31/12
19:47

Começa uma onda de denuncismo em Sergipe

A posse dos novos prefeitos vai deflagrar uma  onda de denúncias contra os governantes que  estão deixando o cargo e que não são aliados dos  sucessores. Já há problemas expostos em Aracaju,  Lagarto, Itabaiana e Graccho Cardoso, onde 240  servidores acamparam em frente à Prefeitura,  reivindicando os salários dos últimos quatro meses  - que não lhes foram pagos.


Em Aracaju, João Alves Filho, prefeito eleito  pelo DEM, já alfinetou o antecessor Edvaldo  Nogueira (PC do B), anunciando que “a realidade não é boa”. E garantiu que há precatórios atrasados, problemas de pagamento com a empresa que recolhe o lixo e atrasos junto a vários outros segmentos empresariais.


A mesma situação da capital atinge Lagarto,  Itabaiana e vários outros municípios sergipanos.  Os prefeitos enfrentam perdas no FPM desde 2009,  quando o Governo Federal reduziu e isentou do IPI  carros, geladeiras, fogões etc. - e o IPI, junto com o  Imposto de Renda, compõe o Fundo de Participação  dos Municípios.

 
Mas, isso por si só não justifica deixar dívidas de  pagamentos em atraso deuma gestão para a outra,  a exemplo da questão do lixo em Aracaju. Não se  trata de um ato criminoso ou ilegal, mas algo que deveria ser evitado. É preciso definir as prioridades administrativas, e pagar o que se deve deveria ser uma delas.


Os prefeitos que estão assumindo o comando  político-administrativo dos municípios precisam  entenderque as dívidas deixadas não são dos  prefeitos, mas sim do poder público, e que devem  ser pagas por quem chega a ele.  Mas, a opção é  sempre pelo denuncismo para justificar possíveis  problemas que venham a surgir e queimar a  imagem do antecessor.


De janeiro a, pelo menos, uns três ou quatro  meses mais, o denuncismo será a pauta da  imprensa. Os novos prefeitos e seus secretários  lembrarão sempre “as condições em que assumiram  o poder e os problemas que herdaram”, e vão  entrando no jogo de protelar o pagamento das  dívidas velhas e novas. Fique de olho.


Colunas
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
31/12
19:14

Governo do Estado discorda da avaliação do Sintese e lamenta que critérios sejam apenas financeiros

O governo do Estado não concorda com a avaliação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) que lhe imputou a nota 2,1 em 2012. Segundo o governo, o critério utilizado para a avaliação é meramente financeiro sem levar em conta os avanços que o governo realizou em diversos campos da Educação estadual. Mesmo se o critério for apenas o financeiro, o governo entende que o Sintese está sendo injusto e solicita que o sindicato mostre para a sociedade outros governos em Sergipe que nas últimas décadas tenham oferecido mais reajustes e aumentos reais, acima da inflação, para todas as categorias dos professores estaduais.

 

 Além do mais, o governo entende que é antidemocrático da parte do Sintese querer avaliar as administrações públicas já que ele não permite que os professores sejam avaliados. A Secretaria de Estado da Educação (Seed) contratou uma consultoria para avaliar o desempenho dos professores e o Sintese rejeitou a avaliação. Esta avaliação iria servir para ajudar a encontrar mecanismos para melhorar o trabalho dos professores, identificando falhas, necessidades de treinamentos, reciclagens e atualizações, levantamentos dos pontos fortes e fracos e diagnosticar as formas de corrigir os desvios para melhorar a qualidade da educação pública.

 

O governo aponta ainda que nunca o Sintese deu sua contribuição em questões outras que não fossem as salariais e jamais ofereceu uma proposta pedagógica para ser avaliada pela Seed, reforçando o caráter mercantilista das suas reivindicações. Nos anos anteriores, a nota dada ao governo do Estado estava na casa dos 4, em 2012, justo o ano em que o governo não teve condições de arcar com os valores salariais reivindicados pelo sindicato, a nota caiu pela metade. O governo acredita que, para o Sintese, Educação se resume a salários, mas mesmo neste item, o atual governo entende que realizou grandes avanços.

