Informação dentro da Reitoria, matriculando estudantes-policiais sem vestibular e dizendo aos reitores e procuradores jurídicos o que fazer ou como fazer. A ditadura militar na UFS gerou uma cultura do medo, da delação, da desconfiança, do dedo-durismo e do oportunismo entre as três comunidades que compunham e compõem a instituição - cultura esta que, felizmente, já foi ultrapassada.

Apoiando-nos nas ideias do historiador Rodrigo Patto Sá Motta, as posições tomadas pela comunidade universitária da UFS, durante a ditadura militar, podem ser classificadas em três: adesão ou colaboração, resistência e acomodação. Naturalmente, os comportamentos mais generalizados foram os de acomodação da parte dos três segmentos. A maior resistência à ditadura militar dentro da UFS foi feita pelos nossos estudantes. O símbolo maior dessa resistência foi a reconstrução do Diretório Central dos Estudantes (DCE) em 1975, que fora aberto e fechado em 1968. Entre os professores, maior foi o número dos adesistas ou colaboradores – que inclui alguns reitores, vice-reitores e, aparentemente, procuradores jurídicos. Os professores que resistiram à ditadura militar foram em número menor, mas eles existiram.

Naturalmente, as ações dos professores colaboradores ou adesistas são aquelas mais lembradas. Esses professores se sentiam à vontade para dizer, dentro e fora da sala de aula, de que lado eles estavam, podiam funcionar informalmente como delatores, adotavam bibliografia simpática aos valores da ditadura militar,  entre outras ações. Muitos deles foram contratados para ensinar Estudos de Problemas Brasileiros, uma disciplina para fazer proselitismo da ditadura militar e do anticomunismo nas salas de aula. Ensinar Estudos de Problemas Brasileiros (EPB) era uma forma, entre outras, de “militarizar” o currículo universitário.

Alguns aceitaram o convite para frequentar os bancos de aula da Escola Superior de Guerra no Rio de Janeiro. Outros, oriundos dos departamentos de História, Economia, Direito etc.,  concordaram em fazer palestras nos cursos de pós-graduação da ADESG em Sergipe, como também foram estudantes de pós-graduação (“estagiários”) desses cursos, pertencendo aos quadros da instituição até os anos 1990, embora os tais cursos tenham sido extintos na década de 1980.

Palestrantes, estudantes e membros da direção da ADESG em Sergipe, esses professores eram elites universitárias treinando outras elites universitárias para serem, dentro da UFS, os amigos dos generais estrelados. Eles também treinaram quadros de elites dos mais diversos setores da sociedade sergipana, oferecendo assim a legitimidade da comunidade intelectual à ditadura militar em Sergipe.

Não trataremos das formas de resistência dos servidores da UFS, porque esse é um assunto que desconhecemos. As modalidades de resistência dos estudantes foram as mais registradas. Elas podem ser encontradas no livro “A tutela militar em Sergipe” de Ibarê Dantas e na tese e em outros trabalhos do historiador José Vieira.

Quais as formas de resistência dos professores da UFS? Esse é um tema que ainda não recebeu abordagem de acadêmicos sergipanos, a não ser, um pouco, da parte de Ibarê Dantas. Mas, é muito pouco. Pesquisadores sergipanos ainda não localizaram a documentação com atos de resistência direta ou indireta dos professores contra a ditadura militar na UFS. Desconhecemos trabalhos contendo entrevistas de professores sobre as suas formas de resistência à ditadura militar na UFS.

Sabemos que não houve expurgos de professores da UFS. Sabemos também que professores foram a depor no quartel do 28º. Batalhão de Caçadores do Exército em Aracaju. Sabemos dos importantes atos de desobediência civil de reitores e de diretores de faculdades ao se recusarem aplicar punições recomendadas pelos militares contra estudantes. Sabemos que professores praticavam a autocensura na seleção de leituras e no cuidado sobre o que falavam. Sabemos dos professores e servidores que fundaram a primeira instituição sindical para os dois grupos no início da década de 1980 e que depois passaram a ter instituições próprias. Sabemos de estudantes das faculdades e das escolas superiores, que militaram a contra a ditadura e que mais tarde se tornaram professores da UFS – e que podem ter levado a sua rebeldia juvenil para as salas de aula. Alguns desses ex-estudantes, porém, mudaram de lado. O problema é que o que não sabemos é muito mais do que sabemos.

Nos estertores da ditadura militar na UFS, temos notícias de professores marxistas e de professores ligados a partidos de esquerda que ingressaram na instituição. Mas nada sabemos sobre professores ligados a partidos ou a organizações políticas de esquerda antes daquele período. Nada sabemos se houve professores podem ter sido barrados e impedidos de fazer concursos para a UFS por ordem do serviço de segurança da instituição. Sabemos de professores de Economia e de outras escolas, faculdades e departamentos que estimulavam leituras e autores não recomendados pela ditadura militar.

