31/12
07:36

Obras da 13 de Julho - Justiça Federal autoriza retomada das obras e MPF recorre de decisão

A Justiça Federal autorizou a Prefeitura de Aracaju a retomar as obras de contenção das águas das marés no bairro 13 de Julho, na avenida Beira Mar. A Prefeitura convenceu a autoridade judicial de que há risco para os moradores e seu patrimônio se as obras não forem realizadas.O MPF, através da Procuradoria Regional da República da 5ª Região (PRR-5), recorreu hoje (30 de dezembro) da decisão proferida pelo presidente do TRF-5, desembargador Francisco Wildo Lacerda Dantas, que autoriza o reinício das obras de defesa litorânea na Avenida Beira Mar, no Bairro 13 de Julho, em Aracaju. O recurso, assinado pelo procurador regional da República Domingos Sávio Tenório de Amorim, solicita que a decisão seja suspensa e analisada pelo Pleno do Tribunal, que é composto por todos os desembargadores do órgão. A ação cautelar ajuizada pelo MPF/SE e MP/SE, e que tramita no TRF-5 com o número 0044166-87.2013.4.05.0000, requer a obra seja paralisada por estar sendo realizada sem as licenças necessárias para o projeto, que devem ser emitidas Adema, Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e Capitania dos Portos. Se as intervenções forem realizadas sem os devidos estudos, existe o risco de danos ambientais irrecuperáveis serem causados à área, gerando impacto em outras regiões.

O recurso tramita no TRF-5 com o número 0045470-24.2013.4.05.0000. (Da assessoria)



Variedades
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Por Eugênio Nascimento
30/12
08:16

EBSERH abre concurso dia 7 para 1.214 vagas no Hospital Universitário da UFS

 

Grande oportunidade na área da saúde em âmbito federal, para lotação no estado de Sergipe. Profissionais interessados em atuar no Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU - UFS) podem conferir os editais publicados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), com a finalidade de preencher 1.214 vagas.

De acordo com a Ebserh, a contratação dos profissionais permitirá ao hospital a reativação de leitos que atualmente encontram-se desativados, em decorrência da falta de pessoal e a ampliação dos serviços de saúde prestados à população.

Para a área médica (edital nº 02/2013, são 220 vagas em nível superior, divididas em 48 especialidades, com oferta salarial de R$ 6.495,00. Na área assistencial (edital nº 03/2013), são 851 vagas de níveis médio e superior, com salário de até R$ 7.774,00. Por fim, para a área administrativa (edital nº 04/2013) são 143 vagas, também de níveis superior e médio, para remuneração também de até R$ 7.774,00. Todos os editais ainda prevêm a formação de cadastro de reserva. Veja a lista completa de cargos nos anexos dos respectivos editais.

O prazo para as inscrições é das 8h do dia 07 de janeiro de 2014 às 23h59min do dia 13 de fevereiro, de acordo com o horário de Brasília (DF) e devem ser feitas no endereço eletrônico do Instituto AOCP (http://www.institutoaocp.org.br/), organizadora responsável pelo certame.

Presencialmente, as inscrições poderão ser feitas das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), no mesmo período, na Click Informática, situada na Rua Porto da Folha, 20 - Bairro Suíça, Aracaju (SE).

A taxa de inscrição para os cargos de nível superior é de R$ 50,00 e para os de nível médio é de R$ 30,00.

As provas estão agendadas para 16 de março de 2014, a acontecerem em Aracaju, devendo o Instituto AOCP divulgar o local definitivo, a sala e o horário a partir de 28 de fevereiro de 2014. Os inscritos nos certames ainda participarão da avaliação de títulos e experiência profissional, a depender do cargo pretendido.

Acesse os editais: http://www.ebserh.gov.br/processos-seletivos/18-processos-seletivos/382-
concurso-publico-9-2013-ebserh-hu-ufs



Economia
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Por Eugênio Nascimento
29/12
22:06

O reformador social que não deu certo

Afonso Nascimento  -  Professor do Departamento de Direito da UFS


Qual é a real estatura política de João de Seixas Dória (1917-2012)? Refletindo sobre a sua vida política, tenho a impressão de que foram criados certos exageros sobre ela. Considero que alguns desses exageros surgiram de esforços para homenageá-lo e que outros derivam do fato de ter sido apeado, manu militari, do poder pela ditadura militar. No segundo caso, coisa semelhante ocorreu em relação a militantes da esquerda armada e desarmada que foram transformados em heróis – mesmo aqueles que lutavam mesmo pela troca de uma ditadura de direita por outra de esquerda. Certamente, esse não foi o seu caso.