 

Basta pegar o contracheque atual de qualquer professor do Estado e comparar com os valores que ele recebia até 2007. O que ganhou menos dobrou seus rendimentos, tendo categorias que chegaram a triplicar o salário. Outro aspecto rejeitado pelo governo é a personificação dos protestos do Sintese que ataca diretamente a pessoa física do governador Marcelo Déda. O governo entende que se trata de uma relação institucional, mas mesmo assim, o sindicato faz questão de atacar a pessoa Marcelo Déda, denotando uma falta de critério e de respeito ao ser humano que, todos sabem, passa por um problema de saúde em busca de tratamento.

 

Em relação a esta questão, o Sintese se utiliza de dois pesos e duas medidas, pois quando trata das administrações municipais ele dá as notas e refere-se apenas ao nome do município, deixando desta forma muito claro a sua intenção de prejudicar a imagem do governador junto à sociedade. O governo entende ainda que, pelo trabalho que vem realizando nas questões pedagógicas e estruturais, muitas destas ações de forma inédita, que a nota dada pelo sindicato deveria levar em consideração estes avanços e lamentou mais uma vez que o critério usado seja apenas o salarial. 

 

O governo de Sergipe implantou o programa Sergipe Alfabetizado e de 2007 a 2012 mais de 185 mil pessoas jovens, adultas e idosas frequentaram as classes de alfabetização da Secretaria de Estado da Educação. Em relação à reforma de Escolas, de 2007 até os dias atuais, o Governo de Sergipe já reformou 72 escolas e quatro quadras. Até o momento, foram investidos mais de R$ 70 milhões nas reformas e ampliações das unidades de ensino da rede estadual e, até o final deste governo, estima-se que serão investidos recursos na ordem de R$ 190 milhões em reformas, ampliações, construções de escolas e quadras esportivas.

 

Em relação ao Programa Pré-Universitário, a Seed acumula êxitos todos os anos que podem ser observados nos resultados dos vestibulares de 2012, quando a rede pública estadual de ensino aprovou 3.733 alunos, representando um acréscimo de 23,20% em relação ao ano passado, cuja aprovação chegou a 3.030 alunos. Do total de alunos aprovados em 2012, 2.703 conquistaram vaga na Universidade Federal de Sergipe (UFS), 413 na Universidade Aberta do Brasil (UAB) e 617 em instituições particulares. O crescimento do número dos aprovados na UFS foi de 36,51% em relação aos vestibulares 2011, cuja aprovação na Universidade Federal abrangeu 1.980 alunos.

 

O governo de Sergipe, através da Seed, ofertou em 2012, 6.175 vagas no curso Pré-Universitário distribuídas em 39 polos presentes em 21 municípios. Ademais, operacionalizou quatro simulados preparatórios para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltados para os mais de seis mil alunos do curso Pré-Universitário e cinco simulados para os alunos do ensino médio em todas as escolas da rede pública estadual.

 

A Seed criou ainda diversas ações que ajudam a melhorar a qualificação dos professores e que nunca são levados em consideração pelo Sintese a exemplo de cursos de formação continuada e apoio a mestrados e doutorados.

(Da assessoria)


Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
31/12
18:57

Os 25 eleitos

Afonso Nascimento

 

Advogado e Professor de Direito da UFS

 

Nas eleições municipais de 2012, foram eleitos vinte e cinco representantes políticos para administrar Aracaju. Essa unidade política sergipana possui uma população de 570.937 habitantes, distribuídos em trinta e nove bairros e um distrito eleitoral de 367.175 cabeças.Como classificar essas pessoas eleitas, homens e mulheres, em termos de representação política?