Desconhecemos qualquer trabalho que tenha feito um balanço da ditadura militar na UFS. Arriscaríamos dizer que os membros dessa instituição de ensino superior tiveram um comportamento contraditório, contribuindo ao mesmo tempo para o sucesso (o que é válido para a maioria de professores, estudantes e servidores acomodados) e a derrota (devida à resistência já mencionada) da ditadura militar na UFS e em Sergipe. Eis aí uma estranha situação: o sucesso da ditadura na universidade federal representou um conjunto de perdas irreparáveis.

As perdas acadêmicas, intelectuais e profissionais foram maiores que os benefícios da mesma natureza. Perderam muito os professores, os estudantes e os servidores que não puderam desfrutar do espaço de liberdade de pensamento, de discussão, de expressão, de circulação de conhecimentos propiciados pela democracia, que é o ambiente natural de qualquer instituição universitária. Por conta disso, também perdeu toda a sociedade sergipana que não pôde receber, durante anos, profissionais críticos e com mentalidade cidadã.

Neste ano de 2014, Sergipe e o Brasil completam sete eleições presidenciais sem interrupção. Vivemos o mais longo período de democracia no Brasil. As crises políticas e os graves escândalos de corrupção não deram espaço para a quebra da ordem constitucional. Mas é preciso avançar muito mais e radicalizar essa nossa democracia.

Nesse contexto, o Memorial da Democracia da UFS, cuja pedra fundamental foi lançada no dia 27 de novembro de 2014 (que também é o ano do cinquentenário do golpe militar de 1964), vem em boa hora. Ele surgiu de uma ideia do professor Fernando Sá, encampada pelo Conselho Universitário e pelo reitor Ângelo Antoniolli. Representa uma tomada de posição simbólica da comunidade acadêmica da UFS de repúdio às ditaduras de qualquer tipo e é uma forma de homenagem àqueles que resistiram dentro e fora da primeira universidade sergipana à ditadura militar.

O Memorial da Democracia é um exemplo dado pela UFS à sociedade sergipana. Que o governador, os prefeitos e as correspondentes assembleias representativas de Sergipe, o único estado brasileiro cinco-estrelas (é só olhar a sua bandeira!), inspirem-se nessa iniciativa da UFS e construam muitos memoriais por todos os municípios sergipanos. Assim, as novas gerações de sergipanos saberão da importância de defender e valorizar a democracia. Depois de termos perdido o bonde das comissões da verdade na UFS e na sociedade sergipana, isso é o mínimo que se espera que seja feito pelas nossas elites políticas.

PS: Talvez o único caso de expurgo de docente da UFS tenha sido aquele da ex-estudante e mais tarde professora do Departamento de Letras Elvidina Macedo de Carvalho, cujo processo foi parar na Justiça, mas não se sabe do seu resultado, visto que, aparentemente, ela teria se mudado para outro estado. Essa informação está contida no livro de Rodrigo Patto Sá Motta “As universidades e o regime militar”, publicado pela editora Zahar em 2014.



Coluna Afonso Nascimento
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
29/11
20:13

O PIB e o ajuste, sem tragédias

Ricardo Lacerda

O cenário econômico se deteriorou acentuadamente desde meados de 2013. Do ponto de vista do nível de atividade, o PIB estagnou, a produção industrial registrou recuo expressivo e o consumo, que vinha sustentando o crescimento econômico até então, apresentou sinais de exaustão. Do ponto de vista do equilíbrio macroeconômico, o baixo crescimento repercutiu na arrecadação de receitas, pressionando as contas públicas, e o déficit na conta de transações correntes continuou aumentando, mesmo que em ritmo menos acentuado. 

Esse conjunto de resultados sinalizou que as medidas anticíclicas encontraram seu limite diante da perda de confiança de empresas e famílias em relação à condução da política macroeconômica, em uma situação de nova deterioração das perspectivas da economia mundial. 

A economia brasileira começou a girar no mesmo lugar, sem encontrar ponto de apoio para impulsionar o crescimento do nível de atividade. A presidente da república entendeu a mensagem que emanava dos indicadores econômicos e do ânimo dos agentes econômicos e procedeu a mudança no comando da economia. Seria pouco frutífero insistir nos estímulos à demanda quando ela já não respondia às medidas adotadas enquanto os indicadores macroeconômicos se deterioravam.

Ajuste gradual
Em seu primeiro pronunciamento, antes mesmo da posse, o novo ministro da fazenda, Joaquim Levy, defendeu a necessidade de um ajuste fiscal que deve contemplar tanto a elevação de tributos como corte de despesas. A meta apresentada é de elevar o superávit primário, o esforço fiscal que o país realiza para pagar juros, de 0,56% do PIB em doze meses alcançados em outubro de 2014 para 1,2%, em 2015, até alcançar 2%, o patamar que se avalia como necessário para que a dívida bruta não cresça enquanto proporção do PIB, em 2016 e 2017. 
 