 

Quem foi João de Seixas Dória? Ele foi um membro das classes proprietárias rurais tradicionais sergipanas, nascido em Propriá. Essa sua alta origem social, permitiu-lhe frequentar as melhores escolas das elites baianas do seu tempo como o Colégio Antônio Vieira e o Colégio Maristas, bem como a Faculdade de Direito da Bahia. Em entrevista que me concedeu, não consegui entender por que razão decidiu transferir-se para Niterói onde concluiu seus estudos jurídicos. Nesse tempo, aderiu ao integralismo. Depois disso, ele resolveu voltar a Salvador e ali trabalhar como advogado. Mas não praticou a advocacia por muito tempo. Recebeu e aceitou o convite para exercer um posto político, como secretário de governo, na prefeitura udenista de Aracaju.

 

O referido convite partiu de ninguém mais, ninguém menos, que Leandro Maciel, a principal liderança da União Democrática Nacional (UDN) que, em seguida, lançou-o e o elegeu deputado estadual. Para que o leitor tenha uma ideia do contexto partidário dos anos 1950, a UDN era um dos três partidos da aristocracia rural sergipana, ao lado do Partido Social Democrático (PSD) e do Partido Republicano (PR). Seixas Dória não ficou satisfeito com um mandato. Na eleição seguinte, foi reeleito para o mesmo posto. Como parlamentar estadual por dois mandatos (1947 e 1950), teve um desempenho muito ativo na tribuna e na imprensa.

 

Antes de lançar-se na política nacional, trabalhou em outra ocupação que facilita o ingresso na política (por conta do uso da fala, como também é o caso da advocacia): fez radialismo político. Lançando-se candidato deputado federal, foi eleito sem dificuldades. Nos dois mandatos exercidos (1955 e 1959), tornou-se, inegavelmente, um político nacional, defendendo causas e bandeiras de seu partido conservador e golpista, a UDN, mas que também sustentava teses consideradas progressistas para o seu tempo como o nacionalismo, entre outras. Fazia parte do alto clero da política brasileira. As suas habilidades como orador de alto nível abriu portas políticas para aquele homem público de pouco mais de um metro e meio de altura, chegando, naqueles tempos turbulentos, ao cargo de vice-líder do seu partido, sendo muito assediado pela imprensa nacional e animando dois blocos parlamentares, a saber, a Frente Parlamentar Nacional e a Bossa Nova da UDN.

 

Com esse seu brilho parlamentar em Brasília, pensou que isso lhe dava as credenciais para candidatar-se a governador de Sergipe. Recebeu um “não” do chefe partidário Leandro Maciel, que tinha outros planos. Insatisfeito com o veto, não desistiu. Foi persuadido a fazer parte de um esquema político mediante o qual se filiava ao PR e, com o apoio decisivo do PSD, o partido que combatera como deputado estadual e federal, Seixas Dória concorreu e ganhou a eleição para a governadoria estadual. Com essa vitória, alcançou o auge de sua carreira política. O que queria fazer? Tinha planos de um verdadeiro reformador social católico, ao adotar para si, como projeto de governo, as “reformas de base” de João Goulart que, para Sergipe, incluíam uma agenda que vinha sendo ignorada desde o fim da escravidão e da introdução da República, a saber, reforma agrária bem moderada (nas beiras de estradas estaduais e federais), erradicação do analfabetismo, etc.

 

Eleito governador, ali estava um descendente direto das elites oligárquicas falando outra língua social e política diferente daquela usada por seus pares de origem – da mesma forma que o fazendeiro sul-rio-grandense e presidente da República, o outro João, o Goulart. Em Sergipe, isso provocou a ira das classes proprietárias rurais como, de resto, no Brasil inteiro. Seixas Dória tinha se tornado comunista, por adotar essas novas bandeiras? Ele fundamentava a imperiosidade dessas reformas sociais no catolicismo que tinha aprendido em casa e nas escolas de Salvador. Em discurso fundamentando essa sua escolha, ele dizia não ter nada a ver com o marxismo e com o comunismo ateu e que na sua religião encontrava bases doutrinárias mais abrangentes para implementar essas reformas sociais em Sergipe.

 

Nos quatorze meses em que foi governador, passou parte de seu tempo viajando e emprestando seus recursos oratórios às causas defendidas por ele, Jango, Miguel Arraes, entre outros. Tinha noção da complicação em que se havia metido? Participou, inclusive, do famoso comício no Rio de Janeiro em março de 1964, que selou a sua sorte e a de seus correligionários. Aí veio o golpe militar, perdeu o emprego de governador, foi mandado como preso político para Ilha de Fernando de Noronha, na costa de Pernambuco, e mais tarde foi libertado através habeas corpus. Na prisão não sofreu torturas e coisas do gênero. Para mim, o momento mais importante de Seixas Dória como político foi, já sabendo que estava perdido, fez pronunciamento ao povo sergipano dizendo-se ser contra a quebra da legalidade institucional e em seguida ter recusado o mesmo emprego de governador sob a condição de apoiar o novo regime político. Aí ele adquiriu a estatura de um verdadeiro estadista.