 

O primeiro eleito, o super-representante político, foi o prefeito de Aracaju, uma cidade cuja cultura política é presidencialista. Os aracajuanos sabem que é o chefe do executivo que tem o controle do orçamento, que tem uma enorme máquina administrativa, que distribui centenas de cargos comissionados, etc. Essa cultura presidencialista, somada à cultura do voto personalista, leva inevitavelmente à crença correta de que o prefeito é mesmo o cara que manda. E é. Na eleição deste ano, a oferta de candidatos a prefeito foi de cinco nomes para uma vaga. O prefeito eleito teve 159,668 votos, ou seja, um pouco mais da metade de todos os votos dos outros candidatos juntos.

 

O novo prefeito, João Alves Filho, é um velho político aracajuano ao mesmo tempo tradicional e modernizador. A sua representação política possui uma dupla natureza, a saber, uma representação clientelista ligada a um político com formação adesguiana que já foi prefeito de Aracaju (1975-1979) e governador de Sergipe por três vezes (1983-1987,1991-1995 e 2003-2007) e que soube acionar, sozinho e através de sua esposa senadora, velhas lealdades na classe média e nas classes populares. Teve também o voto independente de setores populares do eleitorado (taxistas, rodoviários, etc.) e de outros segmentos. A sua foi uma vitória fácil por buscar ocupar, no processo eleitoral, um espaço vazio de lideranças políticas estaduais e municipais do oficialismo.

 

Em relação à representação política dos vereadores de Aracaju, proporcional, a discussão sobre os eleitos é mais complexa, pois diz respeito a vinte e quatro nomes (Iran Barbosa 7808; Robson Viana - 5794; Nitinho- 5279; Dr. Agnaldo - 5262; Adelson Barreto Filho - 5091; Dr. Manoel Marcos - 4883; Daniela Fortes - 4531; Valdir Santos 4471; Pr. Jony - 4400; Lucas Aribé - 4300; Pr. Roberto - 4287; 

 
 
 

Max

 
 
 

 Prejuízo - 4140; Renilson Felix - 4127; Vinicius Porto -4110; Dr. Gonzaga - 4108; Emmanuel Nascimento - 3967; Dr. Emerson - 3881; Lucimara Passos - 3791; Ivaldo José - 3542; Augusto do Japãozinho - 3512; Anderson de Tuca - 3075; Jailton Santana - 3049; Adriano - 3037;  e Agamenon Sobral - 1616).  A oferta de candidatos para as vinte e quatro vagas foi de 404, o equivalente a 16,83 para cada posto de vereador.

 

Não serão mencionados nomes de vereadores eleitos pertencentes à categoria "representação" econômica. Mas, eles, com certeza, estão entre os 24 eleitos. E não é difícil identificá-los - embora nenhum deles tenha comprado 100% dos votos obtidos. Esses eleitos são verdadeiros os proprietários dos seus votos. Também não direi se há entre os reeleitos políticos compradores de votos. Nem qual a porcentagem a que eles correspondem. O leitor pode reportar-se a artigo que escrevi sobre o mercado do voto em Aracaju, publicado neste mesmo jornal.

 

Juntamente com a representação econômica, a representação clientelista é a mais importante em Aracaju - correspondentes, juntas, a 80% dos votos? Diversos vereadores eleitos usam a máquina estatal municipal e a de seus gabinetes para fazer funcionar o clientelismo. Quem é candidato a vereador, grosso modo, constrói sua estrutura clientelista em preparação para a competição eleitoral, prestando serviços médicos, advocatícios, dentários, de transporte de doentes, buscando empregos privados e públicos, etc. Isso é o clientelismo no varejo, financiado com dinheiro da Câmara que é do contribuinte aracajuano ou de seu bolso ou de sua bolsa. Esse tipo de representação política equivale a uma tutela.

 

É bem minoritária a representação independente ou livre em Aracaju. Diz respeito geralmente a eleitores de classe média e de outras classes sociais em menor escala, votos de amigos, etc. O voto independente, sozinho, não elege vereador - a não ser excepcionalmente. Uma exceção é o voto dos professores, que é um voto ao mesmo tempo cidadão e corporativo.