“Não temos pressa de fazer um pacote com medidas relâmpago. Algumas coisas vêm sendo discutidas no caminho de diminuir as despesas, mas acho que a capacidade de cooperação entre os diversos órgãos deve levar a gente a fazer medidas. Elas vão ser, não digo graduais, mas sem pacotes, sem nenhuma grande surpresa”, declarou o novo ministro.

Ortodoxia
Muita tinta foi gasta em uma discussão pouco objetiva a respeito de uma rendição da política econômica ao receituário ortodoxo. Entendo que trata-se apenas de bom senso para entender que o baixo crescimento dos últimos trimestres impôs restrição à política expansionista e o seu custo já superava os benefícios esperados. Ver Gráfico com dados da perda de dinamismo dos componentes do PIB sob a ótica da demanda.
 

Os mais exaltados falam em estelionato eleitoral mas, na verdade, quando a presidente anunciou que o ministro Mantega não permaneceria no novo mandato emitiu um sinal claro do seu entendimento a respeito da necessidade de ajustar o rumo da economia.
 
As medidas anticíclicas foram importantes no pós crise de 2008 mas elas estavam perdendo eficácia. Na medida em que deixaram de impulsionar o crescimento da produção, os sinais de desequilíbrio começaram a se acumular tanto no balanço de pagamentos quanto, em um segundo momento, nas contas públicas. 

As medidas a serem implementadas pela nova equipe econômica ainda não foram apresentadas. Do lado da receita, cogita-se o retorno da CIDE sobre os combustíveis e o fim das isenções parciais na aquisição de bens duráveis de consumo. Do lado da receita, deverão ser elaboradas propostas para restringir o pagamento do abono salarial pago anualmente aos cadastrados no PIS e a revisão no pagamento de pensões e de auxílio desemprego. O novo ministro já anunciou que serão interrompidos os aportes do tesouro aos BNDES para financiar créditos subsidiados às empresas.

A  mudança na gestão da política econômica não decorre de uma crise que exija medidas de emergências e sim da necessidade de redirecionar rumos.  A proposta é fazer a transição da forma mais suave possível para mitigar os impactos das medidas de ajuste fiscal sobre o nível de atividade e sobre o emprego, o que significa que, antes de melhorar, o nível de atividade pode declinar nos próximos trimestres. 

A expectativa é de que a implementação das medidas de ajustes nas contas públicas seja acompanhada pela retomada de investimentos em infraestrutura e na exploração de petróleo e pela correção progressiva da taxa de câmbio, a fim de mudar os termos da competitividade da produção de bens e serviços no mercado interno e no mercado externo. 

Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.
Artigos anteriores estão postados em http://cenariosdesenvolvimento.blogspot.com/
 


Coluna Ricardo Lacerda
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
29/11
20:06

Batistão terá catracas eletrônicas e bilhetes informatizados


Sistema de acesso é imune à evasão e já está em operação nas Arenas Amazonas, Grêmio, Pernambuco, Fonte Nova, Maracanã, Natal, Fortaleza, Mineirão e Curitiba


Alta tecnologia e modernidade na estrutura são diferenciais do novo Estádio Lourival Baptista.Com previsão para ser entregue em janeiro, o estádio terá catracas eletrônicas e bilhetes informatizados. De acordo com o secretário de Estado de Infraestrutura, Valmor Barbosa, o espaço poderá receber o campeonato sergipano de futebol de 2015.

“Um exército de trabalhadores segue atuando em serviços referentes à reforma do estádio, a exemplo da pavimentação externa e iluminação e da reestruturação, dos pórticos e das cabines de imprensa. Outra coisa importante a ser ressaltada é que antes de entregarmos o estádio pronto, faremos algumas avaliações estruturais para garantir o funcionamento adequado da praça esportiva” informou o secretário.

Os preparativos para a entrega do estádio aos sergipanos estão em pleno andamento. Valmor Barbosa se reuniu com o secretário de Estado de Esporte e do Lazer, Gilson Dória, e com dirigentes e representantes da Federação Sergipana de Futebol, (FSF), para apresentar a sistemática operacional do novo Estádio.

Uma das novidades apresentadas foi o sistema de acesso, operado através de catracas eletrônicas e bilhetes informatizados. “Será implantando um sistema de acesso ao estádio, moderno e informatizado, evitando a evasão de renda. Será o mesmo sistema já implantado em nove das modernas arenas multiuso, inauguradas no Brasil, para a Copa do Mundo”, disse Gilson Doria.