 

Como era um homem rico, penso que Seixas Dória deveria ter acabado sua carreira política naquele ponto. Mas ele quis mais. Ao recuperar os seus direitos políticos, filiou-se ao MDB e logo em seguida ao recém-criado PMDB. Eram outros os tempos. Candidatou-se duas vezes a mandatos federais e sofreu duas derrotas eleitorais. Na condição de suplente, concluiu um mandato federal. Da mesma forma que não tivera bases sociais para as reformas pretendidas no começo dos anos 1960, Seixas Dória não tinha base eleitoral para eleger-se. Disso resultarão os dois fracassos eleitorais seguidos. Diferentemente dele, Miguel Arraes foi eleito duas vezes governador de Pernambuco.

 

Com a via eleitoral complicada, terminou a carreira política como secretário do conservador presidente José Sarney, antigo companheiro e compadre da velha UDN e, em Sergipe, foi secretário dos transportes de dois governadores sergipanos, ou seja, Antônio Carlos Valadares e João Alves Filho. Além disso, usou o seu declinante capital político para ocupar, juntamente com parentes, espaço em empresas estatais. Seixas Dória soube entrar na política, mas foi incapaz da fazer a leitura correta da nova realidade política para saber sair da política. Da primeira vez saiu do poder pela força das armas e da segunda pela rejeição dos eleitores. O único político candidato a reformador social da história política sergipana, Seixas Dória merecia ter tido um fim político melhor.

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Coluna Afonso Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
29/12
20:29

Cinco anos depois

Ricardo Lacerda

Em setembro último completaram-se cinco anos da quebra do banco
Lehman Brothers, episódio que marcou o início da crise financeira internacional que se desdobra até os dias de hoje. Ainda que o epicentro da crise tenha sido nos países de economias avançadas, canais de transmissão se encarregaram de contaminar o conjunto da economia mundial.

Em graus diferentes entre si, as economias dos países ditos emergentes ressentem-se atualmente da desaceleração de suas taxas de crescimento e dos desequilíbrios em suas transações externas e/ou em suas contas públicas.


A economia brasileira que experimentara entre 2003 e 2008 taxa anual média de crescimento do PIB de 4,8%, no mais robusto ciclo expansivo desde os anos oitenta, desacelerou o seu ritmo de expansão no quinquênio seguinte para quase a metade, 2,6% ao ano (entre 2009 e 2013), caso se confirme o crescimento de 2,3% em 2013.

Ao final de 2013, não há ainda perspectivas muito claras de retomada de crescimento no conjunto das economias centrais, mesmo considerando a melhoria continua da situação econômica nos Estados Unidos. É com esse cenário externo que a economia brasileira vai se defrontar em 2014.


Resposta brasileira

O Brasil procurou responder à deterioração das condições externas no pós-2008 por meio da ampliação do mercado doméstico, estimulado pela expansão do emprego e do crédito e pelos incentivos ao consumo, com resultados bastante favoráveis no primeiro momento da crise. Quando o cenário externo voltou a se agravar em meados de 2011, ficou patenteado que a sustentação da retomada do crescimento iria se tornar crescentemente mais difícil. Tratava-se, então, não apenas de assegurar o fluxo de crédito e estimular a demanda interna por consumo, mas de criar as condições para um novo ciclo de investimentos que abrisse nova frente de expansão produtiva.


Em resposta ao acelerado agravamento do cenário externo, o governo brasileiro promoveu uma política monetária fortemente expansiva, enquanto adotava medidas visando estimular a expansão da oferta: buscou estimular o investimento por meio de medidas como a desoneração da folha de pagamento, redução da tarifa da energia elétrica, elevação do grau de proteção no mercado interno, expansão do crédito subsidiado, enquanto promovia uma desvalorização cambial expressiva, de cerca de 30% na paridade em relação ao dólar, entre julho de 2011 e julho de 2012.

As medidas adotadas serviram para evitar que a economia brasileira mergulhasse em recessão aberta, mas não tiveram forças para restabelecer condições mais sustentáveis de retomada do investimento e produziram alguns efeitos colaterais importantes, diante da reação do empresariado ao aprofundamento da intervenção do governo no domínio econômico. A frustração da retomada da atividade econômica em níveis mais acentuados, por sua vez, aliada aos incentivos fiscais e creditícios, resultava em piora na situação das finanças públicas, gerando desconfianças adicionais.

Frente à debilidade da resposta do lado da oferta, o crescimento modesto alcançado depois que a situação externa se tornou adversa em 2008 foi financiado, em grande parte, pelos crescentes déficits no saldo de transações correntes.