 

Existe, sim, a representação ideológica. Hoje ela é muito menos aquela dos partidos políticos e mais a dos grupos religiosos, em especial dos evangélicos. Não é incomum ouvir-se dizer que esse voto evangélico é também um voto de cabresto. Pode ser. Nessas eleições, o voto religioso dos católicos foi um fracasso. O voto dos candidatos de extrema esquerda é também um voto ideológico, mas, dificilmente, elege vereador. Existem também, em via de extinção, os votos ideológicos do PT e, sempre bem pouquinho, os do PC do B.

 

Já foi mencionado antes o voto dos professores municipais e estaduais como um voto independente, mas ele é também um voto corporativo. Outro voto corporativo foi o dos taxistas e dos rodoviários. Isso pode ser um problema, se todas as categorias profissionais começarem a votar dessa forma. Essa parece ser uma tendência do eleitorado sergipano, especialmente daquele ligado ao funcionalismo público, na sua luta por salários e direitos ou privilégios. 

 

Analistas políticos sergipanos apontaram a representação "distrital" ou por bairro como a grande novidade dessas eleições. Com efeito, foram eleitos diversos vereadores com votos de seus bairros, criando assim uma representação por bairro. Isso pode ser uma coisa boa, porque geralmente acontece de os candidatos de classe média e alta residirem em bairros onde não estão os eleitores capazes de dar-lhes um mandato. E é nos bairros populares onde está, claro, a maioria do eleitorado aracajuano.

 

Os "caroneiros" são aqueles representantes políticos com certa porcentagem de votos que é insuficiente para eleger-se e que, por isso, os votos da coligação vêm a somar-se para permitir a sua eleição. Isso é uma forma de distorção da representação política, mas é legalmente permitida. A sua representação política não corresponde a seus votos e a seus eleitores. Se o complemento dos seus votos corresponde ao voto de legenda, tudo bem. Quantos são os "caroneiros" eleitos? É muito fácil identifica-los. Basta dar uma olhada nos números do Tribunal Regional Eleitoral e procurar saber quem foi eleito com o voto da coligação.

 

Uma fatia do eleitorado sempre fica sem representação política em Aracaju - apesar da altíssima participação eleitoral (334,413 ou 91,08%). Qual é ela? Ela é composta por aqueles que votaram em branco (15,859 ou 4,74%), anularam o voto (12,565 ou 3,76%), não se apresentaram para votar (32,760 ou 8,92%), são legalmente incapazes juridicamente para votar e aqueles cujo voto é facultativo (adolescentes entre 16 e 18 anos e idosos a partir de 70 anos).

 

O que esperar desses vinte e cinco eleitos para os próximos quatro anos? Considerando que Aracaju é o principal distrito eleitoral de Sergipe e que o Governo Estadual vive uma crise política que deve estender-se até 2014, é de supor-se que o novo prefeito privilegiará a sucessão estadual para daqui a dois anos.  As prioridades concretas deverão ser o encaminhamento do problema da infraestrutura viária, a aprovação de um plano diretor para promover a especulação imobiliária dentro da lei e fortalecer a economia do turismo aracajuano. Para além de tudo isso, ouso arriscar, as velhas práticas clientelistas deverão ser reforçadas.




Colunas
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
30/12
23:46

Jackson e Edvaldo inauguram obras estruturantes no Santa Maria e Coqueiral

Orçadas em cerca de R$ 100 milhões, as obras de drenagem, terraplanagem e pavimentação contemplam os conjuntos residenciais Padre Pedro e Valadares, no Santa Maria, além do loteamento Coqueiral, situado no bairro Porto Dantas


A sintonia entre os governos Federal, Estadual e Municipal culminou numa série de investimentos recentes que elevaram a qualidade de vida em duas comunidades carentes da capital sergipana: o bairro Santa Maria e o loteamento Coqueiral. Prova disso está nas obras de pavimentação e drenagem inauguradas na manhã deste sábado, 29, nas duas localidades, com a participação do vice-governador Jackson Barreto e do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira.