O sistema de acesso é patenteado pela empresa “Imply” e já está em operação nas Arenas Amazonas, Grêmio, Pernambuco, Fonte Nova, Maracanã, Natal, Fortaleza, Mineirão e Curitiba. “É um sistema imune à evasão, porque evita o “bate-volta”. O ingresso, ao passar pelo leitor da catraca, recebe uma marca característica, que o inutiliza para outras utilizações”, lembrou Gilson Doria.

O Batistão passará a operar como uma arena multiuso que é a tendência de todos os novos estádios de futebol no Brasil. Além do torcedor ter conforto para torcer pelo seu time o ano todo, a estádio receberá atrações artísticas e eventos. Para isso serão criados ingressos específicos para jogos de futebol, shows musicais e outros espetáculos.

Da assessoria


Esportes
Com.: 0
Por Kleber Santos
29/11
18:40

Justiça confirma a realização do concurso da Polícia Civil neste domingo

A juíza Simone Fraga, da 3º Vara Cível expediu decisão favorável à realização do concurso público para provimento de vagas para Agente de Polícia e Escrivão da Polícia Civil do Estado de Sergipe. As provas acontecerão neste domingo, 30, e reunirão cerca de 22 mil candidatos.

A ação civil pública com pedido de liminar de suspensão do concurso tramita na citada Vara da Fazenda Pública, no Tribunal de Justiça de Sergipe, e foi apreciada na manhã desta sexta-feira, 27. O pedido de tutela pretendida pelo Ministério Público foi indeferido, por o Judiciário entender que não se encontravam presentes os requisitos para a concessão delimitada.

O relatório da decisão ressalta ainda que “em informações o Estado de Sergipe em manifestação prévia, alega que não se encontra presente verossimilhança da alegação, uma vez que o edital guarda pertinência com a legislação e a jurisprudência do Superior Tribunal Federal (STF)”. A decisão completa também “que o deferimento da liminar implicaria no perigo de dano inverso”.

Ação do MPE

No início do mês de novembro, as Secretarias de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), e da Segurança Pública (SSP), receberam recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), que sugeriu a alteração no Edital do Concurso da Polícia Civil de Sergipe para adequação da prova de aptidão física em relação às pessoas com deficiência. 

Após consulta a Procuradoria Geral do Estado (PGE), e ampla discussão com a instituição organizadora do concurso, o Governo do Estado respondeu a recomendação do MPE, mantendo o edital publicado, por entender que o mesmo salvaguarda os direitos dos deficientes e que caso o altere nos termos propostos, estará ferindo os direitos dos demais candidatos que estão concorrendo às vagas a serem providas.

Provas

As provas acontecerão neste domingo, 30, no turno da manhã para o cargo de escrivão, e no turno da tarde para agente de polícia. Os portões abrem às 7h15 e 13h15, respectivamente, e as provas tem início às 8h - para escrivão e às 14h para agente de polícia. (Da assessoria)



Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
28/11
19:28

João Alves afasta-se da PMA para tratamento de saúde

O prefeito de Aracaju, João Alves Filho, está de licença médica por causa de um procedimento cirúrgico, assumindo, assim, a prefeitura de Aracaju, o vice-prefeito José Carlos Machado. João Alves Filho, no início de outubro de 2014, apresentou um quadro de obstrução infravesical e o médico Dr. Miguel Srougi indicou tratamento cirúrgico, tratamento este que, por não ser de grande urgência, foi marcado para o final de novembro.

Sendo assim, o prefeito João Alves Filho afastou-se das funções para ser submetido à ressecção transuretral da próstata. A cirurgia é para corrigir um alargamento relacionado com a idade da próstata. Trata-se de um dos mais comuns problemas da próstata benigno, ocorrendo na maioria dos homens que ultrapassam os 60 anos. A cirurgia ocorreu hoje, 28 de novembro de 2014, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo e o prefeito ficará internado por três dias e em repouso por 15 dias.



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
28/11
15:25

Valadares participa de reunião da Executiva Nacional do PSB que proíbe filiados de ocupar cargo no governo Dilma


O senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) participou nesta manhã de reunião da Comissão Executiva Nacional do PSB. Na oportunidade, foram discutidos os resultados da eleição eleitoral do PSB em cada Estado e os rumos do partido para os próximos quatros anos. Ficou decidido que os filiados do partido estão proibidos de participar do governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

O partido decidiu que se manterá independente em relação ao governo petista. A proibição de membros do partido de integrarem o governo do PT está restrita ao âmbito federal. Os integrantes do PSB estão autorizados a assumirem cargos em governos do PT nos Estados da mesma forma que petistas poderão integrar os governos do PSB.

Da assessoria


Política
Com.: 0
Por Kleber Santos
1 2 3 4 5 6 » Próxima » Última

Enquete


Categorias

Arquivos