A indústria

 

 

 

Um ponto crucial nas dificuldades em retomar o crescimento em base sustentável se situa na rápida perda de competitividade da atividade industrial no pós-2008.

No período inicial do ciclo expansivo, entre 2004 e 2006, o PIB da indústria de transformação cresceu, na média, ligeiramente acima do PIB total da economia brasileira (ver linha continua simples no gráfico). A partir de 2007, diante da acentuada valorização do câmbio, combinada com o forte incremento do poder de compra interno, a atividade industrial passa a crescer a taxas menores do que as do PIB, mas ainda mantém taxas de incremento não muito distantes da média da economia.


Depois do espocar da crise financeira internacional ao final de 2008, a atividade da indústria de transformação brasileira andou literalmente de lado, descontando o vale de 2009 e a recuperação em 2010, que se anulam (ver Gráfico). É, assim, fato que os problemas de competitividade da indústria de transformação assumem nova dimensão a partir do final de 2008.

Nova dinâmica


No pós-2008, estabelece-se uma nova dinâmica setorial. As atividades voltadas para o mercado inteno, como o setor de serviços e a construção civil, puxaram para cima o ritmo de crescimento do PIB enquanto aquelas que produzem bens comercializáveis, sujeitos à concorrência nos mercados internos e externos, como a atividade industrial e o setor agropecuário, puxam a expansão do PIB para baixo.

É difícil atribuir quanto da perda de competitividade da atividade industrial brasileira no pós-2008 decorre da piora de alguns dos seus principais mercados externos, como a Argentina e a Europa, e quanto pode ser de responsabilidade de fatores internos, como o aumento do custo do trabalho medido em uma cesta de moeda e estrangulamentos na infraestrutura.


É razoável, todavia, concluir que sem um esforço direcionado para aumentar a competitividade o setor, em que a taxa de câmbio é um fator decisivo, não há como pensar em retomada sustentável do crescimento econômico.


 

Fonte: IBGE. Contas Nacionais Trimestrais. Série encadeada a preços de 1995.


*Professor do Departamento de Economia da UFS e Assessor Econômico do Governo de Sergipe.

 

 



Coluna Ricardo Lacerda
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Por Eugênio Nascimento
29/12
19:49

Coluna Primeira Mão - Política e Economia

Disputa de cadeira no TCE de SE poderá terminar no STF


Em fevereiro próximo, a disputa pela cadeira deixada em janeiro de 2012 pela conselheira Isabel Nabuco completa dois anos. Tudo começou quando Isabel se aposentou e a Assembleia se reuniu para encaminhar a substituição. Sem pressa, o parlamento abriu o processo de inscrição de fevereiro até setembro de 2012. Depois adiou a disputa por que estava muito em cima da eleição para prefeito e só depois do pleito foi definida a escolha, que foi questionada pelo secretário de Estado da Educação, Belivaldo Chagas, em juízo. Desde que saiu o resultado e a deputada estadual Susana Azevedo saiu-se vitoriosa, a questão está subjúdice. Na semana retrasada, o Tribunal de Justiça de Sergipe deu ganho de causa para a parlamentar, mas Chagas recorreu pedindo, inicialmente, liminar suspendendo ato de posse e encaminhou ação ordinária ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) solicitando a anulação da eleição, por irregularidades no processo. “Tudo, agora, depende da Justiça. Eu não tenho pressa e posso até recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). Antes quem não tinha pressa era o grupo da deputada Susana e agora sou eu”, comentou Belivaldo Chagas.
 

Italiana Pirelli poderá implantar fábrica em Sergipe
 

O Diretor de Relações Institucionais  da Pirelli para a  América do Sul, Mário Batista, enviou carta ao secretário de Estado do Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Saumíneo Nascimento,  agradecendo convite para conhecer Sergipe como opção de investimento. Ele informa na correspondência que virá a Sergipe para discutir a implantação de uma fábrica da empresa no Estado.  Conforme o Wikipédia “a Pirelli  é uma empresa italiana fundada em Milão em 1872 pelo engenheiro Giovanni Battista Pirelli. O seu atual presidente é empresário Marco Tronchetti Provera, genro do neto do fundador, Leopoldo Pirelli. É um dos principais grupos econômicos italianos, ativo nos setores de beneficiamento da borracha (pneumáticos, roupas), imobiliário (com a Pirelli Real Estate) e, desde 2001, da telefonia fixa e móvel, depois da compra da Telecom Italia (TIM)”.



Caos na Previdência será o problema mais grave de SE em 2014, diz Zezinho Sobral


O secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Zezinho Sobral, garante que “o maior desafio do governo para 2014 será a Previdência. Com um déficit previsto de R$ 750 milhões, irá drenar recursos importantíssimos para minimizar aqueles da educação, saúde e segurança. O problema da Previdência não pode ser resolvido com a atual gestão. Ele foi criado no passado por um tratamento desastroso dado à Previdência dos servidores públicos estaduais”.