Orçadas em cerca de R$ 100 milhões, as obras de drenagem, terraplanagem e pavimentação entregues por Jackson e Edvaldo contemplam os conjuntos residenciais Padre Pedro e Valadares, no Santa Maria, além do loteamento Coqueiral, situado no bairro Porto Dantas. Parte dos recursos está inserida no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Partindo da Escola de Esportes Alan Kardec, uma comitiva tendo à frente o vice-governador e o prefeito da capital percorreu algumas das 177 ruas drenadas e pavimentadas no Santa Maria. Nas portas das casas, os moradores acenavam e agradeciam pelo investimento do poder público que aguardavam há tanto tempo. "É com uma alegria muito grande que vemos na entrada do ano novo as populações mais carentes de Aracaju receberem esse presente", ressaltou Jackson.

Alegria que era visível no semblante da população. "Aqui era lama para todo lado, as crianças nem podiam andar de bicicleta, mas agora está muito bom", enalteceu a garçonete Lilian da Silva, 37, há oito anos moradora da Rua 37, no conjunto Padre Pedro, enquanto acompanhava as inaugurações da porta de sua residência.


Coqueiral

Do bairro Santa Maria a comitiva seguiu para o Coqueiral, onde as obras compreendem seis setores, dos quais cinco estão concluídos e foram inaugurados neste sábado. Das 600 casas previstas, 383 já foram entregues. Apenas neste caso, o investimento foi de R$ 31,94 milhões, sendo R$5 milhões em contrapartida do Governo do Estado.

"O Coqueiral está sendo entregue com todas as suas ruas drenadas e pavimentadas, com um conjunto residencial, com toda a infraestrutura, assim como o Padre Pedro foi totalmente drenado, com esgoto e asfaltado, e o conjunto Valadares asfaltado. Esses são investimentos que sem dúvida alguma mudam a qualidade de vida da população", colocou o vice-governador.

No Coqueiral Jackson e Edvaldo mais uma vez percorreram as ruas recém-drenadas e pavimentadas. "São 177 ruas drenadas e pavimentadas no Santa Maria e 117 ruas drenadas e pavimentadas no Coqueiral, além de 600 casas que estão sendo entregues. Essa união da Prefeitura com os governos Federal e Estadual permitiu que fizéssemos a maior obra social de Aracaju nos últimos 30 anos", exaltou Edvaldo Nogueira.

A inauguração no Coqueiral também atraiu a atenção da comunidade. “Está tudo ótimo, só temos a agradecer”, comentou o taxista Antônio Francisco, 59, que há três meses recebeu sua casa no Residencial Dr. Cleonaldo Silva, no Coqueiral. “Antes morava com meu filho, agora tenho meu ‘teto”, concluiu.

Da Assessoria



Política
Com.: 0
Por Kleber Santos
29/12
10:44

Com média 2,1, governo Déda é reprovado na educação em 2012

Os professores da rede estadual de ensino reprovaram a política de educação do governo Marcelo Déda em 2012. De zero a 10, na média, o magistério estadual deu nota 2,1 à política educacional do governo estadual, a mais baixa ao longo dos seis anos de Déda como governador. A Região Centro-Sul foi onde o governo teve melhor avaliação: 4,7. Já na Região de Aracaju, o governo Déda, no quesito educação, teve o pior desempenho: nota 1,3.

VEJA AQUI TODAS AS NOTAS

No ano passado, primeiro ano do segundo governo de Marcelo Déda, a avaliação dos professores em relação à política educacional do Estado foi um pouco melhor. O Governo Déda recebeu, em 2011, média 3,0 na educação. Já a média do seu primeiro governo (2007 a 2010) foi de 4,2.

?Não resta dúvida que a política de educação implementada pelo governo do estado é um fracasso. Quem está dizendo isso são os professores, que vivenciam no chão da escola todos os problemas advindos da falta de uma política de Estado transformadora na educação. Faltam compromisso e vontade política para mudar a realidade da educação sergipana, como também tem faltado uma política de valorização do magistério e respeito a esta categoria. A resposta está aí, com a nota 2,1 dada pelos professores, a mais baixa deste governo deste 2007. Que o governo receba como uma crítica construtiva e trabalhe muito mais para mudar a realidade da nossa educação?, afirmou Angela Melo, presidenta do SINTESE.

Redes municipais

Entre as redes municipais, a melhor nota de 2012, na avaliação dos professores em seus municípios, foi dada à administração de São Francisco, região do Baixo São Francisco. A política educacional implementada pelo prefeito Ailton Nascimento (PDT) recebeu média 7,5. Em 2011, o mesmo município recebeu dos seus professores a média 3,8.

O município com a pior avaliação da política educacional em todo o estado foi Aquidabã, também no Baixo São Francisco. A administração do prefeito Marcos da Acauã (PR) por muito pouco não recebeu nota zero, ficando com a média 0,1. No ano passado, os professores deram 3,6 para a política de educação implementada pelo prefeito do PR.

Sobre a prova

A Prova Final da Educação busca avaliar o nível educacional das redes estadual e municipais através de um questionário, respondido pelos professores da rede, que aborda as variáveis presentes no processo de ensino e aprendizado, sob temas como: Valorização profissional; Gestão Democrática; Garantia de Direitos do Plano de Carreira e Estatuto; Condições de Trabalho; Política Educacional e Qualidade Social do ensino são debatidos e avaliados pelo magistério sergipano.

Desde 2004 os professores das redes estadual e municipais utilizam os momentos finais do ano corrente para apresentar para a sociedade os resultados da "Prova Final da Educação Pública". (Da assessoria)



Política
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
29/12
08:03

Obras de Mário Jorge serão lembradas em homenagem ao poeta


No dia 11 de janeiro de 2013, sexta-feira, 40 anos depois de sua morte, Mário Jorge Vieira (1946 -1973), primeiro poeta concretista sergipano, terá suas obras resgatadas durante a homenagem 'Mário Jorge - poesia que liberta', que acontece no Teatro Atheneu, às 19 horas, numa realização do mandato da deputada estadual e professora Ana Lúcia Vieira Menezes (PT), irmã do poeta.


Para esta ocasião especial, os músicos Beto Carvalho e Anabel Vieira prepararam um show de poemas musicados de Mário Jorge. A Cia. de Teatro Stultífera Navis participará da homenagem representando a peça 'Mário Jorge: Leia em Voz Alta Para o Seu Estimado Cachorro!'.

Um recital de poesias de Mário Jorge e o relançamento do envelope "REVOLIÇÃO", única obra do poeta lançado em vida, integram a extensa programação, que conta com a Exposição da Vida e Obra de Mário Jorge, além dos depoimentos de Ilma Fontes, amiga, poetisa, escritora e jornalista; de Thiago Martins Prado, professor Dr. da UNEB e pesquisador da obra de Mário Jorge; de Wellington Mangueira, companheiro de atividades políticas no PCB e amigo; e da irmã, Ana Lúcia.


VIDA DE MÁRIO


Em sintonia com a poesia concreta, neoconcretista, poema processo, poesia práxis, poesia social, tropicalismo e, sobretudo, a poesia marginal, o lançamento da produção literária do sergipano Mário Jorge Vieira acontece com a publicação de 'Revolição', edição envelope, em 1968. Mas é no livro 'Poemas de Mário Jorge', publicado postumamente, em 1982, que se encontra boa parte da primeira fase de produção de Mário Jorge, de cunho sociopolítico (1964-1968), com forte influência do russo Vladimir Maiakovski e do poeta Thiago de Mello. 

Com a denúncia dos problemas sociais do país e sob a dureza e perseguição da Ditadura Militar, Mário escreve poesia social e libertária nos livros 'Silêncios Soltos' (1993), 'Cuidado, Silêncios Soltos' (1993), e 'De Repente, há Urgência..', (1997).