Indicação do vice - PSB está se guardando prá quando o carnaval passar


Depois do Carnaval 2014, o PSB promoverá reunião e definirá entre o deputado federal Antônio Carlos Valadares Filho, o secretário Belivaldo Chagas, da Educação, e Luciano Pimentel aquele que será o candidato a vice-governador na chapa que será encabeçada pelo atual governador Jackson Barreto. Não há clima de disputa entre eles e tudo se resolverá pacificamente, conforme Valadares Filho, que é o mais cotado até agora.


Desconheço aproximação entre João e Jackson, diz Machado


Estou completando 65 anos no dia 17 de janeiro e, portanto, já não ser candidato ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe. Alguém inventou essa besteira de que estaria sendo negociada a minha ida para o TCE e em troca João daria apoio à candidatura do governador Jackson Barreto à reeleição”. O comentário é do vice-prefeito de Aracaju, José Carlos Machado (PSDB), que participou do encontro de sexta-feira entre o governador e o prefeito João Alves Filho (DEM) e garante que “não se falou em política. O encontro tratou apenas dos projetos, de questões administrativas. E só.”.


UFS é um canteiro de obras


2014 foi marcado na UFS pela entrega de uma série de obras. O reitor da UFS, professor Angelo Roberto Antoniolli, destaca que “no Campus de Lagarto foi entregue a Biblioteca Central e serão entregues em 2014 os prédios administrativos e de vivência universitária e as obras de urbanização do Campus . Para o Campus Alberto Carvalho, em Itabaiana, serão iniciadas três importantes obras incluindo reforma elétrica e adequação infraestrutura física do Campus e construção da Didática III. No caso do Campus José Aloísio de Campos em São Cristóvão, que concentra maior número de alunos e cursos, foram concluídas e entregues as obras dos Departamentos de Matemática, Medicina Veterinária e as reformas estruturais na Biblioteca Central e no Restaurante Universitário. A obra de adequação e climatização de mais de sessenta salas de aula das Didáticas. Em 2014, mais de uma dezena de obras estão previstas para serem entregues. São obras estruturantes como passarelas e acessibilidade, unidades departamentais e hospital veterinário para animais de pequeno porte. Será entregue a comunidade acadêmica a primeira Didática com seis pavimentos e com renovação de ar, atendendo elevados padrões de exigência de normas técnicas”.


Desafio é consolidar crescimento da UFS

 

 


Para o reitor, “a UFS vai continuar crescendo em 2014 em todos os campi, mas nosso maior desafio é consolidar o processo de expansão e interiorização da UFS. Vamos crescer com responsabilidade e buscando atender as demandas históricas das regiões e da população sergipana. A UFS é a única Universidade Pública do Estado de Sergipe e cabe a ela a responsabilidade por dispor a todos os gestores públicos e privados e à sociedade sergipana as ferramentas em prol do desenvolvimento, científico econômico, cultural e artístico do nosso Estado”.

 

 


Números comprovam o crescimento da Universidade


Antoniolli comenta ainda: “Nos últimos balanços que fizemos, em segmentos variados, detectamos que a UFS cresceu mais de 300% nos últimos sete anos. Há sete anos, a UFS se resumia ao Campus sede, localizado no bairro Rosa Elze, município de São Cristóvão, a quarta cidade mais antiga do Brasil. De lá para cá, a instituição de ensino conquistou os campi de Laranjeiras, onde atua com cursos de Arquitetura, Arqueologia, Museologia, Teatro e Música, o de Itabaiana, com cursos de licenciatura em diversas áreas e agora está em fase de implantação o de Lagarto, que atuará especificamente na área de Saúde, com cursos de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia... A UFS, há 10 anos, tinha menos de 10 mil alunos e hoje conta com 32 mil, tinha 500 professores e hoje eles são 1.400, tinha 8 mestrados e hoje já são 40 e 1 doutorado e hoje eles somam 14. Há ainda cursos superiores de educação à distância semi-presencial nos municípios de Areia Branca, Brejo Grande, Estância, Japaratuba, Lagarto, Laranjeiras, Nossa Senhora da Glória, Poço Verde, Porto da Folha, Propriá, São Domingos e São Cristóvão. Em 2006, a UFS oferecia 54 opções de cursos de graduação e hoje são colocadas à disposição dos estudantes 106 opções. O crescimento também pode ser observado na procura do seu processo de seleção. Em 2006, o número de inscritos no seu concurso vestibular foi de 22.194, disputando 2.515 vagas. Já em 2013, o número subiu para 59.384 estudantes disputaram as 5.500 vagas”.



Coluna Eugênio Nascimento
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Por Eugênio Nascimento
29/12
19:01

As paixões e as pensões

José Lima Santana - Professor do Departamento de Direito da UFS

 

 

 

 

            Ignacio, com “g” e sem acento, é o seu nome. Andejou por alguns estados da federação até arranchar-se de vez em Sergipe. Viera, como que tangido pela seca, tais os retirantes de Graciliano Ramos. Mas ele não tem nada que faça lembrar o vaqueiro Fabiano, marido de Sinhá Vitória, pai dos dois meninos e dono da cachorra Baleia, o mais humanizado animal da nossa literatura. Não, Ignacio é um nordestino predestinado para as letras, para a poesia, para o sonho. E de sonho em sonho, acabou no pesadelo das pensões. Casamentos acabados, mulheres ávidas por sugá-lo. Pobre Ignacio, que andava de peito aberto, com o coração feito presa fácil, deixando-se seduzir aqui e ali.

            Tarde de segunda-feira. Ignacio estava atarefado na repartição pública federal na qual trabalha desde que fora tangido para o pequenino estado. Onde achara paz. Onde achara motivos para a poesia. Onde achara inspiração para abrir-se à possibilidade de novas pensões. Calma, Ignacio! A vida não é feita apenas de possibilidades reais ou virtuais de abertura para novas aventuras amorosas, para novos compartilhamentos, para contínuas e ocasionais vidas a dois. Não, a vida é muito mais do que isso. A vida precisa ser feita de paz, sobretudo. A vida não é um simples lampejo, como a luz piscante dos vagalumes. A vida é como um rio, que está sempre passando. Ora sereno, ora quebrando-se em cachoeiras. Naquela tarde, Ignacio precisava de ajuda para discernir algumas providências a ser tomadas. Discutiu, divergiu, convergiu adiante e tomou as decisões que deviam ser tomadas. E eis que se lembrou das pensões que continua pagando. Amou demais e em demasia paga pensões. Aliás, o seu holerite (eu detesto essa palavra, preferindo o vocábulo contracheque, ou contrachoque, quando a remuneração é minguada) parece uma colcha de retalhos: pensão para A, pensão para B, pensão para C... A remuneração bruta de Ignacio não é minguada, mas é vazada pelas pensões. Acionar a Justiça para reduzi-las? É o caminho. Mas ele é generoso. Prefere continuar pagando, embora nem todas as ex-mulheres continuem tendo a necessidade de receber. Coração e mente de poeta, quem poderá entender? Sendo assim, sofre Ignacio! Continue a sofrer até que o masoquismo se entranhe de vez em seus nervos, se lhe for possível entranhar-se mais. O dinheiro das pensões não lhe faz falta? Deve fazer, mas ele é um exímio economista doméstico. A remuneração líquida é contada tin-tin por tin-tin. E acaba dando para tudo. Quem tão bem controla as finanças, não controla o coração, esse músculo danado que é o centro da vida humana, na compreensão judaica, como consta do Velho Testamento. Ignacio está ficando velho, mas o gás que lhe sobra ainda dá para tecer poesias. Para louvar as mulheres de sua vida, que lhe deixaram marcas e que ainda lhe arrancam nacos. C’est la vie!

            Ignacio recebe um telefonema do exterior. É a chefe (seria melhor dizer “chefa”, como “presidenta”?) dele, que está em lua de mel (?) pras bandas do hemisfério Norte. Ele a substitui. Trocam palavras. Ignacio ri. A chefa estilosa da terceira idade saboreia o “Retorno de Jedi” (é preciso lembrar a série de filmes “Guerra nas Estrelas”, Episódio VI). Só os íntimos sabem o que isso significa. Boa sorte para ela! Um colega abusado, metido a ser loroteiro de fala e escrita, apelidou-a de “velhinha pedófila”. É que ao seu redor trabalha uma equipe de jovens bacharéis devidamente capacitados para o necessário assessoramento. Sem dúvida, uma boa equipe de trabalho. Ela ri das presepadas do colega loroteiro. Pois assim mesmo deve ser a vida: levada a sério, quando deve ser séria, e levada no bom humor quando é preciso relaxar. Ah, como é bom relaxar! E a depender do tipo de relaxamento... Basta lembrar o conselho dado por certa ministra. Lembram? Que coisa, hein? Ministra desbocada...

            Fim de ano. Foi-se 2013. Que venha 2014! E virá fumegando. Serão tantos eventos, tantas coisas, que tem tudo para arder. Vai ser um ano danado. E para Ignacio, como será o ano novo? Mais poesia, mais sonhos, mais pensões? Deus é mais!