A segunda fase da obra de Mário Jorge une traços do concretismo à poesia marginal publicada em muros, vendida em bares, cinemas, teatros, praias, entre outros espaços, além da coluna Geléia Geral, mantida por Torquato Neto no jornal Última Hora. (Da assessoria)



Variedades
Com.: 1
Por Eugênio Nascimento
28/12
17:24

Base proletária nos preparativos para Copa São Paulo

 Nos últimos preparativos. É desta forma que se encontra a equipe Sub-19 da Associação Desportiva Confiança, rumo o primeiro grande desafio do ano de 2013. Pelo quarto ao consecutivo, os jovens proletários vão disputar a Copa São Paulo de Futebol Júnior, torneio que abre oficialmente o calendário do esporte e revela novos talentos para futuras negociações.
 
Na tarde desta quinta-feira, os azulinos participaram de um treino técnico tático no gramado do Estádio Sabino Ribeiro. O trabalho foi conduzido pelo técnico Paulo Silva, que teve o apoio do preparador de goleiros Moisés Cardoso e do preparador físico Adelmax Pedral. Nos próximos dias a relação dos jogadores que vão disputar a “Copinha” será divulgada. A viagem deve acontecer no dia 1º de Janeiro.
 
Mas antes de seguir rumo a cidade paulista de Barueri, onde vão enfrentar Palmeiras, Grêmio Barueri e Sertãozinho, o time Sub-19 do Confiança passará por mais dois jogos de preparação. Um deles vai acontecer na tarde desta sexta-feira, dia 28, a partir das 15h30, contra a equipe profissional. Os dois times voltam a jogar no domingo, a partir das 9 da manha. Os confrontos vão acontecer no Sabino Ribeiro.
Palestras
 
As preparações não ficam apenas na parte física dos atletas. É preciso formar os futuros profissionais através de palestras com temas relacionados ao futebol. Nesta sexta-feira, a partir das 14 horas, o elenco do Sub-19 vai participar de duas palestras que serão ministradas na quadra social do Sabino Ribeiro.
 
Uma delas será sobre o Regulamento da Copa SP e Normas de conduta e postura do Clube e dos Atletas, que será apresentada pelo Vice-Presidente Administrativo e Diretor da Base Fernando de Andrade. A outra palestra será ministrada pelo ex-árbitro Bonfim Francisco e terá como tema Regras de Arbitragem, Postura e Conduta Desportiva, estimulando a correta observância da legislação e regras de futebol vigente. Ao final do jogo treino desta sexta-feira, o presidente do Confiança, Luiz Roberto Dantas de Santana, dará a palavra final, desejando sucesso ao elenco que viaja para a Copa São Paulo.
 


Esportes
Com.: 0
Por Kleber Santos
28/12
16:10

Mega da virada vai pagar R$ 230 milhões

A Mega da Virada, o concurso mais esperado do ano, vai sortear o maior prêmio da história das Loterias da CAIXA, nesta segunda-feira (31): serão R$ 230 milhões em jogo. Durante toda a semana, as apostas da modalidade serão voltadas exclusivamente para o concurso especial da Mega-Sena, inclusive as apostas que forem feitas com os volantes normais. A Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina e assim por diante.

O valor arrecadado até a última quarta-feira (26) foi de R$ 258.120.698,00, com mais de 129 milhões de apostas em todo o território nacional. Com o valor total do prêmio, o novo milionário poderá adquirir quase dois mil carros de luxo ou 460 imóveis de R$ 500 mil cada. Caso aplique todo o dinheiro na Poupança da CAIXA, o ganhador poderá obter mais de R$ 982 mil em rendimentos mensais, equivalente a mais de R$ 32 mil por dia.

Os 10 números mais sorteados na Mega-Sena, desde a sua criação, são: 5 (contemplado 177 vezes); 33 (163 vezes); 54 (162 vezes); 51 (161 vezes); 43 (160 vezes); 53 (160 vezes); 4 (159 vezes); 24 (158 vezes); 29 (158 vezes) e 17 (157 vezes). Ressaltando que o número 10 já foi sorteado em dois sorteios de Mega da Virada – em 2009 e 2010.

(Da assessoria)



Variedades
Com.: 0
Por Eugênio Nascimento
1 2 3 4 5 6 » Próxima » Última

Enquete


Categorias

Arquivos