            Aproveitando a deixa, eis o poema “Amor”, de Fernando Pessoa, dedicado a Ignacio, a sua chefa e a todos que amam:

“O amor, quando se revela, / Não se sabe revelar. / Sabe bem olhar p'ra ela, / Mas não lhe sabe falar. /// Quem quer dizer o que sente / Não sabe o que há de dizer. / Fala: parece que mente... / Cala: parece esquecer... /// Ah, mas se ela adivinhasse, / Se pudesse ouvir o olhar, / E se um olhar lhe bastasse / P'ra saber que a estão a amar! /// Mas quem sente muito, cala; / Quem quer dizer quanto sente / Fica sem alma nem fala, / Fica só, inteiramente! /// Mas se isto puder contar-lhe / O que não lhe ouso contar, / Já não terei que falar-lhe / Porque lhe estou a falar...”.

E por que não cantar com Vinicius de Moraes e Toquinho a canção “Como Dizia o Poeta”? Vale a pena:

 “Quem já passou por essa vida e não viveu / Pode ser mais, mas sabe menos do que eu / Porque a vida só se dá pra quem se deu / Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu / Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não / Não há mal pior do que a descrença / Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão / Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair / Pra que somar se a gente pode dividir / Eu francamente já não quero nem saber / De quem não vai porque tem medo de sofrer / Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão / Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não”. Está vendo, Ignacio? Paixão rima com pensão.

Para finalizar, esta belíssima página de Carlos Drummond de Andrade, intitulada “Não deixe o amor passar”:

 “Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus lhe mandou um presente: o Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o AMOR”. É isso aí, Ignacio!

Que 2014 seja um ano de SOLIDARIEDADE, JUSTIÇA, PAZ, FELICIDADE e AMOR para os nossos leitores e as nossas leitoras! Que DEUS nos abençoe e nos ilumine! E quem NELE não acredita, siga em paz, contemplando flores e estrelas.

 

 

(*) Publicado no Jornal da Cidade, edição de 28 e 29/12/2013. Publicação neste site autorizada pelo autor. 



Colunas
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Por Eugênio Nascimento
28/12
21:14

João Alves lê as pesquisas e pensa candidatura para 2014

Eugênio Nascimento

A imprensa sergipana alimenta diariamente seu noticiário em torno das pré-candidaturas dos já declarados pré-candidatos Jackson Barreto, que deseja disputar a reeleição pelo PMDB, e Eduardo Amorim (PSC), atualmente no exercício de mandato de senador da República. De fato, os dois parecem estar em disputa – se expõe publicamente na mídia criticando um ao outro, expondo obras e projetos em andamento ou declarando autoria de emendas que levam recursos para alguns projetos de municípios do interior. Mas isso não deve ser argumento suficiente para justificar o esquecimento do nome do prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), que aparece em todas as pesquisas como primeiro colocado e com percentual quase que igual à soma dos dois outros interessados em comandar o Poder Executivo Estadual a partir de 1º de janeiro de 2015.

A última pesquisa divulgada pelo Instituto Padrão mostra João Alves com 41% das intenções de votos, Jackson Barreto com 26% e Eduardo Amorim com 16%. Segmentos da imprensa ligados aos irmãos Amorim preocupou-se em questionar os números e os mais próximos de Jackson a mostrar que o governador atual passou o senador, que era segundo colocado (os números da pesquisa anterior exibiam João, com 42,3%, Amorim, com 22,4%, e Jackson, com 20,4%). Talvez pelo fato de o grupo dos irmãos Amorim cantar de galo, desde que a primeira pesquisa eleitoral para o governo do Estado expôs o social-Cristão como o segundo colocado, apostou-se que ele cresceria sempre e que já estaria em um patamar insuperável, para Jackson Barreto, e numa espécie de quase tète-à-tète com o demista João Alves. Dois casos que não aconteceram.

Mas fato é que João Alves aparece em todas as pesquisas como o preferido dos sergipanos, ainda que os seus opositores digam que ele estaria “estagnado” e ajam como se o prefeito da capital não existisse. O silêncio do demista e a falta de grandes obras e projetos para realizar a curto prazo em Aracaju tem levado muita gente do meio político a acreditar que ele não estaria propenso a disputar o direito de ser governador de Sergipe pela quarta vez. Um aliado e amigo bem próximo de João declarou para este colunista que “eu diria que hoje ele está 50% para sair candidato a governador e 50% para não entrar na disputa”. Explicou o político: “João sempre analisa os quadros políticos friamente e se define sempre em cima da hora. Então, nunca pensar que ele desistiu é muito bom”.

Um outro amigo de João explicou que “ele realmente está ainda indeciso, mas nunca disse que seria candidato ou que não seria. Mas um homem público que saiu vitorioso de uma eleição para prefeito de Aracaju e um ano depois, isso faltando apenas 10 meses para o próximo pleito, tem quase que 50% das intenções de votos válidos, está tentado à entrar na disputa. Isso é sinal de que o povo vê nele o que não vê nos outros dois pré-candidatos com os nomes colocados para o público”. Isso posto, João Alves Filho será candidato a governador de Sergipe em 2014 e, ao contrário do que acontece agora, quando Jackson Barreto e Eduardo Amorim se rivalizam na tentativa de obter o apoio dele, deverão receber visitas do prefeito, que irá buscar o apoio dois declarados pleiteantes.

Portanto, se João anda lendo os números das pesquisa, que diz nem ter conhecimento, e se vê numa situação boa, vantajosa em relação aos demais pré-candidatos, como já dizem alguns amigos muito próximos, não deve ser esquecido nesta fase de pré-campanha. Afinal, ele pode estar estagnado, mas se encontra muito forte e isso lhe faz um pré-candidato e futuramente um candidato em potencial.



Política
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Por Eugênio Nascimento
28/12
13:25

Assembleia Legislativa - Angélica Guimarães faz balanço dos trabalhos

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada estadual Angélica Guimarães (PSC), fez um breve balanço dos trabalhos legislativos no ano de 2013. A parlamentar revelou os números que marcaram o ano na Casa, dos projetos às indicações aprovadas ou não.  Angélica avalia que o ano foi intenso e bastante produtivo e agradeceu a somação de todos os parlamentares, de situação e de oposição.

Ao fazer sua avaliação, sobre o encerramento dos trabalhos, Angélica Guimarães agradeceu o apoio e a compreensão dos deputados e deputadas estaduais, dos servidores da Casa, a imprensa e toda a sociedade sergipana. “Somos todos passivos de erros, mas, nos esforçamos para que os acertos prevaleçam. Como presidente faz parte da minha vida conduta, não apenas pregar a democracia, mas praticá-la”.

Angélica falou também em respeitar as opiniões divergentes por entende que o diálogo parte de sua rotina. “A democracia é para mim um modelo de vida. As discussões, debates, divergências são instrumentos que permeiam a democracia, e por isso servem como matriz que enriquece e valoriza o parlamento, sempre ávido pela conquista definitiva de uma completa conscientização do nosso pleno Estado Democrático de Direito”.

A presidente da Assembleia disse que muitas vezes lhe cobram pressa, “mas quando temos que decidir diante do interesse público, com suas consequências, envolvendo o futuro do Estado e da sociedade que representamos, o bom senso nos exige coerência, cautela e firmeza”, disse, completando que “é salutar que, ao encerrarmos mais uma etapa do mandato que o povo nos outorgou, possamos refletir sobre o nosso papel como pessoas públicas escolhidas para representar os interesses da população sergipana”.

Angélica Guimarães destacou que no período de, 1º de fevereiro a 23 de dezembro de 2013, foram realizadas 154 sessões ordinárias, uma sessão solene para posse do governador, 105 sessões extraordinárias (sem qualquer vantagem remuneratória para os parlamentares), 17 sessões especiais, sendo apresentadas 3.317 proposituras, com 2.848 destas sendo aprovadas, cinco arquivadas, 13 deferidas, 46 prejudicadas e 11 retiradas.

Ainda no ano de 2013 a Assembleia Legislativa teve 501 indicações e 350 delas já foram aprovadas. Apenas um ficou prejudicada e outra que foi retirada. 30 moções foram aprovadas e um projeto de emenda constitucional. Vale destacar que foram aprovados 184 projetos de lei, assim como 10 projetos de lei complementar, sendo outros dois ainda tramitam na Casa. O ano ainda teve 22 resoluções aprovadas.

Foram ainda dois decretos legislativos aprovados. Só requerimentos apresentados foram 2.426, sendo que 2.249 foram aprovados, cinco foram arquivados, 13 deferidos e 45 ficaram prejudicados e 10 foram retirados. “Por estes números já se observa que o ano legislativo foi intenso e bastante produtivo. Estamos conscientes e convictos do dever cumprido. Daqui saíram leis e encaminhamentos que tornaram o nosso povo como os únicos vencedores”.

Angélica concluiu dizendo que foi um período de muito trabalho e definições importantes para o Estado de Sergipe. “A democracia esteve presente em cada dia de atividade em nosso parlamento. No plenário ou na sala de comissões, os trabalhos alcançaram pleno êxito. Agradeço a Deus por me dedicar paciência, perseverança e cuidado nas ações à frente deste poder legislativo. Agradeço a toda a minha família e aos colegas parlamentares, aos servidores da Casa, em especial, aos que fazem minha assessoria, fieis escudeiros do serviço. Muito obrigada a todos e que tenhamos um venturoso ano de 2014”.   (Da assessoria)



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Por Eugênio Nascimento
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